Depois daquilo, eu precisava de uma soneca de verdade. Depois de nos vestirmos e nos recompor um pouco, deixei minha irmã estudando finalmente enquanto eu saía pra deitar um pouco numa espreguiçadeira na varanda. Assim que me deitei, dormi que nem um anjo. Umas quatro horas depois, que passaram sem eu perceber, foi o som da porta da frente que me acordou. Era minha irmã, voltando da casa dos vizinhos.
- Bom dia, dorminhoco - ela disse. - Não quis te acordar porque acho que você merecia descansar um pouco. Estive na casa deles.
Enquanto me espreguiçava e alongava, perguntei como tinha sido.
- Muito bem, fiquei conversando com a Alicia, sabe, preparando o terreno - comentou com uma piscadela. - O Manu perguntou por você, falei que você tava na moleza. Se o coitado ficou tão entediado que fez a mãe dele nos convidar pra jantar hoje à noite. Embora eu já não saiba se ele insistiu mais pra te ver ou pra me ver, porque de relance enquanto a gente tava tomando sol, ele sofreu pra caramba tentando disfarçar uma ereção nada disfarçável, suponho que por ver essa bunda - disse cantarolando enquanto, virando-se, colocava a bunda na altura do meu rosto. Reprimindo a vontade enorme que me deu de pegar aquela raba e morder, apalpar e acariciar, respondi só com um sorriso. Bom, vou tomar um banho... e depois, fuck you, uma surpresinha.
Porra, uma surpresinha. Quebrando a cabeça com o que podia ser, me deitei de novo um pouco enquanto via a bunda da minha Laurita sumir quando ela finalmente entrou em casa. Depois de mais alguns minutos me espreguiçando de vez, decidi entrar também pra preparar a roupa que ia vestir pro jantar e esperar minha irmã sair do banho. A princípio pensei em esperar na sala com meus pais vendo TV, mas aquela nova surpresa que a Laura me prometia fazia as cócegas que rondavam meu estômago descerem pra entreperna, e exibir uma meia ereção na presença deles era a última coisa que eu queria.
Pouco depois, minha irmã saiu do banheiro, com uma toalha que ia até a metade das coxas e outra enrolada na cabeça feito turbante. Quando a vi aparecer no quarto, como se nada tivesse acontecido, saí e entrei no banheiro pra tomar banho. Tranquei a porta, me despi e vi no espelho que meu pau ainda tava meio duro. Bem na hora que ia entrar no chuveiro, alguém tentou abrir a porta. Era a Laura.
— Mãããããe...! Fala pro Javi me deixar entrar, que eu preciso depilar...
— Jaaaavi, deixa sua irmã entrar... — disse minha mãe, num tom mole.
Seguindo o jogo, foi minha vez de reclamar — Espera aí, que eu tô tomando banho.
— Mããããe, e eu tô morrendo de vontade de fazer xixi... — reclamou minha irmã, feito criança.
— Mas se eu saio já já — reclamei dessa vez.
— Jaaaavi, destranca a porta, entra no chuveiro e deixa sua irmã passar — decretou minha mãe. Nem eu teria pensado numa solução melhor.
— Tá bom, mas entra quando eu falar, pra eu ter tempo de entrar no chuveiro... — falei pra minha irmã pela porta, com aquele tom de desconfiança entre irmãos, com medo do outro te ver pelado. Destranquei a porta, entrei no chuveiro e avisei a Laura que já podia entrar. Ouvi ela abrindo a porta, e prestando atenção, percebi que ela trancou de novo pra ninguém nos incomodar com visitas indesejadas. Assim que soube que estávamos sozinhos, puxei a cortina do chuveiro e me mostrei pra Laura, do jeito que vim ao mundo.
