Olá, continuamos com a história da Lourdes, que despertou tanto interesse entre os amigos dessa comunidade. Pra quem não me conhece, meu nome é Alejo e tudo que aconteceu mudou minha vida desde que minha filha mora comigo. Como sempre, pra entender os fatos e personagens que vou mencionar, recomendo pros novos seguidores do relato lerem o resto da história:http://www.poringa.net/posts/relatos/2723179/Mi-hija-Lourdes-Primera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2723417/Mi-hija-Lourdes-Segunda-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2723690/Mi-hija-Lourdes-Tercera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2724346/Mi-hija-Lourdes-Cuarta-Parte.htmlAgora sim, vamos continuar:
Ver aquele careca com cara de tarado com a minha gostosa no colo dele, passando os olhos por cada centímetro da pele dela como se tentasse em vão encontrar um defeito, me deixou puto da vida.
- O que você tá fazendo a essa hora? Isso aqui é casa de família, não é motel vagabundo - falei, bem irritado.
- Te mandei cinco mensagens desde a estrada. Tava de passagem e quis vir ver a família - ele respondeu, com toda razão. O celular tava cheio de mensagens e chamadas perdidas à toa. Parece que no meio do sexo pesado, eu não ouvia nada além dos gritos e gemidos da menina.
Resolvi dar uma segurada e pedi pra Lourdes me ajudar a arrumar um lugar pra ele dormir, pro tio dela. Como ela tava animada pra conhecê-lo, veio quase pulando. Não sei se foi porque eu sempre faço isso, mas me pareceu que meu irmão olhou pra bunda dela o caminho inteiro. E não era pra menos! Ela tava usando um shortinho desses que as gurias usam hoje, que parece roupa íntima de jeans, não minto se digo que dava pra ver metade daquela raba de infarto.
Não tava gostando nada daquela exposição, sabendo como o Javier é.
Eu conhecia bem aquele velho urubu. Já tenho ele na mira há mais de quatro décadas. Sempre foi um mulherengo, um babão e, acima de tudo, sempre gostou das novinhas. Com a "nova sobrinha", como ele disse, era como se tivessem trazido um saco gigante de doces pra um menino. Não é nada à toa que eu o encontrei com aqueles dedos de salsicha na perna da minha filha.
Por um momento, pensei em dar dinheiro pra ele passar a noite num hotel, mas meus filhos iam pegar no meu pé, e só ia virar confusão.
Armei um catre num canto e pedi pra Lourdes me ajudar a arrumar a cama. Tê-la com aquela roupa curta, curvada na frente de uma cama, mexia com os meus instintos mais baixos. "Vamos testar a cama com a menina", eu pensava. Me distraiu o outro sem noção, de braços cruzados na porta, olhando minha filha por trás. - Bom, vamos, coração, deixa pra lá. Deixa teu tio descansar, ele deve estar exausto da viagem — sugeri pra Lourdes, puxando ela abraçada comigo. Na saída, ela deu um abraço e um beijo na bochecha do Javier, e fomos embora. — Até amanhã, princesa — ele soltou, só pra me irritar mais ainda.
A tensão sexual tava no ar, e isso mexia demais comigo. Eu me mordia de raiva só de pensar nas coisas que passavam pela cabeça daquele depravado vendo aquela figura tão jovem e gostosa. Resolvi deixar essa neura de lado. Já tava me fazendo mal ficar pilhado com isso. Fui pra cozinha e me deparei com a sacola da farmácia. Peguei o shampoo que ela tinha me pedido e me apressei pra entregar antes que ela dormisse.
— É esse que você pediu? — perguntei entrando no quarto dela.
— Ai, pai! — ela gritou, tapando os peitos com as duas mãos. Tava vestida só com uma tanga rosa quase invisível! Só isso! Que corpo, pelo amor de Deus! Aqueles peitões deliciosos apertados pelas mãozinhas dela eram um banquete pros olhos.
— Desculpa, coração! Vou deixar aqui — virei e coloquei o frasco numa prateleira.
— E bate na porta, da próxima vez! — pediu, com uma raiva compreensível.
Não tava nem aí pra raiva dela. Aquela imagem ia ficar gravada no mural principal da minha mente.
Assim que fechei a porta, um sorriso se formou no meu rosto por ter visto aquele corpinho perfeito quase pelado. Quis dormir com aquilo na memória pra poder sonhar com um final diferente. Não lembro exatamente o que sonhei. Só sei que meu corpo tava acabado depois da noite de sexo com a Barbie, e eu capotei.
Na manhã seguinte, acordei com as gargalhadas da Lourdes. Era perfeito acordar ouvindo aquela voz. Antes de sair do quarto, olhei meu e-mail e tinha uma mensagem. Abri e dizia "Testando a webcam". Era uma foto em close do corpão da Barbie.
Levantei de pijama, com aquela imagem na cabeça, pra ver o que tava rolando, e encontrei minha filha na cozinha com meu irmão, que tinha acordado cedo e tava bem entretida.
Essa mina não tinha noção da raba que tem. Ainda estava com aquela roupinha fina que usava pra dormir. Ver os peitos que ela tem logo de manhã é começar o dia de pau duro. Pra piorar, dava pra ver claramente aqueles bicos gostosos por baixo da seda. Sentei na mesa com uma ideia fixa na cabeça: "aqui a gente come ela entre os dois". Meu irmão olhava pra ela como se fosse meter até ela desmaiar. Ficamos mais um tempo curtindo aquele corpo infernal como dois velhos tarados até a Lourdes ir tomar banho.
