Bom, pra vocês continuarem conhecendo mais de mim... Um dos meus hobbies favoritos é escrever contos eróticos. Nunca mostrei pra mais ninguém ler, mas agora criei coragem. Me digam o que acharam... Enquanto isso, deixo esse aqui:
Toquei a campainha e ouvi uns passos se aproximando pra abrir a porta do apartamento. Lá estava ela, com uma camiseta preta de alcinha e uma calça de pijama branca florida: Isabel, a prima da minha namorada. Tinha 29 anos, 1,70m, era magra e muito gostosa de rosto, com uns olhos verdes claros de matar e um sorriso que derretia qualquer um na boca dela. Ela veio até mim, me deu dois beijos nas bochechas e me convidou pra entrar. Quando fechou a porta, eu notei aquela bunda redonda e maravilhosa marcada no pijama, dava pra ver até a calcinha fio dental por baixo. Assim começa a noite mais excitante da minha vida, e vou contar pra vocês.
Tava em Madrid há três semanas fazendo um curso intenso do trabalho, umas 12 ou 13 horas por dia, dividindo apartamento com mais 4 colegas. Tava muito sobrecarregado, então resolvi aceitar o convite da prima da minha mina pra jantar na casa dela, já que ela morava em Madrid e eu podia comer uma comida decente. Minha namorada e ela tinham combinado que ela cuidaria de mim se eu precisasse de algo durante o curso, mas até aquela noite a gente não tinha conseguido se encontrar.
Isabel também tinha namorado, o Pier, um francês que morava em Paris, e eles se viam dois fins de semana por mês. Conheci os dois num casamento da família uns meses atrás e, sinceramente, achei eles um casal muito gente boa. Claro que não vou negar que reparei que ela era uma mulher muito gostosa, chamava atenção mesmo, e vi como muitos convidados do casamento naquele dia devoravam ela com o olhar.
Entrei na sala e o computador dela tava aberto, com o Pier conectado por videochamada. Cumprimentei ele educadamente em inglês e a gente conversou enquanto Isabel terminava de preparar o jantar. No fim, a gente se despediu e ela... Se despediu dele e fechou o computador.
Ajudei ela a arrumar a mesa e a tirar a comida. Ela tinha feito salmão ao forno, uma das minhas comidas favoritas. Ela me disse que meu parceiro tinha comentado sobre isso e por isso ela preparou. Peguei o vinho que tinha trazido e começamos a comer e conversar tranquilamente. Sabia que não ia rolar nada entre nós, era impossível — eu era o namorado da prima dela e, digamos, não achava que era o tipo de homem dela. Além disso, jamais me passaria pela cabeça, por mais atraído que estivesse, insinuar qualquer coisa.
O jantar foi maravilhoso, entre risadas e vinho. Percebi que já era tarde e, se ficasse mais, teria que ir de táxi e não de metrô, porque ia fechar. Mas como estava tão à vontade, não falei nada. Para uma vez que podia ficar a sós com aquela mulher, queria aproveitar, mesmo que fosse só pela companhia. E assim também dava uma desligada daquele curso tão estressante que estava fazendo.
Fomos para o sofá e Isabel me surpreendeu abrindo outra garrafa de vinho. Era sábado e no domingo ela não trabalhava, então pensei que também estava à vontade e não falei nada. Pelo contrário, curti aquela garrafa de vinho também. Durante a conversa no sofá, veio à tona que no casamento os homens olhavam pra ela. Deixei escapar, insinuando que ela era uma mulher gostosa, e ela me confessou que no trabalho teve que parar mais de um que queria algo com ela. Pequenas confidências que fizemos sobre tentações e sobre ceder a elas, mas tudo bem leve, embora me desse muito tesão falar dessas coisas com ela. Ela estava linda assim do meu lado no sofá, com a taça de vinho na mão, o cabelo longo e moreno caindo de um lado do rosto e aqueles olhos maravilhosos me olhando.
A segunda garrafa de vinho fez efeito e Isabel olhou o relógio.
— Poxa — disse ela com cara de preocupada — parece que você perdeu o metrô faz tempo.
— Sem problema, vou de táxi e pronto, não tem erro, não se preocupa, Isabel — falei eu, virando de uma vez o que restava de vinho na minha taça.
