Era uma tarde bem no meio do verão e eu tava me torrando no estúdio, trabalhando num projeto que tinha que apresentar em uns dois dias, mas naquela hora já não conseguia pensar por causa do calor, muito menos diagramar com as mãos suando e fudendo meu trampo.
Decidi que ia sair pra tomar um sorvete, tem um mercadinho perto de casa e de quebra precisava tirar uma grana no banco. Tava andando pela casa só de roupa íntima, e pensei que bem que podia ter saído assim mesmo. Achei um vestidinho de praia que me deram faz tempo. Quase não usava porque era de costas nuas e eu só ia pra praia uma vez por ano no máximo, mas deu preguiça de procurar outra coisa e não precisava ir longe. Vesti ele sem sutiã, o que tirei ficou encharcado de suor no chão do quarto.
Ainda hesitei em sair com ele quando me vi no espelho, o vestido de seda colando no meu corpo molhado e, bom, resolvi levar a tanga rosa que tinha comprado agora, meio que de brincadeira pra ver a cara de paspalho dos vizinhos quando me vissem passar.
Finalmente saí na rua e não faltaram cantadas vulgares, e mais de um quase parou o carro pra me ver de perto e me oferecer de tudo. Cheguei no mercadinho depois de andar três quarteirões; vi que o banco tava cheio e fui direto pra loja comprar o sorvete e outras coisas. Na saída, perguntei pro segurança do banco (que demorou um pouco pra me responder porque não tirava os olhos dos meus mamilos soltos por baixo do vestido):
— Desculpe, já fechamos, não posso deixar a senhora entrar. — Fiquei olhando pra ele com olhos de safada e tava quase falando algo sugestivo quando saiu outro homem do banco, parecia ter uns trinta, meio de terno, como quem tava saindo do escritório. Desde que abriu a porta, me examinou de cima a baixo e, sem demora nem preguiça, disse:
— Se a senhorita precisa do banco com urgência, posso levar a outro, ou se precisar de grana emprestada... — a última parte ele quase murmurou, virando as costas pro segurança que ele não tirava os olhos de mim. Ficou me encarando sorrindo, e percebi que ele não era nada mal, não era um deus grego, mas tinha o cabelo preto liso, meio comprido, alto, olhos castanhos e um sorriso simpático. Ele me viu sorrir pela entrada dramática na conversa. Me apontou pro carro dele, que também não era nada mal, reparei no espaço que tinha no banco de trás, e insistindo me disse:
— Quer que te leve, gata? No banco ou onde você quiser.
— Ah, é que me falaram pra não sair com estranhos, não sei se posso confiar em você — ajustei o vestido um pouco, passando as mãos devagar pelos meus quadris, ele até mordeu o lábio percebendo o flerte.
— Confia que se continuar assim te levo pro céu, pra um hotel ou aqui na rua, porque você adora mostrar tudo, né, putinha — isso ele já falou no meu ouvido enquanto passava o braço na minha cintura, me levou até a porta do carona, abriu e antes de me deixar entrar, apalpou minha bunda e me beliscou.
— Bem-vinda ao Danimóvel — ele disse animado. Soltei uma gargalhada do quão idiota aquilo soou, se você tá colocando uma gostosa no carro que vai comer nos próximos minutos, se sente o Batman, querido? Perguntei quando ele entrou do outro lado, e apertando um dos meus peitos, se aproximou e me deu um beijo incrível e disse — E olha que sorte encontrar a Mulher-Gato tão disposta na rua.
— Meu apartamento não fica muito longe — ele disse — a menos que você queira mesmo aqui na rua… ahhhh
Cortei a palavra na boca dele quando agarrei a pica duríssima dele por baixo da calça de escritório, e não demorei a achar o zíper pra abaixar e liberar uma pica rosada pulsando e até meio molhada dentro da cueca.
