de como comi a faxineira e das quentes consequências que daí surgiramera o ano de 2002 e eu, aos meus 22 anos, era um argentino privilegiado com emprego apesar da crise.
era um supermercado atacadista e, como se fazia com os funcionários com mais de 4 anos nesse tipo de empresa, tinham me promovido de categoria várias vezes. naquele momento eu era o encarregado de todo o salão de vendas, e o substituto natural dos outros chefes, com a diferença de que não me pagavam pela categoria em que eu atuava. eu era jovem e tarado, só pensava em foder, e não percebia que o sistema estava me comendo também.
eu era novo na filial maior recém-inaugurada, e ninguém conhecia minha história, e eu sabia que tinha que refazer minha fama de comedor incansável para poder ir passando sistematicamente por todas as garotas que, na sua generosidade, quisessem passar um bom momento depois do trabalho. e na verdade nunca fui um conquistador, então isso era difícil.
eu entrava às 7 da manhã e começava a supervisão, e até as 8 da manhã não entrava ninguém do pessoal sob meu comando, nem do depósito, que ficava no fundo do supermercado. meu trabalho era basicamente caminhar o dia inteiro, saber onde e em que estado estava tudo. eu tinha que saber de tudo, para poder mandar e ninguém me passar a perna. tinha carta branca para fazer e desfazer com quem cruzasse meu caminho. e das 7 às 8 eu estava sozinho, sem ninguém para dar ordens. ou quase.
a chefe da limpeza tinha contratado três garotas novas, e como as pessoas que fazem esse trabalho têm ordem de serem discretas, não falar e fazer tudo com sutileza e em silêncio, eu ainda não as tinha localizado. realmente eram tão eficientes que a gente nem precisava reparar nelas. então não me dei conta, até que uma manhã uma das garotas novas toma o lugar da outra que eu conhecia. a garota nova tinha o cabelo muito comprido, marrom chocolate natural até abaixo da cintura, muito liso e lindo. ela cobria a cabeça com um boné com viseira do tipo esportivo, mas estampado com o nome da empresa. que lhe ampliava. a verdade é que era uma pena meter aquele corpo gostoso naquele uniforme azul escuro horroroso, sem forma, sem corte, igual roupa de enfermeiro. ela tinha aquele cabelo comprido que foi a primeira coisa que me chamou a atenção, e me atraiu a olhar pra bunda dela: uma bundinha linda, firme como mármore, escondida naquelas roupas sem graça e nada sexy.
ela tinha que passar o pano, uma ferramenta parecida com uma vassoura, por toda a superfície do supermercado em uma hora, até chegar a encarregada e as colegas dela, assim como meu pessoal e o do depósito. e tinha que cuidar das emergências: se uma garrafa caísse, eu devia ser o primeiro a saber, e chamar ela pelos alto-falantes.
de alguma forma, ela estava à minha disposição, mesmo sem saber. essa ideia foi tomando conta da minha mente. a fantasia começou a se formar. eu a via toda manhã, apoiar o cabo do pano na cintura, e caminhar empurrando ele por quilômetros e quilômetros, durante aquela hora inicial, em que a única coisa que eu dizia era "bom dia" e ela me respondia um simples "bom dia", exatamente como mandava o manual de protocolo do funcionário.
eu a via fazer aquilo e pensava: "essa mina gostosa tá endurecendo a bunda com esse trabalho, que academia nada, essa bundinha redonda tá se formando e se aperfeiçoando ao caminhar pra lá e pra cá, e eu não consigo parar de pensar nela".
aos poucos fui percebendo que ela era uma garota linda, presa num uniforme horroroso. baixinha argentina, mina, de pele morena clara, com uma carinha redonda e olhinhos claros cor de mel, e uma franja rocker totalmente excitante que me deixava louco, mas que eu não conseguia ver direito por causa da maldita touca.
só pensava em como provocar um encontro, uma conversa, para poder abordar ela, e cravar meu ferrão.
só sabia que ela se chamava, digamos, Cinthia, e que eu era o único que tinha percebido como ela era gostosa. e todo o resto era um mistério.
uma manhã decidi mudar minha imagem: a empresa me pedia que eu fosse sério e calado com os de fora e terceirizados, prestativo e hipócrita com o cliente, e um mestre totalitário e pedante com o pessoal subordinado.
Pensei que, se eu fosse simpático com ela das 7h às 8h, e depois das 8h me mostrasse seco e indiferente, ela entenderia que eu não era o que parecia. Porque, na real, eu parecia — ou talvez fosse — um filho da puta.