— Espero que você não me dê agora aquela surpresinha que me deve, porque não temos muito tempo — falei, enquanto via que o olhar dela não tirava os olhos da ereção que tinha finalmente chegado. Então, sem dizer uma palavra, ela se virou, tirou o turbante da cabeça e deixou a toalha que cobria o corpo cair. Tava morrendo de vontade de me jogar naquela buceta maravilhosa que tinha na minha frente, mas antes que Antes que eu pudesse reagir, minha irmã se virou, tapando pudicamente a buceta com a mão. Devagar, foi subindo a mão pra acariciar a barriga, e o que eu vi me deixou chocado. Ela tinha depilado tudo! Nem um fio de cabelo aparecia naquela ppk preciosa dela. Com a mesma lentidão, foi se aproximando de mim até entrar na banheira. Depois de me dar um beijo lento, senti ela se colar em mim, esfregando a buceta na minha coxa, e de repente, vendo só uma leve contração no rosto dela, comecei a sentir um líquido quente escorrendo pela minha perna. Ela tava mijando no irmãozinho querido dela. Longe de me incomodar, agarrei as nádegas dela com as mãos e a puxei mais pra perto. Ela virou um pouco, e o mijo foi descendo pelas minhas coxas e minhas bolas, que estavam apertadas com o pau colado na barriga dela. Percebi pela expressão tranquila no rosto dela que ela tinha terminado de esvaziar a bexiga em cima de mim. Quando acabou, e depois de outro beijo, ela se abaixou na banheira e começou a me fazer um boquete que me fez virar os olhos. Até com a língua ela lambia minhas bolas, sem mostrar nenhum nojo da própria mijada que tinha deixado elas todas molhadas. Quando faltavam duas lambidas pra eu gozar, ela parou, se levantou e sussurrou no meu ouvido:
- Já te falei que tava morrendo de vontade de mijar - E me deixou assim. Saiu da banheira, se enxugou um pouco, vestiu as toalhas de novo e, bem antes de sair do banheiro, me disse:
- Nem pense em terminar sozinho. Bom, vou me vestir, porque, como você deve ter notado, já tinha depilado tudo. Aliás, hoje à noite é melhor você não me perder de vista - E saiu do banheiro, me deixando com uma ereção de cavalo que eu mal consegui diminuir tomando um banho sem usar água quente.
Depois de um tempo, com as imagens da mijada e da buceta depilada da minha irmãzinha percorrendo minha espinha, me vesti, e nós dois fomos pra casa dos vizinhos. Quando chegamos, vimos como tinham arrumado a mesa na varanda, e ajudamos eles a terminar de levar as coisas. Da cozinha, jantamos numa boa. Depois de um tempão batendo papo sobre tudo e nada, a gente arrumou a mesa, os pais dela foram ver TV e nós quatro ficamos conversando mais um pouco. A noite tava massa, mas no fim as minas também subiram pra falar das coisas delas no quarto que a Alicia e a Manu dividiam, e eu e ele fomos pra varanda da piscina, na certeza de que, com a distância e o escuro, a gente ia falar das nossas sem elas saberem.
Retribuindo o favor pra minha irmã, tentei preparar o terreno pra Manu também ver até que ponto minha irmã era uma máquina de foder. Também não era difícil, porque ele me contou como a Laura tinha deixado ele louco naquela tarde, com aquela bunda, aqueles peitos, aqueles movimentos... Antes de revidar falando o que eu faria com a irmã dele, comentei que tinha visto a minha pelada de novo, e quando soltei o detalhe de que ela tinha depilado a buceta, na penumbra parecia que os olhos dele iam pular pra fora.
— Tenho que comer ela de qualquer jeito — ele disse, todo acelerado.
— E eu — falei com um sorriso safado, escondendo que, sortudo que sou, já tinha conseguido — e a Alicia também. Ia ser foda comer as duas.
"É melhor você não me perder de vista." As palavras da minha irmã ecoavam na minha cabeça, e de repente uma ideia me passou pela mente.
— O que você acha que elas tão fazendo? — perguntei pro Manu.
— Acho que tão falando das coisas delas — ele respondeu.
— Então vamos ver — falei, levantando do banco onde a gente tava sentado e indo pra casa.
— Mas... e se elas nos pegarem? — ele respondeu, desconfiado.
— Olha, Manu — falei — elas tão no seu quarto, daqui dá pra ver a luz acesa. Aposto o que você quiser que se a gente subir na varanda com a luz apagada, dá pra ver o que elas tão fazendo pelas frestas das cortinas. Em vez de subir pela sala ou por outro lugar... quarto, a gente pode fazer pela janela da sala de jantar, e seus pais também não vão ficar sabendo.