— Mas pra que gastar à toa? Dinheiro, Alex. Fica pra dormir aqui no sofá se quiser, e amanhã a gente toma café junto e eu te acompanho até o metrô, ou a gente passa o domingo juntos, já que você não tem mais nada pra fazer, né? — perguntou ela.
A verdade é que não, domingo a gente tem folga, então dava pra aproveitar o dia por Madri — falei eu, meio nervoso com a ideia de dormir no sofá, mas feliz por poder continuar curtindo a companhia daquela mulher por mais um dia.
Então tá resolvido — disse Isabel, levantando e indo pro quarto dela. Era um apartamento de um quarto pequeno numa área central de Madri, então sobrou o sofá pra mim, que era meio pequeno, mas valia a pena o desconforto de uma noite pra aproveitar ela no dia seguinte.
Toma — disse ela, me oferecendo um travesseiro e um cobertor — acho que assim tá bom, porque hoje tá calor e não acho que você vai passar frio. Espero que não seja muito desconfortável pra você, Alex.
Não, fica tranquila, tá perfeito. Boa noite, Isabel — falei, dando dois beijos nela que passaram perigosamente perto dos lábios suculentos dela.
Boa noite, Alex — disse Isabel, fechando a porta do quarto atrás de si.
Como vocês devem imaginar, eu me deitei no sofá, mas não consegui dormir. Minha cabeça tava a mil, pensando nela deitada lá na cama, do outro lado da porta. Tava ficando dura pra caralho, e eu tava me tocando por cima da cueca quando, de repente... a porta do quarto da Isabel se abriu.
Alex... — ouvi ela sussurrar.
Fala, Isabel — respondi.
Acho que aí você tá desconfortável, e a gente já é adulta. É melhor você vir pra cama e descansar direito, já que o curso tá te esgotando, e se você não dormir bem, vou me sentir culpada — disse ela com uma voz tímida e baixinha, como se tivesse vergonha de falar.
Mas tem certeza, Isabel? Não quero te atrapalhar — falei meio gaguejando.
Não, fica tranquilo, vem. Mas não conta pra minha prima nem pro meu namorado, senão eles vão pensar mal, hahaha — disse ela, meio rindo.
Hahaha, tá bom, não se preocupa, vai ser nosso segredo. Eu disse, ainda sem acreditar que ia dormir do lado daquela mulher... Bom, dormir era modo de dizer, sabia que não ia pregar olho tendo ela do meu lado.
Entrei na cama enquanto a Isabel foi ao banheiro, e lá estava eu de cueca boxer e camiseta, esperando que a prima gostosa da minha mina entrasse na cama comigo. Era surreal... e eu tava com um pau duro de três palmos. A Isabel apareceu na porta, tava linda, sentou na beira da cama e, pra minha surpresa, tirou a calça rapidinho e se meteu na cama. Consegui vislumbrar uma fio dental preta que me fez suar...
Apagou a luz e ficamos os dois de frente um pro outro na cama.
— Acho que o vinho me fez efeito, Alex, tô com um calor — disse a Isabel —, não sei se vou dormir muito — falou se espreguiçando e, de repente, num movimento, mudou de posição, virou de costas pra mim, mas notei que ficou colada no meu corpo... muito colada, a bunda dela encostou no meu pau duro e ela, ao sentir, não mexeu, não se afastou... ficou parada assim.
Não sabia o que fazer, mas ao sentir aquela bunda colada em mim e ver que ela não se afastava, pelo contrário, até notei que apertava levemente mais contra mim, com a mão decidi arriscar e agarrei ela na cintura. A camiseta tinha subido um pouco e senti a pele macia dela na minha mão, era quente e eu tava a mil... Imaginem.
— Isabel, pra falar a verdade, não me admira que tentem te seduzir no teu trabalho. Se continuar com essa bunda assim colada em mim, acho que vou esquecer que você é a prima da minha mina — falei arriscando e acariciando de leve a barriga dela na altura do umbigo.
— É... a verdade, Alex, que minha bunda, pelo que dizem, levanta paixões. Eu acho ela bem normal, mas todo mundo fala que enlouquece os caras quando me veem andando — disse ela que, pra minha surpresa, não se afastou, mas esfregou a bunda um pouco mais em mim.
— A verdade é que você tem ela muito gostosa, a fio dental te cai superbem — falei, descendo a mão até a bunda dela, agarrando e acariciando bem devagar.
