Beleza, queria ter terminado de contar como acabou a noite uns dias atrás, mas não tive muito tempo. Mas enfim, finalmente trouxe o final do que rolou naquela noite. Pra quem não leu a primeira parte, deixo o link aqui.http://www.poringa.net/posts/relatos/2722746/Historias-de-un-pub.htmlah sí, vocês podem continuar essa aventura hehehehe e pra quem quiser refrescar a memória, também...
Quando a loira viu que eu me arrumava, sorriu e falou
Loira: com a permissão de quem você tá se ajeitando??
Eu: tava pensando em ir no balcão pedir uma cerveja... não vai querer que eu vá com o cabeção de fora, né??
Loira: hahahahahaha seria engraçado ver isso, e mais de uma ia ficar olhando com cara de tesão... com certeza
Eu: hahahaha valeu pela parte que me toca, mas prefiro a discrição... e quem quiser olhar, que mereça, né??
Loira: hummm e eu mereci??
Eu: você mereceu muito mais do que só olhar. só falta o momento certo... - sorri de um jeito safado enquanto virava rumo ao balcão
Uma vez no balcão, dei uma olhada geral pra ver quanta gente ainda tinha no local e de quebra procurar meu amigo, coisa que não consegui, já tinham despejado a maioria dos clientes mas não achei ele à vista... Não me preocupava muito, sabia que mais cedo ou mais tarde ele viria me buscar pra encerrar a festa e descansar. Mas isso seria depois, que ainda tinha lenha pra queimar, olhei no celular a hora e eram 5:45, boa hora pensei, peguei a cerveja e fui pra mesa, olhando e conferindo a discrição do lugar
Uma vez sentado na mesa, dei um gole na cerveja e me toquei que não tinha trazido nada pra ela.
Eu: desculpa, não te perguntei se quer algo e fui embora sem mais hehehehe quer que eu traga alguma coisa?
Loira: Não, gato, fica tranquilo, tudo que eu preciso tá na minha frente.
E sem me dar chance de responder, ela pegou meu pescoço e me puxou pra ela, me dando outro beijo desenfreado e cheio de tesão, a mão livre dela subia e descia no meu volume que ainda tava ali, esperando a ação. Quase sem perceber e com a mesma habilidade da primeira vez, ela desabotoou minha calça de novo e baixou uns centímetros junto com a cueca, e voltou ao ataque com a mão, mas dessa Dessa vez foi totalmente diferente e muito mais excitante. Ela abriu um pouco as pernas e notei que não estava de calcinha (tinha tirado quando fui no balcão, sem ninguém, nem eu, perceber... que habilidade que essa mulher tinha, meu deus...). Passou a mão na buceta dela, vendo o quanto tava molhada, e na sequência levou a outra mão e fez a mesma coisa. Eu não sabia o que ela tava fazendo e fiquei olhando, esperando. De qualquer forma, ver uma mulher sem calcinha, de mini, num pub cheio de gente, se tocando sozinha, me excitava pra caralho, então quase sem perceber eu tava hipnotizado vendo ela brincar com as mãos e ver como as palmas ficavam cheias de lubrificação vaginal. Assim que encheu a mão com os fluidos dela, começou a me masturbar... Eu queria explodir naquela sensação, e a cena toda era muito excitante, mas ela não se limitou a me masturbar do jeito convencional, não. Enquanto com a mão direita fazia movimentos suaves e ritmados no embalo da música, com a outra mão colocou as digitais dos cinco dedos na cabeça do meu pau totalmente duro (18 cm x 6 cm) e enquanto subia com uma mão, descia com a outra. Nunca tinham me masturbado daquele jeito, e ainda mais com os próprios sucos vaginais dela, que ela renovava nas mãos de tempos em tempos. Tentei aguentar o máximo que pude, mas foi impossível prolongar muito, e quando ela viu que eu tava prestes a explodir, sem me dar tempo de nada, enfiou a cabeça do meu pau na boca e começou a brincar com a língua de cima pra baixo no freio do meu membro. Isso me fez explodir num orgasmo abundante e duradouro, soltei seis jatos de porra que ela recebeu na boca sem problema nenhum. Eu fiquei com as pernas tremendo, quase derretido na cadeira e sem forças pra nada, não conseguia nem pegar a cerveja. Ela me olhava com meu néctar na boca e olhava pros lados. Achei que fosse cuspir no chão discretamente, e quando eu ia pegar minha cerveja pra beber, ela pegou antes de mim e Ela despejou o esperma na garrafa e deu um gole. Fiquei pasmo e excitado ao mesmo tempo, meu pau não parava de mostrar presença e, com a cena que tinha acabado de ver, menos ainda.
