Esta é a história de Pamela, uma mulher jovem e submissa, dona de uma beleza de tirar o fôlego, com seus cabelos ondulados e pele morena. Era uma garota esplendorosa de apenas 18 anos, que vivia num vilarejo pequeno e muito humilde. Acostumada com as dificuldades, não era ambiciosa; cresceu de forma simples, bem tradicionalista e sob o jugo de uma cultura extremamente machista, por isso tinha crenças bem antiquadas.
Aquela jovem tinha um namorado, Antônio, um rapaz que, assim como ela, era simples e trabalhador. Eles se conheciam desde crianças, e ele era o jovem mais invejado do vilarejo, pois Pamela era a garota mais gostosa daquele lugar. Mas um dia as coisas mudaram: Pamela conheceu Jesus, outro jovem da mesma geração, mas que era o órfão da cidade. A mãe dele, uma mãe solteira, tinha morrido anos antes, e Jesus era um rapaz que naquela comunidade não era nada querido, pois vivia se metendo em encrencas para chamar atenção, além de ser malvisto por ser filho de uma mulher sem marido.
Pamela, aos poucos, foi conhecendo Jesus até ficar completamente apaixonada por ele, a ponto de largar Antônio para ficar com esse outro rapaz. Os pais da garota não viram essa história com bons olhos e proibiram, da maneira mais severa, qualquer relação com Jesus. Mas os sentimentos da moça por aquele cara eram tão fortes que, depois de quase um ano se encontrando escondido, ela decidiu fugir com o namorado secreto.
Esse fato fez com que a família de Pamela virasse as costas pra ela, deixando o jovem casal sem nenhum tipo de apoio. Buscando uma vida melhor, os dois resolveram tentar a sorte na cidade e, abandonando o vilarejo, foram embora sem olhar pra trás.
A garota deixou sua terra com remorso, mas o que ela podia fazer? Várias vezes tentou se reconciliar com os pais, mas eles a rejeitavam e humilhavam, dizendo que ela tinha desonrado a família. desobedecendo os pais e reafirmando que não teriam o apoio deles de jeito nenhum, tudo isso era visto por Antonio, o ex-namorado de Pamela, que nunca deixou de sentir algo por ela. Então, quando soube que a garota estava indo embora, prometeu que manteria ela informada sobre como os pais dela estavam. Os anos passaram, e aquele jovem casal formado por Pamela e o namorado foi progredindo aos poucos. O namorado da garota conseguiu um emprego como mecânico automotivo e, com muito esforço, conseguiu comprar uma casa própria. As coisas pareciam estar indo de vento em popa. A garota, já com 24 anos, tinha se adaptado ao estilo de vida com o namorado. Em casa, tudo era tranquilo, pois ainda não tinham filhos — algo que tinham adiado até estarem melhor financeiramente. E, mesmo sem muitos luxos, as coisas iam bem, embora, como todo casal, tivessem suas discussões de vez em quando. Mas o motivo mais frequente de briga era, segundo Pamela, aquela ideia estranha que tinha entrado na cabeça de Jesus de dar no cu dela. Estava claro que Pamela só tinha tido um homem na vida, que era ele, mas a ideia de ser sodomizada era algo que a garota achava sujo e doentio, então nunca tinha deixado o namorado fazer isso. Pois bem, num fim de semana, quando Jesus chegou do trabalho, viu a mulher enquanto cozinhava. A garota estava usando um shortinho de lycra preto e, na parte de cima, uma blusinha branca de alças. Jesus viu a mulher de costas. A luz que entrava pela janela destacava aquela pele morena linda da garota, enquanto a blusinha minúscula mal conseguia segurar o parzão de peitos da mulher, e na lycra dela dava pra ver claramente que por baixo ela usava uma tanguinha quase inexistente que sumia entre as nádegas dela. Quase possuído pelo desejo, Jesus se aproximou da mulher e segurou ela pela cintura, mas por trás. Ela imediatamente soube que o namorado, a quem ela chamava de "marido", estava extremamente... Toda excitada com ela, por isso e sem oferecer resistência alguma, a garota se deixou fazer o que o marido quisesse. Do nada, aquele homem puxou para baixo o shortinho de lycra da garota e pôde vê-la com aquela tanga tipo fio dental. Aquela cena excitou demais Jesus, que imediatamente abraçou sua mulher e a apertou com força contra o corpo, começando a apalpá-la, massageando cada cantinho do corpo dela.
A garota soltava gemidos de prazer, porque o marido sabia onde tocá-la para deixá-la excitada, mas sem aviso prévio, Jesus tentou novamente possuir sua mulher por trás. Enquanto apalpava as nádegas dela, tentou enfiar um dedo no ânus dela, o que fez a garota reagir na hora, irritada, se soltando enquanto empurrava o "marido".
A discussão não demorou. A garota reclamava que aquilo era uma ideia doentia, enquanto o "marido" dizia que ela não era mulher o suficiente. Entre insultos, as coisas foram esquentando até que, muito irritado, Jesus empurrou Pamela, jogando-a no chão só para tirá-la do caminho e sair de casa, enquanto a garota ficava lá caída, chorando por um bom tempo até pegar no sono. Depois de algumas horas, acordou bem mais calma, mas sem notícia alguma de onde o marido estava.
A noite já tinha caído e, depois de tomar um banho, aquela mulher se viu sozinha em casa, enquanto as horas passavam normalmente. Depois de um bom tempo, já de madrugada, a garota só olhava o relógio, agora preocupada, porque não sabia nada do "marido" e temia que ele pudesse fazer alguma besteira. Até que o silêncio foi quebrado pelo toque do telefone. A garota pensou na hora: "É Jesus me ligando". Rapidamente pegou o telefone e atendeu. Do outro lado, uma voz masculina falava:
— Pamela? Pam, estou na cadeia, me prenderam. Vem me tirar daqui, me disseram que...
Mas antes que a garota pudesse reagir e... Do outro lado da linha, ouviu-se outra pessoa gritando em tom autoritário:
— Desliga o telefone, essa não é uma ligação pra você ficar de conversinha, seu filho da puta.
E tão abrupta quanto a ligação, a chamada foi cortada enquanto a garota insistia, dizendo “alô, alô”, mas sem resposta alguma. Agora mais preocupada do que nunca, a mulher pegou uma bolsinha, sua carteira e, sem pensar duas vezes, saiu de casa em busca do seu “marido”, que agora sabia estar na prisão por sabe-se lá o quê.
Ainda nervosa, foi até a rua mais movimentada perto de onde morava para pegar um táxi e chegar até o marido. Como conseguiu, chegou à delegacia que, para sua surpresa, estava deserta. Ao entrar no setor de informações, deu de cara com uma sala vazia que, num canto, tinha duas mesas onde estavam os oficiais. O mais rápido que pôde, aproximou-se deles para pedir notícias do marido.
A noite não estava muito movimentada e só havia dois presos nas celas, então não foi difícil saber de quem ela estava falando. Imediatamente, o oficial a quem a garota se dirigiu conseguiu explicar a situação do familiar dela. Com vários termos técnicos, aquele homem disse à gostosa que o “marido” dela seria transferido na segunda-feira de manhã para a prisão formalmente, pois estava acusado de ameaças, porte de arma branca, posse de drogas, além de resistência à prisão.
A garota pediu para falar com ele, mas como ele ainda não tinha sido processado, isso era impossível. A mulher insistiu com mais afinco, mas sem resultado algum. No entanto, na outra mesa, o outro oficial que estava sentado tinha ficado vidrado na beleza daquela mulher.
Pamela, na sua desesperação para salvar o marido, tinha saído às pressas e sem cuidado, por isso nem tinha trocado de roupa. Assim, estava vestida com roupas leves: um shortinho jeans desbotado e rasgado, e na parte de cima, uma blusinha Alças completamente brancas e meio translúcidas, deixando ver aquele sutiã roxo de renda que a mulher usava por baixo e que mal dava conta de segurar aquele par enorme de peitos.
Enquanto o oficial olhava para a mulher, ela se virava para sair daquela sala, porque aquele policial com quem tinha falado, além de não lhe dar nenhuma esperança, nem sequer tinha se dignado a virar o rosto para vê-la.
Assim que a garota se afastou, o policial que tinha devorado a mulher com os olhos deu um tapa no ombro do colega, que reagiu na hora, enquanto o outro, com gestos, mandava ele olhar para aquela bunda soberba que estava indo embora. Imediatamente, os olhos daquele que nem tinha virado para ver a coitada se grudaram naquele par de nádegas que balançava de um lado para o outro enquanto elas se preparavam para sair do prédio.
Sem perder tempo, o que a tinha visto primeiro seguiu até ela sair das instalações e, já no estacionamento, em total silêncio, ouviu a mulher chorando. Na hora, percebeu que era a chance de se aproximar dela e, como se fosse um cara de bom coração, perguntou:
— Moça, vejo que a senhora está muito abalada. Tem algo que eu possa fazer pela senhora?
Aquela jovem, que estava desesperada porque nem tinha conseguido falar com o marido, desabafou com aquele homem e disse entre lágrimas:
— O que eu posso fazer, oficial? Seu colega disse que não posso ver meu marido. Deve ter um jeito.
— Moça, a senhora pode pagar a fiança do seu marido.
— Sério, senhor? Quanto custaria isso? E como faz?
O oficial lembrou na hora do nome de quem a garota tinha ido buscar e que a fiança era baixa, mas, como qualquer funcionário corrupto, já inflou o valor, fechando praticamente todas as portas para a mulher ao dizer uma quantia enorme, jogando por terra todo o entusiasmo que ela tinha.
De cabeça baixa e com a moral no chão, a mulher disse em voz baixa: —Não tenho essa quantia, tem que ter outro jeito de chegar a um acordo.
Sem perceber que aquelas palavras podiam ser interpretadas de qualquer jeito, o oficial reagiu rápido e, sem papas na língua, soltou uma proposta:
—Senhora, se a senhora tá disposta a chegar a um acordo, tem um jeito. Meu parceiro tá prestes a se aposentar e a senhora é muito gostosa. Se aceitar tomar um drink com ele, a gente pode dar um jeito de retirar as acusações e soltar seu marido.
