O CHEFE 1http://www.poringa.net/posts/relatos/2728762/El-jefe.htmlO CHEFE 2http://www.poringa.net/posts/relatos/2729230/El-Jefe-2.htm
Sus olhos se detiveram em minha boca, e logo em meus olhos, procurou meu olhar e rompeu o silêncio.
- Romi, não posso ignorar o que está acontecendo; eu te gosto muito e acho que não estou errado, mas a você também lhe passa isso. Morro por dar um beijo, apenas um beijo -
(Se agarrou em minha boca) Manuel não devia... não me deixou terminar a frase. Com sua boca selou meus lábios. Foi um beijo doce e húmido.
- Me encantou! Me ficou o sabor de seu trago em minha boca; meu coração desorientado parecia querer sair do meu corpo...
- Romi, perdône-se, sei que não devia roubar esse beijo, mas não me pude conter. Tão linda; tão fresca e aquele par de olhinhos que se formam em seu rosto quando sorris me têm cativado. Preciso que saiba o que estou sentindo...
Bajo essa situação não cabia seguir-lhe dizendo Senhor. A relação chefe-empregada havia dado um volta impensável.
Tudo o que você me diz, Manuel, é muito lindo e estou muito agradecida por sua grande ajuda, mas ponha-se em meu lugar, é demais confuso para mim, você é meu chefe e casado...
- Lo sei, linda! Mas às vezes acontecem coisas que nos sacudem, e embora não correspondam passem, e bem, há que assegurar os riscos do caso -
Já na porta de minha casa me aproximei dele, o olhei nos olhos e disse: acho que seria melhor esquecer o que aconteceu
E após minhas palavras ele envolveu a boca com a sua e nos fundimos em um beijo consentido. Me deixei levar, me libertei e o desfrutei.
Tras esse beijo, veio outro e outro até que decidi descer do carro porque sei que se continuássemos íamos terminar fazendo amor.
Foi tremendo o que seus beijos lograram. Me excitei de tal maneira que manchei meu thong. Um tipo casado, muito maior que eu e ainda meu chefe. Na na na! A cague!
Durante dois dias consecutivos logramos manter a postura, empregador, empregada. Tratava todo o tempo de evitar-lo; mas era impossível; aquelas duas horas que estava na oficina eram uma tortura; sentia seu olhar constante e em quanto podia tocar-me as mãos ou pequenos roçados sutis para que... Parecia involuntário, isso me provocava um certo piquinho que me eriçava a pele, e ele o percebia e com uma simples sorrisita me gozava. Ambos morríamos por mandar a disciplina para a merda.
Devo confessar que essas noites fantasiava com ele, adormecia imaginando que fazia amor comigo no carro, sobre o escritório da oficina, no banheiro, no jardim, em todos os lugares possíveis. Morria de curiosidade por saber como seria como amante.
Ao chegar à oficina do terceiro dia daquela restrição eu estava esperando para ir à escribania buscar o contrato de aluguel.
Estava feliz com a notícia, agradeceu e expressou minha alegria. Ele, como outras vezes, tomou minhas mãos e me beijou na testa.
-Bom, vamos que meu amigo está esperando-
Na volta e já com a chave na mão não cabia a sonrisa na cara. Feliz de ter cumprido uma das minhas metas...
Estava muito ansiosa pelo ocorrido; tanto que não esperei para fazer saber aos meus pais, liguei e contei a boa notícia. Queria que todos soubessem da minha felicidade...
Manuel pediu que na heladeria tratasse de que não se soubesse da sua ajuda.
- É por bem linda -
Sim! Creio que você tem toda razão.
Me custou manter-me calada, especialmente com Cris, com ela falávamos coisas que com o resto não.
Entramos pela porta do fundo da heladeria para evitar rumores entre meus compas. Faltavam apenas quinze minutos para a abertura do local, já não havia tempo para cumprir minhas tarefas na ofi. Por isso fui direto ao banheiro e em seguida busquei meu uniforme, e de lá o resto do dia foi passando normalmente.
