Outro relato foda!!! E curtinho pra ler.
Ela é pra todo mundo.
Quando decidi oferecer minha mulher pra qualquer um que precisasse, não pensei que a gente fosse se divertir tanto, tanto ela quanto eu, e que íamos curtir tanto essas experiências.
Minha mulher sabe que essas experiências podem rolar planejadas por nós dois, ou podem ser improvisadas tanto por ela quanto por mim. Foi assim a última que vou contar agora.
A gente tinha decidido ir fazer compras no centro e pegou o trem urbano que ia levar a gente até o destino.
Quando entramos no trem, mesmo não sendo horário de pico, tava bem cheio e a gente teve que ficar em pé, igual um monte de gente. Minha mulher tava de frente pra mim, e eu via por cima dela o resto dos passageiros. Entre eles, vi um negão de quase dois metros, que não devia ter mais de 20 anos, e reparando um pouco na virilha dele, dava pra ver que marcava um pau daqueles de infarto.
Olhei pra ele umas duas vezes e vi que ele não tirava os olhos da bunda da minha mulher. Ela tinha vestido uma saia não muito curta, mas daquelas bem rodadas e que não são justas. Vendo o interesse dele, comecei a considerar a possibilidade de dar um presente pra ele e pra minha mulher, que tá sempre pronta pra esse tipo de agrado.
Na parada seguinte, entraram mais passageiros, o que fez a gente ficar mais apertado. Aí, vendo que o negão tinha encostado as costas numa das paredes do vagão, virei minha mulher e, ainda de frente pra mim, coloquei ela de costas pro cara, totalmente alinhada com o corpo dele. Encostei minha boca no ouvido dela e falei: "Se prepara que a gente vai se divertir um pouco." O cara continuava com o olhar fixo na bunda da minha mulher, ainda mais agora que tava tão perto e que com certeza imaginava o que podia estar escondido debaixo daquela saia bem rodada.
Num dos vários ajustes que a gente faz pra se acomodar, empurrei um pouco minha mulher, que teve que se apoiar com a corpo sobre o dele, eu fazia um pouco de pressão pra que o contato fosse intenso o suficiente sem que, de início, as intenções ficassem muito na cara. A cara que o negão fez foi de incredulidade e um pouco de tensão, ele me olhou nos olhos como quem perguntava o que era aquilo, e eu deixei claro que não tinha problema, que tava tudo sob controle.
Aí ele já não pareceu ter mais problema em fazer, do lado dele, a pressão necessária no corpo da mulher pra que ela começasse a sentir qual ia ser a surpresa prometida.
Pela expressão no rosto da minha mulher, comecei a perceber que as minhas previsões sobre o instrumento do negão não estavam erradas.
Minha mulher começou a reboltar a bunda pra frente e pra trás, fazendo força o suficiente pra sentir o pacote do moreno. Quando ela vinha pra frente, era a vez do meu, que tava ficando duro que nem pedra só de imaginar a situação.
Ela chegou perto de mim e falou: "Você não tem ideia do tamanho da surpresa." Pela sua cara, "já imagino", eu respondi.
"Não sei como seria possível, amor, mas eu queria que ele metesse. Tô com vontade de sentir essa estaca na minha buceta." "Tá bom, a gente vai conseguir, não se preocupa."
Vendo que o negão cada vez se soltava mais e empurrava com tudo, passei as mãos por trás da cintura da minha mulher e separei as bandas dela pra que ela pudesse sentir o troço do negão na racha dela, que eu imaginava já devia estar cheia de sucos. Conforme eu separava as bandas da minha mulher, senti com o dorso da mão a dimensão que o instrumento do cara tinha tomado, e não me surpreendeu que minha mulher quisesse ele dentro. Aí o que eu fiz foi levantar a saia da minha mulher pela parte de trás e apoiar ela na parte da frente do negão pra tampar o instrumento que a qualquer momento ia ser liberado da jaula. Eu continuei apalpando as bandas da minha mulher e toquei com um dos meus dedos a extensão da racha dela. verificando que ela estava completamente molhada.
Naquele momento, o negão abriu a braguilha e encostou a cabeça da pica enorme dele na minha fenda que estava semiaberta. Minha mulher fechou os olhos com uma cara de felicidade imensa, passando a língua nos lábios diante das sensações que começava a sentir.
Naquele momento, o negão, que não tinha dito absolutamente nada, se aproximou do meu rosto e falou: "abre aí que vou enfiar". Minha mulher deu um pulo e soltou um bufido contido. Eu afastei a calcinha para o lado e, eu mesmo pegando a pica, apontei na entrada da fenda molhada da minha mulher, que já não aguentava mais ficar sem sentir aquele pedaço dentro dela.
