A história de Ariana

Ariana era, sem dúvida, uma mulher linda, daquelas que até as próprias mulheres admiram e que era paparicada em todos os lugares que frequentava.
Mas havia algo em Ariana que não se encaixava por dentro quando o assunto era lidar com o próprio corpo, se entregar e aproveitar com um homem.
Ela não se sentia atraída nem sexualmente pelos jovens, nem pelos homens mais velhos, amigos ou eventuais pretendentes nos bailes.
Na verdade, ela se sentia atraída pelas amigas mais jovens, o que lhe causava uma sensação estranha, mas era nítido o impulso de desejá-las, especialmente se essas mulheres fossem um pouco mais velhas que ela.

Tinha tido dois namorados, mas, na real, aquilo de namorar era mais um joguinho [quase pré-estabelecido no colégio], e ela, Ariana, claro, para não destoar e como as outras garotas da turma, cedeu ao impulso de se deixar levar por esse joguinho de apalpação, uns beijos de língua e uma mão ocasional na buceta dela ou a mão dela no pau — como ela chamava o sexo dos homens.
Mas, com o tempo, como as exigências amorosas dos namorados não eram correspondidas — ou seja, terminar na cama e/ou transar nos bosques de um parque ou na solidão das matas de Ezeiza — toda tentativa de relação sexual com ela ou dentro dela morria.

Assim, terminou o colégio ainda virgem e começou um curso de três anos de bacharelado em economia.
Mas, já com quase vinte e seis anos, ainda era virgem, e algumas versões já a apontavam como meio lenta, devagar, para não dizer burra no sexo, no grupo que sempre a acompanhou. Algumas conhecidas começaram a pensar que ela, embora ninguém suspeitasse, seria: lésbica.

