
FALA GALERA P, O PROFESSOR TROUXE UM RELATO NOVO, ESSA AVENTURA NÃO FOI COM UMA ALUNA, E SIM COM UMA PROFESSORA, A PROFESSORA DE INGLÊS
Isso aconteceu uns anos atrás, eu dava aula de informática numa escola daquelas que funcionam nos fins de semana ou com horários pra quem trabalha, enfim; eu só ia sexta à tarde e sábado bem cedo, o que me irritava um pouco, mas pra tão pouco trabalho o pagamento era bom e não me fazia mal nenhum.
Nessa escola é comum dar aula de inglês e informática, e na área de inglês tinha uma professora que desde o primeiro dia que vi já me chamou atenção, pele branca, quase da minha altura, magra mas com uns peitos bem firmes e redondinhos, uma cinturinha que terminava nuns quadris bem marcados e uma bunda de academia que dava vontade de morder com qualquer roupa que ela vestisse, resumindo, era uma daquelas mulheres que claramente malha direto e se cuida.
Ela dava aula no 2º andar do prédio e minha sala ficava no 4º andar, o que por sorte fez a gente dividir o elevador algumas vezes e assim comecei a interagir com ela, primeiro com um bom dia educado, um olhar e um sorriso, etc., nada muito ousado, já que ela é casada e eu já tinha visto ela várias vezes com o marido e uma menininha de uns 4 anos, o que explica esses quadris tão largos que ficavam um arraso nela.
Bom, tudo começou num sábado de manhã, eu era um dos primeiros a chegar porque minha aula começava às 8 da manhã, nesse dia meus alunos chegaram todos atrasados, tanto que eu já tava considerando a aula perdida, e tava lá esperando alguém aparecer quando ouvi uma voz perguntando
- olááá? tem alguém aí em cimaaa?
Isso me fez levantar do lugar e ir até o corredor, e lá estava ela, vestindo uma blusa preta com um decote bem generoso, uma calça creme de alfaiataria que marcava suas curvas e deixava claro que usava fio dental e marcava a bucetinha dela de um jeito delicioso, então com aquela visão gostosa eu a cumprimentei
- Oi! Bom dia!
- Oi professor, bom dia, desculpa te incomodar, mas é que ainda não tem ninguém e eu não gosto de ficar sozinha nesse prédio tão velho.
- Relaxa, e não me trata de senhor que não sou tão velho quanto o prédio HAHAHA
- HAHAHA, você tem razão, me desculpa - disse ela enquanto estendia a mão - Me chamo Verônica, prazer
Ela me deu um aperto firme, a pegada era forte mas macia, e a mão dela era fina mas pequena, apesar de, como eu disse antes, ela não ser tão baixinha. Eu segurei a mão dela de propósito um pouco mais do que o necessário pra um cumprimento, meu plano começava ali! hehehe, ela não se incomodou muito e enquanto estávamos assim nos cumprimentando, aproveitei pra guiá-la pra dentro da minha sala puxando suavemente a mão dela enquanto dizia
- Vem, entra, se o que te incomoda é a solidão, a gente vai fazer companhia um pro outro - e pisquei o olho
Ela sorriu e timidamente entrou na sala, mas não sentou, ficou na porta atrás da parede, onde ficam os interruptores
- Você não dá aula aqui há muito tempo, né? - perguntei enquanto me sentava na beirada da primeira carteira da sala, pra ficar perto dela, claro
- Não (sorriu) desculpa, é o costume das aulas
- Relaxa - falei sorrindo, e ela continuou
- Acabamos de chegar de Guadalajara, meu marido, minha filha e eu, e isso foi o primeiro trampo que consegui que me permite cuidar da minha família, o que acha?
- Muito bom, já tava achando que você devia ser tapatia com esse lindo par de olhos (obviamente eu não tava falando das pupilas dela hehehe)
Ela ficou meio corada e baixando um pouco o olhar disse
- Obrigada, sinceramente, me acalma bastante estar aqui com você, eu cheguei esperando te encontrar lá embaixo pra não ter que subir sozinha naquele elevador que parece que vai quebrar a qualquer momento
- pois é, caralho, mas nunca falhou, o bom é que você se animou a subir até aqui, mas vem, senta aqui no fundo, cobro o mesmo - falei num tom de brincadeira enquanto oferecia uma carteira
- obrigada, mas acho que meus alunos já devem ter chegado... (pensou um pouco e se animou a perguntar) posso te pedir um favor?