Comecei a cumprimentá-la mudando a fórmula. "O que cê tá fazendo, como cê tá, tudo bem?" Num ponto cego no meio do salão, onde ninguém podia te ver, cumprimentei ela com um beijo na bochecha.
No dia seguinte, a mesma coisa. No outro, igual. No terceiro dia, ela comeu minha boca.no dia seguinte, coloquei ela à prova: esperei no ponto cego, e quando ela chegou, sorri e dei um beijo nela. ela me comeu a boca de novo, mas foi mal feito.
me fiz de completo otário e vazei. 3 minutos depois, peguei o alto-falante e falei, com a melhor voz: "pessoal da limpeza, se apresentem no depósito".
corri pro depósito, onde não tinha ninguém (eram 7h05 da manhã) e esperei ela. quando ela chegou, falei que caíram umas geleias no meio das pilhas de paletes, bem lá no fundo. disse "passa" e fui guiando ela pra parte mais escura e escondida, até chegar num lugar de um metro por um metro, no silêncio do depósito, rodeados por paredes de mercadoria empilhada. era a boca do lobo.
"aqui não tem nada", ela me disse.
"tá achando?", eu falei, e beijei ela.
começamos a nos agarrar feito loucos. nos chupávamos e nos mordíamos, as línguas percorriam nossas bocas e nossos pescoços deliciosamente, minhas mãos eram um exército que conquistava e avançava sem obstáculos. já estavam dentro da calça dela, tocando aquela bunda prodigiosa, e às vezes subiam pela cintura até as costelas delicadas e os peitos dela, de um jeito que não me contive e levantei a camiseta dela e comecei a chupar os peitos. uma surpresa verdadeira, uns peitos médios como um punho, firmes como os de uma menina de 16 anos, com mamilos escuros e redondinhos, de um desenho perfeito. sentia como eles endureciam, e ela gemia de prazer, e eu já tava tocando a buceta dela por cima da calcinha, quando me levantei de novo pra beijar ela. ela começou a passar a mão no meu volume e, por cima da roupa, deu um jeito de acariciar, mas eu soltei o cinto e depois o zíper em questão de milésimos de segundo, e pra ela não se assustar sozinha, peguei as mãos dela e coloquei no meu pau, que tava mais que totalmente ereto, e continuei chupando ela na cara e no pescoço, tocando os peitinhos lindos e endurecidos.
ela me masturbava com as duas mãos e passava a mão nas minhas bolas, e eu tive que reconhecer a maestria dela: ela sabia o o que fazia e estava pronta para mais.
minhas calças estavam nos meus tornozelos e eu disse, na putaria: Chupa meu pau.
não é algo que eu diria normalmente, mas isso tinha o gosto do sexo anônimo: eu não sabia nada sobre ela.
então repeti: "Chupa meu pau" enquanto força ela a se ajoelhar
ela disse "não" e insisti, e ela falou "só um pouquinho" e se abaixou
não consigo descrever aquele boquete. ela chupava e fazia algo com a língua, me envolvia por baixo, não só chupava minha boca, mas massageava minha próstata com aquela língua superdotada. ela me chupou um tempo e foi o maior prazer, que nem toda mulher pode se orgulhar de ser capaz de dar. ela tinha um dom (e no futuro os boquetes dela viraram meu vício)
não consegui evitar gozar na boca dela, e ela engoliu, obediente, sem se sujar. chupou mais um pouco, e me deixou pronto pra continuar, o que eu não esperava.
ela pensou que eu ia subir a calça, mas eu tava procurando a camisinha parceira: aquela que sempre tá na carteira. ela tava arrumando a roupa, e eu ataquei de novo: e ela disse "ai, não!"
chupei os peitinhos dela enquanto tirava a camisa de vez, o boné saiu junto com a peça e o sutiã. eu tava louco. abaixei a calça dela e puxei a calcinha, que era uma fio dental com o logotipo de uma folha de maconha no púbis. enquanto colocava o preservativo, comecei a chupar a buceta dela, e senti o cheiro delicioso da mulher, e o sabor inebriante dos fluidos dela, suaves mas abundantes: era o momento certo
deixei ela se endireitar um pouco, mas tirei a calça largona e a calcinha gostosa, sem tirar os tênis: deixei ela pelada com os tênis de trabalho, e eu tava totalmente nu e descalço.
