Saí todo orgulhoso do Registro Civil com minha recém-casada pendurada no meu braço. Aos 52 anos, ter uma mulher tão jovem e linda era motivo de orgulho. Ela tinha apenas 19. Quase uma menina. Linda por todos os ângulos, alta, fina, elegante e com um corpo escultural. Eu era dono de uma obra de arte. Me sentia como aqueles milionários que possuem uma pintura valiosa e a exibem cheios de vaidade para seus amigos selecionados. Depois de uma curta lua de mel, viveríamos na minha luxuosa residência em Barcelona. Eu compraria os vestidos mais elegantes e organizaria festas para me exibir com ela no braço.
Mas a realidade foi diferente. Tenho vergonha de contar, mas ela insiste que preciso dar testemunho da minha degradação e eu… simplesmente obedeço. Na mesma noite do casamento, depois de uma breve celebração entre os mais íntimos, nos refugiamos no quarto do hotel. Partiríamos pela manhã para a Tailândia. Apaixonadíssimo, eu disse:
— Querida, vou contratar uma empregada para seu serviço pessoal. O que acha?
— Melhor um empregado, querido, jovem, fogoso e bem dotado… Contrate o quanto antes!
A resposta me deixou atordoado. Quis acreditar que era uma piada meio sem-vergonha, mas o fogo no olhar dela me encheu de terror. Entendi que não era brincadeira.
— Não acha que seu marido é suficiente?
— Com você? Nem pensar! Não posso exigir tanto de você. Você vai acabar exausto e eu viúva. Vou cuidar de você para devorar você devagarzinho. Você vai me servir até que eu acabe com você.
— Como você vai conseguir um empregado que atenda às suas exigências…?
— Você vai cuidar disso, querido.
— Acha que vou obedecer tudo que você disser?
— Claro, querido. Assim que te conheci, percebi sua condição de escravo. Casei com você para dominar você, usar você para meu benefício e devorar você. Achou que era por amor? Claro que sim! Amor a mim mesma! Sua tarefa será saciar meus apetites… que não são poucos… nem baratos.
O desejo de me tornar escravo de uma mulher dominante era uma fantasia que fervilhava dentro de mim desde a adolescência. Ninguém sabia. De repente, muitos pontos obscuros do nosso relacionamento se tornaram transparentes.
— Você me traiu? Dormiu com outros homens?
— Claro, querido, você sempre foi corno e sempre será. Não é que eu tenha te traído, usando essa palavra, mas fui fiel ao meu apetite por sêmen masculino. Você será meu servo pessoal. Aproxime-se! Deite-se aos meus pés como um cachorro! Cheire e beije meus sapatos!
Ela estava sentada no sofá com uma perna cruzada sobre a outra. O salto agulha afiado se movia provocativamente. Ainda vestia o vestido de noiva. Ela o mantinha recolhido e a buceta nua movia seus lábios com toda a descaramento. Tudo, até os sensuais stilettos que adornavam seus lindos pés, foi pago do meu bolso. Um pensamento cruzou minha mente… será que ela deu para algum convidado enquanto eu ainda acreditava possuir uma joia?
Em poucos segundos fui despojado da minha vontade. Sua personalidade, muito mais forte, me dominou completamente. Um calor irresistível tomou conta da minha pessoa… e eu não podia fazer nada para evitá-lo. Seria dominado pelo resto da minha vida. Obedeci sua ordem. Me aproximei rastejando até ficar sob o pé que balançava sensualmente, enquanto beijava o que estava ao meu lado. Cheiravam a couro novo, a pele de mulher poderosa, invencível e dominante. Não era um jogo de papéis. Naquela noite de núpcias, com meu orgulho dobrado, me submeti aos seus desejos para a vida toda.
— Esta será sua pose favorita, querido. Você me obedecerá em tudo. Escolha um bom mordomo. Quero ele ainda esta noite e o levaremos na viagem. Você pagará um salário para ele e eu me encarrego de tirá-lo dele… O que é isso? Já está de pau duro! Que verme você é! Como você fica excitado sendo corno!
— Sim, querida. Eu fico excitado. Não consigo resistir a você.
— Alegre-se, promíscuo! Me servir fará você feliz como um cachorro é feliz com sua dona. Sendo meu escravo e corno, você encontrará seu destino. Não pode mais voltar atrás. Saiba que enquanto você se babava me exibindo, eu estava dando para para seus amigos no banheiro. Diga adeus a eles, meu corno!… E agora… humilhe-se e masturbe-se aos meus pés…!
