Noites de Festa - Parte 1

Me chamo Liza, sou uma garota de 25 anos já, este é meu quarto relato e tô empolgada pra contar tudo pra vocês, sem dúvida consegui vencer meus próprios medos ao me expressar de forma semi-anônima por esse meio e nunca me senti tão viva.

Faz quase um mês que completei 25 anos, e até agora foi minha melhor festa, ou pelo menos a que mais me diverti, e embora desde que comecei a escrever esses relatos minha ideia sempre foi contar sobre meu relacionamento especial com a Paola, minha irmã, dessa vez vou ter que mencionar outras coisinhas que rolaram naquele dia, que tenho certeza que vocês vão adorar.

Nunca fui uma mulher muito extrovertida ou "fácil" e com toda certeza, jamais pensei que durante aquela festa eu me tornaria, pelo menos por uma noite, uma dualidade entre a aniversariante e o entretenimento pessoal de várias garotas; naquele dia eu explodi, me desinibí, me transformei no objeto de desejo de muitas, e no sucesso de algumas, em outras palavras, virei a puta da festa, isso mesmo, sem amarras, transei com quem eu quis, curti minha festa do meu jeito e como eu queria, sem ninguém pra me encher o saco, e amei.

Pra não entrar em muitos detalhes menores, minha festa foi na casa da minha prima Alexa, que fazia 27 anos no dia seguinte ao meu, ou seja, 15 de Abril. Decidimos juntar nossas festas pra sexta-feira, dia 17, porque nos damos super bem, porque meus tios (os pais dela) não estariam por uma semana e porque eu queria um lugar onde pudesse me divertir sem gastar com aluguel de salão e essas coisas, mas principalmente, porque minha prima é uma ingênua que fica bêbada muito fácil, e assim que isso acontecesse, ela iria dormir, e eu seria a dona da festa.

Durante a semana toda, fui convidando amigas e amigos pra festa, avisando que não seria na minha casa e que o que quisessem beber teriam que comprar por conta própria, já que eu só consegui juntar pra algumas garrafas, mas a lista de convidados crescia rápido, e era claro que o álcool que eu tinha comprado ia ser totalmente insuficiente. Felizmente, meus amigos, junto com os amigos da Alexa, são todos muito solidários e iam trazer mais que suficiente pra todo mundo. Minha intenção era que a festa fosse meio formal, mas sem exageros, só roupa apresentável, vestidos de festa não muito formais e coisas assim.

Por minha parte, na sexta à tarde comecei a me arrumar, tinha tomado banho e me depilado, deixando só uma risquinha na minha buceta, sempre gostei muito de como fica. A Paola não estava porque tinha ido visitar uns amigos e ia chegar mais tarde em casa, só pra se arrumar rapidinho e me encontrar na casa da Alexa. Meus pais estavam sim, me compraram um bolinho de aniversário pequeno (tradição de família, não importa a idade) e depois disso me deixaram pra eu poder me arrumar. Como a festa era meio formal, decidi estrear um vestido que tinha comprado dias antes com o dinheiro que meus pais me deram de presente de aniversário, um vestido azul, bem sexy e justo de festa, exatamente o que servia pra ocasião. Combinei meu vestido com uns saltos de 10 cm da mesma cor. Por baixo do vestido, decidi colocar uma calcinha fio dental branca que me ajusta muito bem, puxei ela pra cima pra que as laterais ficassem como se fosse de corte brasileiro e assim não marcaria no meu vestido, vale destacar que eu me sentia muito gostosa naquela noite.

Por volta das 8 da noite, meus amigos passaram pra me pegar, pros meus pais eu falei que a gente ia comemorar numa balada pra eles não ficarem tentados a ir na casa da minha prima. Em seguida, entrei no carro e fomos embora de casa, minha prima mora relativamente perto, uns 30 minutos, então passamos numa loja pra comprar cigarros e umas cervejas pra animar o caminho.