— Valeu, você é... Um elogio, hehe, mas não é pra tanto — disse ela meio rindo — embora muitos dariam tudo pra poder tocar igual você tá fazendo agora — murmurou baixinho.
Mmmmm... — falei eu — enquanto segurava com mais força, sem medo, e começava a acariciar bem gostoso — a verdade é que é uma maravilha de raba... — sussurrei no ouvido dela enquanto começava a beijar o pescoço dela por trás.
Mmmmmmmm... gosto das suas mãos, você sabe pegar bem — disse Isabel com uma voz bem quente.
A loucura começou e eu me deixei levar. Tirei a calcinha dela e comecei a masturbar ela gostoso com meus dedos na buceta dela, toda melada, enquanto ela gemia e se revirava mais pra mim, enquanto eu continuava brincando com meus dedos. Num momento, ela se virou e eu beijei a boca dela, nossas línguas se enroscaram apaixonadamente. Não acreditava que tava acontecendo, é uma daquelas fantasias loucas que você tem e acha que nunca vão rolar, mas ali estávamos, quentes e nos tocando.
Arranquei a calcinha dela e desci lambendo a cintura fina e maravilhosa até chegar nas coxas, abri com minhas mãos e comecei a lamber a buceta dela com lambidas grandes enquanto continuava masturbando ela com a mão. Ela abriu as pernas e apertou minha cabeça contra a boceta dela entre gemidos mais que altos. Aí acendeu a luz do criado-mudo e, enquanto eu lambia aquela ppk gostosa e suculenta, pude olhar e ver o rostinho maravilhoso dela se contorcendo em caretas e expressões de prazer. Vi como ela me olhava com aqueles olhos verdes incríveis, o que fez minha língua acelerar dentro da buceta dela. Ela abriu as pernas, segurando elas com as mãos — vocês não imaginam a cena de ter ela assim, bem aberta pra mim.
Me fode... quero ele dentro já... já... enfia... — ela gemia entre palavras cortadas.
Tirei meu pau da cueca e comecei a bater na bucetinha dela com ele, a roçar e enfiar só a ponta... Só a ponta... Ela continuava de pernas abertas, segurando elas com as mãos e me olhando cheia de safadeza. Era impressionante ter ela assim...
Você quer Pau? Eh, me diz... você quer pau? — eu falava enquanto batia com ele no clitóris dela.
Siiiiiiiiiiii... siiiiiiii, por favor, enfia em mim... quero ele dentro... me dá — ela dizia toda excitada.
De um empurrão, fui enfiando tudo até as bolas... Comecei o vai e vem devagar enquanto ela gemia, a buceta dela era maravilhosa, apertada e suculenta, meu pau gordinho entrava nela como uma luva. Minhas bolas batiam nela e dava pra ouvir o som no meio dos nossos gemidos. Ela agarrou minha bunda e empurrava mais e mais... pra eu meter fundo. Ficamos assim por um bom tempo, mas eu queria mudar, então levantei ela da cama no colo e empurrei contra a parede, segurei as pernas dela com meus braços e ela se agarrou no meu pescoço, deixei ela cair no meu pau e começamos de novo a dança da penetração, ela tava ardendo, gemia cada vez mais, eu tava a mil, ficando louco de tesão, a gente se beijava no meio das estocadas que eu dava contra a parede, ela se arqueou e gozou de prazer assim em cima do meu pau, mas eu não parei. Continuei devagar, entrando e saindo dela enquanto ela se recuperava do orgasmo e a gente continuava se beijando.
Coloquei ela de quatro na cama, agarrei aquela bunda gostosa que ela tinha e separei... abri as nádegas dela e devorei com minha boca... lambi a bunda dela, o cu, minha língua entrava e saía, ia do cu dela até a buceta molhada, Isabel gemia de novo, tava quente de novo, então peguei meu pau duríssimo... e meti sem cerimônia, tava muito excitado, a paixão me dominava, então agarrei a cabeleira morena dela e puxei enquanto metia uma e outra vez sem piedade, agora eu queria gozar, queria aproveitar aquela mulher gostosa. Acelerei por um bom tempo até sentir que ia gozar, avisei ela.
Goza na minha boca, Alex, quero seu leite, goza na minha boca, por favor... — ela implorava enquanto eu continuava metendo.