Pamela era ingênua, mas não era burra. Na hora percebeu a proposta indecente e, além de irritada, se sentiu humilhada. Respondeu praquele policial, claramente indignada:
—Como é que o senhor tem coragem? Eu tenho marido, pra o senhor querer se passar desse jeito?
Sabendo que tinha a situação na mão, o oficial respondeu agora de forma arrogante:
—Então, como você quiser. Já vai ver como seu marido vai se dar na cadeia. Lá ele vai pagar por tudo.
Sem dizer mais nada, aquele homem virou as costas pra Pamela e entrou no prédio de onde tinha saído, deixando pra trás aquela mulher que ficou parada ali, claramente desesperada, sem ver saída pro problema dela.
Com a manhã chegando, a mulher foi atrás de qualquer advogado que pudesse ajudá-la. Depois de várias tentativas, viu com muita tristeza que todos pediam uma grana alta pra cuidar do caso, porque, pelo que ela explicava, envolvia drogas. Muito a contragosto, com o passar das horas e a chegada da tarde, a garota cada vez mais via como uma opção aquela proposta indecente que tinham feito de madrugada.
Já perto das 22h, a garota se viu encurralada, porque nenhum advogado tinha topado pegar o caso do marido dela por não chegarem a um acordo sobre os honorários. Sem saída aparente, a garota cada vez mais se conformava com a ideia de que teria que satisfazer aquele oficial. E depois de ter percorrido boa parte da A cidade, sem resultados, se resignou ao seu destino.
Sem opção alguma, a garota voltou pra casa e, sem ânimo nenhum, escolheu do armário a roupa que, na opinião dela, era a mais provocante. Dentre todas, pegou um vestidinho minissaia roxo, de alças e decote pronunciado, com meias e saltos altos cor da pele. Aquela roupa fazia a beleza da jovem se destacar. Meio sem vontade, passou um pouco de blush e se maquiou discretamente, com um brilho nos lábios. O cabelo, decidiu deixar solto. Com tudo pronto, saiu de casa.
Abrigada com uma jaqueta, caminhou mais uma vez até a avenida pra pegar o táxi que a levaria à sua desgraça inevitável. Depois de alguns minutos dentro do carro, que foram extremamente desconfortáveis — porque o motorista do táxi não parava de olhar as pernas dela pelo espelho —, a garota finalmente chegou ao seu destino nada agradável. Pagou com indiferença aquele homem, se virou e foi em direção à entrada do prédio.
Já na porta, timidamente fez um sinal praquele oficial que, na noite anterior, tinha feito uma proposta indecente pra ela. O oficial viu a mulherão parado ali, chamando ele. Como se fosse um elástico, o cara se levantou e foi até onde ela estava.
— O que a senhora deseja?
A garota, de cabeça baixa, com medo e praticamente gaguejando, disse:
— O senhor falou que a gente podia chegar a um acordo... então tô aqui.
Um sorriso se abriu na cara daquele homem na mesma hora, enquanto o olhar dele se cravava no decote da mulher. Com um sorriso debochado, o oficial disse pra ela:
— Espera um pouco, princesa. Vou ali acertar uns detalhes.
Deixando ela sozinha por um instante, o cara foi até o colega e, já perto dele, falou no ouvido:
— Marcos, vê aquela gostosa parada ali na porta.
— Nunca me faz isso, moleque. É a mesma que veio ontem à noite.
— Sim, e consegui que ela vá lá atrás com você, velho.
— E como? Só assim?
— Não. Eu disse a ela que seria só pra tomar uma cerveja contigo, mas quando vocês estiverem lá, você dá a cerveja pra ela, se tranca na cela com ela e come ela toda, depois eu pego a minha vez <>. Ela acha que vai ser só você, depois a gente solta o idiota que entrou ontem à noite, ela diz que é o marido dela.
Olhando pro parceiro, Marcos percebeu na hora que era uma oportunidade imperdível. Se a garota reclamasse de qualquer jeito, ela não poderia provar nada, porque eles eram agentes da lei e tinham tudo a favor. Sem mais nem menos, Jorge (o outro oficial) fez um sinal pra garota se aproximar. Assim que ela chegou perto, Marcos pegou a mão dela e disse:
— Você vai me acompanhar hoje à noite pra tomar um drink, gostosa? Então vem comigo.
Pamela não disse nada, só engoliu seco e inclinou a cabeça enquanto sentia a mão daquele homem apertar a dela e puxar de leve.
A garota seguiu o homem enquanto ele a levava pra dentro dos calabouços, que estavam vazios. Durante o caminho, Pamela observava o sujeito: era um cara já mais velho ((pra ela)), devia ter uns 55 anos, mais alto que ela, meio queimado de sol, parecia bem moreno, cabelo já grisalho, barba mal feita e com um baita sobrepeso, uma barriga enorme na frente. Enquanto a garota analisava o tipo, o terror tomava conta do corpo dela.
De repente, uma voz rouca e com um vocabulário bem vulgar fez a garota tremer:
— Mas que rabo você vai pegar, seu porco! Olha essas nadegas, com certeza ainda são bem apertadinhas.
O oficial imediatamente bateu o cassete nas grades e gritou "cala a boca, seu cachorro". Aquele comentário lascivo abalou Pamela, que sentiu na hora a pele se arrepiar.
Mas antes que ela pudesse fazer alguma coisa, já estavam na frente da cela onde iam "tomar um drink". A garota, ingenuamente, perguntou:
— É aqui mesmo? Sério? Só mais uma taça, certo, senhor?"
Marcos sorriu debochado enquanto dizia: "Claro, gostosa". Nisso, Jorge chegava atrás deles carregando uma pequena neverinha, dentro da qual tinham várias cervejas. Com certeza, eles guardavam ali pra beber quando ninguém tivesse olhando. Assim que largou aquilo, Jorge virou as costas e se mandou, deixando o casal sozinho.
Marcos se aproximou da neverinha, pegou duas cervejas e, enquanto Pamela estava distraída, examinando cada centímetro da imunda cela, ele aproveitou pra abrir as latas e logo entregar uma pra mulher. Ela, sem muito entusiasmo, pegou a bebida com suas mãos delicadas e, timidamente, deu um pequeno gole.
Marcos não tirava os olhos da mulher à sua frente. Aquele decote pronunciado que mal segurava aquele parzão de peitos, aquela saia minúscula que realçava as pernas lindas da garota, torneadas com a ajuda dos saltos altos.
Do nada, o homem sentou no beliche e, dando tapinhas nele, indicou pra Pamela sentar ao lado dele pra poderem curtir a bebida mais à vontade. Sabendo que tinha que deixar aquele cara satisfeito, a garota obedeceu e sentou timidamente ao lado dele. Ele foi se aproximando cada vez mais, encurralando ela na beirada do beliche, até que, no momento mais inesperado, ele colocou uma mão na perna da jovem, acariciando. Esse ato incomodou na hora a garota, que se levantou rápido e foi se retirar, envergonhada e sabendo que não ia dar conta, só pra levar o susto de que Marcos tinha fechado a cela, deixando os dois presos ali sozinhos e ela à mercê daquele canalha.
Enquanto os olhos da garota se enchiam de terror, Marcos se aproximava por trás dela e, agora com as duas mãos, agarrou suas pernas e começou a subir bruscamente por baixo do vestido minúsculo até chegar na bunda dela.
