Fala, voltei rapidinho aqui.
Vi que muitos de vocês curtiram meu primeiro relato sobre o caso incestuoso que tenho com meu primo. Agora volto com outra história sobre um dos nossos encontros. Espero que curtam bastante.
Esse encontro rolou na chácara de uma das nossas tias. Ele foi pra lá passar uns dias de descanso com nossa tia e o marido dela. Dois dias depois de eles estarem lá, cheguei eu também, aproveitando uns dias de folga pra descansar. Óbvio que a nossa parada já tava rolando há um tempão, mas nessa época a gente tava meio brigado.
No primeiro dia que cheguei, ele me ignorou o tempo todo. Eu tentava puxar assunto pra resolver as coisas, mas não rolou naquele dia.
No dia seguinte, a gente tava todo mundo na piscina. Nossa tia e o marido começaram a beber desde cedo e acabaram dormindo lá pelas 9 da noite. Mas a gente continuou bebendo tequila, porque começamos exatamente quando eles apagaram. Entre um gole e outro, dançamos normal, ficamos um tempão conversando, e depois que ele bebeu pra caralho, ficou bêbado. Segundo ele, não lembra de nada do que aconteceu até a manhã seguinte.
Agora, essa é a história do que rolou: a chácara da minha tia só tem dois quartos com porta, o resto é um salãozão enorme cheio de camas. Depois que meu primo bebeu tanto, ele foi no banheiro vomitar, e eu entrei pra ajudar. Enquanto limpava o vômito dele, senti que o pau dele tinha endurecido. Mas, como tava ajudando, ignorei. Quando ele já tinha lavado a boca, comecei a beijar o pescoço dele, as bochechas, e acabei ficando com tesão. Aí aproveitei e coloquei ele na cama pra dormir, e eu também fui pra minha cama. Como a chácara é dos meus tios, eles dormem no quarto com porta, e no outro quarto guardam um monte de tralha que impossibilita dormir lá. Então a gente dorme em camas vizinhas pra ficar de olho nele e garantir que não aconteça nada. Horas depois, de noite, ele veio pra minha cama e começou a me tocar e beijar. Eu falava que não, e ele dizia que me amava e queria ficar comigo pra sempre. Claro, ele diz não lembrar de nada daquela noite. Então a gente continuou ali, e eu me deixei levar pelo tesão e pelo frio que tava fazendo — aquele calor caiu como uma luva. Começamos nos tocando e nos masturbando um ao outro, e ele começou a lamber minha buceta e enfiar a língua. Quando ele se preparava pra me comer, eu perguntei se ele tinha camisinha, porque eu tinha parado de tomar anticoncepcional e podia engravidar. Não sei se ele não ouviu ou se não ligou, mas ele meteu o pau em mim. Como ele tava bêbado, a gente durou muito, e eu pedi pra ele gozar fora, mas ele não quis e falou pra eu apertar com minhas pernas, não deixar ele ir embora, que ele me amava e queria ficar sempre comigo, que queria um filho nosso e formar uma família comigo. Eu abracei ele, e a gente gozou junto.
Acordamos a noite toda na mesma cama, pelados. Não sei se meus tios perceberam, mas ele diz que não liga, só que não quer contar pra ninguém sobre a gente — tem medo do que vão dizer e do que pode acontecer.
Depois daquela noite, faltavam três dias naquela fazenda. Enquanto meus tios saíam pra comer e beber, a gente ficava nadando pelado e transando: na piscina, nas camas, no alpendre, no banheiro, em todo lugar. O negócio é que eu não engravidei daquela vez, e ele mandou eu voltar a tomar anticoncepcional. E eu fiz isso, mas de verdade, adoraria ter um filho com meu primo, porque ele é o homem que eu amo, com quem quero casar e passar o resto da vida.
É bom deixar claro que tudo que eu conto é 100% verdade. Tô escrevendo isso pra contar o que a gente faz, já que ele tem medo de contar pros outros e de a gente realizar o que tanto deseja.
Espero que vocês gostem.