Assim que ela fechou a porta do banheiro e com o tesão à flor da pele, o careca me pergunta:
- Cê tem certeza que essa gostosa é tua filha? - esperando minha negativa.
- Sim, idiota, e tua sobrinha também - lembrei ele.
- Me desculpa, gordo, mas a menina é muito gostosa - ele falou de passagem - Se não fosse tua filha, sabe o que eu faria? - completou pra finalizar. Olhei pro chão, mastigando raiva enquanto balançava a cabeça negando.
- Nem pense em encostar um dedo nela, senão arranco tua cabeça - avisei. Não aguentei mais.
- Óbvio, gordo! O que cê pensa que eu sou? - ele disse rindo.
Os outros dois inúteis não estavam agora que eu precisava, tinham saído um tempo antes e eu tinha que ir trabalhar e deixar o cara mais degenerado que conheço com minha preciosa filha. Tava com uma mistura de medo e muita raiva. Minha filha estava entretida com o celular. Juntei minhas coisas e saí rumo ao trampo. Tava ligando o carro quando me veio uma ideia. Disquei o número e assim que atenderam do outro lado, pedi pra falar com o doutor, dei meu nome e falei que era urgente.
Esperei uns segundos e me atendem:
- Alô. O que tá rolando, Alejito? - responde meu bom amigo Osvaldo.
- E aí, Ova? Preciso te pedir um favor, cê pode fazer um atestado médico fake pro trampo? - pedi sem rodeios.
- Claro, como não vou dar uma força pro meu melhor amigo? - ele responde entre risadas. Agradeci e depois de uma conversa rápida, prometi explicar depois. Tudo mais tarde com uma taça do Cabernet Sauvignon que tenho guardado.
Fiquei uns minutos e voltei pra garantir que meu irmão cumprisse a promessa de não encostar um dedo na Lou. Quando entrei em casa, fiquei meio preocupado: não tinha nem Javier nem a menina. Fui pelo corredor que separa os quartos e vejo a porta do quarto da Lourdes fechada. Cheguei perto e escutei ela falando bem baixinho com alguém, entre risadas. O sangue subiu na hora e abri a porta furioso.
Lourdes e Barbie, que estavam se trocando, me receberam gritando desesperadas, igual filme de terror. — Paaaai! De novo! Te falei pra bater na porta! — me xingou a Lourdes, que estava colocando o biquíni junto com a amiga. — Desculpa, filha! — falei e fechei a porta.
— Cadê o Javier? — perguntei do outro lado da porta.
— Deve estar no quintal — respondeu a Barbie, morrendo de rir.
Fui até ele e tava sentado igual um folgado na espreguiçadeira do Diegote, tomando sol.
— Já voltou? As minhas iam fazer um suco, fica à vontade — falou o sem-vergonha.
Não queria parecer tão caretão na frente das gurias, então vesti uma bermuda e voltei pra tomar sol com eles. As minas estavam um absurdo! Aqueles biquínis que usavam não escondiam nada. A parte de baixo era umas tirinhas que sumiam no meio da bunda, e a de cima parecia que ia estourar de tão cheia que as duas deixavam. Javier olhava pra elas igual predador pra presa. Acho que minha cara não devia ser muito diferente da dele.
— Viu como são bem parecidos? Te falei — comentou a Lourdes pra amiga.
— É, não tem dúvida que são irmãos — concordou a loira — Ai, Al, vai se queimar de novo! Fica aí que vou passar um protetor em você — me ordenou, com o frasco na mão.
— Bom, não vou recusar — respondi, rindo. Na hora senti o creme frio nos meus ombros e as mãos da garota safada começando a percorrer meus ombros e costas. Era impossível não... sorrir com os carinhos dessa gostosa. Lourdes tava meio séria.
- Quer que eu passe um pouco em você, tio? - ela perguntou me dando as costas. Javi olhou pra mim.
- Não, obrigado, linda, deixa que eu passo. - ele respondeu pra minha tranquilidade.
- Olha que outro dia o pai se queimou. Vai, deixa que eu passo - ela insistiu enquanto colocava bastante creme na mão e começava a esfregar nos próprios ombros. Meu irmão me olhou surpreso.
Não tava gostando nada da atitude da Lourdes. Ela passava as mãos no peito dele de um jeito provocativo demais. Se não fosse porque a Barbie tava fazendo o mesmo comigo, eu teria levantado pra chamar a atenção dela. Pra dois caras da nossa idade, os carinhos de umas vinte poucos anos e ainda por cima umas putinhas dessas era a glória.
- Vira de ladinho que eu passo nas costas - a Bárbara falou. Quando virei de bruços, senti o quanto minha pica tava dura, apertada ali. O movimento das mãos dessa novinha já parecia mais uma massagem. Tanto que acabei dormindo por um instante.
Quando abri os olhos, a cadeira do lado tava vazia. Perguntei pra Barbie onde eles estavam e, mordendo os lábios, ela apontou pra trás com os olhos. Fiquei gelado! A Lourdes tava encostada na parede com a perna direita apoiada no ombro do Javier e a outra no chão, enquanto meu irmão metia nela feito um animal. Não podia acreditar que ele era tão filho da puta! Minha mina tava de olhos fechados, gozando.
Não sei como consegui me controlar, mas parei atrás deles pra me verem e tossi alto pra chamar atenção. Nessa hora, a Lou abriu os olhos e, no meio do movimento, me sorriu com cara de prazer. O Javier, que não tinha notado minha presença, virou ela pra encaixar melhor perto da janela. Nesse momento, ele me viu e falou: - Me desculpa, gordo! Não consegui me segurar! Fiz o que pude! - ele se desculpava sem parar de meter. Ver ela de lado trepando me deixava tão excitado que eu não sabia o que fazer.