Coloquei ela de joelhos na frente do armário que tinha um espelho, ela abriu a boca, lambeu meu pau com força enquanto eu marcava o ritmo segurando ela pelo cabelo. Olhava no espelho aquela imagem daquela mulher tão gostosa que eu tava metendo na boca.
Os olhos verdes dela me olharam, tinha um rosto tão lindo, só de ver ela assim com meu pau na boca dela me encarando, veio o orgasmo, quase sem tempo de falar nada. A boca dela encheu de porra, soltei tanta que escorreu pelo canto dos lábios porque ela não conseguiu engolir tudo, continuou chupando enquanto eu gozava e gemia num orgasmo inimaginável.
Argggggggggg… Deus… toma porra Isabel… toma… mmmmm – eu falava cheio de prazer gozando igual um touro no cio.
Adorava ver ela lambendo os restos e deixando tudo limpinho, sendo gulosa, não acreditava no que tinha acabado de rolar.
A gente foi pra cama e se abraçou. Ninguém falou nada, não conseguia acreditar no que tinha acontecido, ter ela abraçada assim no meu peito. A gente dormiu os dois juntinhos um do outro.
Um raio de luz entrava pela janela iluminando um pouco o quarto, mas não foi isso que me acordou, foi sentir uma língua brincalhona no meu pau. Levantei o lençol e lá estava Isabel com aquela cara de santinha e olhos maravilhosos me olhando meio sorrindo enquanto dava lambidas. Subiu até minha boca passando pelo meu peito e lambendo meus mamilos, era algo incrível. A gente se beijou apaixonadamente.
Bom dia, espero que tenha dormido bem – disse Isabel sorrindo – não quero que minha prima fale que não cuidei de você.
Não acho que ela esperasse que você cuidasse tão bem de mim, pra ser sincero – falei beijando ela de novo.
Bom, a gente ainda tem o domingo inteiro pra eu cuidar de você… – disse Isabel enquanto eu descia devagar lambendo meu peito e meus mamilos até meu pau duro e ansioso que esperava por ela.
Bendito domingo! – exclamei fechando os olhos e me deixando levar pelas sensações da minha pele e dos lábios dela.
Toquei a campainha e ouvi uns passos se aproximando pra abrir a porta do apartamento. Lá estava ela, com uma camiseta preta de alcinha e uma calça de pijama branca florida: Isabel, a prima da minha namorada. Tinha 29 anos, 1,70m, era magra e muito gostosa de rosto, com uns olhos verdes claros de matar e um sorriso que derretia qualquer um na boca dela. Ela veio até mim, me deu dois beijos nas bochechas e me convidou pra entrar. Quando fechou a porta, eu notei aquela bunda redonda e maravilhosa marcada no pijama, dava pra ver até a calcinha fio dental por baixo. Assim começa a noite mais excitante da minha vida, e vou contar pra vocês.
Tava em Madrid há três semanas fazendo um curso intenso do trabalho, umas 12 ou 13 horas por dia, dividindo apartamento com mais 4 colegas. Tava muito sobrecarregado, então resolvi aceitar o convite da prima da minha mina pra jantar na casa dela, já que ela morava em Madrid e eu podia comer uma comida decente. Minha namorada e ela tinham combinado que ela cuidaria de mim se eu precisasse de algo durante o curso, mas até aquela noite a gente não tinha conseguido se encontrar.
Isabel também tinha namorado, o Pier, um francês que morava em Paris, e eles se viam dois fins de semana por mês. Conheci os dois num casamento da família uns meses atrás e, sinceramente, achei eles um casal muito gente boa. Claro que não vou negar que reparei que ela era uma mulher muito gostosa, chamava atenção mesmo, e vi como muitos convidados do casamento naquele dia devoravam ela com o olhar.
Entrei na sala e o computador dela tava aberto, com o Pier conectado por videochamada. Cumprimentei ele educadamente em inglês e a gente conversou enquanto Isabel terminava de preparar o jantar. No fim, a gente se despediu e ela... Se despediu dele e fechou o computador.
