III
Fui pro aniversário com uma única ideia: foder a cabeça das namoradas dos outros pra eles levarem elas de férias, longe, uns dias, pelo casal e blá blá blá, e ainda deixei no ar que talvez os caras, bom, enfim, podiam estar pegando alguma mina por aqui. — Sorry, tudo valia pra ter ela só pra mim.
Entrei no modo come-coco a noite toda, no dia seguinte os caras me falam que as mulheres deles tinham arrumado uns dias pra viajar, os três casais juntos. "Uh, que merda" — falei — "porque já pagaram a chácara" — me fiz de preocupado — "Siiim, mas não ir é briga" — disse o Fer — "então dez dias você vai ter ela pra você" — "sei não" — falei como se não tivesse interesse — "sabe que eu não fico muito tempo num lugar" — num tom vitorioso — "mas otário" — completa o Galle — "se instala se tá sozinho, ainda aproveita a chácara também" — sem interesse falo — "pode ser, vou ver."
A única coisa que eu pensava, enquanto eles me "davam permissão pra me instalar", era em todo o tempo que ia ter pra comer aquela buceta linda, pô, todo aquele corpinho gostoso e em tudo que a gente ia transar a toda hora e o tempo todo.
Os caras foram embora e eu mando zap pra Mecha avisando que vou, que se prepare. Na hora ela responde "entra direto que vou tomar banho", já começou a endurecer, pisei na caminhonete, cheguei em dez minutos… sou um escravo da pica.
Subi pro banheiro na hora, na cama vi que tinha deixado uma bolsinha com coisas que me chamaram a atenção, me aproximei, olhei, eram anticoncepcionais… escapei um sorriso e pensei: tchau camisinhas.
Entrei no banheiro, tirei a roupa e entrei com ela no chuveiro — "me lava" — falei e comecei a pegar no clitóris dela, comecei a bater uma pra ela, ela me ensaboou o corpo todo, quando tocou minha bunda, passou a mão na minha racha, senti que aquilo me esquentava, não falei nada.
Saímos do chuveiro, enxuguei ela, passei creme, pra apalpar óbvio e deixar ela mais quente, os bicos dos peitos começaram a endurecer, aí tinha conseguido. Larguei a toalha e desci.
Coloquei música, um pouco de Pearl Jam ia ser bom. Saí e me joguei numa espreguiçadeira, quando vi ela, chamei. Ela se aproximou, meti a mão na pussy dela de uma vez, apalpei, masturbação – acorda ela com um 69 – falei, sem dizer nada ela colocou a bunda na minha cara, …vou arrebentar isso agora! pensei, mas não, não ia ser assim, só acariciei, as coxas, as pernas, passava as mãos perto dos buracos mas não tocava, só as bordas. Explodia, ela tava de quatro, então com as pernas travei os braços dela, baixei a bunda e enfiei a cock até o fundo – NÃO TEM CAMISINHA!!!!!!!!!!! ela grita desesperada – enquanto bombava falo que não e que se ela não pedir vou gozar dentro. Abri as nádegas dela e enfiei os polegares no cu, estiquei um pouco, deixei um dedo lá dentro e fui com a mão na boceta, bati punheta, ela geme, grita, se contorce, sinto ela gozar. Ela senta do meu lado – adoro você, puta linda, aguenta tudo! – falo, ela me bate no braço – me comeu sem camisinha, filho da puta!! – sim e vai ser assim de agora em diante, achei suas pílulas – ri – ela continuou reclamando – chega – falo – você adora transar comigo, dá pra ver. Vamos comer algo – falei e fui pra cozinha.
À noite ela tava se trocando e entrei no quarto com um plug, mandei ela ficar de quatro, sem falar nada ela apoiou as mãos na cama e abriu as pernas….. aquele cuzinho, daquela noite não passava, enfiei o plug e pedi pra ela ir sem calcinha.
No restaurante falamos de qualquer besteira, bem relaxados, a gente ia saindo e lembrei que não tinha champanhe em casa, então voltei pro balcão e pedi duas garrafas pro cara, ela me esperava lá fora.
