Mi hermana y yo pasados de copas...

Era uma noite como qualquer outra, fim de semana. Estávamos com uns amigos na casa da minha irmã mais nova tomando uns drinks, conversando sobre qualquer coisa, num papo agradável. A noite seguiu normal, continuamos bebendo bastante e vários passaram do ponto, inclusive eu.

Pra mim, álcool é um ativador terrível da minha virilidade e com vários graus alcoólicos no corpo, já estava olhando todas com outros olhos. A namorada do meu melhor amigo, meio gordinha, com aquele rabão espetacular que ela tem, me deixou louco. A amiga da minha irmã, que não era muito atraente, meio magricela pro meu gosto, mas que tinha uma cara de safada e um olhar que te devorava, também me deixou doido, até minha irmã me deixou excitado, com aqueles peitões que ela tem e que adora mostrar com decotes generosos. Pra ser sincero, fisicamente ela é a melhor de todas, olhando bem, minha irmã mais nova estava uma gostosa. Ela tem 24 anos, mora sozinha, é bonita de rosto, embora não seja muito alta, é bem pequenininha, o corpo dela é muito bem formado, bunda boa e peitos enormes. Invejava a sorte do pau do meu cunhado que com certeza depois que a gente fosse embora ia se deliciar com aqueles peitões.

A noite chegou ao fim, eu bem tonto. Me despeço da minha irmã, dando um abraço forte, sentindo os peitos dela no meu peito. Ela pede pra eu dirigir com cuidado, que dava pra ver que eu tinha passado do ponto, enquanto minha namorada com cara meio irritada pelo meu estado de embriaguez me esperava na porta.

Já no carro, ela começou a reclamar porque eu tinha exagerado nos drinks, que dirigisse mais devagar, etc. Fiz meu charme e pedi pra irmos pro meu apartamento pra "fazer um carinho", mas com vento fresco e muito irritada, ela disse pra eu nem sonhar. Levei ela pro apartamento dela, desci pra acompanhar, tentando convencê-la a fazer algo rápido, enquanto a colega de apartamento dela dormia no quarto, mas ela não queria nada. A No final, nós brigamos, mandei ela pra puta que pariu e fui embora, sem outra opção a não ser voltar com tesão pra minha humilde morada.

Com o tesão que estava, pensei em passar na frente da casa da minha irmã, pra ver se a amiga dela, a magrinha, ainda estava lá. Tinha a ideia de bancar o galã e oferecer carona pra ela, pra ver se resolvia minha vontade com ela. Mas quando cheguei, todas as luzes estavam apagadas, até o carro do meu cunhado não estava. Fiquei estacionado na frente, com o motor ligado, o rádio tocando, pensando pra onde eu poderia ir atrás de alguma diversão, quando as cortinas da janela se mexem, minha irmã aparece e depois abre a porta, sem sair, só espiando de lado. Achei que ela já tinha ido dormir, por isso não tinha saído. Minha intenção nunca foi acordá-la, mas em um segundo me veio uma ideia pra entrar na casa dela. Nunca pra comer ela, não é que eu não gostaria, pelo contrário, só queria vê-la, provavelmente de camisola, e se tivesse sorte, sem sutiã. Só queria aquela imagem pra guardar na mente e bater uma punheta pensando nela.

Desci do carro e, enquanto entrava na casa, disse a ela que não encontrava minhas chaves, que com certeza tinham ficado no sofá. Ela acendeu a luz e tudo que eu tinha imaginado era pouco perto do que eu tinha na minha frente. De fato, minha irmã já tinha ido dormir, usando uma camisola curta, meio transparente, azul claro, tão curta que mal cobria a bunda, e que às vezes deixava aparecer uma calcinha branca minúscula que sumia entre as nádegas. Os peitões dela, sem sutiã, não estavam transparentes, mas mal cabiam naquela camisola e ameaçavam escapar a qualquer momento. Era exatamente a imagem que eu esperava encontrar, os peitões da minha irmãzinha de camisola... ufff, um sonho de tarado, nem preciso contar como eu fiquei de pau duro ao vê-la.

Ela começou a procurar entre as almofadas do sofá, minha suposta chave perdida, se curvando ao fazer isso, me mostrando tudo. A bunda, com os peitos quase caindo, parecia realmente uma delícia. Também dava pra ver que ela estava bem bêbada, pelo rosto, pelo jeito meio enrolado de falar e como se apoiava nos sofás.

- Pelo jeito você também exagerou na bebida

- É, mas eu não vou dirigir

- E o chato do seu namorado?

- Ele foi embora, porque tem que viajar cedo amanhã

- Ufff... e deixou uma gostosa dessas sozinha? ... tá vendo como ele é chato?

