Nos encontramos depois de alguns anos sem nos ver, mas o desejo sexual estava intacto. No começo, só conversávamos por email e Skype, e sempre acabávamos falando de fantasias ou do que faríamos se nos víssemos agora. Mais de uma vez as webcams soltavam faíscas: ela se masturbava para mim e eu para ela.
Combinamos de nos ver depois de uma troca feroz de fantasias. Eu viajei para Buenos Aires, ela me esperava no Buquebus. Quando cheguei, ela estava igual a como eu lembrava: sempre morena e com franjinha estilo stone. Nos abraçamos como amigos que não se veem há muito tempo e subimos no carro. Só aí, quando ninguém podia nos ver pelos vidros escuros, nos beijamos. Sua língua brincava com a minha, eu mordia seu lábio e a acariciava. Ela tem uns peitos lindos para apertar, chupar e muito mais. Ela toca minha virilha e pergunta: "Já tá durão?" "Sim", eu respondo, "você me deixa assim. Vamos para um hotel."
Então partimos para um hotel. Chegamos no quarto, ela vai ao banheiro, e eu aproveito para baixar as luzes, ligar a TV e colocar um pornô como ela gostava, e me despio. Ela sai do banheiro pelada, eu me aproximo, beijo sua boca e seus peitos, a encurralo contra a parede e meus dedos vão até sua buceta. Ela fica bem molhada e com facilidade, então meus dedos escorrem. Ela me masturba e, quando está bem dura, ela se vira, abre as pernas e se agacha. Sem dizer mais nada, começo a comê-la. Cada vez que meu pau sai, sua buceta solta um jato de líquido. Eu acelero o ritmo, seguro seus peitos, os aperto enquanto não paro de me mover. Ela geme, ofega e me diz: "Isso... me come, gato, vai! Como nos emails, sou sua." Eu a seguro pela cintura e a jogo na cama. Ela fica de quatro e abre sua bunda – ela sabe que eu gosto. Apoio a ponta do meu pau no seu cu e empurro devagar. É difícil, mas eventualmente a cabeça passa. Ela geme e se toca. Mais um empurrão e cede completamente. Estou dentro, bem apertado, sinto seu calor. Ela joga o cabelo para trás e eu o seguro. e começo a me mexer, devagar. Ela se masturba com os dedos, sinto a umidade dela na minha perna. Acelero, ela chega ao clímax com um gemido e se estremece, o que faz a bunda dela apertar ainda mais. Eu continuo me movendo e ela me pede para gozar dentro da bunda dela. Faço como pede, ela sente os jatos de sêmen escorrendo pela bunda. Tiro meu pau e a bunda dela ainda estava um pouco dilatada, dava pra ver meu sêmen na entrada do ânus. Com um dedo, toquei o cu dela, ela adorou. Molhei meu dedo no meu sêmen e passei nos lábios vaginais e na bunda dela. Ela se vira, me beija e diz: "Preciso tomar um banho", enquanto liga o jacuzzi.
Faço isso enquanto ela toma banho, encho o jacuzzi com água quente e sabão. Entramos, conversamos, trocamos carícias, nos tocamos, nos beijamos. Uma coisa leva à outra e acabamos nos masturbando. Eu sussurro no ouvido dela: "Quero que você venha por cima de mim e cavalgue". Ela concorda. Nos secamos e eu me deito na cama. Ela venda meus olhos e amarra minhas mãos, dizendo: "Tenho uma surpresa pra você". Sinto a mão dela no meu pau e depois a boca. Ela nunca tinha me chupado antes, nunca gostou disso. Mas que bom que ela fez, quase gozei na boca dela. Mas eu queria a bunda dela de novo. Ela coloca a boceta na minha boca e começo a lamber. Eu, sem poder tocá-la, estou à mercê dela. Passo minha língua no clitóris dela e ela começa a gemer. Inesperadamente, ela se move e sinto a boceta dela no meu pau. Sinto a boceta dela liberando fluidos quentes. Ela sobe, deixando os lábios no meu pau, e desce violentamente. Uma e outra vez, ela coloca os peitos na minha boca e eu brinco com eles. Ela continua subindo e descendo, sem parar, uma e outra vez, mais rápido, mais violento. Sabia que o orgasmo dela estava perto. Ela para quieta e sinto um grande jato de líquido no meu pau. Ela solta um grito abafado e cai em cima de mim. Segundos depois, ela tira as vendas e me solta. Ela estava extasiada e me diz: "Me faz o que quiser. Como você quer que eu fique?"
Eu digo: "Você sabe que eu gosto da sua... Bunda, ela me diz, e que eu use ela, e se coloca de quatro para mim, sem mais, eu fico atrás e começo a penetrar, bem apertadinha, aí, na TV, o ator também a tinha de quatro e a comia pela bunda, tirava e seguia pela vagina, um pouco e um pouco, ela vê e diz: faz isso comigo! E assim eu faço, três ou quatro pela bunda, três ou quatro pela vagina, ela geme, me pede para pegar seu cabelo e puxar para trás, assim, continuo me movendo e quando não aguento mais, explodo dentro dela e deixo na sua bunda até que afrouxa. Ficamos deitados na cama um tempo, nos vestimos e fomos embora. Tempo depois nos afastamos de novo, essa foi a última vez que vi a Adriana, e provavelmente, a última que a vejo.