- Vai, Alejo, você também quer a mesma coisa, não quer? me disse Javier enquanto acariciava a bunda de Lourdes, que não parava de sorrir e fazer gestos provocativos pra mim. Sem pensar, fiquei atrás dela e comecei a acariciar aqueles peitos lindos. Ela virou a cabeça e, acariciando meu pescoço, começou a me beijar com todo o tesão que trazia. Não podia acreditar, com isso perdi o último resquício de autocontrole que me restava.
Enquanto eu a apalpava e beijava, sinto as mãos de Barbie abaixando minha calça e a boca dela beijando meu pescoço. Não dava pra ficar mais excitado! Essas duas eram tão putas que não paravam de me surpreender. Sentia os dois corpos nus contra o meu enquanto Bárbara me masturbava. Logo a loira estava ajoelhada me chupando como uma profissional. Essa mina tem um dom pro sexo oral! Pra aumentar ainda mais meu tesão, Lourdes se abaixou e pediu pra continuar depois dela.
Quando eu coloquei meu pau naquela boquinha, com aquele rostinho lindo e aquela língua se mexendo pra tocar cada parte do meu pau, quase morri! Sentia que ia gozar a qualquer momento, mas queria que aquele prazer durasse pra sempre! Minha filha tava me fazendo o melhor boquete que já recebi na vida. Mas ela quis ir além.
Ela se levantou, pegou meu pau com as duas mãos e colocou na buceta dela, que tava toda molhada. Mordeu os lábios e eu entrei devagar, como se estivesse entrando no paraíso. Morria com a cara de prazer dela! A ideia de estar comendo ela me dominou e comecei a meter com tudo. Aquela buceta depilada, jovem e apertada era a melhor coisa que já me aconteceu! — Tá gostando, meu amor? — perguntei.
— Sim, pai, adoro! — ela dizia com aquela voz doce, mas sensual e super ofegante.
Nisso, vejo meu irmão com uma cara de tesão que não dava pra descrever, vermelho como um tomate, atrás de Lourdes. De repente, ela arregalou os olhos e deu um grito de dor e prazer na minha cara. Sim. O filho da puta degenerado meteu no cu dela! Minha gostosa linda tava recebendo duas picas ao mesmo tempo e, enquanto o cu dela se abria, ela gritava mais. Nós dois ficamos ainda mais excitados. Muito e começamos a meter com tudo. Os gemidos da Lourdes eram constantes e cada vez mais altos.
De repente, como um balde de água fria, caio pra trás e apareço na espreguiçadeira sozinho, com o vibrador do celular se mexendo no meu bolso. Por que minha mente fazia essas coisas comigo?! Eu ia ficar louco se continuasse assim! Atendi o celular e era um colega perguntando como eu estava. Falei que me sentia muito melhor e agradeci a ligação, segurando a raiva por ter me acordado. Meus sonhos estavam cada vez piores.
Foi aí que me toquei. "O que eu tô fazendo sozinho?". Antes de me desesperar, respirei fundo e pensei em não fazer outra merda. Meu irmão era um urubu, mas até agora tratava minha filha com respeito. Bati o dedo na moldura da porta de vidro, mas apesar da dor, fiquei tranquilo por saber que já estava acordado, sem dúvida nenhuma.
Olhei pra baixo pra não trombar em mais nada e encontrei algo que não sei se queria ver: a parte de baixo de um biquíni. Meus segundos de paz acabaram e minha desesperação ia chegar no limite quando, de trás, olhei pro sofá e vi a cabeça do meu irmão no encosto, olhando pra cima, e alguém ajoelhada no braço do sofá se mexendo com a raba empinada.
— Que boquinha gostosa, minha vida! — exclamou o Javier com a voz rouca.
Já não era mais um sonho erótico. Isso era a vida real e esse filho da puta tinha a porra da rola na boca da minha filha! Me aproximei quase correndo e agarrei ele pelo pescoço.
— O que cê tá fazendo?! Tá louco?! — ele conseguiu dizer com o pouco ar que eu deixava.
— Al! Para! — me disse do sofá a vozinha de patricinha da Barbie.
— Bárbara, é você? — perguntei que nem um idiota, enquanto soltava o careca que tava vermelhão.
— Claro, óbvio! O que você pensou? — ela falou com aquele sorrisinho de puta que sempre faz.
— Nada, nada. Desculpa! Cadê a Lou? — perguntei preocupado.
— Foi comprar e eu aproveitei que fiquei sozinho com essa belezinha — explicou o Javier, massageando o pescoço. A Bárbara continuava rindo, toda brincalhona. Toda a boca e o queixo brilhando.
A loira se ajoelhou no meio do sofá e pude tirou a parte do biquíni que ainda estava nela. Me convidou pra sentar do lado dela e, com cara de safada, nos propôs:
- Já que você tá acordado, podemos aproveitar que a Lourdes não volta, né?
Nós dois nos olhamos e sorrimos pensando a mesma coisa. Nos aproximamos e a loira começou a lamber nossas rolas com um olhar de puta que excitava até estátuas.
- Você não pode ser tão puta, garota! - exclamei pelo prazer daquela boca conhecida.
- Isso, minha vida! Continua assim, neném! - Javi a incentivava. Ela não respondia nada porque já tava devorando cada rola por completo.