Pamela começou a gritar enquanto se debatia. Imediatamente, o silêncio foi... rasgado pelos gritos de piedade da garota, que pedia em um choro quase incompreensível: "eu imploro, por favor não", mas já era tarde demais, a luxúria tinha tomado conta daquele policial e não havia volta. Com os olhos cheios de pânico, a garota viu aquele homem obeso já ter desabotoado a camisa e o cinto, agora só estava abrindo a calça, deixando à mostra uma imunda, mas descomunal, pica que já começava a inchar e ficar dura que nem pedra. Para sua grande surpresa, Pamela arregalou os olhos o máximo que podia, pois aquele membro masculino não só era maior do que qualquer um que ela já tinha visto antes, era praticamente desproporcional à fisionomia daquele homem. Chocada, a garota estava paralisada junto à grade fechada da cela, enquanto Marcos se aproximava cada vez mais dela até tê-la ao alcance e assim abraçá-la, colando-a no corpo dele, para dar um baita amasso, tentando beijar a boca da mulher, mas ela mantinha a boca e os olhos fechados com toda a força. Enquanto isso, ela só sentia aquela porra ereta se esfregando nas pernas dela por cima das meias, até que de repente, com um movimento brusco, ele a jogou no catre, fazendo ela cair de barriga pra cima. Tendo caído nessa posição, a garota tentava se recuperar do tranco forte, mas antes que conseguisse, sentiu ele segurar o cabelo dela e puxar, fazendo ela descer daquele catre e forçando-a a se ajoelhar. Ela tentava se soltar das mãos daquele homem, mas as forças eram muito desiguais. Como se não bastasse, o homem abriu a palma da mão, enorme, e deu um tapa violento que atordoou a garota, enquanto aproximava aquela imundície do rosto dela e dizia: — Agora sim, gostosa, aqui está seu doce. Só toma cuidado com os dentes, ou já sabe o que te espera. Como em câmera lenta, Pamela viu aquela rola se aproximando cada vez mais dela, até... sentir como a bochecha dela roçava nele, naquele momento Marcos puxou a garota pelo cabelo pra ela abrir a boca, sem alternativa aparente a garota obedeceu e agora com o caminho livre o homem segurou com a mão que tinha livre a base do pau dele e guiou até a boca da mulher que centímetro por centímetro sentia como aquele animal enterrava a imundície dele nela. A garota sentia um gosto desagradável além daquela virilidade masculina chegar muito fundo na garganta dela, como se isso não bastasse o homem que aos poucos tinha começado a sentir o calor que saía da boca da garota tinha terminado de ficar duro e o pau dele agora estava bem inchado e ereto, pra terminar de afundar a garota na desgraça o oficial já estava começando a se perder na luxúria então segurou agora com as duas mãos a nuca da garota e puxou ela enfiando toda a porra da pica dele. Pamela sentiu como de repente a garganta dela encheu com a rola daquele homem que começou a bombar ferozmente fazendo a garota sentir que tava sufocando cada vez que aquele homem levava o pau até o fundo da garganta. Durante vários minutos o macho manteve aquela posição com a garota azarada, que tentava amenizar as investidas daquele homem empurrando as pernas dele, mas a tarefa era titânica pra não dizer impossível, no entanto depois de vários minutos ou melhor dizendo até que se sentiu satisfeito aquele homem, as investidas pararam e tão bruscamente quanto tinha puxado a garota, ele a jogou pro lado fazendo a garota cair se deitando no chão. Pamela enquanto isso tava puxando ar, enquanto da boca dela escorria saliva misturada com os sucos que saíram daquela rola invasora que tinha se alojado na garganta dela, enquanto a garota se recuperava aquele oficial observava ela com luxúria ou melhor devorava ela, porque a cena era extremamente excitante, a garota ali caída toda melada nos sucos dela, isso fez com que o O homem, agora completamente fora de si, foi até ela, segurou-a pelos ombros, carregou-a e a jogou em direção ao catre, deixando-a deitada de barriga para cima e fazendo com que aquele vestidinho que ela usava subisse um pouco, revelando um pouco mais daquelas pernas lindas. O oficial não perdeu tempo e imediatamente se jogou em cima da mulher, que começou a chutar, tentando afastar aquele cara que queria violentá-la, mas o sujeito era forte demais para ela, então o chute que ela conseguiu acertar só fez o homem ficar mais furioso, que imediatamente segurou os tornozelos dela, abriu suas pernas e, rápido como um raio, soltou uma perna só para, com a mão livre, acertar um, dois e três tapas na infeliz mulher, que só tentava se defender com as mãos, mas não conseguiu. A garota apenas encolheu as mãos contra os peitos enquanto aquele desgraçado abria suas pernas com violência de novo e agora levantava o vestido até a cintura, deixando à vista de qualquer um aquela pequena tanga que ela usava. O homem não fez cerimônia e, segurando aquela peça minúscula, puxou-a só para tirá-la e jogá-la de lado no chão. Depois de fazer isso, segurou os tornozelos da garota de novo e abriu suas pernas, esticando-as, agora revelando aquela intimidade delicada em todo o seu esplendor: era uma buceta excitante, com os lábios vaginais depilados e, como decoração, um pequeno triângulo de pelos pubianos que apontava direto para a vagina, como se indicasse aquela caverna do prazer. O que aquele homem viu fez seu interior pegar fogo e, como se fosse um animal, começou a salivar de tesão. Com luxúria, começou a esfregar o pau por toda aquela racha feminina, mas sem penetrá-la, uma e outra vez, lambuzando aqueles lábios vaginais com os fluidos que escorriam do seu pau, enquanto o silêncio da cela era quebrado pelos pedidos da mulher, que indefesa só tentava se encolher enquanto não parava de chorar e balbuciar um quase inaudível “não, por favor”.
Os pedidos caíram em ouvidos surdos, pois a garota, sem aviso, sentiu aquele cara começar a pressionar a glande entre os lábios da buceta dela, tentando penetrá-la bem devagar. Isso fez a garota se debater mais uma vez, mas agora com muito mais força, embora sem resultado algum, porque o cara se jogou em cima dela, ficando entre as pernas abertas da garota, com o pau roçando a buceta dela.
Agora que ela estava imobilizada, o oficial segurou os pulsos dela e, com movimentos de quadril, colocou a glande na entrada da buceta e, aos poucos, começou a fazer pressão de novo, fazendo a garota sentir aquele falo entrando devagar nela. Aquela sensação foi gloriosa pro homem, enquanto pra garota foi algo mais que humilhante, horrível e traumático.
Aqueles soluços se transformaram em gritos desesperados enquanto aquela mulher sentia as entranhas sendo rasgadas lentamente, no mesmo ritmo da entrada daquele pau imundo. Isso só excitava ainda mais aquele homem, que sentia a glória, enquanto a cada centímetro enterrado na mulher, o útero dela abraçava aquele pau invasor com força, porque era nítido que até aquele momento era o maior membro que ela já tinha alojado na vida, com certeza muito maior que o do “marido” dela.
Aos poucos, o oficial foi levando o pau até o fundo daquela buceta, o que causou uma dor e um ardor enormes na mulher, que não parava de gritar desesperada enquanto agora Marco iniciava um vai e vem lento de quadril, fazendo o pau entrar e sair daquela coitada.
Os minutos passavam e se eternizavam pra mulher, enquanto aquele homem não cabia em si de alegria, aquela buceta era deliciosa, e ele só soltava as mãos da garota pra baixar a parte de cima do vestido dela e deixando à mostra aquele par de peitos que se mantinham firmes, apenas balançando um pouco por causa do ritmo brutal daquela metida e tirada que a garota estava sofrendo.
Com o vestido completamente arregaçado na barriga, a garota estava totalmente nua diante do agressor, só com os saltos e as meias, o que só deixava o homem mais excitado, que se despachava pra todo lado, porque enquanto não parava de foder ela, começou a chupar os peitos com extrema brutalidade, mordendo os bicos e sugando sem nenhuma consideração.
A mulher só sentiu quando, de repente, aquele homem a soltou e levou as mãos para debaixo dela, colocando-as em cima das bundas e apertando com força, causando dor de novo. Nessa hora, a garota encolheu os braços mais uma vez, empurrando o agressor, mas sem resultado nenhum.
Do nada, o Marco carregou a garota sem tirar a pica, girou sobre si mesmo e ficou de costas para aquela cama suja onde a Pamela tinha estado deitada antes, com a mulher ainda enfiada na pica. O macho se deixou cair com a mulher em cima dele e, nessa posição, começou a bombar ferozmente enquanto apertava as bundas dela, e ela tentava afastá-lo o máximo que podia com os braços, mas, como sempre, sem resultado nenhum.
De repente, a Pamela sentiu uma terceira mão pousar na parte baixa das costas dela. Como conseguiu, virou pra ver e se deparou com a surpresa de que era o Jorge, que se apoiava nela, mas com a novidade de que ele já não tava com nada da cintura pra baixo e tava meio duro, com a pica na mão livre.
Com pavor genuíno, a garota viu que na mão daquele outro homem tinha um pedaço de carne descomunal, uma pica desproporcional à fisionomia do sujeito, a ponto de fazê-lo parecer deformado.
Aterrorizada, a mulher observou com máximo detalhe aquele pau: era comprido, grosso, com veias extremamente gordas que pareciam protuberâncias, dava pra ver que ainda podia inchar mais porque a glande não estava completamente descoberta, embora já desse pra notar um pouco de lubrificação, já que na ponta da cabeça tinha uma pequena gota, com certeza ele tinha ficado vendo o companheiro dele violentar aquela mulher.
Sem trocar uma palavra, Jorge começou a bater uma na frente da garota, que ainda empalada se contorcia pra ver o que aquele cara estava tentando fazer, mas depois de alguns segundos a garota desejou não ter feito isso, porque Jorge começou a se aproximar dela, enquanto a garota com uma mão tentava empurrá-lo, mas ela estava entre dois males que fariam de tudo pra possuí-la. Foi só quando Pamela sentiu Jorge encaixar o pau entre as nádegas dela que percebeu quais eram as intenções sujas daquele sujeito.
Como pôde, a garota tirou forças da fraqueza e começou a se debater com mais força, mas não conseguia fazer nada, estava completamente amarrada e, pra piorar, Jorge, assim como o Marco tinha feito, deu um tapa violento na cara da garota enquanto gritava: “QUIETA, puta!”. Com lágrimas nos olhos, a garota virou a cabeça pra frente, tentando não ver qual era o futuro inevitável dela, e enquanto apertava os olhos e os dentes, lágrimas enormes escorriam pelas bochechas dela enquanto ela implorava pra pararem.
Jorge, agora que a garota não tentava mais empurrá-lo, pôde se servir à vontade das bondades que o corpo daquela mulher oferecia e, como se não houvesse amanhã, começou a beijar as costas dela enquanto a pica enorme dele esfregava contra as nádegas da garota, com as mãos ele apalpava os peitos dela e maltratava os bicos dos peitos enquanto o companheiro não parava nem um instante de bombar a pica. Como podia, a garota apertava o colchão e fechava os olhos com força, em silêncio, porque também apertava a mandíbula com ferocidade.
Foi só quando sentiu Jorge empurrando o pênis entre as nádegas dela que a garota começou a gritar. Novamente e agora com ainda mais pânico, enquanto não parava de repetir:
—Não, por aí não, por favor, façam o que quiserem, mas por aí não.
E enquanto dizia isso, forcejava novamente, mas, como antes, suas tentativas foram abafadas por tapas violentos que Jorge lhe deu, enquanto Marco a segurava para que a garota não escapasse do pau dele. Mas dessa vez, nem assim a garota parou com seus pedidos e seu forcejo. No entanto, aqueles caras também não iam parar no desejo de se divertir com ela. Por isso, parando por um momento o vai e vem, Marco soltou as nádegas de Pamela e a abraçou, imobilizando os braços dela, enquanto com as pernas prendia as da mulher, colocando-as sobre as panturrilhas dela.
Depois de deixá-la completamente imobilizada, aquele que tentava comê-la teve caminho livre para dar vazão aos seus desejos. Devagar, pois sabia que tinha todo o tempo do mundo, ele pousou as mãos nas nádegas de Pamela e, aos poucos, as separou, deixando à vista aquela bundinha gostosa do prazer. Com toda calma, admirou aquele cu que era o objeto do seu desejo. A vista era impecável e, sem perder tempo, Jorge posicionou a cabeça enorme do pau na entrada traseira da garota, que não parava de tentar se soltar e implorar por piedade. Em desespero, a garota gritou apavorada:
—Não, te imploro, nunca fiz por trás.
