Chapeuzinho Vermelho e o Lobo 10
De manhã, acordei sentindo a Denisse chupando minha rola, era uma delÃcia, mas assim que acordei, ela parou.
— Vamos, vagabundo... você tem que ir depilar... já pedi horário pra você e já falei o que quero que façam... é só ir... daqui pra frente, quero que você mesmo cuide de ficar sempre depilado... se quiser, posso te ensinar a fazer com cera... assim você não precisa ir a lugar nenhum... o que acha? — eu ia falar um "mas", me interrompi e disse que achava perfeito tudo o que ela queria.
Realmente, achei muito desconfortável a questão da depilação. Primeiro, depilaram a parte da frente das pernas. Tive uma ereção, não sei se por causa do calor, da sensação, ou por ser uma garota fazendo aquilo. Ela disse pra eu não me preocupar, que acontecia com muitos caras. Depois, depilaram a parte de trás e, quando depilaram minha bunda, fiquei excitadÃssimo.
Quando cheguei em casa, a Denisse estava encantada. Ela acariciou minha bunda por um bom tempo e repetiu que me queria sempre assim, que meu cu tava lindo pra acariciar e que com certeza Ãamos descobrir coisas novas pra fazer. Também disse que eu podia ir jogar futebol, que o Tomy tinha algo pra fazer, mas que ele ia me buscar no futebol porque queria falar comigo a sós. Depois, se estivesse tudo bem, a gente ia pra casa junto. O dia parecia não ter fim. No futebol, meus amigos notaram minhas pernas e zoaram um pouco. Falei que gostava mais assim. E o assunto morreu ali. Nunca tomava banho com eles, então, por sorte, ninguém viu minha bunda depilada. Falei que tinha que vazar rápido. Na porta, o Tomás estava me esperando. Ele disse pra irmos tomar uma cerveja, que queria conversar um pouco comigo.
Sentamos no bar. Ele pediu a cerveja e foi o primeiro a falar.
— Olha, DarÃo, eu me criei na rua desde muito novo. Meu velho largou a gente quando eu era moleque e tive que sair pra trampar. Me criei na porrada, nos socos, mas Principalmente na rua, aprendi a distinguir as pessoas, os malandros dos gente boa, e assim que te vi, soube que você é gente boa. Não entendo por que você curte a ideia de ver sua mulher com outro, mas sinceramente não me importa e até me excita. O que quero saber é como vamos jogar... — fiquei em silêncio por um tempo, não sabia o que dizer — olha, primeiro de tudo, pra mim, o que rolar entre nós três termina ali e ninguém fica sabendo. Pelo menos pode ter certeza que ninguém vai saber nada por mim. Já tomei muita porrada por não ser dedo-duro. Suponho que te incomoda falar do assunto e te entendo, mas vou facilitar pra você: se sua mulher me mandar te comer o cu, que entre parênteses não curto nem fodendo comer o cu de um homem, você topa?
— Olha, eu sinceramente não tenho nenhum interesse em um cara me comer o cu... mas não sei o que vai rolar com a Denisse, ela tem um poder imenso sobre mim.
— Pode ter certeza que não vou ser eu a fazer isso, mas se por acaso ela mandar eu te chupar, não vou negar... o que você acharia disso?
— Olha, primeiro te agradeço pela franqueza e por ter querido falar comigo. O que for rolando vai depender do que for surgindo, mas fico tranquilo com sua discrição. Tava meio tenso com o assunto. — Depois continuamos batendo papo sobre outros temas como se fôssemos amigos, oportunidades de trabalho pra ele e tal, entramos no carro e fomos pra casa, nós dois nos sentindo à vontade, na confiança. Quando chegamos em casa, a Denisse estava uma delÃcia, vestido mini, meia até o meio da coxa, salto agulha preto. Ela veio até nós, mas foi cumprimentar o Tomy, comeu a boca dele e me mandou tomar banho, que a roupa que eu precisava tava no banheiro. Quando entrei, só tinha uma calcinha preta, de renda bem transparente. Quando saà do banho, eles estavam se pegando no sofá. Quando a Denisse me viu, sentou do lado dele e falou:
— Olha que gostosa que ela tá... mandei depilar a buceta... tá uma princesa, né?
— Tá bonito... mas não... Eu gosto de caras.