Quando chegamos na casa da minha prima, quase 9 da noite, só tinha alguns amigos dela, então entrei pra dar parabéns pra Alexa e pra receber os parabéns também, e como não quisemos esperar chegar mais gente, abrimos uma garrafa de uísque e começamos nossa festa, eu, por minha parte, já tava de olho nas amigas da Alexa, e, por que não? na Alexa também. Minha prima é uma mulher gostosa, de pele não tão branca quanto a minha, mas um pouco mais morena. Ela tem mais ou menos 1,70m, não sei quanto pesa, mas é magra, de pernas bonitas e peitos médios, embora saiba exibi-los muito bem, e tem uma bunda firme, tudo porque pratica natação. Sem dúvida, era um dos meus possíveis alvos pra noite, embora eu soubesse que ela não chegaria nem antes da 1h da manhã, então continuei de olho nas outras garotas. Naquela noite, eu queria sexo, sexo e mais sexo, e nada ia me impedir.

Por uma hora, mais ou menos, ficamos conversando, dançando e nos divertindo. Fizemos piadas sobre minha prima já ser velha, sobre as garotas terem que tomar cuidado comigo ou eu levaria elas bêbadas, ou até que eu poderia virar hétero naquela noite. Tava sendo muito legal, e os convidados foram chegando aos poucos, então a coisa só melhorava, porque tanto eu quanto a Alexa nos preocupamos muito em só chamar amigos bem próximos e um ou outro agregado deles. Lá pelas 11 da noite, tava tudo dando certo, todo mundo dançando e bebendo, ou conversando numa boa. Eu passei o tempo dançando com todos os meus amigos, bebendo com eles e com os amigos da minha prima, e claro, já tava me sentindo meio tonta, então resolvi sentar pra conversar com a Alexa, que já tava mais que bêbada.

Comecei a falar com ela sobre a vida pessoal dela, ver se tinha namorado, como tava no trabalho e essas coisas, e quando vi, já estávamos falando sobre experiências com garotas, o que me surpreendeu pra caralho, porque eu achava minha prima totalmente hétero.

— Então, me diz logo, com quantas garotas você já transou, Lai? — perguntou a Alexa, que já arrastava um pouco os "s" no fim de cada palavra.

— Pô, e desde quando eu conto isso? — respondi de um jeito provocante, enquanto dava uma tragada no cigarro. — Além do mais, e você? Sabe de garotas?
- Ah, embora você não acredite, não sou nenhum anjinho, já tive minhas aventuras, menina - respondeu Alexa, cruzando as pernas enquanto o vestido subia um pouco, deixando eu ver rapidamente as coxas dela.
- Ah, sério? Então me conta mais, cê curte mulher, prima? - falei, mordendo o lábio de leve.
- Bom, já fiquei com uma ou outra, mas outro dia te conto haha, melhor vem comigo, quero dançar!

Em seguida, ela se levantou da mesa e, sem me deixar responder, puxou minha mão e me levantou. Saímos para o jardim da casa dela, bem grande por sinal, onde a gente tinha improvisado uma pista de dança. O clima tava perfeito, meia-luz, temperatura agradável, todo mundo dançando. Alexa e eu fomos nos enfiando no meio do povo até chegar quase no fundo do jardim, onde tava mais escuro. Começamos a dançar e eu tinha esquecido completamente que Alexa dança muito bem. Ela se colava em mim, virava de costas e rebolava, eu tava ficando excitada, mas não sabia se ela tava fazendo aquilo de propósito ou só pra se divertir. Então a gente continuou dançando, de vez em quando eu pegava ela pela cintura e puxava pra perto, ficando bem juntinhas, nariz com nariz. Ela, por sua vez, colocava as mãos no meu pescoço, dançava muito gostoso, sempre me olhando nos olhos e sorrindo. Eu tava excitada e confusa, então numa hora que ela chegou muito perto, não consegui resistir e dei um beijinho na boca dela. Na hora, ela ficou quieta, surpresa, parou de dançar e começou a olhar pra todo lado pra ver se alguém tinha visto a gente.

