PARTE 2Na manhã seguinte, acordei com o canto dos passarinhos, olhei o relógio e já eram quase onze da manhã. Levantei, me vesti e, ao dar uma volta pela casa, percebi que minha avó tinha ido embora. Sorrindo sozinho, comentei comigo mesmo:
“Que estranho ela ter ido sem me dar um beijo de despedida.”
Na verdade, eu já estava começando a curtir tudo aquilo.
Lá pelas duas da tarde, ouvi o carro da minha avó chegando. Rapidamente, fui pro meu quarto, porque sabia exatamente o que ia rolar — certos tipos de gente são bem previsíveis.
Ela subiu as escadas fazendo barulho, entrou no meu quarto como uma fera e, num tom desafiador, me jogou um envelope na cara. Bem tranquilo, peguei o envelope e, devagar, abri ele. Dentro, tinha uma passagem de ônibus pra voltar pra minha casa, naquele mesmo dia, às 4 da tarde. Quando olhei pra ela, ela me esculachou:
“Pega todas as suas coisas e some daqui. Você é um degenerado... Um porco imundo.”
Calmamente, com a voz bem pausada, respondi:
“Ahhh... Que coincidência... Eu também tenho um envelope pra você.”
Enquanto falava isso, tirei um envelope de papel manilha que estava escondido debaixo do travesseiro e joguei ele aos pés da cama, onde ela pôde ver claramente que estava endereçado, em letras grandes e pretas, para o endereço do meu avô na cidade.
Ao ler o endereço no envelope, ela começou a tremer igual uma folha, entrando num estado de terror que já estava ficando bem familiar pra mim. Minha avó sabia com quem estava lidando, e que essa novidade, com certeza, significaria mais problemas pra ela.
Com a mão trêmula, pegou o envelope, que era bem grande, abriu a aba e tirou o conteúdo. Quando viu, ficou tão apavorada que, se eu não tivesse segurado ela pelo braço, teria caído de cara no chão. Levei ela até a única cadeira que tinha no meu quarto, onde ela se sentou pesadamente. Depois de alguns segundos, ela olhou de novo. O que ela tinha na mão não era nada mais que uma foto linda, brilhante e nítida, colorida, de uma mulher de 65 anos apertando com força um pau. Também dava pra ver claramente um jato de porra saindo do furinho daquele pau, batendo no lábio inferior da boca dela, e ainda dava pra ver respingos grandes de porra branca no pescoço e nas bochechas dela. Era óbvio que a foto tinha sido tirada bem no momento em que estavam gozando na boca dela, enquanto ela chupava.
Na foto, claro, dava pra reconhecer ela perfeitamente, e também dava pra ver que o dono daquele pau era um garoto bem novinho, que mesmo não aparecendo, eu sabia que era EU.
Foi por isso que, ontem quando eu tava gozando, me forcei a ficar sentado e apertei o botão do controle remoto da câmera. Queria uma imagem clara, pra qualquer um ver, de que minha avó tava me chupando, mas sem que pudessem me identificar.
Tudo tinha saído perfeito, o tempo que perdi preparando a câmera, ajustando o foco, enquadrando a imagem, achando a melhor posição perto da janela pra ter uma boa luz do sol, tinha valido a pena.
Das duas fotos que tirei, essa era a que mais incriminava ela.
Quando minha avó reagiu um pouco, rápido e violentamente rasgou a foto, e gritou pra mim:
"Seu porco... Essa foto você tirou de mim."
Procurei de novo debaixo do meu travesseiro e peguei mais três envelopes, que mostrei pra ela dizendo:
"Bom... então você também devia rasgar todos esses."
Li os nomes das pessoas pra quem eram endereçados: um era pro meu avô (lógico, uma cópia), outro pra minha mãe (o que continuaria espalhando o choque na família), e o último pro delegado da cidadezinha dela.
Minha avó parecia estar em animação suspensa, num transe que deixou ela completamente imóvel.
"E claro, tenho todas as cópias que possam ser necessárias."
Completei. imediatamente, pra que ela processasse tudo na cabecinha dela.
Ela me implorou:
“Por favor, Jorginho, não faz isso comigo.”
Pensativo, eu disse:
“Bom... já que você tocou nesse assunto........”
Completamente histérica, ela me perguntou:
“O que você quer de mim?..... o quê?...... o quê?....”
Aí percebi que precisava lidar com a situação um pouco mais calmo, pra não deixar tudo sair do controle e meu plano ir pro caralho. Então, com a voz mais calma e tranquila que consegui, falei:
“Lembra que ontem você me pelou? Então, hoje eu quero devolver o favor e te pelar também.”
“Quê.... Nãooo.... eu sou sua avó... você não pode me ver pelada.”
Ela protestou, e eu rebati:
“As coisas são do meu jeito, como eu mando, ou senão eu mando as fotos.”
“Vou dizer que você me forçou e me estuprou.... aí você vai se foder todo.”
Ela respondeu na hora, e tive que dar o braço a torcer pela reação rápida dela.
A parada não ia ser tão fácil quanto ela pensava.
Peguei meu gravadorzinho e fiz tocar a fita que tinha colocado nele. Aí, no quarto, começou a sair a voz da minha avó elogiando e babando ovo sobre como era bom me chupar.
Foi aí que confessei pra minha avó que ainda tinha outra cópia da fita que ela tinha tomado de mim ontem, além da carta que eu ia mandar pro Pastor.
Antes que ela reagisse, falei com voz baixa e um tom meio de tédio:
“Tira as sandálias, vem cá.... e fica na minha frente:”
Depois de dar a ordem, sentei na cama. Minha avó, devagar, levantou da cadeira, tirou as sandálias, deixando os pés nus, e veio na minha direção, toda confusa.
Ela tava vestindo uma blusa azul de manga curta, bem larga, como era de costume. Além disso, tava de short azul escuro, com um botão na cintura por cima do zíper, e sem cinto. chegar na minha frente, com você bem baixinho e suave, me disse:
"Jorge, por favor, não faz isso comigo..........Te imploro..........Não faz....."
Não respondi, tava completamente absorto nas minhas maquinações e num estado emocional indescritível de êxtase, pensando que tava prestes a despir minha própria avó.
Puxei a blusa pra cima, perto da cintura dela, e devagarzinho tirei da parte da frente do short dela. Respirei fundo e depois puxei ela toda pra fora.
Uauuuu......de novo meu nariz sentia aquele perfume lindo que ela exalava.
A blusa tinha 5 botões, que comecei a desabotoar de baixo pra cima.
Quando terminei o segundo, pude ver o umbigo dela, numa barriga completamente lisa e bronzeada.
O próximo me deixou ver a parte de baixo do sutiã dela. Quando terminei de desabotoar tudo, passei a blusa pra trás, por cima dos ombros dela, e deslizei pra baixo pelos braços.
O que ficou na minha vista me arrasou, não tava preparado pra isso. Minha avó tinha um corpo magnífico, e não era de uma velha, era de uma mulher gostosa.
O sutiã dela era semi transparente, enfeitado com rendinhas, mas não dava pra ver claramente através dele. O que me deixou de boca aberta foi o tamanho, e os peitos dela enchiam ele completamente.
Levei minha mão pro botão do short dela, mas quando peguei, a mão dela segurou a minha e ao mesmo tempo ela implorava:
"Por favor, Jorginho, não continua com isso."
Eu tava determinado a levar meu plano até o fim. Então, soltando a mão dela, desabotoei o botão e deslizei o zíper pra baixo até o fim, sentindo um "zzzzzzzzzzzz" satisfatório.
Com o short desabotoado e o zíper aberto, pude ver a parte de cima da calcinha azul clara dela e as marquinhas vermelhas que a pressão do elástico do short deixou na cintura dela.
Agora quem parecia estar num transe era eu. Puxei devagarzinho O short desceu, e quando chegou abaixo do quadril, caiu sozinho nos pés dela.
Com a voz suave, ordenei:
“Tira e chuta pra um lado”
Não podia acreditar, ali estava ela, minha avó, só de sutiã e calcinha.
Pra minha surpresa, minha avó não usava aquelas calcinhas enormes de algodão branco. A que ela vestia, mesmo não sendo do tipo fio-dental, era pequena e totalmente cavada até acima do quadril, o que destacava de forma extraordinária as pernas longas e lindas, morenas e torradas. A calcinha era toda rendada, com um desenho de motivos atraentes, que deixava ver pedacinhos da pele branca e delicada. O elástico da cintura e a borda das pernas tinham um enfeite de renda fina e muito graciosa.
Quando me toquei, ordenei:
“Vira”
De forma resignada, submissa e meio cambaleante, ela obedeceu.