Nunca tinha dividido uma gostosa, mas a Barbie dava conta de um exército sozinha. Com que vontade essa mulher chupa, pelo amor de Deus! Ela se deitou de pernas abertas e a cabeça apoiada no braço do sofá. Javier passou a língua na buceta e, depois de saborear, meteu de uma vez. Ela tava gemendo, e eu coloquei a minha do lado do rosto dela. Ela chupou com mais vontade, produto do tesão que o Javi tava dando nela, metendo rapidão. Peguei ela pelo cabelo e fiz ela engolir tudo. Não dava pra acreditar como ela era puta! Não me segurei e gozei ali mesmo. Não soltei ela em nenhum momento, então ela teve que engolir tudo.
Enquanto ainda curtia o orgasmo, meu irmão se aproximou pra gozar na cara dela e banhou ela toda com a quantidade de porra que jorrou no rosto dela. Quando olhei de novo, vi a Lou no lugar dela, e aquela imagem queimou minha cabeça. Ela nos olhava brincando com a porra que tinha na cara quando ouvimos a porta. Saí do transe. A verdadeira Lourdes batia com a chave:
- Me ajudam?! Tô com as duas mãos ocupadas! - gritou de fora.
A Barbie saiu correndo pro banheiro juntando as partes da maiô, e eu e Javier arrumamos tudo em segundos, gritando "Já vai! Já vai!"
Quando abrimos, encontramos ela com as mãos cheias de sacolas. Ajudamos e entramos rápido enquanto a amiga dela ainda tava no banheiro se arrumando. condições. Olhou pra todo lado e perguntou pela amiga dela.
- eeeehhh - eu fiquei travado, estilo Maradona
- no banheiro, gostosa - meu irmão falou
- Ah, ok, pensei que ela tinha ido embora sem a bolsa. Você acabou de acordar, pá?
- Não - menti eu - Sim - confirmou o Javi
Falamos os dois ao mesmo tempo e isso fez a Lourdes olhar pra gente com cara de confusa
- Tá tudo bem aqui? O que vocês dois tão tramando? - perguntou. Eu tava vermelho que nem um tomate e sentia uma gota fria escorrendo pela minha têmpora.
- Na verdade, a gente tá planejando te matar - brincou o Javi e nós três começamos a rir
Saímos dessa por enquanto. Eu não sabia mentir tão rápido, mas tava com um mestre da safadeza. Pela primeira vez, fiquei feliz que ele tava ali pra me salvar. Também notei que a gente tinha mais em comum do que eu gostaria de admitir. Ele continuava desnudando minha filha com o olhar, o desgraçado. A Bárbara, que era outra mentirosa sem vergonha, saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido e foi conversar com a amiga. O resto do dia foi mais tranquilo, felizmente.
Meus filhos começaram a chegar. Primeiro o Enzo e um pouco depois o Diego. Os dois foram direto pra geladeira comer que nem porcos. Desde que a mãe deles não tava, esses caras tavam cada vez mais sem modos! O ovelhinha foi pro computador como sempre, e o esquecido tomou banho e foi malhar sozinho. As meninas se trancaram no quarto da Lou. Meu irmão foi pra banheira, e quando isso acontecia, eu sabia que ia demorar. O sol se pôs e, quando eu tava mais relaxado, o telefone tocou de novo.
- O que cê tá fazendo, Alejito? Não esqueceu do Cabernet, esqueceu? - o Osvaldo me lembrou
- Não, não! Como vou esquecer, Ova? Cê vem, né? - falei fingindo que lembrava. A verdade é que nunca pensei nisso, nem quando convidei ele.
- Daqui a 5 minutos tô aí, cara, e te levo teu atestado médico kkk - respondeu meu parceiro.
Passou um tempo e ele cumpriu a promessa. Anunciou pelo interfone e eu saí pra receber ele com Um abraço forte. O russo continuava o mesmo, o tempo não passava pra ele.
- Isso é igual quando a gente matava aula - ele me fala morrendo de rir enquanto me entregava o papel com a assinatura e o carimbo.
Entramos conversando, morrendo de rir, e fui pra cozinha pegar alguma coisa pra beliscar e as duas taças.
Comecei a contar todas as mudanças na minha vida e sobre a Lourdes.
- Olha que doido, você com uma filha. Lembra quando você me zoava porque eu só fazia meninas e você tinha os meninos? - ele relembrava com nostalgia
- É, o pior é que eu já tinha uma filha e não sabia - completei
A gente tava nessa quando as minhas saíram do quarto. Levantei pra apresentar meu velho amigo
- Te apresento minha filha Lourdes. Lou, esse é meu melhor amigo, Osvaldo - apresentei
A Barbie, que vinha atrás, me desmontou total quando perguntou
- Pai? O que cê tá fazendo aqui? - olhando pro Ova
- Oi, Barbarita! Que surpresa! - respondeu meu amigo.
- Olha o que é o destino! Nossas filhas nos juntaram de novo - ele me diz com um sorriso de feliz aniversário. Não dava pra acreditar, a Barbie era a Barbarita, a filha do meu melhor amigo! Eu conhecia ela desde que era uma menininha bochechuda. Não sei em que momento ela tinha virado essa besta sexual.
Com certeza era por isso que ela tinha uma simpatia inexplicável por mim desde o começo. Me senti um traidor, um mau amigo, um sem-vergonha, tinha comido e até festejado a filha do meu amigo.
- Ficam pra jantar? - a Lourdes convidou, toda feliz
Não sei como ela fazia, mas essa mina ia me metendo cada vez mais em situações perversas e tortuosas desde o primeiro dia que chegou. Já tava com medo de me perguntar, mas não conseguia imaginar como isso tudo ia continuar...
