essa história eu encontrei rodando pela internet, tá muito boa... se for repetida, por favor avisem que eu apago o post!!! espero que não seja repetida ou muito conhecida e que vocês curtam!!
- Tua esposa tem um ar de Lana Del Rey – disse Arnold.
- Cê tá louco, Arnie. Ela tem aquele ar de diva da Scarlett Johansson – corrigiu a esposa dele.
Susana adorava a Ingrid, mas às vezes parecia exagerar. A mulher do Arnold parecia uma fã incondicional da minha esposa.
- Loucos estão os dois – interveio Pedro, do meu lado. - A Anita é a Gisele Bündchen com as tetas da Giorgia Salpa.
Pedro tava bêbado e eu disfarcei minha raiva com as palavras dele. Não conhecia metade das pessoas que eles mencionavam, mas de qualquer forma achei de mau gosto falarem assim da minha mulher. Tentei parecer amigável, apesar das contínuas faltas de respeito do Pedro: Olha essa bunda, Arnold. Puta que pariu, você tem uma mulherão em casa, Hugo. Como você deve aproveitar sua gostosa toda noite. Pedro continuou bebendo e falando da minha esposa.
Ingrid, minha mulher, enquanto isso, circulava de um lado pro outro. Voltava pra mesa, do meu lado, sempre com uma taça cheia e depois saía de novo. Vestida com aquele vestido preto elegante e justo, ela se sentia à vontade na confraternização do nosso escritório de advocacia. Era uma sorte que naquele dia o João, meu chefe, não estivesse. Se fosse diferente, aquela noite teria sido humilhante pra mim.
Corriam boatos de um caso entre a Ingrid e meu chefe. Minha mulher obviamente negou os rumores. Eu decidi acreditar nela. Me perguntei se era por causa do amor intenso que sentia pela minha linda esposa. Ou será que era algo mórbido? A dúvida não ajudava a manter minha mente em paz.
Minha mulher dançava com o Pedro. Eu observava disfarçadamente os movimentos dela com um sentimento estranho no estômago. Era uma sensação amarga que não me deixava continuar a conversa com o Arnold, o João e as esposas deles.
A mão do Pedro tinha descido pela bunda voluptuosa da Ingrid... ou será que era só impressão minha? Ela riu. Nós dois rimos. Minha mulher girou nos braços do Pedro. A música pareceu eterna pra mim. Eles se despediram com um beijo na bochecha e umas palavras.
Ingrid voltou pro meu lado. Tava com um sorriso estranho e os olhos brilhando. Me beijou na boca, toda safada. Se encostou com movimentos ensaiados e cúmplices. Senti as curvas dela, os peitos grandes e firmes no meu braço. O quadril e parte da bunda apoiada na minha coxa, bem debaixo da minha virilha.
— Como tá meu anjinho? — sussurrou no meu ouvido.
O perfume dela, a boca carnuda e os olhos escuros fizeram meu coração bater forte.
— Bem — respondi com a boca seca.
Não queria ceder às curvas dela, à beleza dela. Mas senti meu pau endurecer na presença dela. Ingrid tinha esse poder sobre meu corpo. Minha mente lutava pra dominar meu corpo, mas Ingrid tinha uma força que me dominava. Queria fingir controle, mas Ingrid conseguia desmascarar minha fraqueza.
— Vamos embora, love? — os lábios carnudos de Ingrid transformavam uma pergunta num convite lascivo.
— Claro — respondi.
Me senti aliviado. Não ia ter mais olhares safados pra minha mulher. Não ia ter mais palavras obscenas sobre o corpo gostoso dela saindo da boca dos meus colegas. Não ia mais ter aquela sensação de ciúme, nem a véspera ou as dúvidas de uma traição.
— Vou pegar meu casaco — anunciou, antes de me dar um beijo carinhoso. — Enquanto isso, pode fazer a doação de caridade, por favor.
— Claro, a doação.
Tinha esquecido que não era só um jantar de confraternização, mas também de caridade. Aquela reunião era pra garantir a educação de crianças em risco nas comunidades mais pobres do país. Vi minha mulher ir embora e desci as escadas pro primeiro andar. Enquanto descia, encontrei o Pedro.
— Já vai embora — Pedro sorriu enquanto apertava minha mão.
— É, a gente vai — respondi.
— Boa noite, bom amigo — se despediu Pedro, todo sorridente.
