Os gritos

Olá!
Mais um conto tirado da web.
Espero que gostem! E se não gostarem, as reclamações são com a autora, hehe.

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Gonzalo tinha tido o que se pode chamar de uma vida "azarada" até agora. Aos quase 50 anos, já tinha passado por anos de alcoolismo, divórcio e a má sorte de perder um emprego depois de quase 20 anos, então, nessa fase da vida, se via obrigado a trabalhar em "qualquer coisa".

Foi assim que aceitou trabalhar como jardineiro numa grande residência cujos donos são o polo oposto da sua situação. Enquanto Gonzalo vivia sozinho, sem família, numa casa modesta de apenas dois cômodos na periferia da cidade, a família Ordoñez (seus patrões) gozava de prestígio, dinheiro e educação das melhores instituições. Mas a vida é curiosa, pois nas voltas e reviravoltas que dá, oferece aos desgraçados as ferramentas necessárias para desfrutar de um êxtase que muitos afortunados jamais poderiam imaginar, pois "esses desgraçados", perdidos no anonimato de "não serem ninguém", pouco ou nada têm a perder e, por isso, arriscam tudo, até mesmo a liberdade.

Qualquer ofício te dá muito mais do que dinheiro, pois te dá a vantagem, em comparação com um trabalho de escritório, de distribuir a carga e, de certa forma, você se sente relaxado sem a pressão de um chefe direto te enchendo o saco a cada segundo... Foi assim que Gonzalo começou a sentir prazer no seu novo emprego e a ganhar a confiança dos patrões e do pessoal do serviço naquela grande residência: a cozinheira Lupita e o motorista Omar, ambos com muitos anos de casa. A família Ordoñez é composta por 5 membros: o casal Gustavo Ordoñez e Geraldine de Ordoñez como cabeças, e os três filhos Joaquin, Rita e Rosalba. O mais velho, Joaquin, estudava numa instituição de arte distante, na Itália, e visitava a família nas duas vezes que sua formação permitia, ou seja, nas férias de verão e inverno. Rita... não é hora de falar sobre Rita agora, e a mais nova, Rosalba, que mal na puberdade só se preocupava em brincar e estudar sem maiores problemas, sempre distraída e grudada na mãe.

Uns dois anos se passaram e Gonzalo, agora mais confiante e seguro do seu ofício, ganhou tanta confiança da família que suas atividades ficaram bem mais variadas. Antes ele passava o dia todo nos jardins e no depósito, mas agora, até nas férias do motorista Omar, deixavam os serviços dele pra ele. Podia circular pela casa toda, desde que, como ele mesmo sabia, cumprisse pontual e dedicadamente cada uma das suas tarefas. O único que o enchia o saco era Joaquim, sempre arrogante, pisando na dignidade dele e abusando do tom de voz pra pedir isso ou aquilo. Mas Gonzalo, sempre cauteloso, ficava na dele com o que o filho único e desgraçado pedia.

Não dá pra negar que em cada pessoa, por mais bondosa que seja e por mais responsável, honesta ou prestativa que pareça, sempre existe algo sombrio e pecaminoso, algo complexo e, digamos, lúgubre... Nos momentos de solidão, Gonzalo, seja no depósito, lavando a própria roupa no quarto de serviço ou até dirigindo pro shopping com a patroa, não conseguia evitar de se imaginar enfiando o pau duro inteiro na buceta peluda da patroa depois das compras, ou até na bucetinha apertada da senhorita Rita enquanto ela tomava banho... mas isso era impossível, eram só fantasias de um pobre coitado que se limitava a refazer cada tarefa e responder o já tão costumeiro e apressado "claro que sim" ou "já vou". Isso desde o início foi minando a tranquilidade e a paz de Gonzalo, mesmo sem ele perceber. Nunca imaginou que os anos e o serviço condicionado e pago por uma família de mais peso e categoria que ele fossem lhe causar depois de um tempo tanta frustração, raiva e rancor contra si mesmo, porque ele sempre se considerou habilidoso e engenhoso pra fazer os mesmos serviços que o próprio Senhor Gustavo Ordoñez executava, ecoavam na cabeça dele as palavras da mãe: "estuda, filho, quero que você seja alguém na vida", agora ele só recebia ordens e obedecia, obedecia e obedecia... mas ao mesmo tempo aceitava a condição dele ao lembrar dos anos de juventude desperdiçados na bebida, sempre se maravilhando com fantasias absurdas e desejos fúteis, não podia reclamar da situação e isso era o que mais o irritava.

Assim os dias passavam pra Gonzalo entre reflexões que sempre levavam à mesma conclusão, mas...

Numa manhã dessas incomuns e úmidas em que cai uma garoa inesperada e contínua, Gonzalo chegou ao grande portão de madeira pra começar o dia de trabalho, estava ensopado porque tinha esquecido o guarda-chuva e o trajeto de onde desceu do transporte público até ali era de pelo menos dois quarteirões (as áreas residenciais são sempre marcadas por serem cheias de vielas de paralelepípedo), ele se surpreendeu quando, depois de chamar pelo interfone, foi a senhorita Rita quem saiu pra encontrá-lo e recebê-lo com o sorriso gentil dela.

É hora de falar um pouco da senhorita Rita que, aos 19 anos, tinha toda a elegância e sutileza da mãe. Ela tinha uma buceta linda e branca que tinha exercitado durante toda a puberdade e que agora dava resultados, porque fazer parte da seleção de vôlei do colégio e agora do ensino médio não podia passar despercebido, além da bunda generosa dela, Rita tinha umas pernas suculentas que qualquer mulher adoraria ter. Quando usava saias que deixavam qualquer parte das coxas ou joelhos à mostra, dava pra adivinhar pela lisura da pele a qualidade das nádegas dela, que com certeza seriam tão macias, lisas e quentes quanto a atitude dela com Gonzalo naquela manhã. Manhã chuvosa. Gonzalo não conseguiu esconder a surpresa e reagiu com um pouco de vergonha, já que sempre foi tímido, nem agradeceu direito, pois estava mais pensando na moça e na atitude sorridente dela em relação a ele.

Aquela manhã foi mágica, segundo Gonzalo se lembra agora, pois a chuva atípica e a recepção que teve jamais poderiam ser apagadas da memória. Ele tomava café da manhã com sua companheira Lupita (uns 57 anos, do interior, que cozinhava pratos deliciosos para a família) com uns tamales quentes que ele mesmo tinha comprado pouco antes, acompanhados de um café de panela forte que Lupita fervia com todo cuidado. Enquanto o aroma forte do café de grão e os sons característicos da colher dissolvendo as 2 colheres e meia de açúcar na xícara enchiam o ar, Gonzalo se surpreendeu ao notar aquele vazio no baixo-ventre, enquanto lembrava da moça Rita, que roubava seus pensamentos naquele instante. Ele a imaginava andando descalça no andar de cima da casa, caminhando suave e despreocupada, sem pressa, com suas pernas lindas, longas e brancas, e a sensação de vazio se intensificou, causando uma leve contração no saco dele por baixo da calça. O café quente descia pela garganta, e a respiração dele ficou forte e profunda.