ela me chupou de novo e não liguei que tinha engolido meu sêmen: ela acariciava meus braços e peito peludo, e mexia na minha barriga, eu era bem atlético e magro na época, e soube que ela tava ainda mais excitada ao me ver pelado. virei ela e enfiei vaginal em pé
"filho da puta" ela disse, e foi um dos maiores elogios satisfações. comi ela pra caralho, uns 20 minutos seguidos e ela dizia "chega, malvado, já acabei, a chefe vai chegar", mas eu continuei. levantei uma das pernas dela pra abrir mais e continuei comendo. ela se virava e me beijava enquanto eu tava por trás dela, com minhas mãos nos peitos dela, e de vez em quando no clitóris. a gente se segurava na mercadoria ao redor pra não cair sem parar a cavalgada.
coloquei ela de frente e ela disse "me come por frente". então levantei ela, não pesava nada, e com as pernas dela nos meus braços, formando um M e eu no meio, comi ela. usava minha força pra subir e descer ela. "você vai me matar" ela dizia. e "vão me mandar embora" também. eu não falava: comia.
aos poucos abaixei uma das pernas dela. e comendo devagar, depois abaixei a outra. meu pau ficou dentro dela, mas curvado como uma banana pra cima. as pernas dela me apertavam, nós dois ficamos de pé, um de frente pro outro, mas eu tava penetrando ela. eu nunca tinha feito isso, mas a pressão no clitóris dela era enorme e ela se mexia devagar e gemia se segurando, fazendo força. eu tava no paraíso.
ela colocou minhas mãos na bunda dela e me guiou pra eu mexer ela e comer ela nessa posição estranha. a gente tava todo suado e se colava e escorregava de um jeito delicioso: nosso corpo inteiro era um sexo gigante, dando e recebendo prazer. já tinham passado mais de 45 minutos e eu tava comendo ela de quatro no chão, e como manda o figurino, tava enfiando os polegares no cu dela enquanto entrava e saía meu pau da buceta apertadinha dela, quando ela disse "você tinha raiva da minha buceta?"
"não, mamãe" – respondi – "mas se essa bundinha tá com ciúmes, posso dar o gosto pra ela também. aliás, você não vai sair daqui sem que eu te coma o rabo" e ela não respondeu nada.
Na mesma posição, tirei ela da buceta e comecei a meter no cu: nessa hora foi bem mais difícil do que eu pensei, mas fui devagar e com a ajuda do suor que escorria da minha testa e do corpo todo: entrou inteira na rabeta. Comi devagar primeiro, e meti a mão na buceta dela. Tentei masturbar ela, apalpar os peitos, morder o pescoço e beijar, mesmo sendo meio difícil. Mantive o tesão no máximo até o pau começar a entrar e sair com facilidade, e consegui enfiar bem no fundo. Daí em diante comi ela brutalmente, a toda velocidade, buscando meu orgasmo. Ela falava "assim, assim" e eu ficava cada vez mais selvagem: estava penetrando aquele rabo dos sonhos e, sério, o contato com as nádegas duríssimas dela, o movimento de luxúria, a vontade anal dela e o quadro completo estavam me deixando louco.
Gozei que nem um desgraçado, nunca vi minha camisinha tão cheia. Saiu limpinha e devagar, e ela parecia que respirava por ali. Ofegava por ali: abria e fechava de leve, ainda gemendo, porque tinha tido um orgasmo completo, anal e vaginal.
A gente se levantou e se beijou. Nos vestimos sem falar nada.Enrolei a camisinha num pedaço de plástico filme que tava no chão e guardei no bolso. Saímos daquele "corredor" do depósito andando de boa, quando eram 8h02 e o pessoal do depósito tava chegando, e nos viram caminhando em direção à saída, sem desconfiar de nada. O velho encarregado me disse que o gerente tava me procurando. "Ok" falei só, sem olhar pra ele.
Saio pro salão e a Cinthia vinha uns passos atrás. Aparece a encarregada e pergunta: "Você viu a Cinthia?" "Quem?" respondi. "Desculpa, ali vem, Cinthia se chama" ela fala, como se tivesse me chamando de otário por não reparar nela. Passei por ela sem falar nada, como se eu cagasse pra opinião dela e pra Cinthia também, mas virei e pisquei o olho pra Cinthia. E ela sacou que eu tava atuando.
