Diário da Fabiola: Entrega a Booty (4ª parte)

Continuamos com mais...

Querido diário, quero contar que hoje tive uma experiência espetacular, pela primeira vez entreguei a bunda... e foi lindo sentir ela atrás... Achava que nunca ia fazer isso e agora acho que virei fã de anal... hehehe

Acontece que sábado à noite fui com todo o grupo de conhecidos do Ramiro no aniversário de 15 da irmã do Fernando, um dos melhores amigos dele. Todo mundo tava meio bêbado e meu namorado era o que tava pior, comecei a procurar ele já que entre ele estar alegre e as provocações com cada cara que eu cruzava, tinha perdido ele de vista. Achei que ele tava no banheiro e entrei. O Juan, amigo dele, tava mijando nos mictórios e com a surpresa que minha entrada causou, ficou de frente pra mim com a pica na mão.

- Tô procurando o Ramiro... - falei enquanto não conseguia tirar os olhos daquele instrumento enorme. Esse sim chegava perto do do filme.
- Ele tá no vaso vomitando - disse e apontou pra onde meu namorado estava. Fui buscar ele e fomos embora.

Ontem acordei e não conseguia tirar a imagem da pica do Juan da cabeça. Aquela pica era enorme e eu queria ela pra mim.

Hoje tava que não aguentava mais e fui direto pra casa dele com a desculpa de devolver um moletom que ele tinha me emprestado. Ele me fez entrar e propus tomar uns mates pra ter tempo de pensar num jeito de levar ele pra cama. Sabia que tinha que puxar o assunto do sábado e falei:

