Este relato que vou contar já fiz em outra conta que tinha e foi desativada porque continha coisas proibidas pelo Poringa, como conteúdo de menores.
Entendo e apoio a luta contra o tráfico de menores e seu uso para fins sexuais ou qualquer outro.
Mas também entendo que ninguém veio ao mundo com 18 anos e, antes disso, pode ter tido alguma experiência saudável que dê pra contar.
Com o critério de que não existe nada antes dos 18 sexualmente, não deveriam existir filmes como *Lolita*, *Amancor*, *O Último Americano Virgem*, pra citar alguns que não davam mau exemplo nenhum, só mostravam o que qualquer um poderia ter vivido na adolescência.
Vamos imaginar que no começo dos anos 80, com 18 já completos (pra não excluírem o post nem minha conta).
Naquela época, você só via um pornô se algum amigo tivesse um filme Super 8 trazido do Paraguai.
Quem dirá ver uma revista pornô.
Éramos uns bobos completos, sem experiência sexual, e quando conseguíamos transar, com muito medo, passavam anos até começarmos a aproveitar.
Era uma tarde de um dia de semana, bem nublada e ventosa.
Não tinha ninguém nas ruas.
Eu voltava pra casa, não lembro de onde.
E ao chegar no mercadinho do bairro, encontro na porta a dona Rosa.
Uma vizinha do bairro, entre 40 e 50 anos, eu calculo.
Com um corpo grande, uma bunda enorme e peitos bem avantajados.
Cabelo ruivo, comprido e cacheado.
Ninguém sabia se era solteira, viúva, casada, divorciada ou o que fosse, já que morava sozinha e às vezes estava com ela o irmão mais novo, que a gente via ir tomar algo no bar do bairro.
Ao passar por ela, cumprimento com respeito, como sempre, e ela me pede um favor.
Me pergunta se eu ajudava com as sacolas das compras dela, porque o tornozelo tava doendo e ela tinha medo que o vento forte a fizesse cair na rua.
Me ofereço pra ajudar sem problemas, e começamos a caminhada de quatro quarteirões até a casa dela.
Ao chegar na casa, ela abre o portão de entrada e me pede pra acompanhá-la lá dentro. com as sacolas pra assim me dar minha gorjeta, aí eu falei que não era incômodo e que não precisava.
Ela insiste pra eu entrar e ficar sempre perto dela por causa do cachorro que ela tinha.
Era um manto negro enorme e bem bravo, que sempre queria morder tudo que passava perto do portão.
Ao entrar na cozinha, ela me manda deixar as sacolas em cima da mesa, que ia guardar logo as coisas que iam na geladeira.
Nisso, enquanto ela tava agachada dentro da geladeira, com a bunda pra cima, e eu olhando bem pra ela.
Não sei se foi pelo vento ou se ficou mal fechado, o cachorro entra pela porta e vem pra cima de mim, querendo me morder.
Ela sai correndo, agarra ele pelo colar, e o cachorro, com as patas lutando pra me morder, arranca praticamente a saia dela.
Ficando ela só de calcinha branca.
Ela tira ele da cozinha e fecha com chave pra ele não voltar a entrar.
Eu, depois do susto, olhava pra calcinha dela, que mal disfarçava os pelos ruivos da buceta dela.
A pica endureceu na hora e eu não sabia como disfarçar ela debaixo da calça de ginástica.
Ela percebeu minha pica.
Olha direto nos meus olhos e se aproxima, perguntando se eu nunca tinha visto uma mulher mais velha assim.
Ela abaixa um pouco minha calça, mas não consegue por causa do cordão na cintura, e mete a mão dentro da minha cueca.
Quando toca na minha pica, eu gozo nos dedos dela dentro da cueca.
Ela tira a mão cheia da minha porra, e eu, assustado, falo que tenho que ir embora.
Ela me diz que não posso ir assim, todo sujo.
Ela desamarra o cordão da minha calça e abaixa ela de vez.
Pega um pano de prato e começa a limpar bem minha pica, que ainda tava dura e balançando.
Eu, ainda com medo, continuava olhando como as mãos dela limpavam minha pica e olhava pros pelos da buceta dela que saíam da calcinha.
Ela percebe o que eu tava olhando e abaixa só um pouco a calcinha, e coloca minha mão na buceta peluda dela.