Início da história de Ariana.
Aconteceu que, num verão quente, numa casa ampla e senhorial como as que ainda se encontram no bairro de Almagro, quando Ariana estava de férias do trabalho, numa segunda-feira, uma mulher um pouco mais velha que Josefa, a antiga empregada da casa de Ariana... chegará
A senhora de uns trinta e oito anos ia cuidar daqui pra frente dos serviços simples e domésticos daquela casa, porque Josefa teve que ir pra Salta quando a mãe morreu e não voltaria mais.
Ariana tinha ficado com a casa da mãe depois que os dois pais morreram de causas naturais — uma casa grande pro uso que Ariana fazia dela.
Sabrina — esse era o nome daquela mulher de físico miúdo, quase franzina, mas com um olhar forte e sensual que na hora chamou a atenção de Ariana, como ninguém tinha conseguido até então.
E, como se Sabrina correspondesse, desde aquele dia se formou uma ponte mágica que as duas atravessaram rapidinho.
Foi assim que, inconscientemente ou conscientemente, Ariana se dedicou a conquistar aquela mulher, por quem, à noite, se masturbava.
Com o tempo, Ariana calculava o momento em que ela entraria e deixava disfarçadamente o decote meio aberto pra Sabrina ver aqueles seios ainda bem virgens de mãos alheias.
Ariana sentia umas cócegas nos peitos e depois na buceta que, assim que Sabrina saía do quarto, fazia ela se masturbar freneticamente, sempre segurando a imagem de Sabrina.
Era questão de tempo pra elas se encontrarem, e como tudo na vida chega...
O começo.
Numa tarde muito quente de fevereiro, foi o momento da vida dela e o início de uma relação que nunca diminuiu até o fim.
Ariana chamou Sabrina com qualquer desculpa — tinha vestido um salwar, que é uma calça larga de seda com uma túnica por cima, mas sem calcinha, e passado um perfume chamativo nos peitos e na bunda. Além disso, deixou dois botões desabotoados de propósito, que ao se mexer mostravam os dois seios nus, com dois bicos arrepiados e arrogantes.
Quando Sabrina chegou no quarto e viu Ariana, que tava dando uma ordem idiota sem motivo nenhum... Bom, então Sabrina, pegando fogo de tesão, se aproximou dela (e tomando a iniciativa) segurando as mãos dela, beijou-a tão apaixonadamente que Ariana a princípio resistiu, mas não demorou pra abrir também a boca e receber a língua daquela mulher.
Logo Sabrina estava tão excitada que começou a despir Ariana, e ela se deixava fazer, toda submissa e dengosa.
Em pouco tempo, na frente de Sabrina apareceram dois peitos lindos que, pegando-os com a mão, ela foi rodeando com os dedos aqueles seios redondos enquanto, ao mesmo tempo, sua língua tocou pela primeira vez aqueles peitos virgens de Ariana.
Naquele momento, a garota sentiu algo se rasgar por dentro e a buceta dela ficou molhada, tanto que, se alguém estivesse olhando, teria notado a costura interna da calça dela úmida, como se ela tivesse mijado um pouco, mas não era líquido, era o fluxo do tesão.
Num instante, as duas mulheres se sentaram na cama, mas suas forças não acabaram.
Sabrina, aproveitando isso, se despiu completamente e ali, absorta, Ariana a contemplou pela primeira vez.
— O que você está esperando? — ela deu como ordem: — Ariana, tira essa roupa?
Obedeceu, tirando rápido a calça larga. Ariana tinha ficado totalmente nua, já que a blusa estava no chão da sala.
Sabrina, bobinha, mas como era costume na casa dela quando fazia amor, trancava a porta com chave, mas naquela casa estavam só as duas e sempre estariam.
E quando se virou, viu uma Ariana completamente nua.
Contemplou a juventude linda daquela garota e seu corpo tão simétrico e cuidado, de pele macia com sardas minúsculas nos ombros, além da buceta abundantemente coberta por um pelo cacheado, lindamente cor de mel.
Muito loira, Ariana, ao se despir, soltou o cabelo comprido que caía preguiçosamente sobre um peito.
Peitos empinados que, naquele momento, estavam meio avermelhados pela mão de Sabrina e pareciam duros e provocantes.
Sabrina, como se despertasse daquela visão, a pegou suavemente, deitando-a na cama. Ela se deixava fazer tudo, olhando nos olhos dela, descobrindo experiências novas a cada momento
Sabrina foi subindo na cama e, delicadamente, se deitou ao longo dela, começando a beijar todo o pescoço e o rosto dela.
Sabrina estava em êxtase, com aquela mulher jovem e tão gostosa, mais do que imaginou que ela seria na cama, porque vestida já era radiante, mas agora, ao prender o corpo dela entre si e a cama, Sabrina tinha passado para um nível superior de tesão.
Ao mesmo tempo, a empregada de Ariana pousou na boca dela, mordiscando nervosamente e apressada, como se estivesse segurando os lábios e os suspiros de Ariana.
Mas logo Ariana teve seu primeiro orgasmo, que Sabrina percebeu pelo movimento da pélvis ao se contorcer debaixo dela, sorrindo e dizendo na hora:
— Love, obrigada pelo gozo, te quero, céu. Meu amor, te desejei desde o instante em que te conheci, e de alguma forma, em você, para sempre.

— E eu — foi a resposta de Ariana.

Cheirava bem, muito bem, pensou Sabrina logo.
Conquistei ela, mas de certa forma não sabia o que fazer: se amá-la, se contemplá-la nua, se beijá-la. Mas uma coisa Sabrina tinha certeza:
Nunca imaginou ter e possuir uma mulher assim, tanto de corpo quanto de mente, e dos olhos aos pés.
Ariana era uma mulher lindíssima, que mais do que amar, era para admirar.
Além disso, o perfume que exalava da buceta dela.
Suave e sugestivo, que sem hesitar Sabrina pegou com a boca, desesperada, os dois lábios da buceta de Ariana, que a fez impulsionar levemente para cima e, em seguida, se dedicou a introduzir suavemente a língua no canal.
Já descontrolada, com os gritos e os sons de prazer da jovem, o que a levou ao prazer supremo foi quando Sabrina introduziu pela primeira vez um dedo na buceta dela.
— Sou virgem, meu amor — disse Ariana —, mas toma cuidado se me penetrar com os dedos agora, vai me rasgar, tenho certeza disso, e love, muito nervosa.
E não sei se vai doer ou não, quero ser Toda sua, mas me prepara, Ariana termina dizendo para Sabrina.
Que em algum lugar do céu se encontrava para receber essas palavras de Ariana como dúvidas de seres extraordinários, misteriosos e de outra parte deste universo.
— Não se preocupa, céu — disse Sabrina —, love, não se preocupa.
— Sim — disse Ariana.
— E agora me faz gozar na sua boca, meu céu — disse Sabrina.