Voltamos meio alegres, fui na cozinha buscar taças e voltei pra sala, coloquei música de novo, um blues, música quente pro que vinha. Abri uma garrafa e servi – pra doer só um pouquinho – falei e pisquei o olho, ela riu meio nervosa. Meti a Sentei a upa e começamos uma siririca quente pra caralho!!! Passei as mãos por todo o corpo dela, nos peitos, usei a palavra: buceta, nas pernas, nas coxas, tudo, tudo. Tirei o vestidinho dela em um segundo, continuei apalpando ela, gostosa, tava toda molhada, gemendo baixinho, os biquinhos durinhos chupei igual um louco!!!!!!!! Fico louco vendo ela pelada, macia e aquele perfume que ela usa…. Chupei a buceta dela, comi com a língua!!!! Joguei uns jatos de champanhe na rachinha e continuei chupando. Filha da puta!! Deixa fazer tudo!!!!
A piroca tava explodindo. Tirei a roupa e mostrei a bunda – chupa aqui e mete um dedo – falei, a cara dela!!!!!!!! Não acreditou!! Ela se jogou, mas se jogou nas bolas igual uma doida, lambeu, colocou na boca!!!! Passava as mãos nas nádegas – relaxa, gordão – ela falou com a voz de quem tava gozando, eu peguei fogo!!!, relaxei o máximo que pude e senti ela abrindo minha bunda e enfiando o dedinho Ahhhhhhhhhhhhh, me deixou louco!! Serrote com aquele dedinho, por deus, me enlouqueceu pra caralho!
Chega – falei, peguei ela pelo braço e coloquei de quatro, com a bunda bem levantada e a cabeça pra baixo no sofá, tirei o plug. A piroca ferveu olhando aquela bunda empinada e aberta igual um olhinho pequenininho!!, bom, um pouquinho aberta, mas não liguei, ia arrebentar tudo!!!!, ia meter até o saco, não dava mais pra esperar! Enfiei dedos, um, dois, chupei e enchi de saliva, dois dedos, três, ela gozou e não aguentava mais, coloquei a cabeça na portinha do cu, fiz força, escorregou – relaxa – falei no ouvido dela, encaixei de novo na portinha e empurrei!!! A cabeça entrou ahhhhhhh!!! soltei um gemido sem querer, ela gritou pra eu tirar porque tava doendo, nem liguei e continuei empurrando pra dentro, devagar, também batia uma pra ela, isso ajudava a dilatar o cu. Tava tão apertado que tava estrangulando a piroca!!, não liguei, bombava devagar, joguei mais lubrificante e falei pra ela ouvido – relaxa, não falta nada – falei ofegante… mentira!!!! Mas ia meter tudo nela!!! Parei de bombar e tirei, bom, tirei quase tudo, deixei só a cabeça, passei mais lubrificante e enfiei de novo até onde entrou sem bombar, sentia como ela abria caminho naquele cu, como ia se abrindo, me deixava louco mas não queria machucar ela, então empurrei até travar e comecei a bombar no mesmo ritmo que batia uma punheta pra ela, ela já tinha gozado não sei quantas vezes, o corpo tremia e os gemidos ficavam mais fortes, estávamos suados e escorregadios os dois. Deitei em cima dela, amassava os peitos dela, beijava a boca dela, batia punheta na pussy dela enquanto continuava bombando, já tinha entrado metade, bombeei mais devagar mas curto – já entrou metade – sussurrei no ouvido dela, continuei bombando, me preparei pra gozar, tava cheio de porra até a cabeça da cock e ia deixar tudo dentro, de novo as veias da cock incharam, tensei o corpo, abracei ela mais forte e cada bombada virou um jato de porra, cada vez deixava dentro e voltava a meter e a porra saía, os gemidos ficaram mais profundos e as respirações também. Um tempo depois, não saía mais porra e a cock amoleceu, aí saí, sentei, ela deitou, olhei pra ela – puta gostosa, você me fode a cabeça – falei acariciando as nádegas dela, peguei na minha cock e fui me arrastando até o chuveiro. Quando terminei, enchi a banheira, desci pra buscar ela e levei pro banheiro – te espero na cama – falei e fui deitar, não ia comer ela de novo, ela tava dolorida e eu não aguentava mais, além disso tínhamos tempo pra fazer o que desse na telha, os outros não iam vir.