Essas palavras só fizeram com que aquela dupla de canalhas caísse na gargalhada, enquanto Jorge dizia, zombeteiro: “Não por muito tempo, princesa”. E enquanto os gritos da mulher enchiam o lugar, Jorge continuava tentando enfiar o pau no cu da garota. Mas, por ser tão apertado, era um trabalho difícil pra caralho. Mesmo fazendo pressão com bastante força, ele só conseguia aumentar a dor na garota, fazendo com que ela gritasse uma e outra vez. Mesmo assim, ele ainda não conseguia fazer o pau entrar naquela bunda. Por isso, cuspiu uma porrada de saliva na mão e passou entre as nádegas da garota, parando por um por um longo tempo no cu dela e enquanto ele fazia isso, Marcos tinha começado a mexer os quadris, continuando com o vai e vem. Jorge continuava massageando a bunda da garota com a mão cheia de saliva até que de repente parou e com o dedo indicador começou a fazer pressão no cu dela, conseguindo que ele entrasse e começando a sodomizar a garota com o dedo. Ela gritava, pois apesar de ser só um dedo, doía pra caralho, já que nunca tinham feito algo assim com ela, mas mesmo sabendo que os gritos só excitavam mais aqueles homens, ela era incapaz de parar. Como se a dor já não bastasse, a humilhação era enorme, pois estava sendo duplamente penetrada porque Marcos tinha começado mais uma vez o seu frenético vai e vem, mas involuntariamente a buceta da garota começou a ficar molhada, o que lhe causava um grande remorso. Sem prestar atenção nisso, Jorge, agora mais ansioso pra penetrá-la, começou a forçar mais o esfíncter anal da mulher, pois agora tentava enfiar outro dedo, fazendo com que fossem dois e provocando uma ardor imenso na infeliz garota, que continuava tentando se soltar, mas sem resultado algum. Depois que Jorge conseguiu o que queria, começou a bombear os dedos dentro da mulher, tentando fazer com que ela dilatasse, enquanto ela sentia por dentro o cu se rasgando cada vez mais, mas sem contar que a vista tão majestosa que era a bunda dela era tentadora demais pra Jorge, que já não aguentou mais e tirou os dedos do cu da garota pra segurar o pau e apontar mais uma vez pro agora meio esticado cu da mulher. Ela sabia qual era o futuro iminente, mas não conseguiu evitar sentir a pele gelar e um medo desgraçado tomar conta quando sentiu aquele glande monstruoso se posicionar de novo entre as nádegas dela e começar a fazer pressão contra o cu dela, só que dessa vez aquele pau imenso começou a abrir caminho naquela cavidade minúscula, embora com muito esforço, mas pra ter uma melhor oportunidades de cumprir seu objetivo. Jorge já tinha começado a subir na cama, ficando praticamente por cima das costas da garota e empurrando ferozmente sua pica enorme. Pamela só sentia uma dor horrível a cada estocada que Jorge dava nela, e pra piorar, Marcos também a empurrava com ferocidade, fazendo a garota não parar de chorar. Mas era só quando Jorge enfiava a pica que Pamela soltava um grito desesperador, porque sentia como aquela pica entrava nela aos poucos, e aquilo não só ardia pra caralho, como doía tanto que ela sentia o ar escapando. Zoando ela, Jorge aproximou o rosto do ouvido da garota e sussurrou: "que bucetinha apertada gostosa, você é o buraco mais apertado que já provei, mas ainda falta engolir um bom pedaço da minha vara". A garota só engolia saliva enquanto apertava os dentes e sentia como sua buceta era bombada sem parar, enquanto pelo cu uma barra extremamente quente queimava suas entranhas, enterrando-se cada vez mais fundo. Sem aviso, Jorge não aguentou mais e, com mais desespero de tesão, começou a empurrar a pica mais rápido pra dentro da garota, que agora abria a boca o máximo que podia, puxando ar pra tentar aguentar as estocadas, mas nada aliviava a dor. Jorge, por sua vez, empurrava uma e outra vez, se agarrando nas cadeiras da garota pra que as estocadas tivessem mais efeito. Depois de várias tentativas, aquele sujeito já impaciente deu uma estocada enorme e conseguiu o que queria: tinha enterrado a vara no cu da jovem, que ao sentir aquela sensação horrível, explodiu em gritos desesperados e sem parar de repetir: "tira, tira, por favor tira, tá doendo, te imploro", enquanto balançava a cabeça de um lado pro outro desesperadamente. Mas Jorge e Marcos começaram a rir de novo, enquanto Marcos dizia: "agora sim, sua putinha, você vai saber o que é um homem de verdade". Já com as duas picas enterradas nela, a Pamela só sentia como aqueles caras se seguravam firme no corpo dela e começavam a mexer os quadris com força, metendo e tirando os paus nela, causando uma dor danada e fazendo ela não parar de gritar.
As estocadas eram sem controle, aquelas picas entravam e saíam dela como se não houvesse amanhã. O Marcos, de vez em quando, tirava o pau da buceta da mina só pra esfregar ele nos lábios vaginais, lambuzando tudo com os fluidos dele. Já o Jorge só tirava a pica do cu da mulher pra tomar impulso e meter brutalmente naquele rabo judiado, fazendo a mulher se contorcer de dor toda vez que ele fazia isso.
Por vários minutos, aqueles caras seguraram a mulher assim, até que o Jorge saiu da cama, mas sem tirar a pica do cu da Pamela, e só pra, já de pé, puxar um pouco a porra daquela cavidade e pegar o pau pela base, começando a sacudir ele de um lado pro outro, fazendo a parte que tava dentro da mina causar mais ardor cada vez que mexia. Mas já tinham ficado assim um tempão, a ponto de o Jorge não aguentar mais, então ele se segurou de novo na cintura da mulher e empurrou com toda força aquela pica até o fundo da mina, só pra ficar ali parado um pouco enquanto os olhos dele reviravam e ele começava a soltar urros.
A Pamela só sentiu aquela pica começar a pulsar dentro dela e, do nada, começar a cuspir jorros grossos de porra fervendo lá dentro. Depois de uns momentos assim, a mina sentiu o cara começar a bombar de novo o pau nela, mas dessa vez só enquanto aquele instrumento descomunal começava a murchar, até que, depois de ter se saciado da mina, ele tirou o membro, deixando o esperma escorrer daquele cu recém-estreado.
Enquanto ela sentia aquele pau que tinha estado no cu dela a abandonar, debaixo dela, as estocadas começaram a ficar mais rápidas, frequentes e profundas. Na hora, a garota soube que estava perto, então olhou fixamente pra quem estava comendo ela e gritou:
—Tira fora, por favor, por favor
Mas dessa vez veio uma resposta um pouco mais humana, porque entre ofegos Marcos falou:
—Fica tranquila, gostosa… já fiz vasectomia
Pamela olhou pro rosto transtornado daquele homem que estava debaixo dela, observou com cuidado, ele estava todo encharcado de suor, e rapidamente entendeu que não importava o que ela dissesse, aquele cara ia gozar dentro dela.
O macho metia como animal no cio, tão forte e fundo quanto conseguia, enquanto não parava as mãos: ora segurava a cintura dela, as nádegas, abraçava ela, até apertava os peitos dela enquanto chupava, até que o inevitável chegou. Do nada, Pamela sentiu um líquido viscoso e quente inundar o útero dela, escorrendo pelas paredes até começar a vazar pelos lados que ficavam livres entre os lábios que abraçavam aquela pica. Era óbvio, a quantidade de porra que ele tinha cuspido dentro era tão grande que tinha transbordado.
O homem, déspota como só ele, empurrou a mulher pra ela sair de cima. A garota, toda machucada, obedeceu, só pra se jogar de lado naquela cama imunda, enquanto Marcos começava a se vestir e Jorge já quase terminava de fazer o mesmo. Os dois caras olharam pra garota ali deitada em posição fetal, com os buracos escorrendo o sêmen que eles tinham colocado nela. Do nada, a garota ouviu um dos dois falar:
—Veste essa roupa, puta. Vou na frente pra buscar o corno do teu marido
Pamela não conseguiu identificar qual dos dois tinha dito aquilo, porque continuava chorando amargamente, mas depois de ouvir isso, lembrou por que tinha passado por tanto sofrimento. Então, como conseguiu, se levantou, procurou no chão a calcinha fio dental que tinham jogado e, como deu, se arrumou. O melhor que conseguiu, saiu da cela e pegou o corredor por onde tinha entrado. Os dois oficiais já tinham ido na frente há vários minutos, então ela estava sozinha. Nisso, passa pela cela onde antes tinha esbarrado num preso, e ele, sem perder tempo, se aproxima das grades e estica as mãos tentando alcançá-la, enquanto grita obcecado. A garota, como pôde, se jogou pro outro lado pra passar sem que o cara tocasse nela, e enquanto se afastava, só ouvia aquele homem gritando: “Encheram o tanque de leite, sua puta?”
Ao sair para os escritórios, a garota vê os dois sujeitos que tinham abusado dela sentados, tão tranquilos como se nada tivesse acontecido. Um deles faz um sinal pra ela, indicando que espere o marido no estacionamento. Ela só segue as instruções sem trocar uma palavra com eles, e minutos depois, pra surpresa dela, sai das instalações o “Antonio”, o ex-namorado dela. Depois de uma breve explicação, Antonio conta que tinha brigado com Jesus num bar onde os dois se encontraram, e por algum motivo tinham registrado ele como “Jesus”. Ao ouvir isso, a garota desaba em lágrimas, percebe que o sacrifício dela foi em vão e, humilhada, sai correndo sem dar chance pro Antonio falar.
Como pode, a garota chega em casa, só pra ir direto pro banheiro, onde imediatamente toma um banho longo e profundo que dura talvez horas. Depois disso, só se joga na cama, não quer saber de ninguém e, como consegue, cai no sono completamente, porque está exausta e dolorida. Horas depois, “Jesus” aparece em casa, completamente bêbado e reclamando que ela nunca deixou ele fazer um anal. A garota tem sentimentos confusos: de um lado, raiva, porque fez tudo aquilo pensando que era ele, e mesmo assim ele reclama; do outro, culpa, porque sabe que o marido nunca vai ser o primeiro a arrombar a buceta dela.