- Mas que foi isso, Lai? Sou sua prima. - falou estressada, sempre olhando em volta.
- Eu... me desculpa muito! Não sei o que deu em mim, foram os drinks, tô tonta e me deixei levar, juro, me desculpa. - falei, toda envergonhada.
- Relaxa, eu sei que sou irresistível até pra você. - respondeu e caiu na risada, tirando o peso da situação, o que eu agradeci pra caralho.
- Bom, cê é gostosa mesmo. Mas não se dá tanta importância, foi o álcool. Falei brincando pra aliviar o clima tenso que a gente tinha acabado de passar.

Continuamos dançando, o DJ que a gente contratou tava mandando muito bem, tocando música de todo tipo. Alexa continuava dançando do mesmo jeito gostoso comigo e de vez em quando a gente ia pegar um uísque. Já era quase meia-noite, eu tava bem tonta e sentia que ela tava ainda mais tonta que eu. Alexa já não ligava mais pra quem podia ver a gente, se agarrava em mim, me pegava pela cintura e descia as mãos pelas minhas pernas, quase roçando minha bunda. Eu já não aguentava mais, queria beijar ela, mas tinha medo da reação dela. Toda vez que o rosto dela chegava perto do meu, eu abria um pouco a boca, mas não tinha coragem.

Depois de um tempo, Alexa falou que não tava se sentindo bem, que eu fosse com ela pra dentro de casa porque tava muito tonta. Eu fiquei decepcionada, queria beijar ela e não só isso, queria ela toda pra mim. Acompanhei ela até o banheiro, mas tinha umas pessoas esperando, então ela me pediu pra ir com ela até o quarto dela, que tinha banheiro próprio. Subimos as escadas e entramos no quarto, fechei a porta atrás da gente.

— Tá se sentindo bem? Perguntei meio preocupada.

— Não se preocupa, Lai, só preciso lavar o rosto, o uísque me deixou mais tonta do que devia. Respondeu enquanto apontava pra cama pra eu sentar enquanto ela entrava no banheiro.

— Ok, mas se precisar de algo, me fala, tá? Não quero que você passe mal na nossa festa e que perca a noite toda.

Alexa entrou no banheiro depois de tirar os saltos, e eu fiquei olhando o quarto dela enquanto esperava. Depois de alguns minutos, eu tava admirando uns quadros na parede oposta à porta do banheiro, quando Alexa me chamou.

— Ei, Lai, pode vir um segundo? Me chamou Alexa do banheiro.

— Claro, o que foi? Falei enquanto abria a porta do banheiro. Alexa tava só se olhando no espelho.

— É que quero ficar mais confortável, já não Seguro o vestido e não alcanço o zíper, ela me disse enquanto tentava alcançá-lo com a mão.
— Ahm, sim... claro, já te ajudo... Me aproximei dela e comecei a descer o zíper do vestido dela, podendo ver suas costas nuas. Desci devagar, minha respiração falhava. Quando finalmente desci tudo, fiquei parada ali, sem saber o que fazer, me sentindo muito nervosa. Alexa se virou devagar, com o vestido pendurado só pelas alças, eu dei um passo para trás, só para esbarrar na parede do banheiro, e ela deu um passo em minha direção, me sentindo encurralada.
— Bom, vai me contar ou não? — acrescentou Alexa depois de alguns minutos.
— Contar o quê? — respondi confusa.
— Como assim? O beijo, sua boba — ela disse enquanto segurava o vestido na borda dos seios com o braço.
— Bom, eu... já te falei... foi só que... o álcool e tal, você sabe — respondi divagando.
— Ah, é? Não te vi muito bêbada, aliás, eu não estava tão tonta na hora e sei que você aguenta muito mais que eu... Olha, só me responde honestamente, por que você fez isso? — ela acrescentou, mais séria do que antes.
— Eu... a verdade... é que a gente estava dançando e você dança muito gostoso, e eu achei que você...
— Que eu o quê? — me interrompeu. — Ah, você achou que eu estava me insinuando?
— Bom, sim... a verdade é que achei que você estava se insinuando e você é muito gostosa, e eu me deixei levar e...