- NÃO chama ele assim, e me ajuda a procurar

- Você tá uma gostosa, irmãzinha

- Ha ha... degenerado... pronto, procura aí

Bêbado e excitado como eu estava, brincando, ela se inclina pra mexer em outra almofada e aí eu peguei ela pela cintura e encostei meu pau com força na bunda dela. Ela riu achando que era brincadeira, se soltou, caindo no sofá, mostrando suas lindas pernas e rindo, me chamou de degenerado tarado. Eu disse que ela parecia uma delícia vestida daquele jeito, que se não fosse minha irmã com certeza abusaria dela... Ela continuou procurando e de novo eu peguei ela por trás e encostei meu pau na bunda, falando como ela tava gostosa

- Para com isso! Você é um tarado!

- É que você tá tão gostosa, irmãzinha...

- Chega!... será que não te deram hoje?

- Não, não aguentaram... a chata tava insuportável... me deixaram com tesão

- Ahhh por burro, quem manda beber tanto, eu também não daria pro outro se ele ficasse bêbado, agora me solta

- Mmm que gostosa você tá assim

- Ha ha... degenerado

- Mmmm

- Me solta, seu tarado do caralho!... ajuda a procurar suas chaves (escapando do meu abraço)

- O que eu vou fazer... vou ter que ficar aqui

- Não estão... procurou bem nos seus bolsos?

- Sim, não sei onde deixei...

- Deixa eu ver... olha como você é burro, aqui estão na sua jaqueta!... como você tá bêbado!

- E quem escondeu elas aí?

- Ha ha. Você tá bem louco, hein!

- Só um pouquinho, mas é melhor eu ficar aqui e a gente dormir juntinhos, agarradinhos... o que você acha?, dando um beliscãozinho na sua bunda

- Já... para, você está passando dos limites... já... David... corta essa!



Eu tinha minha irmã na minha frente, com um conjunto que era realmente impactante, bem bêbada, rindo, os dois sozinhos na casa dela, até que entre brincadeiras e brincadeiras, cheguei a pensar que talvez aquela ideia incestuosa não fosse tão absurda, porque até encontrei um pouco de provocação nos movimentos dela.



- Sabe?, na verdade é melhor você ficar aqui, assim não pode dirigir, é perigoso

- Mmmm é, e a gente dorme agarradinhos... como bons irmãozinhos

- Esquece... do jeito que você está, capaz de me estuprar dormindo, você dorme aqui no sofá, eu trago um cobertor

- Ahhh não, esquece... na sua cama... aqui não caibo

- Só aqui, não tenho outra cama...

- Mas na sua cama cabemos nós dois perfeitamente

- Tá bom, mas para de me importunar, estou com sono. Vamos deitar



Caminhei atrás dela, admirando uma bunda proeminente, redonda, carnuda, realmente deliciosa, onde a calcinha tinha entrado entre suas nádegas, ficando ainda mais desejável. Assim que entrou no quarto, apagou a luz e se enfiou sob os lençóis da cama, enquanto eu me despi rapidamente, ficando só de cueca. Entrei na cama e a abracei imediatamente por trás, encostando toda a pica novamente na sua bunda divina. Ela tentou se soltar de mim, não tinha para onde se afastar, então fiquei assim, alegando que estava com frio



- Tá, mas não fica se mexendo

- É que estou com frio

- É... frio, vou acreditar... você está me esfregando com essa pica dura da porra

- É verdade, assim a gente não se aquece mutuamente

- Mas para de se mexer... eu sinto como você está... não se esqueça que sou sua irmã

- São reflexos do frio (enquanto continuava esfregando nela)

- Ha ha... ridículo, já vai dormir

- Me deixa dormir com uma mano na sua teta?

- Vai se foder, degenerado!

- Ah, qualé, qual o problema? A Carol sempre deixa.

- Sim, mas ela é sua namorada, eu sou sua irmã.

- É que assim eu não consigo dormir.

- Não.

- Vamos, o que custa…

- Sabe de uma coisa? Faz o que quiser, mas me deixa dormir.

Na escuridão do quarto, por baixo das roupas, agarrei uma das tetas enormes da minha irmã e comecei a acariciar, sem que ela dissesse nada. Comecei a apertar e senti seu mamilo duro, acariciando ele também, encostando meu pau ainda mais na sua bunda. Ela fingia que estava tentando dormir, mas eu sabia bem que ter o irmão mais velho, com um físico muito superior ao do namorado magrelo dela, com as mãos agarrando seus peitos, era impossível ela não estar ficando excitada igual a mim.

- Você é um tarado mesmo, para com isso.

- Por quê? Não gosta de carinho aqui?

- Óbvio que gosto, mas não de você…

- Já te disse que você tem uns peitos incríveis?

