Minha primeira festa

Sou travesti e prostituta. Um dia cheguei em casa cansada de trabalhar, naquela noite transei com vários homens, me despi e tomei um banho. Enquanto me lavava, chegou o Eduardo, meu amor e cafetão. Ele entrou, me deu um beijo e disse que a gente ia sair. Eu falei que tava muito cansada, que tinha trabalhado pra caralho. Edu me abraçou e disse: "Você sempre fala que não te levo pra lugar nenhum, vamos, troca de roupa e bora pra uma festa." Como ele tava certo, eu aceitei. "Veste bem sexy", ele pediu, "igual você sai pra trabalhar". "Tá bom", falei (amo me vestir bem puta). Coloquei uma tanga booty less vermelha, meia arrastão combinando, uma saia bem curta (dava pra ver a bunda toda), blusa transparente, sem sutiã — tenho peitos bonitos, são meus, sempre tive um quê de mulher, e adoro mostrá-los —, salto alto, passei batom vermelho, sombra nos olhos, tava mó gostosa.

Saímos e pegamos um táxi, o motorista me olhou a viagem inteira. Chegamos num prédio no centro, Eduardo tocou a campainha, abriram e subimos. A porta já tava aberta, entramos. Meu amor cumprimentou o amigo e me apresentou como a mulher dele. Na sala, tinha vários caras conversando e bebendo. Quando me viram, todos vieram me cumprimentar — eu era a única mulher na festa. Eduardo me olhou, sorriu e disse: "Você tem que trabalhar." Enquanto o amigo falava: "Essa é a puta." "Sim, minha vida", ele respondeu. Eu olhei pra ele, surpresa. "Você vai gostar", disse Edu. "Tá pensando o quê?", falei.

Quando olhei de novo pra aqueles homens, todos estavam pelados. Adorei ver tantas pirocas enormes, todas só pra mim. Sem perceber, já tava de joelhos, saboreando e chupando aqueles paus duros, grossos e gigantescos. Depois de vários minutos de boquete e apalpada, encheram minha boca de porra, que engoli de boa vontade. Começaram a me despir, enquanto passavam a mão na minha bunda, nos peitos, em tudo. Já pelada, começaram a beijar meu corpo inteiro. Eu tava louca de tesão, excitada ao máximo, queria sentir todos aqueles paus dentro de mim. Um dos caras tirou minha tanga: "Que linda, toda depiladinha a puta", disse, "e que peitos lindos." Começou a chupar meus peitos, outro chupava meu cu, e eu... continuava chupando picas.Enquanto meu amor via tudo que faziam comigo, ele batia uma feliz de me ver aproveitando tudo aquilo.Em um momento, um dos caras deitou de costas e eu sentei no pau dele, que entrou tudo de uma vez no meu cu, outro me pegou pelas cadeiras e me levantou um pouco, e meteu o pênis enorme dele dentro do meu cu.Doeu um pouco, mas nunca tinha tido duas picas dentro de mim e era lindo, me sentia genial, feliz, muito puta.Comecei a gemer de prazer, enquanto continuava chupando um pau enorme, aproveitava aquele momento como nunca.Comecei a falar: me comam, arrebentem meu cu todo, eu gosto, sou sua puta, que delícia que vocês estão me comendo.Os dois que me penetravam pelo rabo, enquanto gozavam, diziam: toma nosso gozo, sentia o esperma dos dois entrando dentro de mim, quentinho, o que tinha o pau na minha boca também gozou, enquanto dizia: engole meu gozo, puta, e eu obedeci, engoli tudo e depois com minha língua limpava o resto de gozo que ficava, era delicioso, sentia na minha garganta, doce, gostoso.Assim me comeram por horas, trocando de lugar, mas eu sempre com os dois paus no meu cu já totalmente arrebentado e a boca sempre cheia de gozo, eu também gozei várias vezes, e meu gozo escorria entre minhas pernas, escorria gozo do cu e do meu pinto que sempre escondo entre minhas pernas.Depois de tamanha orgia, e cansada, tomei banho, Eduardo me esperou feliz e fomos pra casa.Deitados, Edu me perguntou se eu tinha gostado, adorei, falei, e beijei ele na boca, ele acariciou meus peitos e enfiou um dedo no meu cu, nossa, como arrebentaram seu cu, ele disse, sim, falei, agora você quer arrebentar, claro, ele disse enquanto me penetrava.Mas essa é outra história, espero que tenham gostado tanto quanto eu gostei, beijos.

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