Tudo começou com meu meio-irmão 2

Valeu por todos os comentários e pelos pontinhos!! Pra quem tá me perguntando por que não faço um post com fotos minhas, é porque não tenho computador e pelo celular não deixa eu subir elas!!! Esse relato vai ser longo, já aviso de antemão pra quem não gosta de ler!!

De manhã acordei ainda toda bagunçada, espiei e vi o dia lindo que tava lá fora e resolvi passar a manhã na piscina. Coloquei um biquíni que achei numa das gavetas e percebi que precisava de outro, aquele de uns anos atrás tava pequeno e não cobria quase nada da minha anatomia generosa, vesti uma camisa comprida e desci pra tomar café.

Na cozinha, o Facundo tava tomando café junto com meu pai enquanto a mãe dele fazia umas coisas e eles batiam papo.

As três reações foram completamente diferentes: o Facundo me deu um sorrisinho, me olhando de cima a baixo e lembrando da noite anterior pela expressão safada dele; ela me olhou com o mesmo desprezo de sempre, conseguia com um simples olhar me fazer sentir que eu tava sobrando; e o último, meu pai. Ele me encarou uns segundos e de repente desviou o olhar depois de um frio “bom dia” e saiu da cozinha.

– Facu, vou fazer compras no centro, cê vem? – ela pediu pro filho, a Claudia.

De novo me excluiu e, como sempre, fez eu me sentir um estorvo ali. Tomei meu café rápido e, enquanto saía da cozinha, ouvi o Facu:

– Não, prefiro ficar na piscina, tô morto de cansado de ontem.

Sorri primeiro pela alusão ao cansaço dele e depois por me sentir vitoriosa em relação à mãe dele.

Tirei a camisa e, depois de colocar uma toalha na espreguiçadeira, sentei pra pegar um sol. Dez minutos depois, o Facu apareceu de sunga.

– Cê tá me tampando o sol – falei braba.

– Pois ainda bem que alguma coisa te tapa, porque esse biquíni deixa pouco pra imaginação – ele respondeu, também irritado.

– Desculpa te ofender com essa roupa, com certeza sua namorada é mais recatada – falei, indignada com a cara dele. comentário e o humor dele-

-Não se parece nada com você e é mais recatada –sentenciou-

-Talvez é que ela também não tem muito o que mostrar –falei bem grossa antes de me jogar na água-

Ele se jogou do meu lado me molhando toda, enquanto eu xingava ele de como a água estava fria, ele se aproximou.

-Quer que eu tire o frio de você, vadia?

-Não me chame assim

-Ontem você não ligou de eu te chamar de vadia e ainda se comporta e se veste como uma, o que espera?

-Por que você está bravo comigo?

-Porque odeio perder o controle e você faz eu só pensar em te foder

Ele me encurralou entre a parede da piscina e o corpo dele e, se aproximando, puxou o cordão que segurava os escassos triângulos de pano que cobriam parte dos meus peitos

-Amo seus peitos, grandes, redondos e deliciosos –disse abaixando a cabeça para lamber eles-

Tentei afastá-lo, não queria que a coisa complicasse e repetir o que aconteceu na noite anterior não era uma boa ideia e deixei isso claro

-Eu sei que não é uma boa ideia –disse puxando um cordão da tanga do biquíni-

Ele fez o mesmo com a outra parte e depois, sem parar de me olhar, puxou o pano passando ele entre os lábios da minha buceta.

-Vai pra praia com esse biquíni? –disse já ofegante-

-Não. É de uns dois anos atrás e está pequeno em mim

Ele puxou o pano todo, me deixando nua.

-Meu pai pode vir

-Quando vim pra cá ele estava indo embora, estamos sozinhos

Ele me segurou na água fazendo com que eu envolvesse a cintura dele, tirou a sunga e me desceu devagar enfiando a pica na minha Pusitta, coisa que não resisti, se eu já estava toda molhada (Pusitta é o nome da minha buceta pra quem não sabe)

Ele me abraçou forte colando meus peitos no peito dele e com o vai e vem, os pelos dele roçavam meus mamilos eretos me dando pequenos arrepios.

-Ontem eu disse pra mim mesmo que não ia acontecer de novo e Olha, na primeira oportunidade eu tô de novo dentro da sua buceta quente – disse resignado.

Não parou até que, me segurando forte no pescoço dele, eu gozei com o pau dele enterrado fundo.