- Você já está passando dos limites… vai pro sofá se não me deixar dormir.

- Invejo a sorte do pau do meu cunhado.

- David, sério, me solta e fica quieto.

- Por quê? Te incomoda tanto?

- Não… mas não é certo… a gente bebeu demais…

- E daí?

- Sou sua irmã… e olha como você está.

- Mmm… percebeu como você me deixou?

- Ufff… claro que percebi como você está… impossível não perceber.

- Você que me deixou assim.

- Você que ficou assim sozinho… Vamos, me solta logo.

- Mas você disse que não se incomodava…

- Sim, mas…

- Mas o quê?

- Também não vai ficar me tocando assim… não é natural.

- É que eu adoro seus peitos, irmãzinha.

- Gosta? Que bom… mas já tocou muito, agora me solta.

- Mmmm deixa eu chupar um…

- Você é louco!

- Ah, qualé… só um beijinho. Esquece... você tá maluco, como é que você pensa numa coisa dessas?

- Só um beijinho e eu fico tranquilo...

- Não... por favor, não... não tira ela!

- Vamos... O que custa?

- Não... David... não... não... não

- Mmm só uns beijinhos, nada mais...

- Não... não me pede isso... por favor...

- Vem... deixa eu te dar uns beijos nos seus peitos e eu durmo...

- Não... não... não quero... me deixa... não quero



Mas as palavras dela voavam com o vento, ela já estava de costas e minha cabeça no peito dela, beijando uma de suas tetas através do tecido fino, sentindo seu mamilo enorme e duro, que atravessava o tecido, sendo sugado com força pelos meus lábios



- David... por favor... para... não continua. Por favor, te peço

- São só uns beijinhos, nada mais... mmm, que mal tem?

- Mas olha o que você tá fazendo... quase tá chupando ela!... não tá certo

- Só tô dando uns beijos nos peitos da minha irmãzinha, nada mais

- Você acha pouco?! Vamos, por favor, me solta!... não... não, David, não tira elas... não faz isso, eu vou ficar brava!... sério, tô te avisando



Mas minha mão não deu atenção às palavras da minha irmã, que sem conseguir evitar, ficou com uma teta exposta, que imediatamente foi parar na minha boca, enquanto minha mão a agarrava com força



- Mmmmm que delícia... que delícia de teta, irmãzinha...

- Ahhh... não faz isso... me solta... ahhhh

- Que pedaço de teta, irmãzinha, meu Deus

- Ahh já... não chupa mais ela... não faz isso

- Mmmmm uma delícia...

- Já... chega... para!... não continua

- Mmmm se você não fosse minha irmã...

- Ahhh o que você faria comigo se eu não fosse sua irmã?

- Mmm O que eu faria?... enfiaria tudo isso até o fundo... (e pegando sua mão, coloquei sobre meu pau)

- Ohhhhh... O que você tá fazendo?!... não quero

- Mmmm... Me diz que você não gosta... (sem soltar sua mão) deixando ela sobre meu pau) - Não é isso .. ohhh … David se acalma! - É que você me deixou muito excitado de verdade - e acha que eu não estou! … ahhh! .. olha como você está! … OLHA COMO VOCÊ ESTÁ DE DURO! Foi inevitável, minha irmã não pôde lutar mais contra seus desejos e agarrou meu pau completamente com a mão, sentindo perfeitamente o enorme instrumento de seu irmão mais velho, começando a gemer. Era delicioso sentir a mão da minha irmã agarrada no meu pau enquanto eu beijava com toda minha vontade um peito, até que, dobrando sua cabeça um pouco, nossos lábios se juntaram pela primeira vez, desencadeando uma noite de amor, paixão e luxúria. Só então ela soltou meu pau para me pegar assim dobrada como estava, a cabeça, e me atrair para a dela, enquanto nos beijávamos com paixão, com meu pau batendo na sua bunda. Mal abaixei um pouco minha cueca, libertando meu pau, e de uma puxada ela abaixou sua calcinha. Minha mão por trás tocando sua bunda até chegar na sua buceta, completamente depilada, sentindo o quanto ela estava molhada. Sem parar de nos beijar, com as mãos dela para trás sobre minha cabeça, eu a enfiei pela primeira vez. Só aí ela parou de me beijar para dar um gemido forte ao sentir como seu irmão mais velho enfiava toda a trolha nela. Com minha mão que estava embaixo dela agarrando seu peito e com a outra agarrando sua bunda, eu enfiava e enfiava como um cachorro no cio, enquanto ela, novamente dobrada, buscava minha boca. Ficamos muito tempo nessa posição, comendo ela por trás enquanto não parávamos de nos beijar nem por um instante. Deitei ela de costas, tirando sua calcinha e libertando ambos os peitos de seu pijama ainda vestido, chupando eles como se quisesse tirar leite deles, absorto com esses peitos na minha cara e nas minhas mãos como se minha vida dependesse disso. Ela com as pernas abertas e com seu irmão entre elas, não parava de acariciar minha cabeça, adorando que eu as chupasse com tanta vontade.

