Um puta ferrão!!!
Fazia semanas e semanas que eu não tinha um encontro íntimo com uma gostosa, tava meio doido e queria pegar o que viesse pela frente. Nessa época, aparecia no meu negócio uma baixinha que era um absurdo. De passagem, quando voltava da academia, comprava comigo e a gente batia um papo, digamos… sem outras intenções, embora ela percebesse que eu devorava ela com os olhos. Mas cliente é cliente, e a economia não tava pra sair perdendo venda. Peeeeero um dia, cansado da auto-satisfação, falei: Chega, parece moleque de 15 anos!
Foi nesse dia que a baixinha apareceu… não era a única cliente que dava vontade de partir ao meio, maaaaas, depois de pensar, fui nela. Foi mais ou menos assim:
– Oi, baixinha linda, como cê tá?
– Oi, tudo bem, vim fazer umas compras e depois vou pra casinha.
Atendi ela e não soube bem o que dizer. Ela tava com uma regata que deixava ver os peitos dentro de um sutiã esportivo, legging cinza escuro com uma listra na lateral que contornava as pernas dela. Eu tava escaneando o corpo dela e não consegui falar mais nada…
– Eu, desculpa te falar isso, mas como cê tá gostosa…
Ela me olhou sorrindo e respondeu:
– Valeu, meu namorado não me fala isso com tanta frequência.
– Tá me zoando? Cê é um caminhão!… bom, um caminhãozinho, haha.
– Ah, para, cê tá de brincadeira.
– Não, sério, não tenho nada contra teu namorado, mas cê tá muito gostosa, devia tomar cuidado!
– Com o quê?
– Ué, se anda assim, pode dar de cara com um cara na rua te agarrando ou algo assim… Ela me olhou com cara de "quem dera!"
E eu falei… não quero me intrometer, mas cê vai me dizer que teu namorado não te trata direito? (falei: vai tudo pro caralho!).
Ela fez uma pausa, me olhou e disse – Tô me separando, justamente por isso. Não sei o que rola com ele, mas acho que tem outra gostosa.
Peguei ela pela cintura e levei pro escritório, convidei ela pra sentar e notei que ela ficou mal. Então falei – Desculpa se te fiz sentir mal, não foi minha intenção. Tava brincando e acabei tocando num assunto que te chateou, foi sem querer. – Não foi culpa sua, tá tudo bem, melhor eu ir. Coloquei a mão na perna dela enquanto me ajoelhava na frente dela e falei: — Não, espera, quero te dizer uma coisa… Não sei o que seu namorado faz, mas se eu tivesse você, não faria isso. Então, se ele é um babaca, problema é dele. Você é uma gostosa linda e muito legal, não precisa ficar assim. Manda ele pastar!
Ela me olhou com cara de agradecida e disse muito obrigada, e me abraçou… Aquilo foi um alerta: eu estava entrando na friend zone!!! Então me joguei e, quando ela estava se afastando de mim, segurei o rosto dela e dei um beijo. Mas não me afastei muito, olhei nos olhos dela — ela estava entre assustada e entregue — então, sem esperar mais, continuei beijando.
Coloquei ela de pé e comecei a meter língua na boca dela. Pelo jeito que ela apertava meus braços, dava pra ver que tava muito excitada. Então comecei a beijar o pescoço dela. Ela estava suadinha da academia, o que me deixou ainda mais louco. Puxei a regata e o sutiã pra baixo, deixando os braços dela presos dentro da roupa, como se estivesse amarrada. Virei ela de costas e, enquanto chupava o pescoço, comecei a apalpar os peitos dela. Os mamilos estavam duros como duas azeitonas. Ela gemeu e gemeu, mordendo o lábio inferior, e disse pra eu parar, que era errado. Eu nem respondi. Antes que ela percebesse, puxei a legging e a calcinha fio dental pra baixo, deitei ela com a mão nas costas e comecei a lamber toda aquela bunda gostosa, dura e treinada. A mistura de cheiros me matava, me deixava ainda mais doido. Abri as nádegas dela e, com a língua, percorri da buceta até o cu. Vi que ela estava molhada. Com dois dedos, trabalhei nas laterais do clitóris, enquanto minha língua focava no cu dela. Quase não conseguia respirar com aquela bunda enorme, mas pouco me importava. Deixei ela assim por um tempinho, até que introduzi um dedo devagar na buceta dela. Ela deu um pulo e pediu pra ir devagar… Eu obedeci — ela não me conhecia e não tinha intimidade comigo. Comecei a meter a língua e o dedo, fazendo uma dupla penetração inicial. Já sabia que ela estava nas nuvens. Continuei com a língua e terminei de tirar aquela legging. Segurei ela pela cintura, me Me levanto e penduro ela de cabeça pra baixo, a boca dela fica na altura da minha pica, ela tira rápido e bruto, e começamos um 69 em pé. Não dura muito porque posições desconfortáveis distraem, então sento na cadeira e ela vem pro meu colo. Senta em cima de mim e enfia toda a minha pica pra dentro enquanto eu chupo os peitos dela e mordo os bicos, ela tenta falar ofegante: "sim, siiiim, chupa eles!!!"