Ele se afastou pra um corredor lateral que entrava pelos jardins do hotel. Retomei meu caminho com uma sensação amarga me invadindo até as entranhas. Atravessei um corredor procurando o balcão onde um homem sorridente recebia as doações. Era uma fila longa de homens e mulheres elegantes, todos esperando pacientemente sua vez. Era a hora em que a maioria dos convidados ia embora para casa e eu certamente passaria um bom tempo naquele lugar para fazer a doação.
A sensação ruim não me largava. Na mente, vinha o sorriso de Pedro. "Já vai", ele tinha dito. Não era uma pergunta. Ele disse com segurança. "Já vai." Ele sabia. Lembrei do jeito que ele dançava com minha esposa, do jeito que riam e do jeito que se despediram. Entre sussurros.
- Cadê a Ingrid? – sussurrei.
Um homem achou que eu estava falando com ele. Me respondeu. Ignorei e saí da fila. Me afastei e subi as escadas, direto pro guarda-roupa. Duas moças distribuíam as peças para os convidados. Casacos de pele, jaquetas de luxo e bolsas de grife. Duas milf me olharam com cara de safada que encontrou um frango perdido no meio do caminho. Mas nem sinal da minha mulher.
Voltei sobre meus passos, procurando desesperado. Mas nenhuma pista da Ingrid. Então, lembrei da direção que vi o Pedro ir. Meu coração bateu forte quando decidi seguir rumo aos jardins do hotel. Os jardins estavam iluminados por lampiões de luz branca e uma lua que se escondia atrás de nuvens altas que corriam pelo céu noturno, mas tudo me parecia escuro demais e silencioso demais. Meus passos ecoavam nos meus ouvidos, competindo com o som do meu coração. A noite era fresca e não tinha uma alma no jardim.
De repente, vi sombras atrás de uma janela ampla e iluminada. As cortinas amarelas revelaram as silhuetas de duas pessoas atravessando de um cômodo para outro. Aquela luz se apagou, mas outra se acendeu mais adiante. Segui as sombras guiado pelo meu instinto, que me empurrava sem controle. Entre Silenciosamente por uma porta de madeira. Não queria me entregar se meus passos me levassem pro lugar errado. Não queria encontrar a Ingrid ali, mas algo me dizia que eu devia seguir.
Lá dentro, tinha uma pequena antessala, uma sala de estar e um quarto com a luz acesa mais adiante. Me movi com cuidado. Sentia a respiração ofegante e o coração parecia pular descontrolado no peito. Atravessei a sala escura, onde uma poltrona de madeira e um sofá combinando eram os únicos móveis. Deve ser o quarto de algum funcionário do hotel. Talvez eu deva voltar, pensei. Mas não voltei e avancei um pouco mais. De repente, ouvi um sussurro. A voz de um homem cortando o silêncio: Continua assim…
Tinha murmúrios e movimentos. Me aproximei do quarto iluminado e espiei pela porta. Encostado na parede do fundo estava o Pedro, e mais pra baixo, enfiada na virilha dele, a Ingrid.
Fiquei paralisado ali, sem acreditar no que via. Minha esposa tava chupando a pica do Pedro. Engolia inteira, se engasgava nela, tirava, metia de novo, de vez em quando lambia o tronco e as bolas e, outra vez, gulosamente voltava a chupar. Tava adorando, dava pra ver. Aquele porco tava no céu, de olhos fechados e a vara prestes a estourar.
Minha mulher chupava como se tivessem pagado por isso. Fazia filigranas no Pedro, até que ela mesma percebeu que aquela pica ia entrar em erupção. Levantou o olhar pra ver como o cara tava curtindo, adorava ver a cara de prazer do sujeito quando gozava, e de repente abriu os olhos arregalados, sinal claro de que tava recebendo a descarga na boca. Começou a sorrir pro cara enquanto ele dava as últimas sacudidas e, ao fazer isso, pelos cantos dos lábios começou a escorrer um fiozinho de porra. A safada tava muito puta, porque engolir a gozada na boca ela só fez comigo umas duas vezes em todos os anos de namoro e casamento, quando tava no cio. como uma puta no cio.
Limpou bem o meu colega de trabalho, lambeu ele todo como eu tinha pedido várias vezes e ela nunca tinha me dado. Deu mais uns chupões pra tirar as últimas sacudidas de prazer enquanto massageava os ovos dele. Depois se levantou e deu um beijão de meia hora pra ele compartilhar a própria porra com ela. Tirava um pouco de porra com a língua e esfregava nos lábios dela e nos dele. As pernas do Pedro tremiam de fraqueza e dava pra ver a umidade da buceta da minha mulher através da calcinha quando, ao passar a mão na bunda dela durante o beijo, ele levantava a saia.
