Ultimamente, ao longo desses meses, na Argentina, meu país de origem, ficou um pouco mais popular do que já era a atriz e cantora Mariana "Lali" Esposito, uma gostosa que me deixa louco, e com quem voltei a bater uma (graças a essa página complexa) depois de muito tempo. Isso me levou à conclusão de que eu devia, depois de muito tempo — pelo que peço desculpas —, fazer outro post, no qual, como diz o título, vou falar sobre uma fantasia que tenho na cabeça com essa mina e não me deixa dormir. Vou tentar ser mais curto, mas 100% excitante. Se vocês curtem esse estilo de post, onde falo das minhas fantasias, prometo postar diariamente. Sem mais delongas, vamos começar:
Eu era um cara comum, não tinha nenhum tipo de problema, estudava numa das melhores universidades, tinha um grupo de amigos da hora, com quem saía todo dia, e um trampo onde ganhava uma grana que me ajudava pra caralho, e de vez em quando eu podia me dar ao luxo de comer fora ou ir num baile. Mas, como toda pessoa, eu tinha um único defeito: era muito, muito punheteiro. Sexo era algo que acontecia e ficava na minha cabeça o tempo todo, e por isso talvez eu me desse tão mal com as gatinhas. Digamos, eu não era um virjão de merda, comia umas poucas vezes, mas comia. O problema é que, por ser tão punheteiro, às vezes eu exagerava e por isso não conseguia resultado. Mas fazer o quê? Eu amava (e ainda amo) o corpo feminino. Em todas as gatinhas, eu via algo de bom, e por isso queria comer todas. Mas tinha uma que me deixava louco há muito tempo, e era tipo uma paixão platônica pra mim: era a Lali Esposito, uma mina da TV que me enlouquecia e me deixava de pau duro de um jeito que nem eu sei explicar. Pra mim, ela era a mulher perfeita, mas, como eu disse antes, era uma platônica inalcançável, então tudo isso sempre acabava numa pica dura até o talo, e às vezes... Punhetas pesadas (graças a essa página). Mas um dia, nessa vida louca, acho que o melhor da minha vida, tudo mudou, a meu favor. Era um sábado à noite, eu tava chapadasso em casa, quando um amigo me manda uma mensagem, perguntando se eu queria ir pra uma balada com ele e um grupo de caras e minas, e depois fazer um after em algum lugar. Eu falei que sim, e além disso falei que podiam fazer o after na minha casa, já que meus pais estavam viajando. Ele respondeu que sim e combinou de passar pra me buscar e me levar pra prévia na casa de outro amigo. Mais ou menos umas doze e meia, ouvi da minha cozinha a buzina do fiat do meu amigo, esperando por mim. Terminei de me perfumar o mais rápido que pude e abri a porta, pra gente ir embora. Lembro bem, naquela noite, fui com uma camisa vermelha e uma jeans, sem jaqueta por causa do calor. Enfim, subi no carro onde estavam sentados 3 amigos me esperando, e com muita pressão entrei no carro e fomos pra casa do Mauro, o dono da prévia daquela noite. A viagem foi desconfortável, mas chegamos sãos na prévia, onde o Mauro nos recebeu e mandou a gente ir pro quintal, onde já tinha uma porrada de caras e minas, alguns que eu conhecia e outros não. Mesmo assim, cumprimentei todo mundo e sentei numa cadeira vazia. Fiquei lá sentado, bebendo um pouco, tentando não exagerar no álcool e morrendo de rir por um tempo. Foi aí que ouvi a campainha da casa, o Mauro foi abrir, e quando consegui ver quem era a mina que tava entrando, quase morri. Era a Lali, e ela tava muito mais gostosa pessoalmente. Nem vou explicar como meu pau subiu, não sabia como disfarçar, mas consegui. A filha da puta fez de tudo pra ficar o mais puta possível. Tava com uma camisetinha preta de bolinhas brancas, com o decote aberto, obviamente pra deixar à mostra aquelas tetas enormes e perfeitas que me deixam louco. Por cima, tinha uma jaqueta de couro preta. Por baixo, tava com uma saia curta vinho. escuro, que deixava ver todas aquelas perninhas lindas, delicadas e destacava a bunda dela, linda e empinada, além disso tinha saltos com plataforma pretos. Naquele momento que vi ela passar, soube que tinha que agir. Felizmente, tudo estava a meu favor, porque a maioria estava bêbada, e eu, por me cuidar, não estava, e me sentia orgulhoso. Cumprimentei todo mundo, e enquanto fazia isso, me mentalizei que não devia fazer nenhum comentário punheteiro e tentar não parecer desesperado. Cheguei até ela e, sem pensar, apliquei:
- Oi
- Oi, como vai?