Loira: te falei que tinha tudo que precisava na minha frente, não? – e me olhou com cara de safada, dando outro gole na cerveja.
Eu: você me deixou sem palavras. – e ela me cortou na hora.
Loira: e sem esperma pelo visto, hahahahahaha – caímos na risada e eu respondi.
Eu: e sem cerveja hahahaha – e mais gargalhadas.
Me acomodei de novo e voltei pro balcão, mas dessa vez demorei menos, já que não tinham passado muitos minutos da primeira vez e a situação no bar não tinha mudado.
Eu: bom, isso foi espetacular, nunca tinham feito isso comigo...
Loira: que mania você tem de se acomodar sem minha permissão... vou ter que te ensinar.
Ela sentou em cima de mim de quatro, puxou meu pau de novo e enfiou na buceta dela sem cerimônia. Entrou de boa porque ela já tava bem lubrificada e eu, durasso. Ela começou a se balançar pra frente e pra trás de um jeito sutil, mas dava pra sentir o vai e vem.
Enquanto a gente se beijava, ela não parava de se mexer e, de vez em quando, bebia da cerveja misturada. Eu aproveitava pra brincar com os peitos dela, livres do sutiã, molhando a ponta dos dedos pra acariciar os mamilos, enquanto beijava o pescoço dela e dava uns mordiscos de leve, tomando cuidado pra não deixar marcas por causa do relacionamento dela.
A gente ficou brincando com os corpos até que ela cravou as unhas nas minhas costas, dando sinais de que o orgasmo tava chegando. Do jeito que dava, procurei o clitóris dela com a mão mais habilidosa e, quando achei, com os dedos do meio e indicador bem lubrificados pelos sucos naturais dela, comecei a masturbar ela enquanto ela continuava se balançando. Com a outra mão, fui atrás do cu dela e enfiei o dedo do meio lá dentro, já lubrificado, e comecei a mexer os dois no mesmo ritmo que ela se movia, estimulando o cu, o clitóris e a buceta dela ao mesmo tempo. interior ao mesmo tempo
Nenhum de nós dois conseguiu aguentar muito tempo e explodimos mais uma vez em outro orgasmo intenso, igual ou mais forte que os primeiros... derramei a pouca munição que me restava dentro dela e ela desabou em cima de mim.
Depois de nos recuperarmos, nos acomodamos, demos um gole nas nossas cervejas e, por reflexo, olhei meu celular. Levei um susto ao ver que já eram 7h30 da manhã e não tinha mais ninguém além de nós e uns 4 clientes no início do bar, conversando com o dono. Como não vi meu amigo, fui até o terraço procurá-lo. Lá estava ele, num sofá, conversando com a morena.
Amigo: Cara, você sumiu, onde é que você tava??
Eu: Lá dentro o tempo todo... numa mesa com a loira, batendo papo, ela tava muito cansada pra dançar.
Morena: hahahahaha é... hahahahaha
Eu e meu amigo nos olhamos sem saber do que ela ria (depois descobrimos que elas tinham apostado entre si que a loira ia transar comigo e a morena com meu amigo... que safadas...).
Amigo: Cara, já são 7h30 passadas, melhor ir recolhendo, né??
Eu: É, mano, você tem toda razão, já não aguento mais ficar de pé (e a culpa era toda da loira).
Entramos os três, fomos até a mesa onde a loira esperava, sentamos e meu amigo deu um gole na minha cerveja. A morena pediu um gole da cerveja da loira. Fiquei sem saber como reagir, esperando pra ver o que a loira faria. Ela me olhou fixo, com um sorriso diabólico, passou a cerveja pra morena e disse: "Dá um gole bom, que é gostosa... um pouco quente, mas tá boa". Depois do gole longo, a morena disse: "Hmmm, tá deliciosa, mas tem um gostinho que me é familiar". A loira e eu trocamos um olhar cúmplice e, sem mais delongas, levantamos os quatro, nos despedimos do dono. Lá fora, nos despedimos das minas e fomos pra casa descansar e recuperar as forças. Já era sábado e naquela noite a gente tinha planos. volta............
Bom, espero que vocês tenham gostado e, se eu tiver críticas tão boas quanto no primeiro, vou continuar contando as histórias... quero comentar também que algumas aventuras começaram no pub, mas não terminaram lá — algumas terminaram na praia, outras na casa delas ou na minha, e até no carro, no estacionamento do local, às 10 da manhã, e coisas do tipo hehehehehe. Bom, sem mais, me despeço.
