Tudo começou uns meses atrás... uma mina me adicionou no Facebook.
Anita. Uma morena espetacular. Eu pensava: quem é essa mina? O que ela quer comigo? Ficava olhando o Facebook dela, pensando: será que essa mina vai me dar bola? Ela postava umas fotos sensacionais, linda demais, muito mais gostosa que as mulheres que aparecem na TV. Passa o rodo na Cirio (minha mina favorita, imaginem).
Começamos a conversar, no início eu meio que nem dava bola, não conhecia ela, haha, então a gente conversava pouco.
Eu de Buenos Aires, ela de Córdoba. Muita distância.
Depois a gente foi se soltando, eu gostava pra caralho dela, não era só linda, mas inteligente, divertida (coisas que eu valorizo nas mulheres além da beleza, não tem nada mais chato do que ficar com uma mina que não tem graça) e ainda por cima gostava de futebol, fanática pelo River. Mina perfeita.
Ela foi promoter. Então imagina o corpaço que ela tem! Rabão, empinado, durinho. Peitos, lindos,
toda camiseta fica justa nela. E decotes pra caralho.
A confiança foi tanta que a gente falava de tudo, e trocava ideia toda noite. Até altas horas, quase de madrugada.
Surgiu um love. A gente se curtia. Algo estranho pra duas pessoas que nunca tinham se visto pessoalmente. Mas era uma sensação muito gostosa.
Até fazíamos sexo virtual. A gente contava o que cada um tava fazendo, onde se tocava, pedia pro outro fazer coisas que a gente queria fazer... a gente se entregava.
Sempre falava pra ela que no dia que eu fosse pra Córdoba, descia do busão e primeiro dava um beijão nela, e
depois cumprimentava ela, haha.
Um dia falei:
— Vou pra Córdoba, quero te ver.
— Sério? Mesmo? Que legal, adoraria, love.
Aí fui pesquisar, procurei uma hospedagem, bonita, com todo conforto, porque era o lugar onde ia levar ela. E rolar o que eu queria que rolasse.
Comprei as passagens. E tava tudo pronto.
— Olha, chego sexta ao meio-dia. Vou passar o fim de semana com você. Se arruma bem gostosa. Me espera no terminal.
— Sim, love, vou comprar umas roupas bem lindas. você vai ver.
Chega sexta-feira. Nervoso a viagem inteira, umas 10 horas. Desço do ônibus. E lá estava ela.
Morena, blusinha preta decotada, saia preta, que brincava com o curto. Quase dava pra ver a
raba. Ela se destacava na estação inteira. Enquanto eu me aproximava, via os outros caras olhando pra ela, e as mulheres morrendo de inveja. Eu pensando: — Olha a morena que tá me esperando.
E foi assim, ela me viu, e a gente se deu um beijo sensual, de língua, como se se conhecesse a vida toda. Brincamos com as línguas. Eu levantava ela, e com certeza a raba dela apareceu toda. Uma excitação.
Um tempão, a gente não queria parar.
— Oi. Falei quando o beijo acabou. — Viu, te falei que depois te cumprimentava, hehe.
— Oi, love. Ela disse sorrindo. — Que lindo te ver.
— Sim, love, eu também. Vamos, sou todo seu.
Pegamos um táxi e fomos pro hotel...
Entramos no quarto, joguei a mochila no chão, e começamos a nos beijar. Com uma vontade que a gente tinha há muito tempo.
Queria olhar ela toda. Tirei a roupa dela bem devagar. Aproveitar cada centímetro. Tirei a blusa.
Depois desci a saia.
— Olha o que comprei, love. Ela falou.
Um conjuntinho vermelho, fio dental e sutiã. Que me excitou na hora. Tava encantado!!!
— Uau! Linda, love!.
E aí comecei a beijar ela toda. Apalpar aqueles peitões. A raba, com o fio dental minúsculo que se enfiava.
Ela me dominava. Começou a tirar minha roupa, eu me deixava levar. Não parou até me deixar pelado.
Ela me empurrou na cama e começou a me beijar. Minha boca, meu pescoço, meu peito, minha barriga, e as mãos dela me acariciavam inteiro. Colocou as mãos no meu pau, que já tava duro desde que vi ela.
