Pablo - Segunda parte

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http://www.poringa.net/posts/relatos/2736967/Pablo---Segunda-parte.html 
http://www.poringa.net/posts/relatos/2739865/Pablo---Tercera-parte.html 

Às 8h da manhã de domingo, acordei e você ainda tava dormindo. Pelado e encolhidinho do jeito que tava, parecia um menino, em vez do jovem que tinha me entregado a virgindade com tanta paixão algumas horas antes.

Me vesti em silêncio pra não te acordar e desci pra cozinha pra tomar café. Encontro seus pais e compartilho com eles um café com leite bem gostoso, com uns croissants ainda quentinhos e bem crocantes. Eles me contam que vão sair por umas duas horas pra fazer umas compras e que, claro, esperam que eu fique pro almoço. Agradeço o convite, mas aviso que depois do almoço vou embora.

Seus pais saem lá pelas 9h30, me sento no sofá da sala e ligo a TV, fazendo zapping me prendo num canal de esporte que tava passando umas corridas de moto. Uns minutos depois, ouço você descendo as escadas.
— "Te preparo um café com leite pra tomar café?"
— "Não, prefiro tomar leite puro, mas direto da fonte."

Você se jogou em cima de mim e começou a tirar meu cinto e desabotoar minha calça enquanto falava.
— "Deixa eu ver, meu amor, deixa eu baixar sua calça até o tornozelo, eu também vou tirar a minha pra ficarmos iguais. Quero ordenhar sua pica."

Você baixou minha calça e viu minha pica aparecer; grossa, grande, com veias que percorriam ela toda e bem cabeçuda. Seus olhos brilhavam e sua libido tava à flor da pele. Aproximei meu pauzão da sua cara e falei.
— "Dá uns beijinhos na ponta, antes de engolir."

Você não se fez de rogada, deu uns beijinhos e sentiu ela molhada. Gostou e continuou dando beijinhos sem eu pedir. Você brincava com o líquido pré-seminal usando sua língua e seus lábios. Enquanto isso, você tinha subido no sofá e comecei a beijar suas nádegas e brincar com meus dedos no seu cu. Cada dedo que eu enfiava, mais você beijava a cabeça da pica e quando percebi, você já tava passando a língua toda pelo tronco, realmente. Estávamos aproveitando.
Mudei de posição, fiquei de pé na sua frente e você de quatro na minha frente.
— “Abre bem a boca pra meter toda a minha pica até o fundo.”
— “Não sei se vai caber.”
— “Relaxa a mandíbula e a garganta, e vai ver que consegue.”

Você, bem obediente, abriu o máximo que pôde a boca pra dar entrada no tronco de carne que eu te oferecia. Enfiou tudo na boca até a cabeça chegar na sua garganta, e então comecei uma bombada de trás pra frente e de frente pra trás; suave, profunda e sem pausa. O ritmo foi aumentando cada vez mais rápido. Você quis se afastar, mas eu te impedi com a outra mão, com que te segurava firme pela cabeça, assim você não conseguia tirar nem um milímetro. Pelo contrário, eu queria meter mais e mais dentro da sua boca, mas já não cabia.

Soltei sua cabeça e com essa mão comecei de novo a brincar com meus dedos no seu cu. Você nem tentou mais tirar minha pica da boca, porque quando tentava, eu te puxava pra mim pelas suas nádegas e de quebra enfiava mais um dedo no seu cu. Não sei quanto tempo durou tudo isso, só te ouvia falar entre os dentes.
— “Que pica gostosa, papai... Que delícia que ela é...”

De repente, senti que enchia sua boca e garganta com o líquido quente e grosso que jorrava da minha pica. Você quis se soltar, mas não deixei, e você começou a engolir tudo que eu te oferecia. Senti que foram litros de porra que te dei na boca, e você engoliu tudo que conseguiu. Sentamos ofegantes, um do lado do outro, e te perguntei.
— “Gostou do café da manhã que te preparei?”
— “Sua porra é uma delícia, mas tem outro buraquinho que também quer ‘café da manhã’ hoje.”
— “Seus pais podem chegar a qualquer hora.”
— “Então não vamos perder nem um minuto. Começa agora mesmo a ‘alimentar’ meu cu.”

