Familia Perfecta - Final - ( parte 5)

Esta é a última parte, espero que vocês curtam e obrigado por todos os pontos e comentários.
Aqui deixo as outras partes:
parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2719933/Familia-Perfecta-parte-1.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2720119/Familia-Perfecta-parte-2.htmlParte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/2720490/Familia-Perfecta-parte-3.htmlParte 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/2720925/Familia-Perfecta-parte-4.htmlAcordei devagar e pesadamente, me sentindo exausta. Ao entreabrir os olhos, observei minha irmã dormindo na minha frente, com o narizinho quase roçando o meu. A respiração dela era lenta e ritmada. O hálito dela, como de costume, cheirava a alcaçuz e roçava meu queixo e meu pescoço como se fosse uma pena tentando me fazer cócegas, que, aos poucos, descia pelo meu corpo nu, se perdendo na escuridão dos lençóis.

Sentir a paz e a tranquilidade dela me confortava, e fiquei só observando o rosto dela, deixando de lado as lembranças de poucas horas atrás com meu irmão.

Sandra tinha o braço direito escondido debaixo do travesseiro, como se tentasse segurar a cabeça através dele. Enquanto o outro, ela mantinha dobrado sobre o peito, com a mão esquerda entrelaçada na minha.

Não sabia direito que horas eram, mas por baixo da persiana o dia começava a entrar, levando aos poucos os tons cinzas do meu quarto.

Conforme os minutos passavam e a luz ficava cada vez mais insistente, mais irritante ficava pra mim abrir os olhos.

Naquele jogo de luz e sombra, o rosto de Sandra brilhava, lindo e atraente. Os lábios dela entreabertos pareciam estar esperando um beijo que nunca vinha, e sem saber bem por quê, me joguei neles.

Não foi um beijo apaixonado, nem de longe; foi mais um beijo terno, tímido e suave, que fez ela acordar devagar, me dando um sorriso profundo e um olhar risonho quando me afastei de novo.

— Que beijo de bom dia mais lindo... — Ela disse com uma expressão alegre.

— Esse não era um "bom dia"... — Respondi brincando.

— Não?... —

— Não. Era um... "Obrigada, minha menina, por cuidar de mim". Esse sim é um "bom dia"... — Falei, afogando a última palavra nos lábios dela.

A expressão de Sandra enquanto mordia os lábios e eu começava a explorar a boca dela com minha língua era divertida.

Ela tentou me segurar, agarrando meus ombros enquanto eu lentamente me deitava sobre o corpo dela. Minhas mãos rastejavam pelo estômago erguendo a camisola dela centímetro por centímetro enquanto o calor da pele dela impregnava minha mão.

- Sonia, espera... - Ela disse tentando parar uma das minhas mãos que tinha mudado de rumo inesperadamente pra encontrar a virilha dela.

Meus lábios calaram os protestos dela uma e outra vez enquanto os peitinhos dela ficavam ao meu alcance e a buceta dela ficava exposta debaixo dos lençóis.

O corpo da Sandra me parecia mais atraente e sensual do que nunca e eu só conseguia pensar em devorar ela de beijos.

- Sonia, espera! - Ela usou todas as forças pra separar meu corpo do dela e ficou me encarando com raiva.

- Que porra é essa? Ninguém te entende... Não era isso que você queria? - Falei puxando os lençóis de má vontade enquanto passava por cima dela pra sair da cama. Ela se agarrou no meu braço me deixando sentada na beirada.

- Pô, claro que é o que eu quero! Mas o que você quer? Você dormiu comigo depois de falar que me amava. Ontem à noite me chantageou pra eu chupar o Javi. Depois foi transar com ele sem se importar se isso ia me machucar. Acabei te catando do chão toda quebrada e hoje, que você ainda cheira a ele, me acorda comendo minha boca... Me desculpa se eu tô "meio" confusa e puta, Sonia! - Não deixava de ser verdade o que ela tava falando, mas dito assim e saindo dos lábios dela soava ainda pior. Me fazia sentir ainda mais miserável.