Fui pro aniversário com uma única ideia: foder a cabeça das namoradas dos outros pra eles levarem elas de férias, longe, uns dias, pelo casal e blá blá blá, e ainda deixei no ar que talvez os caras, bom, enfim, podiam estar pegando alguma mina por aqui. — Sorry, tudo valia pra ter ela só pra mim.
Entrei no modo come-coco a noite toda, no dia seguinte os caras me falam que as mulheres deles tinham arrumado uns dias pra viajar, os três casais juntos. "Uh, que merda" — falei — "porque já pagaram a chácara" — me fiz de preocupado — "Siiim, mas não ir é briga" — disse o Fer — "então dez dias você vai ter ela pra você" — "sei não" — falei como se não tivesse interesse — "sabe que eu não fico muito tempo num lugar" — num tom vitorioso — "mas otário" — completa o Galle — "se instala se tá sozinho, ainda aproveita a chácara também" — sem interesse falo — "pode ser, vou ver."
A única coisa que eu pensava, enquanto eles me "davam permissão pra me instalar", era em todo o tempo que ia ter pra comer aquela buceta linda, pô, todo aquele corpinho gostoso e em tudo que a gente ia transar a toda hora e o tempo todo.
Os caras foram embora e eu mando zap pra Mecha avisando que vou, que se prepare. Na hora ela responde "entra direto que vou tomar banho", já começou a endurecer, pisei na caminhonete, cheguei em dez minutos… sou um escravo da pica.
Subi pro banheiro na hora, na cama vi que tinha deixado uma bolsinha com coisas que me chamaram a atenção, me aproximei, olhei, eram anticoncepcionais… escapei um sorriso e pensei: tchau camisinhas.
Entrei no banheiro, tirei a roupa e entrei com ela no chuveiro — "me lava" — falei e comecei a pegar no clitóris dela, comecei a bater uma pra ela, ela me ensaboou o corpo todo, quando tocou minha bunda, passou a mão na minha racha, senti que aquilo me esquentava, não falei nada.
Saímos do chuveiro, enxuguei ela, passei creme, pra apalpar óbvio e deixar ela mais quente, os bicos dos peitos começaram a endurecer, aí tinha conseguido. Larguei a toalha e desci.
Coloquei música, um pouco de Pearl Jam ia ser bom. Saí e me joguei numa espreguiçadeira, quando vi ela, chamei. Ela se aproximou, meti a mão na pussy dela de uma vez, apalpei, masturbação – acorda ela com um 69 – falei, sem dizer nada ela colocou a bunda na minha cara, …vou arrebentar isso agora! pensei, mas não, não ia ser assim, só acariciei, as coxas, as pernas, passava as mãos perto dos buracos mas não tocava, só as bordas. Explodia, ela tava de quatro, então com as pernas travei os braços dela, baixei a bunda e enfiei a cock até o fundo – NÃO TEM CAMISINHA!!!!!!!!!!! ela grita desesperada – enquanto bombava falo que não e que se ela não pedir vou gozar dentro. Abri as nádegas dela e enfiei os polegares no cu, estiquei um pouco, deixei um dedo lá dentro e fui com a mão na boceta, bati punheta, ela geme, grita, se contorce, sinto ela gozar. Ela senta do meu lado – adoro você, puta linda, aguenta tudo! – falo, ela me bate no braço – me comeu sem camisinha, filho da puta!! – sim e vai ser assim de agora em diante, achei suas pílulas – ri – ela continuou reclamando – chega – falo – você adora transar comigo, dá pra ver. Vamos comer algo – falei e fui pra cozinha.
À noite ela tava se trocando e entrei no quarto com um plug, mandei ela ficar de quatro, sem falar nada ela apoiou as mãos na cama e abriu as pernas….. aquele cuzinho, daquela noite não passava, enfiei o plug e pedi pra ela ir sem calcinha.
No restaurante falamos de qualquer besteira, bem relaxados, a gente ia saindo e lembrei que não tinha champanhe em casa, então voltei pro balcão e pedi duas garrafas pro cara, ela me esperava lá fora.