Combinamos de nos ver depois de uma troca feroz de fantasias. Eu viajei para Buenos Aires, ela me esperava no Buquebus. Quando cheguei, ela estava igual a como eu lembrava: sempre morena e com franjinha estilo stone. Nos abraçamos como amigos que não se veem há muito tempo e subimos no carro. Só aí, quando ninguém podia nos ver pelos vidros escuros, nos beijamos. Sua língua brincava com a minha, eu mordia seu lábio e a acariciava. Ela tem uns peitos lindos para apertar, chupar e muito mais. Ela toca minha virilha e pergunta: "Já tá durão?" "Sim", eu respondo, "você me deixa assim. Vamos para um hotel."
Então partimos para um hotel. Chegamos no quarto, ela vai ao banheiro, e eu aproveito para baixar as luzes, ligar a TV e colocar um pornô como ela gostava, e me despio. Ela sai do banheiro pelada, eu me aproximo, beijo sua boca e seus peitos, a encurralo contra a parede e meus dedos vão até sua buceta. Ela fica bem molhada e com facilidade, então meus dedos escorrem. Ela me masturba e, quando está bem dura, ela se vira, abre as pernas e se agacha. Sem dizer mais nada, começo a comê-la. Cada vez que meu pau sai, sua buceta solta um jato de líquido. Eu acelero o ritmo, seguro seus peitos, os aperto enquanto não paro de me mover. Ela geme, ofega e me diz: "Isso... me come, gato, vai! Como nos emails, sou sua." Eu a seguro pela cintura e a jogo na cama. Ela fica de quatro e abre sua bunda – ela sabe que eu gosto. Apoio a ponta do meu pau no seu cu e empurro devagar. É difícil, mas eventualmente a cabeça passa. Ela geme e se toca. Mais um empurrão e cede completamente. Estou dentro, bem apertado, sinto seu calor. Ela joga o cabelo para trás e eu o seguro. e começo a me mexer, devagar. Ela se masturba com os dedos, sinto a umidade dela na minha perna. Acelero, ela chega ao clímax com um gemido e se estremece, o que faz a bunda dela apertar ainda mais. Eu continuo me movendo e ela me pede para gozar dentro da bunda dela. Faço como pede, ela sente os jatos de sêmen escorrendo pela bunda. Tiro meu pau e a bunda dela ainda estava um pouco dilatada, dava pra ver meu sêmen na entrada do ânus. Com um dedo, toquei o cu dela, ela adorou. Molhei meu dedo no meu sêmen e passei nos lábios vaginais e na bunda dela. Ela se vira, me beija e diz: "Preciso tomar um banho", enquanto liga o jacuzzi.
Faço isso enquanto ela toma banho, encho o jacuzzi com água quente e sabão. Entramos, conversamos, trocamos carícias, nos tocamos, nos beijamos. Uma coisa leva à outra e acabamos nos masturbando. Eu sussurro no ouvido dela: "Quero que você venha por cima de mim e cavalgue". Ela concorda. Nos secamos e eu me deito na cama. Ela venda meus olhos e amarra minhas mãos, dizendo: "Tenho uma surpresa pra você". Sinto a mão dela no meu pau e depois a boca. Ela nunca tinha me chupado antes, nunca gostou disso. Mas que bom que ela fez, quase gozei na boca dela. Mas eu queria a bunda dela de novo. Ela coloca a boceta na minha boca e começo a lamber. Eu, sem poder tocá-la, estou à mercê dela. Passo minha língua no clitóris dela e ela começa a gemer. Inesperadamente, ela se move e sinto a boceta dela no meu pau. Sinto a boceta dela liberando fluidos quentes. Ela sobe, deixando os lábios no meu pau, e desce violentamente. Uma e outra vez, ela coloca os peitos na minha boca e eu brinco com eles. Ela continua subindo e descendo, sem parar, uma e outra vez, mais rápido, mais violento. Sabia que o orgasmo dela estava perto. Ela para quieta e sinto um grande jato de líquido no meu pau. Ela solta um grito abafado e cai em cima de mim. Segundos depois, ela tira as vendas e me solta. Ela estava extasiada e me diz: "Me faz o que quiser. Como você quer que eu fique?"
Eu digo: "Você sabe que eu gosto da sua... Bunda, ela me diz, e que eu use ela, e se coloca de quatro para mim, sem mais, eu fico atrás e começo a penetrar, bem apertadinha, aí, na TV, o ator também a tinha de quatro e a comia pela bunda, tirava e seguia pela vagina, um pouco e um pouco, ela vê e diz: faz isso comigo! E assim eu faço, três ou quatro pela bunda, três ou quatro pela vagina, ela geme, me pede para pegar seu cabelo e puxar para trás, assim, continuo me movendo e quando não aguento mais, explodo dentro dela e deixo na sua bunda até que afrouxa. Ficamos deitados na cama um tempo, nos vestimos e fomos embora. Tempo depois nos afastamos de novo, essa foi a última vez que vi a Adriana, e provavelmente, a última que a vejo.
1 comentários - Reencuentro y despedida