Dito e feito, nós dois entramos na casa sem fazer barulho pelo banheiro do quarto de serviço, atravessamos a cozinha e, uma vez na sala de jantar, saímos pela janela para o terraço. Subimos os poucos degraus que davam para o terraço superior e, contornando-o sem fazer nenhum ruído — já que aquela parte correspondia à sala onde os pais do Manu e da Alicia estavam cochilando na frente da televisão —, chegamos aos últimos degraus que davam para a sacada comprida dos quartos.
— Manu, de agora em diante, nem o peido de um rato.
Seguimos de quatro até chegar na janela de onde vinham as vozes e as risadas das nossas irmãs. Num instante, coloquei a cabeça para fora para ver as garotas por um canto da janela que as cortinas não cobriam. Logo entendi o motivo das risadas e dos comentários de admiração que elas faziam; estavam sentadas na cama que ficava de costas para a janela, folheando a revista *Promiscuous* do Manu. Porra, as santinhas inocentes!
Como o Manu também não queria perder nenhum detalhe, tentou espiar pelo mesmo canto, então tive que achar o lado oposto da janela, de onde também dava pra ver tudo clarinho. O problema foi que, quando me arrastei até o novo lugar, ouviu-se o barulho de um dos meus tênis raspando na lajota. Pressentindo o desastre, o Manu se abaixou a tempo, mas minha irmã se virou e me viu claramente. Não disse nada e, disfarçando, voltou aos comentários sobre a revista que a Alicia folheava com voracidade.
— Porra, olha que pedaço de pau — soltou a Alicia entre risadas.
— Pois é, tá na altura dos peitos dessas loiras — continuou minha irmã no mesmo tom —. Com certeza são de silicone.
— É, e os teus também, né? — riu a Alicia — Porque aposto que usam só um tamanho a mais que você, tia.
— Então, se pra curtir esse pacote tem que posar... com elas de fora, eu topo — comentou minha irmã — Além disso, não é só nisso que elas se parecem comigo... olha só...
E dito isso, ela se levantou da cama, abriu a porta, conferiu que não tinha ninguém por perto e fechou de novo. Ali, na frente da minha desejada Alicia, minha irmãzinha baixou a calça e a calcinha e mostrou a bucetinha recém-depilada pra amiga. Eu temi que o Manu começasse a tossir, ou que desmaiasse, ou que desse um grito que entregasse a gente naquela situação constrangedora, mas o moleque se segurou.
— Porra, você tá uma verdadeira Promiscuous — disse a Alicia, com um certo tom de inveja nas palavras.
— É superconfortável, assim não aparece nenhum pelo com o biquíni, e pode crer, bater uma é outra coisa — falou a Laura com um tom de puta que já não me chocava mais.
— E não incomoda nem ardeu? — perguntou a vizinha, curiosa.
— Nada, e ainda ficou supermacio — sentenciou minha irmã, com a calcinha no joelho.
Eu não via o rosto da Alicia, mas dava pra sentir o pudor nas palavras dela:
— Posso...?
— Claro, tia — disse minha irmã, se aproximando. A mão da Alicia começou a acariciar o púbis e a virilha dela.
— Porra, supermacio...
A mão da minha irmã agarrou a da vizinha e começou a guiar o caminho que os dedos dela deviam seguir. Percebi que no rosto dela começava a se desenhar aquele sorrisinho largado que entregava que ela tava gostando daquela conferida.
— Pufffff... — suspirou minha irmã — Você se importa de continuar um pouquinho? É que tô o dia inteiro no fogo, vi o pauzão do meu irmão e fiquei doida — a mão dela continuava guiando a da Alicia, que agora se perdia por cantinhos mais escondidos da bucetinha lisa da Laura. Olhei pro Manu tentando fingir surpresa por não saber que minha irmã tinha me "espionado". De volta ao espetáculo, vi a Laura sentar no colo da Alicia, que já não precisava de guia nenhuma pra masturbá-la. Enquanto isso, minha irmã acariciava os peitos da amiguinha, que também tava curtindo a ajuda mútua. que se proporcionavam, e acabou tirando a camiseta dela. Não dava pra ver aqueles peitos desejados, já que a Alicia tava sentada na cama de costas pra janela, mas vi nas costas nuas dela que não tava de sutiã. Uns gemidos suaves começaram a encher o ambiente.
- Você trancou a porta, né? - ofegou a Alicia.
