Olá. Continuo com a história da minha filha Lourdes. Sou o Alejo e, se vocês não sabem como é que a coisa funciona, é melhor entrar aqui pra entender um pouco do que se trata:http://www.poringa.net/posts/relatos/2723179/Mi-hija-Lourdes-Primera-Parte.htmle a continuação:http://www.poringa.net/posts/relatos/2723417/Mi-hija-Lourdes-Segunda-Parte.htmlPara quem entrou e se atualizou ou já vinha ligado desde antes com a história, a gente continua:
Tô na minha cama de boa, curtindo o sábado de manhã. Poder ficar mais um tempinho na preguiça era o máximo de prazer que eu tinha até umas semanas atrás. Como se lessem minha mente, devagar vejo a porta se abrir e atrás dela aparecem as duas novinhas, fazendo o sinalzinho de silêncio com o dedo, tipo enfermeira.
Elas vêm andando até a cama e, aos pés dela, tiram suas roupinhas de dormir minúsculas. As duas peladas com aqueles corpos infernais. Tanta carne bem distribuída! Fazem a pica ficar dura que nem o mastro de um navio. Rindo, puxam os cobertores e encontram o que vieram buscar: minha pica pulsando de tesão.
Engatinhando no colchão, elas pegam e sinto as línguas delas brigando por ela. Sem dúvida, um prazer único ter duas novinhas tão putas e tão cachorras te lambendo a pica. As duas deitadas daquele jeito, com as tetonas enormes roçando nas minhas pernas e os rabões enormes virados pro alto, era a glória! Lourdes sobe lambendo meu peito até minha cara e começa a me beijar com aquela boca que queima.
Assim pelada como ela tá, não resisto e começo a chupar os peitos branquinhos e redondinhos, totalmente louco. A putinha, no meio de uns gemidos, fala:
— Sim, papai! Somos suas putas! — Me apertando entre as tetonas dela. Barbie para de chupar minha pica e toca meu ombro de repente, dizendo:
— Ei, dá logo! Já são 11 e o churrasco?! — Puts!
Que decepção do caralho quando acordei abraçado no meu travesseiro em vez daqueles peitos jovens e carnudos, e com o Diego parado do meu lado me cobrando a comida.
— Já vou descer! Que chato que você é às vezes, hein! — falei irritado, mais com meu subconsciente do que com ele.
— Por mim, pode cair um raio em você, mas a sua mimada e a amiguinha dela estão perguntando por você — ele respondeu quando saía do quarto.
Aí lembrei da putinha da Bárbara e do que tinha rolado. Noite passada. Será que eu contei algo pra minha filha?! Ela provavelmente ia pensar que sou um velho tarado ou pior. Por que estavam perguntando por mim? Eu morria de vergonha de olhar na cara da Lourdes depois daquilo.
Me vesti com roupa velha, pra fazer o churrasco que estavam me pedindo e desci me fazendo de desentendido. Se a panela ia estourar, não ia ser eu quem ia abrir a tampa. Comprimentei todo mundo normal e quando cheguei na Barbie, vi que ela agiu com a mesma naturalidade, ou até mais. Me surpreendeu. Esperava algum gesto de cumplicidade ou algo assim.
- Pai, vai preparar um churrasco pra gente? Você é o melhor! - Me diz a Lourdes, com aquela graça e aquela voz tão linda que ela tem.
- Sim, promessa é dívida - falei pra elas enquanto preparava tudo. Juntei as coisas e fui pra churrasqueira. Tava um calor que era mais ou menos como um verão no Catar. Mal abri a porta de vidro pra sair no quintal, percebi que ia passar mais calor do que no sonho, mas tudo era pouco pra manter minha linda e sensual princesinha feliz. Se queria churrasco, ia ter churrasco!
Assim que acendi o fogo, fui pra dentro e abri uma cerveja pra amenizar a temperatura. Pra minha surpresa, o pack tava quase vazio. Olho pra trás e os quatro tinham uma latinha cada um. Tavam bebendo e dando gargalhada enquanto eu me torrava vivo. Me deu uma puta raiva. O Enzo tava sentado perto das minas e nem disfarçava. Falava direto pras tetas delas. Enquanto o outro tava no computador olhando o Face.