Nem percebeu quando, num movimento, desci até seu sexo e o devorei com luxúria. O quarto se encheu dos gemidos de ambos, irmãos de sangue sucumbindo ao prazer da carne. Por um bom tempo, a buceta da minha irmã ficou na minha boca e, quando quis enfiá-la de novo, ela me empurrou para o lado e, com a mesma vontade que eu tinha feito sexo oral nela, pegou meu pau e enfiou na boca, me dando a melhor chupada da minha vida.

Não mais que 3 minutos sentindo a boca da minha irmã chupando meu pau e minhas bolas, ela sobe em mim e se enfia no meu pau, cavalgando de um jeito impressionante, se mexendo de um lado para o outro, subindo e descendo, curtindo a trolha do irmão, que não conseguia parar de tocar nos peitos e na bunda dela nem por um segundo.

Éramos tal e qual. Ambos gostosos, ambos com tesão, dispostos a dar tudo naquela noite. Eu a tive montada em cima de mim, colocando os peitos dela no meu rosto, enquanto eu os chupava com toda minha força, sem tirar meu pau de dentro dela nem um momento.

Deitei ela de bruços, montando completamente em cima dela, metendo com tudo, fazendo ela gritar de prazer, pedindo mais e mais. Cada vez que ela pedia, eu metia mais forte. Naquela noite eu estava feito um touro, sentia meu pau duro como uma pedra, e o tesão de estar com minha irmã era incrível. Foi assim que ela ficou de quatro na cama e como eu a fiz gemer metendo meu pau com toda minha força, percorrendo toda a sua bunda, descansando nas suas costas agarrando seus peitos, enfiando até o fundo, tirando completamente e enfiando de novo.

Em toda essa loucura, ela mesma acendeu a luz do abajur, para me ver pelado, devorar meu pau de novo, algo que ela parecia ser expert.

Finalmente a vi completamente pelada, era divina, linda, gostosa, o A cor dos seus mamilos, o tom da sua pele, o formato da sua buceta, o tamanho dos seus peitos, tudo nela era perfeito. Ela era mulher demais pro magricela do meu cunhado.

Nos reviramos na cama beijando nossos corpos inteiros, fiquei deitado com minha irmã de costas completamente sobre mim, nos beijando sem parar, me deixando nessa posição pra me deliciar agarrando seus peitos por trás, enquanto ela com a mão nas nossas partes, acariciava meu pau e aproveitava pra se masturbar ao mesmo tempo. Tudo era espetacular, erótico, quente, mas seus lábios na minha boca, sua língua lutando com a minha, era o melhor de tudo.

Ela terminou montada em mim de novo, eu de costas e minha irmã completamente enfiada no meu pau, primeiro me dando as costas, me proporcionando uma vista espetacular da sua bunda, subindo e descendo, e depois de frente, agarrando os próprios peitos, eu bufando como um touro. Minha irmã era realmente uma deusa na cama, uma putinha, com um físico extraordinário, uma mulher no cio, ardente, que adorava sexo e que tinha encontrado seu parceiro ideal.

Com gemidos que ecoavam pela casa toda, até que ela começou a gemer quase chorando, gritando que ia gozar.

- Ahhhhhhhhh! Tô gozando! Tô gozando! Dá pra mim, David! Dá!
- Quer? Ahhh! Toma! Toma! Toma!

Só de ouvir essas palavras da boca dela, gritando que estava chegando ao orgasmo, com uns gemidos deliciosos, não quis e nem consegui me segurar mais e também gemendo forte, entre gritos escandalosos dos dois, jorrei toda minha porra dentro dela, chegando a levantá-la com a força que metia, deixando até minha última gota de sêmen dentro do seu corpo.

Foi de longe o melhor sexo da minha vida, o mais excitante. Ela caiu sobre mim, ainda com meu pau dentro do seu corpo. Nos beijamos deliciosamente, com minhas mãos acariciando sua bunda, de novo e de novo. ficando assim por um bom tempo, até que nossos beijos foram se acalmando aos poucos, até que ela desceu e ficou nua ao meu lado, os dois olhando para o teto, pensando na loucura que a gente tinha acabado de fazer.

7 comentários - Mi hermana y yo pasados de copas...

Que hermosa locura!!!!!!! Excelente relato y muchos detalles... Una foto de ella y sería totalmente completo...... Gracias totales
15x3 +1
muy buen relato¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