- Sim, fica tranquila - disse minha irmã entre suspiros. Naquele momento, e só por uns décimos de segundo, vi minha irmã abrir os olhos pra me olhar. - Se você visse a pica do meu irmão... sabe? - continuou entre gemidos - como eu queria dar pra ele e pro Manu...
- E eu também - suspirava a Alicia - como ia bem agora uma pica...
A cena era inacreditável. Naquela hora, voltei a temer pelo Manu, que ele se jogasse da janela. Olhando pra ele, indiquei que se afastasse da janela pra gente descer de novo. A resposta dele foi o dedo do meio. "E uma merda", dava pra ler na cara dele. Com um gesto, mostrei que o trinco não tava realmente trancado e que eu ia entrar no quarto pela porta. A muito custo, ele topou, e a gente voltou se arrastando por onde tinha vindo. Quando descemos de novo pra sala, lembrei o Manu da situação.
- Porra, porra e porra. Elas deixaram o trinco sem fechar. O plano é o seguinte: a gente sobe de novo, entra pelo quarto dos seus pais na casa, assim elas não veem a gente, percorre o corredor e, rápido, abre a porta como se a gente fosse pegar alguma coisa...
- E por que caralhos a gente não entrou direto pela janela? A gente teria economizado metade do caminho - protestou o Manu.
- A gente tem que contar com o fator surpresa. Se a gente tivesse entrado pela janela, elas iam saber que a gente tava espionando elas, e a raiva pode fazer elas recusarem a ração de rabo que tão esperando - falei, levando a mão no pacote pra ilustrar a última frase. Além disso, a gente tem que se acalmar um pouco, que o coração vai sair do peito.
Nem cinco minutos a gente esperou. A gente voltou a Subir pela varanda e, uma vez no andar de cima, não foi difícil entrar pela janela do quarto dos pais dos vizinhos, já que estava entreaberta. Saímos no corredor e o Manu se adiantou, dizendo que seria suspeito eu abrir a porta de supetão. Porra, esse moleque... paramos na frente da porta e combinamos que, assim que eu girasse a maçaneta, eu daria um empurrão nele pra garantir que, com o impacto, entrássemos os dois no quarto sem dar tempo das nossas irmãzinhas reagirem. Um... dois... E TRÊS!
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- Bom dia, dorminhoco - ela disse. - Não quis te acordar porque acho que você merecia descansar um pouco. Estive na casa deles.
Enquanto me espreguiçava e alongava, perguntei como tinha sido.
- Muito bem, fiquei conversando com a Alicia, sabe, preparando o terreno - comentou com uma piscadela. - O Manu perguntou por você, falei que você tava na moleza. Se o coitado ficou tão entediado que fez a mãe dele nos convidar pra jantar hoje à noite. Embora eu já não saiba se ele insistiu mais pra te ver ou pra me ver, porque de relance enquanto a gente tava tomando sol, ele sofreu pra caramba tentando disfarçar uma ereção nada disfarçável, suponho que por ver essa bunda - disse cantarolando enquanto, virando-se, colocava a bunda na altura do meu rosto. Reprimindo a vontade enorme que me deu de pegar aquela raba e morder, apalpar e acariciar, respondi só com um sorriso. Bom, vou tomar um banho... e depois, fuck you, uma surpresinha.
Porra, uma surpresinha. Quebrando a cabeça com o que podia ser, me deitei de novo um pouco enquanto via a bunda da minha Laurita sumir quando ela finalmente entrou em casa. Depois de mais alguns minutos me espreguiçando de vez, decidi entrar também pra preparar a roupa que ia vestir pro jantar e esperar minha irmã sair do banho. A princípio pensei em esperar na sala com meus pais vendo TV, mas aquela nova surpresa que a Laura me prometia fazia as cócegas que rondavam meu estômago descerem pra entreperna, e exibir uma meia ereção na presença deles era a última coisa que eu queria.
Pouco depois, minha irmã saiu do banheiro, com uma toalha que ia até a metade das coxas e outra enrolada na cabeça feito turbante. Quando a vi aparecer no quarto, como se nada tivesse acontecido, saí e entrei no banheiro pra tomar banho. Tranquei a porta, me despi e vi no espelho que meu pau ainda tava meio duro. Bem na hora que ia entrar no chuveiro, alguém tentou abrir a porta. Era a Laura.