- Eu sei, Sandra, sou uma merda de pessoa... Pode falar na minha cara... - Falei com a voz trêmula. Ela percebeu que eu tava prestes a desmoronar e se ajoelhou no colchão encostando o peito dela nas minhas costas. A cabeça dela pousou no meu ombro enquanto os braços dela rodeavam minha cintura. Eu sentia a respiração dela e o calor que emanava dos peitos dela esmagados contra minhas costas. Era uma sensação que eu gostava.

- Não... Não fala isso... Você só tá toda confusa - A expressão dela ao ver que eu tava prestes a cair mudou de repente, ficando meiga e sensível.

A verdade é que quanto mais eu conhecia minha irmã, mais me surpreendia e menos conseguia entendê-la.

- Nem sei como você ainda fala comigo... - falei.

- Porque eu te amo, Sonia. Mesmo que você não me ame. Se eu não te vejo feliz, eu não sou feliz - Apesar de tudo que a gente tinha passado, ainda era estranho ouvir ela expressar os sentimentos assim. Mas não tinha dúvida de que ela estava segura, que acreditava neles com paixão.

- Sandra... Não sei... Talvez um dia eu também te ame... - Tentei terminar, mas ela colocou a mão tampando minha boca e balançou a cabeça.

- Eu gosto quando a gente fica assim... - disse ela, se limitando a sorrir alegremente.

- E eu também, amor...

- Podia te abraçar e nunca mais soltar...

- Então me abraça e nunca me solta... Com você, me sinto mais forte... - falei, me deitando de novo ao lado dela. Ela me envolveu com os braços e pernas, me prendendo num abraço forte e carinhoso, enquanto fazia devagar sulcos no meu cabelo com os dedos finos. Aquilo me relaxou pra caralho e não demorou pra eu sentir minhas pálpebras pesando cada vez mais.

- Você me faz fraco... - sussurrou, achando que eu tava dormindo. Beijou meu cabelo e relaxou até dormir do meu lado pouco depois. Mas por mais que tentasse, eu não consegui pegar no sono de verdade e escapei com cuidado da cama pra vestir um pijama. A calça era justa, rosa claro com quadradinhos mais escuros, enquanto a parte de cima era tipo uma camiseta de manga comprida também justa e com o mesmo esquema de cores da calça.

Saí do meu quarto em silêncio pra descer até a cozinha e fazer um café da manhã. Era umas 09:00 da manhã e a casa tava vazia. Imaginava que meus pais iam acordar tarde por causa da escapadinha da noite anterior, como sempre faziam quando saíam.

Por sorte também não tinha sinal do Javi, então me senti livre pra fazer umas torradas e um chocolate quente sossegada.

Um bom tempo depois já tinha terminado de comer e comecei a arrumar a cozinhava enquanto via os desenhos que passavam na TV, quando de repente...

- Bom dia... - A voz do meu irmão atravessou a cozinha, me acertando como um chicote, fazendo eu soltar a garrafa de porra e derramar ela na bancada. Consegui segurar e salvar um pouco de porra, mas a bagunça já estava feita e meu pijama escorria da cintura pra baixo.

- Desculpa, Sonia... Não queria te assustar -

- Não... não tem problema... Vou limpar agora - Comecei a fazer isso meio sem jeito.

- Ei... Sobre ontem à noite... - Ele começou a falar, mas dava pra ver que não tinha um discurso pronto e ficou em silêncio.

Eu só tentei limpar a porra da bancada de costas pra ele, mas o nervosismo só piorava a situação. Pra meu horror, meu irmão foi se aproximando cada vez mais de mim até segurar minha cintura e envolvê-la com os braços.

- Me desculpa... - Ele só disse enquanto as mãos dele deslizavam pelo meu peito e meus braços, procurando as minhas que estavam encharcadas de porra.

Eu prendia a respiração sem perceber enquanto o hálito quente dele batia no meu pescoço e na minha bochecha.