— Então dirige — falei enquanto tirava os peitos do vestido e comecei a acariciar a pica dele primeiro devagar, depois lambi a mão inteira fazendo cara de putinha e apertei a pica dele de novo, socando uma punheta sem dó. Nos momentos em que o trânsito parava, ele acariciava meus peitos ou me Virava o rosto pra me beijar de língua com gosto de cock. Pouco depois, num sinal, agarrou minha cabeça e eu aterrissei de boca aberta e bem quentinha no pau voluptuoso dele. Com a outra mão, levantou meu vestido por trás e começou a apalpar minha bunda, e seguiu pela minha calcinha fio dental, já toda molhada, até minha pussy, e ficou brincando com as pontas dos dedos.
Percorri a cock dele da base até a ponta com a língua até prender a glande com os lábios e descer de novo minha boca pelo pau enquanto girava a língua na ponta. Olhava de lado quando ele soltava um pouco minha cabeça pra ver a cara dele se derretendo na minha boca e ele dizia – come tudo sua filha da puta, olha o que você arruma por sair assim tão putinha, cê gosta, gostosa? – e eu de resposta chupava mais forte às vezes, pra dar calafrios de prazer nele.
Continuei chupando e alternando pra bater uma punheta de novo com a mão quando meus lábios cansavam da mamada séria que eu tava dando. No fim, depois de bater mais uma e enfiar a cock dele, já escorregadia de tanta saliva, de volta na minha boca, dei um chupão longo sem parar de mexer a língua em volta da glande que já soltava umas gotinhas de cum, quando senti ele tremer das costas, agarrou minha cabeça com força contra o pau que explodiu e encheu minha garganta de cum, e ao mesmo tempo virou o volante pra evitar sei lá o que, e pisou no freio de uma vez.
– Filha da puta, filha da puta, olha como você me fez gozar tudo dentro de você e no meu terno novo, você é uma leoa, ahhh sim, engole tudo, putinha.
Terminei de limpar e engolir todo o sêmen que meu batman tinha me dado, e sorrindo me levantei pra dar um beijo de língua nele.
– Já chegamos? – perguntei com olhinhos de menina.
– Sim, conhece o lugar onde vão arrebentar sua pussy, garota.
Continua!
Me conta o que achou, é meu primeiro post na comunidade 🙂
Decidi que ia sair pra tomar um sorvete, tem um mercadinho perto de casa e de quebra precisava tirar uma grana no banco. Tava andando pela casa só de roupa íntima, e pensei que bem que podia ter saído assim mesmo. Achei um vestidinho de praia que me deram faz tempo. Quase não usava porque era de costas nuas e eu só ia pra praia uma vez por ano no máximo, mas deu preguiça de procurar outra coisa e não precisava ir longe. Vesti ele sem sutiã, o que tirei ficou encharcado de suor no chão do quarto.
Ainda hesitei em sair com ele quando me vi no espelho, o vestido de seda colando no meu corpo molhado e, bom, resolvi levar a tanga rosa que tinha comprado agora, meio que de brincadeira pra ver a cara de paspalho dos vizinhos quando me vissem passar.
Finalmente saí na rua e não faltaram cantadas vulgares, e mais de um quase parou o carro pra me ver de perto e me oferecer de tudo. Cheguei no mercadinho depois de andar três quarteirões; vi que o banco tava cheio e fui direto pra loja comprar o sorvete e outras coisas. Na saída, perguntei pro segurança do banco (que demorou um pouco pra me responder porque não tirava os olhos dos meus mamilos soltos por baixo do vestido):
— Desculpe, já fechamos, não posso deixar a senhora entrar. — Fiquei olhando pra ele com olhos de safada e tava quase falando algo sugestivo quando saiu outro homem do banco, parecia ter uns trinta, meio de terno, como quem tava saindo do escritório. Desde que abriu a porta, me examinou de cima a baixo e, sem demora nem preguiça, disse:
— Se a senhorita precisa do banco com urgência, posso levar a outro, ou se precisar de grana emprestada... — a última parte ele quase murmurou, virando as costas pro segurança que ele não tirava os olhos de mim. Ficou me encarando sorrindo, e percebi que ele não era nada mal, não era um deus grego, mas tinha o cabelo preto liso, meio comprido, alto, olhos castanhos e um sorriso simpático. Ele me viu sorrir pela entrada dramática na conversa. Me apontou pro carro dele, que também não era nada mal, reparei no espaço que tinha no banco de trás, e insistindo me disse:
— Quer que te leve, gata? No banco ou onde você quiser.