O resto do dia de trabalho foi normal. A Cinthia trabalhou até as 16h e eu até as 22h. E no dia seguinte, e muitos depois, os encontros se repetiram, de formas e lugares dentro e fora da empresa, durante meses. Mas isso, e o que aconteceu depois, é outra história.
era um supermercado atacadista e, como se fazia com os funcionários com mais de 4 anos nesse tipo de empresa, tinham me promovido de categoria várias vezes. naquele momento eu era o encarregado de todo o salão de vendas, e o substituto natural dos outros chefes, com a diferença de que não me pagavam pela categoria em que eu atuava. eu era jovem e tarado, só pensava em foder, e não percebia que o sistema estava me comendo também.
eu era novo na filial maior recém-inaugurada, e ninguém conhecia minha história, e eu sabia que tinha que refazer minha fama de comedor incansável para poder ir passando sistematicamente por todas as garotas que, na sua generosidade, quisessem passar um bom momento depois do trabalho. e na verdade nunca fui um conquistador, então isso era difícil.
eu entrava às 7 da manhã e começava a supervisão, e até as 8 da manhã não entrava ninguém do pessoal sob meu comando, nem do depósito, que ficava no fundo do supermercado. meu trabalho era basicamente caminhar o dia inteiro, saber onde e em que estado estava tudo. eu tinha que saber de tudo, para poder mandar e ninguém me passar a perna. tinha carta branca para fazer e desfazer com quem cruzasse meu caminho. e das 7 às 8 eu estava sozinho, sem ninguém para dar ordens. ou quase.
a chefe da limpeza tinha contratado três garotas novas, e como as pessoas que fazem esse trabalho têm ordem de serem discretas, não falar e fazer tudo com sutileza e em silêncio, eu ainda não as tinha localizado. realmente eram tão eficientes que a gente nem precisava reparar nelas. então não me dei conta, até que uma manhã uma das garotas novas toma o lugar da outra que eu conhecia. a garota nova tinha o cabelo muito comprido, marrom chocolate natural até abaixo da cintura, muito liso e lindo. ela cobria a cabeça com um boné com viseira do tipo esportivo, mas estampado com o nome da empresa. que lhe ampliava. a verdade é que era uma pena meter aquele corpo gostoso naquele uniforme azul escuro horroroso, sem forma, sem corte, igual roupa de enfermeiro. ela tinha aquele cabelo comprido que foi a primeira coisa que me chamou a atenção, e me atraiu a olhar pra bunda dela: uma bundinha linda, firme como mármore, escondida naquelas roupas sem graça e nada sexy.
ela tinha que passar o pano, uma ferramenta parecida com uma vassoura, por toda a superfície do supermercado em uma hora, até chegar a encarregada e as colegas dela, assim como meu pessoal e o do depósito. e tinha que cuidar das emergências: se uma garrafa caísse, eu devia ser o primeiro a saber, e chamar ela pelos alto-falantes.
de alguma forma, ela estava à minha disposição, mesmo sem saber. essa ideia foi tomando conta da minha mente. a fantasia começou a se formar. eu a via toda manhã, apoiar o cabo do pano na cintura, e caminhar empurrando ele por quilômetros e quilômetros, durante aquela hora inicial, em que a única coisa que eu dizia era "bom dia" e ela me respondia um simples "bom dia", exatamente como mandava o manual de protocolo do funcionário.
eu a via fazer aquilo e pensava: "essa mina gostosa tá endurecendo a bunda com esse trabalho, que academia nada, essa bundinha redonda tá se formando e se aperfeiçoando ao caminhar pra lá e pra cá, e eu não consigo parar de pensar nela".
aos poucos fui percebendo que ela era uma garota linda, presa num uniforme horroroso. baixinha argentina, mina, de pele morena clara, com uma carinha redonda e olhinhos claros cor de mel, e uma franja rocker totalmente excitante que me deixava louco, mas que eu não conseguia ver direito por causa da maldita touca.
só pensava em como provocar um encontro, uma conversa, para poder abordar ela, e cravar meu ferrão.
só sabia que ela se chamava, digamos, Cinthia, e que eu era o único que tinha percebido como ela era gostosa. e todo o resto era um mistério.
uma manhã decidi mudar minha imagem: a empresa me pedia que eu fosse sério e calado com os de fora e terceirizados, prestativo e hipócrita com o cliente, e um mestre totalitário e pedante com o pessoal subordinado.
Pensei que, se eu fosse simpático com ela das 7h às 8h, e depois das 8h me mostrasse seco e indiferente, ela entenderia que eu não era o que parecia. Porque, na real, eu parecia — ou talvez fosse — um filho da puta.