Não terminei a frase e Alexa segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou direto na boca por alguns segundos que pareceram horas, e minhas pernas começaram a tremer.
— Eu não me insinuo, se quero algo, eu consigo — ela disse depois do beijo. Na hora, soltou o vestido, ficando só de lingerie na minha frente.
— Bom, então já me tem aqui, vai se assustar de novo? Ou eu é que tenho que fazer tudo? — respondeu, enquanto ficava parada ali na minha frente, na sua linda calcinha fio-dental rosa.

Naquele momento, não sei o que deu em mim, mas fiquei ali, congelada, me sentindo uma colegial na sua Primeira vez, não conseguia respirar, a verdade é que era a primeira vez que estava com alguém que fosse mais velho que uns meses de idade e isso me intimidou.

- Tá tudo bem, vem aqui, não precisa ficar nervosa, ela disse enquanto me puxava pra perto e me beijava de novo. Depois daquele segundo beijo, me senti um pouco menos nervosa, dei meio passo pra trás e tirei o vestido, pra ficar iguais. Alexa não conseguiu evitar me olhar dos pés à cabeça umas duas vezes.

- Você tá linda, Lai, não pensei que tivesse um corpo tão gostoso, ela falou depois de uns segundos me olhando. Eu sentia o rosto queimando, não sabia por que tava assim.

- Valeu, você também tá muito gostosa, gostei da sua lingerie, falei enquanto olhava a calcinha fio dental dela.

- Que bom que você gostou, eu adorei essa calcinha branca, e não é à toa que não dava pra ver nada através do vestido! Olha como você tá usando! Que sexy! Ela completou me puxando pela cintura pra me beijar. Eu me sentia ficando vermelha de vergonha.

Na sequência, Alexa pegou minha mão e me levou pra cama, me fez deitar de barriga pra cima e lentamente tirou a calcinha fio dental. Eu já tava tocando meus peitos de leve, e acho que isso excitou ela, porque ela terminou de tirar a calcinha rapidinho e se colocou em cima de mim, completamente pelada. Era muito excitante ver ela assim, toda depilada e com as pernas abertas em cima de mim. Devagar, coloquei minhas mãos nas pernas dela e comecei a acariciar, não demorou muito pra eu subir minhas mãos suavemente até a buceta dela. Tava toda molhada quando toquei, e ela não conseguiu evitar um gemidinho de prazer enquanto se acariciava os peitos. Comecei a acariciar a buceta dela devagar, primeiro por cima, desviando de leve pra virilha de vez em quando. Passaram uns segundos assim e decidi continuar, enfiando primeiro um dedo, massageando por dentro. Ela soltava gemidinhos leves cada vez que eu mexia o dedo dentro dela. A vista era espetacular, Alexa tava de joelhos com as pernas abertas em cima de mim, na altura do meu umbigo, eu enfiava e tirava meu dedo da buceta dela bem devagar e via como ela acompanhava o ritmo com a cintura, nessa hora eu já tava mais que molhada, precisava de uma mão pra dar prazer pra ela enquanto tocava minha buceta por cima da minha calcinha fio dental com a outra.