Barbarita "Testando a webcam" (se o pai visse)
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http://www.poringa.net/posts/relatos/2723690/Mi-hija-Lourdes-Tercera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2724346/Mi-hija-Lourdes-Cuarta-Parte.htmlAgora sim, vamos continuar:
Ver aquele careca com cara de tarado com a minha gostosa no colo dele, passando os olhos por cada centímetro da pele dela como se tentasse em vão encontrar um defeito, me deixou puto da vida.
- O que você tá fazendo a essa hora? Isso aqui é casa de família, não é motel vagabundo - falei, bem irritado.
- Te mandei cinco mensagens desde a estrada. Tava de passagem e quis vir ver a família - ele respondeu, com toda razão. O celular tava cheio de mensagens e chamadas perdidas à toa. Parece que no meio do sexo pesado, eu não ouvia nada além dos gritos e gemidos da menina.
Resolvi dar uma segurada e pedi pra Lourdes me ajudar a arrumar um lugar pra ele dormir, pro tio dela. Como ela tava animada pra conhecê-lo, veio quase pulando. Não sei se foi porque eu sempre faço isso, mas me pareceu que meu irmão olhou pra bunda dela o caminho inteiro. E não era pra menos! Ela tava usando um shortinho desses que as gurias usam hoje, que parece roupa íntima de jeans, não minto se digo que dava pra ver metade daquela raba de infarto.
Não tava gostando nada daquela exposição, sabendo como o Javier é.
Eu conhecia bem aquele velho urubu. Já tenho ele na mira há mais de quatro décadas. Sempre foi um mulherengo, um babão e, acima de tudo, sempre gostou das novinhas. Com a "nova sobrinha", como ele disse, era como se tivessem trazido um saco gigante de doces pra um menino. Não é nada à toa que eu o encontrei com aqueles dedos de salsicha na perna da minha filha.
Por um momento, pensei em dar dinheiro pra ele passar a noite num hotel, mas meus filhos iam pegar no meu pé, e só ia virar confusão.
Armei um catre num canto e pedi pra Lourdes me ajudar a arrumar a cama. Tê-la com aquela roupa curta, curvada na frente de uma cama, mexia com os meus instintos mais baixos. "Vamos testar a cama com a menina", eu pensava. Me distraiu o outro sem noção, de braços cruzados na porta, olhando minha filha por trás. - Bom, vamos, coração, deixa pra lá. Deixa teu tio descansar, ele deve estar exausto da viagem — sugeri pra Lourdes, puxando ela abraçada comigo. Na saída, ela deu um abraço e um beijo na bochecha do Javier, e fomos embora. — Até amanhã, princesa — ele soltou, só pra me irritar mais ainda.
A tensão sexual tava no ar, e isso mexia demais comigo. Eu me mordia de raiva só de pensar nas coisas que passavam pela cabeça daquele depravado vendo aquela figura tão jovem e gostosa. Resolvi deixar essa neura de lado. Já tava me fazendo mal ficar pilhado com isso. Fui pra cozinha e me deparei com a sacola da farmácia. Peguei o shampoo que ela tinha me pedido e me apressei pra entregar antes que ela dormisse.
— É esse que você pediu? — perguntei entrando no quarto dela.
— Ai, pai! — ela gritou, tapando os peitos com as duas mãos. Tava vestida só com uma tanga rosa quase invisível! Só isso! Que corpo, pelo amor de Deus! Aqueles peitões deliciosos apertados pelas mãozinhas dela eram um banquete pros olhos.
— Desculpa, coração! Vou deixar aqui — virei e coloquei o frasco numa prateleira.
— E bate na porta, da próxima vez! — pediu, com uma raiva compreensível.
Não tava nem aí pra raiva dela. Aquela imagem ia ficar gravada no mural principal da minha mente.
Assim que fechei a porta, um sorriso se formou no meu rosto por ter visto aquele corpinho perfeito quase pelado. Quis dormir com aquilo na memória pra poder sonhar com um final diferente. Não lembro exatamente o que sonhei. Só sei que meu corpo tava acabado depois da noite de sexo com a Barbie, e eu capotei.
Na manhã seguinte, acordei com as gargalhadas da Lourdes. Era perfeito acordar ouvindo aquela voz. Antes de sair do quarto, olhei meu e-mail e tinha uma mensagem. Abri e dizia "Testando a webcam". Era uma foto em close do corpão da Barbie.
Levantei de pijama, com aquela imagem na cabeça, pra ver o que tava rolando, e encontrei minha filha na cozinha com meu irmão, que tinha acordado cedo e tava bem entretida.
Essa mina não tinha noção da raba que tem. Ainda estava com aquela roupinha fina que usava pra dormir. Ver os peitos que ela tem logo de manhã é começar o dia de pau duro. Pra piorar, dava pra ver claramente aqueles bicos gostosos por baixo da seda. Sentei na mesa com uma ideia fixa na cabeça: "aqui a gente come ela entre os dois". Meu irmão olhava pra ela como se fosse meter até ela desmaiar. Ficamos mais um tempo curtindo aquele corpo infernal como dois velhos tarados até a Lourdes ir tomar banho.
Assim que ela fechou a porta do banheiro e com o tesão à flor da pele, o careca me pergunta:
- Cê tem certeza que essa gostosa é tua filha? - esperando minha negativa.
- Sim, idiota, e tua sobrinha também - lembrei ele.
- Me desculpa, gordo, mas a menina é muito gostosa - ele falou de passagem - Se não fosse tua filha, sabe o que eu faria? - completou pra finalizar. Olhei pro chão, mastigando raiva enquanto balançava a cabeça negando.