— A moça tá em casa?... (disse ele, apontando para cima, como se falasse com cuidado)

— Ué, quem foi que te abriu a porta, então? (disse Lupe, ironicamente, com aquela simplicidade que a caracteriza)

— haha... mas ela não foi pro colégio ou já vai sair?

— Não, ela já entrou de férias... você vai querer um pão doce?

— Não, obrigado, Lupe, com o tamal já tô bem (ele pensava em Rita enquanto tomava o café gostoso, a chuva tinha se intensificado). Essa chuva não vai deixar eu trabalhar lá fora, quer que eu te ajude em alguma coisa? O que você vai preparar? Tá cheirando delicioso...

Assim passava aquela manhã aconchegante e úmida, enquanto os dois preparavam o almoço que a moça ia curtir (estavam só eles três). Pois é, a senhora e o senhor trabalhavam até as 4 da tarde e a irmã mais nova, Rosalba, ainda não tinha terminado o ano escolar, que acabava duas semanas depois do da Rita... então, teriam manhãs parecidas nas próximas duas semanas. Gonzalo não parava de pensar e pensar, a mente dele o deixava meio lerdo, com movimentos travados e lentos, o pau dele endurecia só de sentir a companhia dela e lembrar do sorriso da Rita. O desejo por ela nunca tinha sido tão forte até então, só algumas vezes antes ele tinha olhado pra ela com curiosidade, mais do que com tesão, mas a gente sabe que naquelas vezes uma semente de luxúria tão poderosa foi plantada que naquela manhã ele não conseguia parar de pensar assim. Os sons do trabalho no preparo do almoço (a chama fervendo, o vapor soltando, o barulho das panelas batendo uma na outra, etc.), os cheiros ainda não misturados e por isso mais fortes, o rádio num volume quase mudo, tudo isso ecoava na imensidão daquela cozinha, tudo envolto na chuva calma que caía sem parar; envolviam Gonzalo numa atmosfera que ele sentia colorida de uma puta luxúria, que o deixava quase exausto e com aquele respirar fundo... Depois de alguns minutos, o café da manhã ficou pronto e o prato da Rita foi servido na sala de jantar daquela sala bonita e espaçosa.

— Chama a senhorita, fala que já tá servido e pergunta se ela prefere que suba o prato pro quarto dela... (disse Lupe, sem desconfiar do tesão imenso que Gonzalo tava sentindo pela senhorita naquela manhã)

— Eu?...
— É, você, vai logo enquanto eu termino de servir os nossos. Hummm, você vai lamber os beiços (ele não teve escolha a não ser obedecer). Quer feijão no prato ou separado?.. (gritou Lupe enquanto ele saía da cozinha)

Gonzalo se sentia confuso e a percepção dele das coisas era como se desconfiassem de toda a atitude dele (o que acontece quando a gente pensa desse jeito em alguém). Os gritos da Lupe pareceram exagerados naquela... Silêncio emoldurado pela chuva, o coração dele disparou ainda mais e ele sentia a presença da Rita como uma força intensa que o fazia galopar enquanto subia os largos degraus para o andar de cima. No patamar da escada, ao lado de uma janela fina e alta, Gonzalo parou e olhou para fora, vendo a chuva cair do céu cinzento. De um lado, um lindo quadro de flores decorava a parede, e o silêncio ficou mais suave; os sons da cozinha já tinham ficado para trás.

— Moçaaaa... (foi mais um sussurro do que um grito o que saiu da garganta, ele não reconheceu a própria voz e sentiu vergonha)... moçaaaa

Cada degrau lhe causava uma emoção nova, e finalmente ele chegou ao corredor que ligava os 4 quartos (o do fundo era o da Rita). O silêncio do corredor o chamava, e parecia que ele ouvia as batidas do coração tão vital. As mãos pareciam frias, e um nó na garganta o impedia de chamar novamente a linda moça que tantas emoções lhe causava naquela manhã úmida. Ele andou com passos lentos, mas contínuos, pois também sentia a pressão de que a Lupe subisse e o encontrasse naquela situação, podendo desconfiar de "algo". Finalmente chegou ao quarto e, para sua surpresa, a porta estava entreaberta. Ele quase gemeu ao ver, pela abertura, os lençóis amassados pendurados no colchão. O coração dele bombeava sangue a toda pressão, e ele sentiu a dureza se concentrar naquele pau que já pingava porra naquela hora. A situação já era irremediavelmente suspeita; ele estava entre a cruz e a caldeirinha, sentia a presença da Lupe atrás dele e que, a qualquer momento, a Rita abriria a porta para surpreendê-lo e gritar com ele, e talvez até bater... Por puro impulso, ele se esgueirou para olhar melhor, devagar, e finalmente... viu o pé delicado e nu ao lado da cama, quase no chão. Que pé lindo, tão macio! (ele nunca tinha visto um assim) e as pernas da Rita foram se desenhando aos poucos, conforme aquela linha que delimitava a porta permitia. Cada milímetro que a cabeça dele se movia revelava a visão de vários centímetros daquelas pernas proibidas e extremamente sensuais. Gonzalo soltou uma grande exalação que o deixou exausto, dava pra ouvir a própria respiração pesada. Uma das pernas (a esquerda, a mais distante) estava dobrada, com o pé apoiado sobre as cobertas. Gonzalo não conseguia parar, queria entrar e trancar a porta pra possuir ela com toda força, machucar ela até no cu, gritar no ouvido dela como é gostoso foder ela e gozar dentro, mas isso seria loucura. O pau dele mostrava uma ereção presa pela calça e a mão dele acariciou, o calor tinha atravessado o tecido e ele passou as pontas dos dedos suavemente, um pouco mais... um pouco mais, ele pensava, e de repente: a mão da Rita se mexia rapidamente e os quadris nus dela também... oohhh!!... sensação terrível!!!... que tontura sacudiu Gonzalo quando ele viu aquela imagem. Rita se masturbava apressada, o notebook dela largado na cama e a mão fazia o corpo todo tremer. Ele ficou paralisado, imóvel, sem perceber o tempo nem o medo, tudo era silêncio debaixo da chuva, mas aquele silêncio foi quebrado por um som único e generoso pros ouvidos atentos de Gonzalo: eram os gemidos suaves da Rita, as exalações dela que pareciam acalmar as sensações agitadas, gemidos baixinhos e lindos... Gonzalo não podia ir mais longe na visão dele, podia ser visto se avançasse mais a cabeça. Os gemidos baixinhos de prazer da senhorita Rita não paravam, pelo contrário, viraram ofegos e de repente aconteceu algo inacreditável... Gonzalo ouviu uma palavra que deixou ele ainda mais pasmo, que deixou ele incrédulo e que causou uma tontura forte que ele teve que segurar se apoiando num móvel pequeno que estava perto... ele ouviu uma palavra familiar, tão familiar quanto nenhuma outra pra ele... ouviu o próprio nome sair dos lábios da Rita entre ofegos e suspiros... Isso foi o que o despertou daquele sonho, daquela visão singular que o deixava paralisado.