Como pode, o casal supera esse incidente, e um mês depois, Pamela começa a... ter uns mal-estares que depois o médico dela confirmaria que ela tá grávida, a mina se recusa a acreditar que suas suspeitas são verdade, mas meses depois, quando finalmente dá à luz um gordinho meninão, ela percebe a verdade horrível: o Marcos tinha mentido pra ela.
Aquela jovem tinha um namorado, Antônio, um rapaz que, assim como ela, era simples e trabalhador. Eles se conheciam desde crianças, e ele era o jovem mais invejado do vilarejo, pois Pamela era a garota mais gostosa daquele lugar. Mas um dia as coisas mudaram: Pamela conheceu Jesus, outro jovem da mesma geração, mas que era o órfão da cidade. A mãe dele, uma mãe solteira, tinha morrido anos antes, e Jesus era um rapaz que naquela comunidade não era nada querido, pois vivia se metendo em encrencas para chamar atenção, além de ser malvisto por ser filho de uma mulher sem marido.
Pamela, aos poucos, foi conhecendo Jesus até ficar completamente apaixonada por ele, a ponto de largar Antônio para ficar com esse outro rapaz. Os pais da garota não viram essa história com bons olhos e proibiram, da maneira mais severa, qualquer relação com Jesus. Mas os sentimentos da moça por aquele cara eram tão fortes que, depois de quase um ano se encontrando escondido, ela decidiu fugir com o namorado secreto.
Esse fato fez com que a família de Pamela virasse as costas pra ela, deixando o jovem casal sem nenhum tipo de apoio. Buscando uma vida melhor, os dois resolveram tentar a sorte na cidade e, abandonando o vilarejo, foram embora sem olhar pra trás.
A garota deixou sua terra com remorso, mas o que ela podia fazer? Várias vezes tentou se reconciliar com os pais, mas eles a rejeitavam e humilhavam, dizendo que ela tinha desonrado a família. desobedecendo os pais e reafirmando que não teriam o apoio deles de jeito nenhum, tudo isso era visto por Antonio, o ex-namorado de Pamela, que nunca deixou de sentir algo por ela. Então, quando soube que a garota estava indo embora, prometeu que manteria ela informada sobre como os pais dela estavam. Os anos passaram, e aquele jovem casal formado por Pamela e o namorado foi progredindo aos poucos. O namorado da garota conseguiu um emprego como mecânico automotivo e, com muito esforço, conseguiu comprar uma casa própria. As coisas pareciam estar indo de vento em popa. A garota, já com 24 anos, tinha se adaptado ao estilo de vida com o namorado. Em casa, tudo era tranquilo, pois ainda não tinham filhos — algo que tinham adiado até estarem melhor financeiramente. E, mesmo sem muitos luxos, as coisas iam bem, embora, como todo casal, tivessem suas discussões de vez em quando. Mas o motivo mais frequente de briga era, segundo Pamela, aquela ideia estranha que tinha entrado na cabeça de Jesus de dar no cu dela. Estava claro que Pamela só tinha tido um homem na vida, que era ele, mas a ideia de ser sodomizada era algo que a garota achava sujo e doentio, então nunca tinha deixado o namorado fazer isso. Pois bem, num fim de semana, quando Jesus chegou do trabalho, viu a mulher enquanto cozinhava. A garota estava usando um shortinho de lycra preto e, na parte de cima, uma blusinha branca de alças. Jesus viu a mulher de costas. A luz que entrava pela janela destacava aquela pele morena linda da garota, enquanto a blusinha minúscula mal conseguia segurar o parzão de peitos da mulher, e na lycra dela dava pra ver claramente que por baixo ela usava uma tanguinha quase inexistente que sumia entre as nádegas dela. Quase possuído pelo desejo, Jesus se aproximou da mulher e segurou ela pela cintura, mas por trás. Ela imediatamente soube que o namorado, a quem ela chamava de "marido", estava extremamente... Toda excitada com ela, por isso e sem oferecer resistência alguma, a garota se deixou fazer o que o marido quisesse. Do nada, aquele homem puxou para baixo o shortinho de lycra da garota e pôde vê-la com aquela tanga tipo fio dental. Aquela cena excitou demais Jesus, que imediatamente abraçou sua mulher e a apertou com força contra o corpo, começando a apalpá-la, massageando cada cantinho do corpo dela.
A garota soltava gemidos de prazer, porque o marido sabia onde tocá-la para deixá-la excitada, mas sem aviso prévio, Jesus tentou novamente possuir sua mulher por trás. Enquanto apalpava as nádegas dela, tentou enfiar um dedo no ânus dela, o que fez a garota reagir na hora, irritada, se soltando enquanto empurrava o "marido".
A discussão não demorou. A garota reclamava que aquilo era uma ideia doentia, enquanto o "marido" dizia que ela não era mulher o suficiente. Entre insultos, as coisas foram esquentando até que, muito irritado, Jesus empurrou Pamela, jogando-a no chão só para tirá-la do caminho e sair de casa, enquanto a garota ficava lá caída, chorando por um bom tempo até pegar no sono. Depois de algumas horas, acordou bem mais calma, mas sem notícia alguma de onde o marido estava.
A noite já tinha caído e, depois de tomar um banho, aquela mulher se viu sozinha em casa, enquanto as horas passavam normalmente. Depois de um bom tempo, já de madrugada, a garota só olhava o relógio, agora preocupada, porque não sabia nada do "marido" e temia que ele pudesse fazer alguma besteira. Até que o silêncio foi quebrado pelo toque do telefone. A garota pensou na hora: "É Jesus me ligando". Rapidamente pegou o telefone e atendeu. Do outro lado, uma voz masculina falava:
— Pamela? Pam, estou na cadeia, me prenderam. Vem me tirar daqui, me disseram que...
Mas antes que a garota pudesse reagir e... Do outro lado da linha, ouviu-se outra pessoa gritando em tom autoritário:
— Desliga o telefone, essa não é uma ligação pra você ficar de conversinha, seu filho da puta.
E tão abrupta quanto a ligação, a chamada foi cortada enquanto a garota insistia, dizendo “alô, alô”, mas sem resposta alguma. Agora mais preocupada do que nunca, a mulher pegou uma bolsinha, sua carteira e, sem pensar duas vezes, saiu de casa em busca do seu “marido”, que agora sabia estar na prisão por sabe-se lá o quê.
Ainda nervosa, foi até a rua mais movimentada perto de onde morava para pegar um táxi e chegar até o marido. Como conseguiu, chegou à delegacia que, para sua surpresa, estava deserta. Ao entrar no setor de informações, deu de cara com uma sala vazia que, num canto, tinha duas mesas onde estavam os oficiais. O mais rápido que pôde, aproximou-se deles para pedir notícias do marido.
A noite não estava muito movimentada e só havia dois presos nas celas, então não foi difícil saber de quem ela estava falando. Imediatamente, o oficial a quem a garota se dirigiu conseguiu explicar a situação do familiar dela. Com vários termos técnicos, aquele homem disse à gostosa que o “marido” dela seria transferido na segunda-feira de manhã para a prisão formalmente, pois estava acusado de ameaças, porte de arma branca, posse de drogas, além de resistência à prisão.
A garota pediu para falar com ele, mas como ele ainda não tinha sido processado, isso era impossível. A mulher insistiu com mais afinco, mas sem resultado algum. No entanto, na outra mesa, o outro oficial que estava sentado tinha ficado vidrado na beleza daquela mulher.
Pamela, na sua desesperação para salvar o marido, tinha saído às pressas e sem cuidado, por isso nem tinha trocado de roupa. Assim, estava vestida com roupas leves: um shortinho jeans desbotado e rasgado, e na parte de cima, uma blusinha Alças completamente brancas e meio translúcidas, deixando ver aquele sutiã roxo de renda que a mulher usava por baixo e que mal dava conta de segurar aquele par enorme de peitos.
Enquanto o oficial olhava para a mulher, ela se virava para sair daquela sala, porque aquele policial com quem tinha falado, além de não lhe dar nenhuma esperança, nem sequer tinha se dignado a virar o rosto para vê-la.
Assim que a garota se afastou, o policial que tinha devorado a mulher com os olhos deu um tapa no ombro do colega, que reagiu na hora, enquanto o outro, com gestos, mandava ele olhar para aquela bunda soberba que estava indo embora. Imediatamente, os olhos daquele que nem tinha virado para ver a coitada se grudaram naquele par de nádegas que balançava de um lado para o outro enquanto elas se preparavam para sair do prédio.
Sem perder tempo, o que a tinha visto primeiro seguiu até ela sair das instalações e, já no estacionamento, em total silêncio, ouviu a mulher chorando. Na hora, percebeu que era a chance de se aproximar dela e, como se fosse um cara de bom coração, perguntou:
— Moça, vejo que a senhora está muito abalada. Tem algo que eu possa fazer pela senhora?
Aquela jovem, que estava desesperada porque nem tinha conseguido falar com o marido, desabafou com aquele homem e disse entre lágrimas:
— O que eu posso fazer, oficial? Seu colega disse que não posso ver meu marido. Deve ter um jeito.
— Moça, a senhora pode pagar a fiança do seu marido.
— Sério, senhor? Quanto custaria isso? E como faz?
O oficial lembrou na hora do nome de quem a garota tinha ido buscar e que a fiança era baixa, mas, como qualquer funcionário corrupto, já inflou o valor, fechando praticamente todas as portas para a mulher ao dizer uma quantia enorme, jogando por terra todo o entusiasmo que ela tinha.
De cabeça baixa e com a moral no chão, a mulher disse em voz baixa: —Não tenho essa quantia, tem que ter outro jeito de chegar a um acordo.
Sem perceber que aquelas palavras podiam ser interpretadas de qualquer jeito, o oficial reagiu rápido e, sem papas na língua, soltou uma proposta:
—Senhora, se a senhora tá disposta a chegar a um acordo, tem um jeito. Meu parceiro tá prestes a se aposentar e a senhora é muito gostosa. Se aceitar tomar um drink com ele, a gente pode dar um jeito de retirar as acusações e soltar seu marido.
Pamela era ingênua, mas não era burra. Na hora percebeu a proposta indecente e, além de irritada, se sentiu humilhada. Respondeu praquele policial, claramente indignada:
—Como é que o senhor tem coragem? Eu tenho marido, pra o senhor querer se passar desse jeito?
