Obrigado a todos pelos comentários e pelos pontinhos!! Pra quem me pergunta por que não faço um post com fotos minhas, é porque não tenho computador e pelo celular não deixa eu subir elas!!! Esse relato vai ser longo, já aviso de antemão pra quem não gosta de ler!!
De manhã acordei ainda toda bagunçada, espiei e vi o dia lindo que tava lá fora e decidi passar a manhã na piscina. Coloquei um biquíni que achei numa das gavetas e percebi que precisava de outro, aquele de uns anos atrás tava pequeno e não cobria quase nada da minha anatomiazinha generosa, vesti uma camisa comprida e desci pra tomar café.
Na cozinha, o Facundo tava tomando café junto com meu pai enquanto a mãe dele fazia umas coisas e eles conversavam.
As três reações foram completamente diferentes: o Facundo me sorriu de leve, me olhando de cima a baixo e lembrando da noite anterior pela expressão safada dele; ela me olhou com o mesmo desprezo de sempre, conseguia com um simples olhar me fazer saber que eu tava sobrando; e o último, meu pai. Ele me olhou por uns segundos e de repente desviou o olhar depois de um frio “bom dia” e saiu da cozinha.
— Facu, vou fazer umas compras no centro, cê vem? — pediu pra Claudia pro filho dela.
De novo me excluiu e, como sempre, fez eu me sentir a mais ali. Apressei meu café e, enquanto saía da cozinha, ouvi o Facu:
— Não, prefiro ficar na piscina, tô cansadão de ontem.
Sorri primeiro pela alusão ao cansaço dele e depois por me sentir vencedora contra a mãe dele.
Tirei a camisa e, depois de colocar uma toalha na espreguiçadeira, sentei pra pegar um sol e dez minutos depois apareceu o Facu de sunga.
— Cê tá me tapando o sol — falei brava.
— Pois ainda bem que alguma coisa te tapa, porque esse biquíni deixa pouco pra imaginação — ele disse, também irritado.
— Desculpa te ofender com essa roupa, com certeza sua namorada é mais recatada — falei indignada com a resposta dele. comentário e o humor dele-
-Não se parece nada com você e é mais recatada – sentenciou-
-Talvez é que também não tem muito o que mostrar – falei bem sarcástica antes de me jogar na água-
Ele se jogou do meu lado me molhando toda, enquanto eu xingava ele de como a água estava fria, ele se aproximou.
-Quer que eu tire o frio de você, putinha?
-Não me chama assim
-Ontem você não ligou de eu te chamar de putinha e ainda se comporta e se veste como uma, o que espera?
-Por que você tá puto comigo?
-Porque odeio perder o controle e você faz eu só pensar em te foder
Ele me encurralou entre a parede da piscina e o corpo dele e, se aproximando, puxou o cordão que segurava os poucos triângulos de pano que cobriam parte dos meus peitos
-Amo seus peitos, grandes, redondos e deliciosos – disse abaixando a cabeça para lamber eles-
Tentei afastá-lo, não queria que a coisa complicasse e repetir o que rolou na noite anterior não era boa ideia e falei isso pra ele
-Já sei que não é boa ideia – disse puxando um cordão da tanga do biquíni-
Fez o mesmo com a outra parte e depois, sem parar de me olhar, puxou o pano passando ele entre os lábios da minha buceta.
-Vai pra praia com esse biquíni? – disse já ofegante-
-Não. É de uns dois anos atrás e tá pequeno
Puxou o pano de uma vez, me deixando nua.
-Meu pai pode chegar
-Quando vim pra cá ele tava indo embora, estamos sozinhos
Ele me segurou na água fazendo eu envolver a cintura dele, tirou a sunga e me abaixou devagar enfiando a pica na minha Pusitta, coisa que não resisti, já tava toda molhada (Pusitta é o nome da minha buceta pra quem não sabe)
Me abraçou forte colando meus peitos no peito dele e com o vai e vem, os pelos dele roçavam meus mamilos duros me dando pequenos arrepios.
-Ontem eu disse pra mim mesmo que não ia rolar de novo e Olha, na primeira oportunidade eu tô de novo dentro da sua buceta quente – disse ele, resignado.
Não parou até que, me segurando firme pelo pescoço, eu gozei com o pau dele enterrado fundo.