Ao ouvir isso, Gonzalo recuou assustado, a tontura o envolvia, ele voltava daquele corredor mágico com passos normais, já sem a cautela inicial, o medo e a confusão o perseguiam e quando ele estava de volta na sala, tudo começou a voltar ao lugar, os sons da cozinha o tranquilizavam e a única coisa que lhe ocorreu foi sair para olhar a chuva, o jardim, as árvores e as gotas, ele respirava ar fresco e a tranquilidade voltava, parecia irônico como um lugar tão calmo quanto aquele corredor lhe causava, com todo o seu silêncio e sua composição acolhedora, sensações tão confusas que ele se sentia longe de conseguir dominar, ainda ecoavam os gemidos de Rita e seu nome pronunciado entre ofegos, ele não encontrava outra conclusão senão que Gonzalo devia ser o nome do namorado dela ou de algum amor platônico da senhorita... Gonzalo... aahhh Gonzalo!!! ... siihhh Gonzalo... ecoavam na sua cabeça, ele esticou o corpo, fez algumas gesticulações intensas e fortes, respirou fundo e com a melhor calma voltou para onde Lupe terminava de lavar os utensílios de cozinha que mal tinham sido usados.

— O que ela te disse? (disse ela secando as mãos no pano de cozinha).

— Não sei, deve estar dormindo, chamei ela mas não me respondeu (com certo desinteresse fingido respondia ele).

— Você demorou muito, eu pensei que ela já estava lá embaixo, tomando café...

— Não, não estava, eu fui lá em cima, fui ao depósito guardar meu material para não molhar...

Depois de alguns minutos, Lupe gritava da escada.

— Senhoritaaaa, seu café da manhã está esfriando!!!! Quer que eu leve pra você?!!!!

—... Não Lupe, vou descer, obrigada. (gritou)

Depois de alguns minutos, que deram tempo para esquentar o prato de Rita, ela desceu, encontrando Gonzalo e Lupe tomando café na cozinha.

— Posso tomar café com vocês? (perguntou com voz alegre)

Os dois Ficaram surpresos e, claro, receberam ela com muito entusiasmo. Ela sentou do lado do Gonzalo e, diferente deles, Rita comia com talheres, as mãos dela nunca tocaram na comida, enquanto Lupe e Gonzalo usavam tortillas no lugar de colheres. Rita tava usando uns shorts curtinhos de algodão azul que mostravam bem mais da metade das coxas dela, não tava de calcinha nem meia, só umas pantufas roxas simples. Por cima, um moletom cinza com capuz cobria ela, com certeza por baixo devia tar o corpo febril que minutos antes se agitava, pensava Gonzalo. Ele não conseguia parar de olhar pra ela, o jeito dela comer chamava a atenção dele, ela só focava na comida e a elegância dela agradava tanto os olhares, principalmente o do Gonzalo, que disfarçadamente olhava pras pernas bem torneadas dela, lembrando do que tinha rolado.

Assim passou aquela manhã mágica pra todo mundo, e de tarde Gonzalo mergulhava de novo nos arrependimentos e frustrações que não paravam de perturbar ele. O consolo dele era lembrar dos gemidos da moça, imaginando que ela pensava nele, e ter dividido o café da manhã com ela. Ele pensava que a felicidade não vinha do sucesso no trabalho ou nos estudos, mas daqueles detalhes que davam e injetavam ânimo nos dias pálidos dele... ele precisava tanto de uma mulher na vida dele, e disso não tinha dúvida. "O que eu posso fazer?", ele se perguntava, "me contentar em olhar e ouvir? Chegar em casa e ver pornô meia noite?". Gonzalo já tinha explorado todo tipo de pornografia, desde o clássico pornô vintage até o tão aclamado hentai, passando por zoofilia e sexo proibido, mas alguma coisa fazia ele se arrepender da vida sempre segundos depois de gozar nos lençóis ou nos rolos de papel que não faltavam na cabeceira dele. Na hora, ele se recriminava e jurava mudar de atitude nas últimas décadas de vida, mas sempre quando acordava no dia seguinte, já tinha esquecido daquelas promessas e palavras que tinha dito pra si mesmo. Mesmo. Porém, ultimamente essa necessidade de mudança pesava mais sobre ele, oprimia ele cada vez mais, não dava mais pra viver daquele jeito, as circunstâncias guiavam a vida dele e não era ele nem a vontade dele que conduzia aquela vida tão cansada.

Na manhã seguinte, Rita injetou de novo aquela emoção no dia e Gonzalo se preparou pra dar um passo na escolha do seu dia, prometeu a si mesmo pelo menos não só obedecer, mas fazer valer a própria vontade e desejos, então as ações dele ficaram mais definidas, sem hesitação, e a personalidade dele naquele dia foi iluminada pela confiança de se governar pelo menos em algumas ocasiões. Manteve uma conversa fluida e relaxada durante a manhã enquanto tomava café com Rita e Lupe, e até se arriscou a olhar descaradamente os pés e as pernas da moça, fez isso sem receio e sem esconder ou disfarçar. Rita devia ter pensado nele na manhã anterior enquanto brincava com o próprio corpo (pensava Gonzalo). Dizia pra si mesmo que se pensasse positivo, a energia dele causaria o efeito desejado e a vibração dele se transmitiria ao sexto sentido da jovem Rita. Tava tão confiante na teoria que até encarava os olhos da moça sem piscar enquanto ela compartilhava alguma experiência, fazendo ela desviar aquele olhar confiante, ele tava se jogando em cima dela e NÃO TINHA NADA A PERDER. Imaginava ela debaixo do chuveiro do banheiro grande, imaginava ele lavando ela com o pau durasso, fazendo ela rir e de vez em quando metendo nela pra agradar ela de novo com carícias e risadas, se visualizava com toda a confiança e segurança do mundo, sabia que podia fazer ela gemer de prazer e tratar ela como quem cuida das flores do lindo jardim dela.

