Olá, gente linda do P!. Valeu pelas mensagens e pontos que deixaram no meu primeiro post. Pra esse segundo post, fiquei vasculhando a memória e lembrei dela (na verdade, mais que vasculhar, lembrei porque fez aniversário esses dias e o Facebook me trouxe ela de volta). Só pra garantir, se eu colocar nomes, não são reais, porque a história é real, nunca se sabe... Bom, sem mais enrolação.Isso aconteceu há vários anos. Minha vida pessoal e amorosa estava meio turbulenta, tinha brigado fazia pouco tempo com a garota com quem tinha saído por uns anos, e meu corpo já tava pedindo ação. Embora todo dia ao meio-dia eu fosse comprar no mercadinho do bairro onde trabalho e tivesse um bom papo com a funcionária de lá, uma mina da minha idade (na época uns 26 anos), a gente nunca tinha tido nenhuma conversa fora do normal. Alguma piada de ocasião ou papo do momento e só, mas ela era uma gordinha gostosa, não o padrão que todo mundo busca, mas me dava um certo tesão, especialmente nos dias que ela ia com um decote bonito, deixando aparecer uns peitos lindos, não muito grandes, mas bem colocados. Sinceramente não lembro como meu número foi parar na agenda dela e vice-versa, o que lembro é que uma tarde de tédio a gente começou a conversar, de boa no começo, até que uma piada minha com um toque de isca fez o papo mudar.
- Se a economia continuar assim, vou ter que vender meu corpo (falei)
- Nossa! Quanto você me cobraria...
- Pra você, nada, tenho que começar a praticar e se você me ajudar com o boca a boca com suas amigas pra fazer clientela, te atendo de graça...
E a situação ficou boa, não falamos muito mais sobre o assunto, já que o mais sensato era a conversa virar realidade, e nós dois sabíamos disso, então ali mesmo começamos a combinar dia e hora de um possível encontro. E por sorte, no mesmo dia me pediram um favor de levar uma mercadoria pra uma pessoa na capital, peguei meu celular e falei "daqui a meia hora passo pra te pegar"
- Beleza, vou me arrumar e te espero, mas não tenho muito tempo, daqui a umas horas tenho que estar de volta.
E foi assim, peguei o carro e em vez de ir pra capital, fui pro lado oposto, passei pra buscá-la, ela entrou no carro e ali mesmo a gente se beijou gostoso por um tempo, e sem perder tempo porque tavam me esperando com as coisas que eu tinha que levar, fomos pra capital. A viagem foi Tranquilo, muita conversa fiada, umas carícias por cima da calça, uma mão no decote dela, mas nada além. Depois de entregar a caixa que eu tinha que levar, a gente voltou e, já depois de atravessar a General Paz, a mão dela não se contentou mais em ficar só por cima da calça. Começou a fuçar, a abrir os botões, a puxar a cueca e em questão de uma quadra eu já tava com a pica de fora, enquanto a gente andava pelas ruas do meu bairro.
Comecei a procurar algum lugar sem trânsito, uma rua escura, enquanto ela me punhetava devagar e muito gostoso. Minha pica tava dura pra caralho, minhas bolas fervendo, mas não dava pra fazer muita coisa porque não achava onde parar e tinha que continuar dirigindo. Então ela, nem lerda nem preguiçosa, se ajeitou e se jogou em mim de boca aberta, começou a me chupar devagarinho, até o fundo, acariciando minhas bolas. E a gente ficou assim por um tempo. Pedi pra ela esperar até eu achar um lugar, e felizmente não demorei muito. Encontrei uma esquina escura, quase sem trânsito, e estacionei. Aí me entreguei a um boquete de primeira, com língua, garganta profunda e vários firulhos que me fizeram passar um puta momento bom, enquanto eu começava a enfiar a mão por baixo da calça jeans dela e ela me para:
— Não me toca na buceta, tô meio indisposta.
— Ah, beleza... te incomoda se eu tocar na sua bunda?
— Não, adoro que me arrebentem o cu, então pode ir.
E foi assim que, enquanto ela me chupava no banco do carro, eu comecei a enfiar um dedo no cu dela, e ficou claro que ela adorava que arrebentassem ele, porque não ofereceu resistência nenhuma ao meu dedo. Ela me chupou mais um tempo até eu encher a boca dela de porra, e ela, com toda a vontade, engoliu até a última gota, me deixando bem limpo e relaxado.
— Me matou, puta gostosa que você é, não te imaginava assim.