- Toma, moleque, vai comprar mais cerveja pra mim - falei pro panaca pra ele parar de ficar vesgo olhando pra irmã e a amiga. Ele me olhou com cara de poucos amigos e veio com aquele passo de tartaruga aleijada que ele tem buscar o dinheiro. "Seria mais rápido fabricar a cerveja em casa", pensei.
- Diego, pode ir temperando a carne? - perguntei como quem diz "faz logo!". Fui pra fora de novo enquanto as minas tomavam cerveja e me cumprimentavam sorrindo.
Daqui a pouco vem o Diegão com a carne e me fala: baixo
- Eu tô de boa com a irmãzinha nova, mas essa outra young lady vai ficar morando aqui também?
- Não seja mal-educado, quer?! - cortei ele seco. Não queria nenhuma discussão com aquela garota que podia me dedurar a qualquer momento.
- Bom, é uma pergunta! Também não vou expulsar ela! - respondeu no mesmo tom.
- E você podia ser um pouco mais educado com sua irmã também - completei pra não parecer que tava defendendo a loira por algum motivo especial.
- Ok - respondeu e foi pegar a cerveja dele, com cara de poucos amigos. Parecia que já tava com ciúme da irmã desde o primeiro dia, o trouxa. Sempre foi meu preferido, mas a Lourdes era algo diferente. Ali ele sempre ia perder se quisesse competir.
Tava morrendo de calor. Já tinha tirado a camiseta, mas o fogo da churrasqueira e o aquecimento global tavam me torrando também. A cerveja foi embora como se a lata tivesse furada e pedi outra aos gritos. Esperava que demorasse uma eternidade pra ser trazida pelo Enzo, mas pra minha surpresa, em segundos colocam uma lata geladinha na minha mão e me dão um abraço por trás, esfregando um par de peitos lindos nas minhas costas.
- O melhor pai do mundo quer mais alguma coisa? - a voz doce da Lourdes sussurrou no meu ouvido.
O mais tranquilo de tudo que passou pela minha cabeça pedir foi "sim, uma fodida de peito naquelas tetas monumentais que você tem aí", mas por sorte não falei.
- Não, coração. Muito obrigado! - falei, fingindo que tava olhando o churrasco. Não queria me virar porque já tava duro com o roçamento e a frase no ouvido.
- Se quiser, vão preparando a mesa - completei pra me desgrudar daqueles peitos sublimes e baixar a tesão. Pelo menos aquela tesão.
- Tá bom, pai! - respondeu e saiu rápido. Separei alguns cortes que já tavam no ponto, coloquei mais um pouco de brasa e fui pra dentro também. Não aguentava mais lá fora.
Quando entrei, fui recebido com aplausos e gritos como se tivesse trazido a Copa do Mundo. Não sei se era pela fome, pela cerveja, ou pelo clima festivo que essas gatas davam pra nossa casa, mas a mesa parecia de aniversário. Começamos a comer como se tivéssemos escapado da cadeia. A gente devia estar com uma cara meio primitiva, nós três homens mordendo as costelas no lombo.
- Lou, posso tirar a camiseta? Tá muito calor e a gente tá de biquíni por baixo - perguntou a Barbie.
Lourdes olhou pra mim e, como não fiz cara de não, balançou a cabeça que sim.
Quando aqueles peitos suculentos e bronzeados ficaram só cobertos por um biquíni rosa, viraram o centro das atenções. Quase na hora, minha filha se levantou e comentou:
- Sabe o quê? Eu também vou tirar a camiseta. Sou a única que tá tão agasalhada - e num puxão tirou a camisetinha, mas ela não veio sozinha. Um dos peitos dela ficou pelado sem querer.
- Ring ring - a amiga avisou que tinha um sino na luz. Ela se virou depressa e se ajeitou.
- Desculpa! Comida bem pornô! kkkkk - falou pra quebrar o clima, e todo mundo começou a rir.
A putaria que eu tava disfarçando na risada ia fazer a pica encostar na mesa a qualquer momento. Aquele mamilo rosadinho me levou de volta pro meu sonho. Aquela pele quase pálida, macia e lisinha. Como minha filha era gostosa, por favor! O resto do almoço passou sem grandes sustos, num clima agradável e descontraído. Ficava impressionado como a Lourdes tinha se integrado tão rápido na família. Meu lado mais safado pensava: "com essa raba, é bem-vinda em qualquer lugar".