- Me desculpa pelo outro dia no banheiro, te olhei sem querer.
- Bastante tempo você me olhou pra ser sem querer (disse irônico)
- É que... é que... não sei como dizer, não tenho coragem. (falei já que tinha que fazer a nervosinha pra não me entregar tão rápido.)
- Fala, Fabi, temos confiança suficiente pra você me dizer o que quiser.
- Não, é que eu... o único pau que vi é o do Ramiro e o seu é... como é que eu digo?
- Maior? (disse como se estivesse surpreso)
- Sim (falei olhando pra baixo como se sentisse pena do que tava fazendo, e então soltei baixinho) bomba que ele esperava pra poder avançar) pois é, dormindo já é assim, nem quero imaginar de pé…
- E você gostaria de ver ela de pé? (Falou já todo solto)
- Sim, mas tenho muita vergonha, além disso você é o melhor amigo do meu namorado e o que ele pensaria se me visse olhando pra sua pica? – (Adicionei pra deixar a conversa ainda mais quente.)
- Bom, você quem perde, continua olhando a piquinha do Ramiro…
- Ehh, tão pequena assim ele não tem, até tem coisas que a gente não consegue fazer porque me dói. (falei agora lembrando das vezes que o Ramiro tentou com força estrear minha bunda linda)
- Isso você fala porque não viu a minha de pé… (disse jogando a carta mais alta)
- Tá bom, me mostra. Mas eu só vou te ajudar a ficar duro com a mão. (falei como se já soubesse que não era só ver que ele queria.)
O cara se colocou do meu lado, eu ainda sentada numa cadeira esperando o presente tão precioso. Ele abaixou o zíper da calça e tirou aquela buceta linda que já tava meio dura. Por um instante minha visão ficou turva ao imaginar tudo aquilo dentro de mim. Peguei ela com as mãos e salivei a pontinha pra não machucar com a masturbação que comecei a fazer logo em seguida. Era óbvio que eu tinha que ir além, então exclamei:
- Você se importa se eu provar pra ver se cabe na minha boquinha…?
E sem esperar resposta, enfiei o máximo que consegui, mas num suspiro o João avisou que ia gozar. Por um lado fiquei puta por ele ter gozado tão rápido, mas por outro adorava deixar ele tão excitado. Quase não deu tempo de tirar minha carinha de lá quando ele explodiu num mar de porra morna que me respingou toda. Sem dar chance pra ele relaxar e sabendo que tinha que agir rápido, olhei bem nos olhos dele e com minha melhor cara de puta falei:
- Era realmente grande, será que minha buceta aguenta?
Em resposta, ele me pegou pelo braço e me levou pro quarto dele. Num piscar de olhos já tinha me jogado na cama, tirado minha calça e, depois de puxar minha calcinha fio dental, sem tirar ela, começou a me dar uma chupada violenta. buceta. Devo dizer que nenhum dos outros dois caras com quem eu tinha estado chupou ela assim, Juan me fez enlouquecer, a habilidade da língua dele era indescritível. Eu jorrava rios de lubrificação e palavrões irreproduzíveis. Como era de se esperar, não demorou pra ele me virar e me deixar com a minha bunda linda à mostra. Pensei que ele ia chupar minha buceta por trás enquanto admirava meu maior atrativo. Mas o filho da puta puxou o fiozinho da tanga e colocou a língua no meu cuzinho. Minha reação foi automática e eu me joguei pra frente tentando me soltar. Mas Juan tinha sérias intenções pro meu cu e, me segurando firme pela cintura, me puxou de volta enfiando a língua no meu buraquinho.
O dedo dele entrando na minha buceta venceu minha última tentativa de resistência e eu me entreguei ao prazer daquele jogo.
No melhor momento, quando três dedos brincavam na minha buceta e a língua dele entrava cada vez mais fácil no meu cu virgem, Juan decidiu que era hora de me fazer sentir o rigor da ferramenta enorme dele. Sabendo o que vinha, avisei:
– Devagar, não esquece que você tem uma gigante e minha buceta não tá acostumada com tanta pica.
– Fica tranquila, você vai ver que vai gostar tanto que não vai esquecer. – ele completou, como quem mostra experiência.
Quando a cabeçona dele entrou na minha buceta, o mundo parou, era enorme. Quando voltei a mim, me peguei balbuciando um – ahhh, ahhh é muito grande – que não sei se Juan chegou a ouvir. Assim que ele enfiou toda a ferramenta enorme dentro de mim, começou uma penetração lenta mas profunda que em segundos se transformou numa bombada tremenda. O cara tava me dando a melhor fodida da minha vida, mas no melhor momento aconteceu o que logicamente costuma acontecer quando me comem de quatro: Juan não aguentou ver aquela bunda perfeita na frente dele e, depois de cuspir nela, tentou enfiar o dedo no meu cuzinho apertado. Minha reação foi automática e dessa vez, com um puxão forte, me soltei do dedo e da pica dele.
– O que foi? – ele perguntou, surpreso.
– Por aí não. Eu disse segura — tentei algumas vezes com o Ramiro e só de encostar a pontinha já morria de dor. E com o que você tem, pode me destruir. Nem louca. Dá pela buceta o quanto quiser, mas no cu você não encosta.
— Calma — ele disse, entendendo meus medos — o problema não é o tamanho, é o trabalho prévio. Se for com cuidado, acaba sendo muito prazeroso.
— Tá, mas ainda assim tenho medo — respondi, já com as defesas baixas
— Desculpa, é que achei que você gostava. O Ramiro diz que você fica louca quando come por trás.
Eu não podia acreditar. O filho da puta andava falando por aí que eu dava o cu e nem conseguia me fazer gozar.
— Foi isso que ele disse? — perguntei, entre indignada e surpresa
— Sim, pra mim e pros caras do clube. Todo mundo acha que você é uma viciada em sexo anal —
Aquelas palavras foram a chave de entrada pra virgindade do meu cu. O filho da puta do Ramiro queria que eu entregasse o rabo, e eu ia entregar, mas com o melhor amigo dele. Já decidida, soltei:
— Que filho da puta. E você me promete que não vai me fazer doer?
— Se a gente for com calma, nem um pouquinho…
— Tá bom, já que o Ramiro anda dizendo que eu dou o cu, vamos dar razão pra ele, né?
— Eu topo…
— Mas só se você tomar muito cuidado, ok?
A resposta dele foi me deitar na cama e se dedicar a terminar de me convencer com carícias. Primeiro foi a língua dele que se reencontrou com meu esfíncter. Ele era um verdadeiro mestre e, assim que minha bunda começou a ceder devagar, enfiou o primeiro dedo lá dentro. Com o segundo dedo, que entrou ainda mais devagar, arrancou meu primeiro gemido. Com o terceiro dedo e meu cu aberto igual uma flor, meus gemidos já eram gritos. A maestria com que ele mexia os dedos dentro do meu cuzinho estava me matando. Não aguentei mais e, olhando fixo pra ele, quase implorei:
— Não aguento mais, por favor, enfia.
— O quê? Não te ouvi — ele disse, sabendo o quanto eu tava molhada e que podia brincar com todo meu tesão
— Que você enfia, que me come. Booty – exclamei com palavras que uma hora antes jamais teriam saído da minha boca
- Já quer que eu meta?
- Sim, por favor, tô muito tesuda, quero sentir ele no meu cu, com cuidado, mas mete logo – falei desesperada pra sentir tudo aquilo dentro de mim
- Tá bom, de agora em diante, toda vez que quiser que eu coma seu cu, vai ter que pedir, e tenho certeza que vai ser mais de uma vez, putinha.
Ele disse enquanto a cabeça dele começava a se abrir caminho no meu bum faminto, apesar do ótimo trabalho de dilatação, aquilo era enorme, nada recomendado pra primeira vez de um cu, mas ele fez com tanta maestria que, mesmo mordendo os lençóis, aguentei seus não sei quantos centímetros lá dentro.

