Minha Viagem a Mardel 2. Fudendo

No dia seguinte, eu mal podia esperar pra ir lá e dar pro meu coroa gostoso de novo. Cheguei na hora certa e ele abriu o portão pelo interfone. Subi no elevador até o apartamento dele e toquei a campainha. Ele abriu a porta com uma cara diferente da noite anterior, que era toda séria e autoritária, agora tava sorrindo e relaxado.
Me ofereceu o que eu quisesse beber e aceitei um refrigerante. Sentamos na sala pra bater um papo.
— Gostou de ontem à noite?
— Adorei.
— Hoje você vai gostar ainda mais.
— É?... O que você vai fazer comigo?
— Vou te propor uma parada, se não gostar, é só ir embora, sem problema.
— Fala, mas já vou avisando que não curto violência e nem ficar amarrada.
— Perfeito, não é isso. Aquele é o quarto, tem umas roupinhas pra você vestir, e é do seu tamanho.
— Como você sabe que eu uso lingerie?
— É que você é muito putinha. Se veste e volta que eu conto o resto.
Fui pro quarto e, em cima da cama, tinha três conjuntos de calcinha e sutiã, três vestidos de algodão, meias, um desabillé transparente e até umas perucas. Me vesti tudo de preto. Peruca não coloquei. Saí tímida pra sala e lá estava meu coroa. Sorrindo.
— Que gostosa você tá!
— Obrigada. O que você quer que a gente faça?
— Senta aqui que eu te conto. Sentei no sofá de três lugares, cruzando as pernas, tentando ser o mais feminina possível.
— No outro quarto, beleza, tem quatro amigos meus. Todos uns cavalheiros, educados e com experiência.
— Sei não…
— Espera. Me dá um minuto. Se não quiser, é só ir embora e sem problema. O que eu tava dizendo é que há muitos anos a gente faz putinhas como você felizes. Sabemos como fazer. E não vai rolar nada que você não queira.
— São muitos… Nunca fiz isso.
— Nós já. Experimenta chupar nossas picas e, se quiser, a gente avança…
A ideia de me vestir de mulher e chupar picas, pensar em cinco todas pra mim, me seduziu. Mais ainda, fiquei de pau duro e a rola escapou da calcinha fio dental. Ele percebeu.
— Olha como ele ficou, baby.
— Tem razão. Vou fazer isso.
Ele se levantou, me pegou de la mão e, como um grande senhor, me conduziu até o quarto, abriu a porta e me deixou passar. Lá estavam, quatro senhores entre sessenta e setenta anos. Eles se aproximaram um por um, me deram um beijo na bochecha e se apresentaram.
O anfitrião ficou atrás de mim, apoiando o pau duro dele na minha bunda e começou a acariciar meu corpo todo. Um grudou na minha frente e levou minha mão até o volume dele.
— Senhores, por enquanto, Serena só vai chupar nossas picas.
— Serena? — perguntei.
— É assim que você se chama aqui a partir de agora.
Eles começaram a se despir e a se masturbar pra deixar os paus duros. Eu me ajoelhei e eles me rodearam. Comecei a chupar um pau atrás do outro. Tinha um que tinha um baita de um negão, preto, do jeito que eu gosto. Um me masturbava.
Ficamos assim por um tempo, não sei quanto, mas eu não aguentava mais de tesão.
— Me comam, por favor. Eu imploro que me façam sua escrava.
Eles eram muito suaves e doces, me despiraram devagar e me levaram pra cama. O do pau grande se deitou e me colocaram de quatro, comecei a chupar ele e percebi que era meu companheiro de viagem que me lubrificava pra me penetrar. Dessa vez ele me comeu diferente, e me acariciava muito.
Um chupou meu pau por um tempo, pra depois chupar o de um dos amigos.
Me colocaram num 69 com um deles, que tinha um pau duríssimo, e outro me comia devagar por cima.
Chupei dois paus, todos me chuparam.
Por duas horas, eles se revezaram no meu cu e na minha boca, até que o anfitrião disse que estavam terminando e encheram meus dois buracos com cachoeiras deliciosas de porra gostosa.
Fiquei deitada na cama e o dotado e outro me chuparam até eu gozar.
— Ali tem um banheiro, pode tomar um banho, linda. — me indicou o dono da casa.
— Obrigada. Tomei banho e vesti minhas roupas.
Quando saí, estavam todos na sacada espaçosa. Tomavam uísque e refrigerante. Me servi um e brindaram comigo.
— Te parabenizo, Serena, você é uma puta maravilhosa.
— Obrigada. Eu parabenizo vocês, me deram uma montanha de prazer.
— Até quando você fica?
— Uma -semana, mas depois de amanhã minha esposa chega.
- Ela sabe?.
- Sim, sabe. E, às vezes, a gente faz junto.
- Fala com ela… Quem sabe.
- Claro que vou contar, não temos segredos entre a gente.
- Ok, a gente tá aqui, e você tem meu telefone.

Me despedi de todo mundo e corri pra contar pra Ro. Ela disse que tava com inveja.

4 comentários - Minha Viagem a Mardel 2. Fudendo

muy bueno...!!! no me digas....también se la enfiestaron a ro.....jeje..!!