– Vai, vagabunda – disse me abaixando e me levando até a borda da piscina.

Saí na frente dele e ele me deu um tapa na bunda e ali mesmo me colocou de joelhos, se posicionou atrás de mim e me empurrou pra apoiar as mãos e me comeu de novo, dessa vez como um selvagem, sem piedade, não sei por quanto tempo. Sentia as mãos dele nos meus rins enquanto ele metia uma e outra vez.

– Que lindo é te comer, "irmãzinha", adoro – disse me dando um tapa forte na bunda.

Eu reclamei e aí ele me deu outro e um terceiro. (Como me excita levar tapas na raba, vocês não imaginam.)

– Não reclama, vagabunda, se no fundo eu sei que você gosta de levar forte.

Tirou o pau rapidamente e começou a bater uma punheta pra mim, dizendo:

– Vagabunda, você tem essa rabo lindo vermelho dos meus tapas – disse entre gemidos.

Senti na hora o calor do gozo dele na minha bunda, escorrendo pelas minhas coxas; caí na grama.

– Te encher de porra tá virando o melhor dos meus vícios – disse antes de se jogar de novo na água.

Eu optei pelo chuveiro que tinha num canto e depois me enrolei na toalha e fui pro meu quarto.

Me deitei na cama por uns minutos tentando analisar a reviravolta que aquele fim de semana tinha dado. Tinha descoberto que, mesmo contra a vontade dele, o enteado do meu pai me desejava e, de alguma forma, por se culpar por isso, me comia com uma fúria e raiva que me deixava louca. Me dava tesão a ideia de que ele fosse filho da "minha maior inimiga" e saber que ela não aguentaria o fato me excitava ainda mais.

Era só sexo, já que ele tinha namorada. Não devia gostar disso, mas a ideia do "proibido" fazia parecer ainda mais atraente. Tava naquela idade em que me sentia completamente livre. para viver experiências sem pensar ainda no futuro e era assim que eu queria focar essa nova experiência.

Naquela mesma noite, Facu saiu com os amigos e eu fiquei em casa. Jantei com a mãe dele e meu pai, e quando eles foram dormir, fiquei na sala vendo TV.

Estava assistindo a um filme quando ouvi a porta e vi o Facu aparecer.

— Oi, pensei que já estivesse dormindo.

— Não tava com sono, tô vendo um filme.

Ele sentou na outra ponta do sofá onde eu estava deitada e encolhi os pés pra dar espaço.

— Fico um pouco se não se importa — disse me olhando com intensidade.

Pegou meus pés e colocou sobre as coxas dele, começando a massageá-los.

— Passei a noite toda pensando em te tocar, fui embora pra manter distância e só pensava em voltar.

Parecia falar sozinho, enquanto olhava as mãos dele percorrerem agora toda minha perna nua.

Ele se moveu um pouco até o meio do sofá pra alcançar mais alto com as carícias. Eu não queria falar com ele, só queria que continuasse me tocando, que acendesse de novo a paixão no meu corpo.

Abri as coxas e então ele me olhou.

— Você é muito puta, tá sempre pronta, e contra isso não tenho forças pra lutar — disse puxando minha calcinha fio dental.

Enfiou a mão por um lado e os dedos longos dele roçavam meu clitóris distraidamente, e um segundo depois eu já tava toda molhada.

Tocou com três dedos e empurrou pra dentro da minha buceta, começando um vai e vem que logo me deixou completamente entregue, gemendo baixinho pra ninguém ouvir, porque isso era mais um estímulo nesse turbilhão em que a gente tinha se metido — sermos pegos pelos nossos pais tornava tudo ainda mais excitante. Ele ter namorada deixava tudo mais sujo, e nossa falta de controle era a cereja do bolo.

— Vão nos ver, puta, e aí vai dar merda.

— Não para — implorei à beira do meu primeiro orgasmo.

Ele não parou, e... Me gozei, molhando os dedos dele e minha calcinha fio dental. Depois ele tirou a mão e eu me virei, apoiando a cabeça onde antes estavam minhas pernas. Me virei e desabotoei a calça dele, liberando o pau dele, duro e pronto de novo.

Comecei a bater uma pra ele bem rápido, senti ele pulsar quando aproximei meus lábios, estiquei a língua e lambi as gotinhas de líquido pré-seminal. Era salgado e gostoso, o que me animou a continuar lambendo com gula. (Esse suquinho é minha perdição!)