A virilha dele se esfregava na minha bunda, deixando clara a ereção, empurrando meu corpo contra a bancada molhada e fazendo meu pijama ficar cada vez mais encharcado.

Minha respiração voltou descontrolada quando ele me virou devagar e começou a lamber meus dedos um por um, limpando eles de porra.

- Javi... O que... O que cê tá fazendo? - Perguntei assustada. Tinha que fazer um esforço enorme pra não me jogar nos lábios dele. Ter ele tão perto me fazia perder a razão. Nada importava, nada existia além dos nossos corpos se roçando. Exceto a Sandra.

Pela primeira vez, minha irmã estava presente nos meus pensamentos, me deixando desconfortável. Mas não o suficiente pra recusar o beijo que ele me deu de surpresa.

As mãos dele agarraram meus peitos com força por alguns segundos até ele decidir que a parte de cima era desnecessária, tirou ela de uma vez sem ligar pros meus protestos. Depois veio a vez do meu sutiã, que ele literalmente arrancou de um puxão, jogando nós dois no chão em cima da poça de porra.

Aquilo estava saindo do controle rapidamente e eu sabia que ele ia me foder ali mesmo, sem que eu pudesse ou quisesse impedir.

Minha calça desceu até os joelhos com outro puxão, seguida pela minha calcinha, mas antes que eu percebesse, meu irmão me levantou e me sentou na bancada.

O toque frio da porra percorrendo minha pele contrastava com o calor que eu sentia enquanto ele beijava minhas coxas e se livrava da minha calça.

Os beijos dele subiram para acompanhar os dedos longos e fortes que já começavam a me penetrar, me obrigando a tampar minha boca com as duas mãos.

A entrada da cozinha estava na minha frente; atrás dela, a escada para o andar de cima. Eu temia que alguém descesse e nos encontrasse naquela situação. Ou será que não? Inconscientemente, eu desejava que nossa irmã descesse e se juntasse a nós para saborear minha pele salpicada de porra. Imaginar aquilo disparou minha excitação.

Me deixei cair sobre a bancada até que metade das minhas costas ficasse encharcada de porra. Não me importava; na verdade, isso aumentava a putaria. Também não me importava que o resto das minhas costas estivesse apoiado numa janela que dava pra rua, embora pelo ângulo com as casas da frente e a altura do muro do jardim, fosse improvável que alguém estivesse nos vendo.

Meu irmão continuava profanando minha buceta com os dedos em alta velocidade e por um instante achei que ia gozar. Mas ele parou de repente e enfiou aqueles dedos na minha boca.

Mal tinha começado a lamber quando ele baixou a calça de moletão o suficiente pra deixar o pau dele, totalmente duro, escapar e apontar pra mim. Coloquei minhas mãos no peito dele pra tentar impedir o que eu sabia que ia acontecer, mas foi inútil. O pau dele encontrou minha buceta e a penetrou de uma vez, cortando minha respiração com um gritinho leve.

Na segunda estocada, empurrei o peito dele com mais força. para afastá-lo, mas também foi inútil. Não resisti mais. Meu corpo escorregava na porra, fazendo com que ela caísse no chão em gotas sonoras enquanto a gente fazia de tudo pra não soltar nenhum gemido.

Quanto mais minutos passavam, mais força Javi colocava na penetrada e mais perto eu estava de chegar ao clímax. Até que finalmente minhas forças escaparam pela minha buceta no mesmo instante em que meu irmão deu as últimas estocadas e desabou sobre mim. Tentei abafar meus gemidos de todas as formas que me vinham à cabeça, mas tinha certeza de que algum escapava, colocando a gente em perigo.

Mesmo tendo gozado, ele ainda mantinha um ritmo lento, enfiando o pau dentro de mim. As carícias dele sujavam meus peitos de porra, enquanto as minhas faziam o mesmo no rosto e no pescoço dele.

— Vão nos pegar... — implorei. Tentei alcançar os lábios dele, mas ele se afastou rápido pra me evitar.