Começou a me punhetar e brincar com meu pau. Sabia o que fazia. Sabia controlar o ritmo. Eu me contorcia
de prazer, mas ela não me fazia gozar. Queria me aproveitar. Eu fechava os olhos de tesão e não acreditava no que tava rolando. De repente, sinto meu pau entrando na boca dela. Abro meus
olhos e ela me olha, e tava chupando ele. inteira. Deixava um tempinho na boca, entrava o máximo que dava, aguentava, isso me deixava louco. Ela se engasgava, e tirava tudo misturado com a saliva dela. E repetia de novo.
— Cê gosta, amor, do que eu tô fazendo?
— Sim, adoro, vida.
— Te falei que ia te fazer passar por coisas que você nunca tinha experimentado.
É verdade, me fez sentir um rei. Nunca tinha sentido, e nunca uma mulher tinha feito algo assim comigo. O melhor boquete que já tive.
— Quero seu gozo, amor, goza na minha boquinha?
— Sim, meu amor, já vou gozar.
Ana começa a aumentar o ritmo da chupada, às vezes sem usar as mãos, só a boquinha dela de lábios vermelhos, linda. Eu via a cabeça dela fazendo todo o movimento.
— Aiiii, vou gozar! E de repente soltei dois jatos de porra toda na boca dela. Ela tenta engolir tudo, mas não consegue porque é demais e escorre pela beirada da boca. Deixando cair umas gotas nos lábios dela, e no queixo.
— Que gozo gostoso! Adoro, amor. Ela fala enquanto com a mão se limpa, se lambe e engole o resto. Me limpa a pica e me olha com aquela carinha doce que eu amo.
Continuo beijando ela. Eu pelado, ela ainda de calcinha e sutiã. Tiro tudo devagar. A roupa íntima escondia um corpo espetacular. Uns peitos enormes, firmes, que não hesitei em beijar e lamber. Ela gemia, eu percebia que adorava o que eu tava fazendo.
Comecei a descer devagar. A barriguinha dela, era ideal, perfeita. Macia. Fui descendo, peguei as coxas dela, beijando. Cheguei na buceta dela, depilada, perfumada, era linda. Meti a língua e comecei a lamber ela toda. Sinto que faz efeito. Ela cada vez mais excitada.
— Isso, continua assim, amor.
Ela apoia a mão na minha cabeça, e faz eu meter ainda mais com a boca. Ela gemia, gritava. Eu não parava de lamber a buceta dela, o clitóris. Comecei a sentir os fluidos dela, fazia ela gozar. Nós dois ofegantes.
Provoquei o primeiro orgasmo nela. Levantei o olhar, vi ela agitada, entregue e sorrindo pra mim.
Volto a subir, abraço ela, e nos beijamos de novo. Nos tocando, nos acariciando. Eu tocava a buceta dela, toda molhada. Ela pegou na minha pica e começou a me bater uma. A gente tava na sintonia.
Eu fico duro de novo. E foi o sinal que ela teve pra enfiar ela mesma na buceta dela.
Sinto ela, molhada, quente, e quando enfia, solta um gemidinho. Eu também.
Eu por cima dela. Seguro as mãos dela. Nossos dedos entrelaçados. E levanto os braços dela pra cima, contra o travesseiro. Aumento o ritmo. Ela aperta mais minhas mãos. Quase marcando com as unhas.
Vou mais rápido e forte. Quase sem ar os dois, respiração ofegante. Gemendo muito.
— Sim, sim, sim. Continua assim, amor, mais forte. — Ela fala.
Ela grita.
Beijo ela, calando o grito. Sinto outro orgasmo dela.
Continuo aumentando o ritmo. Entregue.
Sem avisar, eu saio e gozo nos peitos dela. Jatos entrecortados do meu leite, banhando ela. Parte dos peitos, pescoço, boca. Caímos exaustos os dois.
— Que lindo isso, amor. — Ela fala, sorrindo.
— Sim, vida. Como se a gente se conhecesse há uma vida inteira.
Ela levanta. Vai pro banheiro. E volta limpinha. Com um doce na boca.
Deita do meu lado. Abraçados. A gente fica descansando. Ela dorme.
Eu olho ela dormir. E penso: esse vai ser o melhor fim de semana da minha vida.
Que já vou contar o resto.