Sabrina se levanta, se ajustando ao longo do corpo de Ariana.
A buceta dela apontava um pouco acima da boca de Ariana, que começou timidamente a beijar a lateral da perna, ainda sem se atrever a se meter naquela mata de pelos crespos e pretos.
Sabrina, mais prática, se deixou cair sobre a boca dela e, pegando Ariana pela raba, a girou.
Agora as duas estavam de lado na cama, mas Ariana tinha na boca a buceta de Sabrina e começou devagar, depois enlouqueceu, beijando ela toda.
Ela praticamente comeu com os lábios, e depois, retribuindo o que Ariana devia ter sentido com a língua de Sabrina, fez o mesmo.

Sabrina, enquanto abafava os gemidos de Ariana na garganta, continuou penetrando ela e colocou mais um dedo. Os movimentos cada vez mais rápidos fizeram Ariana gozar de um jeito que ela mesma chamou de "brutal".
Enquanto Ariana voltava a si, Sabrina beijava seu pescoço e sussurrava palavras no ouvido, fazendo a excitação voltar.
Ela fez Ariana sentar na cama. Sabrina prendeu o clitóris com os lábios e começou a chupar para estimular. De vez em quando, Sabrina tirava a boca daquela buceta para respirar e se ajeitar melhor na cama.
Ariana não aguentava mais, tanto que agarrou a cabeça de Sabrina e empurrou para baixo.
Sabrina beijou e lambeu os lábios da buceta e, finalmente, a pedido de Ariana, enfiou a língua. Ariana gemia "in crescendo" conforme a língua de Sabrina entrava e saía. Quando estava prestes a ter o segundo orgasmo, Sabrina enfiou três dedos até o fundo, o que fez Ariana... Terminou de uma forma espetacular.
Os fluidos escorriam pelas coxas dela e Sabrina os saboreava com gosto.
Ariana estava exausta, sentando na cama apoiada na parede, custava a recuperar o fôlego.
Sabrina, docemente, acariciou o rosto dela e foi ao banheiro.
Ariana ainda estava recostada na parede.
Sabrina colocou a calcinha nela, abotoou a camisa e puxou o lençol para cobri-la. Ao sair de casa, pensou: "Que idiotice que eu fiz, se ela tinha que ir ao banheiro tomar banho", e levantou a mão para parar o ônibus que a levaria a San Justo, onde ficava a casa dela.