De costas pra mim, procurei os quatro colchetes do sutiã, e foi aí que encontrei uma etiqueta que dizia “120”. Quando li, quase gozei nas calças ali mesmo, não podia acreditar no que via e ao mesmo tempo repetia sem parar 120... 120... 120cm...
Antes de começar meu trabalho com o sutiã, percebi que tinha que estar pronto pra tudo que podia rolar com minha avó por causa das minhas próximas ações.
Por causa dessa possibilidade, em menos de 5 segundos me despi completamente sem ela perceber, ficando pelado como vim ao mundo. Enquanto eu fazia isso, minha avó olhava pra janela, onde o sol batia, completamente absorta nos pensamentos dela, e com certeza muito preocupada com a situação.
Feito isso, voltei à carga com o primeiro colchete do sutiã. Quando sentiu o contato dos meus dedos no corpo dela, minha avó estremeceu, como se tivessem encostado um cubo de gelo nas costas dela. Passei o dedo indicador por baixo da alça. e com a ajuda dos polegares sobre ele, o primeiro broche se soltou facilmente, sem que a mulher na minha frente dissesse uma palavra, ela parecia estar grogue.
Fui repetindo o processo, uma vez, duas vezes e finalmente pela terceira vez, com o que o sutiã ficou completamente solto. Suavemente coloquei meus dedos por baixo das alças, deslizei elas por cima dos ombros e depois desci pelos braços dela. Para minha surpresa, elas não caíram como eu esperava; minha avó, num último gesto de pudor, estava segurando elas com as duas mãos na frente. Ao ver isso, ordenei com voz firme:
“Deixa cair, já... agora mesmo!”
Ela obedeceu minha ordem e afastou as mãos dos seios agora nus.
Pelo que eu podia ver por trás, eram fantásticos. Eles estavam um pouco caídos, abaixo do tórax dela, mas bem longe do umbigo, e tinham uma forma muito harmoniosa.
Onde os peitos nasciam no peito, eram um pouco estreitos, mas a partir dali se expandiam como dois balões. Da minha posição, dava pra ver umas marcas brancas finas debaixo do peito esquerdo.
Falando em brancura, minha avó tinha marcas de sol na pele que criavam um contraste enorme entre as áreas, por causa daquele tom branco rosado lindo que a parte que não via sol tinha. Com certeza ela nadava todo dia com um biquíni, porque os peitos eram muito mais brancos que o resto das costas, exceto pela marca que atravessava as costas, que devia ser a alça da parte de cima do biquíni.
Naquele momento passou pela minha cabeça uma sensação de vergonha, mas não posso afirmar.
Como eu estava na vantagem, precisava agir rápido, mas sem deixar ela se virar, porque senão ela ia se assustar ao me ver pelado e com a ereção foda do meu pau, que parecia uma rocha.
Continuando com meu plano, peguei com os polegares por trás, a elástico da calcinha dela.
Ao fazer isso, as mãos dela imediatamente seguraram as minhas, apertando desesperadamente com uma força incrível, e enquanto fazia isso, ela gritou desesperada:
“Nãooo Jorginho, isso não pode acontecer. Você não pode me ver nua, sou sua avó!”
“Tira suas mãos daí ou as coisas podem ficar desagradáveis pra você.”
Isso foi tudo que precisei dizer. Ela soltou minhas mãos devagar, me permitindo puxar a calcinha dela para baixo. Ela deslizou da cintura dela, revelando umas nádegas lindas, surpreendentemente torneadas e firmes. Quando passou do quadril, a calcinha caiu livre no chão.
Pra minha total surpresa, minha avó, sem eu falar nada, tirou ela dos pés e chutou pro lado onde o short dela tinha ficado antes.
O cenário na minha frente me deixou sem fôlego, quase não conseguia respirar. A bunda dela era ainda mais branca que o cabelo dela e contrastava lindamente com o tom moreno do resto da pele.
Ela ficou parada como uma estátua. A cabeça dela estava inclinada pra baixo e os ombros completamente caídos pra frente. Eu, por outro lado, não acreditava na situação que tava vivendo: tinha minha avó completamente nua na minha frente e totalmente à minha disposição, se eu soubesse mexer os pauzinhos direito.
Depois de alguns instantes, que eu aproveitei pra me recompor um pouco, falei suavemente:
“Fecha os olhos e vira.”
Devagar e bem lentamente, ela começou a girar nos pés, o que me deixou admirar aos poucos todo o perfil dela, antes de ficarmos cara a cara.
A figura dela era magnífica, linda. O corpo dela era firme, cheio de curvas e ao mesmo tempo muito proporcionado, não devendo nada pra alguém muito mais jovem.
Os peitos dela eram esplendorosos, com uns mamilos de um centímetro e meio de tamanho, por outro de altura. Rodeados por uma auréola de quase 5cm de diâmetro, cor rosa claro.
Quando ela Eu já estava bem na frente dela, pude ver a buceta dela. Já tinha ouvido falar que velhinhas têm os pelos ralos por ali, mas não era o caso da minha avó. A dela era cheia e gostosa, com um tom castanho claro, quase puxando pro branco.
Quando terminou de girar, ordenei:
“Abre os olhos agora”
Ela obedeceu, e quase desabou de novo com o que viu na frente dela.
Eu estava parado na frente dela, completamente pelado, com meu pau duro pra caralho, parecendo que ia explodir a qualquer momento.
Quando me viu assim, ela gritou:
“Nãoooo.... Tu e eu não podemos ficar pelados juntos no mesmo quarto”
Depois do grito, toda transtornada, apoiou uma mão na cama e sentou, cobrindo os olhos com as mãos, completamente destruída.
Sem dar tempo pra ela reagir, sentei do lado dela, baixei a cabeça e comecei a chupar o mamilo direito dela.
Com isso, horrorizada, ela exclamou:
“Nãooooo!.... você não pode fazer isso... sou sua avó!”
Com as mãos, ela me afastou do peito que eu tava mamando, e quando meus lábios foram forçados a soltar o mamilo dela, fez um barulho estranho, tipo abrir uma garrafa.
Enquanto isso, ela continuava repetindo:
“Nãoooo..... Nãoooo!”
Com uma força inesperada, que parecia ter recuperado de repente.
Sem me importar com o que ela dizia, peguei ela pelo braço, no cotovelo, e puxei pra cima. Ao mesmo tempo, ordenei bem bravo:
“Levanta e fica na minha frente”
Ela se levantou, virou e ficou na minha frente. Agora os peitos pesados e gostosos dela pendiam gloriosamente na minha frente, a milímetros do meu rosto.
Pela primeira vez, estendi as mãos e peguei o peito esquerdo dela, com a mão aberta por baixo, levantando devagar como se estivesse pesando.
“Para, neném, para agora!”
Ela tentou falar com uma voz autoritária, que naquela altura já soava meio ridícula. Eu respondi:
“Fica quieta, ou quer que eu mande todas essas fotos?"
Ela não respondeu, já estava completamente dominada. Confirmando isso, me inclinei pra frente e coloquei aquele delicioso mamilo de novo na minha boca, começando a chupar devagar. Depois de um tempinho, comecei a acariciar com a língua, fazendo círculos em volta, enquanto chupava com toda a vontade.
Pra minha surpresa, apesar de tudo que eu tava fazendo, não tive resposta nenhuma dele — continuava completamente mole, como se nada estivesse acontecendo. Olhei pro rosto dela, os olhos fechados e a mandíbula toda tensa, então falei:
"Relaxa... Você tem que aproveitar tudo isso."
Quando ouviu isso, ela abriu os olhos e respondeu, gritando com uma voz cheia de desprezo:
"Aproveitar... Você acha que eu sempre aproveito essas nojeiras? Seu avô já aprendeu faz tempo que não sinto nada com meus peitos. Ele me estuprou uma vez e, como consequência, nasceu sua mãe. Desprezo tudo isso, assim como desprezo você."
Diante dessa resposta, perguntei:
"E a carta pro Pastor, onde você contava tudo que tinha feito com ele?"
"Foram só fantasias minhas, escritas há 20 anos, num momento de fraqueza, quando eu tava afundada em solidão e frustração. Ele não sabe de nada disso."
Naquele instante, entendi a realidade da situação: minha avó era uma mulher frígida e praticamente virgem.
Pra esclarecer mais a situação, continuei interrogando:
"E o boquete que você me fez ontem?"
"Posso te garantir com toda certeza... que foi a primeira e última vez que fiz algo tão vil e tão contra a vontade. Nunca vou esquecer que você me obrigou a fazer isso, e principalmente, usando minha boca."
Ela respondeu, me empurrando de novo pra trás.