— Assim, sua puta, come ele todinho — ele disse, excitado.

Deixei ele deslizar entre meus lábios e fui engolindo o máximo que conseguia, aí a mão dele me incentivou a continuar um pouco mais, um pouco mais até quase engasgar quando roçou minha campainha, mas eu controlei e continuei chupando.

— Se não parar, engole ele todo.

Por uns minutos não parei de lamber, chupar e até mordiscar ele. Enquanto isso, ele esticou a mão até meus peitos e apertou, amassou e beliscou com a força que nossos encontros tinham.

Ficamos assim por um tempo e quando os dois estavam à beira do abismo, ele me separou bruscamente.

— Para, puta, você vai me fazer gozar e eu não quero. Vem! — disse, indicando que eu sentasse no pau dele.

— Se eles levantarem, não vamos ter tempo de disfarçar.

— Me come agora, "irmãzinha".

Sentei e ele, segurando o pau, apontou pra minha bucetinha, que recebeu ele bem quentinha.

— Desce devagar, enfia até o saco.

Desci o mais devagar que pude, mas não o suficiente, porque beliscando minha bunda ele disse:

— Eu falei devagar!

Ele não soltou minha carne, o beliscão doía, mas o pau dele me matava de prazer e eu obedeci até ter ele enfiado por completo.

Ele gemeu e com as duas mãos na minha bunda começou a me mover em cima dele, eu comecei a rebolar no ritmo dele, cada vez mais rápido, mais fundo, mais bruto. Sentia o pau dele encher minha buceta até o fundo.

— Assim, puta, mexe a bunda. espreme meu pau que eu encho tua buceta de porra, posso?
Assenti com a cabeça, vocês sabem como eu gosto de sentir a porra quentinha na pussy. Acelerei os movimentos e ele jogou a cabeça pra trás e deixou que eu fosse quem pegasse nele.

— Que gostoso isso, “irmãzinha”

Me dava tanto tesão ele me chamar assim que, ao ouvir e ver os olhos dele brancos de prazer, gozei apertando mais o pau dele com meus espasmos. Naquele momento, ele arqueou e tensionou o corpo e, enquanto eu gozava, senti o gozo dele na minha pussy.

No dia seguinte, nos despedimos sem promessas, sem mal-entendidos.

Na próxima vez que nos vimos, ele veio com a namorada dele. Era aniversário dela e ele nos convidou todos pra jantar. Fomos comer no morro e a noite foi super agradável, embora não tivéssemos intimidade. Nós dois sabíamos o que rolava e não houve tensão nenhuma.

A mãe dele estava encantada, de braço dado com a namorada, enquanto a gente se olhava cúmplices e meu pai estava em outro canto.

Quando voltamos pra casa, todo mundo se amontoou na porta da casa no carro dele. Ele tinha que levar o carro pra parte de trás, onde ficava a garagem, e me surpreendeu ao dizer:

— Você não tinha que me mostrar aquele para-brisa quebrado?

— Sim, não lembrava — falei rápido.

— Facundo, vê isso amanhã — disse a mãe dele.

— É rapidinho, sobe aí e dou uma olhada, porque amanhã não sei se vou poder. Já volto — ele disse pra namorada, enquanto ela descia e continuava conversando com a mãe dele.

Assim que começou a andar, ele se virou pra mim e disse:

— Tô morrendo de vontade de te comer, e você, garota?

— Também.

— Temos pouco tempo, tira a calcinha já!

Enquanto ele dirigia, eu meti a mão por baixo da minha saia e tirei a calcinha, toda excitada ao ver a necessidade e a fome no olhar escuro dele.

Um minuto depois, ele estacionou o carro na garagem, junto ao meu. Desceu pra fechar o portão enquanto eu saía do carro.

Me aproximei por trás dele... Ele se grudou nas minhas costas, esmagando meus peitos. Ele pegou minhas mãos da cintura dele e levou até o pau dele.

— Olha como você me deixa, putinha, tô assim desde que te vi.

Com a ajuda dele, liberei o pau dele e comecei a acariciar enquanto ele dava uma olhada rápida no lugar.

— Vem — ele disse.

Ele me levou para um canto da garagem, puxou alguma coisa e vi que era a mesa velha da cozinha que guardavam pra usar no quintal quando tinha visita.

Ele me subiu na mesa e, enquanto levantava minha saia, disse:

— Preciso te foder agora.

— Então fode.