Ao chegar a hora do fechamento e após que se fosse todo o plantel, voltamos a ficar sozinhos, ele e eu. Ahí estávamos; separados por apenas uma porta, enquanto contabilizava o recaudado inconscientemente estava atenta para que essa porta fosse aberta. Mas não foi assim. Tive que ir eu com a recaudação No seu gabinete. E ali estava meu chefe! Parado junto a um notebook guardando uns papéis em seu caderno. Atraente e elegante. Me seduzia ver-lo mesmo de relance! Depois de bater na porta e entrar. Manuel me deixou a arrecadação. Era para colocá-la sobre o escritório, mas foi mais rápido, estendeu sua mão como se para receber o dinheiro e quando eu ia colocá-lo na palma, tomou-me da cintura e me pôs sobre o escritório. Sem mediar palavra alguma, beijou-me apasionadamente. Parado à minha frente com suas mãos acariciando-me tão suave e tão doce… Morri de prazer! Afloquei meu corpo e desfrutei de escutar sua respiração, de cada beijo e de cada carícia… Uma das suas mãos se infiltrou por debaixo da minha blusa e começou a acariciar meus peitos pequenos sobre o corpete, logro tal excitação que meus mamilos se eretaram imediatamente. Com a outra mão, desabotoou; para prender-se com sua boca neles… Jogueteava com a ponta da língua e de a pouco a pouco lhe dava pequenos mordiscos e succionando-os… Enquanto eu desprendia um a um os botões da sua camisa, deixando-a cair no chão. Ver seu peito nu pela primeira vez e descobrir seus pectorais e braços velludos dava-lhe esse toque mais varonil; um verdadeiro macho alfa. Acariciou seus pectorales, seus braços e aquela pequena barriga até a encontrar sexy. Depois de intercambiar por um tempo longo beijos e carícias, tomou-me nos braços e me levou para o banheiro do privado. -Você gostaria que eu faça amor com você na banheira? A essa altura, o que menos me importava era o local. Enquanto esperávamos que a água cubrisse a superfície da banheira, ia-me desprendendo e tirando o short. Olhou para mim e susurrou: - Você é perfeita, Romi! E esta thong mmmm está molhada, bebê. Estás excitada, meu amor? Vou fazer amor com você tão delicioso que você vai me pedir mais e mais… Como se não fosse o filho da puta formasse uma espécie de canaleta, mergulhando seus dedos sobre a thong, esta se infiltrava com seus dedos subindo e Bajando. Al fin decidiu quitarme a thong.
- Oh, minha vida! Que bela pussy você tem, vou comer toda!
Continuávamos em pé; junto à banheira. Desprendi o cinto e desabroche o calção, ele se o tirou; estava usando um boxer com faixas branco e negro, era suficientemente amplo para permitir-lhe manter cómodamente sua ereção.
Mirando-me com seus olhos cheios de desejo pediu que eu os tirasse.
- Saca-o e descubra tudo o que tem seu chefe para ti.
Mmmmmm, vamos ver, vamos ver mmmmmm
Já sem a prenda, meu membro ficou exposto diante de mim, não muito longo, mas grosso, com uma bela cabeça grande e rosada. Uma grata surpresa diante dos meus olhos! E não o fiz desear, sentei-me no bordo da banheira e sem baixar a vista e com a ajuda de ambas as mãos levei-o à boca e fui apertando suavemente os meus lábios em forma de O até chegar ao final do seu grande tronco e ali comecei a desfrutar; eu adoro fazer isso, não há nada melhor que mamar um boa cock; comi-o como uma puta faminta, com uma das minhas mãos acariciando suas bolas completamente sem pelos, isso me aquecia muito mais, e com a outra mão acariciava minhas tetas, pellizcava os peitos. (Isso aumentava minha excitação) Ele se deu conta imediatamente e colocou as mãos e começou a estrujar os peitos, mas não com a pressão que eu desejava.
- Mais forte, Manu! Mais forte! Não tenhas medo, eu gosto sentir um pouco de dor neles.
- Ay, minha vida! Que puta bela que resultaste ser...
Asi! Asi! Siiiiiii, chupa-os forte mmm Asi!