Sem dar bola, voltei ao ataque, comecei a beijar os peitos dela, depois desci um pouco e beijei a barriga, continuei descendo e enfiei minha língua. no seu umbigo, como se eu estivesse comendo ela por ali. Quando quis continuar descendo com meus beijos, e estava com meus lábios na altura da região dos pelos pubianos dela, ela soltou a seguinte frase:
“Pare!.....Não posso permitir isso”
“Você não está em posição de permitir ou dizer nada”
Respondi com o mesmo tom de voz, ao mesmo tempo em que me levantava da cama e, pegando ela pelo braço, a fiz girar sobre si mesma e a empurrei para o meio da cama, onde ela caiu completamente estirada. A reação dela foi se levantar imediatamente, apoiando-se nos cotovelos, mas eu já tinha subido na cama também, me posicionando rapidamente entre os joelhos dela, de onde, enquanto abaixava a cabeça para colocá-la entre aquelas lindas, longas, torneadas e morenas pernas, falei com uma voz bem suave:
“Você usou sua boca em mim, agora vou te devolver o favor”
Quando minha boca fez contato com a região pubiana dela, ela me disse com uma voz de raiva, como se fosse um sussurro:
“Por favor!.....Pare!”
Ignorei completamente o pedido dela, e com a língua comecei a afastar os pelos grossos que cobriam os lábios da buceta gostosa dela, me permitindo assim ter uma visão linda da vulva dela. O gosto que ficava na minha boca tinha um toque de sabão e era meio salgado.
Não podia acreditar..... Eu estava chupando a bocetinha da minha própria avó. Só de pensar nisso, fiquei ainda mais excitado, se é que isso era possível, e aumentou ainda mais minha determinação de terminar o que tinha começado.
Com minha língua, fui explorando toda a região mais íntima dela, enfiei o máximo que pude na buceta dela, como se estivesse fodendo ela, e por último me concentrei no clitóris dela, que tinha o tamanho de um morango grande, mas estava mole e não se destacava muito.
Depois de me dedicar arduamente a essa tarefa tão prazerosa, levantei novamente os olhos para ver o que estava acontecendo no rosto da minha avó. Ela tinha colocado um braço sobre os olhos dela. Parecia estar completamente isolada do mundo e de qualquer sensação, era inescrutável.
Ela tinha permanecido frígida por todos aqueles anos e eu sentia que agora tinha uma boa chance de reverter isso. Instintivamente percebi que não podia pressioná-la o suficiente, só brincando com o clitóris flácido dela, para que ela despertasse sexualmente... pelo menos, se para isso eu usasse apenas minha boca.
Tentei dedilhar a buceta dela, e a encontrei completamente seca.
Isso tinha solução, pois como tinha ouvido dizer que podia acontecer com as mais veteranas, e a solução era ajudá-las na lubrificação, quando fiz minhas compras na cidade, entre outras coisas, comprei um tubo de gel lubrificante íntimo.
Sem parar de acariciar o clitóris dela com minha língua, usando uma das minhas mãos, procurei debaixo da cama, onde tinha deixado antes, caso precisasse, o tubo de gel já aberto. Peguei ele e o coloquei na entrada da buceta dela, pressionando-o suavemente contra a vulva, o que me permitiu mandar um bom jato de gel lá dentro. Feito isso, passei gel também nos lábios da periquita dela.
Ela não deu nenhum sinal de sentir algo, parecia estar completamente anestesiada física e emocionalmente.
Terminada minha tarefa com o gel, coloquei ele de novo debaixo da cama, e virando sobre mim mesmo, me deitei ao lado dela, do lado direito, ficando de barriga pra cima, com meu pau, que parecia um mastro, apontando pro teto.
Tirei o braço dela de cima dos olhos e, apontando pro meu cacete, ordenei:
"Bom... monta em mim e enfia ele."
Os olhos da minha avó, diante do horror que minha ordem causava, se abriram como dois pratos, e ela implorou:
"Nãooooo!... Isso não, nãoooo!... Mas Jorginho... acabei de te falar que só fiz isso uma vez... e foi há quase 40 anos."
Cruzei minha mão esquerda por cima do corpo trêmulo dela, e pegando no braço direito, puxei devagar e com cuidado, mas firmemente. Isso a obrigou, devagar, a se ajoelhar na cama, quase sem oferecer resistência.
Quando já estava forçando ela a se colocar por cima de mim, ela teve uma última reação e me disse num tom de súplica:
“Olha, vou fazer o mesmo que te fiz ontem. Olha...”
Ao terminar de dizer essas palavras, ela se inclinou sobre minha virilha e enfiou meu pau de arame na boca, começando a me chupar de um jeito entusiasmado e participativo. Ela estava me mamando maravilhosamente bem, subindo e descendo a cabeça para engolir o máximo, apertando forte com os lábios ao mesmo tempo. Simultaneamente, com a mão direita, ela agarrou meu pau com força e começou a masturbar ele, num movimento de sobe e desce por todo o meu membro.
Não podia acreditar como estava gostando, tanto por vê-la completamente nua quanto pela mamada foda que ela estava me dando, tudo isso me fez soltar um gemido forte:
“Ooooooooohhhhhhh...”
Ainda no meio do meu tesão e prazer, percebi que ela estava fazendo isso como um grande sacrifício para tentar escapar do último ato do meu plano maestro.
Mas não era isso que passava pela minha cabeça, porque eu já tinha ido longe demais com ela e não ia perder tudo que ganhei por esse momento de tesão que ela estava me dando, se o prêmio podia ser muito maior.
Com essa determinação, tirei a mão e a boca dela do meu pau. Ao fazer isso, vi que um fio do meu líquido pré-seminal escorria pelo canto dos lábios dela.
Novamente comecei a puxar ela para que subisse em cima de mim, o que ela fez, mas ficou de novo ao meu lado, de joelhos, com as pernas fechadas.
Ao ver a recusa dela em obedecer minha ordem, fiquei puto e gritei:
“Monta em mim... monta logo... ou juro que levanto, me visto e vou despachar esses envelopes, e você vai se meter em problemas que nunca imaginou!”
Diante da minha ordem furiosa, ela reagiu passando muito lentamente a perna Perna por cima do meu quadril, enquanto me implorava, num sussurro baixinho, completamente chocada:
“Jorginho, por favor... não me faz fazer isso”
Quando terminou de passar a perna por cima de mim, ficou com um joelho de cada lado do meu quadril, com meu pau, que estava duro como pedra, quase roçando a virilha dela e apontando pra entrada da sua bucetinha. Segurei ela suavemente pela cintura e comecei a puxar ela devagarinho pra mim, descendo. Aos poucos, fui fazendo a virilha dela descer, até sentir a cabeça do meu pau roçar nos pelinhos enrolados dela. Quando ela sentiu meu toque, reagiu na hora, apoiando as duas mãos no meu peito, tentando resistir pra eu não continuar puxando ela pra baixo.
Na nova posição que ela assumiu, ao fazer isso, os peitos dela ficaram balançando livremente a centímetros dos meus olhos extasiados. A pele na região onde eles nasciam no peito dela tinha se esticado e formado dois cilindros perfeitos de uns poucos centímetros de comprimento, que depois inflavam como balões e viravam dois melões lindos, coroados com uns mamilos admiráveis.
Parei de me deliciar com o espetáculo que minha avó estava me dando e levantei um pouco meu quadril na direção do dela, investindo assim contra aquela buceta perfeitamente lubrificada. Com esse avanço, ela conseguiu recuar. Segurei ela com mais força e tentei de novo, mas ela se mexeu de novo, girando o corpo dessa vez, de um jeito que desviou meu pau da trajetória e me fez falhar de novo no meu objetivo.
Completamente frustrado, reclamei:
“Você tem que me ajudar agora mesmo e enfiar logo!”
O jeito que falei, ou a expressão da minha voz, deve ter impressionado ela pra caralho, porque minha avó levou a mão direita pra trás dela e, pegando meu pau, que tava prestes a explodir, por baixo do corpo dela, guiou ele até colocar na entrada da buceta dela, que já tava perfeitamente lubrificada pelo tesão. gel.
Ao mesmo tempo, choramingando, ela pedia:
“Nããão..... Nããão..... Jorgito”
“Desce em cima de mim e enfia!” eu disse.
Devagarzinho, cumprindo minha ordem, ela começou a mexer o quadril pra baixo. Foi então que, com a cabeça do meu pau, comecei a sentir que estava entrando num canal meio lubrificado, mas muito quente e muito apertado. Depois, essa sensação se espalhou por todo o meu membro duro, e aí entendi que a cabeça do meu pau estava completamente enterrada dentro daquela velhinha magnífica de 65 anos.
Ela se levantou um pouco e desceu de novo, cravando mais alguns centímetros do meu pau. Repetiu esse movimento mais quatro vezes. Eu gemia a cada movimento dela, que ia fazendo com que meu pau finalmente entrasse completamente dentro da minha avó.