O quinto dia nessas condições chegou na casa, também chovia, embora fosse uma garoa quase imperceptível, mais parecia uma neblina densa que fazia você trombar com as gotículas quase microscópicas suspensas no ar. Rita, como de costume, foi encontrar ele e aquele sorriso que ela oferecia começava um Lenta rigidez no pau de Gonzalo, que pouco fazia pra disfarçar. Cruzaram juntos pelo jardim e, já dentro de casa, foi ele quem ofereceu uma xícara quente de café. Ela recusou. Rita não conseguiu negar e preparou a bebida forte, que acompanharam com biscoitos, enquanto Lupe fazia o café da manhã. A conversa gostosa abriu as portas da confiança de Rita e deu a Gonzalo campo livre. A chuva tinha parado e, de vez em quando, a luz do sol abria caminho entre as nuvens densas. Isso era um bom presságio, ele pensou, e sentiu de novo aquela confiança que precisava passar pra moça.

— Quer ver o que eu faço nas minhas horas vagas? — disse ele, tratando ela de "você".

— Sim, claro, por que não?

— Bom, então vamos tomar café e com prazer te mostro... você vai gostar, tenho certeza.

Gonzalo foi pra cozinha pra ver quanto faltava e, de quebra, ajudar a Lupe a terminar. Os dois voltaram e, dessa vez, tomaram café na sala, trocando sorrisos e experiências. O café da manhã estava uma delícia... Rita passava muita confiança pra eles e, quando terminaram, todos levaram os pratos pra cozinha. Agora, Lupe ia lavar a louça e Gonzalo varrer o jardim, mas só a primeira parte rolou. Saíram pro quintal fresco e uma espécie de insegurança e medo tomou conta de Gonzalo, que disse pra si mesmo: "57 anos e duvidando como um moleque, isso não posso me permitir!" O dia já tinha clareado e, no céu, as nuvens brancas e grossas deslizavam como se fossem esponjas polindo o azul imenso. Uma liberdade nos dois se fez presente. Gonzalo esticou os músculos, Rita fez o mesmo, depois bocejaram e sorriram pela sincronia dos movimentos.

— Vai me mostrar o que você faz quando tá sozinho ou o quê? — disse ela, sorrindo.

— Sim, por que não? — riam os dois.

A casa ficava no meio de um jardim enorme. Os muros altos, cobertos de mato e plantas trepadeiras, davam um toque lindo. Atrás, dois cômodos: um... para os cachorros que jazia submersa quase como um porão e do lado oposto, ou seja, no lado esquerdo, o depósito que guardava os utensílios de manutenção, assim como o gerador de energia que funcionava nos quase raros apagões daquela colônia sofisticada e exclusiva. Isso sem contar a lavanderia e o quarto onde a Lupita dormia.

O depósito era um cômodo grande e retangular que cobria quase todo o lado esquerdo da construção e deixava um pequeno corredor que ligava o pátio principal ou jardim e suas tão queridas árvores frutíferas com a parte dos fundos ou o quarto da empregada. Esse corredor era a primeira entrada do depósito, que por sua vez tinha a porta bem no meio (do dito corredor), então Gonzalo se preparou para abrir o portão na primeira entrada (a entrada estreita para o corredor) e, astutamente, ficou obstruindo a passagem, de modo que quando Rita entrou, seus corpos se roçaram inevitavelmente. O pau, que tão continuamente se estremecia para tal momento, estava um pouco crescido, muito levemente crescido, mas de alguma forma mais rígido do que o normal. A coxa da moça deve ter sentido ao passar, e um leve sorriso meio inoportuno escapou, evidenciando o notório roçar. Rita usava uma deliciosa calça de moletom, dessa vez azul como o céu, os simples chinelos e, por cima, o mesmo moletom folgado com que costumava dormir. Quando ela se adiantou, Gonzalo pôde contemplar aquela bunda tão gostosa, quase gorda, que pulava para as partes secas do chão, evitando que seus chinelos se molhassem demais. Ela o esperava com sua beleza na entrada do depósito, enquanto ele voltava a deslizar a tranca de tubo que tinha o primeiro portão. Ao caminhar em direção a ela, a ereção contida na calça era evidente, e ele, sem disfarce e com toda a intenção, foi de frente para ela enquanto seu coração galopava como dias atrás. Lembrou daquela manhã e a confiança voltou mais forte.

Uma vez dentro, a A escuridão se fez quase total enquanto os olhos se acostumavam, e Gonzalo se apressou a acender a luz. O rosto de Rita parecia corado e ela estava visivelmente nervosa, ria de qualquer coisa sem parar e não parava de ajeitar o cabelo atrás da orelha. O coração de Gonzalo batia forte e sua ereção era totalmente evidente, mesmo ele tentando agir com naturalidade. O depósito estava cheio de mangueiras, tesouras, pás, picaretas, forcados e todo tipo de ferramenta. No fundo, o gerador, grande e empoeirado, e perto de uma janela, uma mesa de madeira firme e grossa, com várias figurinhas de alumínio simetricamente arrumadas: flores, carrinhos, latas de alumínio que serviam de luminárias, borboletas, etc. Rita se aproximou delas. Gonzalo apagou a luz, mas a janela iluminava a mesa por completo. Ela não disse nada, ficou parada com uma figurinha nas mãos.

Gonzalo sentia aquela confusão de novo, que o deixava tonto e tremendo, porque tinha o corpo da moça bem na frente dele, quase consumindo seus planos. Ela não virava para olhá-lo e parecia bem entretida com as figurinhas. O cheiro de mofo era forte, e algumas gotas das árvores ainda caíam pesadas sobre a chapa daquele depósito amplo e úmido. Através da janela, a luz do sol banhava quase por completo o corpo gostoso dela... Teve uns segundos de dúvida em Gonzalo, mas aquela visão gostosa com certeza nunca mais se repetiria, então ele se aproximou, quase ofegante.

— Gostou?...
— São muito bonitas, você deve passar horas fazendo elas.
— É, faço com muito cuidado...

O silêncio era interrompido só por algumas gotas na chapa. A moça colocou cada figurinha de volta no lugar, como tinha encontrado, e apoiou uma mão na outra naquela mesa pesada e maciça, para olhar em silêncio pela janela. O roçar dos corpos era quase inevitável (ele atrás dela), e Gonzalo pensou naquele instante de sorte e se queria governar a própria vida. Essa era uma prova em que ele demonstraria seu verdadeiro valor e responsabilidade sobre seus atos. Ele cruzaria aquela linha imaginária que o atormentava há tantas décadas? Ou daria o tão costumeiro "passo pra trás", evitando "conflitos" pra voltar junto com ela pros seus respectivos trabalhos do dia a dia? A única coisa que Gonzalo lembra é que disse, lá do fundo dos pensamentos: "É agora ou NUNCA".