– Vamos, vagabunda – disse ele, me abaixando e me levando até a borda da piscina.
Saí na frente dele e ele me deu um tapa na bunda e ali mesmo me colocou de joelhos, se posicionou atrás de mim e me empurrou para apoiar as mãos e me comeu de novo, dessa vez como um selvagem, sem piedade, não sei por quanto tempo. Sentia as mãos dele nos meus rins enquanto ele arrombava uma e outra vez.
– Que lindo é te comer, "irmãzinha", adoro – disse ele, me dando um tapa forte na bunda.
Eu reclamei, e então ele me deu outro e um terceiro. (Como me excita levar tapas na bunda, vocês não imaginam.)
– Não reclama, vagabunda, no fundo eu sei que você gosta de levar duro.
Ele tirou o pau rapidamente e começou a se masturbar, dizendo:
– Vagabunda, você tem essa bunda linda vermelha dos meus tapas – disse ele, entre gemidos.
Senti na hora o calor do gozo dele na minha bunda, escorrendo pelas minhas coxas; caí na grama.
– Te encher de porra está se tornando o melhor dos meus vícios – disse ele antes de se jogar de novo na água.
Eu optei pelo chuveiro que tinha num canto e depois me enrolei na toalha e fui pro meu quarto.
Me deitei na cama por uns minutos, tentando analisar a reviravolta que aquele fim de semana inteiro tinha dado. Tinha descoberto que, mesmo contra a vontade dele, o enteado do meu pai me desejava e, de alguma forma, por me culpar por isso, ele me comia com uma fúria e raiva que me deixava louca. Me dava tesão a ideia de que ele fosse filho da "minha maior inimiga" e saber que ela não aguentaria o fato me excitava ainda mais.
Era só sexo, já que ele tinha namorada. Não deveria gostar disso, mas a ideia do "proibido" fazia com que parecesse ainda mais atraente. Eu estava naquela idade em que me sentia completamente livre. pra viver experiências sem pensar ainda no futuro, e era assim que eu queria focar essa nova experiência.
Naquela mesma noite, o Facu saiu com os amigos dele e eu fiquei em casa. Jantei com a mãe dele e meu pai, e quando eles foram pra cama, eu fiquei na sala vendo TV.
Tava vendo um filme quando ouvi a porta e vi o Facu aparecer.
— Oi, pensei que já tava dormindo
— Não tava com sono, tô vendo um filme
Ele sentou na outra ponta do sofá onde eu tava deitada e encolhi os pés pra dar espaço pra ele
— Fico um pouco se não se importa — disse me olhando com intensidade —
Pegou meus pés e colocou nas coxas dele e começou a massagear.
— Passei a noite toda pensando em te tocar, fui embora pra manter distância e só pensava em voltar de novo
Parecia que tava falando sozinho, enquanto olhava as mãos dele percorrendo agora toda minha perna nua.
Ele se mexeu um pouco até o meio do sofá pra alcançar mais alto com as carícias. Eu não queria falar com ele, só queria que continuasse me tocando, que acendesse de novo a paixão no meu corpo.
Abri as coxas e então ele me olhou.
— Você é muito puta, tá sempre pronta, e contra isso não tenho forças pra lutar — disse puxando minha calcinha fio dental —
Enfiou a mão por um lado e os dedos longos dele roçavam meu clitóris distraidamente, e um segundo depois eu já tava toda molhada.
Tocou com três dedos e empurrou pra dentro da minha buceta pra começar um vai e vem que logo me deixou completamente entregue, gemendo baixinho pra ninguém ouvir, porque isso era mais um estímulo nesse turbilhão em que a gente tinha se metido — nossos pais poderem nos pegar deixava tudo ainda mais excitante. Ele ter namorada tornava tudo mais sujo, e nossa falta de controle era a cereja do bolo.
— Vão nos ver, puta, e aí vai dar merda
— Não para — implorei à beira do meu primeiro orgasmo —
Ele não parou, e Me gozei molhando os dedos dele e minha calcinha fio dental. Aí ele tirou a mão e eu me virei, apoiando a cabeça onde antes estavam minhas pernas. Me virei e desabotoei a calça dele, liberando o pau dele, duro e pronto de novo.
