Vou contar como acabei comendo minha prima gorda sem querer.
Começo dizendo que quando isso aconteceu eu tinha 18 anos e agora tenho 26. Minha prima tinha 27 e já era mãe. Era gorda, mas muito gorda, mas inexplicavelmente não tinha celulite, uns peitos pequenos (acho que por causa da gordura) e uma boca grande (é bem bonita pra ser gordinha).
Tudo começou um dia que fui pra casa dela passar a tarde, desde sempre nos damos muito bem. Mesmo com mais de uma década de diferença, tínhamos muitas coisas em comum. Estávamos no sofá e já era tarde (por volta das 2 da manhã).
Eu - Vou pra casa.
Ela - Fica aqui, tem um quarto livre.
Não podia imaginar o que aconteceria naquela noite. Na real, com 18 anos eu era bem inocente e não suspeitei de nada.
Eu - Tá bom, mas antes vou tomar um banho. Tudo bem? Passei o dia todo na moto.
Ela - Claro, tem toalhas e sabonete no banheiro.
Entrei no banheiro e comecei a me despir. Não sei o que deu na minha cabeça, mas peguei uma calcinha da roupa sucia e comecei a esfregar no meu pau. Tenho que dizer que meu pau é normal, tem uns 19cm agora e naquela época não lembro direito. Meu pau começou a crescer e decidi me masturbar. No meio da punheta, ouvi a porta da frente da casa e fiquei com medo. Parei de me masturbar e foquei no banho.
Ao sair do banho, só de shorts (não ia colocar cueca porque estava suja), encontro a filha dela no sofá (a filha devia ter uns 4 anos). Olho pra minha prima e digo:
Eu - Bom, agora vou mesmo.
Ela - Não se preocupa, ela dorme comigo e você fica no outro quarto.
Eu - O que a menina tá fazendo acordada tão tarde?
Ela - O pai dela acabou de trazer porque vai sair com os amigos.
Ela começou a xingar os homens. Principalmente o pai da menina. E sem percebermos, a menina foi sozinha pro quarto de hóspedes e deitou na cama.
Depois de um tempo, nós percebemos... imagina só, a menina estava na cama onde eu ia dormir.
Eu — Parece que tudo tá conspirando pra eu ficar aqui hoje, né?
Ela — kkkkkkkk.
Eu — Acho que vou ter que dormir no sofá, é?
Ela — Se dormir no sofá, amanhã não vai conseguir levantar. Esse sofá é tão desconfortável pra dormir que nem eu, que tenho bastante carne, consigo dormir aqui.
Eu — E você me diz? Como não dormir com você? Kkkk
Ela — Não vejo problema. Minha cama é grande e cabemos os dois.
Eu — Sei não, e se você ficar desconfortável?
Ela — O único que poderia ficar desconfortável seria você, comigo do lado me mexendo.
Fomos pra cama. Ela ficou do lado do despertador e eu do lado da luminária de cabeceira.
Ela — Apaga a luz.
Apaguei e começamos a conversar. Não era nada quente, nem erótico, nem sexual, nada — só falamos de coisas aleatórias.
Em um momento, percebo que tô quase pegando no sono e viro de lado pra olhar pra ela. Sem querer, coloco a mão na barriga dela.
Eu — Desculpa, tô acostumado a dormir sozinho.
Ela — Não se preocupa, não me incomoda. Deixa aí se quiser.
Passaram uns minutos e minha mão continuou no abdômen dela. Instintivamente, comecei a acariciar. Não sei por quê, mas gostei do toque que ela tinha. Comecei a descer minha mão e cheguei até a calcinha dela. Não me atrevi a colocar a mão dentro, mas acariciei por cima. Ela me olhou e abriu as pernas pra facilitar os toques. Quando ela fez isso, soube que ela tava gostando e queria a mesma coisa.
Meti minha mão por dentro da calcinha enorme dela e senti muito pelo. Continuei descendo e ela tava bem molhada. Comecei a acariciar a buceta enorme dela até que ela pegou no meu pau por cima do shorts e começou a tocar. Ela se virou de frente pra mim e começou a tentar desabotoar minha calça. Fazia de forma brusca, bem acelerada.
Ajudei a desabotoar minha calça. Com uma agilidade incrível, ela tirou o lençol que nos cobria e começou a me masturbar. Eu tava no paraíso, nunca me... elas tinham feito uma masturbação daquelas. (As garotas com quem eu tinha ficado eram da minha idade e muito inexperientes)
De repente, ela aproximou a boca e enfiou tudo.
Eu – Caralhooooooo!
Ela – Não gostou?
Eu – Gostei, é só que se continuar assim eu vou gozar.
Ela – Não goza ainda.
Ela terminou de tirar a calcinha e ficou de cócoras sobre meu pau e, sem chegar a enfiar, me disse:
Ela – Não goza dentro, porra! Não tenho camisinha e não tomo pílula.
