Celebración de Boda

Este sábado passado fui a uma celebração de casamento em um clube que haviam alugado para a ocasião. Cheguei tarde, quase às 8, e os noivos estavam prestes a cortar o bolo, e os garçons começaram a colocar os aperitivos. Depois de dar meu casaco ao homem na porta, dei um olhar em um espelho longo justamente à entrada. Decidi que havia sido uma boa ideia comprar esse conjunto rosa... uma saia longa, e uma blusa sem mangas, com sapatos altos do mesmo cor, davam a iluminar minha pele bronzeada. Meu cabelo longo, negro e encaracolado caía na minha cintura e meu rímel de cor rosa forte trazia a atenção para meus lábios, e também para meus olhos negros.

Por meia hora visitei as diferentes mesas, cumprimentando os que conhecia. Recebi mais de um comentário sobre como linda eu estava, e quanto havia crescido. Muitos não me haviam visto desde que me formei, ou seja, quando tinha 17 anos, e a realidade é que embora sempre tenha tido corpo de mulher desde os 13 anos, só foi nos últimos dois anos que comecei a me sentir mais segura em minha pele, para dizer assim. Por exemplo, já não me incomodavam tanto as olhadas nem os comentários de desconhecidos sobre meu físico.

Al pouco tempo me desculpei e fui usar o banheiro, que ficava num lado da entrada. Quando regressei, os noivos haviam começado seu primeiro baile de casados, e não quis interromper por cruzar a pista. Assim que me parei no último degrau das escadas que davam ao salão de bailes e me quedou parada observando. Algum coisa me fez dar a volta e olhar, embora até agora não saiba o quê é. Mas me encontrei com dois olhos escuros, sensacionais, me olhando atrás das folhas frondosas de uma palmeira. Me quedou olhando, impressionada, e me dei conta que os olhos pertenciam a um homem sensual e moreno que estava sentado num banco. Não podia ver muito mais do que seus olhos, mas a mirada era tão sexual que não precisava ver mais; me queimavam. Não queria parecer fresca assim, então dei a volta, mas essa sensação de eu não sei o quê. Dava-me cotoveladas no pescoço. Decidi esquecer e quando o primeiro baile terminou, entrei de novo para o salão para falar com meus amigos.

A música boa começou, e rapidamente encontre um par com quem dançar, um garoto que eu conhecia há tempo, é gordo e engraçado mas dança bem e sempre está pronto para uma boa brincadeira. Dançamos, rimos, e esqueci os olhos que eu havia visto. Depois de um longo merengue, disse ao meu par, tenho sede, vou à barra, e pedi uma coca-Booty.

Enquanto me reclinava sobre a barra, senti novamente aquele que sei não sei forte. Cuidadosamente olhei para o lado e ali encontrei com o dono desses olhos. Me surpreendi ao notar que esse homem era sumamente baixinho, creio que até mais pequeno que eu (e eu medo 1,60), maduro com seus 35 e picos de anos, com cabelo negro, e pele cor de chocolate. Sua cara era estranha, não era feio nem era lindo, mas tinha algo excitante, sensual.

Ele se reclinou sobre a barra ao meu lado e me sorriu, mostrando-me dentes brancíssimos e grandes. Era uma sonrisa segura, e algo nessa sonrisa me deu medo. Tímidoamente devolvi uma sonrisa política e rapidamente dei a volta. A minha espalda, ouvi suas carcajadas.

Já era tarde, e pouco a pouco as pessoas se iam. Eu me quedava sem par, mas continuei dançando como quisesse. Gosto muito de dançar, especialmente merengue e salsa. Comecei a dar conta como esse homem não largava seus olhos de mim. Fui-me aquecendo e ganhando ânimo e comecei a dançar mais sensualmente.

O homem, com uma copa na mão se quedou reclinado sobre a barra, seguindo cada passo meu. Comecei a me excitar a situação, quando de repente as outras pessoas na barra se levantaram e decidiram que iam dançar. Uma mulher loira, gordinha e saída começou a dançar (supostamente) sensualmente sobre uma cadeira mas rapidamente caiu da cadeira por sua embriaguez.

Me surpreendi ao ver que então a mulher começou a dar voltas pelo piso, e se podiam ver suas calcinhas, que eram uma thong tão pequena que se Podia ver tudo. Me abochorné muito porque nunca havia visto uma mulher se comportar assim, então me fui sentar em algumas mesas que eles puseram perto da praia. Já era noite e de fora não se podia ouvir o ritmo forte da música. Só se viam as luzes e as pessoas passando como sombras na janela. Era tão calmo, as ondas do mar subindo e descendo como quando alguém respira, o vento acariciando meus braços, meu pescoço... comecei a pensar nesse homem, a me recrear com a ideia de que eu gostava...

Me perdi nos meus pensamentos, mas ao rato notei que as luzes iam apagando pouco a pouco. Parecia que todos tinham ido. Me levantei para buscar minhas coisas antes que fechassem tudo e pedir outra coca-Booty. Quando fui à barra, estava ele ainda lá. Eu, um pouco abochornada por ter estado dançando com ele na minha mente, não queria olhar para ele e nem mais pedi à garçonete: Uma coca-Booty, por favor...