Uma tesão descomunal me dominava. Ela tinha razão, servi-la era meu destino. Eu ficaria sempre duro só de sentir seu olhar, seus saltos ou o hálito de seu poder. Em silêncio, virei-me de costas e me masturbei em sua presença enquanto beijava seus stilettos. Ela esmagou com a sola o esperma derramado em meu terno de casamento. Está lá desde então.
Perdida toda a vergonha, liguei para a administração do hotel e consegui o telefone de duas agências de garotos de programa. Contratei um que estava disposto a viajar no dia seguinte. Marquei com ele no bar do hotel para explicar sua tarefa e as instruções para satisfazer minha recém-casada. Foi uma boa escolha, ela me parabenizou e permitiu que eu dormisse abraçado a seus stilettos.
Pela manhã, nós três tomamos café da manhã. O garoto de programa, seguindo minhas instruções, meteu-se sob as cobertas para chupar sua buceta enquanto eu lhe servia o café. Ela gozava loucamente. Seus orgasmos eram intermináveis. Nunca ficava satisfeita. Pedia mais e mais. Depois do café, ela cavalgou cada um por vez. Gostava de montar no homem. Assim passeava o pau por onde mais gostava, dizia. Naquela mesma manhã, partimos para a lua de mel.
Foi o primeiro garoto de programa. Outros viriam. Não duravam muito. Ela não parava de fodi-los. A mim, ela cuidava porque era seu marido. Já com os garotos de programa, mostrava-se selvagem e demoníaca ao extremo. Esgotava-os até deixá-los secos e os dispensava sem remorso algum.
Eles foram incorporados à nossa vida. Acompanhavam-nos a todos os lugares… caso lhe desse vontade. Assumi minha fama de corno sem vergonha nem disfarce. Estava tão esmagado pela personalidade de minha esposa que até me valia de sua potência sexual para desafiar algum fanfarrão. Você vai ver o que é bom quando minha mulher te pegar.
Frequentávamos reuniões sociais com frequência. Ela entrava comigo de um braço e o garoto de programa do outro. Eu Ela carregava o estigma do corno. Meus amigos a seguiam por todos os lados para serem ordenhados. Ela ficava excitada vendo eles se comportarem como cachorros no cio… Montaria neles quando bem entendesse. Enquanto isso, fodia o mordomo. Eu, um verdadeiro bundão, ia atrás da minha mulher, fazendo de cortina e lambendo o sêmen alheio. Ou então dirigia nossa limusine enquanto ela se esfregava no banco de trás.
— Para, amor, compra camisinhas.
— Para, amor, quero comer alguma coisa.
— Para, amor, compra um gel perfumado.
— Para, amor, preciso de pilhas para o vibrador.
Nos restaurantes, o mordomo tinha que bater uma pra ela enquanto ela comia ou conversava comigo. Depois pisava no pau dele com os sapatos até fazê-lo gozar e então me mandava lamber a sola. Eu chupava tudo o que ela colocasse na minha boca. Era assim que ela esquentava. Depois, em casa, ela caía em cima da gente. Eu era o primeiro da vez. Ela fazia isso pra me cuidar, mas também pra ficar mais excitada. Minha ordenhada era rápida e simples. Ela gostava de me ver atuando como assistente do mordomo. O coitado ela cavalgava até cansar. Eu tinha que cortar, lixar e lubrificar minhas unhas pra enfiar o dedo no cu dele enquanto ela galopava. Ela não se contentava com uma ou duas gozadas. Exigia mais e mais. Eu tinha que ajudá-la em qualquer capricho que lhe viesse à cabeça. Por exemplo, ela pedia que eu fizesse ovos fritos e os desse na boca dela enquanto estava cavalgando ele. Ela gostava de juntar sensações opostas. Os gritos dela ecoavam por toda a mansão. Os empregados conheciam meu estigma e o apetite desenfreado dela.
Quando o mordomo não tinha mais uma gota de porra, ela pedia o cintaral com consolo. Um modelo pra cada ocasião. Então ela nos dava no cu. Eu calçava o cintaral nela, passava vaselina e ela enfiava no mordomo. Depois, ele enfiava em mim. De joelhos, a gente via no espelho como ela montava na gente até ficar satisfeita… mas não saciada. Sempre sobrava apetite pra mais uma fodida. A gente achava que a coisa tinha acabado e caía no sono na hora. Mas ela, ardendo de sadismo, nos visitava sorrateiramente nos nossos quartos e abria nossas pernas para nos penetrar com uma brutalidade selvagem. Amanhecíamos tão doloridos que no dia não dava nem pra usar o cu… pra nada.