Saiu a cock da boca, soltou meus peitos e demos um beijo muito apasionado, o movimento ansioso de sua língua denotava sua calentura, e com certeza ele notou a minha. Quitou-me o sapato, fez o mesmo e me introduziu na banheira, segurando-me da cintura. Depois entrou ele; se acostou ao longo.
- Sente-se em minha cara, bebê, quero sentir o sabor dessa bela pussy. Mmmm Se pequena delícia, abre-a assim posso comê-la toda mmmmm
Una vez que me sentei sobre sua cara suas mãos rodearam minhas nádegas pressionando-me sobre ele. Me aquecia ver o cock desde lá em cima, batia muito. Tinha uma pequena curvatura para cima e pensava no quão gostoso seria dentro de mim e comecei a contornear-me ao compasso dos seus movimentos. Nunca antes me haviam chupado tão delicioso, sua língua se sentia exquisita, subia e descia recorrendo-me o kitty em todo seu esplendor. Estava tão quente e tão vulnerável que não parava de me mover, para frente e para trás e circular. Isso último me dava um prazer único!
Mmm! Jefe! Que delícia está me comendo aaaa aaaa aaaaaaaaa
- ¡Hay mi vida! Chorrei seus líquidos bebê. ¡Uma delícia!
Com esse movimento constante sua língua alcançou o orifício do meu ânus, sua língua entrava e saía dele, me dava conta que ao seu passo eu me dilatava e sua língua ia alcançando mais profundidade…. Estava experimentando sensações que nunca antes havia sentido. Gemia constantemente extasiada de prazer.
- Uy siiiiiii cómelo assim! Haaaaaaaa haaaaaaa haaaaa! Que delícia!
Com meus comentários aumentava sua excitação e mais se possuía. ¡Me fez explodir! começou a fluir como um vulcão em erupção.
- ¡Si bebé assim! ¡Dame todos tus jugos! mmmm! Que sabrosa minha muñequita!…. Podia passar horas chupando-te toda, tens uma almejita de luxo.
Me tremia todo o corpo. Me inclinei e o olhei. ¡A flasheamos! dude total Manu je je (e pela primeira vez fui eu que busquei um beijo)
- ¡Sigamos flasheando então; nena! Isso não acaba aqui...
Se parou e abriu novamente a torneira. Se sentou no bordo e me apontou seu regaço para que me sentasse sobre ele. Me acariciava e me beijava com muita ternura.
Quando creyó conveniente fechou a torneira e foi o primeiro em entrar.
- ¡Mírame nena! ¿Te gusta mi pene? ¡Bien durito para vos! ¡Subí y cabálgame! Quiero sentir tua pussy quente subindo e descendo dele.
Tinha que aludir seu pedaço para Aumentar seu ego. Todos os meninos com quem estive, independentemente do tamanho, haviam-me feito a pergunta clássica. Me aquecia muito ouvi-lo falar assim. Era como estar com outra pessoa, mas não, era o mesmo chefe, mas na intimidade...
Pus uma perna de cada lado do seu corpo, dando-lhe as costas, em seguida fui descendo até ficar ajoelhada e ali permaneci alguns minutos, massageando meu sexo sobre seu rosto.
Ahhhh delicioso!
Dava-me uns beijos tão exquisitos... Lamia vagina e ânus com uma única linguetação. Uffffff, você é muito bom!
Nada respondeu, estava apenas concentrado em me dar prazer...
Deixando a vergonha para trás e envolvendo-me completamente, soltei a puta que há dentro de mim e fiz um meneíto sobre seu pau; nessa altura batia com mais entusiasmo... Jogueava fazendo-a roçar com os lábios inchados da minha vagina; inchados pelo desejo de montá-lo e poder sentir por fim seu pau latente em minha vagina... Com uma mão na base do tronco, exerci pressão e fui deixando cair, comendo centímetro a centímetro o belo pedaço de pau que eu tinha no meu poder... Mmm aquela sensação foi exquisitamente apabullante!
Comecei a cavalgá-lo desesperadamente, completamente entregue. Nessa instância o som da água jogava um papel placentero e delicioso. Com as suas mãos de vez em quando me tomavam das nádegas e sem deixar que o pau saísse, impulsionavam as investidas nesse sabroso subir e descer, provocando-me gemidos constantes sem parar de susurrar palavras quentes e prometedoras no meu ouvido...