Depois de um tempo, ela desceu pra se abaixar e me beijar com gosto, eu acariciava os peitos dela e ela me devorava de beijos entre gemidos. Alexa começou a descer devagar, eu respirava muito ofegante, me sentia como na minha primeira vez, o que tava acontecendo comigo?, por que eu tava tão nervosa? Senti a língua dela chegar nos meus peitos e começar a brincar com meu mamilo, eu não consegui evitar gemer e soltar um "ah" mais alto que o normal. Ela ficou ali, lambendo e dando mordidinhas leves nos meus mamilos, eu sentia que ia explodir de prazer, e bem quando achei que não aguentava mais, de repente ela se levantou e saiu de cima de mim, arrancou minha calcinha fio dental de uma vez, abriu minhas pernas e começou a me fazer sexo oral na hora, eu explodi em gemidos, um atrás do outro, cada vez mais intensos, me contorcia de prazer e sentia que a festa inteira ia ficar sabendo se eu continuasse daquele jeito. Tentei tampar minha boca, morder minha mão, mas cada vez que sentia a língua dela passar no meu clitóris, vinha outro orgasmo mais forte que o anterior, do jeito que deu, pedi pra ela virar pra eu poder satisfazer ela também, ela rapidamente montou em mim, abrindo as pernas na frente da minha cara pra eu poder fazer sexo oral nela também.

Não fiz ela esperar, comecei a lamber entre gemidos, e ela fez o mesmo, agora também gemendo, sentia que a cada poucos minutos o corpo dela tremia num orgasmo curto mas intenso, e com cada orgasmo ela massageava minha buceta com a língua de um jeito mais forte, eu tentava acompanhar o ritmo mas sentia que não conseguia nem respirar de tanto que eu gozava. Mesmo assim, me forçava a continuar, com minhas mãos segurava a cintura dela e empurrava a buceta dela na minha cara, queria saborear ela toda, lamber tudo por dentro, tava Extasiada com o sabor dela e não conseguia parar de pedir mais; de vez em quando parava de lamber só pra ofegar e falar "me dá mais, me dá mais, não para por favor", e cada vez que ela fazia isso, a outra lambia mais forte, mais gostoso.

Chegou o momento em que não aguentei mais e explodi num orgasmo intenso, gemia tanto que parecia quase exagerado, Alexa não parava de me satisfazer, continuava lambendo minha buceta, cada vez mais devagar, eu me contorcia de prazer, apertava os lençóis o mais forte que podia, até que aos poucos ela parou.

Quando finalmente me recuperei, Alexa continuava na mesma posição, me dando beijinhos suaves na virilha, me deixando aproveitar cada segundo, sem falar absolutamente nada. Era a primeira vez que alguém me fazia ter um orgasmo daquele jeito, em nenhum momento eu tive o controle, mas já tinha passado por coisas assim, o mais estranho é que não foi uma situação planejada de jeito nenhum, pelo menos não por mim. Quando ela finalmente saiu de cima, eu me sentia tonta, exausta e até meio desorientada, Alexa se deitou do meu lado.

— Então, veredito? — disse Alexa, rindo baixinho.

— Eu, não sabia que você sabia fazer essas coisas — respondi, surpresa.

— Te falei que não era um anjinho, garota — respondeu, meio confiante.

— Bom, achei que você estava blefando — respondi, sorrindo.

— Hora de voltar pra festa, já é quase 1 da manhã — disse ela, enquanto olhava o celular.

— É, só preciso me arrumar um pouco e você também, e aí a gente desce — completei.

Depois de uns 10 minutos, descemos de novo pra festa, alguns amigos e amigas perguntaram por que a gente tinha sumido tanto tempo, e eu respondi rápido que Alexa não tinha se sentido muito bem, mas que já não tinha problema e que estávamos prontas pra continuar a festa. Nossos amigos não duvidaram nem um segundo da minha resposta e rapidamente voltaram ao que estavam fazendo, nos oferecendo shots de tequila, que eu bebi talvez rápido demais, mas tentava me recompor da sessão intensa de poucos minutos atrás. Notei Como uma das amigas dela me encarava, com um sorrisinho quase provocante, e eu só respondi com outro sorriso tímido e virei pra pedir mais um shot no bar da sala.