Aí, ouvi passos na entrada. Consegui me mexer pra trás do sofá quando a porta abriu e alguém entrou. Atravessou o hall, a sala de estar e parou na porta do quarto, olhando.
- Você demorou – a voz do Pedro veio do quarto.
- Suei pra me livrar da minha mulher – era a voz do Arnold.
- Melhor você entrar no clima – anunciou o Pedro. – A Anita tá bem quente.
Ouvi passos entrando no quarto.
- Eu não sei você, mas se fosse eu me apressava. O filho da puta do Hugo não vai demorar pra procurar a mulherzinha dele – disse o cuzão.
- Sem pressa. Essa puta quer pica. Nem te conto como o rosto da perna dela na mesa me deixou duro – revelou o Arnold.
Era óbvio que minha mulher não tinha voz naquela conversa. Ainda alucinado com o que tinha acabado de ver e ouvir, me levantei com cuidado pra observar das sombras quando o Arnold entrou por trás e começou a passar a mão na bunda da minha mulher. A Ingrid, ainda chupando o pescoço e os lábios do Pedro, nem percebia que estavam entrando por trás dela. Não sabia se minha mulher tava bêbada ou simplesmente quente demais. De repente ela percebeu e tentou se virar, mas o filho da puta do Arnold segurou ela com força e começou a puxar a calcinha dela. Ela se debateu um pouco, mas quando sentiu o pauzão do colega na bunda dela, começou a derreter e se deixar levar. fazer. Ela foi se abaixando cada vez mais, ajudada pelo Pedro, que continuava de pé encostado na parede. Ela mesma empurrava a bunda pra trás e arqueava as costas pra facilitar a entrada daquela porra, e eu até vi ela procurando com a mão entre as pernas pra guiar ele até a buceta dela. Tava encharcada. Ele meteu inteiro. Minha mulher deu um pulo. "- Aaaaaahh...", ela rugiu com uma voz rouca que nem parecia dela. Dava pra ver que ela tava precisando. Ela se segurou firme no cara na frente dela, fechou os olhos e baixou a cabeça, curtindo a porrada que tava levando por trás.
- Que buceta apertada – disse o Arnold.
- Mas com o quanto essa nossa puta tá molhada, não tem problema – respondeu o Pedro, brincando com os peitos da minha mulher.
O filho da puta do Arnold segurava ela pela cintura, a saia dela tava levantada nas costas e a calcinha descida até o meio das pernas. Ele tava metendo bem. Eu via perfeitamente o vai-e-vem. A boceta da minha mulher tava inchada, vermelha e escorrendo. Aquele cara enfiava cada vez mais forte e minha mulher não se segurava, gemendo e falando "-corno, corno, como você me dá gosto...".
Eu, paralisado na escuridão, sentia o ciúme se misturar com a excitação. Já tava duro de ver aquela cena. Dava pra ver a cara de tesão que a safada fazia quando virava pra olhar nos olhos do porco que tava comendo ela. Extasiado com o que tava vendo, nem percebi que uma das camareiras do hotel tinha entrado no quartinho. Não sei o que ela tava fazendo ali, mas ao me ver tão concentrado, olhando pela porta entreaberta, ela se aproximou por trás. Se surpreendeu ao ver a cena, mas na hora eu vi um sorriso safado brotar no rosto dela. Ela me abraçou pela cintura enquanto prestava atenção no espetáculo lascivo no quarto e me disse:
- Gosta de olhar, hein?
Ela não mostrou muita surpresa, então entendi que aquilo podia ser algo comum. Ela passou a mão no meu volume dizendo: "- já vi que você gostou..." e continuou ali, olhando e me dando um bom amasso. Quando menos percebi, já estava com o pau pra fora e a tia me batendo uma punheta.
- Tá gostosinho, né? – sussurrou no meu ouvido a garçonete safada. - Que pica enorme, seu filho da puta. Vai, aproveita você também.