Continuamos nessa posição até que vejo ela virando os olhos como se fosse desmaiar, pego ela nos braços e apoio na mesa. Ela se toca, aperta os próprios bicos, não espero mais e meto até o fundo, ela dá um grito que dá pra ouvir lá fora. Começo a girar e meter bruto, rápido, violento e sem pena, ela, entre gritos e ofegos, arranha meus antebraços e me olha, goza de um jeito estrondoso, gritando de prazer, rindo e sem acreditar no que aconteceu.
Sem dar tempo, viro ela e encosto no cu dela. Ela não teve muito tempo pra resistir, mal conseguiu respirar e na metade do "não"... já comecei a enfiar. Passou a cabecinha, depois centímetro por centímetro, pergunto: "tá bem?" Vejo ela com a testa na mesa, segurando nas bordas, pronta pra aguentar o que vem. Já enfiado, começo devagar, depois aumento o ritmo. Nunca vi uma gostosa gozar tanto pelo cu, como explicar isso... metia forte, muito forte, doía o corpo de tanto que batia aquele rabo contra mim, abria mais e mais pra entrar tudo. Com a mão do outro lado, tocava o clitóris dela e enfiava três dedos, ela só gozava e gozava, de vez em quando me arranhava com as unhas de gata, eu não ligava, só queria destruir aquele cu que tantas vezes desfilou no meu negócio.
Na hora de gozar, tiro, viro ela, ajoelho e mando na boca, começo a foder a garganta dela e gozo o mais fundo que consigo. Ela luta pra respirar e engolir, tiro entre tosses e engolidas, ela continua chupando e batendo uma. Ela tá com os olhos marejados e sorri.
Aí eu lembro que o negócio tava aberto e sinto o murmúrio dos clientes, me arrumo e me ajeito, e com cara de paisagem saio pro salão, falo com um sorriso: _ bom dia, quem é o próximo? E um fornecedor que tava me esperando chega perto e fala – cê não vai arrebentar minha bunda, vai? Kkkk.
Fazia semanas e semanas que eu não tinha um encontro íntimo com uma gostosa, tava meio doido e queria pegar o que viesse pela frente. Nessa época, aparecia no meu negócio uma baixinha que era um absurdo. De passagem, quando voltava da academia, comprava comigo e a gente batia um papo, digamos… sem outras intenções, embora ela percebesse que eu devorava ela com os olhos. Mas cliente é cliente, e a economia não tava pra sair perdendo venda. Peeeeero um dia, cansado da auto-satisfação, falei: Chega, parece moleque de 15 anos!
Foi nesse dia que a baixinha apareceu… não era a única cliente que dava vontade de partir ao meio, maaaaas, depois de pensar, fui nela. Foi mais ou menos assim:
– Oi, baixinha linda, como cê tá?
– Oi, tudo bem, vim fazer umas compras e depois vou pra casinha.
Atendi ela e não soube bem o que dizer. Ela tava com uma regata que deixava ver os peitos dentro de um sutiã esportivo, legging cinza escuro com uma listra na lateral que contornava as pernas dela. Eu tava escaneando o corpo dela e não consegui falar mais nada…
– Eu, desculpa te falar isso, mas como cê tá gostosa…
Ela me olhou sorrindo e respondeu:
– Valeu, meu namorado não me fala isso com tanta frequência.
– Tá me zoando? Cê é um caminhão!… bom, um caminhãozinho, haha.
– Ah, para, cê tá de brincadeira.
– Não, sério, não tenho nada contra teu namorado, mas cê tá muito gostosa, devia tomar cuidado!
– Com o quê?
– Ué, se anda assim, pode dar de cara com um cara na rua te agarrando ou algo assim… Ela me olhou com cara de "quem dera!"
E eu falei… não quero me intrometer, mas cê vai me dizer que teu namorado não te trata direito? (falei: vai tudo pro caralho!).
Ela fez uma pausa, me olhou e disse – Tô me separando, justamente por isso. Não sei o que rola com ele, mas acho que tem outra gostosa.
Peguei ela pela cintura e levei pro escritório, convidei ela pra sentar e notei que ela ficou mal. Então falei – Desculpa se te fiz sentir mal, não foi minha intenção. Tava brincando e acabei tocando num assunto que te chateou, foi sem querer. – Não foi culpa sua, tá tudo bem, melhor eu ir. Coloquei a mão na perna dela enquanto me ajoelhava na frente dela e falei: — Não, espera, quero te dizer uma coisa… Não sei o que seu namorado faz, mas se eu tivesse você, não faria isso. Então, se ele é um babaca, problema é dele. Você é uma gostosa linda e muito legal, não precisa ficar assim. Manda ele pastar!
