Não sei quanto tempo dormimos, mas eu acordei primeiro. Ela estava de lado, relaxada, linda, estava melhor que um churrasco com os amigos! Coloquei ela de barriga para cima, abri as pernas dela e apareceu aquela bucetinha divina, depilada, cor-de-rosa, macia. Comecei a chupar, devagar com a ponta da língua, desde o cuzinho até o clitóris, mordiscava o clitóris dela. Estiquei as mãos e agarrei os peitinhos, amassei, massageei, belisquei. Percebi que ela acordou porque gemeu baixinho como um filhotinho e mordeu o lábio de baixo. Tentei não pensar, não queria que ficasse duro, tinha outros planos. Gozei na boca e assim, com a boca cheia dos seus fluidos, beijei a boca dela.
Vamos para o centro, coloca aquele vestidinho sem calcinha – falei seco e desinteressado.
Chegamos na sex shop do Laucha, peguei uma cestinha e comecei a escolher coisas. Parei na frente dos vibradores, fingi que não me decidia, ela estava ao meu lado, não tinha ideia do que escolher. Chamei o Laucha como se não o conhecesse.
– Olha – digo – o que você me sugere, porque quero comer o cu dela e está muito apertado, como eu dilato? – Havia uma poltrona e aí me veio a ideia, agarrei ela, virei para que se apoiasse na poltrona, levantei o vestido e abri as pernas, mostrando a bunda dela para o Laucha, que quando viu fechou os olhos – espera aí – disse e foi embora.
Ela se levantou sem dizer nada, mas com cara de cu, deixava eu fazer qualquer coisa!!!!!! Já estava pegando fogo. O Laucha voltou com uns plugs vibradores com controle remoto e me trouxe um brinquedo que me surpreendeu, era um mini vibrador que ela tinha que colocar como um absorvente interno e tinha controle remoto. Fomos embora. Enquanto ela me dirigia, eu preparei o vibrador pequeno, empurrei ela para uma galeria que estava meio vazia e em um canto mandei uma dedada e quando ficou molhada coloquei o vibrador e continuamos andando pela rua, aí mesmo liguei, primeiro baixinho, a carinha que ela fez, mordeu o lábio de baixo, gostosa!!!!!!!!!! Dei tudo de uma vez, ela ficou paralisada, não conseguia nem andar – vamos num bar, por favor, tô quase me mijando – ela falou.
Entramos num bar vazio, ela foi pro banheiro e eu pedi dois sucos, segui ela e entrei junto – não vou tirar isso de você – ela saiu da cabine – de novo levantei o vestido pra ver como tava e tava escorrendo, aproveitei pra dedar um pouco o cu dela.
Pedi pra ela dirigir na volta, eu ficava brincando com o controle remoto, ela falava, nem sei o que dizia, não tava ouvindo. A cara de puta que ela fazia dava pra tirar um milhão de fotos, fiquei com o pau durasso.
Chegamos, tirei a roupa dela de uma vez e comecei com uma chupada com muita vontade, levei pro colchão do parque e comecei a comer ela lá, gozou assim que enfiei, que puta!!!! – falei e comecei a meter e a martelar o clitóris com o dedo, os mamilos ficaram durinhos e o corpo dela travou de novo – gozou de novo, puta!! – não conseguia parar, deitei e sentei ela no meu pau – cavalga – ela se apoiou nos meus peitorais – me arranhou com as unhas, apertou meus mamilos, tava pegando fogo, isso me deixou com um tesão da porra, agarrei as nádegas dela, abri e enfiei dedo no cu, um e serra, outro e serra com dois, quando quis enfiar o terceiro, a putinha apertou o cu, percebi e não falei nada porque sabia que ia arrombar mesmo assim. Gozei mas continuei metendo até amolecer e sair sozinho.
Quando conseguiu falar começou com questionamentos de como eu tinha tratado ela e sei lá, fiquei sério e falei que ia tratar assim porque fazia tempo que eu gostava dela, porque me dava tesão e porque não me incomodava que nos vissem transando (mentira, óbvio) mas que ia tentar ser mais discreto, dei um tapa e ela foi pro banheiro.
Voltou com chimarrão, eu tava de bruços e senti a pontinha da língua dela passando pelas minhas nádegas, fiquei louco, enfiei a língua até a garganta, beija gostoso, acariciei a xerequinha e agarrei os peitos, falei que eles me perdiam. peitos, né? A camiseta deixou a gente com tesão.
Corri pra dentro e voltei com o mini vibrador, enfiei de uma vez, quando ficou toda melada eu tirei, coloquei ela de quatro e enfiei o pau até o fundo!!! Que fogo era transar com ela, por favor!!!! Meti forte, mandei masturbação também, ela começou a gemer alto e forte – você me deixa louca, sua putinha!!! – as bombadas ficaram mais intensas, senti ela gozar e fiquei com mais tesão ainda, ela arqueou as costas e eu aumentei a velocidade!! Ahhhhhhh Ahhhhhhhhh!! A camisinha encheu de porra, tirei e deitei – limpa – falei e coloquei as mãos atrás da nuca, bem sacana. Ela chupou com vontade, como ela gosta de mamar (mas entre a gente, não é o que ela faz melhor). Peguei a cabeça dela pra ditar o ritmo e pra enfiar mais na boca. Um pouco depois gozei na boca dela, jorrei porra até o fundo da garganta, até ela engasgar, deixou meu pau limpinho!