Começo a tocar os lábios dela sem saber muito o que fazer, e ela, com a mão dela, enfia meus dedos. dedos dentro da buceta dela e ela me fala pra mexer eles dentro
Enquanto eu enfiava e tirava os dedos da buceta dela ela começou a gemer e me pegava pela cabeça e enfiava ela entre os peitos dela
De repente ela tira a calcinha toda se vira deixando a bunda toda na minha vista
Ela se joga pra trás encostando a bunda no meu pau
Ela se inclina pra frente se segurando numa cadeira e enquanto colocava meu pau na buceta dela me fazia prometer que não ia contar pra ninguém o que tava rolando
Ela começou a empurrar pra trás e pra frente pra que meu pau entrasse e saísse da buceta dela
Eu já com a bunda encostada na pia sentia a buceta dela muito quente e apertada
Ela abre a blusa e levanta o sutiã pra deixar os peitos no ar e me pede pra apertar os bicos dela com os dedos
Nessa hora eu gozo forte dentro da buceta dela sinto que ela treme as pernas e quando tiro o pau da buceta dela faz um barulho de Plop e vejo como escorre minha porra no chão
Ela pega o pano de prato de volta pega meu pau limpa ele rápido a mesma coisa o chão e vai pro banheiro
Fico sozinho na cozinha com a calça arriada e meu pau ainda duro
Tava atordoado com o que tinha acontecido
Com medo e vontade de vazar rápido
Mas também com vontade de mais e teve mais
Ela sai do banheiro com um roupão véio vestido e ao me ver que ainda tava de pau duro vai pro quarto e me pede pra acompanhar ela
Ao entrar no quarto ela tava pelada de barriga pra cima na cama
Ela me fala pra tirar a roupa e subir na cama e chupar os peitos dela
Eu subo em cima dela e me afundo nos peitos dela e depois de chupar eles um pouco ela coloca de novo meu pau na buceta dela que tava muito molhada
Eu começo a comer ela forte enquanto ela me falava me monta gatinho
Me come bem macho
Me enche de porra
Eu comia ela enquanto chupava os peitos dela e de repente sinto que ela começa a ficar estranha até que treme forte e acaba fechando as pernas e apertando forte meu pau dentro da buceta dela
Isso fez com que eu gozasse muito forte de volta dentro da buceta dela
Quando tiro o pau, vejo como escorria meu gozo da buceta dela e pela grande quantidade de pelos ruivos que ela tinha embaixo
Ela se toca um pouco, enfiando dois dedos dentro da buceta dela
Depois se levanta e vai pro banheiro
Ao sair do banheiro, sempre nua, traz uma toalha molhada e me limpa bem o pau e as bolas que estavam molhados com meu gozo e o fluido dela
Ao ver que meu pau começava a endurecer de novo, ela enfiou na boca e começou a chupar
Era a primeira vez que chupavam meu pau
Cada vez ficava maior dentro da boca dela, e nisso o telefone toca e ela me deixa pra atender
Quando volta pro quarto, já com o robe vestido
Ela me diz que quando chegar em casa, me lave bem
Me ajuda a me vestir e enquanto me dá a gorjeta, me faz jurar que nunca ia contar o acontecido pra ninguém
Ela se veste e me diz pra esperar que ela amarre o cachorro pra eu poder sair
Depois daquele dia, sempre que podia, aproveitava pra vigiar quando dona Rosa ia comprar no mercado e assim chegar e ajudá-la com as compras e ter minha gorjeta dupla
Um dia, meus amigos do bairro perceberam que eu ajudava muito dona Rosa com as coisas dela e demorava pra sair de casa
Então, na confiança, contei pra eles
Muito errado da minha parte
E narrei o que rolava dentro de casa, e quase ninguém acreditou em mim
Ao encontrar dona Rosa vários dias depois, ela me pede pra acompanhá-la, mas com cara de brava
Ao entrar em casa, ela não se despe e nem tira minha roupa pra tirar todo o gozo do meu pau como fazia sempre
Pelo contrário, ela senta numa cadeira e começa a me interrogar se eu tinha contado pra alguém sobre nossos encontros
Percebo que ela já sabia de algo e minto que sem querer tinha contado pros meus amigos
Ela me diz que já sabia, porque um deles ajudou ela com as compras e depois que Aconteceu a mesma coisa que comigo, ele contou que eu tinha contado tudo.
Ela me pede para me retirar e que nunca mais a ajude com as coisas dela, porque não precisava mais, já que, graças à minha indiscrição, tinha quem a ajudasse.
Vou embora pensando que, graças à minha bocona, fiquei na merda e não pegava mais uma ou duas bocetas por semana.
Quando fui cobrar meus amigos sobre quem tinha sido o dedo-duro, vários se abriram.
Então, dona Rosa estava comendo vários dos meus amigos.
Com o tempo, ela passou a raiva de mim e me pediu para ajudá-la de novo, e de vez em quando me dava aquela gozada toda.
O relato é real e só estou tentando contar minhas primeiras experiências sexuais.
Em momento algum é minha intenção dar um mau exemplo, um ensinamento errado ou promover algo estranho.
É só isso, mais um relato das minhas experiências.