Comecei a bater uma pra ele bem rápido, senti ele pulsar quando aproximei meus lábios, estiquei a língua e lambi as gotinhas de líquido pré-seminal. Era salgado e gostoso, o que me animou a continuar lambendo com gula (esse suquinho é minha perdição!).
— Assim, vagabunda, come ele todo — ele falou excitado.
Deixei ele escorregar entre meus lábios e fui engolindo o máximo que conseguia, aí a mão dele me incentivou a continuar um pouco mais, um pouco mais até quase engasgar quando roçou minha campainha, mas eu controlei e continuei chupando.
— Se não parar, engole ele todo.
Por uns minutos não parei de lamber, chupar e até mordiscar ele. Enquanto isso, ele esticou a mão até meus peitos e apertou, amassou e beliscou com a força que nossos encontros tinham.
Ficamos um tempo assim e quando os dois estavam à beira do abismo, ele me separou bruscamente.
— Para, vagabunda, que você vai fazer eu gozar e não quero. Vem! — ele disse, indicando que eu sentasse no pau dele.
— Se levantar, não vamos ter tempo de disfarçar.
— Me come agora, "irmãzinha".
Sentei e ele, segurando o pau, apontou pra minha buceta, que recebeu ele bem quentinha.
— Desce devagar, enfia até as bolas.
Desci o mais devagar que consegui, mas não o suficiente, porque beliscando minha bunda ele disse:
— Falei devagar!
Ele não soltou minha carne, doía o beliscão dele, mas o pau dele me matava de prazer e eu obedeci até ter ele enfiado por completo.
Ele gemeu e com as duas mãos na minha bunda começou a me mexer em cima dele, eu comecei a rebolar no ritmo dele, cada vez mais rápido, mais fundo, mais bruto. Sentia o pau dele encher minha buceta até o fundo.
— Assim, vagabunda, mexe a bunda. espreme meu pau que eu encho tua buceta de porra, posso?
Assenti com a cabeça, vocês sabem como eu gosto de sentir a porra quentinha na pussy. Acelerei os movimentos e ele jogou a cabeça pra trás e deixou que eu fosse quem pegasse ele.
— Que gostoso isso, “irmãzinha”
Me dava tanto tesão ele me chamar assim que, ao ouvir e ver os olhos dele brancos de prazer, gozei apertando mais o pau dele com meus espasmos. Naquele momento, ele arqueou e tensionou o corpo e, enquanto eu gozava, senti o esperma dele na minha pussy.
No dia seguinte, nos despedimos sem promessas, sem maldade.
Na próxima vez que nos vimos, ele veio com a namorada. Era aniversário dela e ele nos convidou todos pra jantar. Fomos comer no morro e a noite foi super agradável, embora não tivéssemos intimidade. Nós dois sabíamos o que rolava e não houve tensão nenhuma.
A mãe dele estava encantada de braço dado com a namorada, enquanto a gente se olhava cúmplice e meu pai estava do outro lado.
Quando voltamos pra casa, todos no carro dele se amontoaram na porta. Ele tinha que levar o carro pra parte de trás, onde ficava a garagem, e me surpreendeu ao dizer:
— Você não tinha que me mostrar aquele para-brisa quebrado?
— Sim, não lembrava — falei rápido.
— Facundo, você vê amanhã — disse a mãe dele.
— É rapidinho, sobe e dou uma olhada, porque amanhã não sei se vou poder. Já volto — falou pra namorada, enquanto ela descia conversando de novo com a mãe.
Assim que começou a andar, ele se virou pra mim e disse:
— Tô morrendo de vontade de te comer, e você, garota?
— Também.
— Temos pouco tempo, tira a calcinha já!
Enquanto ele dirigia, meti as mãos por baixo da minha saia e tirei a calcinha, toda excitada ao ver a necessidade e a fome no olhar escuro dele.
Um minuto depois, ele estacionou o carro na garagem junto ao meu. Desceu pra fechar o portão enquanto eu saía do carro.
Me aproximei por trás dele. ele se grudou nas minhas costas, esmagando meus peitos. Ele pegou minhas mãos da cintura dele e levou até o pau dele.
— Olha como você me deixa, sua puta, tô assim desde que te vi.
Com a ajuda dele, liberei o pau dele e comecei a acariciar enquanto ele dava uma olhada rápida no lugar.