Depois de comer, fui tirar uma soneca com a imagem fresca daquelas duas vadias divinas quase peladas. Esperava ter um daqueles sonhos eróticos que tavam ferrando minha cabeça. Pra minha decepção, em vez disso, tive um pesadelo horrível. Não lembro dos detalhes, mas acordei e, quando tentei levantar, meu corpo todo doía. Tava vermelho que nem um tomate! Tinha me queimado todo fazendo o churrasco! Sentia a pele toda quente e doía o contato com o lençol. Só o que me faltava!
Levantei andando que nem um robô e, assim que me viram... Meus filhos soltaram um "uuuhhhh noooooo" sincronizado e geral que me deu a imagem mais cúm de como eu tava ferrado.
- Ai, papai, olha como você tá! Por que não passou protetor? - perguntou Lourdes preocupada.
Lá no fundo eu pensava "porque queria me queimar e sofrer que nem um condenado, sua burra!"
- Não percebi, meu amor, não sou muito chegado a cremes - falei, tentando reforçar minha imagem de virilidade já ferrada. A verdade era essa. Sempre era a Silvia, minha falecida esposa, que enchia o saco com protetor no verão, e agora que ela não tava, eu não me liguei sozinho.
Enquanto eu dormia, a Barbie tinha ido embora. Isso me dava uma certa paz. A presença daquela puta cochichando com minha filha pela casa me deixava tenso. Um problema de cada vez. Agora o que mais me preocupava era minha pele. Durante o jantar, os dois babacas faziam competição de talento pra ver quem fazia a piada mais engraçada sobre a cor vermelha. Lourdes, por sua vez, foi pro quarto e voltou com uma espécie de creme verde, e a primeira coisa que pensei foi "isso vai arder que nem ácido".
- Isso vai aliviar um pouco, pai - parecia responder ao que eu tinha pensado.
Ela pegou um pouco, esfregou nas mãos e começou a passar nos meus ombros. Pra minha surpresa, era uma sensação de frescor que caía como água no deserto. Quando viu minha cara de alívio, foi pegando mais e espalhando pelas minhas costas, meus braços, meu peito. Era como se fosse me pintar inteiro. Fazia aquilo com uma dedicação única. Os dedinhos dela percorrendo meu corpo todo eram uma delícia pros meus pensamentos pervertidos. "Por que não me queimei sem o short pra ela passar aqui embaixo!" foi o mais sacana.
- Pronto, papai, acho que isso vai ajudar. Deixo aqui pra você passar mais depois, agora vou tomar um banho rápido que daqui a pouco vou sair - nessa hora caiu a ficha que era sábado à noite. Ia ter que tirar a tampa e me banhar naquele creme refrescante porque minha preciosa Lourdes tava saindo, e isso significava que ela ia embora. pronta pra causar no maior bagulho.
Não me enganei quando ela saiu do banho e se trocou, tava vestida pra derreter a Antártida! Nos detalhes era mais ou menos assim: umas botas pretas, uma saia listrada que me dá vergonha de descrever, mas se ela se abaixasse ia dar pra ver absolutamente tudo, e uma camiseta vermelha daquelas que deixam a barriga de fora e, pra piorar, era super apertada e marcava os peitos como se estivesse pintada na pele. Dava pra ver o sutiã preto de qualquer ângulo.
Tudo isso completado com uma maquiagem definitivamente de puta. Lábios vermelhos bem fortes, muito blush e os olhos pintados como se fosse oriental. Tudo isso com os traços finos e delicados da Lourdes era um convite pra putaria e muito mais. Minha mente fervia toda vez que ela saía assim. E não era a única cabeça que tava de olho nela. Antes de ir, ela me deu um beijo e deixou marcados aqueles lábios vermelhos e carnudos, lindos, na minha bochecha.
Como o Enzo ia dormir na casa dos amigos nerds e o Diego tinha saído um pouco antes atrás de alguma presa nova, como fazia todo fim de semana, aproveitei que fiquei sozinho e me mandei uma baita punheta sentado na sala depois de tanta tesão que tive desde que acordei. Gozei uma boa descarga e fiquei um tempo sentado pensando no quão puta minha gostosa tava parecendo. Depois limpei tudo e tentei, inutilmente, dormir. O incômodo das queimaduras não me deixava, e foi só ficar rolando na cama.