Me custava seguir seu ritmo... Eu havia feito o cú cum quatro vezes naquela posição. Meus joelhos acalambrados de tanto ajetreo e ele continuava firme, sem cúm. Estava exausta, queria fazer com que terminasse. E o que melhor do que recorrer à técnica do léxico vulgar para isso?
Dale papi! Quero sentir toda sua cum dentro de mim! (já sei, fizemos mal em não usar preservativo, mas assim foi, não foi planejado) Daaaaaaaale assim! siiiiiiiiii assimmmm siiiiiii me coga assimmm! Eu adoro ter seu pau todo dentro do meu pau e sentir até o fundo! Mmmm assimmm siiiiiii! Dê mais duro, sou sua neta, sua puta! Siiiiiiiiii dê seu culinho quente! Eu quero tomar tudo; você vai me dar, papi? Me agarrei na cintura e ele me sacou, eu fiquei arrodillada na água e gritando: DAMELA! DAMELA! DAME... Ele colocou em minha boca e começou a gemir literalmente, liberando uma quantidade impressionante de líquido que eu engoli com gosto. Mmmmm qué delicioso, chefe! Parei para olhar e mostrar como havia engolido toda sua culata e limpado o contorno dos meus lábios, sorri e beijei-o, e sem pensar, provou seu próprio sêmen, que sabia DELICIOSO!
Depois desse beijo exquisito, ficamos abraçados em silêncio por alguns segundos; podia sentir ainda seus latidos acelerados...
-Muñeca, você é a puta mais linda que conheci na minha vida- O que boa foda me deu princesa! Infernal! E prepare-se porque na próxima vou fazer o amor...
Essa história continua sendo parte da minha vida, mas bem, isso eu contarei em outro momento.
Se chegaram até aqui é porque gostaram je je Obrigado, mil obrigado por ler uma partecita da minha vida... Até a próxima!
Sus olhos se detiveram em minha boca, e logo em meus olhos, procurou meu olhar e rompeu o silêncio.
- Romi, não posso ignorar o que está acontecendo; eu te gosto muito e acho que não estou errado, mas a você também lhe passa isso. Morro por dar um beijo, apenas um beijo -
(Se agarrou em minha boca) Manuel não devia... não me deixou terminar a frase. Com sua boca selou meus lábios. Foi um beijo doce e húmido.
- Me encantou! Me ficou o sabor de seu trago em minha boca; meu coração desorientado parecia querer sair do meu corpo...
- Romi, perdône-se, sei que não devia roubar esse beijo, mas não me pude conter. Tão linda; tão fresca e aquele par de olhinhos que se formam em seu rosto quando sorris me têm cativado. Preciso que saiba o que estou sentindo...
Bajo essa situação não cabia seguir-lhe dizendo Senhor. A relação chefe-empregada havia dado um volta impensável.
Tudo o que você me diz, Manuel, é muito lindo e estou muito agradecida por sua grande ajuda, mas ponha-se em meu lugar, é demais confuso para mim, você é meu chefe e casado...
- Lo sei, linda! Mas às vezes acontecem coisas que nos sacudem, e embora não correspondam passem, e bem, há que assegurar os riscos do caso -
Já na porta de minha casa me aproximei dele, o olhei nos olhos e disse: acho que seria melhor esquecer o que aconteceu
E após minhas palavras ele envolveu a boca com a sua e nos fundimos em um beijo consentido. Me deixei levar, me libertei e o desfrutei.
Tras esse beijo, veio outro e outro até que decidi descer do carro porque sei que se continuássemos íamos terminar fazendo amor.
Foi tremendo o que seus beijos lograram. Me excitei de tal maneira que manchei meu thong. Um tipo casado, muito maior que eu e ainda meu chefe. Na na na! A cague!
Durante dois dias consecutivos logramos manter a postura, empregador, empregada. Tratava todo o tempo de evitar-lo; mas era impossível; aquelas duas horas que estava na oficina eram uma tortura; sentia seu olhar constante e em quanto podia tocar-me as mãos ou pequenos roçados sutis para que... Parecia involuntário, isso me provocava um certo piquinho que me eriçava a pele, e ele o percebia e com uma simples sorrisita me gozava. Ambos morríamos por mandar a disciplina para a merda.