— Vem — ele disse.
Ele me levou para um canto da garagem, puxou alguma coisa e vi que era a mesa velha da cozinha que guardavam pra levar pro quintal quando tinha visita.
Ele me subiu na mesa e, enquanto levantava minha saia, disse:
— Preciso te comer agora.
— Então faz.
Ele segurou o pau dele e senti a cabeça na minha entrada, com um empurrão só me abriu e entrou até o fundo.
— Deus, sua umidade me deixa louco — ele disse me comendo bem forte.
Ele entrava e saía sem pena mil vezes enquanto eu gemia, mexendo a bunda na mesa o máximo que podia pra ele entrar mais e mais.
— Isso, não para.
— Toma, sua puta, que vontade eu tava de enfiar em você, nem aniversário, nem presente, nem minha mãe, nem minha namorada, eu só suspirava pra afundar até o fundo da sua buceta quente e molhada de puta.
Nós dois ofegávamos, e a cada investida estávamos mais perto do orgasmo. Ele levantou minha camiseta, tirou meus peitos do sutiã e apertou enquanto não parava de me comer.
— Me dá forte, “irmãozinho”.
Aí o gritinho saiu da garganta dele enquanto o leite jorrava do pau dele e eu gozava igual uma louca.
Cinco minutos depois, estávamos na sala com o resto da família, e enquanto a mãe dele perguntava por que a gente tinha demorado tanto, eu, feliz, sentia o leite dele escorrendo pelas minhas coxas.
De manhã, eu tava tomando café quando a mãe dele ofereceu pra “nora” dela ir fazer compras, me deixando de lado de novo. Ela aceitou, já que o Facu ia ficar na cama.
Quando elas saíram, subi rápido e vi que meu pai tava dormindo, abri a porta do quarto do Facu e ele me olhou com uma mistura de surpresa e algo mais.
— Já foram? —perguntou ele—
—Sim
—E você vem pra mais, sua puta?
—Sim
—Então não sei o que você tá esperando, tira a roupa
Eu me despi olhando ele tirar o pijama na mesma cama onde tinha dormido com a namorada dele e, por mais horrível que pareça, fiquei louca.
Completamente nua, me meti na cama dele, subi em cima dele e deixei o pau dele me penetrar enquanto a gente se mordia nos lábios. Deitada em cima dele, não entrava tudo, mas por enquanto já bastava. Eu esfregava meus mamilos no peito dele.
A gente trepou por mais de uma hora, mudando de posição mil vezes, até que, exaustos, gozamos.
—Depois de foder com você, me sinto mal —ele admitiu de repente—
—Por trair ela?
—Sim
—Acho que é normal, você ama ela
—E isso não te incomoda?
—Não, é algo que eu já sabia antes
—Eu amo ela, e isso não faz com que eu pare de te desejar
—São duas coisas diferentes, o nosso negócio é só sexo. Nem te amo, nem você me ama de um jeito romântico. Você gosta de foder comigo, mas vê sua vida ao lado dela
—Era isso que eu tava pensando e não queria falar porque parecia errado depois do que a gente acabou de fazer
—Não se preocupa, não me ofende que você ame ela, e eu gosto do sexo com você
—Essas coisas sempre complicam —ele disse, taciturno e triste, sem querer abrir mão de nada—
—Só quando os dois lados não têm as coisas claras e um espera mais do que o outro tá disposto a dar —falei, saindo da cama e do quarto dele—
Eu tava deitada na cama, meu corpo todo doía. Descansei uns minutos, mas não conseguia dormir, desci, tomei água e saí pro quintal. Sem fazer barulho, contornei a casa pra deitar um pouco ao sol e vi a janela do meu pai aberta. Me aproximei e ouvi um barulho. Espiei, abri um pouquinho a cortina esperando ver ele dormindo, mas não tava.
Ele tava deitado na cama, coberto até a cintura. com o lençol, mas os gemidos logo entregaram o que ele estava fazendo. Fiquei chocada vendo meu pai se masturbando gostoso.
Mas o mais louco ainda estava por vir, fiquei paralisada no lugar quando meu pai se descobriu e vi que algo cobria o pau dele. Olhei melhor e vi que era a calcinha fio dental que eu tinha deixado pra lavar depois do sexo na garagem.