Foi assim nosso casamento. Apesar da juventude, ela era expert em fraquezas masculinas… que são muitas. Não hesitava em pegar um cara pelas bolas e apertá-las, mesmo na minha frente. Habilidosa em abrir um zíper, em segundos tinha um pau nas mãos. Os coitados se deixavam fazer. Ela os ordenhava com suas unhas afiadas vermelho-vivo. A expressão severa de seu rosto bonito não deixava margem para dúvidas. Devia ser obedecida na hora. Os garanhões entregavam o leite mesmo sem planejar. Ela, com sua língua comprida, pescava no ar.
As humilhações foram crescendo. Eu mesmo pedia. Era um círculo vicioso. Quanto mais submissão da minha parte, mais tesão dela e… assim por diante. O que mais a excitava, dizia, era me ver estendido a seus pés bebendo seus fluidos. Ela pedia as coisas com um “por favor” carinhoso, mas era implacável. Seu olhar se impunha sobre minha personalidade fraca. Nunca interrompia um clímax… nem mesmo se eu estivesse sangrando. Eu contava que alimentava a fantasia de morrer no meio dos seus orgasmos. Ela não parava por causa disso e me olhava com tanto desprezo… que me deixava com o pau duríssimo. Queria me ter sempre empinado pra me usar quando desse vontade.
Eu a assistia o tempo todo, principalmente quando ela ia sair. Tinha que satisfazê-la, esquentá-la, vesti-la e calçá-la. Ela usava aquelas meias-calças justas e abertas na virilha pra foder. Qualquer fetiche era bom pra dominar e espremer os homens. Eu ficava louco de vê-la se arrumar tão provocante. Estava tão na cara que ela ia foder!
Também atendia o telefone. Um celular com câmera. Pra mim ninguém ligava, todos eram pra ela. Eu Eu ficava na expectativa, esperando um sinal para chupar sua buceta enquanto ela se divertia, insolente e desinibida, rindo e seduzindo seu interlocutor.
—… Olha como eu gozo na boca do meu marido. Ele está chupando meu clitóris… Se prepare você! Afie a língua, que eu vou esfregar na sua!
Ela focava a câmera e gozava descaradamente. Seus amantes ficavam loucos… e eu também. Depois, ela se excitava com meu servilismo.
—… Que verme você é! Vou te usar para uma gozada das gordas!
Ela me apertava contra a parede, esfregando o clitóris nu na minha cara. Eu continuava chupando. Sentia os lábios vaginais dando tapas no meu rosto. Algo ia acontecer. Eu abria a boca. A vagina pressionava com mais força contra meus lábios e ela começava a mijar. Eu respirava pelo nariz. Sabia como engolir tudo. Quando o líquido quente enchia minha boca, ela interrompia o jato, eu engolia… e recomeçava até ela esvaziar dentro de mim. Mesmo assim, ela não parava de gozar. A cada gole, eu sentia os estertores do orgasmo vaginal. Segura do meu servilismo, ela se refestelava sem vergonha nenhuma. Às vezes, quando eu estava vestido para ser seu motorista, ela se afastava para mijar em mim por fora. Ela enlouquecia de prazer esfregando-se no meu rosto
enquanto o mijo escorria pela minha roupa e suas meias. Ela gritava como uma possessa.
— Não vou trocar de meia. Lamba, puta, limpe com a língua, lamba os sapatos. Você vai dirigir assim, mijado… Enquanto eu me alivio no banco de trás. Bate uma agora!
Eu gozava sob comando. Ela gostava de me ter amansado. Nunca esquecia de pisar no meu esperma. Assim a gente saía de casa. Ela aspirava o cheiro da minha roupa e… e já estava dura de novo!
Nem sempre ela me levava como motorista. De última hora, me deixava em casa e saía tacando forte… mas eu ia atrás, rastejando pelo chão atrás dos seus salto agulha.
— Limpe tudo, puta, arrume minhas roupas e me prepare um jantar leve. Deite no chão assim eu te acordo ao abrir a porta. Como prêmio, você vai engolir tudo o que tiver dentro da minha buceta.