Todo mundo foi seguir a festa, a Alexa chegou perto de mim numa boa, me deu um beijo na bochecha e falou "já volto, tenho que ficar com os outros também", e eu só balancei a cabeça enquanto tomava outro shot de tequila. Virei pra ver quem mais tinha chegado, vi lá no fundo minha irmã Paola dançando com os amigos, bem divertida, e já ia levantar quando a amiga da minha prima chegou e parou na minha frente.

— Oi, como cê tá? Perguntou sorrindo

— Oi... hã, bem e você? Respondi confusa

— Ah, muito bem, desculpa, sou a Pamela, amiga da sua prima, respondeu com um sorriso bem safado, tentando não rir.

— Ah sim, claro, como vai? Respondi meio intrigada

— Hahaha, muito bem agora que vi vocês, por um momento pensei que todo mundo na festa ia perceber com tanto gemido que eu ouvi lá em cima, respondeu rindo. Eu congelei, não sabia o que responder ou como negar o que ela tinha insinuado.

— Do que cê tá falando? Respondi depois de uns segundos, tentando dar meu melhor teatro.

— Ah, não se preocupa, não tenta me enganar, eu vi vocês entrarem, ouvi tudo do outro lado da porta, e vi vocês saírem. Mas fica tranquila! Até ficou pálida, não tem nada não, gostosa, respondeu, enquanto eu tentava não desmaiar no meio da sala.

— Olha, não sei do que cê tá falando, mas... não consegui terminar a frase quando ela me interrompeu.

— Não adianta negar o que eu ouvi tão claramente, além disso, eu não falei que vou contar pra todo mundo, na verdade, você me deixou bem molhada, respondeu enquanto colocava a mão suavemente na minha perna. Na hora, ela chegou perto de mim, me deu um beijo na bochecha e sussurrou:

— Você me deixou muito excitada, e eu ainda tô procurando par pra hoje, talvez mais tarde você queira me fazer companhia, gostosa. E, terminando a frase, ela me deu um beijo suave na orelha e foi embora.

Fiquei ali, paralisada, repassando toda a conversa. Como é que tinham nos seguido se eu tinha reparado que não tinha ninguém antes de fechar a porta? Pedi mais dois shots de tequila, tomei um atrás do outro, depois um pedaço de limão com sal pra aliviar o gosto, um gole de cerveja, e levantei do balcão pra procurar a Paola.

Tava caminhando pro jardim, que era onde tinha visto minha irmã, me sentindo meio bêbada, mas mais do que tudo confusa com a noite meio estranha que tinha tido até ali. Também não é que eu me sentisse mal, pelo contrário, tava muito feliz, e tentei não pensar no que a Pamela tinha me falado minutos atrás.

Saí pro jardim dos fundos, pedi mais um shot de tequila na mesa de plástico que a gente tinha improvisado como balcão lá fora, tomei um pouco mais devagar dessa vez, enquanto procurava minha irmã. Mas nem tinha varrido metade do lugar com o olhar quando uns amigos e amigas me viram ali sozinha e vieram me chamar pra dançar. Terminei o shot de tequila e fui com eles pra ficar com a galera toda.

Fiquei dançando um tempão, tipo meia hora? Talvez um pouco mais... acho que foi umas boas horas, pelo menos. Já não tava sentindo muito bem a passagem do tempo, me divertia pra caramba com meus amigos quando, de repente, senti alguém pegar na minha bunda. Me virei o mais rápido que pude pra encarar o atrevido que ia levar um belo soco na cara, quando vi minha irmã bem atrás de mim, morrendo de rir. Na hora ela me abraçou, falou algo tipo "feliz aniversário", não ouvi direito porque a música tava muito alta e ela já tava meio bêbada. Depois me deu um beijo na bochecha e pediu pra eu acompanhá-la até o balcão pra pegar uma bebida.

