Isso aconteceu alguns meses antes de eu terminar o ensino médio.
Como eu estava meio fraco em matemática, pedi pra minha tia Celia, que é professora da matéria, se ela podia me dar umas aulas de reforço. Sendo o sobrinho preferido dela, ela topou na hora, então combinamos os horários e os dias... Tudo rolava numa boa: duas horas por dia, três dias por semana.
Minha tia é uma mulher bonita, de corpo legal, nada exagerado, mas atraente. Uma morena de 34 anos, separada há pouco mais de cinco anos depois de um casamento que durou outros cinco, sem filhos. Meio alta pra mulher, com uns peitos não muito grandes, mas que ainda não tinham sofrido com a gravidade, assim como a bunda redondinha e bem empinada dela.
Mais de uma vez acabei batendo uma pensando na beleza da minha tia, que me deixava todo arrepiado quando ela se aproximava e os peitos roçavam no meu ombro, ou quando se inclinava pra me mostrar alguma coisa nos cadernos.
Já tinham se passado dois meses desde que começamos as aulas, quando um dia ela puxou uma cadeira e sentou do meu lado. Quando se aproximou pra apontar uma página, o peito dela encostou no meu braço, e aquela fricção começou a me excitar.
Além disso, a perna dela estava colada na minha, o que só aumentava meu tesão...
Criando coragem, movi meu braço como se estivesse tentando esfregar o peito dela, mas ela nem se mexeu. A perna dela apertou ainda mais a minha, e ela se inclinou mais pro meu lado, como se concordasse com meus movimentos, que foram ficando mais constantes e mais ousados. Desci uma mão, como quem não quer nada, e coloquei sobre as pernas dela, fazendo um comentário engraçado, que a fez dar risada. Ela colocou a mão dela sobre a minha, que estava na perna dela, e com a outra começou a brincar com meu cabelo. Dava pra sentir o tesão no ar, até pelo tecido da minha calça. Ela começou a brincar com minha mão, deslizando ela do joelho dela pra cima. quase até a virilha dela, nessa altura minha coragem já ia aumentando e minha mão se posicionou por baixo do tecido do vestido dela. Sentia o calor da pele dela e os pequenos tremores conforme minha mão subia pelas pernas dela. A respiração dela ficou ofegante, se transformou num gemido quase imperceptível quando minha mão tocou a virilha dela por cima do tecido da calcinha minúscula. Comecei a brincar com um dedo sobre a buceta dela, enquanto minha tia abria as pernas. Enfiei um dedo por baixo da calcinha e foi nesse instante que minha tia fechou as pernas e os gemidos dela ficaram mais evidentes, e ela tremia igual uma folha. Enfiei meu dedo entre os lábios da buceta e por uns minutos fiquei acariciando eles no meio dos suspiros e gemidos da minha tia. Tudo isso rolava no mais completo silêncio.
Ela se levantou da cadeira e, me pegando pela mão, me levou pro quarto dela, entre beijos e apalpadelas. Quando chegamos no quarto, já estávamos praticamente semi-nus. Ela me beijava com frenesi, a língua dela entrava na minha boca e depois passava a lamber meu pescoço, enquanto minhas mãos cuidavam da bunda e da buceta dela.
Já sem nenhuma roupa, ela se deitou de barriga pra cima, abriu as pernas, e meu pau (que não é nada pequeno) apontou pra buceta dela, mas sem entrar, eu dava umas batidinhas leves nos lábios da buceta até conseguir lubrificar ele, e aí fui abrindo caminho com meu pau pra dentro da buceta dela. Fui penetrando devagar até conseguir enfiar tudo. As pernas dela se fecharam nas minhas costas. Minha boca brincava com os peitos dela e minhas mãos seguravam ela firme pela bunda. Ficamos nessa posição por uns minutos até começarmos num ritmo suave, enquanto minha tia suspirava, ofegava e soltava gemidos que, conforme a ação avançava, foram aumentando de volume... Dava pra ver claramente que ela já tinha gozado umas duas vezes. Chegou a hora de acelerar o ritmo, minha tia acompanhava meus movimentos e, entre os gemidos dela e minha respiração pesada, chegamos lá. junto com uma gozada prolongada.
Depois de manter meu pau por alguns segundos dentro da buceta dela, ela se virou e sentou no meu pau, que ainda estava parado. Levei minhas mãos até os peitos dela e ela começou a cavalgar... às vezes se inclinava sobre mim, me beijava, me dava puxões de cabelo, e eu ajudava ela a subir e descer segurando na bunda dela, até que os tremores e gemidos dela, que já pareciam gritos, me avisavam que ela tinha gozado de novo. Ela continuou cavalgando até que eu a coloquei de joelhos na beira da cama e meti de novo. Minhas estocadas eram rápidas, minhas bolas batiam na entrada da buceta dela, minhas mãos seguravam a cintura dela até que os gemidos ficaram mais fortes, os movimentos dela ficaram intensos, e as contrações da buceta dela pareciam querer engolir meu pau, que eu deixei imóvel, mas ainda dentro dela...
Ela se deitou na cama e eu do lado... depois de alguns minutos, levantamos e fomos tomar banho. Já no chuveiro, ela começou a acariciar meu pau até ele ficar duro de novo. Ela se virou, levantou uma perna e enfiou ele pra dentro. Eu não precisei ser convidado duas vezes e comecei a meter até fazer ela gozar de novo. Ela tirou o pau, se ajoelhou e, depois de dar uns beijos, colocou ele na boca. Passou a língua desde a base das bolas até a cabeça do pau, assim até eu gozar na boca dela... Tomei banho, me vesti, nos beijamos e minha tia disse: "valeu, gato. Te espero depois de amanhã...