Minha sogra, que eu achava que era uma mulher séria, foi quem ensinou tudo pra ela. No começo, não percebi nada. Parecia um lar normal. Depois as máscaras foram caindo. Ela e o marido abjeto, o pai da minha esposa, eram um casal sob o poder absoluto da mulher. Na segunda visita, não disfarçaram nada. Também tinha um garçom bonitão. O pai era um escravo total. A mãe e a filha davam tapas no pai e obrigavam ele a lamber o chão onde pisavam. Os paus dos homens ficavam sempre duros só de ver essas duas arpias em ação. O garçom andava pelado com o pau duro à mostra. As mulheres sem-vergonha balançavam ele ao passar... sem se importar com a nossa presença.
Na minha ingenuidade, achei que o homem era o pai da minha esposa. Mas com essas mulheres, ninguém pode ter certeza. Olha o que a minha própria esposa fez quando quis ter um filho. Contratou um útero de aluguel e inseminou com um óvulo dela e o esperma coletado de três indivíduos selecionados, entre os quais eu, o marido legítimo, não estava incluído. Mesmo assim, tive que fazer de assistente durante a extração do esperma. Os garanhões esperavam a vez numa sala ao lado. Ela, vestida com um tailleur dominante, meias e sapatos pretos, ficava sentada de pernas cruzadas. Eu tinha que tirar um sapato dela e segurar na boca e no nariz de um dos garanhões enquanto ela esfregava o pau dele com as unhas habilidosas e escarlates. Em segundos, ele era ordenhado e o sêmen depositado num frasquinho que eu mesmo entregava pra ela. Ela enfiava a língua comprida entre os lábios carmesim e se enroscava com gula no pau molhado pra chupar os restos de esperma. Terminando com um, eu tinha que colocar o sapato na cara do próximo. Assim, ordenhei os três.
A cena era tão excitante que até o médico da Clínica de Reprodução Assistida, presente na extração, estava cada vez mais excitado. Descontrolado e fora de si, ele entrou na fila. Eu coloquei o sapato nele enquanto minha esposa o ordenhava. Naquele dia, ele encheu quatro potes de esperma. Ele nem me considerou. Eu não consegui resistir à tesão de me ver tão humilhado e, sem querer, gozei dentro do sapato que ainda tinha na mão. Ela, como resposta, me ordenou a calçá-la e ficou de pé, triunfante, sobre o esperma de seu legítimo marido. Naquele momento, senti o que uma barata sente ao ser esmagada.
Outra de suas paixões era dar o cu nos homens e penetrá-los até o fundo. Nua e calçada com seus inseparáveis stilettos, ela dava o cu no pai dela, em mim, no mordomo, no médico ou em qualquer um de seus escravos. A cena me dava uma ereção incontrolável. Ela dominava a todos. Minha sogra não demorou a me dar o cu com o consentimento da filha.
— Tá sentindo aí dentro, querido? Relaxa. Em casa te espera mais do mesmo.
Meu sogro e eu fazíamos as tarefas mais humilhantes. Tínhamos que treinar os mordomos e correr para o banheiro logo que elas usavam, para limpar e perfumar tudo. Aos domingos, deixávamos a casa brilhando e cozinhávamos para a semana toda. Elas se divertiam com os mordomos.
Com meu sogro, compartilhávamos informações sobre a luxúria de nossas mulheres e inventávamos formas fantásticas de nos humilhar para sermos recompensados com um mijo. O maior troféu que podíamos almejar era chupar a menstruação delas misturada com a porra dos mordomos. Isso acontecia quando elas decidiam não usar preservativo e extraíam o esperma com os músculos da buceta.
Aos poucos, ela foi tomando tudo: minhas contas bancárias, a casa e minha empresa. Ela nem me avisava de seus planos. Me obrigava a assinar com um dedo enfiado no meu cu. Parei de trabalhar para cuidar exclusivamente dela.
Ela também se apropriava do salário dos mordomos. Escravizava-os com extrema facilidade. Ela fazia isso por pura maldade. Fazia com que colocassem o dinheiro nos sapatos para depois enfiar... Salto alto afiado na bunda. Eles recolhiam os que caíam no chão. Esse era o salário.
Nossas calças eram cortadas e não devíamos usar cueca para que ela pudesse nos penetrar a qualquer momento e lugar.