Na minha frente, aquele cara estava fodendo minha mulher, e dava pra ver que ela tava adorando. O outro já tinha os dois peitos dela pra fora e tava apalpando bem gostoso. Isso deixa minha mulher louca. Os bucetões dela estavam durinhos e a carinha dela mostrava que já tinha gozado mais de uma vez. Aquele porco que tava comendo ela por trás começou a enfiar o polegar no cu dela enquanto continuava bombando a buceta. Ela nem reclamou. A cara do cara mudou na hora que ele avisou: "- Vou gozar, vou gozar". Isso deu um puta tesão na Ingrid.
- Goza dentro, filho da puta, goza dentro... – minha mulher falava.
Aqui, sem conseguir me segurar, gozei. Ouvi um gemido profundo daquele cara enquanto ele dizia pra minha mulher:
- Toma, toma tudo, putinha, toma, aproveita.
- Aaahh, que gostoso você me deu, filho da puta..., que gostoso – a Ingrid falava enquanto curtia uma gozada longa.
A garçonete sorria docemente pra mim enquanto tirava com a mãozinha os últimos espasmos de prazer. "- Uff, fiquei com um tesão danado...", ela terminou dizendo. Me deu um beijinho na bochecha e vazou.
Eu não sabia o que fazer, se entrava, continuava olhando ou caía fora, mas enquanto pensava nisso, vi eles tirarem de um saquinho uns ejaculations brancos e passarem na buceta toda dela. No começo, não entendi qual era a parada, mas depois percebi que era "coca". Colocaram ela deitada de barriga pra cima na mesa. Ela se deixava fazer. A saia dela tava toda amassada na cintura. A calcinha já tinha sumido. Pedro já tava de pau duro e também passava o que restava de "coca" na ponta da cabecinha. - O que você colocou em mim? – soltou minha mulher, reclamando tarde demais.
Enquanto ela abria as pernas e aproximava a bocetinha da borda da mesa, da buceta da minha mulher ainda escorria o esperma da gozada anterior quando já tinha outra pica dentro.
- Vai, me dá gostoso, filho da puta. Me fode, me fode bem – dizia pro Pedro minha linda mulher.
Vazei dali. Voltei pro balcão esperar por ela e pedi um uísque bem forte. Aquela garçonete tão solícita me serviu e disse "É por minha conta, machão". Batendo papo com ela, fiquei sabendo que Pedro e Arnold vinham no hotel direto com várias mulheres. Sempre usavam o mesmo quarto. Fiquei ali pensando em como estariam comendo a Ingrid por todos os lados. A puta promíscua, com o tesão que tava sentindo, até tinha esquecido que eu tava esperando por ela. Que cachorra!
A música tava no talo no bar e finalmente, depois de um tempo que pareceu uma eternidade, apareceu minha mulherzinha com cara de santa, toda arrumadinha e retocada.
- Ufa, tinha uma raba do caralho no banheiro feminino. E depois, não te achei – se desculpou cinicamente.
Olhei pra ela com cara de poucos amigos.
- Me perdoa por ter te deixado um tempinho sozinho, meu amor – era óbvio que tinha perdido a noção do tempo.
Fiquei calado, sem conseguir falar nada. Enquanto voltávamos pra casa, ela dizia "- Se prepara que hoje à noite tô muito quente". A safada não tava nem de calcinha.
- Tua esposa tem um ar de Lana Del Rey – disse Arnold.
- Cê tá louco, Arnie. Ela tem aquele ar de diva da Scarlett Johansson – corrigiu a esposa dele.
Susana adorava a Ingrid, mas às vezes parecia exagerar. A mulher do Arnold parecia uma fã incondicional da minha esposa.
- Loucos estão os dois – interveio Pedro, do meu lado. - A Anita é a Gisele Bündchen com as tetas da Giorgia Salpa.
Pedro tava bêbado e eu disfarcei minha raiva com as palavras dele. Não conhecia metade das pessoas que eles mencionavam, mas de qualquer forma achei de mau gosto falarem assim da minha mulher. Tentei parecer amigável, apesar das contínuas faltas de respeito do Pedro: Olha essa bunda, Arnold. Puta que pariu, você tem uma mulherão em casa, Hugo. Como você deve aproveitar sua gostosa toda noite. Pedro continuou bebendo e falando da minha esposa.
Ingrid, minha mulher, enquanto isso, circulava de um lado pro outro. Voltava pra mesa, do meu lado, sempre com uma taça cheia e depois saía de novo. Vestida com aquele vestido preto elegante e justo, ela se sentia à vontade na confraternização do nosso escritório de advocacia. Era uma sorte que naquele dia o João, meu chefe, não estivesse. Se fosse diferente, aquela noite teria sido humilhante pra mim.