— Mãããããe...! Fala pro Javi me deixar entrar, que eu preciso depilar...
— Jaaaavi, deixa sua irmã entrar... — disse minha mãe, num tom mole.
Seguindo o jogo, foi minha vez de reclamar — Espera aí, que eu tô tomando banho.
— Mããããe, e eu tô morrendo de vontade de fazer xixi... — reclamou minha irmã, feito criança.
— Mas se eu saio já já — reclamei dessa vez.
— Jaaaavi, destranca a porta, entra no chuveiro e deixa sua irmã passar — decretou minha mãe. Nem eu teria pensado numa solução melhor.
— Tá bom, mas entra quando eu falar, pra eu ter tempo de entrar no chuveiro... — falei pra minha irmã pela porta, com aquele tom de desconfiança entre irmãos, com medo do outro te ver pelado. Destranquei a porta, entrei no chuveiro e avisei a Laura que já podia entrar. Ouvi ela abrindo a porta, e prestando atenção, percebi que ela trancou de novo pra ninguém nos incomodar com visitas indesejadas. Assim que soube que estávamos sozinhos, puxei a cortina do chuveiro e me mostrei pra Laura, do jeito que vim ao mundo.
— Espero que você não me dê agora aquela surpresinha que me deve, porque não temos muito tempo — falei, enquanto via que o olhar dela não tirava os olhos da ereção que tinha finalmente chegado. Então, sem dizer uma palavra, ela se virou, tirou o turbante da cabeça e deixou a toalha que cobria o corpo cair. Tava morrendo de vontade de me jogar naquela buceta maravilhosa que tinha na minha frente, mas antes que Antes que eu pudesse reagir, minha irmã se virou, tapando pudicamente a buceta com a mão. Devagar, foi subindo a mão pra acariciar a barriga, e o que eu vi me deixou chocado. Ela tinha depilado tudo! Nem um fio de cabelo aparecia naquela ppk preciosa dela. Com a mesma lentidão, foi se aproximando de mim até entrar na banheira. Depois de me dar um beijo lento, senti ela se colar em mim, esfregando a buceta na minha coxa, e de repente, vendo só uma leve contração no rosto dela, comecei a sentir um líquido quente escorrendo pela minha perna. Ela tava mijando no irmãozinho querido dela. Longe de me incomodar, agarrei as nádegas dela com as mãos e a puxei mais pra perto. Ela virou um pouco, e o mijo foi descendo pelas minhas coxas e minhas bolas, que estavam apertadas com o pau colado na barriga dela. Percebi pela expressão tranquila no rosto dela que ela tinha terminado de esvaziar a bexiga em cima de mim. Quando acabou, e depois de outro beijo, ela se abaixou na banheira e começou a me fazer um boquete que me fez virar os olhos. Até com a língua ela lambia minhas bolas, sem mostrar nenhum nojo da própria mijada que tinha deixado elas todas molhadas. Quando faltavam duas lambidas pra eu gozar, ela parou, se levantou e sussurrou no meu ouvido:
- Já te falei que tava morrendo de vontade de mijar - E me deixou assim. Saiu da banheira, se enxugou um pouco, vestiu as toalhas de novo e, bem antes de sair do banheiro, me disse:
- Nem pense em terminar sozinho. Bom, vou me vestir, porque, como você deve ter notado, já tinha depilado tudo. Aliás, hoje à noite é melhor você não me perder de vista - E saiu do banheiro, me deixando com uma ereção de cavalo que eu mal consegui diminuir tomando um banho sem usar água quente.
Depois de um tempo, com as imagens da mijada e da buceta depilada da minha irmãzinha percorrendo minha espinha, me vesti, e nós dois fomos pra casa dos vizinhos. Quando chegamos, vimos como tinham arrumado a mesa na varanda, e ajudamos eles a terminar de levar as coisas. Da cozinha, jantamos numa boa. Depois de um tempão batendo papo sobre tudo e nada, a gente arrumou a mesa, os pais dela foram ver TV e nós quatro ficamos conversando mais um pouco. A noite tava massa, mas no fim as minas também subiram pra falar das coisas delas no quarto que a Alicia e a Manu dividiam, e eu e ele fomos pra varanda da piscina, na certeza de que, com a distância e o escuro, a gente ia falar das nossas sem elas saberem.