Lá pelas 6 da manhã, ouço uns barulhos na sala. Tava quase espiando quando escutei a voz do Diego e uma risada de mulher. Uns segundos depois, a porta do quarto dele se fechou. Não era muito comum meu filho trazer as namoradinhas pra casa, mas pelo jeito que ele tava pilhado, parecia que não tava pra perder tempo. Enquanto pensava nisso, começo a ouvir gemidos vindo da parede do lado. Parece que a ação já tinha começado. As gatinhas que meu filho pegava sempre Eram caminhões completos.
Fiquei curioso e, aproveitando que o Enzo não estava em casa, fiz o que ele teria feito. Espiei. Encostei o ouvido na porta e dava pra ouvir claramente um som de sucção e os gemidos do Diegote. Parece que a puta chupava como uma profissional. Olhei pelo olho mágico e só conseguia ver uma garota ajoelhada de pernas abertas, e o corpo do meu filho tampava o resto. Notei que a porta não estava trancada, só encostada, então empurrei um pouco pra ver de lado.
Ele tinha jogado ela na cama e a deixado de costas, com as pernas abertas, passando os dedos na pussy antes de penetrar ela. Quando vi aquela gostosa de pernas abertas com aquela raba enorme virada pro meu lado, puxei a cock e comecei a me tocar ali mesmo. Quando ele meteu, o gemido que a garota deu foi excitante pra caralho. Que puta gostosa! pensava enquanto me masturbava sem parar.
Em um momento, a gatinha vira, passando a bota perto do rosto do Diego, e comecei a ver coisas estranhas. Percebi que conhecia aquelas botas. Ela empurra ele na cama, montando em cima, e quando joga o cabelo pra trás, vejo claramente a cara toda molhada de tesão da Lourdes!! Quase desmaiei! A safada gostosa estava comendo o próprio irmão! Fiquei furioso, mas continuei me masturbando, até mais do que antes.
Por mais que fosse uma loucura o que eu via, também era a primeira vez que via minha filha deslumbrante montando uma cock. E, pelo amor do céu, como aquela besta fazia bem! Ela tinha as duas mãos no peito do Diego e mexia o corpo todo enquanto rebolia em cima dele! Dava pra ver ele entregue ao prazer, com a cabeça pendurada na cama. Ver o movimento daquela cintura e como aquelas nádegas carnudas batiam nas pernas do meu filho me deixava com muito tesão!
Naquele momento, não me importava em repreender nenhum dos dois. Só queria aproveitar aquele corpo vestido só com as botas. Como aquela mulher se mexia! Ela ia aumentando a velocidade aos poucos... Pouco e suas tetas sublimes se moviam quicando cada vez mais com os bicos duros e tudo, "Eu vou meter e foda-se!" pensei, mas não queria estragar o show.
- Me come! Mais forte! Mais forte! - pedia Lourdes, com a carinha toda suada igual ao resto do corpo.
- Toma, puta! - disse Diego, já com um tesão do caralho.
Ele colocou ela de quatro com a cabeça apoiada no colchão e começou a meter com tudo. Os gritos de Lourdes não demoraram a chegar e eu já sentia a porra apertando pra sair. Fechei os olhos esperando o orgasmo e ouvia aquela bunda perfeita batendo com força. Minha mina era uma deusa na cama! Uma puta perfeita e eu morava com ela!
Tampei a boca pra não gritar e gozei como um campeão. Acho que nunca tinha saído tanta porra do meu pau. Enquanto fazia malabarismo pra não cair nada no chão. Olhei de canto e vi a Lourdes ajoelhada na cama chupando ele de novo. Agora dava pra ver claramente e era incrível como aquela boquinha tão pequena engolia o pedaço inteiro do irmão dela. Ela devorava com uma carinha de prazer típica de uma puta gulosa. Tirou da boca e como uma fonte começou a jorrar porra decorando toda aquela cara divina e delicada. Ela mexia a língua tentando capturar tudo que podia.
Com aquela imagem impactante fui pro meu quarto apressado porque minha própria porra já escorria pela perna e não queria que nenhuma mancha me acusasse de ter espionado eles. Fechei a porta e vi a Lourdes cruzar nua pro quarto dela com a roupa na mão, dando uma risada bem safada. Não podia acreditar que ela era tão puta! O próprio irmão! O outro também era um sem-vergonha. Lembrei que ao meio-dia tinha pedido pra ele chegar um pouco nela, mas isso era demais!
