Claudia é uma puta vingativa 82
Passaram-se uns quinze dias, a gente se pegando intensamente, não vimos ninguém por sorte, mas ela ficou menstruada normalmente, os dois estávamos bem ansiosos com o assunto. Passou uma semana em que nós dois estávamos bem enrolados com o trabalho, no sábado a Claudia quis convidar meu chefe e a esposa para jantar, as crianças, depois de muito tempo e de terem voltado do interior pra morar em Buenos Aires, o irmão da Claudia foi com ele, encantados com os priminhos. A Lucía saiu com o namorado.
Claudia se arrumou linda, mas o vestido era um pouco mais comprido, mesmo assim marcava aquela fio dental na bunda dela e ela colocou sutiã. Embora o chefe gostasse dela, nunca tentou nada com ela e, como vimos depois, estava muito feliz com a esposa. O jantar foi bem animado, tivemos uma conversa excelente, nos divertimos, eu me sentia feliz como não me sentia há muito tempo. Num momento, passamos para a sala de jantar com o chefe e as mulheres ficaram na cozinha servindo café, fumamos uns charutos que tinham dado de presente. Fazia tempo que não me sentia tão feliz, pensava em como seria gostoso terminar a noite com a Claudia transando tranquilos na nossa caminha. Perto das duas da manhã eles foram embora, a Claudia colocou uma música suave e nos beijamos dançando, nos acariciando, num momento ela pegou o celular e se afastou de mim.
— Alô, Mario… Claudia, a sua loira… o que você tá fazendo… sai daí e pega um táxi… vem pra casa… a gente te espera… larga ela, vai…
Ela ficou falando um tempinho curto com ele, eu fiquei petrificado, nunca teria imaginado isso, a noite não tava vindo pra esse lado, pelo menos pra mim.
— Ele tá num baile… com certeza com uma neguinha barata… agora vem pra cá… — ela se aproximou de mim pra continuar dançando e nos beijando, eu fiquei meio sem graça. Mas fui me recompondo aos poucos, não queria que ela ficasse brava.
— Que foi, amor… não vai ficar bravo… mas faz um tempão que não vejo ninguém… tô com saudade do meu neguinho…
— Não sei o que você vê nesse babaca…
— Ai, amor… ele me dá tesão… Vejo ele e fico molhada… adoro ser a putinha dele..
Eu tava nervoso, não sabia o que ia rolar. – Quer dar uma volta… e eu fico de boa com ele… nem pense em fazer merda… porque senão estraga tudo… tá claro, né..?
– Sim… bem claro…
– Então o que cê vai fazer…? Fica ou vaza…?
– Eu fico…
– Então não quero cara de bunda nem nada do tipo… se meu macho perguntar algo, você responde… combinado…?
– Sim, tá claro… – ela me deu uns beijos profundos e a gente dançou mais um pouco. Umas meia hora depois ele chegou, tinha bebido um pouco, tava alegre. Me deu a mão
– Como é que cê tá, comparsa…?
– E como a doutora tá gostosa… minha putinha loira… cada dia mais gostosa… – e puxou ela pra perto, beijando e apalpando a bunda dela – sentiu minha falta, sua putinha… tá na cara… precisa de uma boa pica…
– Preciso da sua pica…
Ela se ajoelhou e chupou ele por um tempão. Ele, por sorte, nem olhava pra mim nem percebia se eu tava de olho nela. Naquele momento, ele me disse.