Vi que muitos de vocês curtiram meu primeiro relato sobre o caso incestuoso que tenho com meu primo. Agora volto com outra história sobre um dos nossos encontros. Espero que curtam bastante.
Esse encontro rolou na chácara de uma das nossas tias. Ele foi pra lá passar uns dias de descanso com nossa tia e o marido dela. Dois dias depois de eles estarem lá, cheguei eu também, aproveitando uns dias de folga pra descansar. Óbvio que a nossa parada já tava rolando há um tempão, mas nessa época a gente tava meio brigado.
No primeiro dia que cheguei, ele me ignorou o tempo todo. Eu tentava puxar assunto pra resolver as coisas, mas não rolou naquele dia.
No dia seguinte, a gente tava todo mundo na piscina. Nossa tia e o marido começaram a beber desde cedo e acabaram dormindo lá pelas 9 da noite. Mas a gente continuou bebendo tequila, porque começamos exatamente quando eles apagaram. Entre um gole e outro, dançamos normal, ficamos um tempão conversando, e depois que ele bebeu pra caralho, ficou bêbado. Segundo ele, não lembra de nada do que aconteceu até a manhã seguinte.
Agora, essa é a história do que rolou: a chácara da minha tia só tem dois quartos com porta, o resto é um salãozão enorme cheio de camas. Depois que meu primo bebeu tanto, ele foi no banheiro vomitar, e eu entrei pra ajudar. Enquanto limpava o vômito dele, senti que o pau dele tinha endurecido. Mas, como tava ajudando, ignorei. Quando ele já tinha lavado a boca, comecei a beijar o pescoço dele, as bochechas, e acabei ficando com tesão. Aí aproveitei e coloquei ele na cama pra dormir, e eu também fui pra minha cama. Como a chácara é dos meus tios, eles dormem no quarto com porta, e no outro quarto guardam um monte de tralha que impossibilita dormir lá. Então a gente dorme em camas vizinhas pra ficar de olho nele e garantir que não aconteça nada. Horas depois, de noite, ele veio pra minha cama e começou a me tocar e beijar. Eu falava que não, e ele dizia que me amava e queria ficar comigo pra sempre. Claro, ele diz não lembrar de nada daquela noite. Então a gente continuou ali, e eu me deixei levar pelo tesão e pelo frio que tava fazendo — aquele calor caiu como uma luva. Começamos nos tocando e nos masturbando um ao outro, e ele começou a lamber minha buceta e enfiar a língua. Quando ele se preparava pra me comer, eu perguntei se ele tinha camisinha, porque eu tinha parado de tomar anticoncepcional e podia engravidar. Não sei se ele não ouviu ou se não ligou, mas ele meteu o pau em mim. Como ele tava bêbado, a gente durou muito, e eu pedi pra ele gozar fora, mas ele não quis e falou pra eu apertar com minhas pernas, não deixar ele ir embora, que ele me amava e queria ficar sempre comigo, que queria um filho nosso e formar uma família comigo. Eu abracei ele, e a gente gozou junto.
Acordamos a noite toda na mesma cama, pelados. Não sei se meus tios perceberam, mas ele diz que não liga, só que não quer contar pra ninguém sobre a gente — tem medo do que vão dizer e do que pode acontecer.
Depois daquela noite, faltavam três dias naquela fazenda. Enquanto meus tios saíam pra comer e beber, a gente ficava nadando pelado e transando: na piscina, nas camas, no alpendre, no banheiro, em todo lugar. O negócio é que eu não engravidei daquela vez, e ele mandou eu voltar a tomar anticoncepcional. E eu fiz isso, mas de verdade, adoraria ter um filho com meu primo, porque ele é o homem que eu amo, com quem quero casar e passar o resto da vida.
É bom deixar claro que tudo que eu conto é 100% verdade. Tô escrevendo isso pra contar o que a gente faz, já que ele tem medo de contar pros outros e de a gente realizar o que tanto deseja.
Espero que vocês gostem.
5 comentários - Foda com meu primo na fazenda
Muy picante
Podrías incluir unas fotos de como lo hacen en todos lados.
Viva el incesto