Devo confessar que essas noites fantasiava com ele, adormecia imaginando que fazia amor comigo no carro, sobre o escritório da oficina, no banheiro, no jardim, em todos os lugares possíveis. Morria de curiosidade por saber como seria como amante.
Ao chegar à oficina do terceiro dia daquela restrição eu estava esperando para ir à escribania buscar o contrato de aluguel.
Estava feliz com a notícia, agradeceu e expressou minha alegria. Ele, como outras vezes, tomou minhas mãos e me beijou na testa.
-Bom, vamos que meu amigo está esperando-
Na volta e já com a chave na mão não cabia a sonrisa na cara. Feliz de ter cumprido uma das minhas metas...
Estava muito ansiosa pelo ocorrido; tanto que não esperei para fazer saber aos meus pais, liguei e contei a boa notícia. Queria que todos soubessem da minha felicidade...
Manuel pediu que na heladeria tratasse de que não se soubesse da sua ajuda.
- É por bem linda -
Sim! Creio que você tem toda razão.
Me custou manter-me calada, especialmente com Cris, com ela falávamos coisas que com o resto não.
Entramos pela porta do fundo da heladeria para evitar rumores entre meus compas. Faltavam apenas quinze minutos para a abertura do local, já não havia tempo para cumprir minhas tarefas na ofi. Por isso fui direto ao banheiro e em seguida busquei meu uniforme, e de lá o resto do dia foi passando normalmente.
Ao chegar a hora do fechamento e após que se fosse todo o plantel, voltamos a ficar sozinhos, ele e eu. Ahí estávamos; separados por apenas uma porta, enquanto contabilizava o recaudado inconscientemente estava atenta para que essa porta fosse aberta. Mas não foi assim. Tive que ir eu com a recaudação No seu gabinete. E ali estava meu chefe! Parado junto a um notebook guardando uns papéis em seu caderno. Atraente e elegante. Me seduzia ver-lo mesmo de relance! Depois de bater na porta e entrar. Manuel me deixou a arrecadação. Era para colocá-la sobre o escritório, mas foi mais rápido, estendeu sua mão como se para receber o dinheiro e quando eu ia colocá-lo na palma, tomou-me da cintura e me pôs sobre o escritório. Sem mediar palavra alguma, beijou-me apasionadamente. Parado à minha frente com suas mãos acariciando-me tão suave e tão doce… Morri de prazer! Afloquei meu corpo e desfrutei de escutar sua respiração, de cada beijo e de cada carícia… Uma das suas mãos se infiltrou por debaixo da minha blusa e começou a acariciar meus peitos pequenos sobre o corpete, logro tal excitação que meus mamilos se eretaram imediatamente. Com a outra mão, desabotoou; para prender-se com sua boca neles… Jogueteava com a ponta da língua e de a pouco a pouco lhe dava pequenos mordiscos e succionando-os… Enquanto eu desprendia um a um os botões da sua camisa, deixando-a cair no chão. Ver seu peito nu pela primeira vez e descobrir seus pectorais e braços velludos dava-lhe esse toque mais varonil; um verdadeiro macho alfa. Acariciou seus pectorales, seus braços e aquela pequena barriga até a encontrar sexy. Depois de intercambiar por um tempo longo beijos e carícias, tomou-me nos braços e me levou para o banheiro do privado. -Você gostaria que eu faça amor com você na banheira? A essa altura, o que menos me importava era o local. Enquanto esperávamos que a água cubrisse a superfície da banheira, ia-me desprendendo e tirando o short. Olhou para mim e susurrou: - Você é perfeita, Romi! E esta thong mmmm está molhada, bebê. Estás excitada, meu amor? Vou fazer amor com você tão delicioso que você vai me pedir mais e mais… Como se não fosse o filho da puta formasse uma espécie de canaleta, mergulhando seus dedos sobre a thong, esta se infiltrava com seus dedos subindo e Bajando. Al fin decidiu quitarme a thong.