– Por que cê não tira a roupa da doutora… pra ela ficar mais à vontade… cê tava pensando nessa pica, hein, doutora…? Sentiu falta… tem pensamentos safados… é uma putinha safada…
– Sim, sou safada… me comporto mal… penso muito na sua pica… me enchendo de gozo…
– E hoje você vai realizar seu desejo… tô com as bolas cheias de gozo pra você… você é minha porquinha favorita… minha buceta arrombada…
– Sim, sou sua buceta arrombada… negão filho da puta…
Os dois tavam muito excitados, eu tava muito nervoso, não sabia se ia dar uma volta ou o quê, cada vez ficava mais nervoso. Mas comecei a pensar em outras coisas, no jantar, tentava acalmar a loucura e fui conseguindo aos poucos. Eu tirei a roupa dela pra ele, ela ficou pelada, ajoelhada no tapete chupando a pica dele, ele começou a puxar forte os bicos dos peitos dela e a Cláudia gemia e babava na pica dele. Ele levou ela pra cama, deitou embaixo, ela entre os braços dele se beijando fundo na boca. Ela enfiou um pouco sem camisinha. Ela me disse.
– Quero sentir um pouquinho assim, papai… não é perigoso hoje em dia… daqui a pouco a gente coloca a camisinha… -ela só se mexeu um pouquinho, saiu e ficou num 69 chupando a cock dele enquanto oferecia a pussy dela já bem molhadinha.
-Como você se molha quando me vê, sua puta… te deixo com tesão… hein… você adoraria que eu te enchesse… que fizesse uma barriguinha em você…
-Eu adoro quando você explode dentro de mim… mas meu marido vai me encher…
Ela colocou uma camisinha nele, montou e começaram a transar bem forte, ele beliscava os peitos dela e chamava de puta, cuzão, loira fácil e um monte de outras coisas que ela adorava.
-Quando seu marido te encher, vou te dar meu cum de novo…
-Sim, adoro seu cum… é abundante… grosso… e me dá tesão na pussy que você exploda dentro… aaaa… tô gozando… aaa… que transa gostosa você me dá… como você é duro… e grossooooo… cabeçudaaaaa… que delícia, papai…
Ele virou ela na cama e começou a marcar o ritmo da foda, metendo bem forte. Claudia cada vez mais com tesão, com ele, quando tinha um orgasmo parecia continuar naquele estado de calor profundo, não diminuía.
Depois ele saiu dela e mandou ela deitar de bruços na cama, os lábios de Claudia bem úmidos, a boca cheia de saliva entreaberta, a melena loira nas costas, oferecida, entregue ao Mario. Ele fez ela ficar de quatro, ela mexia a bunda instigando ele. Ela estava bem ereta sobre os braços e ajoelhada na cama, o cu hiper oferecido, Mario super com tesão a perfurava com força. Ele massageava os peitos dela e ela procurou a boca dele, se morderam e se beijaram.
-Que vontade de te encher de cum… bem dentro… -a voz de Claudia respondendo soou muito puta.
-Não podemos, negri… não tô me cuidando… pode encher minha barriguinha…
-Eu adoraria, sua puta… loira cuzuda…
-aaaa… não fala assim comigo… meu marido tá aqui…
-Você disse que não era perigoso… que vai rolar…
-Não, não quero… disse mexendo a bunda… -ela virou a cabeça pra me olhar, meu rosto estava muito sério, então ela continuou transando como estavam, se eu não estivesse presente teria enchido a pussy dela de cum. Eu me sentia perturbado e Irritado com toda a situação. Ele a esmagou contra a cama e, com os joelhos apoiados, continuou metendo bem forte. Quando estava gozando, deitou-se sobre ela e eles se morderam de novo, Claudia entrou numa parte mais profunda do orgasmo. Ficaram mais um tempinho e depois ele foi embora. Quando subi, Claudia estava nua, de pernas abertas, me esperando.
— Vem me comer, pai… preciso de leite… — montei nela e enfiei bem fundo —
— Sua filha da puta… se eu não tivesse aqui, você estaria cheia de porra…
— Eu não vejo ninguém se não tô com você… você cuida de mim…
A gente se comeu com tudo, mordemos os lábios com força, quase até sangrar, os dois estavam muito tesudos e nos unimos num orgasmo profundo.