Eu desci da bancada tentando não escorregar na porra e me joguei pra roubar um beijo. Ele me rejeitou de novo e, como reflexo, eu lhe dei um tapa.

— É só isso? Já era? Olha pra mim! — gritei, sem me importar se meus pais ou minha irmã acordassem. Ele tentou fugir, mas minha raiva fez eu puxar o braço dele, obrigando-o a me encarar.

— Já era, né? Você come sua irmãzinha de manhã cedo e é só isso, não é? — bati no rosto dele de novo, uma segunda vez, mas ele segurou meus pulsos, impedindo uma terceira. As lágrimas jorraram dos meus olhos pela impotência de não conseguir me mexer, e tentei morder os punhos dele. Depois o pulso, e depois qualquer parte do corpo que estivesse ao meu alcance, mas era inútil. Por mais que tentasse, por mais que rugisse ou mostrasse os dentes de raiva, não conseguia competir com a força dele.

— Fica quieta! — ele gritou num sussurro.

Quando viu que não ia me acalmar, ele me puxou de uma vez e a boca dele se chocou contra a minha. Inconscientemente, meu corpo ainda lutava pra Me soltar, mas minha boca devorava os lábios dele e a língua. Devagar, parei de resistir até conseguir que ele me soltasse. Quando o sangue voltou a circular nas minhas mãos, percebi o quanto forte ele tinha me segurado e bati no peito dele com raiva. Mas sem soltar os lábios dele.

- Eu te amo, imbecil... Eu te amo, eu te amo... - Falei entre beijos furiosos.

O pau dele endureceu de novo com o atrito dos nossos corpos e eu comecei a estimular com umas sacudidas. Ele até ficou mais participativo conforme a excitação voltava, correspondendo aos meus beijos.

Por um instante, achei que ele ia me foder de novo em cima da pia enquanto meu corpo ficava encharcado de porra. Mas, pra minha surpresa, meu irmão sentou numa das cadeiras da cozinha e me puxou pra sentar em cima dele.

O pau dele se destacava como um mastro entre as pernas abertas e estava completamente molhado. O cheiro era forte e ácido, mas era o cheiro dele misturado com o meu, impossível de ser desagradável. Me deixei cair sobre ele sem tirar os olhos da escada.

O pau dele entrou sem muita resistência na minha buceta encharcada. A porra da gozada anterior escapava sorrateiramente pelas minhas coxas em fios finos, e eu observei enquanto começava a cavalgar devagar em cima do corpo dele.

Naquele instante, Javi começou a lamber meus peitos, que ficavam quase na altura do rosto dele enquanto eu subia e descia. Minha excitação demorou um pouco pra crescer até eu me ajustar e encontrar uma posição ideal. Aí tudo começou a acelerar.

Minhas subidas e descidas aceleraram, e minhas coxas começaram a arder de esforço. O suor cobriu minha pele, e uma sensação de calor sufocante me invadiu quando meu irmão tapou minha boca pra abafar meus gemidos. Eu tava quase desmaiando de cansaço, mas não ia desistir. Bem na hora, ele agarrou minhas nádegas com as mãos fortes e começou a facilitar meu sobe e desce. Os dedos apertavam com força, queimando. A pele das minhas nádegas ardia um pouco, mas não liguei. Era suportável e, graças a ele, eu tinha aprendido a sentir um certo prazer com um pouco de dor.

A escada estava na minha frente, a uns metros. Eu não tirava os olhos dela enquanto subia e descia no pau dele. Meu corpo estava em chamas, e cada escorregão das gotas de suor que cobriam minha pele nua era uma bênção, porque deixava um rastro fugaz, mas fresco, por onde passava. Meu cérebro estava saturado, incapaz de processar muito mais do que as descargas de prazer que minha buceta soltava cada vez que eu a enchia com o pau do Javi, em estocadas rápidas, furiosas e profundas. Eu nem conseguia gemer para aliviar a pressão.