- Oh, minha vida! Que bela pussy você tem, vou comer toda!
Continuávamos em pé; junto à banheira. Desprendi o cinto e desabroche o calção, ele se o tirou; estava usando um boxer com faixas branco e negro, era suficientemente amplo para permitir-lhe manter cómodamente sua ereção.
Mirando-me com seus olhos cheios de desejo pediu que eu os tirasse.
- Saca-o e descubra tudo o que tem seu chefe para ti.
Mmmmmm, vamos ver, vamos ver mmmmmm
Já sem a prenda, meu membro ficou exposto diante de mim, não muito longo, mas grosso, com uma bela cabeça grande e rosada. Uma grata surpresa diante dos meus olhos! E não o fiz desear, sentei-me no bordo da banheira e sem baixar a vista e com a ajuda de ambas as mãos levei-o à boca e fui apertando suavemente os meus lábios em forma de O até chegar ao final do seu grande tronco e ali comecei a desfrutar; eu adoro fazer isso, não há nada melhor que mamar um boa cock; comi-o como uma puta faminta, com uma das minhas mãos acariciando suas bolas completamente sem pelos, isso me aquecia muito mais, e com a outra mão acariciava minhas tetas, pellizcava os peitos. (Isso aumentava minha excitação) Ele se deu conta imediatamente e colocou as mãos e começou a estrujar os peitos, mas não com a pressão que eu desejava.
- Mais forte, Manu! Mais forte! Não tenhas medo, eu gosto sentir um pouco de dor neles.
- Ay, minha vida! Que puta bela que resultaste ser...
Asi! Asi! Siiiiiii, chupa-os forte mmm Asi!
Saiu a cock da boca, soltou meus peitos e demos um beijo muito apasionado, o movimento ansioso de sua língua denotava sua calentura, e com certeza ele notou a minha. Quitou-me o sapato, fez o mesmo e me introduziu na banheira, segurando-me da cintura. Depois entrou ele; se acostou ao longo.
- Sente-se em minha cara, bebê, quero sentir o sabor dessa bela pussy. Mmmm Se pequena delícia, abre-a assim posso comê-la toda mmmmm
Una vez que me sentei sobre sua cara suas mãos rodearam minhas nádegas pressionando-me sobre ele. Me aquecia ver o cock desde lá em cima, batia muito. Tinha uma pequena curvatura para cima e pensava no quão gostoso seria dentro de mim e comecei a contornear-me ao compasso dos seus movimentos. Nunca antes me haviam chupado tão delicioso, sua língua se sentia exquisita, subia e descia recorrendo-me o kitty em todo seu esplendor. Estava tão quente e tão vulnerável que não parava de me mover, para frente e para trás e circular. Isso último me dava um prazer único!
Mmm! Jefe! Que delícia está me comendo aaaa aaaa aaaaaaaaa
- ¡Hay mi vida! Chorrei seus líquidos bebê. ¡Uma delícia!
Com esse movimento constante sua língua alcançou o orifício do meu ânus, sua língua entrava e saía dele, me dava conta que ao seu passo eu me dilatava e sua língua ia alcançando mais profundidade…. Estava experimentando sensações que nunca antes havia sentido. Gemia constantemente extasiada de prazer.
- Uy siiiiiii cómelo assim! Haaaaaaaa haaaaaaa haaaaa! Que delícia!
Com meus comentários aumentava sua excitação e mais se possuía. ¡Me fez explodir! começou a fluir como um vulcão em erupção.
- ¡Si bebé assim! ¡Dame todos tus jugos! mmmm! Que sabrosa minha muñequita!…. Podia passar horas chupando-te toda, tens uma almejita de luxo.
Me tremia todo o corpo. Me inclinei e o olhei. ¡A flasheamos! dude total Manu je je (e pela primeira vez fui eu que busquei um beijo)
- ¡Sigamos flasheando então; nena! Isso não acaba aqui...
Se parou e abriu novamente a torneira. Se sentou no bordo e me apontou seu regaço para que me sentasse sobre ele. Me acariciava e me beijava com muita ternura.
Quando creyó conveniente fechou a torneira e foi o primeiro em entrar.