- Tudo bem...
- Desculpa, você é a que aparece na TV?
- Sim kkk, tô saturadaaa
- Imagino, deve ser cansativo
- Sim, o dia inteiro, mas agora vim relaxar e me divertir kkk, e você, como se chama?
- Eu, José
- Mariana, Lali, mas acho que já sabe
- Sim, óbvio. Bem, que tal a gente tomar algo?
- Bora
Já tinha ela comigo, estava conversando com ela e ela só prestava atenção em mim. Continuei com a intenção de não exagerar no álcool, porque se rolasse algo com a Lali, queria estar sóbrio. Ali continuamos conversando, nada sexual, falamos de coisas mais pessoais e tentei cair no gosto dela. Tudo ia perfeito, e ela estava bebendo muito, já estava meio bêbada, mas conversamos bem, nada sexual... Depois de um bom tempo, decidiram ir finalmente pra balada. Eu falei pra Lali que, se ela quisesse, eu dirigia, já que estava sóbrio, e ela aceitou. Subi no carro dela pra dirigir, do meu lado sentou ela e atrás umas amigas, e sem enrolação, levei todo mundo pra balada. Lá descemos e ficamos um tempão, várias horas. Mesmo não gostando de dançar, curti porque a Lali tava comigo. Não conseguia parar de olhar pros peitos ou pra bunda dela. Quando dançávamos, ela rebolava a bundinha dela de um jeito lindo, e quando pulava, os peitos dela balançavam, deixando minha paca dura de um jeito impressionante. Num momento quente, já no meio da noite, ela esfregava o corpinho perto da minha pica e dançava mais perto de mim! Já me Abraçava ela. Eu aproveitava e fazia o mesmo com ela, e de vez em quando tentava tocar a bunda dela, e ela deixava, não tocava muito, mas era durinha, malhada, gostosa. Num momento não aguentei, peguei ela pelo braço e levei perto das portas do banheiro e beijei ela desesperadamente, enquanto apalpava ela, ela me beijava de volta e também me tocava, era uma cadela igual eu um cachorro, mas tudo ficou por ali. Já quase às 5:00 a gente foi embora e como falei antes fizemos o after na minha casa, todo mundo já tava super bêbado, mas eu e a Lali nem tanto, lá eu beijei ela umas duas vezes mais e falei pra ela não ir, ficar comigo aquela noite, e toda excitada ela me disse que sim? Esperamos ansiosos todo mundo ir embora e começou nossa aventura, ali mesmo, assim que a última pessoa foi embora, encurralei ela contra a mesma porta e comecei a beijar, amava os lábios dela, eram enormes e ainda por cima pintados de um vermelho bem forte, beijei ela apaixonadamente, enquanto ela me tocava os abdominais, me soltei dos lábios lindos dela e tirei a camisa bem rápido, beijei o pescoço dela, babiei e fiz uns chupões enquanto ela continuava me massageando com as mãos, já ouvia a respiração dela ofegante, ela tava com os olhinhos bem fechados igual eu, que beijava ela desesperadamente, enquanto curtia o perfume excitante dela e obviamente apalpava ela, nessa hora só tocava a bunda dela, era incrivelmente dura, enfiava a mão por dentro da saia e apalpava a bunda toda, tava bem quentinha, também brincava com o elástico da calcinha fio dental dela, me desgrudei dos lábios dela de novo, ela abriu os olhinhos me olhando com cara de assustada e eu voltei pra ela, pra tirar o mais rápido que pude a camisa e a jaqueta preta dela, deixando ela de sutiã, e na frente daqueles peitos