- Nem pense em encostar um dedo nela, senão arranco tua cabeça - avisei. Não aguentei mais.
- Óbvio, gordo! O que cê pensa que eu sou? - ele disse rindo.
Os outros dois inúteis não estavam agora que eu precisava, tinham saído um tempo antes e eu tinha que ir trabalhar e deixar o cara mais degenerado que conheço com minha preciosa filha. Tava com uma mistura de medo e muita raiva. Minha filha estava entretida com o celular. Juntei minhas coisas e saí rumo ao trampo. Tava ligando o carro quando me veio uma ideia. Disquei o número e assim que atenderam do outro lado, pedi pra falar com o doutor, dei meu nome e falei que era urgente.
Esperei uns segundos e me atendem:
- Alô. O que tá rolando, Alejito? - responde meu bom amigo Osvaldo.
- E aí, Ova? Preciso te pedir um favor, cê pode fazer um atestado médico fake pro trampo? - pedi sem rodeios.
- Claro, como não vou dar uma força pro meu melhor amigo? - ele responde entre risadas. Agradeci e depois de uma conversa rápida, prometi explicar depois. Tudo mais tarde com uma taça do Cabernet Sauvignon que tenho guardado.
Fiquei uns minutos e voltei pra garantir que meu irmão cumprisse a promessa de não encostar um dedo na Lou. Quando entrei em casa, fiquei meio preocupado: não tinha nem Javier nem a menina. Fui pelo corredor que separa os quartos e vejo a porta do quarto da Lourdes fechada. Cheguei perto e escutei ela falando bem baixinho com alguém, entre risadas. O sangue subiu na hora e abri a porta furioso.
Lourdes e Barbie, que estavam se trocando, me receberam gritando desesperadas, igual filme de terror. — Paaaai! De novo! Te falei pra bater na porta! — me xingou a Lourdes, que estava colocando o biquíni junto com a amiga. — Desculpa, filha! — falei e fechei a porta.
— Cadê o Javier? — perguntei do outro lado da porta.
— Deve estar no quintal — respondeu a Barbie, morrendo de rir.
Fui até ele e tava sentado igual um folgado na espreguiçadeira do Diegote, tomando sol.
— Já voltou? As minhas iam fazer um suco, fica à vontade — falou o sem-vergonha.
Não queria parecer tão caretão na frente das gurias, então vesti uma bermuda e voltei pra tomar sol com eles. As minas estavam um absurdo! Aqueles biquínis que usavam não escondiam nada. A parte de baixo era umas tirinhas que sumiam no meio da bunda, e a de cima parecia que ia estourar de tão cheia que as duas deixavam. Javier olhava pra elas igual predador pra presa. Acho que minha cara não devia ser muito diferente da dele.
— Viu como são bem parecidos? Te falei — comentou a Lourdes pra amiga.
— É, não tem dúvida que são irmãos — concordou a loira — Ai, Al, vai se queimar de novo! Fica aí que vou passar um protetor em você — me ordenou, com o frasco na mão.
— Bom, não vou recusar — respondi, rindo. Na hora senti o creme frio nos meus ombros e as mãos da garota safada começando a percorrer meus ombros e costas. Era impossível não... sorrir com os carinhos dessa gostosa. Lourdes tava meio séria.
- Quer que eu passe um pouco em você, tio? - ela perguntou me dando as costas. Javi olhou pra mim.
- Não, obrigado, linda, deixa que eu passo. - ele respondeu pra minha tranquilidade.
- Olha que outro dia o pai se queimou. Vai, deixa que eu passo - ela insistiu enquanto colocava bastante creme na mão e começava a esfregar nos próprios ombros. Meu irmão me olhou surpreso.
Não tava gostando nada da atitude da Lourdes. Ela passava as mãos no peito dele de um jeito provocativo demais. Se não fosse porque a Barbie tava fazendo o mesmo comigo, eu teria levantado pra chamar a atenção dela. Pra dois caras da nossa idade, os carinhos de umas vinte poucos anos e ainda por cima umas putinhas dessas era a glória.
- Vira de ladinho que eu passo nas costas - a Bárbara falou. Quando virei de bruços, senti o quanto minha pica tava dura, apertada ali. O movimento das mãos dessa novinha já parecia mais uma massagem. Tanto que acabei dormindo por um instante.
Quando abri os olhos, a cadeira do lado tava vazia. Perguntei pra Barbie onde eles estavam e, mordendo os lábios, ela apontou pra trás com os olhos. Fiquei gelado! A Lourdes tava encostada na parede com a perna direita apoiada no ombro do Javier e a outra no chão, enquanto meu irmão metia nela feito um animal. Não podia acreditar que ele era tão filho da puta! Minha mina tava de olhos fechados, gozando.
Não sei como consegui me controlar, mas parei atrás deles pra me verem e tossi alto pra chamar atenção. Nessa hora, a Lou abriu os olhos e, no meio do movimento, me sorriu com cara de prazer. O Javier, que não tinha notado minha presença, virou ela pra encaixar melhor perto da janela. Nesse momento, ele me viu e falou: - Me desculpa, gordo! Não consegui me segurar! Fiz o que pude! - ele se desculpava sem parar de meter. Ver ela de lado trepando me deixava tão excitado que eu não sabia o que fazer.