- claro, o que você quiser, linda, tô às suas ordens! - falei com entusiasmo e malícia ao mesmo tempo
novamente um pouco corada, ela me disse
- você me acompanharia pra ver se meus alunos já chegaram?
Sorri enquanto saía da sala e a convidava a pegar no meu braço
- vai ser um prazer, vamos!
fomos até o elevador e apertei o botão pra descer, a velha carroça fez o barulho de sempre e começou a subir até o 4º andar, finalmente parou e a porta abriu, entramos e deixei ela passar primeiro, de relance pude ver aquele par de peitos lindos graças ao decote e, depois que ela passou com aquela bunda maravilhosa,
subi atrás dela e me posicionei ao lado do painel, apertei o botão do 2º andar e as portas se fecharam. Esse elevador velho tem a mania de travar um pouco as portas ao fechar, mas dessa vez as portas não fecharam direito e o elevador fez um barulho diferente, o que fez a Verônica me apertar mais forte o braço, deixando eu sentir a maciez e ao mesmo tempo a firmeza do peito dela
ela se apertou forte em mim e quase entrou em pânico
- vai travar!!
- não, calma - falei enquanto aproveitava pra colocá-la de frente pra mim - essas coisas acontecem, te repito que até agora o elevador nunca falhou
finalmente as portas se fecharam e começamos a descer, ela continuava de frente pra mim, de olho nos números do elevador, dali, com total descaramento, eu podia ver os peitos dela que se ofereciam por aquele decote, o elevador parou no 2º andar e depois de alguns segundos as portas abriram, saímos e ela parecia um pouco nervosa, com as mãos
tremendo, pra não ser muito óbvio com os alunos que pudéssemos encontrar Passei o braço pelas costas dela, no ombro, como quem tenta ajudar alguém, e a levei até a sala dela, que ainda estava vazia.
— Bom, acho que hoje você não vai dar aula — falei em tom de brincadeira.
Ela virou o rosto pra me olhar, e ficamos cara a cara. Ela não dizia nada, eu não pensei duas vezes e beijei ela. Foi um beijo rápido, mas intenso, apertando os lábios dela com os meus enquanto puxava o corpo dela contra o meu, enlaçando a cintura dela. Uns segundos e soltei. Ela se afastou e ia falar alguma coisa quando ouvimos os alunos dela no corredor. Ela rapidamente se sentou atrás da mesa, eu, calmo, fiquei na porta e vi os alunos entrarem, cumprimentando em inglês e tal. Ela cumprimentou eles, tentando ignorar minha presença, e eu brinquei com a galera.
Tive que esperar até a semana seguinte, na sexta à noite, quando eu fosse dar minha aula. Quando cheguei, ela ainda estava na aula, então passei de propósito na frente da sala dela. Ela vestia uma blusa branca de botões que pareciam que iam estourar no peito dela e uma calça jeans que marcava aquelas pernas bem torneadas e aquela bunda redonda. Só de ver, fiquei de pau duro. Fiz um gesto de "oi", mas ela só me olhou e concordou com a cabeça, continuando a aula. Pensei que depois do beijo que dei nela, ela não ia mais querer falar comigo e que eu tinha estragado tudo, então subi e dei minha aula.
Bateu 9 da noite, e eu me preparava pra ir pra casa. Comecei a guardar meu notebook e minhas coisas, limpar o quadro e tal, deixar tudo limpo pro dia seguinte, quando ouvi passos no corredor. Tava fechando uma das últimas janelas da sala quando escutei a voz dela.
— Oi, atrapalho?
— Oi, Vero linda, não, imagina. Me diz, como posso te ajudar? — falei, parado perto da janela. Ela colocou as mãos nas costas e andou devagar até a mesa.