Corriam boatos de um caso entre a Ingrid e meu chefe. Minha mulher obviamente negou os rumores. Eu decidi acreditar nela. Me perguntei se era por causa do amor intenso que sentia pela minha linda esposa. Ou será que era algo mórbido? A dúvida não ajudava a manter minha mente em paz.
Minha mulher dançava com o Pedro. Eu observava disfarçadamente os movimentos dela com um sentimento estranho no estômago. Era uma sensação amarga que não me deixava continuar a conversa com o Arnold, o João e as esposas deles.
A mão do Pedro tinha descido pela bunda voluptuosa da Ingrid... ou será que era só impressão minha? Ela riu. Nós dois rimos. Minha mulher girou nos braços do Pedro. A música pareceu eterna pra mim. Eles se despediram com um beijo na bochecha e umas palavras.
Ingrid voltou pro meu lado. Tava com um sorriso estranho e os olhos brilhando. Me beijou na boca, toda safada. Se encostou com movimentos ensaiados e cúmplices. Senti as curvas dela, os peitos grandes e firmes no meu braço. O quadril e parte da bunda apoiada na minha coxa, bem debaixo da minha virilha.
— Como tá meu anjinho? — sussurrou no meu ouvido.
O perfume dela, a boca carnuda e os olhos escuros fizeram meu coração bater forte.
— Bem — respondi com a boca seca.
Não queria ceder às curvas dela, à beleza dela. Mas senti meu pau endurecer na presença dela. Ingrid tinha esse poder sobre meu corpo. Minha mente lutava pra dominar meu corpo, mas Ingrid tinha uma força que me dominava. Queria fingir controle, mas Ingrid conseguia desmascarar minha fraqueza.
— Vamos embora, love? — os lábios carnudos de Ingrid transformavam uma pergunta num convite lascivo.
— Claro — respondi.
Me senti aliviado. Não ia ter mais olhares safados pra minha mulher. Não ia ter mais palavras obscenas sobre o corpo gostoso dela saindo da boca dos meus colegas. Não ia mais ter aquela sensação de ciúme, nem a véspera ou as dúvidas de uma traição.
— Vou pegar meu casaco — anunciou, antes de me dar um beijo carinhoso. — Enquanto isso, pode fazer a doação de caridade, por favor.
— Claro, a doação.
Tinha esquecido que não era só um jantar de confraternização, mas também de caridade. Aquela reunião era pra garantir a educação de crianças em risco nas comunidades mais pobres do país. Vi minha mulher ir embora e desci as escadas pro primeiro andar. Enquanto descia, encontrei o Pedro.
— Já vai embora — Pedro sorriu enquanto apertava minha mão.
— É, a gente vai — respondi.
— Boa noite, bom amigo — se despediu Pedro, todo sorridente.
Ele se afastou pra um corredor lateral que entrava pelos jardins do hotel. Retomei meu caminho com uma sensação amarga me invadindo até as entranhas. Atravessei um corredor procurando o balcão onde um homem sorridente recebia as doações. Era uma fila longa de homens e mulheres elegantes, todos esperando pacientemente sua vez. Era a hora em que a maioria dos convidados ia embora para casa e eu certamente passaria um bom tempo naquele lugar para fazer a doação.
A sensação ruim não me largava. Na mente, vinha o sorriso de Pedro. "Já vai", ele tinha dito. Não era uma pergunta. Ele disse com segurança. "Já vai." Ele sabia. Lembrei do jeito que ele dançava com minha esposa, do jeito que riam e do jeito que se despediram. Entre sussurros.
- Cadê a Ingrid? – sussurrei.
Um homem achou que eu estava falando com ele. Me respondeu. Ignorei e saí da fila. Me afastei e subi as escadas, direto pro guarda-roupa. Duas moças distribuíam as peças para os convidados. Casacos de pele, jaquetas de luxo e bolsas de grife. Duas milf me olharam com cara de safada que encontrou um frango perdido no meio do caminho. Mas nem sinal da minha mulher.
Voltei sobre meus passos, procurando desesperado. Mas nenhuma pista da Ingrid. Então, lembrei da direção que vi o Pedro ir. Meu coração bateu forte quando decidi seguir rumo aos jardins do hotel. Os jardins estavam iluminados por lampiões de luz branca e uma lua que se escondia atrás de nuvens altas que corriam pelo céu noturno, mas tudo me parecia escuro demais e silencioso demais. Meus passos ecoavam nos meus ouvidos, competindo com o som do meu coração. A noite era fresca e não tinha uma alma no jardim.