Assim mesmo beijei ela de novo e mais relaxado falei – eu fodo seu cu e fodo tudo, quero que me espere com tesão, com o vibrador ligado, eu fico com o controle – belisquei os peitinhos dela, belisquei a buceta – Fer quer dar o cu também – ela disse – se vira – falei – esse asterisco é meu, agora vou embora – dei uma chupada nela e fui. Não queria ir, mas tinha uma porra de um aniversário. Tinha que ir, iam as namoradas do Fer e do Galle e a esposa do Mariano, eu tinha um plano.
Vamos para o centro, coloca aquele vestidinho sem calcinha – falei seco e desinteressado.
Chegamos na sex shop do Laucha, peguei uma cestinha e comecei a escolher coisas. Parei na frente dos vibradores, fingi que não me decidia, ela estava ao meu lado, não tinha ideia do que escolher. Chamei o Laucha como se não o conhecesse.
– Olha – digo – o que você me sugere, porque quero comer o cu dela e está muito apertado, como eu dilato? – Havia uma poltrona e aí me veio a ideia, agarrei ela, virei para que se apoiasse na poltrona, levantei o vestido e abri as pernas, mostrando a bunda dela para o Laucha, que quando viu fechou os olhos – espera aí – disse e foi embora.
Ela se levantou sem dizer nada, mas com cara de cu, deixava eu fazer qualquer coisa!!!!!! Já estava pegando fogo. O Laucha voltou com uns plugs vibradores com controle remoto e me trouxe um brinquedo que me surpreendeu, era um mini vibrador que ela tinha que colocar como um absorvente interno e tinha controle remoto. Fomos embora. Enquanto ela me dirigia, eu preparei o vibrador pequeno, empurrei ela para uma galeria que estava meio vazia e em um canto mandei uma dedada e quando ficou molhada coloquei o vibrador e continuamos andando pela rua, aí mesmo liguei, primeiro baixinho, a carinha que ela fez, mordeu o lábio de baixo, gostosa!!!!!!!!!! Dei tudo de uma vez, ela ficou paralisada, não conseguia nem andar – vamos num bar, por favor, tô quase me mijando – ela falou.
Entramos num bar vazio, ela foi pro banheiro e eu pedi dois sucos, segui ela e entrei junto – não vou tirar isso de você – ela saiu da cabine – de novo levantei o vestido pra ver como tava e tava escorrendo, aproveitei pra dedar um pouco o cu dela.
Pedi pra ela dirigir na volta, eu ficava brincando com o controle remoto, ela falava, nem sei o que dizia, não tava ouvindo. A cara de puta que ela fazia dava pra tirar um milhão de fotos, fiquei com o pau durasso.
Chegamos, tirei a roupa dela de uma vez e comecei com uma chupada com muita vontade, levei pro colchão do parque e comecei a comer ela lá, gozou assim que enfiei, que puta!!!! – falei e comecei a meter e a martelar o clitóris com o dedo, os mamilos ficaram durinhos e o corpo dela travou de novo – gozou de novo, puta!! – não conseguia parar, deitei e sentei ela no meu pau – cavalga – ela se apoiou nos meus peitorais – me arranhou com as unhas, apertou meus mamilos, tava pegando fogo, isso me deixou com um tesão da porra, agarrei as nádegas dela, abri e enfiei dedo no cu, um e serra, outro e serra com dois, quando quis enfiar o terceiro, a putinha apertou o cu, percebi e não falei nada porque sabia que ia arrombar mesmo assim. Gozei mas continuei metendo até amolecer e sair sozinho.
Quando conseguiu falar começou com questionamentos de como eu tinha tratado ela e sei lá, fiquei sério e falei que ia tratar assim porque fazia tempo que eu gostava dela, porque me dava tesão e porque não me incomodava que nos vissem transando (mentira, óbvio) mas que ia tentar ser mais discreto, dei um tapa e ela foi pro banheiro.
Voltou com chimarrão, eu tava de bruços e senti a pontinha da língua dela passando pelas minhas nádegas, fiquei louco, enfiei a língua até a garganta, beija gostoso, acariciei a xerequinha e agarrei os peitos, falei que eles me perdiam. peitos, né? A camiseta deixou a gente com tesão.
Corri pra dentro e voltei com o mini vibrador, enfiei de uma vez, quando ficou toda melada eu tirei, coloquei ela de quatro e enfiei o pau até o fundo!!! Que fogo era transar com ela, por favor!!!! Meti forte, mandei masturbação também, ela começou a gemer alto e forte – você me deixa louca, sua putinha!!! – as bombadas ficaram mais intensas, senti ela gozar e fiquei com mais tesão ainda, ela arqueou as costas e eu aumentei a velocidade!! Ahhhhhhh Ahhhhhhhhh!! A camisinha encheu de porra, tirei e deitei – limpa – falei e coloquei as mãos atrás da nuca, bem sacana. Ela chupou com vontade, como ela gosta de mamar (mas entre a gente, não é o que ela faz melhor). Peguei a cabeça dela pra ditar o ritmo e pra enfiar mais na boca. Um pouco depois gozei na boca dela, jorrei porra até o fundo da garganta, até ela engasgar, deixou meu pau limpinho!
Assim mesmo beijei ela de novo e mais relaxado falei – eu fodo seu cu e fodo tudo, quero que me espere com tesão, com o vibrador ligado, eu fico com o controle – belisquei os peitinhos dela, belisquei a buceta – Fer quer dar o cu também – ela disse – se vira – falei – esse asterisco é meu, agora vou embora – dei uma chupada nela e fui. Não queria ir, mas tinha uma porra de um aniversário. Tinha que ir, iam as namoradas do Fer e do Galle e a esposa do Mariano, eu tinha um plano.
1 comentários - Gane una apuesta II
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