— Sabe, fiquei puta no outro dia com o que você fez. Achava que você era uma pessoa mais séria e que sabia respeitar uma mulher. mulher casada
- tava? – interrompi enquanto me aproximava dela – isso quer dizer que eu não te desagrado totalmente
- ela fez uma pose desafiadora, como pra mostrar que não se intimidava
- só vim te dizer pra não brincar com fogo porque você pode se queimar
ela se virou e caminhou até a porta do salão, que eu corri pra fechar antes que ela chegasse, e a coloquei contra a mesma porta, ficando atrás dela. segurando-a com uma mão na cintura e a outra na cabeça, encostei a pika naquele par de bundas e esfreguei. ela gemeu e tentou se soltar, então apertei ela com força contra a porta e desci minha mão por cima da roupa até a bucetinha dela e meti um dedo entre as pernas. pude sentir o calor dela e um pouco de umidade. continuei empurrando a bunda dela com minha bacia, ela apoiou as mãos na porta e começou a empurrar a bunda pra trás, em minha direção. comecei a beijar o pescoço dela com desespero enquanto minha outra mão entrava na blusa dela pra confirmar que os mamilos estavam durinhos e comecei a amassar os peitos e a buceta dela ao mesmo tempo. ela gemia baixinho e respirava forte. então aliviei um pouco a pressão e ela se virou, e nos beijamos com desespero. eu a peguei pela bunda e a levantei contra a porta. ela me envolveu com as pernas e puxou minha cabeça pro peito dela. devorei os peitos dela com vontade enquanto a empurrava pra sentir minha pika dura na buceta dela
nisso, o celular dela tocou com uma música. ela relaxou as pernas e eu a deixei se levantar. ela me olhou
- é meu marido, deve estar lá fora me esperando
ela segurou meu rosto e me deu um beijo apaixonado. ajeitamos a roupa e saímos. descemos pelas escadas (o elevador ainda estava quebrado) e em cada patamar da escada nos beijávamos. ao chegar no térreo, eu esperei eles irem embora e saí pra não ser tão óbvio bem na hora que estavam saindo. me despedi com cara de tédio e um gesto de desânimo pra ela, e ela fez o mesmo. eles foram embora, e eu fui pra casa com uma dor nos colhões No dia seguinte, cheguei cedo e quando entrei na sala, lá estava ela. Usava uma regata, cabelo preso num rabo de cavalo e uma saia rodada, daquelas que as ciganas usam, com um par de sapatilhas de salto médio. Assim que a vi, peguei na mão dela e a levei para as escadas. Subimos até o terraço do prédio e a levei para trás do bloco que se forma entre as escadas e o elevador. Ali comecei a beijá-la. Ninguém disse nada, só nos entregamos ao amasso. Soltei os peitos dela por cima da regata e comecei a levantar a saia dela. Ela não estava de calcinha. Senti a umidade dela. Não aguentei mais e virei ela, levantando a saia. Ela se inclinou pra me deixar apreciar aquela bunda que parecia apertada... e estava. Comecei lambendo a buceta dela e molhando o cu, mordiscando as nádegas. Ela gemia e se mexia como se eu estivesse penetrando ela, e eu fiz isso com a língua. Ela literalmente escorria os fluidos dela pela minha língua e pelas pernas dela. Logo ela teve um orgasmo que dobrou as pernas dela.
Fiquei de pé e segurei ela. Penetrei ela. Foi fácil por causa da lubrificação dela. Ela gemeu de novo e comecei a bombar ela. Peguei os peitos dela e apertei. Os bicos dela, entre meus dedos, estavam durinhos. Ela gemia como uma louca. Aí tirei o pau e coloquei no cu dela. Comecei a enfiar a cabeça do meu pau, molhada pelos fluidos dela, e fui avançando devagar. Ela só gemia e se mexia pra frente e pra trás, pouco a pouco. Fui entrando na bunda dela, apertada. Ela abria as próprias nádegas com as mãos. Eu empurrava com força e rapidez. Dava pra ouvir o choque dos nossos quadris com os nossos sucos. De repente, ela se contorceu, arqueando as costas na minha direção. Os peitos dela apareceram ainda mais e eu agarrei eles com as mãos enquanto esvaziava meu gozo, enchendo o cu dela. Nós trememos. Quase caímos por falta de força nas pernas.
Continuamos nos beijando e nos acariciando. Começamos a arrumar a roupa e a nos limpar um pouco. Descemos para os banheiros. Eu saí primeiro e dei aula pros meus alunos. Deu a aula dela e, quando terminou, foi embora com o marido.
A gente continuou transando por alguns meses até que, de novo, o trabalho do marido dela fez eles mudarem de cidade, e aquela aventura acabou.
COMO SEMPRE AGRADEÇO SEUS COMENTÁRIOS, PONTOS E TUDO MAIS
4 comentários - A gostosa da professora de inglês
que ganas de hacer lo mismo y coger a una maestra
excelente aventura +5 gracias por compartir
Bien caliente el relato !
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
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