Ajudei ela a arrumar a mesa e a tirar a comida. Ela tinha feito salmão ao forno, uma das minhas comidas favoritas. Ela me disse que meu parceiro tinha comentado sobre isso e por isso ela preparou. Peguei o vinho que tinha trazido e começamos a comer e conversar tranquilamente. Sabia que não ia rolar nada entre nós, era impossível — eu era o namorado da prima dela e, digamos, não achava que era o tipo de homem dela. Além disso, jamais me passaria pela cabeça, por mais atraído que estivesse, insinuar qualquer coisa.
O jantar foi maravilhoso, entre risadas e vinho. Percebi que já era tarde e, se ficasse mais, teria que ir de táxi e não de metrô, porque ia fechar. Mas como estava tão à vontade, não falei nada. Para uma vez que podia ficar a sós com aquela mulher, queria aproveitar, mesmo que fosse só pela companhia. E assim também dava uma desligada daquele curso tão estressante que estava fazendo.
Fomos para o sofá e Isabel me surpreendeu abrindo outra garrafa de vinho. Era sábado e no domingo ela não trabalhava, então pensei que também estava à vontade e não falei nada. Pelo contrário, curti aquela garrafa de vinho também. Durante a conversa no sofá, veio à tona que no casamento os homens olhavam pra ela. Deixei escapar, insinuando que ela era uma mulher gostosa, e ela me confessou que no trabalho teve que parar mais de um que queria algo com ela. Pequenas confidências que fizemos sobre tentações e sobre ceder a elas, mas tudo bem leve, embora me desse muito tesão falar dessas coisas com ela. Ela estava linda assim do meu lado no sofá, com a taça de vinho na mão, o cabelo longo e moreno caindo de um lado do rosto e aqueles olhos maravilhosos me olhando.
A segunda garrafa de vinho fez efeito e Isabel olhou o relógio.
— Poxa — disse ela com cara de preocupada — parece que você perdeu o metrô faz tempo.
— Sem problema, vou de táxi e pronto, não tem erro, não se preocupa, Isabel — falei eu, virando de uma vez o que restava de vinho na minha taça.
— Mas pra que gastar à toa? Dinheiro, Alex. Fica pra dormir aqui no sofá se quiser, e amanhã a gente toma café junto e eu te acompanho até o metrô, ou a gente passa o domingo juntos, já que você não tem mais nada pra fazer, né? — perguntou ela.
A verdade é que não, domingo a gente tem folga, então dava pra aproveitar o dia por Madri — falei eu, meio nervoso com a ideia de dormir no sofá, mas feliz por poder continuar curtindo a companhia daquela mulher por mais um dia.
Então tá resolvido — disse Isabel, levantando e indo pro quarto dela. Era um apartamento de um quarto pequeno numa área central de Madri, então sobrou o sofá pra mim, que era meio pequeno, mas valia a pena o desconforto de uma noite pra aproveitar ela no dia seguinte.
Toma — disse ela, me oferecendo um travesseiro e um cobertor — acho que assim tá bom, porque hoje tá calor e não acho que você vai passar frio. Espero que não seja muito desconfortável pra você, Alex.
Não, fica tranquila, tá perfeito. Boa noite, Isabel — falei, dando dois beijos nela que passaram perigosamente perto dos lábios suculentos dela.
Boa noite, Alex — disse Isabel, fechando a porta do quarto atrás de si.
Como vocês devem imaginar, eu me deitei no sofá, mas não consegui dormir. Minha cabeça tava a mil, pensando nela deitada lá na cama, do outro lado da porta. Tava ficando dura pra caralho, e eu tava me tocando por cima da cueca quando, de repente... a porta do quarto da Isabel se abriu.
Alex... — ouvi ela sussurrar.
Fala, Isabel — respondi.
Acho que aí você tá desconfortável, e a gente já é adulta. É melhor você vir pra cama e descansar direito, já que o curso tá te esgotando, e se você não dormir bem, vou me sentir culpada — disse ela com uma voz tímida e baixinha, como se tivesse vergonha de falar.
Mas tem certeza, Isabel? Não quero te atrapalhar — falei meio gaguejando.
Não, fica tranquilo, vem. Mas não conta pra minha prima nem pro meu namorado, senão eles vão pensar mal, hahaha — disse ela, meio rindo.
Hahaha, tá bom, não se preocupa, vai ser nosso segredo. Eu disse, ainda sem acreditar que ia dormir do lado daquela mulher... Bom, dormir era modo de dizer, sabia que não ia pregar olho tendo ela do meu lado.