Como eu estava meio fraco em matemática, pedi pra minha tia Celia, que é professora da matéria, se ela podia me dar umas aulas de reforço. Sendo o sobrinho preferido dela, ela topou na hora, então combinamos os horários e os dias... Tudo rolava numa boa: duas horas por dia, três dias por semana.
Minha tia é uma mulher bonita, de corpo legal, nada exagerado, mas atraente. Uma morena de 34 anos, separada há pouco mais de cinco anos depois de um casamento que durou outros cinco, sem filhos. Meio alta pra mulher, com uns peitos não muito grandes, mas que ainda não tinham sofrido com a gravidade, assim como a bunda redondinha e bem empinada dela.
Mais de uma vez acabei batendo uma pensando na beleza da minha tia, que me deixava todo arrepiado quando ela se aproximava e os peitos roçavam no meu ombro, ou quando se inclinava pra me mostrar alguma coisa nos cadernos.
Já tinham se passado dois meses desde que começamos as aulas, quando um dia ela puxou uma cadeira e sentou do meu lado. Quando se aproximou pra apontar uma página, o peito dela encostou no meu braço, e aquela fricção começou a me excitar.
Além disso, a perna dela estava colada na minha, o que só aumentava meu tesão...
Criando coragem, movi meu braço como se estivesse tentando esfregar o peito dela, mas ela nem se mexeu. A perna dela apertou ainda mais a minha, e ela se inclinou mais pro meu lado, como se concordasse com meus movimentos, que foram ficando mais constantes e mais ousados. Desci uma mão, como quem não quer nada, e coloquei sobre as pernas dela, fazendo um comentário engraçado, que a fez dar risada. Ela colocou a mão dela sobre a minha, que estava na perna dela, e com a outra começou a brincar com meu cabelo. Dava pra sentir o tesão no ar, até pelo tecido da minha calça. Ela começou a brincar com minha mão, deslizando ela do joelho dela pra cima. quase até a virilha dela, nessa altura minha coragem já ia aumentando e minha mão se posicionou por baixo do tecido do vestido dela. Sentia o calor da pele dela e os pequenos tremores conforme minha mão subia pelas pernas dela. A respiração dela ficou ofegante, se transformou num gemido quase imperceptível quando minha mão tocou a virilha dela por cima do tecido da calcinha minúscula. Comecei a brincar com um dedo sobre a buceta dela, enquanto minha tia abria as pernas. Enfiei um dedo por baixo da calcinha e foi nesse instante que minha tia fechou as pernas e os gemidos dela ficaram mais evidentes, e ela tremia igual uma folha. Enfiei meu dedo entre os lábios da buceta e por uns minutos fiquei acariciando eles no meio dos suspiros e gemidos da minha tia. Tudo isso rolava no mais completo silêncio.
Ela se levantou da cadeira e, me pegando pela mão, me levou pro quarto dela, entre beijos e apalpadelas. Quando chegamos no quarto, já estávamos praticamente semi-nus. Ela me beijava com frenesi, a língua dela entrava na minha boca e depois passava a lamber meu pescoço, enquanto minhas mãos cuidavam da bunda e da buceta dela.
Já sem nenhuma roupa, ela se deitou de barriga pra cima, abriu as pernas, e meu pau (que não é nada pequeno) apontou pra buceta dela, mas sem entrar, eu dava umas batidinhas leves nos lábios da buceta até conseguir lubrificar ele, e aí fui abrindo caminho com meu pau pra dentro da buceta dela. Fui penetrando devagar até conseguir enfiar tudo. As pernas dela se fecharam nas minhas costas. Minha boca brincava com os peitos dela e minhas mãos seguravam ela firme pela bunda. Ficamos nessa posição por uns minutos até começarmos num ritmo suave, enquanto minha tia suspirava, ofegava e soltava gemidos que, conforme a ação avançava, foram aumentando de volume... Dava pra ver claramente que ela já tinha gozado umas duas vezes. Chegou a hora de acelerar o ritmo, minha tia acompanhava meus movimentos e, entre os gemidos dela e minha respiração pesada, chegamos lá. junto com uma gozada prolongada.
Depois de manter meu pau por alguns segundos dentro da buceta dela, ela se virou e sentou no meu pau, que ainda estava parado. Levei minhas mãos até os peitos dela e ela começou a cavalgar... às vezes se inclinava sobre mim, me beijava, me dava puxões de cabelo, e eu ajudava ela a subir e descer segurando na bunda dela, até que os tremores e gemidos dela, que já pareciam gritos, me avisavam que ela tinha gozado de novo. Ela continuou cavalgando até que eu a coloquei de joelhos na beira da cama e meti de novo. Minhas estocadas eram rápidas, minhas bolas batiam na entrada da buceta dela, minhas mãos seguravam a cintura dela até que os gemidos ficaram mais fortes, os movimentos dela ficaram intensos, e as contrações da buceta dela pareciam querer engolir meu pau, que eu deixei imóvel, mas ainda dentro dela...
Ela se deitou na cama e eu do lado... depois de alguns minutos, levantamos e fomos tomar banho. Já no chuveiro, ela começou a acariciar meu pau até ele ficar duro de novo. Ela se virou, levantou uma perna e enfiou ele pra dentro. Eu não precisei ser convidado duas vezes e comecei a meter até fazer ela gozar de novo. Ela tirou o pau, se ajoelhou e, depois de dar uns beijos, colocou ele na boca. Passou a língua desde a base das bolas até a cabeça do pau, assim até eu gozar na boca dela... Tomei banho, me vesti, nos beijamos e minha tia disse: "valeu, gato. Te espero depois de amanhã...
1 comentários - Minha tia me dá uma força pra passar