Ela me olhou com cara de agradecida e disse muito obrigada, e me abraçou… Aquilo foi um alerta: eu estava entrando na friend zone!!! Então me joguei e, quando ela estava se afastando de mim, segurei o rosto dela e dei um beijo. Mas não me afastei muito, olhei nos olhos dela — ela estava entre assustada e entregue — então, sem esperar mais, continuei beijando.
Coloquei ela de pé e comecei a meter língua na boca dela. Pelo jeito que ela apertava meus braços, dava pra ver que tava muito excitada. Então comecei a beijar o pescoço dela. Ela estava suadinha da academia, o que me deixou ainda mais louco. Puxei a regata e o sutiã pra baixo, deixando os braços dela presos dentro da roupa, como se estivesse amarrada. Virei ela de costas e, enquanto chupava o pescoço, comecei a apalpar os peitos dela. Os mamilos estavam duros como duas azeitonas. Ela gemeu e gemeu, mordendo o lábio inferior, e disse pra eu parar, que era errado. Eu nem respondi. Antes que ela percebesse, puxei a legging e a calcinha fio dental pra baixo, deitei ela com a mão nas costas e comecei a lamber toda aquela bunda gostosa, dura e treinada. A mistura de cheiros me matava, me deixava ainda mais doido. Abri as nádegas dela e, com a língua, percorri da buceta até o cu. Vi que ela estava molhada. Com dois dedos, trabalhei nas laterais do clitóris, enquanto minha língua focava no cu dela. Quase não conseguia respirar com aquela bunda enorme, mas pouco me importava. Deixei ela assim por um tempinho, até que introduzi um dedo devagar na buceta dela. Ela deu um pulo e pediu pra ir devagar… Eu obedeci — ela não me conhecia e não tinha intimidade comigo. Comecei a meter a língua e o dedo, fazendo uma dupla penetração inicial. Já sabia que ela estava nas nuvens. Continuei com a língua e terminei de tirar aquela legging. Segurei ela pela cintura, me Me levanto e penduro ela de cabeça pra baixo, a boca dela fica na altura da minha pica, ela tira rápido e bruto, e começamos um 69 em pé. Não dura muito porque posições desconfortáveis distraem, então sento na cadeira e ela vem pro meu colo. Senta em cima de mim e enfia toda a minha pica pra dentro enquanto eu chupo os peitos dela e mordo os bicos, ela tenta falar ofegante: "sim, siiiim, chupa eles!!!"
Continuamos nessa posição até que vejo ela virando os olhos como se fosse desmaiar, pego ela nos braços e apoio na mesa. Ela se toca, aperta os próprios bicos, não espero mais e meto até o fundo, ela dá um grito que dá pra ouvir lá fora. Começo a girar e meter bruto, rápido, violento e sem pena, ela, entre gritos e ofegos, arranha meus antebraços e me olha, goza de um jeito estrondoso, gritando de prazer, rindo e sem acreditar no que aconteceu.
Sem dar tempo, viro ela e encosto no cu dela. Ela não teve muito tempo pra resistir, mal conseguiu respirar e na metade do "não"... já comecei a enfiar. Passou a cabecinha, depois centímetro por centímetro, pergunto: "tá bem?" Vejo ela com a testa na mesa, segurando nas bordas, pronta pra aguentar o que vem. Já enfiado, começo devagar, depois aumento o ritmo. Nunca vi uma gostosa gozar tanto pelo cu, como explicar isso... metia forte, muito forte, doía o corpo de tanto que batia aquele rabo contra mim, abria mais e mais pra entrar tudo. Com a mão do outro lado, tocava o clitóris dela e enfiava três dedos, ela só gozava e gozava, de vez em quando me arranhava com as unhas de gata, eu não ligava, só queria destruir aquele cu que tantas vezes desfilou no meu negócio.
Na hora de gozar, tiro, viro ela, ajoelho e mando na boca, começo a foder a garganta dela e gozo o mais fundo que consigo. Ela luta pra respirar e engolir, tiro entre tosses e engolidas, ela continua chupando e batendo uma. Ela tá com os olhos marejados e sorri.
Aí eu lembro que o negócio tava aberto e sinto o murmúrio dos clientes, me arrumo e me ajeito, e com cara de paisagem saio pro salão, falo com um sorriso: _ bom dia, quem é o próximo? E um fornecedor que tava me esperando chega perto e fala – cê não vai arrebentar minha bunda, vai? Kkkk.
10 comentários - Um belo ferrão!!!