Peguei a Paola pela mão enquanto a gente abria caminho pelo jardim. Foi só quando chegamos no balcão que percebi como ela tava linda. Ela tava usando uma calça social preta bem justa, e uma blusa branca colada e decotada, meio aberta nas costas, com salto, claro. Tava linda e muito gostosa. Quando a Paola percebeu que eu tava olhando sem vergonha nenhuma, ela chegou no meu ouvido e sussurrou: "Aqui não, meu amor, tá cheio de convidado e vão começar a te achar estranha". Eu me toquei na hora, soltei um "foi mal" e pedi uns shots de tequila. A gente tomou e eu falei que queria dançar com ela. A Paola sabia que eu já tava mais bêbada, só respondeu: "Tá bom, mas se controla, hein". Na sequência, a gente começou a dançar. Uns conhecidos ficaram olhando pra gente mais de uma vez ao nos ver dançando juntas, não porque a gente tava fazendo algo muito indecente, mas porque tanto eu quanto a Paola sabemos dançar bem, e com ela ainda me entendo pra caralho na dança, o que dá um certo ar sexy, tenho que admitir. E eles olhavam mais ainda quando a gente se aproximava e eu encostava a bunda nela enquanto me abaixava ou fazia umas paradas assim. A gente continuou dançando um tempo e, quando sentiu que já tinha chamado muita atenção, fomos pra sala bater um papo e continuar bebendo.

Nessa altura, eu já tava bem bêbada e me sentindo excitada de novo. Queria ficar a sós com a Paola, não queria toda aquela preliminar de antes. Então simplesmente cheguei perto dela enquanto ela tava sentada no banco do bar e encostei meus peitos o máximo que pude, enquanto sussurrava no ouvido dela.

— Já não tô mais pra joguinhos, quero fazer amor — falei no ouvido dela, fingindo que tava contando outra coisa pra ninguém desconfiar.

— Adoro quando você fica assim, Lai, mas e se alguém nos ver? — ela respondeu enquanto acendia um cigarro.

— Não tô nem aí, te quero agora e é minha festa. Você tem que me satisfazer no meu aniversário, e como a gente tá comemorando até agora, não é opcional — respondi brincando, enquanto as duas riam.

— Vou subir. Te vejo no quarto da Alexa. Espera uns 5 minutos. Antes de subir, também, e olha pra ninguém te ver subindo, falei pra Paola.

Saí do balcão, rumo às escadas, conferindo se não tinha ninguém vigiando, especialmente a Pamela, que já tinha me pego com a Alexa antes. Quando vi que não tava perto, subi tentando não chamar atenção, olhei pra trás rápido enquanto subia e percebi que ninguém tinha notado. Entrei de novo no quarto, dava pra quase reviver minuto a minuto o que tinha rolado ali horas antes, olhei meu celular, já eram 2 da manhã. Não perdi tempo, tava muito excitada, tirei o vestido rápido, fiquei só de fio dental e salto e me deitei na cama assim, pra esperar a Paola. Passaram uns 5 minutos no máximo, quando ouvi a porta abrir, a Paola entrou e antes de fechar, espiou no corredor pra ver se não tinha ninguém, fechou a porta atrás dela.

— Nossa, você tá com pressa mesmo, gostosa — ela falou quando me viu ali pelada na cama, e na hora tirou a blusa e o sutiã, eu tava toda excitada de novo. Ela desabotoou a calça, virou de costas e tirou, se abaixando pra eu ver a bunda dela, perfeita e redonda, virou de novo pra eu apreciar bem, tava de fio dental de renda preta, de tira larga, corte alto, fiquei com muito tesão só de olhar. Ela chegou perto da cama e ficou parada do meu lado, com as pernas levemente abertas, comecei a acariciar a buceta dela e na hora ela soltou um suspiro leve.