Finalmente, eu tinha realizado meus sonhos, e minha carne preenchia todo o buraco dela. A buceta dela era terrivelmente apertada, mas, por sorte, a quantidade de gel lubrificante que eu tinha usado nela me permitiu cumprir meu objetivo e penetrá-la sem problemas.
Ao sentir que o canal da minha avozinha apertava meu pau como um espartilho e ainda parecia irradiar fogo de tão quente que era por dentro, comecei a bombar lá dentro, subindo e descendo meu quadril.
O que eu estava sentindo era indescritível, o que me fez gemer de novo de prazer.
“Aaaaaaaiiiiiii!”
E ela respondeu:
“É... continua com isso, seu bastardo nojento.”
Percebi que tinha conseguido mais uma vitória: ela já tinha aceitado que eu não ia parar até gozar dentro dela.
Mesmo assim, não notei nenhuma reação nela. O corpo magnífico dela estava ali, como uma estátua, fria e sem emoção, vai saber onde estavam os pensamentos dela. Nessa altura, se eu não fizesse algo rápido, com tudo que eu estava fazendo e sentindo, logo eu gozaria e ela continuaria sem reagir.
Pra tentar fazê-la entrar no jogo, comecei a testar diferentes movimentos e ângulos nas minhas... penetrações.
De repente, ela soltou como um grunhido:
“Aaahhh”
Só por um instante, depois tudo continuou igual.
Fiquei pensando no que tinha feito para despertar nela aquela expressão de prazer, então comecei a tentar repetir pra ver se conseguia o mesmo efeito, mas não conseguia nada.
Até que, num determinado momento, escapou dos lábios dela outro:
“Aaahhh”.... “Aaahhh”
Eureca.... já sabia o que tinha causado, ela reagia assim quando eu pressionava o clitóris dela com minha virilha. Pra verificar de novo, me levantei com os joelhos e, com a virilha, empurrei e esfreguei forte o clitóris dela. Dos lábios dela escapou, sem querer, outro:
“¡Aaaaaaaahhhhhh!”
Confirmada minha suspeita, aumentei a pressão e a velocidade com que fazia isso, e ela respondia a cada roçada:
“Aaahhh”.... “Aaahhh”.... “Aaahhh”.... “Aaahhh”.... “Aaahhh”
Vendo como ela estava reagindo, levantei a cabeça e, com minha boca, peguei um daqueles mamilos que balançavam na minha frente e comecei a chupar. Dessa vez, diferente da anterior, ele cresceu como um dedal e ficou duro como pedra, e foi quando ela, ofegante, exclamou:
“Nãoooo!... Isso não pode estar acontecendo, você é meu neto”
Então, usando as pernas de novo, aumentei ainda mais a pressão que estava fazendo naquela zona erógena que tinha descoberto na minha avó, pra dar a ela prazeres inexplorados e nunca sentidos por ela.
Ela gemeu forte então.......
“Oooooooooooohhhhhhhh!”
Eu respondi acelerando ainda mais meu ritmo, então ela ficou olhando pro teto, com o corpo todo tenso, porque, mesmo parada, uma vibração forte percorria o corpo dela. Continuei pressionando, com toda a força possível, minha virilha contra o clitóris dela e esfregava uma e outra vez.
O que fez com que, no meio de um choro, ela exclamasse:
“Aaaaaaah!.... Nãoooooo!.... Você tá me dando......dando........Ahhhh!.... Ahhhh!..... Tô Você tá gozando, Jorginho!... JORGEEE!... TÔ GOZANDO!... AAAAHHHHHGGGGG...”
E terminou soltando uma baita quantidade de ar pela boca.
Quarenta anos de frustração foram deixados pra trás pela minha avó, e a chave pra conseguir isso foi meu pau.
Não conseguia acreditar, tinha minha avó montada em mim, e acabei de dar o primeiro orgasmo de toda a vida longa dela. Na gozada, da buceta da minha avó começou a sair todo o fluido vaginal dela, que caiu em cima de mim, como se fosse uma cachoeira, parecia que ela tinha mijado em cima de mim. Quando ela tava uns 30 segundos nesse estado de semi-inconsciência, não aguentei mais, senti como se tivesse um vulcão nas minhas bolas e ele decidisse entrar em erupção.
No meio de um gemido terrível, eu disse:
“Ohhhhhhhh!... Vou gozar!... Vou gozarrrrr!...”
Surpreso, ouvi minha avó dizer:
“Jorge, não... Não pode gozar dentro de mim, não podemos fazer isso... Eu sou sua avó e isso seria incesto.”
Bem quando ela terminou de falar isso, saiu do meu pau um jato monstruoso de esperma quente, que inundou cada milímetro quadrado do útero dela, assim como os outros dois que vieram depois do primeiro. A quantidade de porra que injetei na minha avó foi impressionante, na minha vida nunca tinha gozado uma quantidade igual, nem chegava perto da metade do que tinha acabado de soltar. Quando tava gozando, escapou um uivo de mim:
“Aaaaaaaaaaggggghhhh!”
Aí algo estranho aconteceu, quando minha avó sentiu aquele rio de esperma quente correndo por dentro dela, chegando em todos os cantos das partes mais íntimas dela, alguma ideia perversa ou obscena, com certeza motivada pelo tabu do que tava fazendo, fez ela exclamar:
“Oooohhh, nãoooo... ahhhhhhgggggg... aaaaahhhhhhgggggg... de novo... de novo... DE NOVO... TÔ GOZANDO!”
Antes, antes dela chegar e começar tudo que contei, eu tinha virado o espelho da cômoda, de um jeito que dava pra observar de outro ângulo. toda a ação que rolou na cama.
O que vi no vídeo confirmou que meu plano tinha dado certo direitinho. Mostrava o perfil da minha avó inclinada pra frente, destacando a bunda dela, ainda sem pegar sol, com aquelas nádegas lindas subindo e descendo num ritmo infernal no meu pau, enfiando sem dó e me dando uma fodida violenta, como se a vida dela dependesse daquilo.
Sentir o esperma quente do neto dentro dela tinha desencadeado um orgasmo monstruoso na minha avó, que continuou por mais um minuto depois que eu gozei, dando pra nós dois um prazer sem igual.
Quando terminei de gozar, ela caiu em cima de mim, como se tivesse desmaiado, e nós dois dormimos, completamente exaustos do esforço.
Quando acordei, meu pau murcho ainda estava dentro daquela mulher gostosa e suada que estava em cima de mim. Olhei pro canto do quarto e vi uma luzinha vermelha piscando. Era minha câmera de vídeo, que eu tinha posicionado perfeitamente e que tinha gravado todo o ato sexual que eu e minha avó tínhamos feito. Essa fita ia me permitir, no futuro, curtir revivendo os momentos passados ou talvez encontrar outro uso pra ela.
Dei uma olhada no despertador da mesa de cabeceira e pensei, sorrindo: "Perdi o ônibus que ia me levar pra casa." Não queria nem saber o que a desgraçada da minha mãe devia estar pensando, enquanto me esperava na Rodoviária.
Na mesma hora, falei comigo mesmo: "Espera aí, aposto que devem ser bem interessantes os livros 'extras' que a minha mãe tem pra apresentar pra Receita Federal"; tenho certeza que ela faria *qualquer coisa* pra evitar que eles caíssem nas mãos dos fiscais...
Quem sabe o Jorginho "O Chantagista" não vai ter uma nova aventura.
Minha avó estava dormindo profundamente, mas a nova ideia de poder comer a minha mãe deu vida nova pro meu pau, que que tinha ficado completamente a todo vapor, duro como uma rocha.
Sentir minha ferramenta dentro dela de novo, pronta pra trabalhar, acordou minha avó, que ao me olhar, seus olhos ficaram incrédulos e ela disse:
“Ah... Não... não era um sonho!”
Me levantei um pouco e procurei seus lábios pra dar nosso primeiro beijo. Ela resistiu no começo, mas depois foi cedendo e consegui enfiar toda minha língua na boca dela, enrolando a minha com a dela, engolindo a saliva um do outro. Coloquei meus braços em volta dela, abraçando com força, e fiz a gente girar na cama, ficando eu por cima dela. Quando parei de beijá-la e tirei minha boca dos lábios dela, ela soltou um suspiro profundo.
Nessa posição, comecei a bombar com meu pau, enfiando e tirando da buceta dessa mulher maravilhosamente gostosa de 65 anos. Ela me empurrou bem de leve, colocando as mãos no meu peito, mas ao mesmo tempo senti que com as pernas compridas e bronzeadas dela, ela me envolvia por cima da minha bunda. Ela tava me oferecendo a buceta dela completamente aberta, e instintivamente procurando o ângulo certo pra ter o melhor contato do clitóris dela com minha virilha.