O som ao meu redor chegava aos meus ouvidos distorcido e distante, e então eu não aguentei mais.

Desabei em cima do meu irmão quando minhas pernas falharam. A escada sumiu atrás de um véu preto que cobriu meus olhos, e o som emudeceu de repente.

Só sentia minha buceta se inundando ainda com o pau do meu irmão lá dentro, numa sensação de êxtase, alívio e alegria. Minha pele se arrepiou, ficou tão sensível que parecia que mil agulhas tinham cravado em todo o meu corpo.

Quando comecei a me recuperar, o frio me invadiu. Me encontrei com o rosto encostado no ombro do meu irmão e a boca entreaberta no pescoço dele. Respirar tinha virado um trabalho pesado, e me manter consciente, uma prioridade. Um por um, todos os nervos do meu corpo voltaram ao controle, e comecei a sentir meu irmão continuando a sacudir meu corpo. Minha buceta ainda estava na flor da pele, e eu sentia as estocadas dele lá dentro com uma mistura caótica de sensações. Às vezes eram prazerosas, às vezes doíam. Às vezes eu nem sentia. Mas deixei ele continuar enquanto envolvia o pescoço dele com os braços e voltava a vigiar a escada, recuperando o fôlego.

Não demorou muito para ele gozar de novo, e eu baixei o olhar para ver. Senti o pau dele pulsando dentro de mim. quando ele enfiou com toda força e eu adivinhei pela expressão no rosto dele que tava sendo uma boa gozada.

Fiquei observando ele em silêncio enquanto as mãos dele acariciavam minha bunda e os beijos se perdiam nos meus peitos e nos meus mamilos eriçados. Fiquei observando ele em silêncio e então me toquei. Foi tipo uma revelação que te penetra até o fundo. Algo que eu achava que entendia, mas não era bem assim.

Ele não me amava e nunca amaria. Eu era só um corpinho gostoso pra ele foder e nem me via como irmã quando fazia isso. Assim era mais fácil pra ele. O olhar dele finalmente encontrou o meu e a gente se olhou em silêncio por um bom tempo.

Durante todo aquele tempo, a gente se comunicou como nunca tinha feito com palavras. Finalmente, os dois entendiam os sentimentos um do outro e o que esperar deles.

— Você não pode me obrigar a te amar... Do jeito que você me ama — Ele disse me abraçando.

— Já... Eu sei... Mas Javi... você tem que aceitar que "isso" tá acontecendo. Comigo, sua irmãzinha... Você quer que seja só sexo? Perfeito, eu entendo... — Me afastei pra olhar de novo nos olhos dele. — Mas não me trate como uma putinha que você pega no banheiro de uma balada e depois nunca mais vê... Quero que me trate bem e não como uma... — Ele me calou com um beijo profundo antes que eu me perdesse em divagações, como sempre fazia quando tava nervosa.

— Eu sei, anã... Eu sei. Não vai acontecer de novo, pode acreditar — Ele falou todo decidido e eu abracei ele de novo.

— Javi... — Falei uns segundos depois.

— Fala...

— Não esquece de comprar camisinha hoje à tarde... Porque se a gente continuar assim, você vai acabar me engravidando, seu idiota... — Ele começou a rir quando eu dei uma mordida no ombro dele e depois me ajudou a levantar e manter o equilíbrio enquanto minhas pernas se recuperavam aos poucos. Aí eu percebi como minhas coxas estavam encharcadas dos meus próprios fluidos depois que gozei e do muito sêmen que escorria da minha buceta. Depois ele se levantou, também todo encharcado, e juntos examinamos surpresos o chão respingado e a cadeira toda arrebentada. Ver a porra derramada na bancada não ajudou a melhorar meu humor.

— Valeu, anã, compro os camisinhas com uma condição...

— Fala... — Mal prestava atenção nele, porque tava tentando imaginar como a gente ia limpar aquela bagunça.