Não sabia como reagir. Essa situação me dominava e cada vez ficava pior. Mais uma vez, como desde o primeiro dia que Lourdes pisou nessa casa, me deitei pensando em como tudo isso ia continuar no dia seguinte...
Tô na minha cama de boa, curtindo o sábado de manhã. Poder ficar mais um tempinho na preguiça era o máximo de prazer que eu tinha até umas semanas atrás. Como se lessem minha mente, devagar vejo a porta se abrir e atrás dela aparecem as duas novinhas, fazendo o sinalzinho de silêncio com o dedo, tipo enfermeira.
Elas vêm andando até a cama e, aos pés dela, tiram suas roupinhas de dormir minúsculas. As duas peladas com aqueles corpos infernais. Tanta carne bem distribuída! Fazem a pica ficar dura que nem o mastro de um navio. Rindo, puxam os cobertores e encontram o que vieram buscar: minha pica pulsando de tesão.
Engatinhando no colchão, elas pegam e sinto as línguas delas brigando por ela. Sem dúvida, um prazer único ter duas novinhas tão putas e tão cachorras te lambendo a pica. As duas deitadas daquele jeito, com as tetonas enormes roçando nas minhas pernas e os rabões enormes virados pro alto, era a glória! Lourdes sobe lambendo meu peito até minha cara e começa a me beijar com aquela boca que queima.
Assim pelada como ela tá, não resisto e começo a chupar os peitos branquinhos e redondinhos, totalmente louco. A putinha, no meio de uns gemidos, fala:
— Sim, papai! Somos suas putas! — Me apertando entre as tetonas dela. Barbie para de chupar minha pica e toca meu ombro de repente, dizendo:
— Ei, dá logo! Já são 11 e o churrasco?! — Puts!
Que decepção do caralho quando acordei abraçado no meu travesseiro em vez daqueles peitos jovens e carnudos, e com o Diego parado do meu lado me cobrando a comida.
— Já vou descer! Que chato que você é às vezes, hein! — falei irritado, mais com meu subconsciente do que com ele.
— Por mim, pode cair um raio em você, mas a sua mimada e a amiguinha dela estão perguntando por você — ele respondeu quando saía do quarto.
Aí lembrei da putinha da Bárbara e do que tinha rolado. Noite passada. Será que eu contei algo pra minha filha?! Ela provavelmente ia pensar que sou um velho tarado ou pior. Por que estavam perguntando por mim? Eu morria de vergonha de olhar na cara da Lourdes depois daquilo.
Me vesti com roupa velha, pra fazer o churrasco que estavam me pedindo e desci me fazendo de desentendido. Se a panela ia estourar, não ia ser eu quem ia abrir a tampa. Comprimentei todo mundo normal e quando cheguei na Barbie, vi que ela agiu com a mesma naturalidade, ou até mais. Me surpreendeu. Esperava algum gesto de cumplicidade ou algo assim.
- Pai, vai preparar um churrasco pra gente? Você é o melhor! - Me diz a Lourdes, com aquela graça e aquela voz tão linda que ela tem.
- Sim, promessa é dívida - falei pra elas enquanto preparava tudo. Juntei as coisas e fui pra churrasqueira. Tava um calor que era mais ou menos como um verão no Catar. Mal abri a porta de vidro pra sair no quintal, percebi que ia passar mais calor do que no sonho, mas tudo era pouco pra manter minha linda e sensual princesinha feliz. Se queria churrasco, ia ter churrasco!
Assim que acendi o fogo, fui pra dentro e abri uma cerveja pra amenizar a temperatura. Pra minha surpresa, o pack tava quase vazio. Olho pra trás e os quatro tinham uma latinha cada um. Tavam bebendo e dando gargalhada enquanto eu me torrava vivo. Me deu uma puta raiva. O Enzo tava sentado perto das minas e nem disfarçava. Falava direto pras tetas delas. Enquanto o outro tava no computador olhando o Face.
- Toma, moleque, vai comprar mais cerveja pra mim - falei pro panaca pra ele parar de ficar vesgo olhando pra irmã e a amiga. Ele me olhou com cara de poucos amigos e veio com aquele passo de tartaruga aleijada que ele tem buscar o dinheiro. "Seria mais rápido fabricar a cerveja em casa", pensei.