Capítulo II
Perto do fim

Na manhã seguinte, Ariana ligou por volta das dez da manhã no celular de Sabrina, mandando ela voltar lá pelas duas da tarde.
Não cabia àquela mulher trabalhar na casa de Ariana, mas ao sair, ontem à tarde, ao se despedir, tinha confiado a ela, ao beijá-la de novo antes de ir, que quando voltasse, traria um presente.
Ariana, para aquela tarde, se arrumou de manhã no salão, cortando o cabelo num lindo corte, além de depilar completamente a buceta, arrumar os pés e o corpo todo.
Ela se vestiu com uma túnica branca comprida até quase os pés, novamente sem sutiã nem calcinha naquela tarde, e ainda passou um perfume francês caro e gostoso do último passeio dela pela França. Tava realmente linda aquela mulher naquela tarde, quando começou a chover no momento em que Sabrina chamou pelo interfone.
Sabrina não disse nada, mas reparou como Ariana estava linda e mudada. Cumprimentou ela assim que fechou a porta com um beijo de língua, que Ariana praticamente aceitou, pegando a língua de Sabrina e enfiando na boca dela, enquanto brincava com os peitos da empregada.
Ariana passou os braços por cima dos ombros de Sabrina, porque não. perdeu tempo com conversas frívolas e foi direto ao ponto, levando-a para o andar de cima daquela casa onde ambas estavam conversando. Depois de um diálogo sem sentido, Ariana levou Sabrina ao banheiro e, mal fechou a porta, se jogou em cima dela.
Beijou-a desesperadamente, explorando com a língua toda a sua boca. Sabrina enfiou as mãos, subindo aquela túnica longa que ela usava, acariciando sua pussy por baixo da virilha.
Isso fez Ariana gemer e molhar os dedos de Sabrina.
Ao sentir isso, Sabrina, toda excitada, tirou a bata dela. Começou a beijar seu pescoço, depois desceu e parou nos seios nus, sem sutiã, começando a beijá-los e lambê-los.
Os mamilos de Ariana endureceram como nunca ela tinha sentido.
A mão de Sabrina, que continuava entre suas pernas, começou a estimular seu clitóris.
Ariana, super excitada, queria mais.
Sabrina enfiou dois dedos, provocando um gemido alto. Ao ouvir o grito dela, Sabrina subiu até sua boca e o beijo, mais aquele grito — mesmo que ninguém fosse ouvir — acendeu ainda mais sua tesão e morbidez.
Num instante, Ariana levou sua amante para o quarto. Sabrina, pela primeira vez, obedeceu, mas não sem ficar na dúvida de como seriam os próximos movimentos de Ariana.
Ariana foi até a gaveta do criado-mudo e tirou um consolo.
Era um aparelho que ela tinha comprado pela internet, de uns dezenove centímetros, prateado, liso na ponta (os primeiros 5 cm) e depois estriado. Tinha umas fitas para prender na cintura e assim imitava com total precisão o pau de um homem.
Levava uma pilha pequena e tinha um interruptor de ligar na parte de baixo. Caminhou até a cama onde Sabrina estava sentada e entregou a ela.
"As gozadas que você deve ter dado com isso", disse Sabrina ao colocá-lo.
"Ah, gata", disse Sabrina, "nunca imaginei que você guardasse esse brinquedinho."
E completou, love: "Olhando você assim, nua, vejo que é... perfeito pra sua bucetinha pequena, porque não é grande coisa.
Dito isso, ela colocou o vibrador na boca e começou a meter e tirar como se estivesse chupando um pau.
Ariana começou a rir.
Ela tirou o vibrador da boca e ligou.
Sabrina só estava de calcinha e tinha tirado o sutiã, mas Ariana percebeu que os peitos dela, assim como os de Sabrina, estavam duríssimos, e ela também tinha tirado o excesso de pelos na pussy, porque dava pra ver que ainda tinha marcas disso.
Depois de ajustar a cinta do consolo no corpo, ela pegou o consolo e me perguntou:
Você tem algum creme hidratante, pra não doer, embora eu sinta que a Ariana já usou bastante.
Eu me deitei de costas, abrindo minhas pernas.
Sabrina se ajoelhou entre minhas pernas e começou a acariciar a parte interna das minhas coxas. Eu tremia a cada toque das mãos macias dela. Ela pegou o consolo e começou a passar pra cima e pra baixo nos meus lábios, enfiando só a ponta dentro da minha pussy no momento em que ligou.
Consegui sentir o formigamento vibrante por toda a minha pussy, que continuava derramando seus sucos.
Devagar, ela subiu o vibrador até que a ponta estivesse bem em cima do meu clitóris, o que me deixava louca de prazer.
Aí senti ela enfiar dois dedos dentro da minha pussy e acariciar minhas paredes vaginais.
Depois, deslizou um dedo até a entrada do meu cu e massageou com movimentos circulares, enfiando lentamente dentro de mim.
Eu sentia meu buraquinho se esticar.
Você gosta? Sabrina perguntou.
Adoro... Enfia o consolo em mim...
Sabrina passou um pouco de creme na minha bunda e começou a massagear com o consolo, que ia abrindo caminho dentro do meu cu.
No começo doeu bastante, realmente ardia cada vez que entrava e saía, mas aos poucos essa sensação deu lugar a outra muito mais gostosa.
De repente, senti a boca da Sabrina na minha pussy. Não podia acreditar enquanto ele me arrebentava a buceta, tava me chupando a buceta! Foi alucinante. A língua dele brincava com meu clitóris enquanto o vibrador se enfiava no fundo do meu cu e eu explodia de prazer...
Comecei a gritar, enlouquecida, delirando, sentindo um orgasmo espetacular vindo sobre mim que sacudiu meu corpo inteiro.
Fiquei tonta de como acabei...
Realmente foi um orgasmo inesquecível.

Epílogo
O relacionamento entre as duas mulheres durou mais de dez meses, até que um dia Ariana recebe uma resposta a uma simples pergunta: se Sabrina estava grávida porque seu corpo estava mudando.
— Tô grávida, sim — disse Ariana.
Foi naquela tarde uma confissão de Sabrina que Ariana aceitou em silêncio e logo depois se virou (ambas estavam peladas na cama) exigindo que Sabrina fosse embora daquela casa, para sempre.
E assim foi.

Gustavo Gabriel
Julho de 2015.
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Os dados de serem reais (esta história), assim como seus nomes e empregos, além das circunstâncias desse romance, foram modificados e imaginados pelo autor.

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