Passaram-se cinco anos de feliz casamento. Ela, alimentada com porra de homem, está cada dia mais alta, gostosa e dominadora. Agora tem dois serventes. Eu já não saio de casa. Estou devorado, esquálido e doente. Como um cachorro velho, me deito para dormir aos pés da minha dona. Assim espero o fim. Ela espera também. Diz que o preto lhe cai bem.
Mas a realidade foi diferente. Tenho vergonha de contar, mas ela insiste que preciso dar testemunho da minha degradação e eu… simplesmente obedeço. Na mesma noite do casamento, depois de uma breve celebração entre os mais íntimos, nos refugiamos no quarto do hotel. Partiríamos pela manhã para a Tailândia. Apaixonadíssimo, eu disse:
— Querida, vou contratar uma empregada para seu serviço pessoal. O que acha?
— Melhor um empregado, querido, jovem, fogoso e bem dotado… Contrate o quanto antes!
A resposta me deixou atordoado. Quis acreditar que era uma piada meio sem-vergonha, mas o fogo no olhar dela me encheu de terror. Entendi que não era brincadeira.
— Não acha que seu marido é suficiente?
— Com você? Nem pensar! Não posso exigir tanto de você. Você vai acabar exausto e eu viúva. Vou cuidar de você para devorar você devagarzinho. Você vai me servir até que eu acabe com você.
— Como você vai conseguir um empregado que atenda às suas exigências…?
— Você vai cuidar disso, querido.
— Acha que vou obedecer tudo que você disser?
— Claro, querido. Assim que te conheci, percebi sua condição de escravo. Casei com você para dominar você, usar você para meu benefício e devorar você. Achou que era por amor? Claro que sim! Amor a mim mesma! Sua tarefa será saciar meus apetites… que não são poucos… nem baratos.
O desejo de me tornar escravo de uma mulher dominante era uma fantasia que fervilhava dentro de mim desde a adolescência. Ninguém sabia. De repente, muitos pontos obscuros do nosso relacionamento se tornaram transparentes.
— Você me traiu? Dormiu com outros homens?
— Claro, querido, você sempre foi corno e sempre será. Não é que eu tenha te traído, usando essa palavra, mas fui fiel ao meu apetite por sêmen masculino. Você será meu servo pessoal. Aproxime-se! Deite-se aos meus pés como um cachorro! Cheire e beije meus sapatos!
Ela estava sentada no sofá com uma perna cruzada sobre a outra. O salto agulha afiado se movia provocativamente. Ainda vestia o vestido de noiva. Ela o mantinha recolhido e a buceta nua movia seus lábios com toda a descaramento. Tudo, até os sensuais stilettos que adornavam seus lindos pés, foi pago do meu bolso. Um pensamento cruzou minha mente… será que ela deu para algum convidado enquanto eu ainda acreditava possuir uma joia?
Em poucos segundos fui despojado da minha vontade. Sua personalidade, muito mais forte, me dominou completamente. Um calor irresistível tomou conta da minha pessoa… e eu não podia fazer nada para evitá-lo. Seria dominado pelo resto da minha vida. Obedeci sua ordem. Me aproximei rastejando até ficar sob o pé que balançava sensualmente, enquanto beijava o que estava ao meu lado. Cheiravam a couro novo, a pele de mulher poderosa, invencível e dominante. Não era um jogo de papéis. Naquela noite de núpcias, com meu orgulho dobrado, me submeti aos seus desejos para a vida toda.
— Esta será sua pose favorita, querido. Você me obedecerá em tudo. Escolha um bom mordomo. Quero ele ainda esta noite e o levaremos na viagem. Você pagará um salário para ele e eu me encarrego de tirá-lo dele… O que é isso? Já está de pau duro! Que verme você é! Como você fica excitado sendo corno!
— Sim, querida. Eu fico excitado. Não consigo resistir a você.
— Alegre-se, promíscuo! Me servir fará você feliz como um cachorro é feliz com sua dona. Sendo meu escravo e corno, você encontrará seu destino. Não pode mais voltar atrás. Saiba que enquanto você se babava me exibindo, eu estava dando para para seus amigos no banheiro. Diga adeus a eles, meu corno!… E agora… humilhe-se e masturbe-se aos meus pés…!
Uma tesão descomunal me dominava. Ela tinha razão, servi-la era meu destino. Eu ficaria sempre duro só de sentir seu olhar, seus saltos ou o hálito de seu poder. Em silêncio, virei-me de costas e me masturbei em sua presença enquanto beijava seus stilettos. Ela esmagou com a sola o esperma derramado em meu terno de casamento. Está lá desde então.