Na mesma hora eu soube que ele sabia da minha história com o enteado dele e, o mais incrível, isso excitava meu pai...
De manhã acordei ainda toda bagunçada, espiei e vi o dia lindo que tava lá fora e decidi passar a manhã na piscina. Coloquei um biquíni que achei numa das gavetas e percebi que precisava de outro, aquele de uns anos atrás tava pequeno e não cobria quase nada da minha anatomiazinha generosa, vesti uma camisa comprida e desci pra tomar café.
Na cozinha, o Facundo tava tomando café junto com meu pai enquanto a mãe dele fazia umas coisas e eles conversavam.
As três reações foram completamente diferentes: o Facundo me sorriu de leve, me olhando de cima a baixo e lembrando da noite anterior pela expressão safada dele; ela me olhou com o mesmo desprezo de sempre, conseguia com um simples olhar me fazer saber que eu tava sobrando; e o último, meu pai. Ele me olhou por uns segundos e de repente desviou o olhar depois de um frio “bom dia” e saiu da cozinha.
— Facu, vou fazer umas compras no centro, cê vem? — pediu pra Claudia pro filho dela.
De novo me excluiu e, como sempre, fez eu me sentir a mais ali. Apressei meu café e, enquanto saía da cozinha, ouvi o Facu:
— Não, prefiro ficar na piscina, tô cansadão de ontem.
Sorri primeiro pela alusão ao cansaço dele e depois por me sentir vencedora contra a mãe dele.
Tirei a camisa e, depois de colocar uma toalha na espreguiçadeira, sentei pra pegar um sol e dez minutos depois apareceu o Facu de sunga.
— Cê tá me tapando o sol — falei brava.
— Pois ainda bem que alguma coisa te tapa, porque esse biquíni deixa pouco pra imaginação — ele disse, também irritado.
— Desculpa te ofender com essa roupa, com certeza sua namorada é mais recatada — falei indignada com a resposta dele. comentário e o humor dele-
-Não se parece nada com você e é mais recatada – sentenciou-
-Talvez é que também não tem muito o que mostrar – falei bem sarcástica antes de me jogar na água-
Ele se jogou do meu lado me molhando toda, enquanto eu xingava ele de como a água estava fria, ele se aproximou.
-Quer que eu tire o frio de você, putinha?
-Não me chama assim
-Ontem você não ligou de eu te chamar de putinha e ainda se comporta e se veste como uma, o que espera?
-Por que você tá puto comigo?
-Porque odeio perder o controle e você faz eu só pensar em te foder
Ele me encurralou entre a parede da piscina e o corpo dele e, se aproximando, puxou o cordão que segurava os poucos triângulos de pano que cobriam parte dos meus peitos
-Amo seus peitos, grandes, redondos e deliciosos – disse abaixando a cabeça para lamber eles-
Tentei afastá-lo, não queria que a coisa complicasse e repetir o que rolou na noite anterior não era boa ideia e falei isso pra ele
-Já sei que não é boa ideia – disse puxando um cordão da tanga do biquíni-
Fez o mesmo com a outra parte e depois, sem parar de me olhar, puxou o pano passando ele entre os lábios da minha buceta.
-Vai pra praia com esse biquíni? – disse já ofegante-
-Não. É de uns dois anos atrás e tá pequeno
Puxou o pano de uma vez, me deixando nua.
-Meu pai pode chegar
-Quando vim pra cá ele tava indo embora, estamos sozinhos
Ele me segurou na água fazendo eu envolver a cintura dele, tirou a sunga e me abaixou devagar enfiando a pica na minha Pusitta, coisa que não resisti, já tava toda molhada (Pusitta é o nome da minha buceta pra quem não sabe)
Me abraçou forte colando meus peitos no peito dele e com o vai e vem, os pelos dele roçavam meus mamilos duros me dando pequenos arrepios.
-Ontem eu disse pra mim mesmo que não ia rolar de novo e Olha, na primeira oportunidade eu tô de novo dentro da sua buceta quente – disse ele, resignado.
Não parou até que, me segurando firme pelo pescoço, eu gozei com o pau dele enterrado fundo.
– Vamos, vagabunda – disse ele, me abaixando e me levando até a borda da piscina.
