Mi mama, mi puta

Me chamo Matias, tenho 21 anos e moro com minha mãe, Delfina, uma mulher muito gostosa, morena, com um corpão de dar inveja. Ela tem aquele tipo de físico que parece que, se você não tem um pau grande, não dá conta. É tipo uma Pamela David, mas com 45 anos e muito mais peito, tudo natural.
Meus pais estão separados há 8 anos, desde que meu pai resolveu sair do armário e foi morar com o melhor amigo dele.
Pra minha mãe foi uma merda no começo, mas ela se levantou rápido. Teve uns relacionamentos, mas nunca firmou com ninguém. Hoje ela tá sozinha.
Tenho que admitir que minha relação com ela é meio edipiana, ainda mais depois da separação. Somos muito grudados, ela me protege demais, sou tudo pra ela, sou a vida dela.
Faz duas sextas-feiras, era umas 23h quando resolvi ir dormir. Minha mãe já tinha ido deitar uma hora antes.
Como vinha fazendo há uns meses, desde que a Fernanda terminou comigo, comecei a chorar igual um desgraçado, mas em silêncio.
Daí a pouco bateram na porta do meu quarto.
— Mati, sou eu, a mãe, posso entrar?
Enxuguei as lágrimas e deixei ela entrar.
Ela tava com um roupão de seda azul.
Sentei na cama e ela sentou do meu lado.
— É por causa da Fernanda, né? Quer conversar?
— É, respondi, e não consegui segurar o choro de novo.
Ela me abraçou com carinho, e aquele abraço mudou nossas vidas.
Apoiei a cabeça no ombro dela e, sem querer, sem ela perceber, o roupão abriu um pouco. Um dos peitos dela ficou de fora, e também a buceta dela, que, pra minha surpresa, tava toda depilada.
Não acreditei no que tava vendo, e foi uma sensação muito confusa. Por um lado, era minha mãe, a mulher mais importante da minha vida, a intocável, mas por outro, a situação me deixou excitado, sem conseguir evitar pensar que ela era a mulher mais gostosa, linda e excitante que eu já tinha visto.
Tentando me consolar, ela começou a me dar beijos na bochecha.
Virei o rosto pra retribuir e, sem querer, beijei os lábios dela. Meu pau reagiu na hora, e tentei disfarçar a ereção.
O beijo não foi mal recebido por ela. Nada, pelo contrário, eu levei na esportiva, mas segui em frente e comecei a beijar ela. Ela ficou estupefata, por reflexo respondeu uns beijinhos, mas logo se jogou pra trás e, ao perceber que estava seminua, ajeitou o roupão.
— Para! Para! O que tá rolando???
— Desculpa, me deixei levar pelo impulso.
— Tá, mas eu sou sua mãe, e isso não tá certo!!!
— É que tô muito confuso, desorientado, e ainda por cima você tão gostosa, vestida só com um roupão.
— Ok, te entendo, talvez eu não esteja vestida como deveria, mas sua atitude não é a certa, tá errado!!!! Acho que o melhor é eu voltar pro meu quarto, deixar a noite passar e a gente conversar mais de boa amanhã.
— Desculpa, Mãe! Você tem toda razão, desculpa!
— Já foi, filho, amanhã a gente conversa direito, mas já foi!.
Ela voltou pro quarto irritada.
Passou uma hora e eu continuava acordado, pensando na merda que tinha feito.
Ela também tava sem sono, porque dava pra ouvir barulho vindo do quarto dela.
Pouco depois, ela me chamou.
— Mati, tá acordado?
— Tô, Mãe!
— Me desculpa, mas fiquei mal, pode vir aqui? Quero que a gente converse agora, não amanhã.
— Ok, vou aí.
A porta tava entreaberta, bati e ela mandou entrar.
O quarto tava iluminado por umas velinhas no chão, deixando o ambiente bem aconchegante, mas quando entrei, fiquei paralisado.
Minha mãe tava em pé no pé da cama, calçando uns saltos agulha, uma micro calcinha fio dental, daquelas que têm um fio atrás, e um baby doll preto e transparente, que entregava a falta de sutiã e, consequentemente, os peitões enormes dela, meio caídos pelo volume, bem à mostra. Uma besta.
— O que cê tá fazendo, Mãe!!!!???
— Shhhh!, silêncio, entra e senta aqui!, ela falou, apontando pra cama, enquanto sentava também.
Obedeci e sentei do lado dela. Nessa altura, a pica já tava explodindo.
— O que aconteceu há pouco não é normal, entende que não Corresponde, né?
—É, você tem razão, me deixei levar pelo que tá rolando comigo.
—Quero que você entenda que, por mais que eu seja uma mulher gostosa, como você disse, também sou sua mãe.
—Sim, sim, entendo e tô totalmente arrependido.
—Às vezes a gente se deixa levar pelos impulsos sem pensar nas consequências, dá pra entender, né?
—...
—Você precisa saber que eu te amo, mas de outro lugar, do lugar de mãe.