De repente, vi sombras atrás de uma janela ampla e iluminada. As cortinas amarelas revelaram as silhuetas de duas pessoas atravessando de um cômodo para outro. Aquela luz se apagou, mas outra se acendeu mais adiante. Segui as sombras guiado pelo meu instinto, que me empurrava sem controle. Entre Silenciosamente por uma porta de madeira. Não queria me entregar se meus passos me levassem pro lugar errado. Não queria encontrar a Ingrid ali, mas algo me dizia que eu devia seguir.
Lá dentro, tinha uma pequena antessala, uma sala de estar e um quarto com a luz acesa mais adiante. Me movi com cuidado. Sentia a respiração ofegante e o coração parecia pular descontrolado no peito. Atravessei a sala escura, onde uma poltrona de madeira e um sofá combinando eram os únicos móveis. Deve ser o quarto de algum funcionário do hotel. Talvez eu deva voltar, pensei. Mas não voltei e avancei um pouco mais. De repente, ouvi um sussurro. A voz de um homem cortando o silêncio: Continua assim…
Tinha murmúrios e movimentos. Me aproximei do quarto iluminado e espiei pela porta. Encostado na parede do fundo estava o Pedro, e mais pra baixo, enfiada na virilha dele, a Ingrid.
Fiquei paralisado ali, sem acreditar no que via. Minha esposa tava chupando a pica do Pedro. Engolia inteira, se engasgava nela, tirava, metia de novo, de vez em quando lambia o tronco e as bolas e, outra vez, gulosamente voltava a chupar. Tava adorando, dava pra ver. Aquele porco tava no céu, de olhos fechados e a vara prestes a estourar.
Minha mulher chupava como se tivessem pagado por isso. Fazia filigranas no Pedro, até que ela mesma percebeu que aquela pica ia entrar em erupção. Levantou o olhar pra ver como o cara tava curtindo, adorava ver a cara de prazer do sujeito quando gozava, e de repente abriu os olhos arregalados, sinal claro de que tava recebendo a descarga na boca. Começou a sorrir pro cara enquanto ele dava as últimas sacudidas e, ao fazer isso, pelos cantos dos lábios começou a escorrer um fiozinho de porra. A safada tava muito puta, porque engolir a gozada na boca ela só fez comigo umas duas vezes em todos os anos de namoro e casamento, quando tava no cio. como uma puta no cio.
Limpou bem o meu colega de trabalho, lambeu ele todo como eu tinha pedido várias vezes e ela nunca tinha me dado. Deu mais uns chupões pra tirar as últimas sacudidas de prazer enquanto massageava os ovos dele. Depois se levantou e deu um beijão de meia hora pra ele compartilhar a própria porra com ela. Tirava um pouco de porra com a língua e esfregava nos lábios dela e nos dele. As pernas do Pedro tremiam de fraqueza e dava pra ver a umidade da buceta da minha mulher através da calcinha quando, ao passar a mão na bunda dela durante o beijo, ele levantava a saia.
Aí, ouvi passos na entrada. Consegui me mexer pra trás do sofá quando a porta abriu e alguém entrou. Atravessou o hall, a sala de estar e parou na porta do quarto, olhando.
- Você demorou – a voz do Pedro veio do quarto.
- Suei pra me livrar da minha mulher – era a voz do Arnold.
- Melhor você entrar no clima – anunciou o Pedro. – A Anita tá bem quente.
Ouvi passos entrando no quarto.
- Eu não sei você, mas se fosse eu me apressava. O filho da puta do Hugo não vai demorar pra procurar a mulherzinha dele – disse o cuzão.
- Sem pressa. Essa puta quer pica. Nem te conto como o rosto da perna dela na mesa me deixou duro – revelou o Arnold.