incomparáveis que ela tem o sangue do pau me trabalhava mil, eu tentava encurralar ela pra sentir meu pau bem duro, a filha da puta tava com um sutiã vermelho que deixava os peitinhos dela lindas ficassem ainda mais lindas, estavam bronzeadas e quentinhas, sei porque assim que tirei a roupa dela comecei a beijar, primeiro beijei a boca dela, como das outras vezes, depois desci pelo pescoço, onde me empolguei de novo, e por último, beijei os peitos dela e fiz de tudo, era a glória, eram quentinhos e do tamanho perfeito, mas não tirei o sutiã. Não aguentei mais e levantei ela, carreguei no colo, enquanto a beijava, até minha cama, onde a ação de verdade começou, joguei ela na cama de casal, de barriga pra cima, onde ela ficou me olhando, depois me joguei em cima dela e comecei a beijar, depois voltei pros peitos dela, onde passei um tempão gostoso saboreando eles, tirei o sutiã, e finalmente pude ver os lindos mamilos rosadinhos pedindo pra eu chupar, fiz de tudo, babeei, mordi, enquanto mantinha ou tentava manter contato visual, mas foi impossível, porque ela estava de olhos fechados, aproveitando, desci mais e comecei a beijar a barriguinha dela, a partir daí fui descendo até que tive que tirar a saia dela, tirei e pude ver a calcinha fio dental que combinava com o sutiã, ficava lindo nela, e desembocava nuns peitos, trabalhados, e numa bunda incomparável, notei que a calcinha fio dental dela estava meio molhadinha, o que me deixou duro de novo, e me incentivou a tirar, óbvio que tirei, ali estava a buceta linda e rosada dela, depilada, gostosa, impecável, comecei a chupar a buceta dela como se fosse minha última refeição, e. Assim que comecei, começaram os gemidos de lobinha dela, pedindo pra eu chupar mais e mais, mantive contato visual, a putinha fazia cara de assustada misturada com cara de prazer, combinadas com gemidos e uivos que me matavam, ela também começou a segurar minha cabeça com as duas mãos e fazer pressão pra eu chupar mais forte, depois de deixar ela aproveitar um tempo, falei "agora é minha vez" e me deitei na cama, ela se deitou e apoiou a cabecinha na minha perna esquerda, me olhando com cara de inocente, tirou meu cinto e me Por baixo da calça, ao ver a silhueta da minha buceta na cueca, ela fez cara de espanto me olhando e, desesperada, puxou pra fora. Ali mesmo, meu pau, bem durinho, bateu no nariz dela e na hora ela falou:
— Não, não, não, com isso não vou dar conta, olha o tamanho, meu Deus...
— Não, não, agora você vai chupar ele...
— Quanto mede? — com cara de espanto.
— 21 cm.
Depois disso, ela só pegou com a mão e fez outra cara de espanto misturada com risada. Bateu uma pra mim um pouco e começou a fazer a mágica dela com a saliva. Chupava que nem uma deusa, por cima, com uma carinha de inocente que me matava. Mamava gostoso pra caralho, de vez em quando cuspia ou passava a língua devagar na minha glande. Num momento, perdi a paciência e fiz ela engasgar com meu pau, apertando a cabeça dela. Depois mandei ela trabalhar com os peitos, e ela, toda boazinha e obediente, obedeceu. Massageou meu pau de cima pra baixo por um bom tempo, e ali eu toquei o céu com as mãos. Aí ela soltou, e na hora eu falei:
— Agora vou te partir ao meio.