Ele segurou o pau dele e senti a cabeça na minha entrada. Com um único empurrão, me abriu e entrou até o fundo.

— Deus, sua umidade me deixa louco — ele disse, me fodendo bem forte.

Ele entrava e saía sem piedade mil vezes enquanto eu gemia, mexendo a bunda na mesa o máximo que podia pra ele entrar mais e mais fundo.

— Isso, não para.

— Toma, putinha, que vontade eu tava de te enfiar essa pica. Nem aniversário, nem presentes, nem minha mãe, nem minha namorada, eu só suspirava pra afundar até o fundo da sua buceta quente e molhada de puta.

Nós dois ofegávamos, e a cada estocada estávamos mais perto do orgasmo. Ele levantou minha camiseta, tirou meus peitos do sutiã e apertou enquanto não parava de me foder.

— Me dá forte, "irmãozinho".

Agora um gritinho saiu da garganta dele enquanto o gozo jorrava do pau dele e eu gozava que nem uma louca.

Cinco minutos depois, estávamos na sala com o resto da família. Enquanto a mãe dele perguntava por que a gente tinha demorado tanto, eu, feliz, sentia o gozo dele escorrendo pelas minhas coxas.

De manhã, eu tava tomando café quando a mãe dele ofereceu pra "nora" dela ir fazer compras, me deixando de lado de novo. Ela aceitou, já que o Facu ia ficar na cama.

Quando elas foram embora, subi rápido e vi que meu pai ainda dormia. Abri a porta do quarto do Facu, e ele me olhou com uma mistura de surpresa e algo mais.

— Já foram? —perguntou ele—

—Sim

—E você vem buscar mais, sua vadia?

—Sim

—Então não sei o que você está esperando, se despe

Eu me despi, olhando ele tirar o pijama na mesma cama onde tinha dormido com a namorada dele e, por mais horrível que pareça, isso me deixou louca.

Completamente nua, me meti na cama dele, subi em cima dele e deixei o pau dele me penetrar enquanto mordíamos os lábios um do outro. Deitada sobre ele, não entrava tudo, mas por enquanto já bastava. Eu esfregava meus mamilos no peito dele.

Fodemos por mais de uma hora, mudando de posição mil vezes, até que, exaustos, gozamos.

—Depois de foder com você, me sinto mal — ele admitiu de repente—

—Por trair ela?

—Sim

—Acho que é normal, você a ama

—E isso não te incomoda?

—Não, é algo que eu já sabia antes

—Eu amo ela, e isso não faz com que eu pare de te desejar

—São duas coisas diferentes, o nosso negócio é só sexo. Nem te amo, nem você me ama de forma romântica. Você gosta de foder comigo, mas vê sua vida ao lado dela

—Era exatamente isso que eu estava pensando e não queria falar porque parecia errado depois do que acabamos de fazer

—Não se preocupa, não me ofende que você a ame, e eu gosto do sexo com você

—Essas coisas sempre complicam — ele disse, taciturno e triste, sem querer abrir mão de nada—

—Só quando os dois lados não têm as coisas claras e um espera mais do que o outro está disposto a dar — falei, saindo da cama e do quarto dele—

Eu estava deitada na cama, meu corpo todo doía. Descansei uns minutos, mas não conseguia dormir, desci, tomei água e saí no quintal. Sem fazer barulho, contornei a casa para me deitar um pouco ao sol e vi a janela do meu pai aberta. Me aproximei e ouvi um barulho. Espiei, abri um pouquinho a cortina esperando vê-lo dormindo, mas ele não estava.

Estava deitado na cama, coberto até a cintura. com o lençol, mas seus gemidos logo entregaram o que ele estava fazendo. Fiquei chocada vendo meu pai se masturbando gostoso.

Mas o mais louco ainda estava por vir, fiquei paralisada no lugar quando meu pai se descobriu e vi que algo cobria o pau dele. Olhei melhor e vi que era a calcinha fio dental que eu tinha posto pra lavar depois do sexo na garagem.

Na mesma hora eu soube que ele sabia da minha história com o enteado dele e, o mais incrível, isso excitava meu pai...

11 comentários - Tudo começou com meu meio-irmão 2

Se está poniendo más morboso, seguilo. Un beso
para animallllllllllllllllllllllllllllllllllllllll +2
Te pasaste con el relato...se viene la tercera parte?
muy bueno, espero le saques bastante jugo a la historia!!!! van mis 10