Saí na frente dele e ele me deu um tapa na bunda e ali mesmo me colocou de joelhos, se posicionou atrás de mim e me empurrou para apoiar as mãos e me comeu de novo, dessa vez como um selvagem, sem piedade, não sei por quanto tempo. Sentia as mãos dele nos meus rins enquanto ele arrombava uma e outra vez.
– Que lindo é te comer, "irmãzinha", adoro – disse ele, me dando um tapa forte na bunda.
Eu reclamei, e então ele me deu outro e um terceiro. (Como me excita levar tapas na bunda, vocês não imaginam.)
– Não reclama, vagabunda, no fundo eu sei que você gosta de levar duro.
Ele tirou o pau rapidamente e começou a se masturbar, dizendo:
– Vagabunda, você tem essa bunda linda vermelha dos meus tapas – disse ele, entre gemidos.
Senti na hora o calor do gozo dele na minha bunda, escorrendo pelas minhas coxas; caí na grama.
– Te encher de porra está se tornando o melhor dos meus vícios – disse ele antes de se jogar de novo na água.
Eu optei pelo chuveiro que tinha num canto e depois me enrolei na toalha e fui pro meu quarto.
Me deitei na cama por uns minutos, tentando analisar a reviravolta que aquele fim de semana inteiro tinha dado. Tinha descoberto que, mesmo contra a vontade dele, o enteado do meu pai me desejava e, de alguma forma, por me culpar por isso, ele me comia com uma fúria e raiva que me deixava louca. Me dava tesão a ideia de que ele fosse filho da "minha maior inimiga" e saber que ela não aguentaria o fato me excitava ainda mais.
Era só sexo, já que ele tinha namorada. Não deveria gostar disso, mas a ideia do "proibido" fazia com que parecesse ainda mais atraente. Eu estava naquela idade em que me sentia completamente livre. pra viver experiências sem pensar ainda no futuro, e era assim que eu queria focar essa nova experiência.
Naquela mesma noite, o Facu saiu com os amigos dele e eu fiquei em casa. Jantei com a mãe dele e meu pai, e quando eles foram pra cama, eu fiquei na sala vendo TV.
Tava vendo um filme quando ouvi a porta e vi o Facu aparecer.
— Oi, pensei que já tava dormindo
— Não tava com sono, tô vendo um filme
Ele sentou na outra ponta do sofá onde eu tava deitada e encolhi os pés pra dar espaço pra ele
— Fico um pouco se não se importa — disse me olhando com intensidade —
Pegou meus pés e colocou nas coxas dele e começou a massagear.
— Passei a noite toda pensando em te tocar, fui embora pra manter distância e só pensava em voltar de novo
Parecia que tava falando sozinho, enquanto olhava as mãos dele percorrendo agora toda minha perna nua.
Ele se mexeu um pouco até o meio do sofá pra alcançar mais alto com as carícias. Eu não queria falar com ele, só queria que continuasse me tocando, que acendesse de novo a paixão no meu corpo.
Abri as coxas e então ele me olhou.
— Você é muito puta, tá sempre pronta, e contra isso não tenho forças pra lutar — disse puxando minha calcinha fio dental —
Enfiou a mão por um lado e os dedos longos dele roçavam meu clitóris distraidamente, e um segundo depois eu já tava toda molhada.
Tocou com três dedos e empurrou pra dentro da minha buceta pra começar um vai e vem que logo me deixou completamente entregue, gemendo baixinho pra ninguém ouvir, porque isso era mais um estímulo nesse turbilhão em que a gente tinha se metido — nossos pais poderem nos pegar deixava tudo ainda mais excitante. Ele ter namorada tornava tudo mais sujo, e nossa falta de controle era a cereja do bolo.
— Vão nos ver, puta, e aí vai dar merda
— Não para — implorei à beira do meu primeiro orgasmo —
Ele não parou, e Me gozei molhando os dedos dele e minha calcinha fio dental. Aí ele tirou a mão e eu me virei, apoiando a cabeça onde antes estavam minhas pernas. Me virei e desabotoei a calça dele, liberando o pau dele, duro e pronto de novo.
Comecei a bater uma pra ele bem rápido, senti ele pulsar quando aproximei meus lábios, estiquei a língua e lambi as gotinhas de líquido pré-seminal. Era salgado e gostoso, o que me animou a continuar lambendo com gula (esse suquinho é minha perdição!).