Anita. Uma morena espetacular. Eu pensava: quem é essa mina? O que ela quer comigo? Ficava olhando o Facebook dela, pensando: será que essa mina vai me dar bola? Ela postava umas fotos sensacionais, linda demais, muito mais gostosa que as mulheres que aparecem na TV. Passa o rodo na Cirio (minha mina favorita, imaginem).
Começamos a conversar, no início eu meio que nem dava bola, não conhecia ela, haha, então a gente conversava pouco.
Eu de Buenos Aires, ela de Córdoba. Muita distância.
Depois a gente foi se soltando, eu gostava pra caralho dela, não era só linda, mas inteligente, divertida (coisas que eu valorizo nas mulheres além da beleza, não tem nada mais chato do que ficar com uma mina que não tem graça) e ainda por cima gostava de futebol, fanática pelo River. Mina perfeita.
Ela foi promoter. Então imagina o corpaço que ela tem! Rabão, empinado, durinho. Peitos, lindos,
toda camiseta fica justa nela. E decotes pra caralho.
A confiança foi tanta que a gente falava de tudo, e trocava ideia toda noite. Até altas horas, quase de madrugada.
Surgiu um love. A gente se curtia. Algo estranho pra duas pessoas que nunca tinham se visto pessoalmente. Mas era uma sensação muito gostosa.
Até fazíamos sexo virtual. A gente contava o que cada um tava fazendo, onde se tocava, pedia pro outro fazer coisas que a gente queria fazer... a gente se entregava.
Sempre falava pra ela que no dia que eu fosse pra Córdoba, descia do busão e primeiro dava um beijão nela, e
depois cumprimentava ela, haha.
Um dia falei:
— Vou pra Córdoba, quero te ver.
— Sério? Mesmo? Que legal, adoraria, love.
Aí fui pesquisar, procurei uma hospedagem, bonita, com todo conforto, porque era o lugar onde ia levar ela. E rolar o que eu queria que rolasse.
Comprei as passagens. E tava tudo pronto.
— Olha, chego sexta ao meio-dia. Vou passar o fim de semana com você. Se arruma bem gostosa. Me espera no terminal.
— Sim, love, vou comprar umas roupas bem lindas. você vai ver.
Chega sexta-feira. Nervoso a viagem inteira, umas 10 horas. Desço do ônibus. E lá estava ela.
Morena, blusinha preta decotada, saia preta, que brincava com o curto. Quase dava pra ver a
raba. Ela se destacava na estação inteira. Enquanto eu me aproximava, via os outros caras olhando pra ela, e as mulheres morrendo de inveja. Eu pensando: — Olha a morena que tá me esperando.
E foi assim, ela me viu, e a gente se deu um beijo sensual, de língua, como se se conhecesse a vida toda. Brincamos com as línguas. Eu levantava ela, e com certeza a raba dela apareceu toda. Uma excitação.
Um tempão, a gente não queria parar.
— Oi. Falei quando o beijo acabou. — Viu, te falei que depois te cumprimentava, hehe.
— Oi, love. Ela disse sorrindo. — Que lindo te ver.
— Sim, love, eu também. Vamos, sou todo seu.
Pegamos um táxi e fomos pro hotel...
Entramos no quarto, joguei a mochila no chão, e começamos a nos beijar. Com uma vontade que a gente tinha há muito tempo.
Queria olhar ela toda. Tirei a roupa dela bem devagar. Aproveitar cada centímetro. Tirei a blusa.
Depois desci a saia.
— Olha o que comprei, love. Ela falou.
Um conjuntinho vermelho, fio dental e sutiã. Que me excitou na hora. Tava encantado!!!
— Uau! Linda, love!.
E aí comecei a beijar ela toda. Apalpar aqueles peitões. A raba, com o fio dental minúsculo que se enfiava.
Ela me dominava. Começou a tirar minha roupa, eu me deixava levar. Não parou até me deixar pelado.
Ela me empurrou na cama e começou a me beijar. Minha boca, meu pescoço, meu peito, minha barriga, e as mãos dela me acariciavam inteiro. Colocou as mãos no meu pau, que já tava duro desde que vi ela.