Comecei a cumprimentá-la mudando a fórmula. "O que cê tá fazendo, como cê tá, tudo bem?" Num ponto cego no meio do salão, onde ninguém podia te ver, cumprimentei ela com um beijo na bochecha.
No dia seguinte, a mesma coisa. No outro, igual. No terceiro dia, ela comeu minha boca.no dia seguinte, coloquei ela à prova: esperei no ponto cego, e quando ela chegou, sorri e dei um beijo nela. ela me comeu a boca de novo, mas foi mal feito.
me fiz de completo otário e vazei. 3 minutos depois, peguei o alto-falante e falei, com a melhor voz: "pessoal da limpeza, se apresentem no depósito".
corri pro depósito, onde não tinha ninguém (eram 7h05 da manhã) e esperei ela. quando ela chegou, falei que caíram umas geleias no meio das pilhas de paletes, bem lá no fundo. disse "passa" e fui guiando ela pra parte mais escura e escondida, até chegar num lugar de um metro por um metro, no silêncio do depósito, rodeados por paredes de mercadoria empilhada. era a boca do lobo.
"aqui não tem nada", ela me disse.
"tá achando?", eu falei, e beijei ela.
começamos a nos agarrar feito loucos. nos chupávamos e nos mordíamos, as línguas percorriam nossas bocas e nossos pescoços deliciosamente, minhas mãos eram um exército que conquistava e avançava sem obstáculos. já estavam dentro da calça dela, tocando aquela bunda prodigiosa, e às vezes subiam pela cintura até as costelas delicadas e os peitos dela, de um jeito que não me contive e levantei a camiseta dela e comecei a chupar os peitos. uma surpresa verdadeira, uns peitos médios como um punho, firmes como os de uma menina de 16 anos, com mamilos escuros e redondinhos, de um desenho perfeito. sentia como eles endureciam, e ela gemia de prazer, e eu já tava tocando a buceta dela por cima da calcinha, quando me levantei de novo pra beijar ela. ela começou a passar a mão no meu volume e, por cima da roupa, deu um jeito de acariciar, mas eu soltei o cinto e depois o zíper em questão de milésimos de segundo, e pra ela não se assustar sozinha, peguei as mãos dela e coloquei no meu pau, que tava mais que totalmente ereto, e continuei chupando ela na cara e no pescoço, tocando os peitinhos lindos e endurecidos.
ela me masturbava com as duas mãos e passava a mão nas minhas bolas, e eu tive que reconhecer a maestria dela: ela sabia o o que fazia e estava pronta para mais.
minhas calças estavam nos meus tornozelos e eu disse, na putaria: Chupa meu pau.
não é algo que eu diria normalmente, mas isso tinha o gosto do sexo anônimo: eu não sabia nada sobre ela. então repeti: "Chupa meu pau" enquanto força ela a se ajoelhar
ela disse "não" e insisti, e ela falou "só um pouquinho" e se abaixou
não consigo descrever aquele boquete. ela chupava e fazia algo com a língua, me envolvia por baixo, não só chupava minha boca, mas massageava minha próstata com aquela língua superdotada. ela me chupou um tempo e foi o maior prazer, que nem toda mulher pode se orgulhar de ser capaz de dar. ela tinha um dom (e no futuro os boquetes dela viraram meu vício)
não consegui evitar gozar na boca dela, e ela engoliu, obediente, sem se sujar. chupou mais um pouco, e me deixou pronto pra continuar, o que eu não esperava.
ela pensou que eu ia subir a calça, mas eu tava procurando a camisinha parceira: aquela que sempre tá na carteira. ela tava arrumando a roupa, e eu ataquei de novo: e ela disse "ai, não!"
chupei os peitinhos dela enquanto tirava a camisa de vez, o boné saiu junto com a peça e o sutiã. eu tava louco. abaixei a calça dela e puxei a calcinha, que era uma fio dental com o logotipo de uma folha de maconha no púbis. enquanto colocava o preservativo, comecei a chupar a buceta dela, e senti o cheiro delicioso da mulher, e o sabor inebriante dos fluidos dela, suaves mas abundantes: era o momento certo
deixei ela se endireitar um pouco, mas tirei a calça largona e a calcinha gostosa, sem tirar os tênis: deixei ela pelada com os tênis de trabalho, e eu tava totalmente nu e descalço.