— Assim, vagabunda, come ele todo — ele falou excitado.
Deixei ele escorregar entre meus lábios e fui engolindo o máximo que conseguia, aí a mão dele me incentivou a continuar um pouco mais, um pouco mais até quase engasgar quando roçou minha campainha, mas eu controlei e continuei chupando.
— Se não parar, engole ele todo.
Por uns minutos não parei de lamber, chupar e até mordiscar ele. Enquanto isso, ele esticou a mão até meus peitos e apertou, amassou e beliscou com a força que nossos encontros tinham.
Ficamos um tempo assim e quando os dois estavam à beira do abismo, ele me separou bruscamente.
— Para, vagabunda, que você vai fazer eu gozar e não quero. Vem! — ele disse, indicando que eu sentasse no pau dele.
— Se levantar, não vamos ter tempo de disfarçar.
— Me come agora, "irmãzinha".
Sentei e ele, segurando o pau, apontou pra minha buceta, que recebeu ele bem quentinha.
— Desce devagar, enfia até as bolas.
Desci o mais devagar que consegui, mas não o suficiente, porque beliscando minha bunda ele disse:
— Falei devagar!
Ele não soltou minha carne, doía o beliscão dele, mas o pau dele me matava de prazer e eu obedeci até ter ele enfiado por completo.
Ele gemeu e com as duas mãos na minha bunda começou a me mexer em cima dele, eu comecei a rebolar no ritmo dele, cada vez mais rápido, mais fundo, mais bruto. Sentia o pau dele encher minha buceta até o fundo.
— Assim, vagabunda, mexe a bunda. espreme meu pau que eu encho tua buceta de porra, posso?
Assenti com a cabeça, vocês sabem como eu gosto de sentir a porra quentinha na pussy. Acelerei os movimentos e ele jogou a cabeça pra trás e deixou que eu fosse quem pegasse ele.
— Que gostoso isso, “irmãzinha”
Me dava tanto tesão ele me chamar assim que, ao ouvir e ver os olhos dele brancos de prazer, gozei apertando mais o pau dele com meus espasmos. Naquele momento, ele arqueou e tensionou o corpo e, enquanto eu gozava, senti o esperma dele na minha pussy.
No dia seguinte, nos despedimos sem promessas, sem maldade.
Na próxima vez que nos vimos, ele veio com a namorada. Era aniversário dela e ele nos convidou todos pra jantar. Fomos comer no morro e a noite foi super agradável, embora não tivéssemos intimidade. Nós dois sabíamos o que rolava e não houve tensão nenhuma.
A mãe dele estava encantada de braço dado com a namorada, enquanto a gente se olhava cúmplice e meu pai estava do outro lado.
Quando voltamos pra casa, todos no carro dele se amontoaram na porta. Ele tinha que levar o carro pra parte de trás, onde ficava a garagem, e me surpreendeu ao dizer:
— Você não tinha que me mostrar aquele para-brisa quebrado?
— Sim, não lembrava — falei rápido.
— Facundo, você vê amanhã — disse a mãe dele.
— É rapidinho, sobe e dou uma olhada, porque amanhã não sei se vou poder. Já volto — falou pra namorada, enquanto ela descia conversando de novo com a mãe.
Assim que começou a andar, ele se virou pra mim e disse:
— Tô morrendo de vontade de te comer, e você, garota?
— Também.
— Temos pouco tempo, tira a calcinha já!
Enquanto ele dirigia, meti as mãos por baixo da minha saia e tirei a calcinha, toda excitada ao ver a necessidade e a fome no olhar escuro dele.
Um minuto depois, ele estacionou o carro na garagem junto ao meu. Desceu pra fechar o portão enquanto eu saía do carro.
Me aproximei por trás dele. ele se grudou nas minhas costas, esmagando meus peitos. Ele pegou minhas mãos da cintura dele e levou até o pau dele.
— Olha como você me deixa, sua puta, tô assim desde que te vi.
Com a ajuda dele, liberei o pau dele e comecei a acariciar enquanto ele dava uma olhada rápida no lugar.
— Vem — ele disse.
Ele me levou para um canto da garagem, puxou alguma coisa e vi que era a mesa velha da cozinha que guardavam pra levar pro quintal quando tinha visita.