“Ah, por favor, Jorginho... eu preciso de você desesperadamente...”
Ela disse, completamente entregue pra mim.
FIM
“Que estranho ela ter ido sem me dar um beijo de despedida.”
Na verdade, eu já estava começando a curtir tudo aquilo.
Lá pelas duas da tarde, ouvi o carro da minha avó chegando. Rapidamente, fui pro meu quarto, porque sabia exatamente o que ia rolar — certos tipos de gente são bem previsíveis.
Ela subiu as escadas fazendo barulho, entrou no meu quarto como uma fera e, num tom desafiador, me jogou um envelope na cara. Bem tranquilo, peguei o envelope e, devagar, abri ele. Dentro, tinha uma passagem de ônibus pra voltar pra minha casa, naquele mesmo dia, às 4 da tarde. Quando olhei pra ela, ela me esculachou:
“Pega todas as suas coisas e some daqui. Você é um degenerado... Um porco imundo.”
Calmamente, com a voz bem pausada, respondi:
“Ahhh... Que coincidência... Eu também tenho um envelope pra você.”
Enquanto falava isso, tirei um envelope de papel manilha que estava escondido debaixo do travesseiro e joguei ele aos pés da cama, onde ela pôde ver claramente que estava endereçado, em letras grandes e pretas, para o endereço do meu avô na cidade.
Ao ler o endereço no envelope, ela começou a tremer igual uma folha, entrando num estado de terror que já estava ficando bem familiar pra mim. Minha avó sabia com quem estava lidando, e que essa novidade, com certeza, significaria mais problemas pra ela.
Com a mão trêmula, pegou o envelope, que era bem grande, abriu a aba e tirou o conteúdo. Quando viu, ficou tão apavorada que, se eu não tivesse segurado ela pelo braço, teria caído de cara no chão. Levei ela até a única cadeira que tinha no meu quarto, onde ela se sentou pesadamente. Depois de alguns segundos, ela olhou de novo. O que ela tinha na mão não era nada mais que uma foto linda, brilhante e nítida, colorida, de uma mulher de 65 anos apertando com força um pau. Também dava pra ver claramente um jato de porra saindo do furinho daquele pau, batendo no lábio inferior da boca dela, e ainda dava pra ver respingos grandes de porra branca no pescoço e nas bochechas dela. Era óbvio que a foto tinha sido tirada bem no momento em que estavam gozando na boca dela, enquanto ela chupava.
Na foto, claro, dava pra reconhecer ela perfeitamente, e também dava pra ver que o dono daquele pau era um garoto bem novinho, que mesmo não aparecendo, eu sabia que era EU.
Foi por isso que, ontem quando eu tava gozando, me forcei a ficar sentado e apertei o botão do controle remoto da câmera. Queria uma imagem clara, pra qualquer um ver, de que minha avó tava me chupando, mas sem que pudessem me identificar.
Tudo tinha saído perfeito, o tempo que perdi preparando a câmera, ajustando o foco, enquadrando a imagem, achando a melhor posição perto da janela pra ter uma boa luz do sol, tinha valido a pena.
Das duas fotos que tirei, essa era a que mais incriminava ela.
Quando minha avó reagiu um pouco, rápido e violentamente rasgou a foto, e gritou pra mim:
"Seu porco... Essa foto você tirou de mim."
Procurei de novo debaixo do meu travesseiro e peguei mais três envelopes, que mostrei pra ela dizendo:
"Bom... então você também devia rasgar todos esses."
Li os nomes das pessoas pra quem eram endereçados: um era pro meu avô (lógico, uma cópia), outro pra minha mãe (o que continuaria espalhando o choque na família), e o último pro delegado da cidadezinha dela.
Minha avó parecia estar em animação suspensa, num transe que deixou ela completamente imóvel.
"E claro, tenho todas as cópias que possam ser necessárias."
Completei. imediatamente, pra que ela processasse tudo na cabecinha dela.
Ela me implorou:
“Por favor, Jorginho, não faz isso comigo.”
Pensativo, eu disse:
“Bom... já que você tocou nesse assunto........”
Completamente histérica, ela me perguntou:
“O que você quer de mim?..... o quê?...... o quê?....”
Aí percebi que precisava lidar com a situação um pouco mais calmo, pra não deixar tudo sair do controle e meu plano ir pro caralho. Então, com a voz mais calma e tranquila que consegui, falei:
“Lembra que ontem você me pelou? Então, hoje eu quero devolver o favor e te pelar também.”
“Quê.... Nãooo.... eu sou sua avó... você não pode me ver pelada.”
Ela protestou, e eu rebati:
“As coisas são do meu jeito, como eu mando, ou senão eu mando as fotos.”
“Vou dizer que você me forçou e me estuprou.... aí você vai se foder todo.”
Ela respondeu na hora, e tive que dar o braço a torcer pela reação rápida dela.
A parada não ia ser tão fácil quanto ela pensava.
Peguei meu gravadorzinho e fiz tocar a fita que tinha colocado nele. Aí, no quarto, começou a sair a voz da minha avó elogiando e babando ovo sobre como era bom me chupar.
Foi aí que confessei pra minha avó que ainda tinha outra cópia da fita que ela tinha tomado de mim ontem, além da carta que eu ia mandar pro Pastor.
Antes que ela reagisse, falei com voz baixa e um tom meio de tédio:
“Tira as sandálias, vem cá.... e fica na minha frente:”
Depois de dar a ordem, sentei na cama. Minha avó, devagar, levantou da cadeira, tirou as sandálias, deixando os pés nus, e veio na minha direção, toda confusa.
Ela tava vestindo uma blusa azul de manga curta, bem larga, como era de costume. Além disso, tava de short azul escuro, com um botão na cintura por cima do zíper, e sem cinto. chegar na minha frente, com você bem baixinho e suave, me disse:
"Jorge, por favor, não faz isso comigo..........Te imploro..........Não faz....."
Não respondi, tava completamente absorto nas minhas maquinações e num estado emocional indescritível de êxtase, pensando que tava prestes a despir minha própria avó.
Puxei a blusa pra cima, perto da cintura dela, e devagarzinho tirei da parte da frente do short dela. Respirei fundo e depois puxei ela toda pra fora.
Uauuuu......de novo meu nariz sentia aquele perfume lindo que ela exalava.
A blusa tinha 5 botões, que comecei a desabotoar de baixo pra cima.
Quando terminei o segundo, pude ver o umbigo dela, numa barriga completamente lisa e bronzeada.
O próximo me deixou ver a parte de baixo do sutiã dela. Quando terminei de desabotoar tudo, passei a blusa pra trás, por cima dos ombros dela, e deslizei pra baixo pelos braços.
O que ficou na minha vista me arrasou, não tava preparado pra isso. Minha avó tinha um corpo magnífico, e não era de uma velha, era de uma mulher gostosa.
O sutiã dela era semi transparente, enfeitado com rendinhas, mas não dava pra ver claramente através dele. O que me deixou de boca aberta foi o tamanho, e os peitos dela enchiam ele completamente.
Levei minha mão pro botão do short dela, mas quando peguei, a mão dela segurou a minha e ao mesmo tempo ela implorava:
"Por favor, Jorginho, não continua com isso."
Eu tava determinado a levar meu plano até o fim. Então, soltando a mão dela, desabotoei o botão e deslizei o zíper pra baixo até o fim, sentindo um "zzzzzzzzzzzz" satisfatório.
Com o short desabotoado e o zíper aberto, pude ver a parte de cima da calcinha azul clara dela e as marquinhas vermelhas que a pressão do elástico do short deixou na cintura dela.
Agora quem parecia estar num transe era eu. Puxei devagarzinho O short desceu, e quando chegou abaixo do quadril, caiu sozinho nos pés dela.
Com a voz suave, ordenei:
“Tira e chuta pra um lado”
Não podia acreditar, ali estava ela, minha avó, só de sutiã e calcinha.
Pra minha surpresa, minha avó não usava aquelas calcinhas enormes de algodão branco. A que ela vestia, mesmo não sendo do tipo fio-dental, era pequena e totalmente cavada até acima do quadril, o que destacava de forma extraordinária as pernas longas e lindas, morenas e torradas. A calcinha era toda rendada, com um desenho de motivos atraentes, que deixava ver pedacinhos da pele branca e delicada. O elástico da cintura e a borda das pernas tinham um enfeite de renda fina e muito graciosa.
Quando me toquei, ordenei:
“Vira”
De forma resignada, submissa e meio cambaleante, ela obedeceu.
De costas pra mim, procurei os quatro colchetes do sutiã, e foi aí que encontrei uma etiqueta que dizia “120”. Quando li, quase gozei nas calças ali mesmo, não podia acreditar no que via e ao mesmo tempo repetia sem parar 120... 120... 120cm...