Espero que gostem e comentem se alguém já teve uma experiência parecida.
Entendo e apoio a luta contra o tráfico de menores e seu uso para fins sexuais ou qualquer outro.
Mas também entendo que ninguém veio ao mundo com 18 anos e, antes disso, pode ter tido alguma experiência saudável que dê pra contar.
Com o critério de que não existe nada antes dos 18 sexualmente, não deveriam existir filmes como *Lolita*, *Amancor*, *O Último Americano Virgem*, pra citar alguns que não davam mau exemplo nenhum, só mostravam o que qualquer um poderia ter vivido na adolescência.
Vamos imaginar que no começo dos anos 80, com 18 já completos (pra não excluírem o post nem minha conta).
Naquela época, você só via um pornô se algum amigo tivesse um filme Super 8 trazido do Paraguai.
Quem dirá ver uma revista pornô.
Éramos uns bobos completos, sem experiência sexual, e quando conseguíamos transar, com muito medo, passavam anos até começarmos a aproveitar.
Era uma tarde de um dia de semana, bem nublada e ventosa.
Não tinha ninguém nas ruas.
Eu voltava pra casa, não lembro de onde.
E ao chegar no mercadinho do bairro, encontro na porta a dona Rosa.
Uma vizinha do bairro, entre 40 e 50 anos, eu calculo.
Com um corpo grande, uma bunda enorme e peitos bem avantajados.
Cabelo ruivo, comprido e cacheado.
Ninguém sabia se era solteira, viúva, casada, divorciada ou o que fosse, já que morava sozinha e às vezes estava com ela o irmão mais novo, que a gente via ir tomar algo no bar do bairro.
Ao passar por ela, cumprimento com respeito, como sempre, e ela me pede um favor.
Me pergunta se eu ajudava com as sacolas das compras dela, porque o tornozelo tava doendo e ela tinha medo que o vento forte a fizesse cair na rua.
Me ofereço pra ajudar sem problemas, e começamos a caminhada de quatro quarteirões até a casa dela.
Ao chegar na casa, ela abre o portão de entrada e me pede pra acompanhá-la lá dentro. com as sacolas pra assim me dar minha gorjeta, aí eu falei que não era incômodo e que não precisava.
Ela insiste pra eu entrar e ficar sempre perto dela por causa do cachorro que ela tinha.
Era um manto negro enorme e bem bravo, que sempre queria morder tudo que passava perto do portão.
Ao entrar na cozinha, ela me manda deixar as sacolas em cima da mesa, que ia guardar logo as coisas que iam na geladeira.
Nisso, enquanto ela tava agachada dentro da geladeira, com a bunda pra cima, e eu olhando bem pra ela.
Não sei se foi pelo vento ou se ficou mal fechado, o cachorro entra pela porta e vem pra cima de mim, querendo me morder.
Ela sai correndo, agarra ele pelo colar, e o cachorro, com as patas lutando pra me morder, arranca praticamente a saia dela.
Ficando ela só de calcinha branca.
Ela tira ele da cozinha e fecha com chave pra ele não voltar a entrar.
Eu, depois do susto, olhava pra calcinha dela, que mal disfarçava os pelos ruivos da buceta dela.
A pica endureceu na hora e eu não sabia como disfarçar ela debaixo da calça de ginástica.
Ela percebeu minha pica.
Olha direto nos meus olhos e se aproxima, perguntando se eu nunca tinha visto uma mulher mais velha assim.
Ela abaixa um pouco minha calça, mas não consegue por causa do cordão na cintura, e mete a mão dentro da minha cueca.
Quando toca na minha pica, eu gozo nos dedos dela dentro da cueca.
Ela tira a mão cheia da minha porra, e eu, assustado, falo que tenho que ir embora.
Ela me diz que não posso ir assim, todo sujo.
Ela desamarra o cordão da minha calça e abaixa ela de vez.
Pega um pano de prato e começa a limpar bem minha pica, que ainda tava dura e balançando.
Eu, ainda com medo, continuava olhando como as mãos dela limpavam minha pica e olhava pros pelos da buceta dela que saíam da calcinha.
Ela percebe o que eu tava olhando e abaixa só um pouco a calcinha, e coloca minha mão na buceta peluda dela.