- Vai, Alejo, você também quer a mesma coisa, não quer? me disse Javier enquanto acariciava a bunda de Lourdes, que não parava de sorrir e fazer gestos provocativos pra mim. Sem pensar, fiquei atrás dela e comecei a acariciar aqueles peitos lindos. Ela virou a cabeça e, acariciando meu pescoço, começou a me beijar com todo o tesão que trazia. Não podia acreditar, com isso perdi o último resquício de autocontrole que me restava.
Enquanto eu a apalpava e beijava, sinto as mãos de Barbie abaixando minha calça e a boca dela beijando meu pescoço. Não dava pra ficar mais excitado! Essas duas eram tão putas que não paravam de me surpreender. Sentia os dois corpos nus contra o meu enquanto Bárbara me masturbava. Logo a loira estava ajoelhada me chupando como uma profissional. Essa mina tem um dom pro sexo oral! Pra aumentar ainda mais meu tesão, Lourdes se abaixou e pediu pra continuar depois dela.
Quando eu coloquei meu pau naquela boquinha, com aquele rostinho lindo e aquela língua se mexendo pra tocar cada parte do meu pau, quase morri! Sentia que ia gozar a qualquer momento, mas queria que aquele prazer durasse pra sempre! Minha filha tava me fazendo o melhor boquete que já recebi na vida. Mas ela quis ir além.
Ela se levantou, pegou meu pau com as duas mãos e colocou na buceta dela, que tava toda molhada. Mordeu os lábios e eu entrei devagar, como se estivesse entrando no paraíso. Morria com a cara de prazer dela! A ideia de estar comendo ela me dominou e comecei a meter com tudo. Aquela buceta depilada, jovem e apertada era a melhor coisa que já me aconteceu! — Tá gostando, meu amor? — perguntei.
— Sim, pai, adoro! — ela dizia com aquela voz doce, mas sensual e super ofegante.
Nisso, vejo meu irmão com uma cara de tesão que não dava pra descrever, vermelho como um tomate, atrás de Lourdes. De repente, ela arregalou os olhos e deu um grito de dor e prazer na minha cara. Sim. O filho da puta degenerado meteu no cu dela! Minha gostosa linda tava recebendo duas picas ao mesmo tempo e, enquanto o cu dela se abria, ela gritava mais. Nós dois ficamos ainda mais excitados. Muito e começamos a meter com tudo. Os gemidos da Lourdes eram constantes e cada vez mais altos.
De repente, como um balde de água fria, caio pra trás e apareço na espreguiçadeira sozinho, com o vibrador do celular se mexendo no meu bolso. Por que minha mente fazia essas coisas comigo?! Eu ia ficar louco se continuasse assim! Atendi o celular e era um colega perguntando como eu estava. Falei que me sentia muito melhor e agradeci a ligação, segurando a raiva por ter me acordado. Meus sonhos estavam cada vez piores.
Foi aí que me toquei. "O que eu tô fazendo sozinho?". Antes de me desesperar, respirei fundo e pensei em não fazer outra merda. Meu irmão era um urubu, mas até agora tratava minha filha com respeito. Bati o dedo na moldura da porta de vidro, mas apesar da dor, fiquei tranquilo por saber que já estava acordado, sem dúvida nenhuma.
Olhei pra baixo pra não trombar em mais nada e encontrei algo que não sei se queria ver: a parte de baixo de um biquíni. Meus segundos de paz acabaram e minha desesperação ia chegar no limite quando, de trás, olhei pro sofá e vi a cabeça do meu irmão no encosto, olhando pra cima, e alguém ajoelhada no braço do sofá se mexendo com a raba empinada.
— Que boquinha gostosa, minha vida! — exclamou o Javier com a voz rouca.
Já não era mais um sonho erótico. Isso era a vida real e esse filho da puta tinha a porra da rola na boca da minha filha! Me aproximei quase correndo e agarrei ele pelo pescoço.
— O que cê tá fazendo?! Tá louco?! — ele conseguiu dizer com o pouco ar que eu deixava.
— Al! Para! — me disse do sofá a vozinha de patricinha da Barbie.
— Bárbara, é você? — perguntei que nem um idiota, enquanto soltava o careca que tava vermelhão.
— Claro, óbvio! O que você pensou? — ela falou com aquele sorrisinho de puta que sempre faz.
— Nada, nada. Desculpa! Cadê a Lou? — perguntei preocupado.
— Foi comprar e eu aproveitei que fiquei sozinho com essa belezinha — explicou o Javier, massageando o pescoço. A Bárbara continuava rindo, toda brincalhona. Toda a boca e o queixo brilhando.
A loira se ajoelhou no meio do sofá e pude tirou a parte do biquíni que ainda estava nela. Me convidou pra sentar do lado dela e, com cara de safada, nos propôs:
- Já que você tá acordado, podemos aproveitar que a Lourdes não volta, né?
Nós dois nos olhamos e sorrimos pensando a mesma coisa. Nos aproximamos e a loira começou a lamber nossas rolas com um olhar de puta que excitava até estátuas.
- Você não pode ser tão puta, garota! - exclamei pelo prazer daquela boca conhecida.
- Isso, minha vida! Continua assim, neném! - Javi a incentivava. Ela não respondia nada porque já tava devorando cada rola por completo.
Nunca tinha dividido uma gostosa, mas a Barbie dava conta de um exército sozinha. Com que vontade essa mulher chupa, pelo amor de Deus! Ela se deitou de pernas abertas e a cabeça apoiada no braço do sofá. Javier passou a língua na buceta e, depois de saborear, meteu de uma vez. Ela tava gemendo, e eu coloquei a minha do lado do rosto dela. Ela chupou com mais vontade, produto do tesão que o Javi tava dando nela, metendo rapidão. Peguei ela pelo cabelo e fiz ela engolir tudo. Não dava pra acreditar como ela era puta! Não me segurei e gozei ali mesmo. Não soltei ela em nenhum momento, então ela teve que engolir tudo.