- Diego, pode ir temperando a carne? - perguntei como quem diz "faz logo!". Fui pra fora de novo enquanto as minas tomavam cerveja e me cumprimentavam sorrindo.
Daqui a pouco vem o Diegão com a carne e me fala: baixo
- Eu tô de boa com a irmãzinha nova, mas essa outra young lady vai ficar morando aqui também?
- Não seja mal-educado, quer?! - cortei ele seco. Não queria nenhuma discussão com aquela garota que podia me dedurar a qualquer momento.
- Bom, é uma pergunta! Também não vou expulsar ela! - respondeu no mesmo tom.
- E você podia ser um pouco mais educado com sua irmã também - completei pra não parecer que tava defendendo a loira por algum motivo especial.
- Ok - respondeu e foi pegar a cerveja dele, com cara de poucos amigos. Parecia que já tava com ciúme da irmã desde o primeiro dia, o trouxa. Sempre foi meu preferido, mas a Lourdes era algo diferente. Ali ele sempre ia perder se quisesse competir.
Tava morrendo de calor. Já tinha tirado a camiseta, mas o fogo da churrasqueira e o aquecimento global tavam me torrando também. A cerveja foi embora como se a lata tivesse furada e pedi outra aos gritos. Esperava que demorasse uma eternidade pra ser trazida pelo Enzo, mas pra minha surpresa, em segundos colocam uma lata geladinha na minha mão e me dão um abraço por trás, esfregando um par de peitos lindos nas minhas costas.
- O melhor pai do mundo quer mais alguma coisa? - a voz doce da Lourdes sussurrou no meu ouvido.
O mais tranquilo de tudo que passou pela minha cabeça pedir foi "sim, uma fodida de peito naquelas tetas monumentais que você tem aí", mas por sorte não falei.
- Não, coração. Muito obrigado! - falei, fingindo que tava olhando o churrasco. Não queria me virar porque já tava duro com o roçamento e a frase no ouvido.
- Se quiser, vão preparando a mesa - completei pra me desgrudar daqueles peitos sublimes e baixar a tesão. Pelo menos aquela tesão.
- Tá bom, pai! - respondeu e saiu rápido. Separei alguns cortes que já tavam no ponto, coloquei mais um pouco de brasa e fui pra dentro também. Não aguentava mais lá fora.
Quando entrei, fui recebido com aplausos e gritos como se tivesse trazido a Copa do Mundo. Não sei se era pela fome, pela cerveja, ou pelo clima festivo que essas gatas davam pra nossa casa, mas a mesa parecia de aniversário. Começamos a comer como se tivéssemos escapado da cadeia. A gente devia estar com uma cara meio primitiva, nós três homens mordendo as costelas no lombo.
- Lou, posso tirar a camiseta? Tá muito calor e a gente tá de biquíni por baixo - perguntou a Barbie.
Lourdes olhou pra mim e, como não fiz cara de não, balançou a cabeça que sim.
Quando aqueles peitos suculentos e bronzeados ficaram só cobertos por um biquíni rosa, viraram o centro das atenções. Quase na hora, minha filha se levantou e comentou:
- Sabe o quê? Eu também vou tirar a camiseta. Sou a única que tá tão agasalhada - e num puxão tirou a camisetinha, mas ela não veio sozinha. Um dos peitos dela ficou pelado sem querer.
- Ring ring - a amiga avisou que tinha um sino na luz. Ela se virou depressa e se ajeitou.
- Desculpa! Comida bem pornô! kkkkk - falou pra quebrar o clima, e todo mundo começou a rir.
A putaria que eu tava disfarçando na risada ia fazer a pica encostar na mesa a qualquer momento. Aquele mamilo rosadinho me levou de volta pro meu sonho. Aquela pele quase pálida, macia e lisinha. Como minha filha era gostosa, por favor! O resto do almoço passou sem grandes sustos, num clima agradável e descontraído. Ficava impressionado como a Lourdes tinha se integrado tão rápido na família. Meu lado mais safado pensava: "com essa raba, é bem-vinda em qualquer lugar".
Depois de comer, fui tirar uma soneca com a imagem fresca daquelas duas vadias divinas quase peladas. Esperava ter um daqueles sonhos eróticos que tavam ferrando minha cabeça. Pra minha decepção, em vez disso, tive um pesadelo horrível. Não lembro dos detalhes, mas acordei e, quando tentei levantar, meu corpo todo doía. Tava vermelho que nem um tomate! Tinha me queimado todo fazendo o churrasco! Sentia a pele toda quente e doía o contato com o lençol. Só o que me faltava!