Retribuindo o favor pra minha irmã, tentei preparar o terreno pra Manu também ver até que ponto minha irmã era uma máquina de foder. Também não era difícil, porque ele me contou como a Laura tinha deixado ele louco naquela tarde, com aquela bunda, aqueles peitos, aqueles movimentos... Antes de revidar falando o que eu faria com a irmã dele, comentei que tinha visto a minha pelada de novo, e quando soltei o detalhe de que ela tinha depilado a buceta, na penumbra parecia que os olhos dele iam pular pra fora.
— Tenho que comer ela de qualquer jeito — ele disse, todo acelerado.
— E eu — falei com um sorriso safado, escondendo que, sortudo que sou, já tinha conseguido — e a Alicia também. Ia ser foda comer as duas.
"É melhor você não me perder de vista." As palavras da minha irmã ecoavam na minha cabeça, e de repente uma ideia me passou pela mente.
— O que você acha que elas tão fazendo? — perguntei pro Manu.
— Acho que tão falando das coisas delas — ele respondeu.
— Então vamos ver — falei, levantando do banco onde a gente tava sentado e indo pra casa.
— Mas... e se elas nos pegarem? — ele respondeu, desconfiado.
— Olha, Manu — falei — elas tão no seu quarto, daqui dá pra ver a luz acesa. Aposto o que você quiser que se a gente subir na varanda com a luz apagada, dá pra ver o que elas tão fazendo pelas frestas das cortinas. Em vez de subir pela sala ou por outro lugar... quarto, a gente pode fazer pela janela da sala de jantar, e seus pais também não vão ficar sabendo.
Dito e feito, nós dois entramos na casa sem fazer barulho pelo banheiro do quarto de serviço, atravessamos a cozinha e, uma vez na sala de jantar, saímos pela janela para o terraço. Subimos os poucos degraus que davam para o terraço superior e, contornando-o sem fazer nenhum ruído — já que aquela parte correspondia à sala onde os pais do Manu e da Alicia estavam cochilando na frente da televisão —, chegamos aos últimos degraus que davam para a sacada comprida dos quartos.
— Manu, de agora em diante, nem o peido de um rato.
Seguimos de quatro até chegar na janela de onde vinham as vozes e as risadas das nossas irmãs. Num instante, coloquei a cabeça para fora para ver as garotas por um canto da janela que as cortinas não cobriam. Logo entendi o motivo das risadas e dos comentários de admiração que elas faziam; estavam sentadas na cama que ficava de costas para a janela, folheando a revista *Promiscuous* do Manu. Porra, as santinhas inocentes!
Como o Manu também não queria perder nenhum detalhe, tentou espiar pelo mesmo canto, então tive que achar o lado oposto da janela, de onde também dava pra ver tudo clarinho. O problema foi que, quando me arrastei até o novo lugar, ouviu-se o barulho de um dos meus tênis raspando na lajota. Pressentindo o desastre, o Manu se abaixou a tempo, mas minha irmã se virou e me viu claramente. Não disse nada e, disfarçando, voltou aos comentários sobre a revista que a Alicia folheava com voracidade.
— Porra, olha que pedaço de pau — soltou a Alicia entre risadas.
— Pois é, tá na altura dos peitos dessas loiras — continuou minha irmã no mesmo tom —. Com certeza são de silicone.
— É, e os teus também, né? — riu a Alicia — Porque aposto que usam só um tamanho a mais que você, tia.
— Então, se pra curtir esse pacote tem que posar... com elas de fora, eu topo — comentou minha irmã — Além disso, não é só nisso que elas se parecem comigo... olha só...
E dito isso, ela se levantou da cama, abriu a porta, conferiu que não tinha ninguém por perto e fechou de novo. Ali, na frente da minha desejada Alicia, minha irmãzinha baixou a calça e a calcinha e mostrou a bucetinha recém-depilada pra amiga. Eu temi que o Manu começasse a tossir, ou que desmaiasse, ou que desse um grito que entregasse a gente naquela situação constrangedora, mas o moleque se segurou.
— Porra, você tá uma verdadeira Promiscuous — disse a Alicia, com um certo tom de inveja nas palavras.