—Tá, mas não quero que você trate ele como um homem... se eu falo que é linda, é linda... com essa rabetona que ele tá usando, não parece muito machinho, né?
—Você tem razão... — ele se levantou, ela abaixou a calça dele, ajoelhada na frente dele
—Que cueca linda que você tem... bem de homem... e nessa casa somos muitas menininhas... precisa de um macho de verdade, que cuide da gente e me encha de porrada... — ele pegou a cabeça dela e a calou, fazendo ela chupar a rola dele, depois ele sentou no sofá, puxou ela pra perto e, só afastando um pouco a calcinha fio dental, meteu nela de frente, soltou os peitos dela e começou a chupá-los. Denisse virou a cabeça e olhou pra mim. — Começa a bater uma devagar... mas não goza... tem que pedir permissão pra gozar... agora tem um macho pra decidir quem goza e quando...
—Eles ficaram um tempão se pegando, ele colocou ela de joelhos no chão com o corpo sobre o sofá, levantou o vestido dela, afastou a calcinha fio dental e chupou o cu dela por um bom tempo. Depois se ajeitou atrás dela e foi enfiando devagar pelo cu, Denisse fez sinal pra eu me ajeitar igual a ela do lado, me deu uns beijos muito carinhosos, depois molhou o dedo do meio e levou até meu cu, foi enfiando aos poucos e começou a brincar com ele, enfiando e tirando, eu tava muito excitado com toda a situação.
—Se você continuar me dedando, vou gozar...
—Olha que lindo... — ela parou de me dedar — Tomy, me avisa quando for encher minha bunda... aà eu faço a neninha gozar... — Tomás meteu mais forte e disse que tava muito perto, Denisse voltou com o dedo no meu cu, enfiando e tirando mais rápido, eu gozei na hora, junto com Tomás que começou a encher o cu dela também, minha rola tava pressionada contra o couro do sofá e sujei tudo, inclusive minha barriga. Tomás ficou um pouco mais em cima dela, a rola dele ainda dura, depois saiu, Denisse se levantou e comeu a boca dele, me disse pra limpar tudo que eu tinha sujado, que eu era uma putinha suja. Ela disse pra gente que eles iam tomar banho e depois a gente podia sair pra jantar os três, que eu pagava. Eles foram andando pro banheiro, Denisse me disse:
—Depois de limpar, vem pro banheiro... traz umas toalhas...
Quando entrei, eles estavam se beijando e se acariciando.
—Deixa as toalhas e ensaboa um pouco o Tomy... pra não ficar germe da minha Booty... anda, mexe-te...
Eu me aproximei devagar, peguei o sabão e ensaboei o pau dele, que tava bem duro. A sensação era estranha, eles continuavam se beijando.
—Beleza, já deu... vamo ver se você se anima com as picas dos meus machos... —falou pro Tomás— Vai me dar a gozada que eu tô com vontade de tomar... e se ajoelhou na frente dele. A água batia no rosto dela, mas ela chupava sem parar. Assim continuou até que, num momento, ele segurou a nuca dela, enquanto gritava o orgasmo, e Denisse engolia com gosto o que ele dava.
Terminaram de tomar banho, Denisse me disse pra secar ela. Tomás saiu do banheiro pra se trocar, ela me pediu pra vesti-la. Coloquei a calcinha fio dental, o sutiã, as meias, o vestido e os sapatos, tudo bem devagar.
—Tá limpa sua calcinha ou se sujou de gozo?... —ela conferiu e disse que tava limpa, que dava pra usar.
Me troquei depois, calça e camiseta, e saÃmos os três. Fomos pro restaurante de Villa Crespo que a gente tinha ido da última vez. Denisse dirigia e Tomás ia do lado dela, nos semáforos ela acariciava o pau dele. A conversa era sobre o jantar e o que cada um ia comer.
Quando chegamos em casa, a gente tinha tomado um pouco de vinho, todo mundo alegre. Denisse me disse pra me acomodar no sofá, e falou pro Tomás subir:
—Você vai dormir aqui hoje... só de cueca... eu durmo com o Tomy lá em cima... lá em cima quero dizer no quarto, e em cima de mim também, claro...
Ela me deu um beijo bem profundo, parou no pé da escada e tirou o vestido de costas pra mim. Virou a cabeça pra me olhar e subiu bem devagar a escada, exagerando o movimento da bunda.