Antes de começar meu trabalho com o sutiã, percebi que tinha que estar pronto pra tudo que podia rolar com minha avó por causa das minhas próximas ações.
Por causa dessa possibilidade, em menos de 5 segundos me despi completamente sem ela perceber, ficando pelado como vim ao mundo. Enquanto eu fazia isso, minha avó olhava pra janela, onde o sol batia, completamente absorta nos pensamentos dela, e com certeza muito preocupada com a situação.
Feito isso, voltei à carga com o primeiro colchete do sutiã. Quando sentiu o contato dos meus dedos no corpo dela, minha avó estremeceu, como se tivessem encostado um cubo de gelo nas costas dela. Passei o dedo indicador por baixo da alça. e com a ajuda dos polegares sobre ele, o primeiro broche se soltou facilmente, sem que a mulher na minha frente dissesse uma palavra, ela parecia estar grogue.
Fui repetindo o processo, uma vez, duas vezes e finalmente pela terceira vez, com o que o sutiã ficou completamente solto. Suavemente coloquei meus dedos por baixo das alças, deslizei elas por cima dos ombros e depois desci pelos braços dela. Para minha surpresa, elas não caíram como eu esperava; minha avó, num último gesto de pudor, estava segurando elas com as duas mãos na frente. Ao ver isso, ordenei com voz firme:
“Deixa cair, já... agora mesmo!”
Ela obedeceu minha ordem e afastou as mãos dos seios agora nus.
Pelo que eu podia ver por trás, eram fantásticos. Eles estavam um pouco caídos, abaixo do tórax dela, mas bem longe do umbigo, e tinham uma forma muito harmoniosa.
Onde os peitos nasciam no peito, eram um pouco estreitos, mas a partir dali se expandiam como dois balões. Da minha posição, dava pra ver umas marcas brancas finas debaixo do peito esquerdo.
Falando em brancura, minha avó tinha marcas de sol na pele que criavam um contraste enorme entre as áreas, por causa daquele tom branco rosado lindo que a parte que não via sol tinha. Com certeza ela nadava todo dia com um biquíni, porque os peitos eram muito mais brancos que o resto das costas, exceto pela marca que atravessava as costas, que devia ser a alça da parte de cima do biquíni.
Naquele momento passou pela minha cabeça uma sensação de vergonha, mas não posso afirmar.
Como eu estava na vantagem, precisava agir rápido, mas sem deixar ela se virar, porque senão ela ia se assustar ao me ver pelado e com a ereção foda do meu pau, que parecia uma rocha.
Continuando com meu plano, peguei com os polegares por trás, a elástico da calcinha dela.
Ao fazer isso, as mãos dela imediatamente seguraram as minhas, apertando desesperadamente com uma força incrível, e enquanto fazia isso, ela gritou desesperada:
“Nãooo Jorginho, isso não pode acontecer. Você não pode me ver nua, sou sua avó!”
“Tira suas mãos daí ou as coisas podem ficar desagradáveis pra você.”
Isso foi tudo que precisei dizer. Ela soltou minhas mãos devagar, me permitindo puxar a calcinha dela para baixo. Ela deslizou da cintura dela, revelando umas nádegas lindas, surpreendentemente torneadas e firmes. Quando passou do quadril, a calcinha caiu livre no chão.
Pra minha total surpresa, minha avó, sem eu falar nada, tirou ela dos pés e chutou pro lado onde o short dela tinha ficado antes.
O cenário na minha frente me deixou sem fôlego, quase não conseguia respirar. A bunda dela era ainda mais branca que o cabelo dela e contrastava lindamente com o tom moreno do resto da pele.
Ela ficou parada como uma estátua. A cabeça dela estava inclinada pra baixo e os ombros completamente caídos pra frente. Eu, por outro lado, não acreditava na situação que tava vivendo: tinha minha avó completamente nua na minha frente e totalmente à minha disposição, se eu soubesse mexer os pauzinhos direito.
Depois de alguns instantes, que eu aproveitei pra me recompor um pouco, falei suavemente:
“Fecha os olhos e vira.”
Devagar e bem lentamente, ela começou a girar nos pés, o que me deixou admirar aos poucos todo o perfil dela, antes de ficarmos cara a cara.
A figura dela era magnífica, linda. O corpo dela era firme, cheio de curvas e ao mesmo tempo muito proporcionado, não devendo nada pra alguém muito mais jovem.
Os peitos dela eram esplendorosos, com uns mamilos de um centímetro e meio de tamanho, por outro de altura. Rodeados por uma auréola de quase 5cm de diâmetro, cor rosa claro.
Quando ela Eu já estava bem na frente dela, pude ver a buceta dela. Já tinha ouvido falar que velhinhas têm os pelos ralos por ali, mas não era o caso da minha avó. A dela era cheia e gostosa, com um tom castanho claro, quase puxando pro branco.
Quando terminou de girar, ordenei:
“Abre os olhos agora”
Ela obedeceu, e quase desabou de novo com o que viu na frente dela.
Eu estava parado na frente dela, completamente pelado, com meu pau duro pra caralho, parecendo que ia explodir a qualquer momento.
Quando me viu assim, ela gritou:
“Nãoooo.... Tu e eu não podemos ficar pelados juntos no mesmo quarto”
Depois do grito, toda transtornada, apoiou uma mão na cama e sentou, cobrindo os olhos com as mãos, completamente destruída.
Sem dar tempo pra ela reagir, sentei do lado dela, baixei a cabeça e comecei a chupar o mamilo direito dela.
Com isso, horrorizada, ela exclamou:
“Nãooooo!.... você não pode fazer isso... sou sua avó!”
Com as mãos, ela me afastou do peito que eu tava mamando, e quando meus lábios foram forçados a soltar o mamilo dela, fez um barulho estranho, tipo abrir uma garrafa.
Enquanto isso, ela continuava repetindo:
“Nãoooo..... Nãoooo!”
Com uma força inesperada, que parecia ter recuperado de repente.
Sem me importar com o que ela dizia, peguei ela pelo braço, no cotovelo, e puxei pra cima. Ao mesmo tempo, ordenei bem bravo:
“Levanta e fica na minha frente”
Ela se levantou, virou e ficou na minha frente. Agora os peitos pesados e gostosos dela pendiam gloriosamente na minha frente, a milímetros do meu rosto.
Pela primeira vez, estendi as mãos e peguei o peito esquerdo dela, com a mão aberta por baixo, levantando devagar como se estivesse pesando.
“Para, neném, para agora!”
Ela tentou falar com uma voz autoritária, que naquela altura já soava meio ridícula. Eu respondi:
“Fica quieta, ou quer que eu mande todas essas fotos?"
Ela não respondeu, já estava completamente dominada. Confirmando isso, me inclinei pra frente e coloquei aquele delicioso mamilo de novo na minha boca, começando a chupar devagar. Depois de um tempinho, comecei a acariciar com a língua, fazendo círculos em volta, enquanto chupava com toda a vontade.
Pra minha surpresa, apesar de tudo que eu tava fazendo, não tive resposta nenhuma dele — continuava completamente mole, como se nada estivesse acontecendo. Olhei pro rosto dela, os olhos fechados e a mandíbula toda tensa, então falei:
"Relaxa... Você tem que aproveitar tudo isso."
Quando ouviu isso, ela abriu os olhos e respondeu, gritando com uma voz cheia de desprezo:
"Aproveitar... Você acha que eu sempre aproveito essas nojeiras? Seu avô já aprendeu faz tempo que não sinto nada com meus peitos. Ele me estuprou uma vez e, como consequência, nasceu sua mãe. Desprezo tudo isso, assim como desprezo você."
Diante dessa resposta, perguntei:
"E a carta pro Pastor, onde você contava tudo que tinha feito com ele?"
"Foram só fantasias minhas, escritas há 20 anos, num momento de fraqueza, quando eu tava afundada em solidão e frustração. Ele não sabe de nada disso."
Naquele instante, entendi a realidade da situação: minha avó era uma mulher frígida e praticamente virgem.
Pra esclarecer mais a situação, continuei interrogando:
"E o boquete que você me fez ontem?"
"Posso te garantir com toda certeza... que foi a primeira e última vez que fiz algo tão vil e tão contra a vontade. Nunca vou esquecer que você me obrigou a fazer isso, e principalmente, usando minha boca."
Ela respondeu, me empurrando de novo pra trás.
