Fala galera, primeiro de tudo, valeu pelas mensagens e pontos. Hoje vou contar mais uma história que rolou graças ao futebol. Como já falei, joguei no Patron... de Paraná na adolescência, no time profissional, e por causa disso tive a sorte de ter muita atividade sexual e fazer parte de eventos e ter contato com empresários cheios da grana. E tive a sorte de um dos principais patrocinadores do clube, a Jhonson Aço (uma fábrica de móveis de cozinha), pagar uma parte do meu salário mixuruca, que sendo adolescente, pra meus gastos pessoais e estudos, me ajudou pra caralho. Essa é a introdução pra vocês terem uma ideia de como a história vem. Seguindo o relato, vou contar que um dos meus melhores amigos, que também é meu vizinho, tem três anos a mais que eu e é funcionário administrativo nessa empresa até hoje — por isso vamos chamar ele de Mário. Então, com o Mário, a gente babava por outra vizinha que tem a mesma idade que ele e também trabalha com ele, e vamos chamar ela de Daniela. Eles só mantinham uma relação de trabalho até antes da história que vou contar. Desculpa as voltas, mas se não explicar como era a relação, não vai dar pra entender, haha. Bom, tentando ser mais direto, como falei antes, essa gostosa era e continua sendo uma delícia. Naquela época, eles deviam ter uns 20 anos, mais ou menos, então a gente sempre saía e encontrava a Daniela em várias baladas, mas zero química. Ela é uma puta loira de olhos castanhos, com um corpão do caralho, calculo que na época devia ser uns 100-60-90, uma puta completa e sempre rodeada de caras com grana. O Mário me contava que eles trabalhavam no mesmo setor e que ela tinha uma responsabilidade maior, porque dependiam dela muitos pagamentos de eventos, publicidade e outras paradas que nem sei. Quando assinei meu primeiro contrato com a Jhonson, tive a sorte de, com dois amigos, o próprio dono da empresa ir nos buscar no treino. Na real, o cara é apaixonado por futebol e De vez em quando eu ia ver os treinos e, claro, tinha tratamento vip no clube. Voltando àquele dia, ele veio nos buscar e, depois do banho, nos levou pra empresa dele. E, por acaso, a Daniela já tinha os papéis prontos pra gente. A gente cumprimentou ela e teve aquela conversa falsa típica desse tipo de gatinha. Assinamos tudo e ela distribuiu casa por casa. Quando cheguei na minha casa e contei pro meu velho — que já tava por dentro de tudo porque, como vocês sabem, eu era adolescente e ele era meu tutor e representante, tudo junto — eu tava pulando de alegria, me sentindo um profissional do futebol, haja. Bom, fui lá e me encontrei com o Mario, contei tudo pra ele, inclusive que a Daniela tava lá, e não teve nada de estranho. No dia seguinte, minha surpresa foi enorme quando ele me ligou em casa e falou pra eu ir até lá que ele queria me contar uma coisa. Fui na casa dele e ele me contou que a Daniela tinha dito que a gente tinha ido lá, mas o que me surpreendeu foi como ela contou. Segundo ele, ela falou: "Veio seu amigo, o vizinho tão menininho, e vai ganhar um salário bonitinho", haja. Ela me reconhecia do bairro, o que eu nem esperava. E o Mario também me deu uma força danada, porque contou que eu tinha futuro, que tinha jogado nas categorias de base do Newell's em Rosário e tal, então ele me ajudou. A coisa ficou por isso, porque depois não vi mais ela, só sabia dela pelo meu amigo, que tava doido por ela e me contava que, depois daquela conversa sobre mim, eles tinham ficado mais próximos, digamos assim. Passaram-se algumas semanas, e a gente saiu com o Mario e encontramos ela num balada. Foi a primeira vez que ela me deu um beijo, porque nem na empresa ela tinha me beijado, haja. Bom, conversa vai, conversa vem, e o álcool começou a rolar. Eu pensava: "Essa eu tenho que pegar". Mas não é que, num desses momentos, fui no bar e, quando voltei, a Daniela e o Mario estavam se agarrando? Que merda, a gatinha me sacaneou, falei, haja. Fiquei meio bolado, mas deixei pra lá, porque não ia brigar com o Mario, ainda mais por uma gatinha dessas. Daí a pouco eles vieram e falaram que iam embora. Foi assim, eles foram transar e eu fiquei com outros amigos que estavam com a gente. Bom, no outro dia encontro o Mario e tudo bem, ele me conta que foram na casa da minha cutie e treparam, e ficou tudo certo. Ele ficou mais tarado do que antes e, sinceramente, não me incomodava. E a cutie eu via cada vez mais distante, então nem pensava nela. Além disso, tava saindo com a Mili (a fisioterapeuta). Bom, não lembro se um ou dois dias depois, encontro a Daniela no mercadinho do bairro e ela me cumprimenta. Fiquei surpreso com a conversa dela e o convite pra casa dela, quando disse que quando eu quisesse podia ir tomar um mate. "Fechou, um dia apareço", falei, achando que ela