—Descansa, love... te amo muito... e não se toca...
De manhã, acordei sentindo a Denisse chupando minha rola, era uma delÃcia, mas assim que acordei, ela parou.
— Vamos, vagabundo... você tem que ir depilar... já pedi horário pra você e já falei o que quero que façam... é só ir... daqui pra frente, quero que você mesmo cuide de ficar sempre depilado... se quiser, posso te ensinar a fazer com cera... assim você não precisa ir a lugar nenhum... o que acha? — eu ia falar um "mas", me interrompi e disse que achava perfeito tudo o que ela queria.
Realmente, achei muito desconfortável a questão da depilação. Primeiro, depilaram a parte da frente das pernas. Tive uma ereção, não sei se por causa do calor, da sensação, ou por ser uma garota fazendo aquilo. Ela disse pra eu não me preocupar, que acontecia com muitos caras. Depois, depilaram a parte de trás e, quando depilaram minha bunda, fiquei excitadÃssimo.
Quando cheguei em casa, a Denisse estava encantada. Ela acariciou minha bunda por um bom tempo e repetiu que me queria sempre assim, que meu cu tava lindo pra acariciar e que com certeza Ãamos descobrir coisas novas pra fazer. Também disse que eu podia ir jogar futebol, que o Tomy tinha algo pra fazer, mas que ele ia me buscar no futebol porque queria falar comigo a sós. Depois, se estivesse tudo bem, a gente ia pra casa junto. O dia parecia não ter fim. No futebol, meus amigos notaram minhas pernas e zoaram um pouco. Falei que gostava mais assim. E o assunto morreu ali. Nunca tomava banho com eles, então, por sorte, ninguém viu minha bunda depilada. Falei que tinha que vazar rápido. Na porta, o Tomás estava me esperando. Ele disse pra irmos tomar uma cerveja, que queria conversar um pouco comigo.
Sentamos no bar. Ele pediu a cerveja e foi o primeiro a falar.
— Olha, DarÃo, eu me criei na rua desde muito novo. Meu velho largou a gente quando eu era moleque e tive que sair pra trampar. Me criei na porrada, nos socos, mas Principalmente na rua, aprendi a distinguir as pessoas, os malandros dos gente boa, e assim que te vi, soube que você é gente boa. Não entendo por que você curte a ideia de ver sua mulher com outro, mas sinceramente não me importa e até me excita. O que quero saber é como vamos jogar... — fiquei em silêncio por um tempo, não sabia o que dizer — olha, primeiro de tudo, pra mim, o que rolar entre nós três termina ali e ninguém fica sabendo. Pelo menos pode ter certeza que ninguém vai saber nada por mim. Já tomei muita porrada por não ser dedo-duro. Suponho que te incomoda falar do assunto e te entendo, mas vou facilitar pra você: se sua mulher me mandar te comer o cu, que entre parênteses não curto nem fodendo comer o cu de um homem, você topa?
— Olha, eu sinceramente não tenho nenhum interesse em um cara me comer o cu... mas não sei o que vai rolar com a Denisse, ela tem um poder imenso sobre mim.
— Pode ter certeza que não vou ser eu a fazer isso, mas se por acaso ela mandar eu te chupar, não vou negar... o que você acharia disso?
— Olha, primeiro te agradeço pela franqueza e por ter querido falar comigo. O que for rolando vai depender do que for surgindo, mas fico tranquilo com sua discrição. Tava meio tenso com o assunto. — Depois continuamos batendo papo sobre outros temas como se fôssemos amigos, oportunidades de trabalho pra ele e tal, entramos no carro e fomos pra casa, nós dois nos sentindo à vontade, na confiança. Quando chegamos em casa, a Denisse estava uma delÃcia, vestido mini, meia até o meio da coxa, salto agulha preto. Ela veio até nós, mas foi cumprimentar o Tomy, comeu a boca dele e me mandou tomar banho, que a roupa que eu precisava tava no banheiro. Quando entrei, só tinha uma calcinha preta, de renda bem transparente. Quando saà do banho, eles estavam se pegando no sofá. Quando a Denisse me viu, sentou do lado dele e falou:
— Olha que gostosa que ela tá... mandei depilar a buceta... tá uma princesa, né?
— Tá bonito... mas não... Eu gosto de caras.
—Tá, mas não quero que você trate ele como um homem... se eu falo que é linda, é linda... com essa rabetona que ele tá usando, não parece muito machinho, né?