Sem dar bola, voltei ao ataque, comecei a beijar os peitos dela, depois desci um pouco e beijei a barriga, continuei descendo e enfiei minha língua. no seu umbigo, como se eu estivesse comendo ela por ali. Quando quis continuar descendo com meus beijos, e estava com meus lábios na altura da região dos pelos pubianos dela, ela soltou a seguinte frase:
“Pare!.....Não posso permitir isso”
“Você não está em posição de permitir ou dizer nada”
Respondi com o mesmo tom de voz, ao mesmo tempo em que me levantava da cama e, pegando ela pelo braço, a fiz girar sobre si mesma e a empurrei para o meio da cama, onde ela caiu completamente estirada. A reação dela foi se levantar imediatamente, apoiando-se nos cotovelos, mas eu já tinha subido na cama também, me posicionando rapidamente entre os joelhos dela, de onde, enquanto abaixava a cabeça para colocá-la entre aquelas lindas, longas, torneadas e morenas pernas, falei com uma voz bem suave:
“Você usou sua boca em mim, agora vou te devolver o favor”
Quando minha boca fez contato com a região pubiana dela, ela me disse com uma voz de raiva, como se fosse um sussurro:
“Por favor!.....Pare!”
Ignorei completamente o pedido dela, e com a língua comecei a afastar os pelos grossos que cobriam os lábios da buceta gostosa dela, me permitindo assim ter uma visão linda da vulva dela. O gosto que ficava na minha boca tinha um toque de sabão e era meio salgado.
Não podia acreditar..... Eu estava chupando a bocetinha da minha própria avó. Só de pensar nisso, fiquei ainda mais excitado, se é que isso era possível, e aumentou ainda mais minha determinação de terminar o que tinha começado.
Com minha língua, fui explorando toda a região mais íntima dela, enfiei o máximo que pude na buceta dela, como se estivesse fodendo ela, e por último me concentrei no clitóris dela, que tinha o tamanho de um morango grande, mas estava mole e não se destacava muito.
Depois de me dedicar arduamente a essa tarefa tão prazerosa, levantei novamente os olhos para ver o que estava acontecendo no rosto da minha avó. Ela tinha colocado um braço sobre os olhos dela. Parecia estar completamente isolada do mundo e de qualquer sensação, era inescrutável.
Ela tinha permanecido frígida por todos aqueles anos e eu sentia que agora tinha uma boa chance de reverter isso. Instintivamente percebi que não podia pressioná-la o suficiente, só brincando com o clitóris flácido dela, para que ela despertasse sexualmente... pelo menos, se para isso eu usasse apenas minha boca.
Tentei dedilhar a buceta dela, e a encontrei completamente seca.
Isso tinha solução, pois como tinha ouvido dizer que podia acontecer com as mais veteranas, e a solução era ajudá-las na lubrificação, quando fiz minhas compras na cidade, entre outras coisas, comprei um tubo de gel lubrificante íntimo.
Sem parar de acariciar o clitóris dela com minha língua, usando uma das minhas mãos, procurei debaixo da cama, onde tinha deixado antes, caso precisasse, o tubo de gel já aberto. Peguei ele e o coloquei na entrada da buceta dela, pressionando-o suavemente contra a vulva, o que me permitiu mandar um bom jato de gel lá dentro. Feito isso, passei gel também nos lábios da periquita dela.
Ela não deu nenhum sinal de sentir algo, parecia estar completamente anestesiada física e emocionalmente.
Terminada minha tarefa com o gel, coloquei ele de novo debaixo da cama, e virando sobre mim mesmo, me deitei ao lado dela, do lado direito, ficando de barriga pra cima, com meu pau, que parecia um mastro, apontando pro teto.
Tirei o braço dela de cima dos olhos e, apontando pro meu cacete, ordenei:
"Bom... monta em mim e enfia ele."
Os olhos da minha avó, diante do horror que minha ordem causava, se abriram como dois pratos, e ela implorou:
"Nãooooo!... Isso não, nãoooo!... Mas Jorginho... acabei de te falar que só fiz isso uma vez... e foi há quase 40 anos."
Cruzei minha mão esquerda por cima do corpo trêmulo dela, e pegando no braço direito, puxei devagar e com cuidado, mas firmemente. Isso a obrigou, devagar, a se ajoelhar na cama, quase sem oferecer resistência.
Quando já estava forçando ela a se colocar por cima de mim, ela teve uma última reação e me disse num tom de súplica:
“Olha, vou fazer o mesmo que te fiz ontem. Olha...”
Ao terminar de dizer essas palavras, ela se inclinou sobre minha virilha e enfiou meu pau de arame na boca, começando a me chupar de um jeito entusiasmado e participativo. Ela estava me mamando maravilhosamente bem, subindo e descendo a cabeça para engolir o máximo, apertando forte com os lábios ao mesmo tempo. Simultaneamente, com a mão direita, ela agarrou meu pau com força e começou a masturbar ele, num movimento de sobe e desce por todo o meu membro.
Não podia acreditar como estava gostando, tanto por vê-la completamente nua quanto pela mamada foda que ela estava me dando, tudo isso me fez soltar um gemido forte:
“Ooooooooohhhhhhh...”
Ainda no meio do meu tesão e prazer, percebi que ela estava fazendo isso como um grande sacrifício para tentar escapar do último ato do meu plano maestro.
Mas não era isso que passava pela minha cabeça, porque eu já tinha ido longe demais com ela e não ia perder tudo que ganhei por esse momento de tesão que ela estava me dando, se o prêmio podia ser muito maior.
Com essa determinação, tirei a mão e a boca dela do meu pau. Ao fazer isso, vi que um fio do meu líquido pré-seminal escorria pelo canto dos lábios dela.
Novamente comecei a puxar ela para que subisse em cima de mim, o que ela fez, mas ficou de novo ao meu lado, de joelhos, com as pernas fechadas.
Ao ver a recusa dela em obedecer minha ordem, fiquei puto e gritei:
“Monta em mim... monta logo... ou juro que levanto, me visto e vou despachar esses envelopes, e você vai se meter em problemas que nunca imaginou!”
Diante da minha ordem furiosa, ela reagiu passando muito lentamente a perna Perna por cima do meu quadril, enquanto me implorava, num sussurro baixinho, completamente chocada:
“Jorginho, por favor... não me faz fazer isso”
Quando terminou de passar a perna por cima de mim, ficou com um joelho de cada lado do meu quadril, com meu pau, que estava duro como pedra, quase roçando a virilha dela e apontando pra entrada da sua bucetinha. Segurei ela suavemente pela cintura e comecei a puxar ela devagarinho pra mim, descendo. Aos poucos, fui fazendo a virilha dela descer, até sentir a cabeça do meu pau roçar nos pelinhos enrolados dela. Quando ela sentiu meu toque, reagiu na hora, apoiando as duas mãos no meu peito, tentando resistir pra eu não continuar puxando ela pra baixo.
Na nova posição que ela assumiu, ao fazer isso, os peitos dela ficaram balançando livremente a centímetros dos meus olhos extasiados. A pele na região onde eles nasciam no peito dela tinha se esticado e formado dois cilindros perfeitos de uns poucos centímetros de comprimento, que depois inflavam como balões e viravam dois melões lindos, coroados com uns mamilos admiráveis.
Parei de me deliciar com o espetáculo que minha avó estava me dando e levantei um pouco meu quadril na direção do dela, investindo assim contra aquela buceta perfeitamente lubrificada. Com esse avanço, ela conseguiu recuar. Segurei ela com mais força e tentei de novo, mas ela se mexeu de novo, girando o corpo dessa vez, de um jeito que desviou meu pau da trajetória e me fez falhar de novo no meu objetivo.
Completamente frustrado, reclamei:
“Você tem que me ajudar agora mesmo e enfiar logo!”
O jeito que falei, ou a expressão da minha voz, deve ter impressionado ela pra caralho, porque minha avó levou a mão direita pra trás dela e, pegando meu pau, que tava prestes a explodir, por baixo do corpo dela, guiou ele até colocar na entrada da buceta dela, que já tava perfeitamente lubrificada pelo tesão. gel.
Ao mesmo tempo, choramingando, ela pedia:
“Nããão..... Nããão..... Jorgito”
“Desce em cima de mim e enfia!” eu disse.
Devagarzinho, cumprindo minha ordem, ela começou a mexer o quadril pra baixo. Foi então que, com a cabeça do meu pau, comecei a sentir que estava entrando num canal meio lubrificado, mas muito quente e muito apertado. Depois, essa sensação se espalhou por todo o meu membro duro, e aí entendi que a cabeça do meu pau estava completamente enterrada dentro daquela velhinha magnífica de 65 anos.
Ela se levantou um pouco e desceu de novo, cravando mais alguns centímetros do meu pau. Repetiu esse movimento mais quatro vezes. Eu gemia a cada movimento dela, que ia fazendo com que meu pau finalmente entrasse completamente dentro da minha avó.