Entrei na cama enquanto a Isabel foi ao banheiro, e lá estava eu de cueca boxer e camiseta, esperando que a prima gostosa da minha mina entrasse na cama comigo. Era surreal... e eu tava com um pau duro de três palmos. A Isabel apareceu na porta, tava linda, sentou na beira da cama e, pra minha surpresa, tirou a calça rapidinho e se meteu na cama. Consegui vislumbrar uma fio dental preta que me fez suar...
Apagou a luz e ficamos os dois de frente um pro outro na cama.
— Acho que o vinho me fez efeito, Alex, tô com um calor — disse a Isabel —, não sei se vou dormir muito — falou se espreguiçando e, de repente, num movimento, mudou de posição, virou de costas pra mim, mas notei que ficou colada no meu corpo... muito colada, a bunda dela encostou no meu pau duro e ela, ao sentir, não mexeu, não se afastou... ficou parada assim.
Não sabia o que fazer, mas ao sentir aquela bunda colada em mim e ver que ela não se afastava, pelo contrário, até notei que apertava levemente mais contra mim, com a mão decidi arriscar e agarrei ela na cintura. A camiseta tinha subido um pouco e senti a pele macia dela na minha mão, era quente e eu tava a mil... Imaginem.
— Isabel, pra falar a verdade, não me admira que tentem te seduzir no teu trabalho. Se continuar com essa bunda assim colada em mim, acho que vou esquecer que você é a prima da minha mina — falei arriscando e acariciando de leve a barriga dela na altura do umbigo.
— É... a verdade, Alex, que minha bunda, pelo que dizem, levanta paixões. Eu acho ela bem normal, mas todo mundo fala que enlouquece os caras quando me veem andando — disse ela que, pra minha surpresa, não se afastou, mas esfregou a bunda um pouco mais em mim.
— A verdade é que você tem ela muito gostosa, a fio dental te cai superbem — falei, descendo a mão até a bunda dela, agarrando e acariciando bem devagar.
— Valeu, você é... Um elogio, hehe, mas não é pra tanto — disse ela meio rindo — embora muitos dariam tudo pra poder tocar igual você tá fazendo agora — murmurou baixinho.
Mmmmm... — falei eu — enquanto segurava com mais força, sem medo, e começava a acariciar bem gostoso — a verdade é que é uma maravilha de raba... — sussurrei no ouvido dela enquanto começava a beijar o pescoço dela por trás.
Mmmmmmmm... gosto das suas mãos, você sabe pegar bem — disse Isabel com uma voz bem quente.
A loucura começou e eu me deixei levar. Tirei a calcinha dela e comecei a masturbar ela gostoso com meus dedos na buceta dela, toda melada, enquanto ela gemia e se revirava mais pra mim, enquanto eu continuava brincando com meus dedos. Num momento, ela se virou e eu beijei a boca dela, nossas línguas se enroscaram apaixonadamente. Não acreditava que tava acontecendo, é uma daquelas fantasias loucas que você tem e acha que nunca vão rolar, mas ali estávamos, quentes e nos tocando.
Arranquei a calcinha dela e desci lambendo a cintura fina e maravilhosa até chegar nas coxas, abri com minhas mãos e comecei a lamber a buceta dela com lambidas grandes enquanto continuava masturbando ela com a mão. Ela abriu as pernas e apertou minha cabeça contra a boceta dela entre gemidos mais que altos. Aí acendeu a luz do criado-mudo e, enquanto eu lambia aquela ppk gostosa e suculenta, pude olhar e ver o rostinho maravilhoso dela se contorcendo em caretas e expressões de prazer. Vi como ela me olhava com aqueles olhos verdes incríveis, o que fez minha língua acelerar dentro da buceta dela. Ela abriu as pernas, segurando elas com as mãos — vocês não imaginam a cena de ter ela assim, bem aberta pra mim.
Me fode... quero ele dentro já... já... enfia... — ela gemia entre palavras cortadas.
Tirei meu pau da cueca e comecei a bater na bucetinha dela com ele, a roçar e enfiar só a ponta... Só a ponta... Ela continuava de pernas abertas, segurando elas com as mãos e me olhando cheia de safadeza. Era impressionante ter ela assim...
Você quer Pau? Eh, me diz... você quer pau? — eu falava enquanto batia com ele no clitóris dela.