—Você tem razão... — ele se levantou, ela abaixou a calça dele, ajoelhada na frente dele
—Que cueca linda que você tem... bem de homem... e nessa casa somos muitas menininhas... precisa de um macho de verdade, que cuide da gente e me encha de porrada... — ele pegou a cabeça dela e a calou, fazendo ela chupar a rola dele, depois ele sentou no sofá, puxou ela pra perto e, só afastando um pouco a calcinha fio dental, meteu nela de frente, soltou os peitos dela e começou a chupá-los. Denisse virou a cabeça e olhou pra mim. — Começa a bater uma devagar... mas não goza... tem que pedir permissão pra gozar... agora tem um macho pra decidir quem goza e quando...
—Eles ficaram um tempão se pegando, ele colocou ela de joelhos no chão com o corpo sobre o sofá, levantou o vestido dela, afastou a calcinha fio dental e chupou o cu dela por um bom tempo. Depois se ajeitou atrás dela e foi enfiando devagar pelo cu, Denisse fez sinal pra eu me ajeitar igual a ela do lado, me deu uns beijos muito carinhosos, depois molhou o dedo do meio e levou até meu cu, foi enfiando aos poucos e começou a brincar com ele, enfiando e tirando, eu tava muito excitado com toda a situação.
—Se você continuar me dedando, vou gozar...
—Olha que lindo... — ela parou de me dedar — Tomy, me avisa quando for encher minha bunda... aà eu faço a neninha gozar... — Tomás meteu mais forte e disse que tava muito perto, Denisse voltou com o dedo no meu cu, enfiando e tirando mais rápido, eu gozei na hora, junto com Tomás que começou a encher o cu dela também, minha rola tava pressionada contra o couro do sofá e sujei tudo, inclusive minha barriga. Tomás ficou um pouco mais em cima dela, a rola dele ainda dura, depois saiu, Denisse se levantou e comeu a boca dele, me disse pra limpar tudo que eu tinha sujado, que eu era uma putinha suja. Ela disse pra gente que eles iam tomar banho e depois a gente podia sair pra jantar os três, que eu pagava. Eles foram andando pro banheiro, Denisse me disse:
—Depois de limpar, vem pro banheiro... traz umas toalhas...
Quando entrei, eles estavam se beijando e se acariciando.
—Deixa as toalhas e ensaboa um pouco o Tomy... pra não ficar germe da minha Booty... anda, mexe-te...
Eu me aproximei devagar, peguei o sabão e ensaboei o pau dele, que tava bem duro. A sensação era estranha, eles continuavam se beijando.
—Beleza, já deu... vamo ver se você se anima com as picas dos meus machos... —falou pro Tomás— Vai me dar a gozada que eu tô com vontade de tomar... e se ajoelhou na frente dele. A água batia no rosto dela, mas ela chupava sem parar. Assim continuou até que, num momento, ele segurou a nuca dela, enquanto gritava o orgasmo, e Denisse engolia com gosto o que ele dava.
Terminaram de tomar banho, Denisse me disse pra secar ela. Tomás saiu do banheiro pra se trocar, ela me pediu pra vesti-la. Coloquei a calcinha fio dental, o sutiã, as meias, o vestido e os sapatos, tudo bem devagar.
—Tá limpa sua calcinha ou se sujou de gozo?... —ela conferiu e disse que tava limpa, que dava pra usar.
Me troquei depois, calça e camiseta, e saÃmos os três. Fomos pro restaurante de Villa Crespo que a gente tinha ido da última vez. Denisse dirigia e Tomás ia do lado dela, nos semáforos ela acariciava o pau dele. A conversa era sobre o jantar e o que cada um ia comer.
Quando chegamos em casa, a gente tinha tomado um pouco de vinho, todo mundo alegre. Denisse me disse pra me acomodar no sofá, e falou pro Tomás subir:
—Você vai dormir aqui hoje... só de cueca... eu durmo com o Tomy lá em cima... lá em cima quero dizer no quarto, e em cima de mim também, claro...
Ela me deu um beijo bem profundo, parou no pé da escada e tirou o vestido de costas pra mim. Virou a cabeça pra me olhar e subiu bem devagar a escada, exagerando o movimento da bunda.
—Descansa, love... te amo muito... e não se toca...
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