— Ah, é que me falaram pra não sair com estranhos, não sei se posso confiar em você — ajustei o vestido um pouco, passando as mãos devagar pelos meus quadris, ele até mordeu o lábio percebendo o flerte.
— Confia que se continuar assim te levo pro céu, pra um hotel ou aqui na rua, porque você adora mostrar tudo, né, putinha — isso ele já falou no meu ouvido enquanto passava o braço na minha cintura, me levou até a porta do carona, abriu e antes de me deixar entrar, apalpou minha bunda e me beliscou.
— Bem-vinda ao Danimóvel — ele disse animado. Soltei uma gargalhada do quão idiota aquilo soou, se você tá colocando uma gostosa no carro que vai comer nos próximos minutos, se sente o Batman, querido? Perguntei quando ele entrou do outro lado, e apertando um dos meus peitos, se aproximou e me deu um beijo incrível e disse — E olha que sorte encontrar a Mulher-Gato tão disposta na rua.
— Meu apartamento não fica muito longe — ele disse — a menos que você queira mesmo aqui na rua… ahhhh
Cortei a palavra na boca dele quando agarrei a pica duríssima dele por baixo da calça de escritório, e não demorei a achar o zíper pra abaixar e liberar uma pica rosada pulsando e até meio molhada dentro da cueca.
— Então dirige — falei enquanto tirava os peitos do vestido e comecei a acariciar a pica dele primeiro devagar, depois lambi a mão inteira fazendo cara de putinha e apertei a pica dele de novo, socando uma punheta sem dó. Nos momentos em que o trânsito parava, ele acariciava meus peitos ou me Virava o rosto pra me beijar de língua com gosto de cock. Pouco depois, num sinal, agarrou minha cabeça e eu aterrissei de boca aberta e bem quentinha no pau voluptuoso dele. Com a outra mão, levantou meu vestido por trás e começou a apalpar minha bunda, e seguiu pela minha calcinha fio dental, já toda molhada, até minha pussy, e ficou brincando com as pontas dos dedos.
Percorri a cock dele da base até a ponta com a língua até prender a glande com os lábios e descer de novo minha boca pelo pau enquanto girava a língua na ponta. Olhava de lado quando ele soltava um pouco minha cabeça pra ver a cara dele se derretendo na minha boca e ele dizia – come tudo sua filha da puta, olha o que você arruma por sair assim tão putinha, cê gosta, gostosa? – e eu de resposta chupava mais forte às vezes, pra dar calafrios de prazer nele.
Continuei chupando e alternando pra bater uma punheta de novo com a mão quando meus lábios cansavam da mamada séria que eu tava dando. No fim, depois de bater mais uma e enfiar a cock dele, já escorregadia de tanta saliva, de volta na minha boca, dei um chupão longo sem parar de mexer a língua em volta da glande que já soltava umas gotinhas de cum, quando senti ele tremer das costas, agarrou minha cabeça com força contra o pau que explodiu e encheu minha garganta de cum, e ao mesmo tempo virou o volante pra evitar sei lá o que, e pisou no freio de uma vez.
– Filha da puta, filha da puta, olha como você me fez gozar tudo dentro de você e no meu terno novo, você é uma leoa, ahhh sim, engole tudo, putinha.
Terminei de limpar e engolir todo o sêmen que meu batman tinha me dado, e sorrindo me levantei pra dar um beijo de língua nele.
– Já chegamos? – perguntei com olhinhos de menina.
– Sim, conhece o lugar onde vão arrebentar sua pussy, garota.
Continua!
Me conta o que achou, é meu primeiro post na comunidade 🙂
7 comentários - Levantada en el minisuper - parte 1
muy bueno!
gracias por compartir