Ela respondeu com uma risadinha de menina. Mandei ela ficar de quatro e ela obedeceu, mas apoiou a cabeça na cama. De lá, ficava me olhando com aquela mesma carinha de bebê, enquanto mostrava uma bunda que me matava. Ao ver a bundinha pequena dela e a buceta linda ali, não consegui evitar vontade de chupar ela de novo, então me dei ao luxo e chupei desenfreadamente. Ela respondeu com gemidos contínuos por um tempo, suaves, mas lindos. Foi quando larguei a buceta dela e, mais que excitado, soube que era hora de agir. Coloquei meu pau durinho sobre a buceta dela e comecei a meter que nem um filho da puta. Ela gemia lindo e pedia pra eu comer mais forte, com voz de bebê, me chamava de papai. Gemia cada vez mais alto, eu tinha medo dos vizinhos ouvirem, mas continuei metendo. Peguei um tufo de cabelo dela e me segurei pra comer ela ainda mais forte. Ela continuou gemendo que nem uma loba. Comecei a socar com força, me jogava pra trás e depois batia com tudo. força na buceta dela, geme e geme, fiz isso umas seis vezes e mudei de posição, levei ela pra uma ponta da cama, e coloquei as duas perninhas delicadas dela nos meus ombros e continuei metendo, depois de um tempo percebi que era uma oportunidade única, então tirei meu pau da buceta dela e enfiei no cu, óbvio que doeu, mas ela deixou, tava apertadinho pra minha surpresa, mas eu amava, ela gritava de dor no começo, mas depois gostou e virou de novo um gemido só, tirei as pernas dela dos meus ombros e juntei com meus braços, isso deixou o buraquinho dela ainda mais apertado, era muito estreito no cu mas ela amava meu pau, depois tirei ele, e pude ver como o "buraquinho" dela tinha ficado depois do meu pau, era uma cratera, me deitei na cama e falei pra ela sentar em cima de mim, a gente se beijou um pouco, e aí ela subiu em mim e com as próprias mãozinhas encaixou minha piroca na buceta dela, e começou a pular como uma puta, igual via as minas rebolar no baile, elas pulavam peladas na minha cara, ela pulava e gemia no ritmo do meu pau, e eu tentava partir ela ao meio, me matava de tesão ver ela pular com aquela cara de excitação, aquela carinha de puta e ainda os peitos dela pulando, quando eu tava quase gozando empurrei ela pra trás e ela caiu de barriga pra cima com um gemido profundo, abriu os olhos só um pouco e falou:
— Você vai me dar a porra quentinha?
Comi ela mais um pouco com toda a força que tinha e quando não aguentei mais tirei meu pau da buceta dela e gozei uma cachoeira de porra junto com as palavras:
— TOMA SEU LEITEEEEEEEE sua puta
Ela gemeu com paixão, a porra que saiu com força caiu na barriguinha dela, nos peitos e parte do rosto. Depois disso ofereci pra tomar banho comigo e a gente tomou banho juntinho e se beijou muito apaixonadamente, voltamos pra cama onde a gente transou mais vezes, e quando cansamos dormimos de conchinha. Na manhã seguinte, ela me acordou com um boquete, e aí levei ela pra casa dela, onde combinamos de foder de novo.
Eu era um cara comum, não tinha nenhum tipo de problema, estudava numa das melhores universidades, tinha um grupo de amigos da hora, com quem saía todo dia, e um trampo onde ganhava uma grana que me ajudava pra caralho, e de vez em quando eu podia me dar ao luxo de comer fora ou ir num baile. Mas, como toda pessoa, eu tinha um único defeito: era muito, muito punheteiro. Sexo era algo que acontecia e ficava na minha cabeça o tempo todo, e por isso talvez eu me desse tão mal com as gatinhas. Digamos, eu não era um virjão de merda, comia umas poucas vezes, mas comia. O problema é que, por ser tão punheteiro, às vezes eu exagerava e por isso não conseguia resultado. Mas fazer o quê? Eu amava (e ainda amo) o corpo feminino. Em todas as gatinhas, eu via algo de bom, e por isso queria comer todas. Mas tinha uma que me deixava louco há muito tempo, e era tipo uma paixão platônica pra mim: era a Lali Esposito, uma mina da TV que me enlouquecia e me deixava de pau duro de um jeito que nem eu sei explicar. Pra mim, ela era a mulher perfeita, mas, como eu disse antes, era uma platônica inalcançável, então tudo isso sempre acabava