Levantei andando que nem um robô e, assim que me viram... Meus filhos soltaram um "uuuhhhh noooooo" sincronizado e geral que me deu a imagem mais cúm de como eu tava ferrado.
- Ai, papai, olha como você tá! Por que não passou protetor? - perguntou Lourdes preocupada.
Lá no fundo eu pensava "porque queria me queimar e sofrer que nem um condenado, sua burra!"
- Não percebi, meu amor, não sou muito chegado a cremes - falei, tentando reforçar minha imagem de virilidade já ferrada. A verdade era essa. Sempre era a Silvia, minha falecida esposa, que enchia o saco com protetor no verão, e agora que ela não tava, eu não me liguei sozinho.
Enquanto eu dormia, a Barbie tinha ido embora. Isso me dava uma certa paz. A presença daquela puta cochichando com minha filha pela casa me deixava tenso. Um problema de cada vez. Agora o que mais me preocupava era minha pele. Durante o jantar, os dois babacas faziam competição de talento pra ver quem fazia a piada mais engraçada sobre a cor vermelha. Lourdes, por sua vez, foi pro quarto e voltou com uma espécie de creme verde, e a primeira coisa que pensei foi "isso vai arder que nem ácido".
- Isso vai aliviar um pouco, pai - parecia responder ao que eu tinha pensado.
Ela pegou um pouco, esfregou nas mãos e começou a passar nos meus ombros. Pra minha surpresa, era uma sensação de frescor que caía como água no deserto. Quando viu minha cara de alívio, foi pegando mais e espalhando pelas minhas costas, meus braços, meu peito. Era como se fosse me pintar inteiro. Fazia aquilo com uma dedicação única. Os dedinhos dela percorrendo meu corpo todo eram uma delícia pros meus pensamentos pervertidos. "Por que não me queimei sem o short pra ela passar aqui embaixo!" foi o mais sacana.
- Pronto, papai, acho que isso vai ajudar. Deixo aqui pra você passar mais depois, agora vou tomar um banho rápido que daqui a pouco vou sair - nessa hora caiu a ficha que era sábado à noite. Ia ter que tirar a tampa e me banhar naquele creme refrescante porque minha preciosa Lourdes tava saindo, e isso significava que ela ia embora. pronta pra causar no maior bagulho.
Não me enganei quando ela saiu do banho e se trocou, tava vestida pra derreter a Antártida! Nos detalhes era mais ou menos assim: umas botas pretas, uma saia listrada que me dá vergonha de descrever, mas se ela se abaixasse ia dar pra ver absolutamente tudo, e uma camiseta vermelha daquelas que deixam a barriga de fora e, pra piorar, era super apertada e marcava os peitos como se estivesse pintada na pele. Dava pra ver o sutiã preto de qualquer ângulo.
Tudo isso completado com uma maquiagem definitivamente de puta. Lábios vermelhos bem fortes, muito blush e os olhos pintados como se fosse oriental. Tudo isso com os traços finos e delicados da Lourdes era um convite pra putaria e muito mais. Minha mente fervia toda vez que ela saía assim. E não era a única cabeça que tava de olho nela. Antes de ir, ela me deu um beijo e deixou marcados aqueles lábios vermelhos e carnudos, lindos, na minha bochecha.
Como o Enzo ia dormir na casa dos amigos nerds e o Diego tinha saído um pouco antes atrás de alguma presa nova, como fazia todo fim de semana, aproveitei que fiquei sozinho e me mandei uma baita punheta sentado na sala depois de tanta tesão que tive desde que acordei. Gozei uma boa descarga e fiquei um tempo sentado pensando no quão puta minha gostosa tava parecendo. Depois limpei tudo e tentei, inutilmente, dormir. O incômodo das queimaduras não me deixava, e foi só ficar rolando na cama.
Lá pelas 6 da manhã, ouço uns barulhos na sala. Tava quase espiando quando escutei a voz do Diego e uma risada de mulher. Uns segundos depois, a porta do quarto dele se fechou. Não era muito comum meu filho trazer as namoradinhas pra casa, mas pelo jeito que ele tava pilhado, parecia que não tava pra perder tempo. Enquanto pensava nisso, começo a ouvir gemidos vindo da parede do lado. Parece que a ação já tinha começado. As gatinhas que meu filho pegava sempre Eram caminhões completos.
