Chapeuzinho 13

Chapeuzinho Vermelho e o Lobo 13

No domingo, Denisse pediu o celular do Sergio pra Myriam. Ela não queria começar aquela semana porque Myriam ia embora no domingo à noite, e elas queriam aproveitar a semana juntas. Ligou pro Diretor da escola, e ele disse que não tinha problema, desde que ela fizesse uma visita na escola por volta das 18h, quando já poderia atendê-la no escritório. Marcaram pra quarta-feira. Eu sentia falta de dormir com Denisse, queria que ela me contasse o que tinha feito. Não gostava dessa coisa de ficar tão ligada na Myriam, mas a verdade é que as duas me deixavam muito excitada. No domingo, no café da manhã, Myriam mostrou umas fotos. Na primeira, via-se o parceiro dela com um daqueles aparelhinhos de plástico, supostamente de castidade. Agora eu entendia o que era a chavezinha pendurada numa corrente no pescoço da Myriam.
— As fotos que mostro é pra dar ideias... pra vocês brincarem... adorei deixar ele assim... não tô dizendo que vocês têm que fazer o mesmo... mas... — disse ela, olhando pra Denisse — por mais submisso que se faça, todos são uns cachorros no cio... não conseguem se segurar... parece que queima... — Eu ia protestar, mas preferi me calar. Depois mostrou uma foto com um cinto daqueles strap que ela tava usando, e outra fazendo o cu do parceiro dela. — No começo ele não quis... reclamava... mas aconteceu igual com você, ele sempre me dizia que sentia falta de mais contato... que a masturbação não era igual a transar... então começamos a tentar transar... você tinha que ver como ele vicia... e prometi que um dia algum machinho vai comer ele, por enquanto ele não quer.
Depois as duas tomaram banho e ficaram de lingerie. Myriam me pegou por trás, e Denisse veio pela frente, soltou os peitos por cima do sutiã e me deu pra chupar. Myriam abaixou a calcinha que eu tava usando na frente e começou a me punhetar bem devagar. Denisse falou:
— Myriam me disse que, já que a gente tá meio sem intimidade, a gente te punhete mais... pra você ficar mais... tranquilo... ela vai ser a que vai fazer isso nesses dias que ficar... é tipo um presentinho... esperamos que você curta... mais tarde o Rafa vem nos buscar com o irmão... vamos dar uma volta só... você vai me dar a porra toda assim você dorme sossegada... eh minha putinha... me dá toda a porra... que habilidosa a Myr... ehh... você gosta que ela te acaricie?
-Sim, ela é muito doce, adoro...
-Bom, então dá toda a sua porra pra ela... vamos maricona, goza... -Myriam acelerou a punheta e meu pau começou a cuspir jatos de porra, as duas riram- Muito bem putinha, quanto leite que você dá... Depois de um tempo começaram a se vestir, Denisse me mostrou dois vestidos, um vermelho bem justo, que ficava uma delícia nela, e outro preto, quando vestiu o preto tirou o sutiã, dava pra matar ela ali mesmo.
-Vou usar esse... total, vamos dar uma volta só... se a gente voltar tarde, não se assusta...
você janta tranquilo e dorme... que amanhã você tem que trabalhar... vamos tentar chegar antes de você sair...
Depois de um tempo ouvimos a buzina de um carro, eram eles, Denisse me deu um beijo profundo e disse que me amava. Myriam também me deu um beijo, bem fundo, brincou com minha língua e disse.
-Somos mulheres demais pra um punheteiro como você... tem que agradecer que a Denisse não vai embora com outro... eh punheteiro... quando eu for embora ela disse que vai te contar algumas das aventuras que a gente tá tendo... tomara que você curta, punheteiro... ela enfiou a língua de novo até minha garganta e apertou meu pau que tava duro por cima da calcinha fio dental.
Acordei às 5 e meia pra tomar banho, perto das 6 elas chegaram, eu tava saindo, ficaram de roupa íntima e dessa vez a Denisse me pegou por trás e a Myriam me deu os peitos dela pra eu chupar, Myriam falou.
-Queremos que você vá tranquilo trabalhar... você gosta que a gente te masturbe...
-vocês que eu gosto...
-Sim, mas você não tem como nos satisfazer... você é punheteiro demais pra nós... tomara que sua mina tenha pena de você e deixe você coloca ela um pouco... não...? alguma vez... -Denisse mordeu minha orelha e começou a brincar com a língua nela. Depois me disse.
-Como eu gosto que me façam no cu, amor... pena que você nunca conseguiu, né? -meu pau cuspiu um monte de porra de novo, as duas riram de novo e foram pra cama, me mandaram um beijo da porta do quarto. Bom dia de trabalho, amor, a Denisse me disse.

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