Perdida toda a vergonha, liguei para a administração do hotel e consegui o telefone de duas agências de garotos de programa. Contratei um que estava disposto a viajar no dia seguinte. Marquei com ele no bar do hotel para explicar sua tarefa e as instruções para satisfazer minha recém-casada. Foi uma boa escolha, ela me parabenizou e permitiu que eu dormisse abraçado a seus stilettos.
Pela manhã, nós três tomamos café da manhã. O garoto de programa, seguindo minhas instruções, meteu-se sob as cobertas para chupar sua buceta enquanto eu lhe servia o café. Ela gozava loucamente. Seus orgasmos eram intermináveis. Nunca ficava satisfeita. Pedia mais e mais. Depois do café, ela cavalgou cada um por vez. Gostava de montar no homem. Assim passeava o pau por onde mais gostava, dizia. Naquela mesma manhã, partimos para a lua de mel.
Foi o primeiro garoto de programa. Outros viriam. Não duravam muito. Ela não parava de fodi-los. A mim, ela cuidava porque era seu marido. Já com os garotos de programa, mostrava-se selvagem e demoníaca ao extremo. Esgotava-os até deixá-los secos e os dispensava sem remorso algum.
Eles foram incorporados à nossa vida. Acompanhavam-nos a todos os lugares… caso lhe desse vontade. Assumi minha fama de corno sem vergonha nem disfarce. Estava tão esmagado pela personalidade de minha esposa que até me valia de sua potência sexual para desafiar algum fanfarrão. Você vai ver o que é bom quando minha mulher te pegar.
Frequentávamos reuniões sociais com frequência. Ela entrava comigo de um braço e o garoto de programa do outro. Eu Ela carregava o estigma do corno. Meus amigos a seguiam por todos os lados para serem ordenhados. Ela ficava excitada vendo eles se comportarem como cachorros no cio… Montaria neles quando bem entendesse. Enquanto isso, fodia o mordomo. Eu, um verdadeiro bundão, ia atrás da minha mulher, fazendo de cortina e lambendo o sêmen alheio. Ou então dirigia nossa limusine enquanto ela se esfregava no banco de trás.
— Para, amor, compra camisinhas.
— Para, amor, quero comer alguma coisa.
— Para, amor, compra um gel perfumado.
— Para, amor, preciso de pilhas para o vibrador.
Nos restaurantes, o mordomo tinha que bater uma pra ela enquanto ela comia ou conversava comigo. Depois pisava no pau dele com os sapatos até fazê-lo gozar e então me mandava lamber a sola. Eu chupava tudo o que ela colocasse na minha boca. Era assim que ela esquentava. Depois, em casa, ela caía em cima da gente. Eu era o primeiro da vez. Ela fazia isso pra me cuidar, mas também pra ficar mais excitada. Minha ordenhada era rápida e simples. Ela gostava de me ver atuando como assistente do mordomo. O coitado ela cavalgava até cansar. Eu tinha que cortar, lixar e lubrificar minhas unhas pra enfiar o dedo no cu dele enquanto ela galopava. Ela não se contentava com uma ou duas gozadas. Exigia mais e mais. Eu tinha que ajudá-la em qualquer capricho que lhe viesse à cabeça. Por exemplo, ela pedia que eu fizesse ovos fritos e os desse na boca dela enquanto estava cavalgando ele. Ela gostava de juntar sensações opostas. Os gritos dela ecoavam por toda a mansão. Os empregados conheciam meu estigma e o apetite desenfreado dela.
Quando o mordomo não tinha mais uma gota de porra, ela pedia o cintaral com consolo. Um modelo pra cada ocasião. Então ela nos dava no cu. Eu calçava o cintaral nela, passava vaselina e ela enfiava no mordomo. Depois, ele enfiava em mim. De joelhos, a gente via no espelho como ela montava na gente até ficar satisfeita… mas não saciada. Sempre sobrava apetite pra mais uma fodida. A gente achava que a coisa tinha acabado e caía no sono na hora. Mas ela, ardendo de sadismo, nos visitava sorrateiramente nos nossos quartos e abria nossas pernas para nos penetrar com uma brutalidade selvagem. Amanhecíamos tão doloridos que no dia não dava nem pra usar o cu… pra nada.