numa pica dura até o talo, e às vezes... Punhetas pesadas (graças a essa página). Mas um dia, nessa vida louca, acho que o melhor da minha vida, tudo mudou, a meu favor. Era um sábado à noite, eu tava chapadasso em casa, quando um amigo me manda uma mensagem, perguntando se eu queria ir pra uma balada com ele e um grupo de caras e minas, e depois fazer um after em algum lugar. Eu falei que sim, e além disso falei que podiam fazer o after na minha casa, já que meus pais estavam viajando. Ele respondeu que sim e combinou de passar pra me buscar e me levar pra prévia na casa de outro amigo. Mais ou menos umas doze e meia, ouvi da minha cozinha a buzina do fiat do meu amigo, esperando por mim. Terminei de me perfumar o mais rápido que pude e abri a porta, pra gente ir embora. Lembro bem, naquela noite, fui com uma camisa vermelha e uma jeans, sem jaqueta por causa do calor. Enfim, subi no carro onde estavam sentados 3 amigos me esperando, e com muita pressão entrei no carro e fomos pra casa do Mauro, o dono da prévia daquela noite. A viagem foi desconfortável, mas chegamos sãos na prévia, onde o Mauro nos recebeu e mandou a gente ir pro quintal, onde já tinha uma porrada de caras e minas, alguns que eu conhecia e outros não. Mesmo assim, cumprimentei todo mundo e sentei numa cadeira vazia. Fiquei lá sentado, bebendo um pouco, tentando não exagerar no álcool e morrendo de rir por um tempo. Foi aí que ouvi a campainha da casa, o Mauro foi abrir, e quando consegui ver quem era a mina que tava entrando, quase morri. Era a Lali, e ela tava muito mais gostosa pessoalmente. Nem vou explicar como meu pau subiu, não sabia como disfarçar, mas consegui. A filha da puta fez de tudo pra ficar o mais puta possível. Tava com uma camisetinha preta de bolinhas brancas, com o decote aberto, obviamente pra deixar à mostra aquelas tetas enormes e perfeitas que me deixam louco. Por cima, tinha uma jaqueta de couro preta. Por baixo, tava com uma saia curta vinho. escuro, que deixava ver todas aquelas perninhas lindas, delicadas e destacava a bunda dela, linda e empinada, além disso tinha saltos com plataforma pretos. Naquele momento que vi ela passar, soube que tinha que agir. Felizmente, tudo estava a meu favor, porque a maioria estava bêbada, e eu, por me cuidar, não estava, e me sentia orgulhoso. Cumprimentei todo mundo, e enquanto fazia isso, me mentalizei que não devia fazer nenhum comentário punheteiro e tentar não parecer desesperado. Cheguei até ela e, sem pensar, apliquei:
- Oi
- Oi, como vai?
- Tudo bem...
- Desculpa, você é a que aparece na TV?
- Sim kkk, tô saturadaaa
- Imagino, deve ser cansativo
- Sim, o dia inteiro, mas agora vim relaxar e me divertir kkk, e você, como se chama?
- Eu, José
- Mariana, Lali, mas acho que já sabe
- Sim, óbvio. Bem, que tal a gente tomar algo?
- Bora
Já tinha ela comigo, estava conversando com ela e ela só prestava atenção em mim. Continuei com a intenção de não exagerar no álcool, porque se rolasse algo com a Lali, queria estar sóbrio. Ali continuamos conversando, nada sexual, falamos de coisas mais pessoais e tentei cair no gosto dela. Tudo ia perfeito, e ela estava bebendo muito, já estava meio bêbada, mas conversamos bem, nada sexual... Depois de um bom tempo, decidiram ir finalmente pra balada. Eu falei pra Lali que, se ela quisesse, eu dirigia, já que estava sóbrio, e ela aceitou. Subi no carro dela pra dirigir, do meu lado sentou ela e atrás umas amigas, e sem enrolação, levei todo mundo pra balada. Lá descemos e ficamos um tempão, várias horas. Mesmo não gostando de dançar, curti porque a Lali tava comigo. Não conseguia parar de olhar pros peitos ou pra bunda dela. Quando dançávamos, ela rebolava a bundinha dela de um jeito lindo, e quando pulava, os peitos dela balançavam, deixando minha paca dura de um jeito impressionante. Num momento quente, já no meio da noite, ela esfregava o corpinho perto da minha pica e dançava mais perto de mim! Já me Abraçava ela. Eu aproveitava e fazia o mesmo com ela, e de vez em quando tentava tocar a bunda dela, e ela deixava, não tocava muito, mas era