Sentia meu cu esticar, pulsar com a pica dele dentro. Queimava, então, com lágrimas nos olhos, pedi:
- Bomba, por favor, mexe que tá queimando, arde aqui dentro, mexe. Arrebenta de uma vez como você prometeu.
E porra se ele não arrebentou, perfurou meu rabo de um jeito descomunal. A dor sumiu completamente e uma onda de prazer me transformou, soube naquele momento que algo tinha mudado em mim, aquela foda tava me transformando na mais puta de todas. Sinceramente, não lembro exatamente as barbaridades que gritei, mas pedia pra ele serrar minha bunda, arrebentar bem arrebentado e outras obscenidades que jamais pensei em dizer. Tava empalada, rebolando o cu igual uma prostituta, quando o Juan teve a ideia de tirar.

Ele me levantou como uma boneca de pano e me deitou, pegou minhas pernas e, levantando, colocou perto da minha cabeça, deixando meus dois buracos à disposição dele.
Infelizmente, ele penetrou minha buceta, me sacudiu gostoso, mas naquela hora eu queria ele no cu, tava faminta de pica, se pudesse teria metido o mundo inteiro no buraquinho do meu ânus. Já totalmente entregue, ordenei:
- Já que você putificou meu cu, mete de novo, filho da puta, parte ele com essa pica tremenda que você tem.

E olha se ele não obedeceu… Uma vez lá dentro. Me bombeei como ninguém nunca tinha me bombado. Tirava ele, cuspia no buraco do meu cu aberto, e enfiava de novo. Quando já tava no ponto, ele avisou que ia gozar.
– Não para que eu vou gozar, não para que eu vou gozar. – Gritava eu desesperada.
E gozamos juntos, com o pau dele enchendo meus intestinos de porra. O mundo parou de novo e caímos exaustos, com o pau dele perdendo a rigidez dentro do meu cu.
– Nunca pensei que ia gostar tanto de dar o cu, o Ramiro tem razão, agora sou uma fanática por sexo anal – falei e dei meu primeiro beijo nele.

Continua…

Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2711634/El-diario-de-mi-prima-Fabiola.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2713244/El-diario-de-Fabiola-1ra-vez.htmlParte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/2713248/El-diario-de-Fabiola-1er-orgasmo-y-cuernos.html

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