Foi assim nosso casamento. Apesar da juventude, ela era expert em fraquezas masculinas… que são muitas. Não hesitava em pegar um cara pelas bolas e apertá-las, mesmo na minha frente. Habilidosa em abrir um zíper, em segundos tinha um pau nas mãos. Os coitados se deixavam fazer. Ela os ordenhava com suas unhas afiadas vermelho-vivo. A expressão severa de seu rosto bonito não deixava margem para dúvidas. Devia ser obedecida na hora. Os garanhões entregavam o leite mesmo sem planejar. Ela, com sua língua comprida, pescava no ar.
As humilhações foram crescendo. Eu mesmo pedia. Era um círculo vicioso. Quanto mais submissão da minha parte, mais tesão dela e… assim por diante. O que mais a excitava, dizia, era me ver estendido a seus pés bebendo seus fluidos. Ela pedia as coisas com um “por favor” carinhoso, mas era implacável. Seu olhar se impunha sobre minha personalidade fraca. Nunca interrompia um clímax… nem mesmo se eu estivesse sangrando. Eu contava que alimentava a fantasia de morrer no meio dos seus orgasmos. Ela não parava por causa disso e me olhava com tanto desprezo… que me deixava com o pau duríssimo. Queria me ter sempre empinado pra me usar quando desse vontade.
Eu a assistia o tempo todo, principalmente quando ela ia sair. Tinha que satisfazê-la, esquentá-la, vesti-la e calçá-la. Ela usava aquelas meias-calças justas e abertas na virilha pra foder. Qualquer fetiche era bom pra dominar e espremer os homens. Eu ficava louco de vê-la se arrumar tão provocante. Estava tão na cara que ela ia foder!
Também atendia o telefone. Um celular com câmera. Pra mim ninguém ligava, todos eram pra ela. Eu Eu ficava na expectativa, esperando um sinal para chupar sua buceta enquanto ela se divertia, insolente e desinibida, rindo e seduzindo seu interlocutor.
—… Olha como eu gozo na boca do meu marido. Ele está chupando meu clitóris… Se prepare você! Afie a língua, que eu vou esfregar na sua!
Ela focava a câmera e gozava descaradamente. Seus amantes ficavam loucos… e eu também. Depois, ela se excitava com meu servilismo.
—… Que verme você é! Vou te usar para uma gozada das gordas!
Ela me apertava contra a parede, esfregando o clitóris nu na minha cara. Eu continuava chupando. Sentia os lábios vaginais dando tapas no meu rosto. Algo ia acontecer. Eu abria a boca. A vagina pressionava com mais força contra meus lábios e ela começava a mijar. Eu respirava pelo nariz. Sabia como engolir tudo. Quando o líquido quente enchia minha boca, ela interrompia o jato, eu engolia… e recomeçava até ela esvaziar dentro de mim. Mesmo assim, ela não parava de gozar. A cada gole, eu sentia os estertores do orgasmo vaginal. Segura do meu servilismo, ela se refestelava sem vergonha nenhuma. Às vezes, quando eu estava vestido para ser seu motorista, ela se afastava para mijar em mim por fora. Ela enlouquecia de prazer esfregando-se no meu rosto
enquanto o mijo escorria pela minha roupa e suas meias. Ela gritava como uma possessa.
— Não vou trocar de meia. Lamba, puta, limpe com a língua, lamba os sapatos. Você vai dirigir assim, mijado… Enquanto eu me alivio no banco de trás. Bate uma agora!
Eu gozava sob comando. Ela gostava de me ter amansado. Nunca esquecia de pisar no meu esperma. Assim a gente saía de casa. Ela aspirava o cheiro da minha roupa e… e já estava dura de novo!
Nem sempre ela me levava como motorista. De última hora, me deixava em casa e saía tacando forte… mas eu ia atrás, rastejando pelo chão atrás dos seus salto agulha.
— Limpe tudo, puta, arrume minhas roupas e me prepare um jantar leve. Deite no chão assim eu te acordo ao abrir a porta. Como prêmio, você vai engolir tudo o que tiver dentro da minha buceta.
