A insaciável... (1ª parte)

Hoje trago uma história que vou dividir em várias partes, porque foi uma longa história, muito sexo, muito descontrole, uma mulher linda e sedenta por sexo, apaixonada por pica, devota em ver pornô e transar até não aguentar mais... aliás, talvez ela esteja lendo isso agora, porque amava que eu contasse histórias pra ela se esquentar bem e depois, claro, eu ir lá realizar o que eu dizia em palavras.

No fim das contas, as coisas não terminaram muito bem, mas tem que ver o lado bom: foi realmente lindo enquanto durou, o sexo era muito bom, e a gente se divertiu pra caralho. Então, pra ela, que pode estar lendo, dedico isso 🙂.

A gente se viu na universidade nas primeiras vezes que cursamos. Eu, de perfil mais baixo, mal fui notado por ela e pelas amigas dela, mas no fim das contas, em algum momento, chamei a atenção dela, como qualquer um quando as meninas querem olhar os caras. Diferente dela, que mal me notava, eu já tava de olho em quem eu poderia pegar entre aquela porrada de mina nova que via, e ela era uma das que me atraía. Sempre bem vestida, pele super branca, cabelo escuro, longo e liso, magrinha, mas tinha algo nela que me chamava a atenção pra caralho. Como todo mundo, o jogo começou no Ask e no Face, nossos gostos musicais batiam e, claro, a gente curtia uma bagunça. Ela não bebia álcool, mas beleza, no fim das contas tinha motivo suficiente pra poder chegar junto. Na primeira festa que a universidade fez, eu fui e ela também. Só que eu tava com outra mina, mas larguei ela e fui encarar a gata. Ela viu o quão puta eu sou, mas no fim das contas, beijei ela por um tempo e, infelizmente pra mim, ela foi pra casa cedo.

Por sorte, a coisa não termina aí. Comecei a ir buscar ela na casa dela pra ir junto pra faculdade e, aos poucos, as coisas foram afrouxando. Beijos iam e vinham, mas eu queria transar e amo falar de sexo. Então, devagar e com a ponta do pé, descobri que ela também adorava o assunto. Contei pra ela que eu gostava... escrever e ela me pediu pra escrever pra ela, ela ficava muito excitada e me contava como tava molhada, como se tocava e coisas assim, eu adorava provocar isso nela, mas ela me dizia que sofria muito com essa excitação, porque nunca um homem tinha conseguido fazer ela gozar, eu decidi e sem vacilar falei que ia conseguir e ela me desafiava a fazer isso.
Uma noite contei uma história, o que faria quando a tivesse, eu já conhecia a casa dela e graças à minha memória fotográfica conseguia descrever cada situação em cada lugar, aproveitando cada coisa que tinha visto, ela ficava excitada igual uma fera, adorava que fosse tão detalhado, até conseguia me sentir. Minha excitação virava desejo de ter ela e foi o que aconteceu, no dia seguinte ela me convidou pra casa dela depois da faculdade, os pais nunca estavam de tarde, então a casa era nossa pra fazer o que quiséssemos.
Tudo começa pelo começo e como manda o figurino, com uns beijos, a excitação dela já era notável, a história da noite anterior ainda tava fresca na mente dela. A gente tava nos sofás e minhas mãos sempre inquietas começaram a tocar ela devagar, ela tava super quente e me agarrou bem forte também, meus beijos seguiram pelo pescoço dela e até a orelha, gemendo de propósito um pouco, porque ela ficava muito excitada me ouvindo assim e eu já sabia disso. Ela desceu até meu pau e começou a chupar, muito bem por sinal, talvez nunca tivesse gozado na mão de um homem, mas com certeza muitos homens já tinham gozado graças à boquinha dela, ela colocava na boca, chupava devagar, descia até minhas bolas, percorria todo meu pau de cima a baixo chupando e sem tirar os olhos de mim, o que me excitava muito, aquele olhar sedento de sexo, morbidão, assassino, me deixava louco. Eu adorava estar assim, mas a coisa tinha que continuar, segundo minha história, percebi que ela tava fazendo exatamente o que eu tinha dito na noite anterior, mas não gosto de padronizar as coisas, então joguei ela no chão e me joguei. Além disso, desabotoando a calça dela completamente e começando a masturbá-la e acariciando o clitóris dela.
O chão tava frio, a bunda dela tava congelando, então a gente levantou, ela me pegou e me levou pro corredor da casa dela, onde tinha um espelho grande, onde a gente podia se ver. Ela gostava de ver a gente, então encostado na parede do lado oposto comecei a tocar ela de novo, ela olhava e também me masturbava. O rosto dela começou a se transformar, as pernas dela começaram a perder a força, e ela começou a cair, já não conseguia mais me masturbar, mas apertava meu pau com força, parecia que ia arrancar. Eu sorria na perversão do momento e olhava pra ela através do espelho, o rosto dela se desfigurava de prazer e me olhava sorrir, até que num momento a gente já se viu, terminamos no chão e eu tive que me jogar em cima dela, tocava ela com força e acariciava o clitóris dela até que finalmente um gemido e uma contração total do corpo dela denunciaram o momento. Minha mão presa entre as pernas dela sofria a pressão delas se cruzando pra parar, mas meus dedos continuavam se movendo com maldade sacana pra poder continuar vendo ela daquele jeito...

Quando conseguiu se recompor, levantou e foi pro banheiro se molhar um pouco, tava morta de calor. Eu ria e esperei ela no corredor, até ela sair de novo. Ela nunca pensou que eu ia ficar ali parado esperando ela abrir a porta, mas sim, eu fiz isso e assim que a porta se abriu me joguei em cima dela, metendo a mão na calça dela e comecei de novo a tocar ela. Ela tava muito sensível, foi fácil fazer ela gozar de novo. Ela se apoiava na pia e a gente se olhava no espelho, adorei fazer ela sentir aquilo de novo tão rápido, e por estar apoiada na pia ela não podia fazer nada, senão a gente terminaria no chão de novo. Graças a isso ela se manteve em pé e gozou 2 vezes. Minha mão tava encharcada e cãibra de tanto trabalho, mas eu adorava estar assim. Tirei a mão e ela pediu pra dar um tempo, queria recuperar as forças pra pelo menos conseguir ficar em pé. Eu fui pro sofá esperar ela... depois os Os joguinhos continuaram e minha missão estava cumprida... o prometido estava feito e as coisas foram melhorando com o tempo, então se quiserem saber mais, me digam que eu continuo com os relatos 🙂

Um abraço

Podem dar uma olhada nos meus outros posts:http://www.poringa.net/posts/relatos/2656138/La-primera-vez.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2699663/Lo-que-hacen-por-un-celular.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2707164/Mi-primer-trio.html

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