Cada vez me sentia mais desconfortável e não conseguia olhar na cara dela, mas não por vergonha — era porque não conseguia tirar os olhos das tetas dela, das pernas, do corpo inteiro.

—Mesmo com tudo isso, vou abrir uma exceção. Como não posso te ver mal, porque você é tudo pra mim, vou te dar o gosto, se você quiser, de me foder.

Naquele momento, ela apoiou a mão na minha perna e, com o dedinho, começou a acariciar a cabeça do meu pau.

—Só por esta noite, deixo de ser sua mãe pra ser sua puta, a puta que você precisa pra esquecer a Fernanda.

Eu assenti com a cabeça na hora, sem dizer uma palavra.

Então ela colocou a boca a centímetros da minha e começou a me beijar com ternura. Enquanto fazia isso, começou a acariciar meu pau com a mão inteira.

Em seguida, me mandou ficar de pé e baixou meu pijama e cueca.

Meu pau ficou na frente do rosto dela, e ela me olhou surpresa e impressionada.

—Mati! É enorme!!! Acho que esta noite a Mamãe vai ter uns quantos orgasmos.

Ela tirou o baby doll e os peitos dela despencaram na minha frente. Os bicos eram enormes, e tão duros que pareciam chupetas de bebê.

Sem perder tempo, tirou a calcinha e usou pra prender o cabelo.

—Vou fazer um rabo de cavalo pra você ver direitinho como eu chupo seu pau.

A partir daí, começou a beijá-lo, a mimá-lo e a passar ele no rosto todo. Dava pequenas mordidas e, sem mais nem menos, engoliu ele inteiro.

Meus 18x6 desapareceram dentro da boca dela. O queixo dela encostou nas minhas bolas e o nariz no meu púbis. Minhas pernas fraquejaram, perderam a força e quase caí.

—Mmmmm, que gostoso que é. Podia ficar saboreando ela a noite inteira!!!!!
Era inacreditável como ela fazia, nem nos meus sonhos imaginava que alguém chupasse tão bem.
Depois de um tempão, ela se levantou, subiu na cama e ficou de quatro.
Mesmo com seus 45, tinha uma bunda perfeita e a buceta carnuda, com um clitóris enorme, parecendo um pintinho pequeno, toda molhada.
— Vai, enfia até o fundo, quero sentir bem dentro.
Foi o que fiz.
Me posicionei atrás dela e enfiei meu arpão até o fundo da humanidade dela.
Minha Mãe soltou um gemido de prazer tão forte que parecia que fazia anos que não era comida.
— Meu Deus!!!, que pau!!!
Por 10 minutos fiquei furando ela, metendo com raiva. Ela gritava e gozava como nunca. Os lábios da buceta dela eram tão grossos que pareciam uma ventosa.
Nesse tempo, com as palavras dela, não parou de foder minha cabeça… Vai!, Vai!, me dá pau, não para!!!!!... Mamãe quer pau!!!, Mamãe quer muito pau!!!... Ninguém me fez gozar tanto tão rápido!!!!... Não acredito que meu filho tá me comendo assim!!!!
Depois dessa última frase, não aguentei mais e comecei a cuspir toneladas de porra… Siiiiim!!!!! me enche de leite, quero sentir a pica do meu bebê pulsando dentro de mim.
Desabei do lado dela de barriga pra cima e não tive tempo de descansar. Ela começou a chupar meu pau de novo pra depois subir e começar a cavalgar em mim.
Os peitos dela eram um espetáculo, balançando no ar. Minha boca mergulhou nos bicos e comecei a chupá-los com raiva. Eram tão grossos que parecia que eu tava chupando a ponta de um dedão.
Continuamos por mais uma hora e terminamos exaustos.
Ela gozou 5 vezes e eu 3.
Na manhã seguinte, nossa vida continuou como se nada tivesse acontecido, com a única diferença que, a partir do que rolou, a gente tinha aberto uma porta que nenhum dos dois estava disposto a fechar.

14 comentários - Mi mama, mi puta

MORTAL LOCO!! Esperamos una segunda parte che, si podes unas fotitos de ella aver si todos la conocemos, van puntos