Começo a tocar os lábios dela sem saber muito o que fazer, e ela, com a mão dela, enfia meus dedos. dedos dentro da buceta dela e ela me fala pra mexer eles dentro
Enquanto eu enfiava e tirava os dedos da buceta dela ela começou a gemer e me pegava pela cabeça e enfiava ela entre os peitos dela
De repente ela tira a calcinha toda se vira deixando a bunda toda na minha vista
Ela se joga pra trás encostando a bunda no meu pau
Ela se inclina pra frente se segurando numa cadeira e enquanto colocava meu pau na buceta dela me fazia prometer que não ia contar pra ninguém o que tava rolando
Ela começou a empurrar pra trás e pra frente pra que meu pau entrasse e saísse da buceta dela
Eu já com a bunda encostada na pia sentia a buceta dela muito quente e apertada
Ela abre a blusa e levanta o sutiã pra deixar os peitos no ar e me pede pra apertar os bicos dela com os dedos
Nessa hora eu gozo forte dentro da buceta dela sinto que ela treme as pernas e quando tiro o pau da buceta dela faz um barulho de Plop e vejo como escorre minha porra no chão
Ela pega o pano de prato de volta pega meu pau limpa ele rápido a mesma coisa o chão e vai pro banheiro
Fico sozinho na cozinha com a calça arriada e meu pau ainda duro
Tava atordoado com o que tinha acontecido
Com medo e vontade de vazar rápido
Mas também com vontade de mais e teve mais
Ela sai do banheiro com um roupão véio vestido e ao me ver que ainda tava de pau duro vai pro quarto e me pede pra acompanhar ela
Ao entrar no quarto ela tava pelada de barriga pra cima na cama
Ela me fala pra tirar a roupa e subir na cama e chupar os peitos dela
Eu subo em cima dela e me afundo nos peitos dela e depois de chupar eles um pouco ela coloca de novo meu pau na buceta dela que tava muito molhada
Eu começo a comer ela forte enquanto ela me falava me monta gatinho
Me come bem macho
Me enche de porra
Eu comia ela enquanto chupava os peitos dela e de repente sinto que ela começa a ficar estranha até que treme forte e acaba fechando as pernas e apertando forte meu pau dentro da buceta dela
Isso fez com que eu gozasse muito forte de volta dentro da buceta dela
Quando tiro o pau, vejo como escorria meu gozo da buceta dela e pela grande quantidade de pelos ruivos que ela tinha embaixo
Ela se toca um pouco, enfiando dois dedos dentro da buceta dela
Depois se levanta e vai pro banheiro
Ao sair do banheiro, sempre nua, traz uma toalha molhada e me limpa bem o pau e as bolas que estavam molhados com meu gozo e o fluido dela
Ao ver que meu pau começava a endurecer de novo, ela enfiou na boca e começou a chupar
Era a primeira vez que chupavam meu pau
Cada vez ficava maior dentro da boca dela, e nisso o telefone toca e ela me deixa pra atender
Quando volta pro quarto, já com o robe vestido
Ela me diz que quando chegar em casa, me lave bem
Me ajuda a me vestir e enquanto me dá a gorjeta, me faz jurar que nunca ia contar o acontecido pra ninguém
Ela se veste e me diz pra esperar que ela amarre o cachorro pra eu poder sair
Depois daquele dia, sempre que podia, aproveitava pra vigiar quando dona Rosa ia comprar no mercado e assim chegar e ajudá-la com as compras e ter minha gorjeta dupla
Um dia, meus amigos do bairro perceberam que eu ajudava muito dona Rosa com as coisas dela e demorava pra sair de casa
Então, na confiança, contei pra eles
Muito errado da minha parte
E narrei o que rolava dentro de casa, e quase ninguém acreditou em mim
Ao encontrar dona Rosa vários dias depois, ela me pede pra acompanhá-la, mas com cara de brava
Ao entrar em casa, ela não se despe e nem tira minha roupa pra tirar todo o gozo do meu pau como fazia sempre
Pelo contrário, ela senta numa cadeira e começa a me interrogar se eu tinha contado pra alguém sobre nossos encontros
Percebo que ela já sabia de algo e minto que sem querer tinha contado pros meus amigos
Ela me diz que já sabia, porque um deles ajudou ela com as compras e depois que Aconteceu a mesma coisa que comigo, ele contou que eu tinha contado tudo.
Ela me pede para me retirar e que nunca mais a ajude com as coisas dela, porque não precisava mais, já que, graças à minha indiscrição, tinha quem a ajudasse.
Vou embora pensando que, graças à minha bocona, fiquei na merda e não pegava mais uma ou duas bocetas por semana.
Quando fui cobrar meus amigos sobre quem tinha sido o dedo-duro, vários se abriram.
Então, dona Rosa estava comendo vários dos meus amigos.
Com o tempo, ela passou a raiva de mim e me pediu para ajudá-la de novo, e de vez em quando me dava aquela gozada toda.
O relato é real e só estou tentando contar minhas primeiras experiências sexuais.
Em momento algum é minha intenção dar um mau exemplo, um ensinamento errado ou promover algo estranho.
É só isso, mais um relato das minhas experiências.
Espero que gostem e comentem se alguém já teve uma experiência parecida.
7 comentários - Dona Rosa me comia sempre que podia