O negão começou a enfiar suavemente a pica na buceta da minha mulher, que não conseguia disfarçar o prazer imenso que ele estava proporcionando. Ela aproximava o rosto do meu para tentar esconder de alguma forma o tesão que a dominava. O cara continuava subindo e descendo com discrição, e minha mulher ajustava o corpo para sentir em toda a dimensão e grossura aquela delícia que estavam metendo nela.
"É imensa, amor, tá me deixando louca. Que pica que esse cara tem. Não sei se conseguiria colocar essa pica na boca, me sinto completamente cheia."
Eu continuava ajudando na enfiada, abrindo as nádegas da minha mulher cada vez que sentia o negão empurrar o corpo contra ela, percebendo e às vezes tocando o imenso pauzão enquanto entrava e saía. O negão não conseguia disfarçar o prazer crescente e começou a respirar pesado de forma contida, o que eu achava que não era suficiente. Alguns olhares e comentários dos "vizinhos" começavam a mostrar que já não éramos totalmente anônimos na nossa brincadeira.
"Amor, não aguento mais, acho que vou gozar a qualquer momento."
"Quando for gozar, me avisa."
Conhecendo minha mulher, eu tinha que fazer algo para que o resto do vagão não percebesse. O negão, pela expressão no rosto, também já não aguentava muito mais, e foi o que eu disse a ela. mulher.
Quando minha mulher começou a apertar minhas costas com mais força, eu coloquei meus lábios nos dela e abafei a explosão de sensações que ela tava sentindo com uma gozada que depois ela disse que tinha sido bestial, pelo tempo que ela ficou apertando minhas costas, além de intenso, foi de uma duração enorme. Conforme ela começava a relaxar, eu via na expressão do rosto dela, notei de novo uma mudança na cara dela que claramente era por causa do momento em que o cara tava gozando dentro dela. O preto bufava igual um touro e já não tinha mais jeito dos "vizinhos" não se escandalizarem com o que tava rolando. O que nos salvou foi que nessa hora a gente chegou na estação, eu coloquei a calcinha da minha mulher no lugar e, saindo, a gente se misturou com o público pra não ser vaiado por causa do que eles tinham sofrido. Suspeito que muitos deles curtiram o nosso jogo.
Ela é pra todo mundo.
Quando decidi oferecer minha mulher pra qualquer um que precisasse, não pensei que a gente fosse se divertir tanto, tanto ela quanto eu, e que íamos curtir tanto essas experiências.
Minha mulher sabe que essas experiências podem rolar planejadas por nós dois, ou podem ser improvisadas tanto por ela quanto por mim. Foi assim a última que vou contar agora.
A gente tinha decidido ir fazer compras no centro e pegou o trem urbano que ia levar a gente até o destino.
Quando entramos no trem, mesmo não sendo horário de pico, tava bem cheio e a gente teve que ficar em pé, igual um monte de gente. Minha mulher tava de frente pra mim, e eu via por cima dela o resto dos passageiros. Entre eles, vi um negão de quase dois metros, que não devia ter mais de 20 anos, e reparando um pouco na virilha dele, dava pra ver que marcava um pau daqueles de infarto.
Olhei pra ele umas duas vezes e vi que ele não tirava os olhos da bunda da minha mulher. Ela tinha vestido uma saia não muito curta, mas daquelas bem rodadas e que não são justas. Vendo o interesse dele, comecei a considerar a possibilidade de dar um presente pra ele e pra minha mulher, que tá sempre pronta pra esse tipo de agrado.
Na parada seguinte, entraram mais passageiros, o que fez a gente ficar mais apertado. Aí, vendo que o negão tinha encostado as costas numa das paredes do vagão, virei minha mulher e, ainda de frente pra mim, coloquei ela de costas pro cara, totalmente alinhada com o corpo dele. Encostei minha boca no ouvido dela e falei: "Se prepara que a gente vai se divertir um pouco." O cara continuava com o olhar fixo na bunda da minha mulher, ainda mais agora que tava tão perto e que com certeza imaginava o que podia estar escondido debaixo daquela saia bem rodada.
Num dos vários ajustes que a gente faz pra se acomodar, empurrei um pouco minha mulher, que teve que se apoiar com a corpo sobre o dele, eu fazia um pouco de pressão pra que o contato fosse intenso o suficiente sem que, de início, as intenções ficassem muito na cara. A cara que o negão fez foi de incredulidade e um pouco de tensão, ele me olhou nos olhos como quem perguntava o que era aquilo, e eu deixei claro que não tinha problema, que tava tudo sob controle.