Dito isso, sentou de uma vez no meu pau, que entrou sem problemas até o fundo. Só saíam gemidos da boca dela, e da minha não saía nada. Eu estava concentrado em não gozar, continuamos assim um tempão (não sei quanto).
Ela – Vamos mudar, que eu tô gordinha e pular assim em cima de você já tá me cansando.
Eu – Fica de quatro que eu vou te foder bem.
Ela – Tá bom, me avisa quando for gozar.
Ela ficou de quatro e eu atrás. Peguei meu pau e apontei entre as nádegas dela (lembro que estava escuro) e a única coisa que ouvi foi:
Ela – Tira isso daí, porra, que é meu cu!
Me assustei e tirei. Ela se levantou e me disse:
Ela – Caralho, quase arrebentou meu cu. Ainda bem que só entrou a cabecinha.
Eu – Nunca arrebentaram seu cu?
Ela – Nunca.
Eu – E quem melhor que seu primo pra fazer isso?
Ela – Hoje eu só quero que você me foda bem a buceta e encha minha cara de porra.
Ouvi essas palavras e empurrei ela pela cabeça (ela ficou de quatro de novo), aproximei meu pau da entrada da buceta e enfiei de uma vez só.
Ela – Issooooo!
Ela – Me fode bem, me dá pau, caralho.
Eu – Quer pau, putinha?
Ela – Quero, me dá.
Agarrei o cabelo dela e cavalguei um bom tempo até sentir que ela quase desmaiou. As pernas tremiam e da boca dela saía um som muito estranho.
Ela – RRRRR, MMMMMM, GRGRGRGR.
Ela – Para um pouco que eu tô morta.
Me afastei da bunda dela e me joguei de costas na cama. Ela ficou um tempo de quatro e me disse:
Ela – Você quase me matou. vou gozar.
Dito isso, ela enfiou meu pau na boca e começou a me chupar.
Eu – Porra!!!!! Vou gozar logo.
Ela – Goza na minha boca e não me avisa, eu gosto de surpresas.
Passaram alguns minutos e meu leite saía enquanto ela chupava e engolia. Eu não conseguia acreditar, só ouvia o som dela engolindo.
Ela deitou ao meu lado e disse:
Ela – Precisamos repetir isso.
Dormimos e no dia seguinte foi como se nada tivesse acontecido.
Começo dizendo que quando isso aconteceu eu tinha 18 anos e agora tenho 26. Minha prima tinha 27 e já era mãe. Era gorda, mas muito gorda, mas inexplicavelmente não tinha celulite, uns peitos pequenos (acho que por causa da gordura) e uma boca grande (é bem bonita pra ser gordinha).
Tudo começou um dia que fui pra casa dela passar a tarde, desde sempre nos damos muito bem. Mesmo com mais de uma década de diferença, tínhamos muitas coisas em comum. Estávamos no sofá e já era tarde (por volta das 2 da manhã).
Eu - Vou pra casa.
Ela - Fica aqui, tem um quarto livre.
Não podia imaginar o que aconteceria naquela noite. Na real, com 18 anos eu era bem inocente e não suspeitei de nada.
Eu - Tá bom, mas antes vou tomar um banho. Tudo bem? Passei o dia todo na moto.
Ela - Claro, tem toalhas e sabonete no banheiro.
Entrei no banheiro e comecei a me despir. Não sei o que deu na minha cabeça, mas peguei uma calcinha da roupa sucia e comecei a esfregar no meu pau. Tenho que dizer que meu pau é normal, tem uns 19cm agora e naquela época não lembro direito. Meu pau começou a crescer e decidi me masturbar. No meio da punheta, ouvi a porta da frente da casa e fiquei com medo. Parei de me masturbar e foquei no banho.
Ao sair do banho, só de shorts (não ia colocar cueca porque estava suja), encontro a filha dela no sofá (a filha devia ter uns 4 anos). Olho pra minha prima e digo:
Eu - Bom, agora vou mesmo.
Ela - Não se preocupa, ela dorme comigo e você fica no outro quarto.
Eu - O que a menina tá fazendo acordada tão tarde?
Ela - O pai dela acabou de trazer porque vai sair com os amigos.
Ela começou a xingar os homens. Principalmente o pai da menina. E sem percebermos, a menina foi sozinha pro quarto de hóspedes e deitou na cama.
Depois de um tempo, nós percebemos... imagina só, a menina estava na cama onde eu ia dormir.
Eu — Parece que tudo tá conspirando pra eu ficar aqui hoje, né?
Ela — kkkkkkkk.
Eu — Acho que vou ter que dormir no sofá, é?
Ela — Se dormir no sofá, amanhã não vai conseguir levantar. Esse sofá é tão desconfortável pra dormir que nem eu, que tenho bastante carne, consigo dormir aqui.