Sabendo que tinha a situação na mão, o oficial respondeu agora de forma arrogante:
—Então, como você quiser. Já vai ver como seu marido vai se dar na cadeia. Lá ele vai pagar por tudo.
Sem dizer mais nada, aquele homem virou as costas pra Pamela e entrou no prédio de onde tinha saído, deixando pra trás aquela mulher que ficou parada ali, claramente desesperada, sem ver saída pro problema dela.
Com a manhã chegando, a mulher foi atrás de qualquer advogado que pudesse ajudá-la. Depois de várias tentativas, viu com muita tristeza que todos pediam uma grana alta pra cuidar do caso, porque, pelo que ela explicava, envolvia drogas. Muito a contragosto, com o passar das horas e a chegada da tarde, a garota cada vez mais via como uma opção aquela proposta indecente que tinham feito de madrugada.
Já perto das 22h, a garota se viu encurralada, porque nenhum advogado tinha topado pegar o caso do marido dela por não chegarem a um acordo sobre os honorários. Sem saída aparente, a garota cada vez mais se conformava com a ideia de que teria que satisfazer aquele oficial. E depois de ter percorrido boa parte da A cidade, sem resultados, se resignou ao seu destino.
Sem opção alguma, a garota voltou pra casa e, sem ânimo nenhum, escolheu do armário a roupa que, na opinião dela, era a mais provocante. Dentre todas, pegou um vestidinho minissaia roxo, de alças e decote pronunciado, com meias e saltos altos cor da pele. Aquela roupa fazia a beleza da jovem se destacar. Meio sem vontade, passou um pouco de blush e se maquiou discretamente, com um brilho nos lábios. O cabelo, decidiu deixar solto. Com tudo pronto, saiu de casa.
Abrigada com uma jaqueta, caminhou mais uma vez até a avenida pra pegar o táxi que a levaria à sua desgraça inevitável. Depois de alguns minutos dentro do carro, que foram extremamente desconfortáveis — porque o motorista do táxi não parava de olhar as pernas dela pelo espelho —, a garota finalmente chegou ao seu destino nada agradável. Pagou com indiferença aquele homem, se virou e foi em direção à entrada do prédio.
Já na porta, timidamente fez um sinal praquele oficial que, na noite anterior, tinha feito uma proposta indecente pra ela. O oficial viu a mulherão parado ali, chamando ele. Como se fosse um elástico, o cara se levantou e foi até onde ela estava.
— O que a senhora deseja?
A garota, de cabeça baixa, com medo e praticamente gaguejando, disse:
— O senhor falou que a gente podia chegar a um acordo... então tô aqui.
Um sorriso se abriu na cara daquele homem na mesma hora, enquanto o olhar dele se cravava no decote da mulher. Com um sorriso debochado, o oficial disse pra ela:
— Espera um pouco, princesa. Vou ali acertar uns detalhes.
Deixando ela sozinha por um instante, o cara foi até o colega e, já perto dele, falou no ouvido:
— Marcos, vê aquela gostosa parada ali na porta.
— Nunca me faz isso, moleque. É a mesma que veio ontem à noite.
— Sim, e consegui que ela vá lá atrás com você, velho.
— E como? Só assim?
— Não. Eu disse a ela que seria só pra tomar uma cerveja contigo, mas quando vocês estiverem lá, você dá a cerveja pra ela, se tranca na cela com ela e come ela toda, depois eu pego a minha vez <
Olhando pro parceiro, Marcos percebeu na hora que era uma oportunidade imperdível. Se a garota reclamasse de qualquer jeito, ela não poderia provar nada, porque eles eram agentes da lei e tinham tudo a favor. Sem mais nem menos, Jorge (o outro oficial) fez um sinal pra garota se aproximar. Assim que ela chegou perto, Marcos pegou a mão dela e disse:
— Você vai me acompanhar hoje à noite pra tomar um drink, gostosa? Então vem comigo.
Pamela não disse nada, só engoliu seco e inclinou a cabeça enquanto sentia a mão daquele homem apertar a dela e puxar de leve.
A garota seguiu o homem enquanto ele a levava pra dentro dos calabouços, que estavam vazios. Durante o caminho, Pamela observava o sujeito: era um cara já mais velho ((pra ela)), devia ter uns 55 anos, mais alto que ela, meio queimado de sol, parecia bem moreno, cabelo já grisalho, barba mal feita e com um baita sobrepeso, uma barriga enorme na frente. Enquanto a garota analisava o tipo, o terror tomava conta do corpo dela.
De repente, uma voz rouca e com um vocabulário bem vulgar fez a garota tremer:
— Mas que rabo você vai pegar, seu porco! Olha essas nadegas, com certeza ainda são bem apertadinhas.
O oficial imediatamente bateu o cassete nas grades e gritou "cala a boca, seu cachorro". Aquele comentário lascivo abalou Pamela, que sentiu na hora a pele se arrepiar.
Mas antes que ela pudesse fazer alguma coisa, já estavam na frente da cela onde iam "tomar um drink". A garota, ingenuamente, perguntou:
— É aqui mesmo? Sério? Só mais uma taça, certo, senhor?"
Marcos sorriu debochado enquanto dizia: "Claro, gostosa". Nisso, Jorge chegava atrás deles carregando uma pequena neverinha, dentro da qual tinham várias cervejas. Com certeza, eles guardavam ali pra beber quando ninguém tivesse olhando. Assim que largou aquilo, Jorge virou as costas e se mandou, deixando o casal sozinho.
Marcos se aproximou da neverinha, pegou duas cervejas e, enquanto Pamela estava distraída, examinando cada centímetro da imunda cela, ele aproveitou pra abrir as latas e logo entregar uma pra mulher. Ela, sem muito entusiasmo, pegou a bebida com suas mãos delicadas e, timidamente, deu um pequeno gole.
Marcos não tirava os olhos da mulher à sua frente. Aquele decote pronunciado que mal segurava aquele parzão de peitos, aquela saia minúscula que realçava as pernas lindas da garota, torneadas com a ajuda dos saltos altos.
Do nada, o homem sentou no beliche e, dando tapinhas nele, indicou pra Pamela sentar ao lado dele pra poderem curtir a bebida mais à vontade. Sabendo que tinha que deixar aquele cara satisfeito, a garota obedeceu e sentou timidamente ao lado dele. Ele foi se aproximando cada vez mais, encurralando ela na beirada do beliche, até que, no momento mais inesperado, ele colocou uma mão na perna da jovem, acariciando. Esse ato incomodou na hora a garota, que se levantou rápido e foi se retirar, envergonhada e sabendo que não ia dar conta, só pra levar o susto de que Marcos tinha fechado a cela, deixando os dois presos ali sozinhos e ela à mercê daquele canalha.
Enquanto os olhos da garota se enchiam de terror, Marcos se aproximava por trás dela e, agora com as duas mãos, agarrou suas pernas e começou a subir bruscamente por baixo do vestido minúsculo até chegar na bunda dela.
Pamela começou a gritar enquanto se debatia. Imediatamente, o silêncio foi... rasgado pelos gritos de piedade da garota, que pedia em um choro quase incompreensível: "eu imploro, por favor não", mas já era tarde demais, a luxúria tinha tomado conta daquele policial e não havia volta. Com os olhos cheios de pânico, a garota viu aquele homem obeso já ter desabotoado a camisa e o cinto, agora só estava abrindo a calça, deixando à mostra uma imunda, mas descomunal, pica que já começava a inchar e ficar dura que nem pedra. Para sua grande surpresa, Pamela arregalou os olhos o máximo que podia, pois aquele membro masculino não só era maior do que qualquer um que ela já tinha visto antes, era praticamente desproporcional à fisionomia daquele homem. Chocada, a garota estava paralisada junto à grade fechada da cela, enquanto Marcos se aproximava cada vez mais dela até tê-la ao alcance e assim abraçá-la, colando-a no corpo dele, para dar um baita amasso, tentando beijar a boca da mulher, mas ela mantinha a boca e os olhos fechados com toda a força. Enquanto isso, ela só sentia aquela porra ereta se esfregando nas pernas dela por cima das meias, até que de repente, com um movimento brusco, ele a jogou no catre, fazendo ela cair de barriga pra cima. Tendo caído nessa posição, a garota tentava se recuperar do tranco forte, mas antes que conseguisse, sentiu ele segurar o cabelo dela e puxar, fazendo ela descer daquele catre e forçando-a a se ajoelhar. Ela tentava se soltar das mãos daquele homem, mas as forças eram muito desiguais. Como se não bastasse, o homem abriu a palma da mão, enorme, e deu um tapa violento que atordoou a garota, enquanto aproximava aquela imundície do rosto dela e dizia: — Agora sim, gostosa, aqui está seu doce. Só toma cuidado com os dentes, ou já sabe o que te espera. Como em câmera lenta, Pamela viu aquela rola se aproximando cada vez mais dela, até... sentir como a bochecha dela roçava nele, naquele momento Marcos puxou a garota pelo cabelo pra ela abrir a boca, sem alternativa aparente a garota obedeceu e agora com o caminho livre o homem segurou com a mão que tinha livre a base do pau dele e guiou até a boca da mulher que centímetro por centímetro sentia como aquele animal enterrava a imundície dele nela. A garota sentia um gosto desagradável além daquela virilidade masculina chegar muito fundo na garganta dela, como se isso não bastasse o homem que aos poucos tinha começado a sentir o calor que saía da boca da garota tinha terminado de ficar duro e o pau dele agora estava bem inchado e ereto, pra terminar de afundar a garota na desgraça o oficial já estava começando a se perder na luxúria então segurou agora com as duas mãos a nuca da garota e puxou ela enfiando toda a porra da pica dele. Pamela sentiu como de repente a garganta dela encheu com a rola daquele homem que começou a bombar ferozmente fazendo a garota sentir que tava sufocando cada vez que aquele homem levava o pau até o fundo da garganta. Durante vários minutos o macho manteve aquela posição com a garota azarada, que tentava amenizar as investidas daquele homem empurrando as pernas dele, mas a tarefa era titânica pra não dizer impossível, no entanto depois de vários minutos ou melhor dizendo até que se sentiu satisfeito aquele homem, as investidas pararam e tão bruscamente quanto tinha puxado a garota, ele a jogou pro lado fazendo a garota cair se deitando no chão. Pamela enquanto isso tava puxando ar, enquanto da boca dela escorria saliva misturada com os sucos que saíram daquela rola invasora que tinha se alojado na garganta dela, enquanto a garota se recuperava aquele oficial observava ela com luxúria ou melhor devorava ela, porque a cena era extremamente excitante, a garota ali caída toda melada nos sucos dela, isso fez com que o O homem, agora completamente fora de si, foi até ela, segurou-a pelos ombros, carregou-a e a jogou em direção ao catre, deixando-a deitada de barriga para cima e fazendo com que aquele vestidinho que ela usava subisse um pouco, revelando um pouco mais daquelas pernas lindas. O oficial não perdeu tempo e imediatamente se jogou em cima da mulher, que começou a chutar, tentando afastar aquele cara que queria violentá-la, mas o sujeito era forte demais para ela, então o chute que ela conseguiu acertar só fez o homem ficar mais furioso, que imediatamente segurou os tornozelos dela, abriu suas pernas e, rápido como um raio, soltou uma perna só para, com a mão livre, acertar um, dois e três tapas na infeliz mulher, que só tentava se defender com as mãos, mas não conseguiu. A garota apenas encolheu as mãos contra os peitos enquanto aquele desgraçado abria suas pernas com violência de novo e agora levantava o vestido até a cintura, deixando à vista de qualquer um aquela pequena tanga que ela usava. O homem não fez cerimônia e, segurando aquela peça minúscula, puxou-a só para tirá-la e jogá-la de lado no chão. Depois de fazer isso, segurou os tornozelos da garota de novo e abriu suas pernas, esticando-as, agora revelando aquela intimidade delicada em todo o seu esplendor: era uma buceta excitante, com os lábios vaginais depilados e, como decoração, um pequeno triângulo de pelos pubianos que apontava direto para a vagina, como se indicasse aquela caverna do prazer. O que aquele homem viu fez seu interior pegar fogo e, como se fosse um animal, começou a salivar de tesão. Com luxúria, começou a esfregar o pau por toda aquela racha feminina, mas sem penetrá-la, uma e outra vez, lambuzando aqueles lábios vaginais com os fluidos que escorriam do seu pau, enquanto o silêncio da cela era quebrado pelos pedidos da mulher, que indefesa só tentava se encolher enquanto não parava de chorar e balbuciar um quase inaudível “não, por favor”.