Não façam nada do que eu faria.
Quando a loira viu que eu me arrumava, sorriu e falou
Loira: com a permissão de quem você tá se ajeitando??
Eu: tava pensando em ir no balcão pedir uma cerveja... não vai querer que eu vá com o cabeção de fora, né??
Loira: hahahahahaha seria engraçado ver isso, e mais de uma ia ficar olhando com cara de tesão... com certeza
Eu: hahahaha valeu pela parte que me toca, mas prefiro a discrição... e quem quiser olhar, que mereça, né??
Loira: hummm e eu mereci??
Eu: você mereceu muito mais do que só olhar. só falta o momento certo... - sorri de um jeito safado enquanto virava rumo ao balcão
Uma vez no balcão, dei uma olhada geral pra ver quanta gente ainda tinha no local e de quebra procurar meu amigo, coisa que não consegui, já tinham despejado a maioria dos clientes mas não achei ele à vista... Não me preocupava muito, sabia que mais cedo ou mais tarde ele viria me buscar pra encerrar a festa e descansar. Mas isso seria depois, que ainda tinha lenha pra queimar, olhei no celular a hora e eram 5:45, boa hora pensei, peguei a cerveja e fui pra mesa, olhando e conferindo a discrição do lugar
Uma vez sentado na mesa, dei um gole na cerveja e me toquei que não tinha trazido nada pra ela.
Eu: desculpa, não te perguntei se quer algo e fui embora sem mais hehehehe quer que eu traga alguma coisa?
Loira: Não, gato, fica tranquilo, tudo que eu preciso tá na minha frente.
E sem me dar chance de responder, ela pegou meu pescoço e me puxou pra ela, me dando outro beijo desenfreado e cheio de tesão, a mão livre dela subia e descia no meu volume que ainda tava ali, esperando a ação. Quase sem perceber e com a mesma habilidade da primeira vez, ela desabotoou minha calça de novo e baixou uns centímetros junto com a cueca, e voltou ao ataque com a mão, mas dessa Dessa vez foi totalmente diferente e muito mais excitante. Ela abriu um pouco as pernas e notei que não estava de calcinha (tinha tirado quando fui no balcão, sem ninguém, nem eu, perceber... que habilidade que essa mulher tinha, meu deus...). Passou a mão na buceta dela, vendo o quanto tava molhada, e na sequência levou a outra mão e fez a mesma coisa. Eu não sabia o que ela tava fazendo e fiquei olhando, esperando. De qualquer forma, ver uma mulher sem calcinha, de mini, num pub cheio de gente, se tocando sozinha, me excitava pra caralho, então quase sem perceber eu tava hipnotizado vendo ela brincar com as mãos e ver como as palmas ficavam cheias de lubrificação vaginal. Assim que encheu a mão com os fluidos dela, começou a me masturbar... Eu queria explodir naquela sensação, e a cena toda era muito excitante, mas ela não se limitou a me masturbar do jeito convencional, não. Enquanto com a mão direita fazia movimentos suaves e ritmados no embalo da música, com a outra mão colocou as digitais dos cinco dedos na cabeça do meu pau totalmente duro (18 cm x 6 cm) e enquanto subia com uma mão, descia com a outra. Nunca tinham me masturbado daquele jeito, e ainda mais com os próprios sucos vaginais dela, que ela renovava nas mãos de tempos em tempos. Tentei aguentar o máximo que pude, mas foi impossível prolongar muito, e quando ela viu que eu tava prestes a explodir, sem me dar tempo de nada, enfiou a cabeça do meu pau na boca e começou a brincar com a língua de cima pra baixo no freio do meu membro. Isso me fez explodir num orgasmo abundante e duradouro, soltei seis jatos de porra que ela recebeu na boca sem problema nenhum. Eu fiquei com as pernas tremendo, quase derretido na cadeira e sem forças pra nada, não conseguia nem pegar a cerveja. Ela me olhava com meu néctar na boca e olhava pros lados. Achei que fosse cuspir no chão discretamente, e quando eu ia pegar minha cerveja pra beber, ela pegou antes de mim e Ela despejou o esperma na garrafa e deu um gole. Fiquei pasmo e excitado ao mesmo tempo, meu pau não parava de mostrar presença e, com a cena que tinha acabado de ver, menos ainda.
Loira: te falei que tinha tudo que precisava na minha frente, não? – e me olhou com cara de safada, dando outro gole na cerveja.