Eu — E você me diz? Como não dormir com você? Kkkk
Ela — Não vejo problema. Minha cama é grande e cabemos os dois.
Eu — Sei não, e se você ficar desconfortável?
Ela — O único que poderia ficar desconfortável seria você, comigo do lado me mexendo.
Fomos pra cama. Ela ficou do lado do despertador e eu do lado da luminária de cabeceira.
Ela — Apaga a luz.
Apaguei e começamos a conversar. Não era nada quente, nem erótico, nem sexual, nada — só falamos de coisas aleatórias.
Em um momento, percebo que tô quase pegando no sono e viro de lado pra olhar pra ela. Sem querer, coloco a mão na barriga dela.
Eu — Desculpa, tô acostumado a dormir sozinho.
Ela — Não se preocupa, não me incomoda. Deixa aí se quiser.
Passaram uns minutos e minha mão continuou no abdômen dela. Instintivamente, comecei a acariciar. Não sei por quê, mas gostei do toque que ela tinha. Comecei a descer minha mão e cheguei até a calcinha dela. Não me atrevi a colocar a mão dentro, mas acariciei por cima. Ela me olhou e abriu as pernas pra facilitar os toques. Quando ela fez isso, soube que ela tava gostando e queria a mesma coisa.
Meti minha mão por dentro da calcinha enorme dela e senti muito pelo. Continuei descendo e ela tava bem molhada. Comecei a acariciar a buceta enorme dela até que ela pegou no meu pau por cima do shorts e começou a tocar. Ela se virou de frente pra mim e começou a tentar desabotoar minha calça. Fazia de forma brusca, bem acelerada.
Ajudei a desabotoar minha calça. Com uma agilidade incrível, ela tirou o lençol que nos cobria e começou a me masturbar. Eu tava no paraíso, nunca me... elas tinham feito uma masturbação daquelas. (As garotas com quem eu tinha ficado eram da minha idade e muito inexperientes)
De repente, ela aproximou a boca e enfiou tudo.
Eu – Caralhooooooo!
Ela – Não gostou?
Eu – Gostei, é só que se continuar assim eu vou gozar.
Ela – Não goza ainda.
Ela terminou de tirar a calcinha e ficou de cócoras sobre meu pau e, sem chegar a enfiar, me disse:
Ela – Não goza dentro, porra! Não tenho camisinha e não tomo pílula.
Dito isso, sentou de uma vez no meu pau, que entrou sem problemas até o fundo. Só saíam gemidos da boca dela, e da minha não saía nada. Eu estava concentrado em não gozar, continuamos assim um tempão (não sei quanto).
Ela – Vamos mudar, que eu tô gordinha e pular assim em cima de você já tá me cansando.
Eu – Fica de quatro que eu vou te foder bem.
Ela – Tá bom, me avisa quando for gozar.
Ela ficou de quatro e eu atrás. Peguei meu pau e apontei entre as nádegas dela (lembro que estava escuro) e a única coisa que ouvi foi:
Ela – Tira isso daí, porra, que é meu cu!
Me assustei e tirei. Ela se levantou e me disse:
Ela – Caralho, quase arrebentou meu cu. Ainda bem que só entrou a cabecinha.
Eu – Nunca arrebentaram seu cu?
Ela – Nunca.
Eu – E quem melhor que seu primo pra fazer isso?
Ela – Hoje eu só quero que você me foda bem a buceta e encha minha cara de porra.
Ouvi essas palavras e empurrei ela pela cabeça (ela ficou de quatro de novo), aproximei meu pau da entrada da buceta e enfiei de uma vez só.
Ela – Issooooo!
Ela – Me fode bem, me dá pau, caralho.
Eu – Quer pau, putinha?
Ela – Quero, me dá.
Agarrei o cabelo dela e cavalguei um bom tempo até sentir que ela quase desmaiou. As pernas tremiam e da boca dela saía um som muito estranho.
Ela – RRRRR, MMMMMM, GRGRGRGR.
Ela – Para um pouco que eu tô morta.
Me afastei da bunda dela e me joguei de costas na cama. Ela ficou um tempo de quatro e me disse:
Ela – Você quase me matou. vou gozar.
Dito isso, ela enfiou meu pau na boca e começou a me chupar.
Eu – Porra!!!!! Vou gozar logo.
Ela – Goza na minha boca e não me avisa, eu gosto de surpresas.
Passaram alguns minutos e meu leite saía enquanto ela chupava e engolia. Eu não conseguia acreditar, só ouvia o som dela engolindo.
Ela deitou ao meu lado e disse:
Ela – Precisamos repetir isso.
Dormimos e no dia seguinte foi como se nada tivesse acontecido.
8 comentários - Follandome a la gorda de mi prima