ela me chupou de novo e não liguei que tinha engolido meu sêmen: ela acariciava meus braços e peito peludo, e mexia na minha barriga, eu era bem atlético e magro na época, e soube que ela tava ainda mais excitada ao me ver pelado. virei ela e enfiei vaginal em pé
"filho da puta" ela disse, e foi um dos maiores elogios satisfações. comi ela pra caralho, uns 20 minutos seguidos e ela dizia "chega, malvado, já acabei, a chefe vai chegar", mas eu continuei. levantei uma das pernas dela pra abrir mais e continuei comendo. ela se virava e me beijava enquanto eu tava por trás dela, com minhas mãos nos peitos dela, e de vez em quando no clitóris. a gente se segurava na mercadoria ao redor pra não cair sem parar a cavalgada.
coloquei ela de frente e ela disse "me come por frente". então levantei ela, não pesava nada, e com as pernas dela nos meus braços, formando um M e eu no meio, comi ela. usava minha força pra subir e descer ela. "você vai me matar" ela dizia. e "vão me mandar embora" também. eu não falava: comia.
aos poucos abaixei uma das pernas dela. e comendo devagar, depois abaixei a outra. meu pau ficou dentro dela, mas curvado como uma banana pra cima. as pernas dela me apertavam, nós dois ficamos de pé, um de frente pro outro, mas eu tava penetrando ela. eu nunca tinha feito isso, mas a pressão no clitóris dela era enorme e ela se mexia devagar e gemia se segurando, fazendo força. eu tava no paraíso.
ela colocou minhas mãos na bunda dela e me guiou pra eu mexer ela e comer ela nessa posição estranha. a gente tava todo suado e se colava e escorregava de um jeito delicioso: nosso corpo inteiro era um sexo gigante, dando e recebendo prazer. já tinham passado mais de 45 minutos e eu tava comendo ela de quatro no chão, e como manda o figurino, tava enfiando os polegares no cu dela enquanto entrava e saía meu pau da buceta apertadinha dela, quando ela disse "você tinha raiva da minha buceta?"
"não, mamãe" – respondi – "mas se essa bundinha tá com ciúmes, posso dar o gosto pra ela também. aliás, você não vai sair daqui sem que eu te coma o rabo" e ela não respondeu nada.
Na mesma posição, tirei ela da buceta e comecei a meter no cu: nessa hora foi bem mais difícil do que eu pensei, mas fui devagar e com a ajuda do suor que escorria da minha testa e do corpo todo: entrou inteira na rabeta. Comi devagar primeiro, e meti a mão na buceta dela. Tentei masturbar ela, apalpar os peitos, morder o pescoço e beijar, mesmo sendo meio difícil. Mantive o tesão no máximo até o pau começar a entrar e sair com facilidade, e consegui enfiar bem no fundo. Daí em diante comi ela brutalmente, a toda velocidade, buscando meu orgasmo. Ela falava "assim, assim" e eu ficava cada vez mais selvagem: estava penetrando aquele rabo dos sonhos e, sério, o contato com as nádegas duríssimas dela, o movimento de luxúria, a vontade anal dela e o quadro completo estavam me deixando louco.Gozei que nem um desgraçado, nunca vi minha camisinha tão cheia. Saiu limpinha e devagar, e ela parecia que respirava por ali. Ofegava por ali: abria e fechava de leve, ainda gemendo, porque tinha tido um orgasmo completo, anal e vaginal.
A gente se levantou e se beijou. Nos vestimos sem falar nada.Enrolei a camisinha num pedaço de plástico filme que tava no chão e guardei no bolso. Saímos daquele "corredor" do depósito andando de boa, quando eram 8h02 e o pessoal do depósito tava chegando, e nos viram caminhando em direção à saída, sem desconfiar de nada. O velho encarregado me disse que o gerente tava me procurando. "Ok" falei só, sem olhar pra ele.
Saio pro salão e a Cinthia vinha uns passos atrás. Aparece a encarregada e pergunta: "Você viu a Cinthia?" "Quem?" respondi. "Desculpa, ali vem, Cinthia se chama" ela fala, como se tivesse me chamando de otário por não reparar nela. Passei por ela sem falar nada, como se eu cagasse pra opinião dela e pra Cinthia também, mas virei e pisquei o olho pra Cinthia. E ela sacou que eu tava atuando.
O resto do dia de trabalho foi normal. A Cinthia trabalhou até as 16h e eu até as 22h. E no dia seguinte, e muitos depois, os encontros se repetiram, de formas e lugares dentro e fora da empresa, durante meses. Mas isso, e o que aconteceu depois, é outra história.
4 comentários - Com a gostosa da limpeza - Ernesto