Voltamos meio alegres, fui na cozinha buscar taças e voltei pra sala, coloquei música de novo, um blues, música quente pro que vinha. Abri uma garrafa e servi – pra doer só um pouquinho – falei e pisquei o olho, ela riu meio nervosa. Meti a Sentei a upa e começamos uma siririca quente pra caralho!!! Passei as mãos por todo o corpo dela, nos peitos, usei a palavra: buceta, nas pernas, nas coxas, tudo, tudo. Tirei o vestidinho dela em um segundo, continuei apalpando ela, gostosa, tava toda molhada, gemendo baixinho, os biquinhos durinhos chupei igual um louco!!!!!!!! Fico louco vendo ela pelada, macia e aquele perfume que ela usa…. Chupei a buceta dela, comi com a língua!!!! Joguei uns jatos de champanhe na rachinha e continuei chupando. Filha da puta!! Deixa fazer tudo!!!!
A piroca tava explodindo. Tirei a roupa e mostrei a bunda – chupa aqui e mete um dedo – falei, a cara dela!!!!!!!! Não acreditou!! Ela se jogou, mas se jogou nas bolas igual uma doida, lambeu, colocou na boca!!!! Passava as mãos nas nádegas – relaxa, gordão – ela falou com a voz de quem tava gozando, eu peguei fogo!!!, relaxei o máximo que pude e senti ela abrindo minha bunda e enfiando o dedinho Ahhhhhhhhhhhhh, me deixou louco!! Serrote com aquele dedinho, por deus, me enlouqueceu pra caralho!
Chega – falei, peguei ela pelo braço e coloquei de quatro, com a bunda bem levantada e a cabeça pra baixo no sofá, tirei o plug. A piroca ferveu olhando aquela bunda empinada e aberta igual um olhinho pequenininho!!, bom, um pouquinho aberta, mas não liguei, ia arrebentar tudo!!!!, ia meter até o saco, não dava mais pra esperar! Enfiei dedos, um, dois, chupei e enchi de saliva, dois dedos, três, ela gozou e não aguentava mais, coloquei a cabeça na portinha do cu, fiz força, escorregou – relaxa – falei no ouvido dela, encaixei de novo na portinha e empurrei!!! A cabeça entrou ahhhhhhh!!! soltei um gemido sem querer, ela gritou pra eu tirar porque tava doendo, nem liguei e continuei empurrando pra dentro, devagar, também batia uma pra ela, isso ajudava a dilatar o cu. Tava tão apertado que tava estrangulando a piroca!!, não liguei, bombava devagar, joguei mais lubrificante e falei pra ela ouvido – relaxa, não falta nada – falei ofegante… mentira!!!! Mas ia meter tudo nela!!! Parei de bombar e tirei, bom, tirei quase tudo, deixei só a cabeça, passei mais lubrificante e enfiei de novo até onde entrou sem bombar, sentia como ela abria caminho naquele cu, como ia se abrindo, me deixava louco mas não queria machucar ela, então empurrei até travar e comecei a bombar no mesmo ritmo que batia uma punheta pra ela, ela já tinha gozado não sei quantas vezes, o corpo tremia e os gemidos ficavam mais fortes, estávamos suados e escorregadios os dois. Deitei em cima dela, amassava os peitos dela, beijava a boca dela, batia punheta na pussy dela enquanto continuava bombando, já tinha entrado metade, bombeei mais devagar mas curto – já entrou metade – sussurrei no ouvido dela, continuei bombando, me preparei pra gozar, tava cheio de porra até a cabeça da cock e ia deixar tudo dentro, de novo as veias da cock incharam, tensei o corpo, abracei ela mais forte e cada bombada virou um jato de porra, cada vez deixava dentro e voltava a meter e a porra saía, os gemidos ficaram mais profundos e as respirações também. Um tempo depois, não saía mais porra e a cock amoleceu, aí saí, sentei, ela deitou, olhei pra ela – puta gostosa, você me fode a cabeça – falei acariciando as nádegas dela, peguei na minha cock e fui me arrastando até o chuveiro. Quando terminei, enchi a banheira, desci pra buscar ela e levei pro banheiro – te espero na cama – falei e fui deitar, não ia comer ela de novo, ela tava dolorida e eu não aguentava mais, além disso tínhamos tempo pra fazer o que desse na telha, os outros não iam vir.
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