— Gostou? Adorei sua pica, pena que tenho que voltar, mas isso não vai ficar assim. A gente tem que marcar uma saída e ir foder.
— Claro que sim, a gente vai vendo por mensagem e quando der eu te arrebento toda.
— Sim, porque... Fico na vontade, me leva pra casa que eles me matam...
Levei ela pra casa, e naquele dia a coisa ficou por isso, mas ficou uma promessa no ar, o encontro definitivo.
Uns dias depois, chega uma mensagem dela.
– Hoje tô de folga à tarde, a gente se vê!?
– Adoraria, mas tenho um problema, tô sem um puto e a pé.
– E qual é o problema, a gente vai de busão pro hotel e eu pago.
– Mmm, tá bom, então. Saio às 4 do trampo e a gente se encontra no ponto.
– Excelente, nesse horário a gente se vê.
E saí do trampo e fui direto pro ponto de ônibus. Daqui a pouco ela chegou e não deu muito tempo pra conversar, porque o busão que ia levar a gente pro hotel chegou. Depois de uns 15 minutos viajando em pé, falando besteira, descemos na Marquez (quem é de lá vai sacar se eu falar zona Ferimarquez) e entramos naquele que a gente já conhecia bem, eu e ela, de outras visitas que fizemos. Resolvida a parada de pegar o turno, fomos pro quarto e começamos, sem muita cerimônia, a tirar a roupa e nos beijar, em pé do lado da cama. E enquanto a gente trocava língua, consegui meter a mão na buceta dela, sentir os lábios quentes, molhados, o clitóris durinho. Ela tava realmente muito tesuda. Me deito na cama e, sem perder tempo, ela vem pra cima de mim e começa a chupar minha rola com tanta vontade que me enlouqueceu. Depois de um tempo se enchendo da minha pica, peço pra ela deitar de barriga pra cima e começo a beijar ela do pescoço pra baixo. Os peitos, super sensíveis, fizeram ela tremer quando chupei eles, e continuei descendo até a buceta dela. Quando cheguei lá, na primeira lambida ela soltou um gemido tremendo, muito forte, todo o tesão reprimido dela explodindo na minha língua.
– Filho da puta, você vai me matar, fazia tempo que não chupavam minha buceta assim, que gostoso que você faz.
– Ou eu sou muito bom, ou ultimamente você só deu com uns otários no caminho (falando a centímetros do clitóris dela).
– Encontrei um monte de otário, mas isso não tira o fato de você ser bom.
E assim foi. segui um tempo até que me coloquei de novo sobre ela, apontando meu pau pra sua bucetinha rosada quente e molhada, e sem fazer ela esperar muito, meti até o fundo, enquanto eu a penetrava e ela me xingava de prazer (coisa rara, nunca tinham me xingado assim antes haha). eu beijava ela na boca dizendo "saboreia sua buceta, putinha, que tá gostosa e bem molhada" (e sim, eu não ia ficar atrás xingando também) e continuamos nessa posição um tempo, até que passamos pra ela por cima e eu por baixo. e aí aproveitei pra buscar o glorioso buraco do cu dela. nem precisei dilatar, ela já tinha vários jogos jogados e tava bem disposta a jogar outro em questão de minutos.
Coloco ela de quatro e me acomodo atrás dela, enfio um pouco mais na buceta fazendo o cu dela me desejar mais, e desejando mais eu também, e quando tiro, toda banhada de fluido, encosto no cu dela e devagar começo a entrar, ganhando centímetro por centímetro o cu da moça da venda. e ela gemendo, pedindo entre xingos pra eu arrebentar ela.
— vai, filho da puta, arrebenta meu cu, não aguento mais....
— cê gosta disso? (e comecei a meter dedo no clitóris dela enquanto comia ela)
— ai não, a buceta da sua irmã, você vai me matar, que gostoso, por favor...
Senhores, todo bom cavalheiro deve satisfazer uma dama, ainda mais quando ela pede com força pra alguém arrebentar o cu dela como deve ser, e foi assim que eu fiz, um bom tempo bombando o cu dela.
Quando nos demos conta, já tava quase acabando o tempo...
Saí daquele buraco divino e me deitei na cama pedindo a mamada final, e ela, feliz com o que recebeu, me recompensou com uma chupada de pau de cinema, lambendo bolas, lambendo tronco, engolindo tudo, assim até o fim, até deixar o presente do meu gozo na boca dela e, de novo, igual no carro, ela tomou até a última gota, como uma boa menina, me deixando bem limpo.