— Pode escolher a figurinha que mais gostar... é sua... (a voz cortada, quase cuspida da garganta, controlando a gagueira)

Enquanto soltava aquelas palavras que pareciam tão complicadas, as mãos trêmulas e desajeitadas levantavam a moletom folgada de Rita, só pra segurar ela pela cintura. (Ela ficou parada e em silêncio.) Ele sentia o calor do corpo dela, e aquele limite da calça de moletom que deixava uma pele macia pronta pra ser percorrida. (Não tinha volta.) As mãos subiram devagar, fazendo o corpo delicado da moça estremecer, e os bicos dos peitos dela começaram a endurecer. Subiam e desciam aquelas mãos grossas e meio ásperas, que os anos trazem, mas faziam com tanta sutileza que conseguiram mexer com a jovem. Ela não conseguia se negar àquelas carícias, e o nervosismo dela era evidente. Aquelas mãos percorriam as costas todas dela (porque a moletom permitia sem descobrir o corpo inteiro) e a barriga lisinha, desenhando círculos com as pontas dos dedos ao redor do umbigo pequeno. Depois de uns minutos deliciosos, as mãos subiram pras tetas médias de Rita, amassando elas com um tesão incrível. Os lábios de Gonzalo estavam secos, ele não parava de ofegar ao sentir aqueles bicos já bem duros entre os dedos. Subia pros ombros e descia pras axilas, até percorria os braços finos dela por baixo da roupa. Não podia desperdiçar nem um milímetro daquela pele gostosa. Que umbigo doce e que peitos deliciosos... Com os dedos indicadores, ele fez os bicos dos peitos pularem, balançando eles ao mesmo tempo, mexendo pra cima e pra baixo. Rapidamente, os suspiros já eram mútuos. Sem dizer uma palavra, o corpo de Rita já estava completamente ereto, colado no de Gonzalo, e ela só apoiava os dedos na mesa.

O dia ficava nublado de novo. Ninguém imaginava o que rolava no grande depósito dos Ordoñez. Lupe olhava e ria tranquilamente na frente da TV, enquanto esperava a comida cozinhar. Enquanto isso...

Aquele pau maduro, que parecia o de um adolescente febril, já não aguentava mais ficar dentro da calça. Começava até a doer um pouco. Uns 2 ou 3 fios grossos de pelo pubiano presos incomodavam. Então, sem parar de acariciar a pele doce, ele habilmente afrouxou e soltou o cinto da pressão. O botão de metal duro, junto com o zíper tenso da calça, cederam aos dedos apressados de Gonzalo. A calça caiu com um barulhão que mal foi percebido pela mente distraída de Rita, porque o peso da fivela e as mais de 10 chaves nos bolsos bateram no chão. Finalmente, aquele pedaço quente de carne pulou livre, com uma gota grossa de porra escorrendo.

Gonzalo deu um pequeno passo para trás e começou a bater aquela rola grossa, cheia de veias que sempre foram a marca registrada dele. Tremendo, ele lubrificava a cabeça com o próprio fluxo abundante, enquanto Rita, muda e ofegante, arrumava o cabelo. Uma mão amassava a bunda dela e a outra sacudia o pedaço de pau. Ele se aproximou para esfregar suavemente contra aquelas nádegas adoráveis, enquanto as mãos subiam e desciam pela pele da barriga lisa. Ele se deliciava com o umbigo dela enquanto apertava a rola contra ela. Aquele pobre jardineiro não podia ter mais sorte e não ia desperdiçar aquela manhã com hesitações. Ele ia foder Rita em cima de qualquer coisa. Pensava em tudo que a vida podia ter dado se ele TIVESSE hesitado menos. Aquela rola dura pedia aos berros o calor intenso da buceta da moça. Ele limpava o fluxo no tecido que cobria a... nalgas gostosas enquanto batia nelas, afundando a cabeça grossa em cada nadegada, depois ficava ofegante reparando nas manchas do próprio pré-gozo no moletom da moça, umas manchas maiores que outras, alguns "fios" que denunciavam o movimento da pica sobre a bunda dela. Não aguentava mais aquela situação e, mesmo tentando prolongar o máximo possível o momento, a vontade de possuí-la foi maior. Deu um puxão brusco pra baixo no moletom, o desespero estava tomando conta de Gonzalo, não dava mais, precisava comer ela o quanto antes, no entanto, quando viu a bunda nua, se acalmou e paralisou, (estava hipnotizado) era branca e gorda, mal o moletom com que Rita dormia tinha descoberto a metade dela, a risca preta contrastava e ele queria morrer de tesão, o resto foi descobrindo devagar, enrolando a pijama, só descobriu a bunda, o moletom cobria do pescoço até a cintura e as pernas ainda seguravam a calça que não tinha caído no chão...

- aaahhh... mas que bundinha bonita você tem... aaaahhhh... (lambia os lábios a todo instante) é branquinha... (falava mais com tesão quase senil do que com ternura, como se falasse sozinho)... deixa eu tocar...

Chupou dois dedos e deslizou devagar sobre a bunda branca, estava hipnotizado e ausente, já não era o Gonzalo normal, parecia que uma personalidade muito especial tinha tomado conta dele, o sorriso fixo e um olhar alegre que não conseguia desgrudar da bunda de Rita. Já gemia sem pudor e o sexto sentido de Rita captava tudo completamente, fazendo-a ofegar enquanto os dedos percorriam por trás, ela mordia os lábios e acariciava o pescoço descendo até os peitos... estava muito arrepiada com as carícias do jardineiro. Um novo impulso fez Gonzalo começar a lamber desesperadamente aquela bunda macia, (de cócoras) a língua percorria as nadegadas, de um lado pro outro entre ofegos que teriam fez qualquer um acreditar que fossem gemidos de dor em vez de prazer, se pudessem ouvi-los, lamber e lamber fazendo com que as bochechas de Rita ficassem ainda mais vermelhas, que já começava a gemer naquele ponto, a tal ponto que seu fluxo já havia lubrificado até seus lábios externos (vaginais), foi então que ela se levantou para esfregar novamente o pau, mas agora diretamente na pele, manchando-a igualmente com o esperma grosso.