Finalmente, eu tinha realizado meus sonhos, e minha carne preenchia todo o buraco dela. A buceta dela era terrivelmente apertada, mas, por sorte, a quantidade de gel lubrificante que eu tinha usado nela me permitiu cumprir meu objetivo e penetrá-la sem problemas.
Ao sentir que o canal da minha avozinha apertava meu pau como um espartilho e ainda parecia irradiar fogo de tão quente que era por dentro, comecei a bombar lá dentro, subindo e descendo meu quadril.
O que eu estava sentindo era indescritível, o que me fez gemer de novo de prazer.
“Aaaaaaaiiiiiii!”
E ela respondeu:
“É... continua com isso, seu bastardo nojento.”
Percebi que tinha conseguido mais uma vitória: ela já tinha aceitado que eu não ia parar até gozar dentro dela.
Mesmo assim, não notei nenhuma reação nela. O corpo magnífico dela estava ali, como uma estátua, fria e sem emoção, vai saber onde estavam os pensamentos dela. Nessa altura, se eu não fizesse algo rápido, com tudo que eu estava fazendo e sentindo, logo eu gozaria e ela continuaria sem reagir.
Pra tentar fazê-la entrar no jogo, comecei a testar diferentes movimentos e ângulos nas minhas... penetrações.
De repente, ela soltou como um grunhido:
“Aaahhh”
Só por um instante, depois tudo continuou igual.
Fiquei pensando no que tinha feito para despertar nela aquela expressão de prazer, então comecei a tentar repetir pra ver se conseguia o mesmo efeito, mas não conseguia nada.
Até que, num determinado momento, escapou dos lábios dela outro:
“Aaahhh”.... “Aaahhh”
Eureca.... já sabia o que tinha causado, ela reagia assim quando eu pressionava o clitóris dela com minha virilha. Pra verificar de novo, me levantei com os joelhos e, com a virilha, empurrei e esfreguei forte o clitóris dela. Dos lábios dela escapou, sem querer, outro:
“¡Aaaaaaaahhhhhh!”
Confirmada minha suspeita, aumentei a pressão e a velocidade com que fazia isso, e ela respondia a cada roçada:
“Aaahhh”.... “Aaahhh”.... “Aaahhh”.... “Aaahhh”.... “Aaahhh”
Vendo como ela estava reagindo, levantei a cabeça e, com minha boca, peguei um daqueles mamilos que balançavam na minha frente e comecei a chupar. Dessa vez, diferente da anterior, ele cresceu como um dedal e ficou duro como pedra, e foi quando ela, ofegante, exclamou:
“Nãoooo!... Isso não pode estar acontecendo, você é meu neto”
Então, usando as pernas de novo, aumentei ainda mais a pressão que estava fazendo naquela zona erógena que tinha descoberto na minha avó, pra dar a ela prazeres inexplorados e nunca sentidos por ela.
Ela gemeu forte então.......
“Oooooooooooohhhhhhhh!”
Eu respondi acelerando ainda mais meu ritmo, então ela ficou olhando pro teto, com o corpo todo tenso, porque, mesmo parada, uma vibração forte percorria o corpo dela. Continuei pressionando, com toda a força possível, minha virilha contra o clitóris dela e esfregava uma e outra vez.
O que fez com que, no meio de um choro, ela exclamasse:
“Aaaaaaah!.... Nãoooooo!.... Você tá me dando......dando........Ahhhh!.... Ahhhh!..... Tô Você tá gozando, Jorginho!... JORGEEE!... TÔ GOZANDO!... AAAAHHHHHGGGGG...”
E terminou soltando uma baita quantidade de ar pela boca.
Quarenta anos de frustração foram deixados pra trás pela minha avó, e a chave pra conseguir isso foi meu pau.
Não conseguia acreditar, tinha minha avó montada em mim, e acabei de dar o primeiro orgasmo de toda a vida longa dela. Na gozada, da buceta da minha avó começou a sair todo o fluido vaginal dela, que caiu em cima de mim, como se fosse uma cachoeira, parecia que ela tinha mijado em cima de mim. Quando ela tava uns 30 segundos nesse estado de semi-inconsciência, não aguentei mais, senti como se tivesse um vulcão nas minhas bolas e ele decidisse entrar em erupção.
No meio de um gemido terrível, eu disse:
“Ohhhhhhhh!... Vou gozar!... Vou gozarrrrr!...”
Surpreso, ouvi minha avó dizer:
“Jorge, não... Não pode gozar dentro de mim, não podemos fazer isso... Eu sou sua avó e isso seria incesto.”
Bem quando ela terminou de falar isso, saiu do meu pau um jato monstruoso de esperma quente, que inundou cada milímetro quadrado do útero dela, assim como os outros dois que vieram depois do primeiro. A quantidade de porra que injetei na minha avó foi impressionante, na minha vida nunca tinha gozado uma quantidade igual, nem chegava perto da metade do que tinha acabado de soltar. Quando tava gozando, escapou um uivo de mim:
“Aaaaaaaaaaggggghhhh!”
Aí algo estranho aconteceu, quando minha avó sentiu aquele rio de esperma quente correndo por dentro dela, chegando em todos os cantos das partes mais íntimas dela, alguma ideia perversa ou obscena, com certeza motivada pelo tabu do que tava fazendo, fez ela exclamar:
“Oooohhh, nãoooo... ahhhhhhgggggg... aaaaahhhhhhgggggg... de novo... de novo... DE NOVO... TÔ GOZANDO!”
Antes, antes dela chegar e começar tudo que contei, eu tinha virado o espelho da cômoda, de um jeito que dava pra observar de outro ângulo. toda a ação que rolou na cama.
O que vi no vídeo confirmou que meu plano tinha dado certo direitinho. Mostrava o perfil da minha avó inclinada pra frente, destacando a bunda dela, ainda sem pegar sol, com aquelas nádegas lindas subindo e descendo num ritmo infernal no meu pau, enfiando sem dó e me dando uma fodida violenta, como se a vida dela dependesse daquilo.
Sentir o esperma quente do neto dentro dela tinha desencadeado um orgasmo monstruoso na minha avó, que continuou por mais um minuto depois que eu gozei, dando pra nós dois um prazer sem igual.
Quando terminei de gozar, ela caiu em cima de mim, como se tivesse desmaiado, e nós dois dormimos, completamente exaustos do esforço.
Quando acordei, meu pau murcho ainda estava dentro daquela mulher gostosa e suada que estava em cima de mim. Olhei pro canto do quarto e vi uma luzinha vermelha piscando. Era minha câmera de vídeo, que eu tinha posicionado perfeitamente e que tinha gravado todo o ato sexual que eu e minha avó tínhamos feito. Essa fita ia me permitir, no futuro, curtir revivendo os momentos passados ou talvez encontrar outro uso pra ela.
Dei uma olhada no despertador da mesa de cabeceira e pensei, sorrindo: "Perdi o ônibus que ia me levar pra casa." Não queria nem saber o que a desgraçada da minha mãe devia estar pensando, enquanto me esperava na Rodoviária.
Na mesma hora, falei comigo mesmo: "Espera aí, aposto que devem ser bem interessantes os livros 'extras' que a minha mãe tem pra apresentar pra Receita Federal"; tenho certeza que ela faria *qualquer coisa* pra evitar que eles caíssem nas mãos dos fiscais...
Quem sabe o Jorginho "O Chantagista" não vai ter uma nova aventura.
Minha avó estava dormindo profundamente, mas a nova ideia de poder comer a minha mãe deu vida nova pro meu pau, que que tinha ficado completamente a todo vapor, duro como uma rocha.
Sentir minha ferramenta dentro dela de novo, pronta pra trabalhar, acordou minha avó, que ao me olhar, seus olhos ficaram incrédulos e ela disse:
“Ah... Não... não era um sonho!”
Me levantei um pouco e procurei seus lábios pra dar nosso primeiro beijo. Ela resistiu no começo, mas depois foi cedendo e consegui enfiar toda minha língua na boca dela, enrolando a minha com a dela, engolindo a saliva um do outro. Coloquei meus braços em volta dela, abraçando com força, e fiz a gente girar na cama, ficando eu por cima dela. Quando parei de beijá-la e tirei minha boca dos lábios dela, ela soltou um suspiro profundo.
Nessa posição, comecei a bombar com meu pau, enfiando e tirando da buceta dessa mulher maravilhosamente gostosa de 65 anos. Ela me empurrou bem de leve, colocando as mãos no meu peito, mas ao mesmo tempo senti que com as pernas compridas e bronzeadas dela, ela me envolvia por cima da minha bunda. Ela tava me oferecendo a buceta dela completamente aberta, e instintivamente procurando o ângulo certo pra ter o melhor contato do clitóris dela com minha virilha.
“Ah, por favor, Jorginho... eu preciso de você desesperadamente...”
Ela disse, completamente entregue pra mim.
FIM
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