Meu amigo, a mina dele e eu. Parte 4: Vários sucos

Bom, só me resta agradecer a paciência, as mensagens e a boa energia de quem, de um jeito ou de outro, me acompanhou nesse relato. Foi difícil, mesmo que pareça o contrário, colocar em palavras o que vivi naquela noite. Quero dizer também que continuo vendo ela, quando dá, e quando a gente consegue se virar. Obrigado de novo. Espero que gostem, e espero também os comentários de vocês, que no fim das contas foram o motor de tudo isso.

Ela se jogou em cima de mim como um peso morto, só que ela estava mais viva do que nunca. Tentava falar comigo, mas a agitação não deixava, então, puxando ela pelos cabelos e enrolando minha mão direita neles (a esquerda apertava uma das bundas deliciosas dela), pra garantir que ela olhasse nos meus olhos, falei:
— "Agora é sua vez de tirar de mim até a última gota. Quero que enfie meu pau na sua boca. Quero que limpe ele do seu mel. Quero que engula até quase vomitar. Quero que chupe até cansar, e que mostre ele pra mim antes de pegar de novo." A filha da puta parece ter adorado, os olhos dela brilhavam, e ainda toda molhada, sem perder tempo, desceu e começou a chupar meu pau como provavelmente nunca tinha sido chupado na vida.

Ela não demorou nada pra fazer garganta profunda, aqueles engasgos que me deixam louco, a baba grossa escorrendo pra todo lado. Minha cama tinha virado uma espécie de caldeirão: Dois corpos, excitados que nem a puta mãe, se matando de prazer, sem intenção de parar, sem intenção de fazer outra coisa senão matar o outro, fazê-lo se contorcer, gemer, gritar. Levar à loucura total e plena da própria carne. Levar ao significado máximo num estado de perdição que todos merecemos, que todos queremos fazer parte sempre. Mas, por uma coisa ou outra, a gente se deixa levar e não busca do mesmo jeito que a gente quer.

Já minhas pernas tremiam; não vou negar, a vontade de encher a boca dela de porra era, naquela altura, quase adiáveis. Mas eu aguentei. Eu aguentei porque queria enfiar no cu dela; e pra isso, puxei ela de novo pelos cabelos. Inclinei ela, coloquei de quatro, e depois de cuspir na minha mão e levar até a buceta (como se precisasse dos fluidos de alguém, Pompeia foi sem dúvida a gostosa mais molhada que já comi na vida), e enfiei com toda a minha força. A delicadeza já não era necessária. Éramos dois doentes, viciados em gritos e palavrões. Me preparei pra colocar dois dedos na boca dela, enquanto a gente se mexia num ritmo constante, minhas bolas batendo na carne dela...

"O que você espera pra comer meu cu? Não quero dedos antes, quero que você arrebente, você merece arrebentar." E ela se moveu pra frente pra minha pica sair da buceta dela. Nunca vou esquecer aquele movimento, aquela sensualidade, ela gateou em cima do colchão, igual uma gata no cio, com a cintura e a raba mais apetitosas que uma mulher de amigo poderia oferecer. Por fim, ela parou, se inclinou pra frente, e apoiou as mãos na parede. Pra minha surpresa, ela baixou a mão esquerda e enfiou dois dedos na buceta, depois, brincou com o cu dela, como me chamando... me convidando pra entrar, e pode crer que entrei.

O apertado que o cu dela tava é algo difícil de descrever, tanto ou mais do que a nova gozada na buceta que ela deu enquanto eu metia. Isso acabou comigo. Isso e a cara dela contra a parede, isso e os gritinhos quase fofos dela, isso e os arranhões dela nas minhas pernas, nos meus braços que apertavam forte e só amoleceram quando finalmente dei o que ela queria. Ela percebeu na hora, tinha passado só alguns segundos desde o segundo squirt dela, e incrivelmente, pra minha surpresa, veio o terceiro enquanto ela tentava dizer:

"Que gozada gostosa, meu cu é seu."
Eu perdi a noção de tudo, foi o senhor orgasmo que percorreu meu corpo, tremi e me contraí tanto que dessa vez quem caiu na cama fui eu. Mas a aquela noite me reservava mais uma surpresa; ela mostrou de novo sua tenacidade e audácia, e abrindo a bunda, deixou a porra cair em cima da minha pélvis. O que veio depois, meus amigos, foi a chupada de pau mais extraordinária que já vi na vida. E só depois de tomar a última gota, ela deitou as tetas lindas dela no meu peito pra que a gente só sentisse nossa respiração.

A gente trepou de novo uma vez antes dela ir pro quarto do Golias e eu ficar sozinho de novo. Quando ela cruzou a porta do meu quarto, enquanto fazia um coquezinho no cabelo, me disse: "Prazer, Fede. Vou vir mais vezes.

6 comentários - Meu amigo, a mina dele e eu. Parte 4: Vários sucos

Te comento en dialecto oriental para que quede como una íntima confesión de que tu colección de relatos es simplemente sublime: ¡Pah! Salado...
Gracias camarada!
Me alegra que lo hayas disfrutado!
muy bueno todo el relato!!! todas las partes geniales, el manejo de los tiempos y el vocabulario excelente, esta vez van +4, gracias por compartir, y te sigo a partir de ahora
Gracias!!!
Es de verdad gratificante que se fijen y recalquen los detalles!
Saludos!
@CEDUKA21 Son muy buenos los relatos amigo, sos un literato en potencia...... los uruguayos se ve que son buenos en ésta especialidad, hay otro que tambien es muy bueno en el sitio tambien uruguayo....!!! debe ser que manejan mucho mejor los tiempos y las descripciones que nosotros los argentinos...me parece genial!!!
@Elpndjomacho Gracias por tal reconocimiento amigo! De verdad,gracias! Espero verte en los siguientes comentarios cuando vuelva a publicar algo.
Saludos
Grosoooooo fede!!! Yo tbm quiero una noche asi!!
Gracias,diosa! Cuando quieras,cruzas el charco y listo!
El cuarto y la cama grande están a las ordenes!
Buenisimo relato muy calientee! Me encanto 😉
Gracias por coparte!
Me encanta saber que te hice mojar 😉
segui así que te sigo!
Voy a tener que seguir entonces!
Gracias por pasar!