Um momento de calma fez Gonzalo contemplar a situação e um olhar ao redor, assim como um suspiro bem profundo, fez com que ele regulasse sua respiração e suas emoções, mas não as de Rita, que parecia consumida pela ansiedade. A luz do sol já tinha avançado pela janela e tudo parecia calmo, quantas manhãs ele esteve sozinho pensando e imaginando cenas proibidas, quantas vezes filosofava sobre sua vida e uma vontade de sair para atacar a vida lhe vinha, agora tudo parecia como uma manhã mais comum: as vassouras no mesmo lugar, suas escovas, suas malas velhas no chão, aquelas mangueiras com as quais regava as plantas, etc... todas essas coisas cotidianas e familiares agora tinham outro sentido, ele tinha outra percepção delas, pois algo não se encaixava naquela atmosfera tão rotineira, algo invadia o significado e o sentido de tudo aquilo com que já estava familiarizado; claro que Rita e suas nádegas nuas, manchadas e úmidas, ele queria prolongar eternamente aquela sensação, queria ela para sempre assim, aproveitou aquilo como quem aproveita olhar um presente embrulhado, antes de brincar com ele, assim Gonzalo olhava aquelas nádegas, assim aproveitava aquele silêncio e aquele momento, aquela imagem ao seu redor.

Foi então que ele se animou a separar lentamente as nádegas... ufff... a imagem o estremeceu, o cu de Rita... que cu mais lindo!!!... era pequeno e alongado, separou com mais pressão e não conseguiu conter a vontade de chupá-lo, inclinou-se para lamber tentando introduzir seu língua, mas era muito estreito. Os sons e sensações que tal ação produzia faziam Rita revirar os olhos, eles curtiam pra caralho. Ela ficou lambendo por pelo menos uns dois minutos, e os dedos de Gonzalo já estavam marcados nas nádegas brancas da moça por causa da pressão de separá-las. Quando saciou a fome de comer aquele lugar estreito e duro, colocou a ponta grossa do pau bem na entrada da buceta, bateu umas duas vezes que fizeram Rita pular, que tava super sensível ao toque. Deixou cair uma boa quantidade de cuspe no cu, que por sua vez escorreu pela buceta e terminou de lubrificar o pau, percorrendo ele todo. Dois dos dedos dele fizeram pressão na cabeça, e ela desapareceu deliciosamente entre as dobras da jovem, que só conseguiu prender a respiração.

O arrogante pai de Rita, no escritório dele, jamais teria imaginado o que tava rolando enquanto curtia o café que a secretária preparava toda manhã. Teria mandado matar o jardineiro na mesma hora, mas tava longe de poder fazer algo a respeito. A esposa dele, mãe da garota ofegante, também não podia imaginar algo parecido, que curiosamente conversava sobre sexo com os subordinados junto com a Esmeralda (sócia dela nos negócios da construtora que tocavam). A residência Ordoñez, tranquila e em aparente calma, regada pela chuva matinal daquele agosto, parecia mais acolhedora que de costume.

- sssss..... aahhhh.... sssss..... aahhh (já tavam fodendo a doce Rita, aquela exclamação contínua e repetitiva do Gonzalo, como alguém que tivesse mordido uma pimenta fresca ardida)

- aayhh..... aayhh..... aayhh..... aayhh..... (se alguém tivesse espiado pela janela do depósito naquele momento, teria visto Rita vermelha como um tomate e com as sobrancelhas franzidas, agitada sem parar pelo vai e vem) ..... aayhh.... aayhh..... aayhh..... aayhh..... (até gemia com ordem e ritmo).

Tinha conseguido O objetivo dele (ou os dois tinham conseguido o objetivo) estava comendo ela por completo, afundava totalmente nas dobras dela, nas entranhas dela, e ela gemia gostoso pra caralho. Gonzalo sentia que ela era muito funda, lembrava que a ex-mulher dele reclamava em certas posições, dizendo que "entrava demais", mas a moça se sentia profunda, ele tava fodendo ela mais que prazerosamente, entrando demais e só percebia que ela tava curtindo. Às vezes ele entrava por completo pra ficar parado ali e bombar (contrair forte pra fazer o pau pulsar dentro, bem no fundo). Ele controlava a respiração como uma vez leu numa revista barata, aqueles conselhos pra satisfazer a parceira, media a intensidade do corpo dele de 1 a 10 e tava no 2 (lembrou daquela sexóloga na TV), pensava numa linha reta, numa estrada sem fim que ele percorria numa velocidade constante, porque sabia que se pensasse no que a moça representava, o orgasmo viria na hora. Por outro lado, Rita fantasiava abertamente e adorava virar os olhos, imaginava a cena e isso deixava ela louca, não parava de gemer e arrumar o cabelo sempre que podia, sabia que isso era super sensual. Do mesmo jeito, quando Gonzalo entrava por completo pra bombar intimamente nela, ela contraía com força total a buceta, agradecendo e agradando ele ao mesmo tempo.

— Cê gosta de como eu te fodo, né?.... Tá curtindo?..... (todo homem se preocupa em confirmar se tá fazendo direito)
— Sim, eu gosto... (a voz era ofegante e ofegante).... muito
— Ou prefere que eu faça assim?.... (tinha aumentado a velocidade)..... não tá gostando, né?.... (um tapa na bunda ecoou nos ouvidos de Rita)... acho que cê não gosta de como eu faço.... (ele bem sabia que ela tava curtindo, mas brincava safadamente com esse sarcasmo e deu um segundo tapa, mais forte, depois de lamber os dedos)..... não parece que cê tá curtindo... vou meter mais fundo ainda... (ele enfiou) completo e bombava o mais rápido que podia)....assim você gosta????
- aiiii sim... muito, não tá na cara que eu gosto, Gonzalo????.... (a voz doce dela parecia um lamento de prazer)

Gonzalo sentia as bochechas muito quentes e se deliciava olhando o vai e vem do cabelo preto da Rita, curtindo a apertadinha dela e os gemidos, mas uma nova ansiedade fez ele levantá-la (lembrando que ela ainda tava apoiada na mesa) contra ele, abraçando ela e tentando não perder a foda, o pau quase saía da buceta, só a cabeça tava presa machucando gostoso a moça, porque Gonzalo apertava ela contra o corpo, segurava um peito dela por baixo da blusa de moletom e com a outra mão apertava a barriga dela, os dois estavam de pé e a Rita não tinha apoio, então quase perdia a foda, mas Gonzalo brusca e apressadamente, meio incomodado com a calça nos pés, recostou ela na parede perto de umas prateleiras empoeiradas, assim ficou com as mãos livres antes de perder a foda mágica que os dois tavam curtindo tanto, já livre desabotoou a camisa toda e tirou, ficando só na camiseta branca de alcinha, levantando e sem parar de meter na garota tirou o moletom agora incômodo que deixou o cabelo da Rita todo bagunçado, não deu pra arrumar antes do jardineiro segurar bem eles, metia mais fundo e melhor assim, sem tanta roupa atrapalhando, o torso nu da Rita excitou muito o jardineiro que não parava de beijar os ombros dela e lamber os braços, beijava as costas finas tudo que a posição permitia, achava que tinha o vigor e a força de um cavalo e a mente dele representava isso perfeitamente, imaginava um cavalo solene, vigoroso e jovem, enquanto o balanço do quadril dele pressionava as lindas nádegas brancas, a penetração não era completa e profunda, mas a foda era muito tensa, era como se fizesse alavanca porque o pau pela posição precisava sair livre pra frente...