Siiiiiiiiiiii... siiiiiiii, por favor, enfia em mim... quero ele dentro... me dá — ela dizia toda excitada.
De um empurrão, fui enfiando tudo até as bolas... Comecei o vai e vem devagar enquanto ela gemia, a buceta dela era maravilhosa, apertada e suculenta, meu pau gordinho entrava nela como uma luva. Minhas bolas batiam nela e dava pra ouvir o som no meio dos nossos gemidos. Ela agarrou minha bunda e empurrava mais e mais... pra eu meter fundo. Ficamos assim por um bom tempo, mas eu queria mudar, então levantei ela da cama no colo e empurrei contra a parede, segurei as pernas dela com meus braços e ela se agarrou no meu pescoço, deixei ela cair no meu pau e começamos de novo a dança da penetração, ela tava ardendo, gemia cada vez mais, eu tava a mil, ficando louco de tesão, a gente se beijava no meio das estocadas que eu dava contra a parede, ela se arqueou e gozou de prazer assim em cima do meu pau, mas eu não parei. Continuei devagar, entrando e saindo dela enquanto ela se recuperava do orgasmo e a gente continuava se beijando.
Coloquei ela de quatro na cama, agarrei aquela bunda gostosa que ela tinha e separei... abri as nádegas dela e devorei com minha boca... lambi a bunda dela, o cu, minha língua entrava e saía, ia do cu dela até a buceta molhada, Isabel gemia de novo, tava quente de novo, então peguei meu pau duríssimo... e meti sem cerimônia, tava muito excitado, a paixão me dominava, então agarrei a cabeleira morena dela e puxei enquanto metia uma e outra vez sem piedade, agora eu queria gozar, queria aproveitar aquela mulher gostosa. Acelerei por um bom tempo até sentir que ia gozar, avisei ela.
Goza na minha boca, Alex, quero seu leite, goza na minha boca, por favor... — ela implorava enquanto eu continuava metendo.
Coloquei ela de joelhos na frente do armário que tinha um espelho, ela abriu a boca, lambeu meu pau com força enquanto eu marcava o ritmo segurando ela pelo cabelo. Olhava no espelho aquela imagem daquela mulher tão gostosa que eu tava metendo na boca.
Os olhos verdes dela me olharam, tinha um rosto tão lindo, só de ver ela assim com meu pau na boca dela me encarando, veio o orgasmo, quase sem tempo de falar nada. A boca dela encheu de porra, soltei tanta que escorreu pelo canto dos lábios porque ela não conseguiu engolir tudo, continuou chupando enquanto eu gozava e gemia num orgasmo inimaginável.
Argggggggggg… Deus… toma porra Isabel… toma… mmmmm – eu falava cheio de prazer gozando igual um touro no cio.
Adorava ver ela lambendo os restos e deixando tudo limpinho, sendo gulosa, não acreditava no que tinha acabado de rolar.
A gente foi pra cama e se abraçou. Ninguém falou nada, não conseguia acreditar no que tinha acontecido, ter ela abraçada assim no meu peito. A gente dormiu os dois juntinhos um do outro.
Um raio de luz entrava pela janela iluminando um pouco o quarto, mas não foi isso que me acordou, foi sentir uma língua brincalhona no meu pau. Levantei o lençol e lá estava Isabel com aquela cara de santinha e olhos maravilhosos me olhando meio sorrindo enquanto dava lambidas. Subiu até minha boca passando pelo meu peito e lambendo meus mamilos, era algo incrível. A gente se beijou apaixonadamente.
Bom dia, espero que tenha dormido bem – disse Isabel sorrindo – não quero que minha prima fale que não cuidei de você.
Não acho que ela esperasse que você cuidasse tão bem de mim, pra ser sincero – falei beijando ela de novo.
Bom, a gente ainda tem o domingo inteiro pra eu cuidar de você… – disse Isabel enquanto eu descia devagar lambendo meu peito e meus mamilos até meu pau duro e ansioso que esperava por ela.
Bendito domingo! – exclamei fechando os olhos e me deixando levar pelas sensações da minha pele e dos lábios dela.
2 comentários - A prima da minha mina me cuida
Muy buen relato, hasta te perdono las faltas por el buen momento que me hiciste pasar leyendo.
Gracias por compartir 👍