A história a seguir é real, por isso vou mentir nos nomes dos protagonistas pra preservar a identidade, já que o P! é um site muito lido.
Tenho 37 anos, moro com a Araceli, uma mina um ano mais velha que eu. Ela é muito gostosa, se cuida bem porque faz natação 3 vezes por semana. O que mais se destaca no corpo dela são os 110 de peito que ela tem, impressionantes!... Ela também trabalha como professora numa escola de ensino médio.
Já eu, sempre fui muito tarado e viciado em punheta, com um fetiche que me acompanha desde os 11 anos: fico louco pra cheirar, ver, tocar e roubar, quando posso, calcinhas de mulheres que tenho acesso, seja do banheiro, do tanque ou do cesto de roupa suja.
Com esse tema, entrei uma vez num chat e conheci um cara que na época tinha 17 anos. Ele me contou que tinha o mesmo fetiche e que batia muita punheta com as calcinhas da irmã, de alguma amiga e até da mãe dele.
Fomos ganhando confiança, conversando cada vez mais, trocando fotos, sempre com o assunto das calcinhas presente, até que um dia surgiu a ideia de marcar um encontro pra trocar as peças, deixando claro que ambos éramos 100% héteros e que não tínhamos outro motivo além de compartilhar uma punheta com o mesmo objeto de tesão.
Combinamos tudo e chegou a manhã em que o Ezequiel veio na minha casa. Ele entrou na sala, sentou e tirou da mochila 3 calcinhas que tinha conseguido, dizendo: "Olha, consegui trazer isso". Eu respondi: "Legal, espera aí que vou pegar umas da Araceli" e fui pro tanque.
Quando voltei, ele apontou pra um porta-retratos na parede e perguntou: "Essa é a sua mulher?" Respondi que sim, e ele disse: "Não, não acredito! Ela foi minha professora no ano passado!!"
Confesso que por alguns segundos fiquei sem saber o que dizer nem o que fazer... O cara falou: "Desculpa... eu não sabia..."
Por um lado, eu sentia culpa; por outro, um tesão do caralho. O fato de estar prestes a bater uma com um cara que conhecia minha mulher era demais pra mim, mas criei coragem e falei "já foi, vamos fazer o que viemos fazer" e dei pra ele uma calcinha rosa que minha mulher tinha tirado de manhã cedo antes de tomar banho. Ele me disse: "toma, essas duas são da minha irmã e essa é de uma amiga".
Comecei a cheirar elas e o cara fez o mesmo com a da minha mulher. Depois de alguns minutos, já estávamos a todo vapor, mas ninguém dava o primeiro passo. Então falei: "se não te incomoda, vou bater uma". Ele respondeu: "não, fica à vontade"... Eu tirei a rola enquanto dizia: "bom, você também tira a sua".
"Me dá um pouco de vergonha... embora não seja a primeira vez... já dediquei várias pra ela..."
Então ele começou a me contar que no colégio, com os amigos, chamavam minha mulher de "A peituda" e que sempre comentavam sobre ela, e que ela sempre o deixava muito excitado, que não acreditava que estava cheirando uma calcinha dela...
Eu já não aguentava mais de tanto tesão e falei: "me conta mais, me diz o que te excita na minha mulher..."
"Tudo, os peitos, o rosto, a boca, como ela fala, como marca a buceta na calça jeans..." Ele não terminou de falar essa frase quando gozou de um jeito impressionante, e eu também gozei pra caralho com toda essa sequência e o cheirinho da irmã dele no meu nariz.
A partir daí, viramos amigos. Ele vem direto aqui em casa e a gente bate umas juntas, sempre falando da "professora dele", cheirando calcinhas... Ele é um cara super respeitoso, sério, na dele. Eu gosto de contar as coisas pra ele, e ele gosta de ser o punheteiro da minha mulher.
Tenho 37 anos, moro com a Araceli, uma mina um ano mais velha que eu. Ela é muito gostosa, se cuida bem porque faz natação 3 vezes por semana. O que mais se destaca no corpo dela são os 110 de peito que ela tem, impressionantes!... Ela também trabalha como professora numa escola de ensino médio.
Já eu, sempre fui muito tarado e viciado em punheta, com um fetiche que me acompanha desde os 11 anos: fico louco pra cheirar, ver, tocar e roubar, quando posso, calcinhas de mulheres que tenho acesso, seja do banheiro, do tanque ou do cesto de roupa suja.
Com esse tema, entrei uma vez num chat e conheci um cara que na época tinha 17 anos. Ele me contou que tinha o mesmo fetiche e que batia muita punheta com as calcinhas da irmã, de alguma amiga e até da mãe dele.
Fomos ganhando confiança, conversando cada vez mais, trocando fotos, sempre com o assunto das calcinhas presente, até que um dia surgiu a ideia de marcar um encontro pra trocar as peças, deixando claro que ambos éramos 100% héteros e que não tínhamos outro motivo além de compartilhar uma punheta com o mesmo objeto de tesão.
Combinamos tudo e chegou a manhã em que o Ezequiel veio na minha casa. Ele entrou na sala, sentou e tirou da mochila 3 calcinhas que tinha conseguido, dizendo: "Olha, consegui trazer isso". Eu respondi: "Legal, espera aí que vou pegar umas da Araceli" e fui pro tanque.
Quando voltei, ele apontou pra um porta-retratos na parede e perguntou: "Essa é a sua mulher?" Respondi que sim, e ele disse: "Não, não acredito! Ela foi minha professora no ano passado!!"
Confesso que por alguns segundos fiquei sem saber o que dizer nem o que fazer... O cara falou: "Desculpa... eu não sabia..."
Por um lado, eu sentia culpa; por outro, um tesão do caralho. O fato de estar prestes a bater uma com um cara que conhecia minha mulher era demais pra mim, mas criei coragem e falei "já foi, vamos fazer o que viemos fazer" e dei pra ele uma calcinha rosa que minha mulher tinha tirado de manhã cedo antes de tomar banho. Ele me disse: "toma, essas duas são da minha irmã e essa é de uma amiga".
Comecei a cheirar elas e o cara fez o mesmo com a da minha mulher. Depois de alguns minutos, já estávamos a todo vapor, mas ninguém dava o primeiro passo. Então falei: "se não te incomoda, vou bater uma". Ele respondeu: "não, fica à vontade"... Eu tirei a rola enquanto dizia: "bom, você também tira a sua".
"Me dá um pouco de vergonha... embora não seja a primeira vez... já dediquei várias pra ela..."
Então ele começou a me contar que no colégio, com os amigos, chamavam minha mulher de "A peituda" e que sempre comentavam sobre ela, e que ela sempre o deixava muito excitado, que não acreditava que estava cheirando uma calcinha dela...
Eu já não aguentava mais de tanto tesão e falei: "me conta mais, me diz o que te excita na minha mulher..."
"Tudo, os peitos, o rosto, a boca, como ela fala, como marca a buceta na calça jeans..." Ele não terminou de falar essa frase quando gozou de um jeito impressionante, e eu também gozei pra caralho com toda essa sequência e o cheirinho da irmã dele no meu nariz.
A partir daí, viramos amigos. Ele vem direto aqui em casa e a gente bate umas juntas, sempre falando da "professora dele", cheirando calcinhas... Ele é um cara super respeitoso, sério, na dele. Eu gosto de contar as coisas pra ele, e ele gosta de ser o punheteiro da minha mulher.
11 comentários - A buceta da minha esposa (conto fetichista)