— É superconfortável, assim não aparece nenhum pelo com o biquíni, e pode crer, bater uma é outra coisa — falou a Laura com um tom de puta que já não me chocava mais.
— E não incomoda nem ardeu? — perguntou a vizinha, curiosa.
— Nada, e ainda ficou supermacio — sentenciou minha irmã, com a calcinha no joelho.
Eu não via o rosto da Alicia, mas dava pra sentir o pudor nas palavras dela:
— Posso...?
— Claro, tia — disse minha irmã, se aproximando. A mão da Alicia começou a acariciar o púbis e a virilha dela.
— Porra, supermacio...
A mão da minha irmã agarrou a da vizinha e começou a guiar o caminho que os dedos dela deviam seguir. Percebi que no rosto dela começava a se desenhar aquele sorrisinho largado que entregava que ela tava gostando daquela conferida.
— Pufffff... — suspirou minha irmã — Você se importa de continuar um pouquinho? É que tô o dia inteiro no fogo, vi o pauzão do meu irmão e fiquei doida — a mão dela continuava guiando a da Alicia, que agora se perdia por cantinhos mais escondidos da bucetinha lisa da Laura. Olhei pro Manu tentando fingir surpresa por não saber que minha irmã tinha me "espionado". De volta ao espetáculo, vi a Laura sentar no colo da Alicia, que já não precisava de guia nenhuma pra masturbá-la. Enquanto isso, minha irmã acariciava os peitos da amiguinha, que também tava curtindo a ajuda mútua. que se proporcionavam, e acabou tirando a camiseta dela. Não dava pra ver aqueles peitos desejados, já que a Alicia tava sentada na cama de costas pra janela, mas vi nas costas nuas dela que não tava de sutiã. Uns gemidos suaves começaram a encher o ambiente.
- Você trancou a porta, né? - ofegou a Alicia.
- Sim, fica tranquila - disse minha irmã entre suspiros. Naquele momento, e só por uns décimos de segundo, vi minha irmã abrir os olhos pra me olhar. - Se você visse a pica do meu irmão... sabe? - continuou entre gemidos - como eu queria dar pra ele e pro Manu...
- E eu também - suspirava a Alicia - como ia bem agora uma pica...
A cena era inacreditável. Naquela hora, voltei a temer pelo Manu, que ele se jogasse da janela. Olhando pra ele, indiquei que se afastasse da janela pra gente descer de novo. A resposta dele foi o dedo do meio. "E uma merda", dava pra ler na cara dele. Com um gesto, mostrei que o trinco não tava realmente trancado e que eu ia entrar no quarto pela porta. A muito custo, ele topou, e a gente voltou se arrastando por onde tinha vindo. Quando descemos de novo pra sala, lembrei o Manu da situação.
- Porra, porra e porra. Elas deixaram o trinco sem fechar. O plano é o seguinte: a gente sobe de novo, entra pelo quarto dos seus pais na casa, assim elas não veem a gente, percorre o corredor e, rápido, abre a porta como se a gente fosse pegar alguma coisa...
- E por que caralhos a gente não entrou direto pela janela? A gente teria economizado metade do caminho - protestou o Manu.
- A gente tem que contar com o fator surpresa. Se a gente tivesse entrado pela janela, elas iam saber que a gente tava espionando elas, e a raiva pode fazer elas recusarem a ração de rabo que tão esperando - falei, levando a mão no pacote pra ilustrar a última frase. Além disso, a gente tem que se acalmar um pouco, que o coração vai sair do peito.
Nem cinco minutos a gente esperou. A gente voltou a Subir pela varanda e, uma vez no andar de cima, não foi difícil entrar pela janela do quarto dos pais dos vizinhos, já que estava entreaberta. Saímos no corredor e o Manu se adiantou, dizendo que seria suspeito eu abrir a porta de supetão. Porra, esse moleque... paramos na frente da porta e combinamos que, assim que eu girasse a maçaneta, eu daria um empurrão nele pra garantir que, com o impacto, entrássemos os dois no quarto sem dar tempo das nossas irmãzinhas reagirem. Um... dois... E TRÊS!
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Comentários em Destaque
28 comentários - Férias com minha irmã mais nova (6)
M exite tanto q m estoy tocando chicos hago mal????
Van Puntos.