— Que você cuida da limpeza... — Me virei pra recusar de cara, mas meu irmão já tava recuando pela porta com um sorriso malicioso. Antes que eu pudesse reclamar, ele jogou na minha cara minha calça de pijama encharcada e se mandou rápido escada acima.

Encharcada de porra, suor e sêmen, fiquei olhando pra cozinha toda destruída e me lamentei. Mas quase uma hora e meia depois, com a cozinha limpa de novo e recém-tomada um banho, ainda não tinha conseguido apagar do meu rosto o sorriso idiota que se formou nos meus lábios. Pode ser que o Javi nunca me amasse, mas pelo menos eu podia ter ele na minha cama... Ou na dele. Ou... Na cozinha, na sala, no sótão, no porão, no chuveiro, etc.

Nas semanas seguintes, gastamos um monte de camisinhas e até transamos sem elas quando acabavam.

Além disso, na maioria das noites, minha irmã Sandra se enfiava no meu quarto ou eu no dela. Nem sempre a gente transava, mas na maioria das vezes sim. O amor dela por mim supria a falta de amor do Javi e eu comecei a me sentir de novo completamente feliz.

Até a relação da Sandra com o Javi se normalizou depois de uns dias, o clima em casa melhorou e quase um mês depois só faltava uma pecinha do quebra-cabeça pra encaixar...

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Naquela manhã, acordei abraçada nas costas da Sandra. As duas estávamos peladas em cima dos lençóis e de uma toalha enorme depois de uma noite especialmente "intensa" no meu quarto.

Ultimamente eu me sentia insaciável e obrigava meus irmãos a se dedicarem 100% na cama. O sexo com Sandra era carregado de ternura e carinho. Os orgasmos que eu sentia com ela eram muito diferentes dos que o Javi me proporcionava, mas às vezes até mais gostosos. Com ele, eu tinha um sexo muito mais intenso e orgasmos que eu classificaria como mais físicos. Mas a verdade é que, sem saber, meus irmãos se complementavam perfeitamente.

Tirei da cabeça a ideia de juntar os dois para formar um trisal bem na hora em que minha irmã se virou na cama, espreguiçando. Ela me deu um sorriso ao me ver, e eu correspondi com um beijo carinhoso na testa.

— Bom dia... Como foi o sono da minha princesa? — perguntei.

— Buuuf! Sonia, meu amor... Qualquer noite dessas você vai acabar comigo, sabia? — disse ela, fingindo preocupação. Nós duas rimos e brincamos um pouco antes de nos levantarmos para nos vestir, mas segurei as mãos dela e a sentei ao meu lado na cama. Fazia dias que eu estava remoendo uma coisa que às vezes me fazia sentir mal com minha irmã. Mas, pela primeira vez, naquela manhã, me senti corajosa o suficiente para falar com ela.

— Meu bem... Quero te dizer uma coisa. Olha... — Suspirei, tentando me livrar da insegurança repentina que começou a me atormentar, mas minha irmã apertou minhas mãos e fixou seus lindos olhos nos meus, me dando coragem.

— Sandra... Você sabe que eu te amo pra caralho. Mais que minha vida, meu anjo. Eu sei que não é igual ao que você sente, mas você sabe que eu me esforço pra te dar tudo o que tenho dentro de mim. Eu... Eu... Eu não sei se somos namoradas, irmãs, amantes ou o que quer que seja... Mas eu gosto disso. Você... Você me atrai. Seu jeito de ser, seu corpinho gostoso e as coisas que você faz comigo às vezes... — Respirei fundo quando ela soltou uma risadinha envergonhada e tentei me acalmar para não me acelerar de novo.

— Sandra... O que quero te dizer é que, mesmo não estando apaixonada igual você, eu tô sim, "do meu jeito"... Não sei se tô me explicando direito... — Os olhos dela ficaram marejados e ela assentiu levemente.

— Perfeitamente... Eu já sei que você não me ama, Sonia. Mas às vezes você consegue me fazer acreditar que sim... E com Isso me basta. Tô contigo, né? O que mais eu poderia pedir?... É mais do que eu esperava — ela me disse antes de me abraçar com força.