- ¡Mírame nena! ¿Te gusta mi pene? ¡Bien durito para vos! ¡Subí y cabálgame! Quiero sentir tua pussy quente subindo e descendo dele.
Tinha que aludir seu pedaço para Aumentar seu ego. Todos os meninos com quem estive, independentemente do tamanho, haviam-me feito a pergunta clássica. Me aquecia muito ouvi-lo falar assim. Era como estar com outra pessoa, mas não, era o mesmo chefe, mas na intimidade...
Pus uma perna de cada lado do seu corpo, dando-lhe as costas, em seguida fui descendo até ficar ajoelhada e ali permaneci alguns minutos, massageando meu sexo sobre seu rosto.
Ahhhh delicioso!
Dava-me uns beijos tão exquisitos... Lamia vagina e ânus com uma única linguetação. Uffffff, você é muito bom!
Nada respondeu, estava apenas concentrado em me dar prazer...
Deixando a vergonha para trás e envolvendo-me completamente, soltei a puta que há dentro de mim e fiz um meneíto sobre seu pau; nessa altura batia com mais entusiasmo... Jogueava fazendo-a roçar com os lábios inchados da minha vagina; inchados pelo desejo de montá-lo e poder sentir por fim seu pau latente em minha vagina... Com uma mão na base do tronco, exerci pressão e fui deixando cair, comendo centímetro a centímetro o belo pedaço de pau que eu tinha no meu poder... Mmm aquela sensação foi exquisitamente apabullante!
Comecei a cavalgá-lo desesperadamente, completamente entregue. Nessa instância o som da água jogava um papel placentero e delicioso. Com as suas mãos de vez em quando me tomavam das nádegas e sem deixar que o pau saísse, impulsionavam as investidas nesse sabroso subir e descer, provocando-me gemidos constantes sem parar de susurrar palavras quentes e prometedoras no meu ouvido...
Me custava seguir seu ritmo... Eu havia feito o cú cum quatro vezes naquela posição. Meus joelhos acalambrados de tanto ajetreo e ele continuava firme, sem cúm. Estava exausta, queria fazer com que terminasse. E o que melhor do que recorrer à técnica do léxico vulgar para isso?
Dale papi! Quero sentir toda sua cum dentro de mim! (já sei, fizemos mal em não usar preservativo, mas assim foi, não foi planejado) Daaaaaaaale assim! siiiiiiiiii assimmmm siiiiiii me coga assimmm! Eu adoro ter seu pau todo dentro do meu pau e sentir até o fundo! Mmmm assimmm siiiiiii! Dê mais duro, sou sua neta, sua puta! Siiiiiiiiii dê seu culinho quente! Eu quero tomar tudo; você vai me dar, papi? Me agarrei na cintura e ele me sacou, eu fiquei arrodillada na água e gritando: DAMELA! DAMELA! DAME... Ele colocou em minha boca e começou a gemir literalmente, liberando uma quantidade impressionante de líquido que eu engoli com gosto. Mmmmm qué delicioso, chefe! Parei para olhar e mostrar como havia engolido toda sua culata e limpado o contorno dos meus lábios, sorri e beijei-o, e sem pensar, provou seu próprio sêmen, que sabia DELICIOSO!
Depois desse beijo exquisito, ficamos abraçados em silêncio por alguns segundos; podia sentir ainda seus latidos acelerados...
-Muñeca, você é a puta mais linda que conheci na minha vida- O que boa foda me deu princesa! Infernal! E prepare-se porque na próxima vou fazer o amor...
Essa história continua sendo parte da minha vida, mas bem, isso eu contarei em outro momento.
Se chegaram até aqui é porque gostaram je je Obrigado, mil obrigado por ler uma partecita da minha vida... Até a próxima!
28 comentários - O chefe 3 (o final)
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Excelente historia y muy bien relatada !!
Gracias por compartir 👍
Tremendo relato amiga... 😘 🌹
Los puntos ayudan a subir en el ranking, y si, tiene su reconocimiento también.
Agradezco a todos por igual, sin importar cuanto me dieron, lo importante acá es COMPARTIR!
BESOS Y A SEGUIR....
Excelente muy bueno gracias por compartir