Sentiu que o homem me olhou com uma sonrisa. Não mais uma coca-Booty? disse ele. Sua voz era rouca, baixa e sensual. Você não quer algo de álcool? Nem isso, respondi sem olhar para ele. De qualquer maneira, sou menor de idade para estar bebendo em um lugar público. Isso não importa, disse ele, aproximando-se. Se eu sou o dono aqui. Este é meu clube e posso fazer o que eu quiser. Uma coca-Booty com rum para a senhorita, por favor... A garçonete assentiu com a cabeça. Não queria ofendê-lo, pois não gosto de rum, então comecei a beber apenas pequenos goles.

Ele começou a me fazer perguntas sobre conversa e eu, pouco a pouco, me deixei levar, pois para aquele momento o local estava vazio. Logo ele começou a acariciar uma boneca com três dedos seus, suavemente. Eu não podia respirar. Eu estava te observando, disse ele, com uma sonrisa... e você dança muito bem... Onde aprendeste a dançar assim?

Me rei nervosamente e disse que na cultura porto-riquenha se aprende a dançar desde cedo e não sei mais...

Tinha... Que ser, linda... me disse, os dedos subindo por meu braço...'He ouvido dizer que as porto-riquenhas sabem se mover com um homem, seja bailando ou... jejeje...' eu não me movia enquanto os dedos dele percorriam meu ombro. Os lábios dele roçaram meu ombro em um suave beijo. Estremeci-me enquanto ele me beijava o ombro, as mãos dele acariciando meus dedos. Continuou dizendo...'Chiquilla, você tem uma forma de se mover que me excita...' Nesse instante, soltei um gemido inconsciente porque ele começou a lamber minha orelha e sua mão acariciava meu estômago.

'¿Bailarias por mim, nenita...?' ele sussurrou, beijando-me o pescoço. Não pude mais que soltar um grunhoso 'sííí...' Lentamente me afastou e me pegou de uma mão para dirigir-me à pista. Estávamos sozinhos, e uma luz tenue e perigosa invadia o salão. Ele foi ao tocadiscos e colocou uma canção lenta, mas com um ritmo sensual, forte e insistente. 'Bailemos...' disse ele, e me agarrou da cintura. Começamos a dançar lentamente, e ele não parava de me olhar.

Ele se afastou um pouco e começou a mover suas cadeiras cadenciamente, de uma maneira descaradamente sexual. Lentamente ele foi sacando sua corrente da cintura. Algo entrou em meu revolcó e eu fiquei parada sem saber o que fazer. Ele não parava de me olhar enquanto soltava sua corrente dos seus calças. Chegou mais perto, deslizou a corrente lentamente por minha cintura... baixou a corrente e me atraiu para ele pelas minhas nádegas, mas não protestei. Ele disse: 'Ven, bonita, não te preocupes... bailemos... que estamos sozinhos...'

'Não és como as outras que eu vi...' continuou em voz baixa. 'Tú tens estilo, tú tens classe, não como as outras... eres pura... sumamente sexual...'

Estava me convencendo. 'Vem, chiquilla, baila. Deixe-me ver como essas suas cadeiras se movem...' E me clavou com aqueles olhos e me deixei dominar, me soltei. A sua direção, comecei a mover minhas cadeiras em ritmo de merengue, mas merengue lento e sensual. Enquanto isso, ele continuava retendo-me no laço da corrente e começou a...' Me mover ao compasso meu. Ele não parava de me olhar, nem eu dele. Era um encanto delicioso. 'Vire-se, bebê...' ele disse, sua voz carregada de emoção. Fiquei surpresa ao ver-lo emocionado, mas me virei e me menei. Ele subiu o laço da corrente lentamente pelo meu corpo, até chegar aos meus peitos, e começou a mover a cintura de um lado para outro, ao meu ritmo, massageando meus pêlos. Sentí que ele soltou um gemido ronco. Surpresa, dei-me a meio-volta. 'Não...' comecei a dizer, mas já era tarde demais. O vi...ele havia baixado a cremallera do seu calção, e sua pênis morena, surpreendentemente longa e grossa, apontava para mim. Nunca havia visto uma pênis viva antes, e fiquei petrificada.

'Nunca estiveste com um homem, bela...' ele notou... 'Não...o...' consegui dizer. 'Impossível,' disse ele. 'Com essa cara, esses peitos, seus quadris e aquele seu bumbum, não me digas que ninguém te pegou...' 'Não...' disse novamente. De repente vi como sua cara se voltou terna. 'Eres mais valiosa do que eu pensava...' e com isso guardou sua pênis inflada. 'Nem quis ser grosseiro contigo', disse-me. 'Nem quis assustar-te. Mas se quiseres, olha, há quartos no segundo andar. O que farei é despedir-me de ti como um galã, e se quiseres podes ir-te embora. Ou se quiseres, posso seguir-te e continuarmos a festa. Como seja, respeitaré tua decisão.' Com isso me beijou ternamente nos lábios, e saiu. Espero que lhe tenha gostado.

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