tava me convidando só por educação, haja. Os dias passaram, chegou o primeiro mês de pagamento e fui até a empresa com meu velho receber. A Daniela tava lá me esperando. Aí ela me dá o comprovante pra passar no caixa e me convida de novo pra casa dela. Então, nem besta nem nada, perguntei que horas. Ela responde: "Quer tipo umas sete?" "Fechado", falei. Saio do treino, tomo um banho e vou. Já tava fazendo o filme pornô na cabeça e contei pro meu velho, porque ele tava junto e a gente é muito parceiro. Ele tava morrendo de rir. A tarde passou, chego do treino e, antes de ir pra casa da Daniela, passei pra ver o Mario e contei. Ele falou: "Relaxa, come ela. Já falei com ela e ela deixou claro que foi só uma noite e que rolou porque ela tava bêbada." Minha alegria foi total. Então fui pra casa e lá estava ela. Vou explicar: a Daniela tem uma irmã igual a ela, mas mais nova que eu, e elas moram com a mãe. A Daniela tem o apê dela atrás da casa delas. Por isso, quando cheguei na casa, a irmãzinha dela me atendeu, haja, e me indicou por onde ir. Fui. Quando bati, a Daniela me atendeu com um moletom cinza e uma regata preta. Ela me fez entrar e foi preparar o mate. Entre uma conversa e outra, puxei o assunto do Mario e, rindo, ela disse: "A verdade é que o Mario é um tédio, me desculpa ele ser seu amigo." A gente riu e eu falei: "Tudo bem." Vou contar pra vocês. Que o Mário é um cara que jogava basquete, tem quase dois metros, é moreno e tem lábia, sei lá, haha. Bom, o assunto é que ela começou a me contar e achou que, por ele ser grandão, ia ter um tamanho bom, mas a verdade foi bem o contrário, haha. Ele tinha uma rola normal pra pequena e, pra pior, era precoce, o otário me disse, e que na segunda transa não subiu e deixou ela na mão, e que o Mário se desculpava com o álcool e blá blá blá, ela ri, haha. Eu, na real, com o que ela tava me contando, tava me intimidando com o que ela dizia. Na minha cabeça, pensava: "Ah, essa gostosa, se me pegar, vai me destruir, e se eu não agradar ela ou tiver pequena pra ela (tenho 18cm)?" Mas, enfim, pensava um monte de coisas e tentava defender o Mário, mas ela detonava ele, haha. O negócio é que a conversa descarrilhou e ficou mais sexual, e eu perguntei quanto seria bom pra você, e ela riu e disse: "Não é o tamanho, é saber foder, por quê?" me pergunta, e eu meio que gaguejei e falei: "Só perguntando", e ela se aproxima e me diz cara a cara, pegando no meu volume: "O seu, como é?" Começa a passar a mão na minha rola, que já tava dura, e começamos a nos beijar. Ela se ajoelhou e começou a fazer um boquete daqueles, puxei os peitos pra fora e, enquanto fazia um espanhol, ela dizia: "Assim tá bom pra mim", enquanto chupava. Com o tesão do caralho que eu tava, ela me fez gozar. Ela se levantou, tirou a roupa e fomos pro quarto dela, onde transamos e eu já tava duro. Falo: "Vou colocar camisinha", e ela diz que não, que era pra eu comer ela assim, que se cuidava. Então, ela sentou na minha rola e começou a cavalgar. Eu olhava os peitos dela balançando de um lado pro outro. Ficamos um tempo assim, depois de papai e mamãe e, por último, de quatro, e quando eu tava quase gozando, ela fala: "Faz no meu cuzinho". Pra não negar, rapaziada, quem nunca passou por isso não teve infância, haha. Ela disse "faz no meu cuzinho" e foi como se abrisse a torneira da minha rola e eu comecei a gozar, hahaha. Juro, ela me deixou tão excitado que, por mais que tentasse segurar, enchi a buceta dela de porra. Falei meio sem graça depois de ter gozado. Assim que contei a história do Mario, na hora pensei que tinha falhado e falei: "Me desculpa, não aguentei". E ela respondeu: "Relaxa, adorei. Fazia tempo que não tinha uma transa boa como hoje". Quando olhamos as horas, já tinha passado quase uma hora. Então, me saí bem, pensei, haha. Depois, a gente tomou um drink e ela me contou que a intenção dela no rolê era ir comigo, mas que com a bebida e a insistência do Mario, acabou cedendo. Nos vimos mais algumas vezes depois disso, até que ela descobriu que eu tava saindo com a Mili. Não ficou brava nem nada, mas disse que não era segunda opção de ninguém, haha. Mas tudo certo, sempre tivemos uma relação muito boa. Até hoje, ela é uma gata super gente boa e reservada. Pena que, mesmo que você não seja namorado ou parceiro dela, só pode ficar com ela. Tentei chamar pra um trisal ou festa, mas nada, foi o contrário. E um dia ela ficou com ciúmes da irmã mais nova, então imaginem como ela é, haha. Essa foi mais uma das minhas histórias. Desculpa se fui meio chato na introdução, juro que tento resumir ao máximo, mas ao mesmo tempo detalho pra história fazer sentido, já que foi real. E como sempre digo: que lindo que é o futebol... Abraços..
3 comentários - Que lindo es el futbol 4