Enquanto ainda curtia o orgasmo, meu irmão se aproximou pra gozar na cara dela e banhou ela toda com a quantidade de porra que jorrou no rosto dela. Quando olhei de novo, vi a Lou no lugar dela, e aquela imagem queimou minha cabeça. Ela nos olhava brincando com a porra que tinha na cara quando ouvimos a porta. Saí do transe. A verdadeira Lourdes batia com a chave:
- Me ajudam?! Tô com as duas mãos ocupadas! - gritou de fora.
A Barbie saiu correndo pro banheiro juntando as partes da maiô, e eu e Javier arrumamos tudo em segundos, gritando "Já vai! Já vai!"
Quando abrimos, encontramos ela com as mãos cheias de sacolas. Ajudamos e entramos rápido enquanto a amiga dela ainda tava no banheiro se arrumando. condições. Olhou pra todo lado e perguntou pela amiga dela.
- eeeehhh - eu fiquei travado, estilo Maradona
- no banheiro, gostosa - meu irmão falou
- Ah, ok, pensei que ela tinha ido embora sem a bolsa. Você acabou de acordar, pá?
- Não - menti eu - Sim - confirmou o Javi
Falamos os dois ao mesmo tempo e isso fez a Lourdes olhar pra gente com cara de confusa
- Tá tudo bem aqui? O que vocês dois tão tramando? - perguntou. Eu tava vermelho que nem um tomate e sentia uma gota fria escorrendo pela minha têmpora.
- Na verdade, a gente tá planejando te matar - brincou o Javi e nós três começamos a rir
Saímos dessa por enquanto. Eu não sabia mentir tão rápido, mas tava com um mestre da safadeza. Pela primeira vez, fiquei feliz que ele tava ali pra me salvar. Também notei que a gente tinha mais em comum do que eu gostaria de admitir. Ele continuava desnudando minha filha com o olhar, o desgraçado. A Bárbara, que era outra mentirosa sem vergonha, saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido e foi conversar com a amiga. O resto do dia foi mais tranquilo, felizmente.
Meus filhos começaram a chegar. Primeiro o Enzo e um pouco depois o Diego. Os dois foram direto pra geladeira comer que nem porcos. Desde que a mãe deles não tava, esses caras tavam cada vez mais sem modos! O ovelhinha foi pro computador como sempre, e o esquecido tomou banho e foi malhar sozinho. As meninas se trancaram no quarto da Lou. Meu irmão foi pra banheira, e quando isso acontecia, eu sabia que ia demorar. O sol se pôs e, quando eu tava mais relaxado, o telefone tocou de novo.
- O que cê tá fazendo, Alejito? Não esqueceu do Cabernet, esqueceu? - o Osvaldo me lembrou
- Não, não! Como vou esquecer, Ova? Cê vem, né? - falei fingindo que lembrava. A verdade é que nunca pensei nisso, nem quando convidei ele.
- Daqui a 5 minutos tô aí, cara, e te levo teu atestado médico kkk - respondeu meu parceiro.
Passou um tempo e ele cumpriu a promessa. Anunciou pelo interfone e eu saí pra receber ele com Um abraço forte. O russo continuava o mesmo, o tempo não passava pra ele.
- Isso é igual quando a gente matava aula - ele me fala morrendo de rir enquanto me entregava o papel com a assinatura e o carimbo.
Entramos conversando, morrendo de rir, e fui pra cozinha pegar alguma coisa pra beliscar e as duas taças.
Comecei a contar todas as mudanças na minha vida e sobre a Lourdes.
- Olha que doido, você com uma filha. Lembra quando você me zoava porque eu só fazia meninas e você tinha os meninos? - ele relembrava com nostalgia
- É, o pior é que eu já tinha uma filha e não sabia - completei
A gente tava nessa quando as minhas saíram do quarto. Levantei pra apresentar meu velho amigo
- Te apresento minha filha Lourdes. Lou, esse é meu melhor amigo, Osvaldo - apresentei
A Barbie, que vinha atrás, me desmontou total quando perguntou
- Pai? O que cê tá fazendo aqui? - olhando pro Ova
- Oi, Barbarita! Que surpresa! - respondeu meu amigo.
- Olha o que é o destino! Nossas filhas nos juntaram de novo - ele me diz com um sorriso de feliz aniversário. Não dava pra acreditar, a Barbie era a Barbarita, a filha do meu melhor amigo! Eu conhecia ela desde que era uma menininha bochechuda. Não sei em que momento ela tinha virado essa besta sexual.
Com certeza era por isso que ela tinha uma simpatia inexplicável por mim desde o começo. Me senti um traidor, um mau amigo, um sem-vergonha, tinha comido e até festejado a filha do meu amigo.
- Ficam pra jantar? - a Lourdes convidou, toda feliz
Não sei como ela fazia, mas essa mina ia me metendo cada vez mais em situações perversas e tortuosas desde o primeiro dia que chegou. Já tava com medo de me perguntar, mas não conseguia imaginar como isso tudo ia continuar...
Barbarita "Testando a webcam" (se o pai visse)
41 comentários - Minha filha Lourdes. Quinta Parte
Y Barbie esta para el crimen! Gracias por compartir
Van puntos!! Buen relato
6+....
http://www.poringa.net/posts/relatos/2725983/Mi-hija-Lourdes-SEXta-Parte.html
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