Depois de alguns segundos, me afastei e encarei os olhos dela de novo.

— Escuta... Tem mais uma coisa. Eu... Andei ficando com o Javi de vez em quando, desde que tudo isso começou. Desculpa, meu amor, mas não consigo apagar o que sinto por ele e... Eu... Eu... Tentei, mas não sei como... Sei que pra ele é só sexo, mas é o único jeito de tê-lo por perto... E eu... Eu não quero te perder, mas também não quero mentir pra você, e não sei o que fazer pra... Do que você tá rindo?... — Minha irmã se revirava na cama, segurando a barriga.

— Kkkkkk Adoro quando você fica assim... Kkkkkk Ai! Vou fazer xixi... kkkkkk — Eu não entendia nada. A atitude da minha irmã me desconcertou, e não era a resposta que eu esperava ao dizer que ainda tava transando com nosso irmão. Por uns longos segundos, deixei ela rir à vontade, sem saber se ria junto ou ficava irritada. No fim, ela percebeu meu desconforto e se recompôs, claramente morrendo de vontade de ir ao banheiro.

— Kkkkk Tá bom... Desculpa... É que você fica tão linda quando se estressa... — Ela sentou de novo ao meu lado, com as mãos na virilha, sem parar de se mexer.

— Você tá brava?... — perguntei, ainda sem jeito.

— Não. No começo, quando percebi, fiquei sim, e muito... Não falei nada porque não queria te perder... Mas aí vi os dias passarem e você voltar a sorrir. Sua atitude comigo melhorou, e até o Javi voltou a sorrir também. Custou muito aceitar, e às vezes ainda custa, não vou mentir... Mas a única coisa que quero é que você seja feliz e que nunca me abandone...

— Claro que nunca vou te abandonar! Você é a melhor pessoa que conheço... E é muito mais madura do que eu... — Beijei os lábios dela e abracei seu corpo nu com força. — Tenho muito a aprender com você...

Ela me devolveu o beijo com seu estilo característico. Lento, mas intenso, terno e sensual. Sua As mãos se agarraram com força nos meus peitos enquanto eu me deixava devorar, deitada na cama. Os beijos dele no meu pescoço começaram a me excitar rapidamente, e ele beijou meus lábios de novo com paixão, soltando uma risada maliciosa.

— Então você tem muito o que aprender comigo... — ele perguntou. Eu assenti, excitada, enquanto procurava desesperadamente pelos lábios dele. — Pois vou te dar aulas particulares... Quando eu voltar do banheiro... — Ele se afastou de mim rapidamente e escapou do quarto, se enrolando na toalha sem parar de sorrir e me lançar um olhar lascivo.

Fiquei ali deitada. Excitada pelos beijos dele, feliz porque ele tinha levado aquilo muito melhor do que eu esperava, e contente. Contente porque tudo estava voltando a dar certo em casa. Porque é disso que se trata.

Não importa o que os outros vejam de fora da minha casa, mas sim o que sentimos nós aqui dentro. Eu transo com meu irmão mais velho e minha irmã mais nova, mas quem se importa com a maneira como a gente se ama ou se relaciona, desde que estejamos juntos? Eu, com certeza, não.

Fim?

6 comentários - Familia Perfecta - Final - ( parte 5)

He seguido la saga y sinceramente lo que mas me excita no son las escenas de sexo , si no como logras plasmar las sensaciones y los sentimientos, si la saga no tuviera detalles de como se comían los tres me daría igual de morbo , es una prosa muy buena , en un marco muy simple pero una intensidad sobresaliente tienes mis 10 puntitos
Excelente me leí la historia comunista de estos hermanitos y me dejaste enganchado con la historia, lastima que llegó a su fin o no??? Van puntos...
Está todo dicho y bien dicho. Me encantó. 😀
BienJ
Vos, y la escribiste, te la inventaste o te la pasaron?