Só queria dar uma mão

Olá!
De novo um conto que peguei de um site que costumo visitar.
Espero que gostem!

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Isso aconteceu há uma semana. Seu Pedro é um senhor já velho, uns 60 anos, baixinho, gordinho e meio careca, que trabalha, como já disse, limpando as instalações da academia onde treino ginástica. Toda vez que a gente tá treinando, ele chega pra nos olhar, o que é normal pra gente, porque pelo que a gente faz, muita gente nos observa, mas ele sempre que nos via ia pros banheiros femininos, mas não ficava muito tempo. Depois disso, passava pro banheiro masculino e colocava umas placas pra fechar a passagem, avisando que tavam limpando lá dentro, e fechava a porta. Nunca pensei no que ele tava fazendo até a quarta-feira passada, quando, depois de treinar e já pronta pra ir embora, só faltava me trocar e pegar minhas coisas. A porta do banheiro tava trancada e não tinha ninguém lá dentro, e a única pessoa com a chave era seu Pedro. Então tive que ir pro banheiro masculino, onde ele supostamente tava limpando, e me deparei com a surpresa: ao passar pelas placas e me aproximar da porta, ouvi ele dizendo meu nome: <>. Ao ouvir aquilo, não soube o que fazer e abri a porta devagar. A surpresa foi que ele tava se masturbando enquanto falava isso. Fiquei paralisada quando vi o que ele fazia, não pelo pinto dele, que era pequeno, uns 15 centímetros, mas fiquei excitada ao ver que ele tava dedicando uma punheta pra mim.

De tão excitada, só bati na porta, entrei e falei com uma voz meio sexy, ainda brincando, rsrs:

— Quer que eu te dê uma mãozinha? — com uma risadinha safada.

Seu Pedro, ao me ouvir, guardou o pinto e se virou pra me olhar, todo vermelho de vergonha:

— Moça! O que a senhora... deseja?

— Por que você guardou? 😞 Eu queria ser boazinha e te ajudar.

— Não sei do que cê tá falando, rsrs.

— Não se faz, você tava se tocando enquanto falava meu nome, por isso quero te ajudar — enquanto me aproximava da bochecha dele e passava a mão por cima do pau dele, que ainda tava duro.

— Ah, é? — ainda nervoso — E... e como pretende me ajudar? Eu já estava apoiada nos meus joelhos: – Como o senhor imagina que vou fazer? Se acertar, farei mais que isso, mas se não, só o que tenho pensado. – Não, senhorita, não sei o que vai fazer – dava pra notar o nervosismo dele – talvez um beijo? Enquanto abaixava o zíper dele, falei: – Jiji, parece que o senhor é muito respeitoso, e por isso vou fazer um pouquinho mais. Quando abaixei o zíper, o pau dele saltou pra fora, tava muito duro, bem grosso e com algumas veias saltadas, adoro quando fica assim. Peguei com uma mão e dei um beijo na cabeça dele enquanto olhava direto nos olhos. Ele só ficou muito surpreso e emudeceu. A cabecinha do pau já tava bem molhada e brilhando com o líquido pré-seminal que tinha, gostoso demais. Com a outra mão, acariciei os ovos dele enquanto enfiava o membro inteiro na boca. Ele não perdeu tempo, me segurou pela cabeça e me empurrou pra meter tudo. Adorei! Olhei pra ele e falei: – Então já não tá mais nervoso e tomou confiança, hein? Jeje. Vamos brincar sujo. – Espera, vou trancar a porta, quero que isso dure. – Não tranca nada, sujo vai ser, falei. Se nos pegarem, vai ser mais excitante. Apertei o pau dele e só vi que ele ficou vermelho e as veias saltaram mais. Quando soltei, ele disse: – Ufff, isso dói. Apertei de novo, dessa vez por mais tempo, e passei a língua na cabecinha bem devagar. Ele tremeu um pouco. – Wohhh, você sabe mesmo o que faz. – O senhor não sabe pelo que passei, Dom Pedro, não sabe... Continuei lambendo devagar o pau dele, de cima pra baixo, enfiava na boca e mexia a língua de um lado pro outro lá dentro, apertando com a garganta. Ele só gemia. Tirei e chupei os ovos dele. Levantei minha blusa e bati o pau ereto dele contra meus peitos. Vi que ele gostou ainda mais. Enfiei a cabecinha na boca e comecei a masturbar ele enquanto chupava. E ele só apertava meus peitos. – Menina, que delícia, seus peitos são maravilhosos. Faz tempo que te olho e nunca pensei que ia te ter assim. – Viu, Dom Pedro, a gente nunca sabe... Sabe. —Enquanto eu batia uma pra ele.

Sem tirar o sutiã, enfiei o pau dele entre meus peitos e comecei a fazer um espanhol com tudo e o sutiã pra apertar mais, kkk. Levantei e subi na pia, tirei o short e falei: "Me penetra aqui, rápido". Ele se aproximou e disse primeiro:

—Antes de tudo, quero sentir seu cheiro. Mmmm... Igualzinho nas suas calcinhas, deliciosa.

Foi aí que percebi que ele entrava no banheiro feminino depois de nos ver pra cheirar nossas calcinhas e depois se masturbar.

—Ahhh, é todo um brincalhão, seu Pedro.

Ele me pegou pelas nádegas e me penetrou devagar, mas com as veias saltadas, me deixou toda excitada e só de pensar já me deu um orgasmo. Levantou meu braço, tirou meus peitos pra fora e me abraçou, começando uma bombada rápida que eu não esperava pela idade dele.

—Ohhh, oh, seu Pedrinho, me dá uma porrada forte, já tô quase lá.

Ele apertou meus peitos e doeu pra caralho. Gritei e me assustei, pensando que lá fora pudessem ouvir. Depois disso, ele só disse:

—Onde você quer? Que eu vou gozar... —enquanto gozava dentro.

Senti todo o sêmen dele dentro de mim, desci da pia, levantei meu short, vesti e só falei:

—Nem uma palavra pra ninguém. Agora preciso que você abra a porta do feminino, que por causa das suas putarias você fechou.

Ele, meio exausto, me deu a chave e disse pra eu devolver depois, porque precisava tomar um ar.

Quando vejo ele, lembro e ele só foi. Não duvido que a gente repita.

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