O tempo correu, então um banho rápido e cada um pro seu lado. Vidas de novo, a gente matou a vontade e cumpriu o que prometeu nas mensagens que trocamos naquele dia entediante, foi gostoso...
Depois disso, a gente não transou mais, de vez em quando a gente se vê, ela tem a vida dela e eu a minha, e tá tudo mais que bem. Aquela história de vender meu corpo pra mulher era brincadeira, mas se alguma quiser, óbvio que eu topo um tempo...
Bom, no final dei um jeito de não citar o nome dela. Como já passou um tempo, teve umas coisinhas que precisei dar uma inventada porque não lembro tanto detalhe (principalmente nos diálogos de SMS), mas no geral é um relato real.Novamente obrigado por passar, espero que goste!!
Marito
- Se a economia continuar assim, vou ter que vender meu corpo (falei)
- Nossa! Quanto você me cobraria...
- Pra você, nada, tenho que começar a praticar e se você me ajudar com o boca a boca com suas amigas pra fazer clientela, te atendo de graça...
E a situação ficou boa, não falamos muito mais sobre o assunto, já que o mais sensato era a conversa virar realidade, e nós dois sabíamos disso, então ali mesmo começamos a combinar dia e hora de um possível encontro. E por sorte, no mesmo dia me pediram um favor de levar uma mercadoria pra uma pessoa na capital, peguei meu celular e falei "daqui a meia hora passo pra te pegar"
- Beleza, vou me arrumar e te espero, mas não tenho muito tempo, daqui a umas horas tenho que estar de volta.
E foi assim, peguei o carro e em vez de ir pra capital, fui pro lado oposto, passei pra buscá-la, ela entrou no carro e ali mesmo a gente se beijou gostoso por um tempo, e sem perder tempo porque tavam me esperando com as coisas que eu tinha que levar, fomos pra capital. A viagem foi Tranquilo, muita conversa fiada, umas carícias por cima da calça, uma mão no decote dela, mas nada além. Depois de entregar a caixa que eu tinha que levar, a gente voltou e, já depois de atravessar a General Paz, a mão dela não se contentou mais em ficar só por cima da calça. Começou a fuçar, a abrir os botões, a puxar a cueca e em questão de uma quadra eu já tava com a pica de fora, enquanto a gente andava pelas ruas do meu bairro.
Comecei a procurar algum lugar sem trânsito, uma rua escura, enquanto ela me punhetava devagar e muito gostoso. Minha pica tava dura pra caralho, minhas bolas fervendo, mas não dava pra fazer muita coisa porque não achava onde parar e tinha que continuar dirigindo. Então ela, nem lerda nem preguiçosa, se ajeitou e se jogou em mim de boca aberta, começou a me chupar devagarinho, até o fundo, acariciando minhas bolas. E a gente ficou assim por um tempo. Pedi pra ela esperar até eu achar um lugar, e felizmente não demorei muito. Encontrei uma esquina escura, quase sem trânsito, e estacionei. Aí me entreguei a um boquete de primeira, com língua, garganta profunda e vários firulhos que me fizeram passar um puta momento bom, enquanto eu começava a enfiar a mão por baixo da calça jeans dela e ela me para:
— Não me toca na buceta, tô meio indisposta.
— Ah, beleza... te incomoda se eu tocar na sua bunda?
— Não, adoro que me arrebentem o cu, então pode ir.
E foi assim que, enquanto ela me chupava no banco do carro, eu comecei a enfiar um dedo no cu dela, e ficou claro que ela adorava que arrebentassem ele, porque não ofereceu resistência nenhuma ao meu dedo. Ela me chupou mais um tempo até eu encher a boca dela de porra, e ela, com toda a vontade, engoliu até a última gota, me deixando bem limpo e relaxado.
— Me matou, puta gostosa que você é, não te imaginava assim.
— Gostou? Adorei sua pica, pena que tenho que voltar, mas isso não vai ficar assim. A gente tem que marcar uma saída e ir foder.
— Claro que sim, a gente vai vendo por mensagem e quando der eu te arrebento toda.
— Sim, porque... Fico na vontade, me leva pra casa que eles me matam...
Levei ela pra casa, e naquele dia a coisa ficou por isso, mas ficou uma promessa no ar, o encontro definitivo.
Uns dias depois, chega uma mensagem dela.
– Hoje tô de folga à tarde, a gente se vê!?
– Adoraria, mas tenho um problema, tô sem um puto e a pé.
– E qual é o problema, a gente vai de busão pro hotel e eu pago.
– Mmm, tá bom, então. Saio às 4 do trampo e a gente se encontra no ponto.
– Excelente, nesse horário a gente se vê.