— Senti sua falta, gostosa — ela disse enquanto eu acariciava. Logo depois ela subiu em cima de mim, mas eu peguei ela pela cintura e joguei na cama, tirei o fio dental devagar, desci até a altura dos joelhos e me deitei de lado pra fazer oral nela, a Paola começou a soltar uns gemidos leves de prazer.

— Isso, assim, meu amor, você sabe bem como eu gosto, não para — ela falou enquanto gemia um pouco mais alto. Na hora ela colocou a mão na minha nuca e começou a empurrar minha cara na buceta dela, eu continuei satisfazendo ela, fazendo do jeito que ela queria, do jeito que ela gosta. Ficamos assim por vários minutos até que eu me separei um momento, tirei a tanga que estava usando, me virei e fiquei por cima dela, agora as duas podíamos nos satisfazer do jeito que gostávamos. Senti a língua morna dela começar a saborear meu interior, prazer imediato, comecei a gemer bem baixinho, já sem o ímpeto de algumas horas atrás. Continuei fazendo o meu, roçando o clitóris dela com minha língua bem devagar, do jeito que ela gosta, sentia como ela se mexia debaixo de mim. Depois de alguns minutos parei e saí de cima.

— Abre as pernas — falei, bem na hora que me afastei. Ela obedeceu sem perguntar nada. Sentei na frente dela, com as pernas abertas também, fui me aproximando devagarinho até minha buceta roçar na dela. Imediatamente nos juntamos mais, começamos a nos mover ao mesmo tempo, num ritmo perfeito, as duas sabíamos como a outra gostava. Paola começou a ofegar e quase ao mesmo tempo eu também comecei. Sentia a buceta dela roçando na minha, era muito gostoso. De vez em quando eu lambia minha mão e passava na buceta da Paola, ela gemia cada vez mais alto. Eu não conseguia parar de pensar no que a Pamela tinha me falado, estava me excitando cada vez mais o fato de que ela podia estar lá fora, ouvindo os gemidos da minha irmã e os meus. Me dava muito prazer sentir minha buceta colada na dela e o fato de que alguém podia estar nos ouvindo. A gente se mexia cada vez mais forte, era maravilhoso fazer aquilo, as duas tinham orgasmo atrás de orgasmo, gemíamos alto. De repente, ouvimos a porta abrir, não deu tempo de fazer nada. Era a Pamela, que tinha estado do outro lado o tempo todo.

— Uau... Eu... Desculpa... pensei... — disse Pamela, que tinha ficado ouvindo atrás da porta, mas não sabia que cena ia encontrar ao entrar. Paola e eu estávamos chocadas, não sabíamos o que dizer. Era a primeira vez que alguém nos pegava assim. Uma coisa era ter a fantasia de Uma coisa é alguém te ouvir, outra bem diferente era ver alguém entrar enquanto você transava com sua irmã.

— O que você quer? respondi irritada depois de alguns minutos. Saí de cima da Paola e peguei meu vestido, me cobrindo com ele. Paola não se cobriu nem fez nada, estava pelada na cama com as pernas abertas, sem saber o que fazer ou dizer.

— Não leva a mal, Liza, é sério, eu simplesmente gosto muito de você, quero ficar com você e... ter o que vocês têm...

Paola se levantou da cama e ficou de frente pra Pamela. Naquele momento, eu esperava o pior.

— Bom, então é sua festa, e tenho que te agradar no seu aniversário, né? Disse Paola. Em seguida, se virou e começou a beijar Pamela.

1 comentários - Noites de Festa - Parte 1

Toni-9 +1
Excelente historia linda, muy buen relato
me encanta tu forma de escribir, me transportas
me excito bastante la historia, estoy ansioso por saber como termina la historia
te dejo +10 gracias por compartir, por cierto me encantaría ver una foto con ese vestido azul
saludos y besos 😘
Que bueno que te gustó, esa es la intención de contarles pequeños aspectos de mi vida, sería genial que lo compartas 🆒