- quer que eu tire ele, meu bem? Amor?... (Aquelas palavras ecoaram por todo o ser de Gonzalo, e uma tontura percorreu seu corpo inteiro, ele ousou chamá-la de "meu amor")

— Não, meu amor, não quero que você tire, tá doendo, gostosa... (Ao ouvir essas palavras de Rita, Gonzalo pensou pela primeira vez em gozar)

— Como é dura, e como é dura sua buceta, amor... (sussurrava no ouvido dela enquanto lambia sua orelha)... aaaahhh... (os dedos dele acariciavam os dois órgãos tensos e lubrificados, lia como em braile aquela deliciosa e rígida boceta)

— Te amo... (O tesão de Rita a fazia dizer loucuras tão prazerosas para seu jardineiro)

Gonzalo parecia um cachorro no cio, pois se grudava no corpo da patroa pra tentar penetrar até o colo do útero que não encontrava, a cada vez pensava menos na estrada que o mantinha calmo e longe de gozar, e não conseguia controlar a mente, pois lembrava daquela manhã em que pela primeira vez a linda Rita abriu a porta pra ele, isso fazia com que ele buscasse entrar mais e melhor, lembrava daquele corredor silencioso e da silhueta recortada entre os lençóis daquele pé fino e delicado enquanto agora suas mãos percorriam livre e clandestinamente as coxas brancas da moça, já não conseguia mais imaginar aquele cavalo jovem, preto, fogoso e tranquilo, agora imaginava o sorriso de Rita, lembrava da bunda dela caminhando na frente dele antes de entrar no depósito, lembrava do seu líquido pré-ejaculatório nas nádegas e imaginava seus pais tão longe trabalhando e seu irmão na Europa, pensava na Lupita e na casa em aparente calma depois da chuva e de repente os gemidos e a tensão da buceta dela, causando estragos na sua glande, provocaram aquelas cócegas internas que antecedem a ejaculação, então torcendo o rosto e prendendo a respiração parou de foder e Rita num movimento pra frente fez com que o pau se soltasse rapidamente pra frente, sacudindo intensamente ao sair aquele clitóris avermelhado e duro, quase obsceno da patroa quem, dando um pequeno pulinho trêmulo, soltou um seco "ai!!!"... pra voltar a buscar automaticamente, com movimentos involuntários, aquela rola, tentando fazer com que ela entrasse de novo e assim fazê-la se sentir tão mulher como nunca.

- Que foi?... (disse ela, ofegante)
- Nada não, meu amor... só que quero chupar sua buceta... vem cá...
- Mmmmmmmmmmmmmmmmmhhhhh... sim, amor, como você me deixa com tesão...

Tiraram as roupas que ainda tinham e que não serviam, ficando Gonzalo só com a regata e as botas pretas de cadarço solto, enquanto Rita estava completamente nua, só suas pulseiras e uns brincos de ouro pequenos a enfeitavam. Estenderam o moletom sobre a mesa depois de colocar as figurinhas numa prateleira, e a moça subiu sem a ajuda do jardineiro, que depois a deitou com todo cuidado, como se fosse algo muito delicado. Ele pegou um banco velho e começou a esfregar os pés brancos desnudos, sem maquiagem, frescos e juvenis; beijava ternamente os tornozelos e o peito do pé, sob o olhar da jovem sorridente que suspirava sem parar. Os peitos eram incrivelmente lindos, pequenos mas lindos, e seu cabelo preto contrastava deliciosamente naquele corpo branco. A buceta completamente depilada e agora vermelha brilhava entre os sucos. Gonzalo mal deslizava suavemente a língua molhada do dedo ao tornozelo, uma e outra vez, brincava com seu pau mole agora entre os dedos enquanto a garota olhava incrédula a homenagem que o jardineiro prestava ao seu corpo lindo. Logo subiu entre beijos, percorrendo com a língua e ousando deixar algumas marcas pelas sugadas da boca naquela pele branca (chupões), pois à menor pressão ela avermelhava deliciosamente. Quando sua boca chegou finalmente, e depois de tantas paradas doces nas pernas, cobriu de beijos aquele púbis molhado, lambeu como se fosse um pirulito, a língua subia e descia procurando o cu que não conseguia alcançar, mas que Rita facilitou. Levantando as duas pernas e abrindo bem largo, deixando a cabeça cair por causa da sensação da língua do jardineiro, que fazia círculos naquele cuzinho pequeno. A parte mais íntima que até então Rita mantinha inexplorada por qualquer outra pessoa estava sendo lambida com rapidez, em círculos, tentando introduzir (tava claro que Gonzalo era viciado em pornografia e, por isso, seus movimentos e técnicas eram muito parecidos com os que a gente vê no pornô). Rita voltava a gemer enquanto o jardineiro lambia igual sorvete, desde o cu até o grande clitóris que balançava na ponta da língua dele. Mais de dez vezes ele enfiou e mexeu aquela língua habilidosa dentro daquela bucetinha tenra e ardente, e enquanto fazia isso, o pau de Gonzalo recuperou a rigidez na hora, porque o sabor e o jeito que a língua dele escorregava naqueles lábios grossos, assim como aquele cu duro que impedia qualquer entrada, provocaram aquela necessidade de possuí-la, e por isso o pau respondia na mesma hora.