Ele me subiu na mesa e, enquanto levantava minha saia, disse:
— Preciso te comer agora.
— Então faz.
Ele segurou o pau dele e senti a cabeça na minha entrada, com um empurrão só me abriu e entrou até o fundo.
— Deus, sua umidade me deixa louco — ele disse me comendo bem forte.
Ele entrava e saía sem pena mil vezes enquanto eu gemia, mexendo a bunda na mesa o máximo que podia pra ele entrar mais e mais.
— Isso, não para.
— Toma, sua puta, que vontade eu tava de enfiar em você, nem aniversário, nem presente, nem minha mãe, nem minha namorada, eu só suspirava pra afundar até o fundo da sua buceta quente e molhada de puta.
Nós dois ofegávamos, e a cada investida estávamos mais perto do orgasmo. Ele levantou minha camiseta, tirou meus peitos do sutiã e apertou enquanto não parava de me comer.
— Me dá forte, “irmãozinho”.
Aí o gritinho saiu da garganta dele enquanto o leite jorrava do pau dele e eu gozava igual uma louca.
Cinco minutos depois, estávamos na sala com o resto da família, e enquanto a mãe dele perguntava por que a gente tinha demorado tanto, eu, feliz, sentia o leite dele escorrendo pelas minhas coxas.
De manhã, eu tava tomando café quando a mãe dele ofereceu pra “nora” dela ir fazer compras, me deixando de lado de novo. Ela aceitou, já que o Facu ia ficar na cama.
Quando elas saíram, subi rápido e vi que meu pai tava dormindo, abri a porta do quarto do Facu e ele me olhou com uma mistura de surpresa e algo mais.
— Já foram? —perguntou ele—
—Sim
—E você vem pra mais, sua puta?
—Sim
—Então não sei o que você tá esperando, tira a roupa
Eu me despi olhando ele tirar o pijama na mesma cama onde tinha dormido com a namorada dele e, por mais horrível que pareça, fiquei louca.
Completamente nua, me meti na cama dele, subi em cima dele e deixei o pau dele me penetrar enquanto a gente se mordia nos lábios. Deitada em cima dele, não entrava tudo, mas por enquanto já bastava. Eu esfregava meus mamilos no peito dele.
A gente trepou por mais de uma hora, mudando de posição mil vezes, até que, exaustos, gozamos.
—Depois de foder com você, me sinto mal —ele admitiu de repente—
—Por trair ela?
—Sim
—Acho que é normal, você ama ela
—E isso não te incomoda?
—Não, é algo que eu já sabia antes
—Eu amo ela, e isso não faz com que eu pare de te desejar
—São duas coisas diferentes, o nosso negócio é só sexo. Nem te amo, nem você me ama de um jeito romântico. Você gosta de foder comigo, mas vê sua vida ao lado dela
—Era isso que eu tava pensando e não queria falar porque parecia errado depois do que a gente acabou de fazer
—Não se preocupa, não me ofende que você ame ela, e eu gosto do sexo com você
—Essas coisas sempre complicam —ele disse, taciturno e triste, sem querer abrir mão de nada—
—Só quando os dois lados não têm as coisas claras e um espera mais do que o outro tá disposto a dar —falei, saindo da cama e do quarto dele—
Eu tava deitada na cama, meu corpo todo doía. Descansei uns minutos, mas não conseguia dormir, desci, tomei água e saí pro quintal. Sem fazer barulho, contornei a casa pra deitar um pouco ao sol e vi a janela do meu pai aberta. Me aproximei e ouvi um barulho. Espiei, abri um pouquinho a cortina esperando ver ele dormindo, mas não tava.
Ele tava deitado na cama, coberto até a cintura. com o lençol, mas os gemidos logo entregaram o que ele estava fazendo. Fiquei chocada vendo meu pai se masturbando gostoso.
Mas o mais louco ainda estava por vir, fiquei paralisada no lugar quando meu pai se descobriu e vi que algo cobria o pau dele. Olhei melhor e vi que era a calcinha fio dental que eu tinha deixado pra lavar depois do sexo na garagem.
Na mesma hora eu soube que ele sabia da minha história com o enteado dele e, o mais incrível, isso excitava meu pai...
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