E saí do trampo e fui direto pro ponto de ônibus. Daqui a pouco ela chegou e não deu muito tempo pra conversar, porque o busão que ia levar a gente pro hotel chegou. Depois de uns 15 minutos viajando em pé, falando besteira, descemos na Marquez (quem é de lá vai sacar se eu falar zona Ferimarquez) e entramos naquele que a gente já conhecia bem, eu e ela, de outras visitas que fizemos. Resolvida a parada de pegar o turno, fomos pro quarto e começamos, sem muita cerimônia, a tirar a roupa e nos beijar, em pé do lado da cama. E enquanto a gente trocava língua, consegui meter a mão na buceta dela, sentir os lábios quentes, molhados, o clitóris durinho. Ela tava realmente muito tesuda. Me deito na cama e, sem perder tempo, ela vem pra cima de mim e começa a chupar minha rola com tanta vontade que me enlouqueceu. Depois de um tempo se enchendo da minha pica, peço pra ela deitar de barriga pra cima e começo a beijar ela do pescoço pra baixo. Os peitos, super sensíveis, fizeram ela tremer quando chupei eles, e continuei descendo até a buceta dela. Quando cheguei lá, na primeira lambida ela soltou um gemido tremendo, muito forte, todo o tesão reprimido dela explodindo na minha língua.
– Filho da puta, você vai me matar, fazia tempo que não chupavam minha buceta assim, que gostoso que você faz.
– Ou eu sou muito bom, ou ultimamente você só deu com uns otários no caminho (falando a centímetros do clitóris dela).
– Encontrei um monte de otário, mas isso não tira o fato de você ser bom.
E assim foi. segui um tempo até que me coloquei de novo sobre ela, apontando meu pau pra sua bucetinha rosada quente e molhada, e sem fazer ela esperar muito, meti até o fundo, enquanto eu a penetrava e ela me xingava de prazer (coisa rara, nunca tinham me xingado assim antes haha). eu beijava ela na boca dizendo "saboreia sua buceta, putinha, que tá gostosa e bem molhada" (e sim, eu não ia ficar atrás xingando também) e continuamos nessa posição um tempo, até que passamos pra ela por cima e eu por baixo. e aí aproveitei pra buscar o glorioso buraco do cu dela. nem precisei dilatar, ela já tinha vários jogos jogados e tava bem disposta a jogar outro em questão de minutos.
Coloco ela de quatro e me acomodo atrás dela, enfio um pouco mais na buceta fazendo o cu dela me desejar mais, e desejando mais eu também, e quando tiro, toda banhada de fluido, encosto no cu dela e devagar começo a entrar, ganhando centímetro por centímetro o cu da moça da venda. e ela gemendo, pedindo entre xingos pra eu arrebentar ela.
— vai, filho da puta, arrebenta meu cu, não aguento mais....
— cê gosta disso? (e comecei a meter dedo no clitóris dela enquanto comia ela)
— ai não, a buceta da sua irmã, você vai me matar, que gostoso, por favor...
Senhores, todo bom cavalheiro deve satisfazer uma dama, ainda mais quando ela pede com força pra alguém arrebentar o cu dela como deve ser, e foi assim que eu fiz, um bom tempo bombando o cu dela.
Quando nos demos conta, já tava quase acabando o tempo...
Saí daquele buraco divino e me deitei na cama pedindo a mamada final, e ela, feliz com o que recebeu, me recompensou com uma chupada de pau de cinema, lambendo bolas, lambendo tronco, engolindo tudo, assim até o fim, até deixar o presente do meu gozo na boca dela e, de novo, igual no carro, ela tomou até a última gota, como uma boa menina, me deixando bem limpo.
O tempo correu, então um banho rápido e cada um pro seu lado. Vidas de novo, a gente matou a vontade e cumpriu o que prometeu nas mensagens que trocamos naquele dia entediante, foi gostoso...
Depois disso, a gente não transou mais, de vez em quando a gente se vê, ela tem a vida dela e eu a minha, e tá tudo mais que bem. Aquela história de vender meu corpo pra mulher era brincadeira, mas se alguma quiser, óbvio que eu topo um tempo...
Bom, no final dei um jeito de não citar o nome dela. Como já passou um tempo, teve umas coisinhas que precisei dar uma inventada porque não lembro tanto detalhe (principalmente nos diálogos de SMS), mas no geral é um relato real.Novamente obrigado por passar, espero que goste!!
Marito
7 comentários - Da vendedora de pão a chupar minha rola
gracias
Gracias por pasar!