Ele se levantou e, na frente daquele rosto lindo e vermelho como tomate, com as pernas abertas, aqueles lábios inchados e aquele olhar que o embriagava, deixou cair uma boa quantidade de saliva na buceta macia. Com o pau, espalhou ela pelo púbis e lábios. Logo entrou aquela cabeça grossa e os nervos dos dois se tensionaram de novo. Algo nos rostos deles mudou, eles se olharam nos olhos pela primeira vez durante o coito. Ele enfiou devagar, suave, aproveitando cada milímetro de olhos fechados. O pau grande entrava e saía por completo, ele enfiava devagar e via ele sumir naquela buceta quente, saía brilhando, e a temperatura lá dentro, assim como o aperto, provocavam no jardineiro uma vontade irresistível de foder ela forte igual um cachorro desesperado, sem se importar com o prazer da mulher. Mas ele se distraiu lambendo a sola do pé da moça, chupava completamente o dedão lindo e depois um por um enquanto fodía o corpo inteiro da dama, que por sua vez gemia suavemente. Acariciando a barriga dela e de vez em quando acariciando a buceta, Gonzalo não parava, às vezes enquanto a fodia também lambia e mordia sutilmente aquele lindo pé. Foi então que conseguiu sentir na ponta do pau o colo do útero da moça, finalmente tinha conseguido entrar até o fundo dela e um leve gesto de dor se desenhou em Rita, pois ela franziu a testa entre os gemidos. A vontade de gozar dentro dela aumentou, então ele se preparou para realizar essa experiência deliciosa, já não podia mais adiar, chegar ao fundo da moça o estremeceu e ele tirou o pau completamente da buceta, depois sacudiu rapidamente, exalava com força, voltava a controlar a respiração enquanto sacudia o pau sobre a buceta, batendo no clitóris, fazendo a linda moça pular. Era o momento de se presentear com um grande momento de felicidade, o pau dele estava pronto e a moça Rita também, ele esperava alcançar naquele último galope o orgasmo da garota. Lambeu mais um par de vezes e mordeu com mais intensidade o pé macio de Rita enquanto se introduzia completamente nela, de alguma forma avisava que ia galopar pela última vez dentro dela até gozar, como se ela entendesse, contraiu a buceta com força e começou firme e lento o galope, ou seja, começou a meter com força até o colo do útero, causando aquela leve dor ao se sentir completamente penetrada até o fundo, onde só uma vez entrou algum brinquedo e ela não tinha gostado da sensação, mas agora era completamente diferente.

- aaahhh...sssss...aahhh...sssss...aahhh.....sssss.....aahhh.....sssss.....(metia com força, sentindo o choque contra o colo do útero, mal perceptível)

- aaayyyyy...aaayyyyyyyyyyyy.........aaaaaaaaaaaaaaaa......mmmmmmmmmmmmmmm...que gostoso......... morde meu pé.....mmmmmmmmmmmmmmmm........ que gostoso você me fode.........maaaaaaaassss me enche toda assim, né ???????? assim sim me enche toda, já percebeu ????????........ mmmmmmmmmmmm siiiiiiiii .... ayyyyyyy.......te amooooooooohhhhhhhhhhhhhhh !!!!!!!!!!!!
- você tem bem apertadinho e fundo meu amor...... eu também te amooooooooohhhhhhhhh!!!!!!!!



Gonzalo não ia mais se segurar, tava decidido a engravidar ela se precisasse, num minuto se imaginou com um filho dela, visualizou ela de barrigão e se imaginou dando banho nela, e com mais força metia até o fundo, às vezes o colo do útero aparecia mais e a careta de dor nela aumentava, quando mordeu bem no arco que se formava nela, tão gostoso, ouviu ela dizer....



- tô gozandooooooo, não para que tô gozandooooooo............. (mordeu mais forte na hora e lambeu o pé inteiro)............mmmmmmmgggggggg (o corpo dela dobrou pra frente e a barriga dela tremia)....... te amoooogggggggggg......... (tinha perdido toda a elegância e compostura)

- goza o quanto quiser amor, meu pau é seu.......aaahhhhhhhhhhhhhh,.............. sente ele duro ainda né ?????????......mmmmmmmmmmmmmmmmmm



Naquele momento Gonzalo visualizou perfeitamente na mente a imagem de um cavalo preto e fogoso, corpulento a todo galope, visualizou enquanto olhava o rosto descomposto da Rita, com a boca seca e fria, visualizou ela com aquela cara galopando a toda velocidade, o cavalo ofegante, bufando e carregando a linda moça, então uma pressão intensa começou a se concentrar embaixo da barriga dele, naquele instante o cavalo galopou ferozmente, numa floresta densa, (era isso que Gonzalo visualizava naquele momento) e o orgasmo já era inevitável, o pau entrava mas não queria sair, entrava até o fundo e mal saía pela metade, brilhante naquela buceta que escorria o fluxo da Rita, entre aquela ejaculação feminina não tão grossa que saía dos lábios dela, a energia do orgasmo já era insuportável pra Gonzalo e se concentrava na base do pau dele, percorria até a ponta e de repente houve um momento de quietude onde o jardineiro parou de respirar, se sentiu vulnerável, confuso, desprotegido, ausente, era exatamente aquele instante, bem na hora de gozar, viu o rosto da jovem acompanhante e fechou os olhos para explodir dentro dela (na mente dele, o cavalo fogoso saía das sombras altas da floresta em direção a uma planície aberta de céu azul, montado por Rita, que galopava com força) e, a cada pulada dela no lombo do animal, seu pau expelia uma abundante jorrada de esperma quente nas entranhas tenras da sua amante, brotando sobre o colo do útero, inundando-lhe a buceta, uma jorrada atrás da outra. Rita sentia, imaginava aquele caldo quente inundando sua intimidade ainda com o pau duro dentro dela, de onde brotavam mais e mais jorros, enquanto os dedos do jardineiro se cravavam na coxa dela e ele mordia aquele arco do pé jovem. Tinha sido o melhor orgasmo da vida deles dois, e a visão que Gonzalo teve ficaria gravada para sempre na memória dele. Os corpos, cada vez menos ofegantes, foram se separando aos poucos, e da buceta de Rita escorria um sêmen cheiroso que não lhe causava o menor nojo, muito pelo contrário. Limparam-se com as próprias roupas, sem se importar, e Rita saiu primeiro daquele lugar depois de dar um abraço forte e demorado nele e dizer: "Depois a gente conversa."

Ela saiu sem fechar a porta, e Gonzalo a ouviu percorrer depressa o corredor em direção ao jardim, com a sombra dela se refletindo no trajeto, enquanto ele jazia semidespido numa cadeira baixa, com o pinto pendurado cuspindo as últimas gotas de sêmen, refletindo sobre a estranha visão do fogoso cavalo preto.

Obrigado por ler e espero ter tocado aquelas fibras invisíveis (em especial das mulheres, sem desmerecer as dos cavalheiros). Agradecerei imensamente seus comentários e tomara que me presenteiem com sua experiência sobre o relato.

7 comentários - Os gritos

Muy buen relato, habra continuacion??
gracias por comentar
no, no hay continuacion
Toni-9
Wow muchas gracias por compartir tan bue material, excelente relato
muy caliente, pero sin duda la magia la hace la narrativa 👍
van +10 y besos 😘
jeje gracias por el comentario!!!!