Os pedidos caíram em ouvidos surdos, pois a garota, sem aviso, sentiu aquele cara começar a pressionar a glande entre os lábios da buceta dela, tentando penetrá-la bem devagar. Isso fez a garota se debater mais uma vez, mas agora com muito mais força, embora sem resultado algum, porque o cara se jogou em cima dela, ficando entre as pernas abertas da garota, com o pau roçando a buceta dela.
Agora que ela estava imobilizada, o oficial segurou os pulsos dela e, com movimentos de quadril, colocou a glande na entrada da buceta e, aos poucos, começou a fazer pressão de novo, fazendo a garota sentir aquele falo entrando devagar nela. Aquela sensação foi gloriosa pro homem, enquanto pra garota foi algo mais que humilhante, horrível e traumático.
Aqueles soluços se transformaram em gritos desesperados enquanto aquela mulher sentia as entranhas sendo rasgadas lentamente, no mesmo ritmo da entrada daquele pau imundo. Isso só excitava ainda mais aquele homem, que sentia a glória, enquanto a cada centímetro enterrado na mulher, o útero dela abraçava aquele pau invasor com força, porque era nítido que até aquele momento era o maior membro que ela já tinha alojado na vida, com certeza muito maior que o do “marido” dela.
Aos poucos, o oficial foi levando o pau até o fundo daquela buceta, o que causou uma dor e um ardor enormes na mulher, que não parava de gritar desesperada enquanto agora Marco iniciava um vai e vem lento de quadril, fazendo o pau entrar e sair daquela coitada.
Os minutos passavam e se eternizavam pra mulher, enquanto aquele homem não cabia em si de alegria, aquela buceta era deliciosa, e ele só soltava as mãos da garota pra baixar a parte de cima do vestido dela e deixando à mostra aquele par de peitos que se mantinham firmes, apenas balançando um pouco por causa do ritmo brutal daquela metida e tirada que a garota estava sofrendo.
Com o vestido completamente arregaçado na barriga, a garota estava totalmente nua diante do agressor, só com os saltos e as meias, o que só deixava o homem mais excitado, que se despachava pra todo lado, porque enquanto não parava de foder ela, começou a chupar os peitos com extrema brutalidade, mordendo os bicos e sugando sem nenhuma consideração.
A mulher só sentiu quando, de repente, aquele homem a soltou e levou as mãos para debaixo dela, colocando-as em cima das bundas e apertando com força, causando dor de novo. Nessa hora, a garota encolheu os braços mais uma vez, empurrando o agressor, mas sem resultado nenhum.
Do nada, o Marco carregou a garota sem tirar a pica, girou sobre si mesmo e ficou de costas para aquela cama suja onde a Pamela tinha estado deitada antes, com a mulher ainda enfiada na pica. O macho se deixou cair com a mulher em cima dele e, nessa posição, começou a bombar ferozmente enquanto apertava as bundas dela, e ela tentava afastá-lo o máximo que podia com os braços, mas, como sempre, sem resultado nenhum.
De repente, a Pamela sentiu uma terceira mão pousar na parte baixa das costas dela. Como conseguiu, virou pra ver e se deparou com a surpresa de que era o Jorge, que se apoiava nela, mas com a novidade de que ele já não tava com nada da cintura pra baixo e tava meio duro, com a pica na mão livre.
Com pavor genuíno, a garota viu que na mão daquele outro homem tinha um pedaço de carne descomunal, uma pica desproporcional à fisionomia do sujeito, a ponto de fazê-lo parecer deformado.
Aterrorizada, a mulher observou com máximo detalhe aquele pau: era comprido, grosso, com veias extremamente gordas que pareciam protuberâncias, dava pra ver que ainda podia inchar mais porque a glande não estava completamente descoberta, embora já desse pra notar um pouco de lubrificação, já que na ponta da cabeça tinha uma pequena gota, com certeza ele tinha ficado vendo o companheiro dele violentar aquela mulher.
Sem trocar uma palavra, Jorge começou a bater uma na frente da garota, que ainda empalada se contorcia pra ver o que aquele cara estava tentando fazer, mas depois de alguns segundos a garota desejou não ter feito isso, porque Jorge começou a se aproximar dela, enquanto a garota com uma mão tentava empurrá-lo, mas ela estava entre dois males que fariam de tudo pra possuí-la. Foi só quando Pamela sentiu Jorge encaixar o pau entre as nádegas dela que percebeu quais eram as intenções sujas daquele sujeito.
Como pôde, a garota tirou forças da fraqueza e começou a se debater com mais força, mas não conseguia fazer nada, estava completamente amarrada e, pra piorar, Jorge, assim como o Marco tinha feito, deu um tapa violento na cara da garota enquanto gritava: “QUIETA, puta!”. Com lágrimas nos olhos, a garota virou a cabeça pra frente, tentando não ver qual era o futuro inevitável dela, e enquanto apertava os olhos e os dentes, lágrimas enormes escorriam pelas bochechas dela enquanto ela implorava pra pararem.
Jorge, agora que a garota não tentava mais empurrá-lo, pôde se servir à vontade das bondades que o corpo daquela mulher oferecia e, como se não houvesse amanhã, começou a beijar as costas dela enquanto a pica enorme dele esfregava contra as nádegas da garota, com as mãos ele apalpava os peitos dela e maltratava os bicos dos peitos enquanto o companheiro não parava nem um instante de bombar a pica. Como podia, a garota apertava o colchão e fechava os olhos com força, em silêncio, porque também apertava a mandíbula com ferocidade.
Foi só quando sentiu Jorge empurrando o pênis entre as nádegas dela que a garota começou a gritar. Novamente e agora com ainda mais pânico, enquanto não parava de repetir:
—Não, por aí não, por favor, façam o que quiserem, mas por aí não.
E enquanto dizia isso, forcejava novamente, mas, como antes, suas tentativas foram abafadas por tapas violentos que Jorge lhe deu, enquanto Marco a segurava para que a garota não escapasse do pau dele. Mas dessa vez, nem assim a garota parou com seus pedidos e seu forcejo. No entanto, aqueles caras também não iam parar no desejo de se divertir com ela. Por isso, parando por um momento o vai e vem, Marco soltou as nádegas de Pamela e a abraçou, imobilizando os braços dela, enquanto com as pernas prendia as da mulher, colocando-as sobre as panturrilhas dela.
Depois de deixá-la completamente imobilizada, aquele que tentava comê-la teve caminho livre para dar vazão aos seus desejos. Devagar, pois sabia que tinha todo o tempo do mundo, ele pousou as mãos nas nádegas de Pamela e, aos poucos, as separou, deixando à vista aquela bundinha gostosa do prazer. Com toda calma, admirou aquele cu que era o objeto do seu desejo. A vista era impecável e, sem perder tempo, Jorge posicionou a cabeça enorme do pau na entrada traseira da garota, que não parava de tentar se soltar e implorar por piedade. Em desespero, a garota gritou apavorada:
—Não, te imploro, nunca fiz por trás.