Fiquei curioso e, aproveitando que o Enzo não estava em casa, fiz o que ele teria feito. Espiei. Encostei o ouvido na porta e dava pra ouvir claramente um som de sucção e os gemidos do Diegote. Parece que a puta chupava como uma profissional. Olhei pelo olho mágico e só conseguia ver uma garota ajoelhada de pernas abertas, e o corpo do meu filho tampava o resto. Notei que a porta não estava trancada, só encostada, então empurrei um pouco pra ver de lado.
Ele tinha jogado ela na cama e a deixado de costas, com as pernas abertas, passando os dedos na pussy antes de penetrar ela. Quando vi aquela gostosa de pernas abertas com aquela raba enorme virada pro meu lado, puxei a cock e comecei a me tocar ali mesmo. Quando ele meteu, o gemido que a garota deu foi excitante pra caralho. Que puta gostosa! pensava enquanto me masturbava sem parar.
Em um momento, a gatinha vira, passando a bota perto do rosto do Diego, e comecei a ver coisas estranhas. Percebi que conhecia aquelas botas. Ela empurra ele na cama, montando em cima, e quando joga o cabelo pra trás, vejo claramente a cara toda molhada de tesão da Lourdes!! Quase desmaiei! A safada gostosa estava comendo o próprio irmão! Fiquei furioso, mas continuei me masturbando, até mais do que antes.
Por mais que fosse uma loucura o que eu via, também era a primeira vez que via minha filha deslumbrante montando uma cock. E, pelo amor do céu, como aquela besta fazia bem! Ela tinha as duas mãos no peito do Diego e mexia o corpo todo enquanto rebolia em cima dele! Dava pra ver ele entregue ao prazer, com a cabeça pendurada na cama. Ver o movimento daquela cintura e como aquelas nádegas carnudas batiam nas pernas do meu filho me deixava com muito tesão!
Naquele momento, não me importava em repreender nenhum dos dois. Só queria aproveitar aquele corpo vestido só com as botas. Como aquela mulher se mexia! Ela ia aumentando a velocidade aos poucos... Pouco e suas tetas sublimes se moviam quicando cada vez mais com os bicos duros e tudo, "Eu vou meter e foda-se!" pensei, mas não queria estragar o show.
- Me come! Mais forte! Mais forte! - pedia Lourdes, com a carinha toda suada igual ao resto do corpo.
- Toma, puta! - disse Diego, já com um tesão do caralho.
Ele colocou ela de quatro com a cabeça apoiada no colchão e começou a meter com tudo. Os gritos de Lourdes não demoraram a chegar e eu já sentia a porra apertando pra sair. Fechei os olhos esperando o orgasmo e ouvia aquela bunda perfeita batendo com força. Minha mina era uma deusa na cama! Uma puta perfeita e eu morava com ela!
Tampei a boca pra não gritar e gozei como um campeão. Acho que nunca tinha saído tanta porra do meu pau. Enquanto fazia malabarismo pra não cair nada no chão. Olhei de canto e vi a Lourdes ajoelhada na cama chupando ele de novo. Agora dava pra ver claramente e era incrível como aquela boquinha tão pequena engolia o pedaço inteiro do irmão dela. Ela devorava com uma carinha de prazer típica de uma puta gulosa. Tirou da boca e como uma fonte começou a jorrar porra decorando toda aquela cara divina e delicada. Ela mexia a língua tentando capturar tudo que podia.
Com aquela imagem impactante fui pro meu quarto apressado porque minha própria porra já escorria pela perna e não queria que nenhuma mancha me acusasse de ter espionado eles. Fechei a porta e vi a Lourdes cruzar nua pro quarto dela com a roupa na mão, dando uma risada bem safada. Não podia acreditar que ela era tão puta! O próprio irmão! O outro também era um sem-vergonha. Lembrei que ao meio-dia tinha pedido pra ele chegar um pouco nela, mas isso era demais!
Não sabia como reagir. Essa situação me dominava e cada vez ficava pior. Mais uma vez, como desde o primeiro dia que Lourdes pisou nessa casa, me deitei pensando em como tudo isso ia continuar no dia seguinte...
20 comentários - Minha filha Lourdes. Parte 3
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