durinha, malhada, gostosa. Num momento não aguentei, peguei ela pelo braço e levei perto das portas do banheiro e beijei ela desesperadamente, enquanto apalpava ela, ela me beijava de volta e também me tocava, era uma cadela igual eu um cachorro, mas tudo ficou por ali. Já quase às 5:00 a gente foi embora e como falei antes fizemos o after na minha casa, todo mundo já tava super bêbado, mas eu e a Lali nem tanto, lá eu beijei ela umas duas vezes mais e falei pra ela não ir, ficar comigo aquela noite, e toda excitada ela me disse que sim? Esperamos ansiosos todo mundo ir embora e começou nossa aventura, ali mesmo, assim que a última pessoa foi embora, encurralei ela contra a mesma porta e comecei a beijar, amava os lábios dela, eram enormes e ainda por cima pintados de um vermelho bem forte, beijei ela apaixonadamente, enquanto ela me tocava os abdominais, me soltei dos lábios lindos dela e tirei a camisa bem rápido, beijei o pescoço dela, babiei e fiz uns chupões enquanto ela continuava me massageando com as mãos, já ouvia a respiração dela ofegante, ela tava com os olhinhos bem fechados igual eu, que beijava ela desesperadamente, enquanto curtia o perfume excitante dela e obviamente apalpava ela, nessa hora só tocava a bunda dela, era incrivelmente dura, enfiava a mão por dentro da saia e apalpava a bunda toda, tava bem quentinha, também brincava com o elástico da calcinha fio dental dela, me desgrudei dos lábios dela de novo, ela abriu os olhinhos me olhando com cara de assustada e eu voltei pra ela, pra tirar o mais rápido que pude a camisa e a jaqueta preta dela, deixando ela de sutiã, e na frente daqueles peitos incomparáveis que ela tem o sangue do pau me trabalhava mil, eu tentava encurralar ela pra sentir meu pau bem duro, a filha da puta tava com um sutiã vermelho que deixava os peitinhos dela lindas ficassem ainda mais lindas, estavam bronzeadas e quentinhas, sei porque assim que tirei a roupa dela comecei a beijar, primeiro beijei a boca dela, como das outras vezes, depois desci pelo pescoço, onde me empolguei de novo, e por último, beijei os peitos dela e fiz de tudo, era a glória, eram quentinhos e do tamanho perfeito, mas não tirei o sutiã. Não aguentei mais e levantei ela, carreguei no colo, enquanto a beijava, até minha cama, onde a ação de verdade começou, joguei ela na cama de casal, de barriga pra cima, onde ela ficou me olhando, depois me joguei em cima dela e comecei a beijar, depois voltei pros peitos dela, onde passei um tempão gostoso saboreando eles, tirei o sutiã, e finalmente pude ver os lindos mamilos rosadinhos pedindo pra eu chupar, fiz de tudo, babeei, mordi, enquanto mantinha ou tentava manter contato visual, mas foi impossível, porque ela estava de olhos fechados, aproveitando, desci mais e comecei a beijar a barriguinha dela, a partir daí fui descendo até que tive que tirar a saia dela, tirei e pude ver a calcinha fio dental que combinava com o sutiã, ficava lindo nela, e desembocava nuns peitos, trabalhados, e numa bunda incomparável, notei que a calcinha fio dental dela estava meio molhadinha, o que me deixou duro de novo, e me incentivou a tirar, óbvio que tirei, ali estava a buceta linda e rosada dela, depilada, gostosa, impecável, comecei a chupar a buceta dela como se fosse minha última refeição, e. Assim que comecei, começaram os gemidos de lobinha dela, pedindo pra eu chupar mais e mais, mantive contato visual, a putinha fazia cara de assustada misturada com cara de prazer, combinadas com gemidos e uivos que me matavam, ela também começou a segurar minha cabeça com as duas mãos e fazer pressão pra eu chupar mais forte, depois de deixar ela aproveitar um tempo, falei "agora é minha vez" e me deitei na cama, ela se deitou e apoiou a cabecinha na minha perna esquerda, me olhando com cara de inocente, tirou meu cinto e me Por baixo da calça, ao ver a silhueta da minha buceta na cueca, ela fez cara de espanto me olhando e, desesperada, puxou pra fora. Ali mesmo, meu pau, bem durinho, bateu no nariz dela e na hora ela falou:
— Não, não, não, com isso não vou dar conta, olha o tamanho, meu Deus...