Eu: você me deixou sem palavras. – e ela me cortou na hora.
Loira: e sem esperma pelo visto, hahahahahaha – caímos na risada e eu respondi.
Eu: e sem cerveja hahahaha – e mais gargalhadas.
Me acomodei de novo e voltei pro balcão, mas dessa vez demorei menos, já que não tinham passado muitos minutos da primeira vez e a situação no bar não tinha mudado.
Eu: bom, isso foi espetacular, nunca tinham feito isso comigo...
Loira: que mania você tem de se acomodar sem minha permissão... vou ter que te ensinar.
Ela sentou em cima de mim de quatro, puxou meu pau de novo e enfiou na buceta dela sem cerimônia. Entrou de boa porque ela já tava bem lubrificada e eu, durasso. Ela começou a se balançar pra frente e pra trás de um jeito sutil, mas dava pra sentir o vai e vem.
Enquanto a gente se beijava, ela não parava de se mexer e, de vez em quando, bebia da cerveja misturada. Eu aproveitava pra brincar com os peitos dela, livres do sutiã, molhando a ponta dos dedos pra acariciar os mamilos, enquanto beijava o pescoço dela e dava uns mordiscos de leve, tomando cuidado pra não deixar marcas por causa do relacionamento dela.
A gente ficou brincando com os corpos até que ela cravou as unhas nas minhas costas, dando sinais de que o orgasmo tava chegando. Do jeito que dava, procurei o clitóris dela com a mão mais habilidosa e, quando achei, com os dedos do meio e indicador bem lubrificados pelos sucos naturais dela, comecei a masturbar ela enquanto ela continuava se balançando. Com a outra mão, fui atrás do cu dela e enfiei o dedo do meio lá dentro, já lubrificado, e comecei a mexer os dois no mesmo ritmo que ela se movia, estimulando o cu, o clitóris e a buceta dela ao mesmo tempo. interior ao mesmo tempo
Nenhum de nós dois conseguiu aguentar muito tempo e explodimos mais uma vez em outro orgasmo intenso, igual ou mais forte que os primeiros... derramei a pouca munição que me restava dentro dela e ela desabou em cima de mim.
Depois de nos recuperarmos, nos acomodamos, demos um gole nas nossas cervejas e, por reflexo, olhei meu celular. Levei um susto ao ver que já eram 7h30 da manhã e não tinha mais ninguém além de nós e uns 4 clientes no início do bar, conversando com o dono. Como não vi meu amigo, fui até o terraço procurá-lo. Lá estava ele, num sofá, conversando com a morena.
Amigo: Cara, você sumiu, onde é que você tava??
Eu: Lá dentro o tempo todo... numa mesa com a loira, batendo papo, ela tava muito cansada pra dançar.
Morena: hahahahaha é... hahahahaha
Eu e meu amigo nos olhamos sem saber do que ela ria (depois descobrimos que elas tinham apostado entre si que a loira ia transar comigo e a morena com meu amigo... que safadas...).
Amigo: Cara, já são 7h30 passadas, melhor ir recolhendo, né??
Eu: É, mano, você tem toda razão, já não aguento mais ficar de pé (e a culpa era toda da loira).
Entramos os três, fomos até a mesa onde a loira esperava, sentamos e meu amigo deu um gole na minha cerveja. A morena pediu um gole da cerveja da loira. Fiquei sem saber como reagir, esperando pra ver o que a loira faria. Ela me olhou fixo, com um sorriso diabólico, passou a cerveja pra morena e disse: "Dá um gole bom, que é gostosa... um pouco quente, mas tá boa". Depois do gole longo, a morena disse: "Hmmm, tá deliciosa, mas tem um gostinho que me é familiar". A loira e eu trocamos um olhar cúmplice e, sem mais delongas, levantamos os quatro, nos despedimos do dono. Lá fora, nos despedimos das minas e fomos pra casa descansar e recuperar as forças. Já era sábado e naquela noite a gente tinha planos. volta............
Bom, espero que vocês tenham gostado e, se eu tiver críticas tão boas quanto no primeiro, vou continuar contando as histórias... quero comentar também que algumas aventuras começaram no pub, mas não terminaram lá — algumas terminaram na praia, outras na casa delas ou na minha, e até no carro, no estacionamento do local, às 10 da manhã, e coisas do tipo hehehehehe. Bom, sem mais, me despeço.
Não façam nada do que eu faria.
2 comentários - Histórias de um Pub (Final com a Loira)