Aí ele já não pareceu ter mais problema em fazer, do lado dele, a pressão necessária no corpo da mulher pra que ela começasse a sentir qual ia ser a surpresa prometida.
Pela expressão no rosto da minha mulher, comecei a perceber que as minhas previsões sobre o instrumento do negão não estavam erradas.
Minha mulher começou a reboltar a bunda pra frente e pra trás, fazendo força o suficiente pra sentir o pacote do moreno. Quando ela vinha pra frente, era a vez do meu, que tava ficando duro que nem pedra só de imaginar a situação.
Ela chegou perto de mim e falou: "Você não tem ideia do tamanho da surpresa." Pela sua cara, "já imagino", eu respondi.
"Não sei como seria possível, amor, mas eu queria que ele metesse. Tô com vontade de sentir essa estaca na minha buceta." "Tá bom, a gente vai conseguir, não se preocupa."
Vendo que o negão cada vez se soltava mais e empurrava com tudo, passei as mãos por trás da cintura da minha mulher e separei as bandas dela pra que ela pudesse sentir o troço do negão na racha dela, que eu imaginava já devia estar cheia de sucos. Conforme eu separava as bandas da minha mulher, senti com o dorso da mão a dimensão que o instrumento do cara tinha tomado, e não me surpreendeu que minha mulher quisesse ele dentro. Aí o que eu fiz foi levantar a saia da minha mulher pela parte de trás e apoiar ela na parte da frente do negão pra tampar o instrumento que a qualquer momento ia ser liberado da jaula. Eu continuei apalpando as bandas da minha mulher e toquei com um dos meus dedos a extensão da racha dela. verificando que ela estava completamente molhada.
Naquele momento, o negão abriu a braguilha e encostou a cabeça da pica enorme dele na minha fenda que estava semiaberta. Minha mulher fechou os olhos com uma cara de felicidade imensa, passando a língua nos lábios diante das sensações que começava a sentir.
Naquele momento, o negão, que não tinha dito absolutamente nada, se aproximou do meu rosto e falou: "abre aí que vou enfiar". Minha mulher deu um pulo e soltou um bufido contido. Eu afastei a calcinha para o lado e, eu mesmo pegando a pica, apontei na entrada da fenda molhada da minha mulher, que já não aguentava mais ficar sem sentir aquele pedaço dentro dela.
O negão começou a enfiar suavemente a pica na buceta da minha mulher, que não conseguia disfarçar o prazer imenso que ele estava proporcionando. Ela aproximava o rosto do meu para tentar esconder de alguma forma o tesão que a dominava. O cara continuava subindo e descendo com discrição, e minha mulher ajustava o corpo para sentir em toda a dimensão e grossura aquela delícia que estavam metendo nela.
"É imensa, amor, tá me deixando louca. Que pica que esse cara tem. Não sei se conseguiria colocar essa pica na boca, me sinto completamente cheia."
Eu continuava ajudando na enfiada, abrindo as nádegas da minha mulher cada vez que sentia o negão empurrar o corpo contra ela, percebendo e às vezes tocando o imenso pauzão enquanto entrava e saía. O negão não conseguia disfarçar o prazer crescente e começou a respirar pesado de forma contida, o que eu achava que não era suficiente. Alguns olhares e comentários dos "vizinhos" começavam a mostrar que já não éramos totalmente anônimos na nossa brincadeira.
"Amor, não aguento mais, acho que vou gozar a qualquer momento."
"Quando for gozar, me avisa."
Conhecendo minha mulher, eu tinha que fazer algo para que o resto do vagão não percebesse. O negão, pela expressão no rosto, também já não aguentava muito mais, e foi o que eu disse a ela. mulher.
Quando minha mulher começou a apertar minhas costas com mais força, eu coloquei meus lábios nos dela e abafei a explosão de sensações que ela tava sentindo com uma gozada que depois ela disse que tinha sido bestial, pelo tempo que ela ficou apertando minhas costas, além de intenso, foi de uma duração enorme. Conforme ela começava a relaxar, eu via na expressão do rosto dela, notei de novo uma mudança na cara dela que claramente era por causa do momento em que o cara tava gozando dentro dela. O preto bufava igual um touro e já não tinha mais jeito dos "vizinhos" não se escandalizarem com o que tava rolando. O que nos salvou foi que nessa hora a gente chegou na estação, eu coloquei a calcinha da minha mulher no lugar e, saindo, a gente se misturou com o público pra não ser vaiado por causa do que eles tinham sofrido. Suspeito que muitos deles curtiram o nosso jogo.
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