Passaram-se uns quinze dias, a gente se pegando intensamente, não vimos ninguém por sorte, mas ela ficou menstruada normalmente, os dois estávamos bem ansiosos com o assunto. Passou uma semana em que nós dois estávamos bem enrolados com o trabalho, no sábado a Claudia quis convidar meu chefe e a esposa para jantar, as crianças, depois de muito tempo e de terem voltado do interior pra morar em Buenos Aires, o irmão da Claudia foi com ele, encantados com os priminhos. A Lucía saiu com o namorado.
Claudia se arrumou linda, mas o vestido era um pouco mais comprido, mesmo assim marcava aquela fio dental na bunda dela e ela colocou sutiã. Embora o chefe gostasse dela, nunca tentou nada com ela e, como vimos depois, estava muito feliz com a esposa. O jantar foi bem animado, tivemos uma conversa excelente, nos divertimos, eu me sentia feliz como não me sentia há muito tempo. Num momento, passamos para a sala de jantar com o chefe e as mulheres ficaram na cozinha servindo café, fumamos uns charutos que tinham dado de presente. Fazia tempo que não me sentia tão feliz, pensava em como seria gostoso terminar a noite com a Claudia transando tranquilos na nossa caminha. Perto das duas da manhã eles foram embora, a Claudia colocou uma música suave e nos beijamos dançando, nos acariciando, num momento ela pegou o celular e se afastou de mim.
— Alô, Mario… Claudia, a sua loira… o que você tá fazendo… sai daí e pega um táxi… vem pra casa… a gente te espera… larga ela, vai…
Ela ficou falando um tempinho curto com ele, eu fiquei petrificado, nunca teria imaginado isso, a noite não tava vindo pra esse lado, pelo menos pra mim.
— Ele tá num baile… com certeza com uma neguinha barata… agora vem pra cá… — ela se aproximou de mim pra continuar dançando e nos beijando, eu fiquei meio sem graça. Mas fui me recompondo aos poucos, não queria que ela ficasse brava.
— Que foi, amor… não vai ficar bravo… mas faz um tempão que não vejo ninguém… tô com saudade do meu neguinho…
— Não sei o que você vê nesse babaca…
— Ai, amor… ele me dá tesão… Vejo ele e fico molhada… adoro ser a putinha dele..
Eu tava nervoso, não sabia o que ia rolar. – Quer dar uma volta… e eu fico de boa com ele… nem pense em fazer merda… porque senão estraga tudo… tá claro, né..?
– Sim… bem claro…
– Então o que cê vai fazer…? Fica ou vaza…?
– Eu fico…
– Então não quero cara de bunda nem nada do tipo… se meu macho perguntar algo, você responde… combinado…?
– Sim, tá claro… – ela me deu uns beijos profundos e a gente dançou mais um pouco. Umas meia hora depois ele chegou, tinha bebido um pouco, tava alegre. Me deu a mão
– Como é que cê tá, comparsa…?
– E como a doutora tá gostosa… minha putinha loira… cada dia mais gostosa… – e puxou ela pra perto, beijando e apalpando a bunda dela – sentiu minha falta, sua putinha… tá na cara… precisa de uma boa pica…
– Preciso da sua pica…
Ela se ajoelhou e chupou ele por um tempão. Ele, por sorte, nem olhava pra mim nem percebia se eu tava de olho nela. Naquele momento, ele me disse.