Começou a me punhetar e brincar com meu pau. Sabia o que fazia. Sabia controlar o ritmo. Eu me contorcia
de prazer, mas ela não me fazia gozar. Queria me aproveitar. Eu fechava os olhos de tesão e não acreditava no que tava rolando. De repente, sinto meu pau entrando na boca dela. Abro meus
olhos e ela me olha, e tava chupando ele. inteira. Deixava um tempinho na boca, entrava o máximo que dava, aguentava, isso me deixava louco. Ela se engasgava, e tirava tudo misturado com a saliva dela. E repetia de novo.
— Cê gosta, amor, do que eu tô fazendo?
— Sim, adoro, vida.
— Te falei que ia te fazer passar por coisas que você nunca tinha experimentado.
É verdade, me fez sentir um rei. Nunca tinha sentido, e nunca uma mulher tinha feito algo assim comigo. O melhor boquete que já tive.
— Quero seu gozo, amor, goza na minha boquinha?
— Sim, meu amor, já vou gozar.
Ana começa a aumentar o ritmo da chupada, às vezes sem usar as mãos, só a boquinha dela de lábios vermelhos, linda. Eu via a cabeça dela fazendo todo o movimento.
— Aiiii, vou gozar! E de repente soltei dois jatos de porra toda na boca dela. Ela tenta engolir tudo, mas não consegue porque é demais e escorre pela beirada da boca. Deixando cair umas gotas nos lábios dela, e no queixo.
— Que gozo gostoso! Adoro, amor. Ela fala enquanto com a mão se limpa, se lambe e engole o resto. Me limpa a pica e me olha com aquela carinha doce que eu amo.
Continuo beijando ela. Eu pelado, ela ainda de calcinha e sutiã. Tiro tudo devagar. A roupa íntima escondia um corpo espetacular. Uns peitos enormes, firmes, que não hesitei em beijar e lamber. Ela gemia, eu percebia que adorava o que eu tava fazendo.
Comecei a descer devagar. A barriguinha dela, era ideal, perfeita. Macia. Fui descendo, peguei as coxas dela, beijando. Cheguei na buceta dela, depilada, perfumada, era linda. Meti a língua e comecei a lamber ela toda. Sinto que faz efeito. Ela cada vez mais excitada.
— Isso, continua assim, amor.
Ela apoia a mão na minha cabeça, e faz eu meter ainda mais com a boca. Ela gemia, gritava. Eu não parava de lamber a buceta dela, o clitóris. Comecei a sentir os fluidos dela, fazia ela gozar. Nós dois ofegantes.
Provoquei o primeiro orgasmo nela. Levantei o olhar, vi ela agitada, entregue e sorrindo pra mim.
Volto a subir, abraço ela, e nos beijamos de novo. Nos tocando, nos acariciando. Eu tocava a buceta dela, toda molhada. Ela pegou na minha pica e começou a me bater uma. A gente tava na sintonia.
Eu fico duro de novo. E foi o sinal que ela teve pra enfiar ela mesma na buceta dela.
Sinto ela, molhada, quente, e quando enfia, solta um gemidinho. Eu também.
Eu por cima dela. Seguro as mãos dela. Nossos dedos entrelaçados. E levanto os braços dela pra cima, contra o travesseiro. Aumento o ritmo. Ela aperta mais minhas mãos. Quase marcando com as unhas.
Vou mais rápido e forte. Quase sem ar os dois, respiração ofegante. Gemendo muito.
— Sim, sim, sim. Continua assim, amor, mais forte. — Ela fala.
Ela grita.
Beijo ela, calando o grito. Sinto outro orgasmo dela.
Continuo aumentando o ritmo. Entregue.
Sem avisar, eu saio e gozo nos peitos dela. Jatos entrecortados do meu leite, banhando ela. Parte dos peitos, pescoço, boca. Caímos exaustos os dois.
— Que lindo isso, amor. — Ela fala, sorrindo.
— Sim, vida. Como se a gente se conhecesse há uma vida inteira.
Ela levanta. Vai pro banheiro. E volta limpinha. Com um doce na boca.
Deita do meu lado. Abraçados. A gente fica descansando. Ela dorme.
Eu olho ela dormir. E penso: esse vai ser o melhor fim de semana da minha vida.
Que já vou contar o resto.
1 comentários - Terceiro conto... É só adicionar...