Rapidamente te deitei de barriga pra baixo e comecei a beijar suas nádegas e lamber seu cu. Quando deixei bem babado seu buraco, comecei a meter e tirar um, dois e até três dedos, alternando com minha língua. Você estava curtindo tudo aquilo quando subi em cima de você e passei meu pau entre suas nádegas. Quando enfiei a cabeça do meu pau, senti seu cu se abrindo com as primeiras investidas, continuei me movendo pra frente tentando enfiar todo o tronco do meu pau. Com um pequeno grito seu de dor, parei e tirei meu pau completamente de dentro de você.
— “Não, não tira. Vou tentar aguentar a dor.”
— “Mas eu quero que você curta…, não que sofra…”
— “Vamos tentar de novo, papai…”

Deixo você descansar uns momentos e volto a atacar com meu cacete no seu cu, e dessa vez ele entrou quase sem resistência até a metade, por mais estranho que pareça, já não doía tanto e eu te disse:
— “Já entrou até a metade e parece que não dói. Me avisa quando quiser começar.”
— “Já tô pronto, meu amor.”

Começo assim metendo e tirando meu pau devagar e num ritmo constante, e quando me dei conta já sentia minhas bolas batendo nas suas, e você já não sentia mais dor nenhuma. Inconscientemente, você levou as mãos pros dois lados do seu cu e abriu pra que meu pau desaparecesse por completo dentro da sua cavidade. Percebi o quanto você desejava meu pau quando seus músculos apertaram pra não deixar meu pau escapar.

Enfiei meu braço debaixo da sua barriga e te levantei pra que você ficasse com as nádegas bem pra cima. Cada bombada era mais funda que a anterior e nós dois estávamos curtindo pra caralho.
— “Daqui de trás você parece uma femeazinha engolindo pau, mas quando toco no seu pau cheio de tesão, percebo que você é um macho bem comido por outro macho.”

Assim ficamos um bom tempo curtindo. Meu pau dentro do seu cu ainda apertado que há menos de 12 horas ainda era virgem. Me abracei mais forte em você e entre os dentes te disse:
— “Vou gozar, Pablo… Vou gozar…”

E senti uns jatos de porra quente penetrar o fundo do seu cu, e você pôde sentir cada um deles, já que junto com minhas convulsões pude ver seus olhos revirarem. cada gozada. Foi maravilhoso sentir aquele momento quase mágico, em que nós dois, sem nem falar, dizíamos tudo com o olhar. Depois de descansar uns instantes com meu pau dentro de você, eu tirei, e vendo como ainda estava brilhando de porra, você tratou de limpar com sua língua e seus lábios.
— “Vamos nos vestir rápido e deixar tudo em ordem, que seus pais chegam a qualquer momento.”
— “Eles com certeza vão imaginar que a gente tava transando na ausência deles.”
— “Mais motivo ainda. Uma coisa é imaginarem, outra bem diferente é verem. Seria um saco pra explicar.”

Nos vestimos, arrumamos a sala e sentamos no sofá pra ver televisão, que sempre esteve ligada mas ninguém prestava atenção. Continuou do mesmo jeito, porque até seus pais chegarem, a única coisa que fizemos foi nos beijar por minutos intermináveis, numa dança furiosa que nossas línguas faziam dentro das nossas bocas. O barulho do carro chegando deixou pra outro momento o fim da dança de línguas.

Seus pais trouxeram comida já pronta que compraram numa rotisseria. Ajudamos a preparar a mesa. Dessa vez seu pai distribuiu os lugares na mesa. Ele sentou numa cabeceira e me convidou pra fazer o mesmo na outra cabeceira. Era claro que ele não queria que acontecesse o mesmo da noite anterior. O almoço estava delicioso e a conversa depois da mesa foi agradável.

Quando sua mãe se preparou pra levantar a mesa, achei que era hora de me despedir. Depois de cumprimentar seus pais, que me convidaram pra voltar quando quisesse, você me acompanhou até a rua, e no caminho pro meu carro nos beijamos infinitas vezes. Abri a porta, sentei, coloquei o cinto de segurança, liguei o motor, fechei a porta e abaixei o vidro. Nos fundimos num último beijo daquele fim de semana inesquecível.


(Termina em: "Pablo - Terceira parte")

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