– Por que cê não tira a roupa da doutora… pra ela ficar mais à vontade… cê tava pensando nessa pica, hein, doutora…? Sentiu falta… tem pensamentos safados… é uma putinha safada…
– Sim, sou safada… me comporto mal… penso muito na sua pica… me enchendo de gozo…
– E hoje você vai realizar seu desejo… tô com as bolas cheias de gozo pra você… você é minha porquinha favorita… minha buceta arrombada…
– Sim, sou sua buceta arrombada… negão filho da puta…
Os dois tavam muito excitados, eu tava muito nervoso, não sabia se ia dar uma volta ou o quê, cada vez ficava mais nervoso. Mas comecei a pensar em outras coisas, no jantar, tentava acalmar a loucura e fui conseguindo aos poucos. Eu tirei a roupa dela pra ele, ela ficou pelada, ajoelhada no tapete chupando a pica dele, ele começou a puxar forte os bicos dos peitos dela e a Cláudia gemia e babava na pica dele. Ele levou ela pra cama, deitou embaixo, ela entre os braços dele se beijando fundo na boca. Ela enfiou um pouco sem camisinha. Ela me disse.
– Quero sentir um pouquinho assim, papai… não é perigoso hoje em dia… daqui a pouco a gente coloca a camisinha… -ela só se mexeu um pouquinho, saiu e ficou num 69 chupando a cock dele enquanto oferecia a pussy dela já bem molhadinha.
-Como você se molha quando me vê, sua puta… te deixo com tesão… hein… você adoraria que eu te enchesse… que fizesse uma barriguinha em você…
-Eu adoro quando você explode dentro de mim… mas meu marido vai me encher…
Ela colocou uma camisinha nele, montou e começaram a transar bem forte, ele beliscava os peitos dela e chamava de puta, cuzão, loira fácil e um monte de outras coisas que ela adorava.
-Quando seu marido te encher, vou te dar meu cum de novo…
-Sim, adoro seu cum… é abundante… grosso… e me dá tesão na pussy que você exploda dentro… aaaa… tô gozando… aaa… que transa gostosa você me dá… como você é duro… e grossooooo… cabeçudaaaaa… que delícia, papai…
Ele virou ela na cama e começou a marcar o ritmo da foda, metendo bem forte. Claudia cada vez mais com tesão, com ele, quando tinha um orgasmo parecia continuar naquele estado de calor profundo, não diminuía.
Depois ele saiu dela e mandou ela deitar de bruços na cama, os lábios de Claudia bem úmidos, a boca cheia de saliva entreaberta, a melena loira nas costas, oferecida, entregue ao Mario. Ele fez ela ficar de quatro, ela mexia a bunda instigando ele. Ela estava bem ereta sobre os braços e ajoelhada na cama, o cu hiper oferecido, Mario super com tesão a perfurava com força. Ele massageava os peitos dela e ela procurou a boca dele, se morderam e se beijaram.
-Que vontade de te encher de cum… bem dentro… -a voz de Claudia respondendo soou muito puta.
-Não podemos, negri… não tô me cuidando… pode encher minha barriguinha…
-Eu adoraria, sua puta… loira cuzuda…
-aaaa… não fala assim comigo… meu marido tá aqui…
-Você disse que não era perigoso… que vai rolar…
-Não, não quero… disse mexendo a bunda… -ela virou a cabeça pra me olhar, meu rosto estava muito sério, então ela continuou transando como estavam, se eu não estivesse presente teria enchido a pussy dela de cum. Eu me sentia perturbado e Irritado com toda a situação. Ele a esmagou contra a cama e, com os joelhos apoiados, continuou metendo bem forte. Quando estava gozando, deitou-se sobre ela e eles se morderam de novo, Claudia entrou numa parte mais profunda do orgasmo. Ficaram mais um tempinho e depois ele foi embora. Quando subi, Claudia estava nua, de pernas abertas, me esperando.
— Vem me comer, pai… preciso de leite… — montei nela e enfiei bem fundo —
— Sua filha da puta… se eu não tivesse aqui, você estaria cheia de porra…
— Eu não vejo ninguém se não tô com você… você cuida de mim…
A gente se comeu com tudo, mordemos os lábios com força, quase até sangrar, os dois estavam muito tesudos e nos unimos num orgasmo profundo.
4 comentários - Depois do jantar, chama o macho pra casa
gracias por compartir!
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