Minha sogra, que eu achava que era uma mulher séria, foi quem ensinou tudo pra ela. No começo, não percebi nada. Parecia um lar normal. Depois as máscaras foram caindo. Ela e o marido abjeto, o pai da minha esposa, eram um casal sob o poder absoluto da mulher. Na segunda visita, não disfarçaram nada. Também tinha um garçom bonitão. O pai era um escravo total. A mãe e a filha davam tapas no pai e obrigavam ele a lamber o chão onde pisavam. Os paus dos homens ficavam sempre duros só de ver essas duas arpias em ação. O garçom andava pelado com o pau duro à mostra. As mulheres sem-vergonha balançavam ele ao passar... sem se importar com a nossa presença.
Na minha ingenuidade, achei que o homem era o pai da minha esposa. Mas com essas mulheres, ninguém pode ter certeza. Olha o que a minha própria esposa fez quando quis ter um filho. Contratou um útero de aluguel e inseminou com um óvulo dela e o esperma coletado de três indivíduos selecionados, entre os quais eu, o marido legítimo, não estava incluído. Mesmo assim, tive que fazer de assistente durante a extração do esperma. Os garanhões esperavam a vez numa sala ao lado. Ela, vestida com um tailleur dominante, meias e sapatos pretos, ficava sentada de pernas cruzadas. Eu tinha que tirar um sapato dela e segurar na boca e no nariz de um dos garanhões enquanto ela esfregava o pau dele com as unhas habilidosas e escarlates. Em segundos, ele era ordenhado e o sêmen depositado num frasquinho que eu mesmo entregava pra ela. Ela enfiava a língua comprida entre os lábios carmesim e se enroscava com gula no pau molhado pra chupar os restos de esperma. Terminando com um, eu tinha que colocar o sapato na cara do próximo. Assim, ordenhei os três.
A cena era tão excitante que até o médico da Clínica de Reprodução Assistida, presente na extração, estava cada vez mais excitado. Descontrolado e fora de si, ele entrou na fila. Eu coloquei o sapato nele enquanto minha esposa o ordenhava. Naquele dia, ele encheu quatro potes de esperma. Ele nem me considerou. Eu não consegui resistir à tesão de me ver tão humilhado e, sem querer, gozei dentro do sapato que ainda tinha na mão. Ela, como resposta, me ordenou a calçá-la e ficou de pé, triunfante, sobre o esperma de seu legítimo marido. Naquele momento, senti o que uma barata sente ao ser esmagada.
Outra de suas paixões era dar o cu nos homens e penetrá-los até o fundo. Nua e calçada com seus inseparáveis stilettos, ela dava o cu no pai dela, em mim, no mordomo, no médico ou em qualquer um de seus escravos. A cena me dava uma ereção incontrolável. Ela dominava a todos. Minha sogra não demorou a me dar o cu com o consentimento da filha.
— Tá sentindo aí dentro, querido? Relaxa. Em casa te espera mais do mesmo.
Meu sogro e eu fazíamos as tarefas mais humilhantes. Tínhamos que treinar os mordomos e correr para o banheiro logo que elas usavam, para limpar e perfumar tudo. Aos domingos, deixávamos a casa brilhando e cozinhávamos para a semana toda. Elas se divertiam com os mordomos.
Com meu sogro, compartilhávamos informações sobre a luxúria de nossas mulheres e inventávamos formas fantásticas de nos humilhar para sermos recompensados com um mijo. O maior troféu que podíamos almejar era chupar a menstruação delas misturada com a porra dos mordomos. Isso acontecia quando elas decidiam não usar preservativo e extraíam o esperma com os músculos da buceta.
Aos poucos, ela foi tomando tudo: minhas contas bancárias, a casa e minha empresa. Ela nem me avisava de seus planos. Me obrigava a assinar com um dedo enfiado no meu cu. Parei de trabalhar para cuidar exclusivamente dela.
Ela também se apropriava do salário dos mordomos. Escravizava-os com extrema facilidade. Ela fazia isso por pura maldade. Fazia com que colocassem o dinheiro nos sapatos para depois enfiar... Salto alto afiado na bunda. Eles recolhiam os que caíam no chão. Esse era o salário.
Nossas calças eram cortadas e não devíamos usar cueca para que ela pudesse nos penetrar a qualquer momento e lugar.
Passaram-se cinco anos de feliz casamento. Ela, alimentada com porra de homem, está cada dia mais alta, gostosa e dominadora. Agora tem dois serventes. Eu já não saio de casa. Estou devorado, esquálido e doente. Como um cachorro velho, me deito para dormir aos pés da minha dona. Assim espero o fim. Ela espera também. Diz que o preto lhe cai bem.
2 comentários - El mucamo.