— Não, não, agora você vai chupar ele...
— Quanto mede? — com cara de espanto.
— 21 cm.
Depois disso, ela só pegou com a mão e fez outra cara de espanto misturada com risada. Bateu uma pra mim um pouco e começou a fazer a mágica dela com a saliva. Chupava que nem uma deusa, por cima, com uma carinha de inocente que me matava. Mamava gostoso pra caralho, de vez em quando cuspia ou passava a língua devagar na minha glande. Num momento, perdi a paciência e fiz ela engasgar com meu pau, apertando a cabeça dela. Depois mandei ela trabalhar com os peitos, e ela, toda boazinha e obediente, obedeceu. Massageou meu pau de cima pra baixo por um bom tempo, e ali eu toquei o céu com as mãos. Aí ela soltou, e na hora eu falei:
— Agora vou te partir ao meio.
Ela respondeu com uma risadinha de menina. Mandei ela ficar de quatro e ela obedeceu, mas apoiou a cabeça na cama. De lá, ficava me olhando com aquela mesma carinha de bebê, enquanto mostrava uma bunda que me matava. Ao ver a bundinha pequena dela e a buceta linda ali, não consegui evitar vontade de chupar ela de novo, então me dei ao luxo e chupei desenfreadamente. Ela respondeu com gemidos contínuos por um tempo, suaves, mas lindos. Foi quando larguei a buceta dela e, mais que excitado, soube que era hora de agir. Coloquei meu pau durinho sobre a buceta dela e comecei a meter que nem um filho da puta. Ela gemia lindo e pedia pra eu comer mais forte, com voz de bebê, me chamava de papai. Gemia cada vez mais alto, eu tinha medo dos vizinhos ouvirem, mas continuei metendo. Peguei um tufo de cabelo dela e me segurei pra comer ela ainda mais forte. Ela continuou gemendo que nem uma loba. Comecei a socar com força, me jogava pra trás e depois batia com tudo. força na buceta dela, geme e geme, fiz isso umas seis vezes e mudei de posição, levei ela pra uma ponta da cama, e coloquei as duas perninhas delicadas dela nos meus ombros e continuei metendo, depois de um tempo percebi que era uma oportunidade única, então tirei meu pau da buceta dela e enfiei no cu, óbvio que doeu, mas ela deixou, tava apertadinho pra minha surpresa, mas eu amava, ela gritava de dor no começo, mas depois gostou e virou de novo um gemido só, tirei as pernas dela dos meus ombros e juntei com meus braços, isso deixou o buraquinho dela ainda mais apertado, era muito estreito no cu mas ela amava meu pau, depois tirei ele, e pude ver como o "buraquinho" dela tinha ficado depois do meu pau, era uma cratera, me deitei na cama e falei pra ela sentar em cima de mim, a gente se beijou um pouco, e aí ela subiu em mim e com as próprias mãozinhas encaixou minha piroca na buceta dela, e começou a pular como uma puta, igual via as minas rebolar no baile, elas pulavam peladas na minha cara, ela pulava e gemia no ritmo do meu pau, e eu tentava partir ela ao meio, me matava de tesão ver ela pular com aquela cara de excitação, aquela carinha de puta e ainda os peitos dela pulando, quando eu tava quase gozando empurrei ela pra trás e ela caiu de barriga pra cima com um gemido profundo, abriu os olhos só um pouco e falou:
— Você vai me dar a porra quentinha?
Comi ela mais um pouco com toda a força que tinha e quando não aguentei mais tirei meu pau da buceta dela e gozei uma cachoeira de porra junto com as palavras:
— TOMA SEU LEITEEEEEEEE sua puta
Ela gemeu com paixão, a porra que saiu com força caiu na barriguinha dela, nos peitos e parte do rosto. Depois disso ofereci pra tomar banho comigo e a gente tomou banho juntinho e se beijou muito apaixonadamente, voltamos pra cama onde a gente transou mais vezes, e quando cansamos dormimos de conchinha. Na manhã seguinte, ela me acordou com um boquete, e aí levei ela pra casa dela, onde combinamos de foder de novo.
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