Essas palavras só fizeram com que aquela dupla de canalhas caísse na gargalhada, enquanto Jorge dizia, zombeteiro: “Não por muito tempo, princesa”. E enquanto os gritos da mulher enchiam o lugar, Jorge continuava tentando enfiar o pau no cu da garota. Mas, por ser tão apertado, era um trabalho difícil pra caralho. Mesmo fazendo pressão com bastante força, ele só conseguia aumentar a dor na garota, fazendo com que ela gritasse uma e outra vez. Mesmo assim, ele ainda não conseguia fazer o pau entrar naquela bunda. Por isso, cuspiu uma porrada de saliva na mão e passou entre as nádegas da garota, parando por um por um longo tempo no cu dela e enquanto ele fazia isso, Marcos tinha começado a mexer os quadris, continuando com o vai e vem. Jorge continuava massageando a bunda da garota com a mão cheia de saliva até que de repente parou e com o dedo indicador começou a fazer pressão no cu dela, conseguindo que ele entrasse e começando a sodomizar a garota com o dedo. Ela gritava, pois apesar de ser só um dedo, doía pra caralho, já que nunca tinham feito algo assim com ela, mas mesmo sabendo que os gritos só excitavam mais aqueles homens, ela era incapaz de parar. Como se a dor já não bastasse, a humilhação era enorme, pois estava sendo duplamente penetrada porque Marcos tinha começado mais uma vez o seu frenético vai e vem, mas involuntariamente a buceta da garota começou a ficar molhada, o que lhe causava um grande remorso. Sem prestar atenção nisso, Jorge, agora mais ansioso pra penetrá-la, começou a forçar mais o esfíncter anal da mulher, pois agora tentava enfiar outro dedo, fazendo com que fossem dois e provocando uma ardor imenso na infeliz garota, que continuava tentando se soltar, mas sem resultado algum. Depois que Jorge conseguiu o que queria, começou a bombear os dedos dentro da mulher, tentando fazer com que ela dilatasse, enquanto ela sentia por dentro o cu se rasgando cada vez mais, mas sem contar que a vista tão majestosa que era a bunda dela era tentadora demais pra Jorge, que já não aguentou mais e tirou os dedos do cu da garota pra segurar o pau e apontar mais uma vez pro agora meio esticado cu da mulher. Ela sabia qual era o futuro iminente, mas não conseguiu evitar sentir a pele gelar e um medo desgraçado tomar conta quando sentiu aquele glande monstruoso se posicionar de novo entre as nádegas dela e começar a fazer pressão contra o cu dela, só que dessa vez aquele pau imenso começou a abrir caminho naquela cavidade minúscula, embora com muito esforço, mas pra ter uma melhor oportunidades de cumprir seu objetivo. Jorge já tinha começado a subir na cama, ficando praticamente por cima das costas da garota e empurrando ferozmente sua pica enorme. Pamela só sentia uma dor horrível a cada estocada que Jorge dava nela, e pra piorar, Marcos também a empurrava com ferocidade, fazendo a garota não parar de chorar. Mas era só quando Jorge enfiava a pica que Pamela soltava um grito desesperador, porque sentia como aquela pica entrava nela aos poucos, e aquilo não só ardia pra caralho, como doía tanto que ela sentia o ar escapando. Zoando ela, Jorge aproximou o rosto do ouvido da garota e sussurrou: "que bucetinha apertada gostosa, você é o buraco mais apertado que já provei, mas ainda falta engolir um bom pedaço da minha vara". A garota só engolia saliva enquanto apertava os dentes e sentia como sua buceta era bombada sem parar, enquanto pelo cu uma barra extremamente quente queimava suas entranhas, enterrando-se cada vez mais fundo. Sem aviso, Jorge não aguentou mais e, com mais desespero de tesão, começou a empurrar a pica mais rápido pra dentro da garota, que agora abria a boca o máximo que podia, puxando ar pra tentar aguentar as estocadas, mas nada aliviava a dor. Jorge, por sua vez, empurrava uma e outra vez, se agarrando nas cadeiras da garota pra que as estocadas tivessem mais efeito. Depois de várias tentativas, aquele sujeito já impaciente deu uma estocada enorme e conseguiu o que queria: tinha enterrado a vara no cu da jovem, que ao sentir aquela sensação horrível, explodiu em gritos desesperados e sem parar de repetir: "tira, tira, por favor tira, tá doendo, te imploro", enquanto balançava a cabeça de um lado pro outro desesperadamente. Mas Jorge e Marcos começaram a rir de novo, enquanto Marcos dizia: "agora sim, sua putinha, você vai saber o que é um homem de verdade". Já com as duas picas enterradas nela, a Pamela só sentia como aqueles caras se seguravam firme no corpo dela e começavam a mexer os quadris com força, metendo e tirando os paus nela, causando uma dor danada e fazendo ela não parar de gritar.
As estocadas eram sem controle, aquelas picas entravam e saíam dela como se não houvesse amanhã. O Marcos, de vez em quando, tirava o pau da buceta da mina só pra esfregar ele nos lábios vaginais, lambuzando tudo com os fluidos dele. Já o Jorge só tirava a pica do cu da mulher pra tomar impulso e meter brutalmente naquele rabo judiado, fazendo a mulher se contorcer de dor toda vez que ele fazia isso.
Por vários minutos, aqueles caras seguraram a mulher assim, até que o Jorge saiu da cama, mas sem tirar a pica do cu da Pamela, e só pra, já de pé, puxar um pouco a porra daquela cavidade e pegar o pau pela base, começando a sacudir ele de um lado pro outro, fazendo a parte que tava dentro da mina causar mais ardor cada vez que mexia. Mas já tinham ficado assim um tempão, a ponto de o Jorge não aguentar mais, então ele se segurou de novo na cintura da mulher e empurrou com toda força aquela pica até o fundo da mina, só pra ficar ali parado um pouco enquanto os olhos dele reviravam e ele começava a soltar urros.
A Pamela só sentiu aquela pica começar a pulsar dentro dela e, do nada, começar a cuspir jorros grossos de porra fervendo lá dentro. Depois de uns momentos assim, a mina sentiu o cara começar a bombar de novo o pau nela, mas dessa vez só enquanto aquele instrumento descomunal começava a murchar, até que, depois de ter se saciado da mina, ele tirou o membro, deixando o esperma escorrer daquele cu recém-estreado.
Enquanto ela sentia aquele pau que tinha estado no cu dela a abandonar, debaixo dela, as estocadas começaram a ficar mais rápidas, frequentes e profundas. Na hora, a garota soube que estava perto, então olhou fixamente pra quem estava comendo ela e gritou:
—Tira fora, por favor, por favor
Mas dessa vez veio uma resposta um pouco mais humana, porque entre ofegos Marcos falou:
—Fica tranquila, gostosa… já fiz vasectomia
Pamela olhou pro rosto transtornado daquele homem que estava debaixo dela, observou com cuidado, ele estava todo encharcado de suor, e rapidamente entendeu que não importava o que ela dissesse, aquele cara ia gozar dentro dela.
O macho metia como animal no cio, tão forte e fundo quanto conseguia, enquanto não parava as mãos: ora segurava a cintura dela, as nádegas, abraçava ela, até apertava os peitos dela enquanto chupava, até que o inevitável chegou. Do nada, Pamela sentiu um líquido viscoso e quente inundar o útero dela, escorrendo pelas paredes até começar a vazar pelos lados que ficavam livres entre os lábios que abraçavam aquela pica. Era óbvio, a quantidade de porra que ele tinha cuspido dentro era tão grande que tinha transbordado.
O homem, déspota como só ele, empurrou a mulher pra ela sair de cima. A garota, toda machucada, obedeceu, só pra se jogar de lado naquela cama imunda, enquanto Marcos começava a se vestir e Jorge já quase terminava de fazer o mesmo. Os dois caras olharam pra garota ali deitada em posição fetal, com os buracos escorrendo o sêmen que eles tinham colocado nela. Do nada, a garota ouviu um dos dois falar:
—Veste essa roupa, puta. Vou na frente pra buscar o corno do teu marido
Pamela não conseguiu identificar qual dos dois tinha dito aquilo, porque continuava chorando amargamente, mas depois de ouvir isso, lembrou por que tinha passado por tanto sofrimento. Então, como conseguiu, se levantou, procurou no chão a calcinha fio dental que tinham jogado e, como deu, se arrumou. O melhor que conseguiu, saiu da cela e pegou o corredor por onde tinha entrado. Os dois oficiais já tinham ido na frente há vários minutos, então ela estava sozinha. Nisso, passa pela cela onde antes tinha esbarrado num preso, e ele, sem perder tempo, se aproxima das grades e estica as mãos tentando alcançá-la, enquanto grita obcecado. A garota, como pôde, se jogou pro outro lado pra passar sem que o cara tocasse nela, e enquanto se afastava, só ouvia aquele homem gritando: “Encheram o tanque de leite, sua puta?”
Ao sair para os escritórios, a garota vê os dois sujeitos que tinham abusado dela sentados, tão tranquilos como se nada tivesse acontecido. Um deles faz um sinal pra ela, indicando que espere o marido no estacionamento. Ela só segue as instruções sem trocar uma palavra com eles, e minutos depois, pra surpresa dela, sai das instalações o “Antonio”, o ex-namorado dela. Depois de uma breve explicação, Antonio conta que tinha brigado com Jesus num bar onde os dois se encontraram, e por algum motivo tinham registrado ele como “Jesus”. Ao ouvir isso, a garota desaba em lágrimas, percebe que o sacrifício dela foi em vão e, humilhada, sai correndo sem dar chance pro Antonio falar.
Como pode, a garota chega em casa, só pra ir direto pro banheiro, onde imediatamente toma um banho longo e profundo que dura talvez horas. Depois disso, só se joga na cama, não quer saber de ninguém e, como consegue, cai no sono completamente, porque está exausta e dolorida. Horas depois, “Jesus” aparece em casa, completamente bêbado e reclamando que ela nunca deixou ele fazer um anal. A garota tem sentimentos confusos: de um lado, raiva, porque fez tudo aquilo pensando que era ele, e mesmo assim ele reclama; do outro, culpa, porque sabe que o marido nunca vai ser o primeiro a arrombar a buceta dela.
Como pode, o casal supera esse incidente, e um mês depois, Pamela começa a... ter uns mal-estares que depois o médico dela confirmaria que ela tá grávida, a mina se recusa a acreditar que suas suspeitas são verdade, mas meses depois, quando finalmente dá à luz um gordinho meninão, ela percebe a verdade horrível: o Marcos tinha mentido pra ela.
7 comentários - Para tirar o marido da cadeia
Muy bueno 👏 👏 👏
Gracias por compartir.