Era óbvio que minha mulher não tinha voz naquela conversa. Ainda alucinado com o que tinha acabado de ver e ouvir, me levantei com cuidado pra observar das sombras quando o Arnold entrou por trás e começou a passar a mão na bunda da minha mulher. A Ingrid, ainda chupando o pescoço e os lábios do Pedro, nem percebia que estavam entrando por trás dela. Não sabia se minha mulher tava bêbada ou simplesmente quente demais. De repente ela percebeu e tentou se virar, mas o filho da puta do Arnold segurou ela com força e começou a puxar a calcinha dela. Ela se debateu um pouco, mas quando sentiu o pauzão do colega na bunda dela, começou a derreter e se deixar levar. fazer. Ela foi se abaixando cada vez mais, ajudada pelo Pedro, que continuava de pé encostado na parede. Ela mesma empurrava a bunda pra trás e arqueava as costas pra facilitar a entrada daquela porra, e eu até vi ela procurando com a mão entre as pernas pra guiar ele até a buceta dela. Tava encharcada. Ele meteu inteiro. Minha mulher deu um pulo. "- Aaaaaahh...", ela rugiu com uma voz rouca que nem parecia dela. Dava pra ver que ela tava precisando. Ela se segurou firme no cara na frente dela, fechou os olhos e baixou a cabeça, curtindo a porrada que tava levando por trás.
- Que buceta apertada – disse o Arnold.
- Mas com o quanto essa nossa puta tá molhada, não tem problema – respondeu o Pedro, brincando com os peitos da minha mulher.
O filho da puta do Arnold segurava ela pela cintura, a saia dela tava levantada nas costas e a calcinha descida até o meio das pernas. Ele tava metendo bem. Eu via perfeitamente o vai-e-vem. A boceta da minha mulher tava inchada, vermelha e escorrendo. Aquele cara enfiava cada vez mais forte e minha mulher não se segurava, gemendo e falando "-corno, corno, como você me dá gosto...".
Eu, paralisado na escuridão, sentia o ciúme se misturar com a excitação. Já tava duro de ver aquela cena. Dava pra ver a cara de tesão que a safada fazia quando virava pra olhar nos olhos do porco que tava comendo ela. Extasiado com o que tava vendo, nem percebi que uma das camareiras do hotel tinha entrado no quartinho. Não sei o que ela tava fazendo ali, mas ao me ver tão concentrado, olhando pela porta entreaberta, ela se aproximou por trás. Se surpreendeu ao ver a cena, mas na hora eu vi um sorriso safado brotar no rosto dela. Ela me abraçou pela cintura enquanto prestava atenção no espetáculo lascivo no quarto e me disse:
- Gosta de olhar, hein?
Ela não mostrou muita surpresa, então entendi que aquilo podia ser algo comum. Ela passou a mão no meu volume dizendo: "- já vi que você gostou..." e continuou ali, olhando e me dando um bom amasso. Quando menos percebi, já estava com o pau pra fora e a tia me batendo uma punheta.
- Tá gostosinho, né? – sussurrou no meu ouvido a garçonete safada. - Que pica enorme, seu filho da puta. Vai, aproveita você também.
Na minha frente, aquele cara estava fodendo minha mulher, e dava pra ver que ela tava adorando. O outro já tinha os dois peitos dela pra fora e tava apalpando bem gostoso. Isso deixa minha mulher louca. Os bucetões dela estavam durinhos e a carinha dela mostrava que já tinha gozado mais de uma vez. Aquele porco que tava comendo ela por trás começou a enfiar o polegar no cu dela enquanto continuava bombando a buceta. Ela nem reclamou. A cara do cara mudou na hora que ele avisou: "- Vou gozar, vou gozar". Isso deu um puta tesão na Ingrid.
- Goza dentro, filho da puta, goza dentro... – minha mulher falava.
Aqui, sem conseguir me segurar, gozei. Ouvi um gemido profundo daquele cara enquanto ele dizia pra minha mulher:
- Toma, toma tudo, putinha, toma, aproveita.
- Aaahh, que gostoso você me deu, filho da puta..., que gostoso – a Ingrid falava enquanto curtia uma gozada longa.
A garçonete sorria docemente pra mim enquanto tirava com a mãozinha os últimos espasmos de prazer. "- Uff, fiquei com um tesão danado...", ela terminou dizendo. Me deu um beijinho na bochecha e vazou.
Eu não sabia o que fazer, se entrava, continuava olhando ou caía fora, mas enquanto pensava nisso, vi eles tirarem de um saquinho uns ejaculations brancos e passarem na buceta toda dela. No começo, não entendi qual era a parada, mas depois percebi que era "coca". Colocaram ela deitada de barriga pra cima na mesa. Ela se deixava fazer. A saia dela tava toda amassada na cintura. A calcinha já tinha sumido. Pedro já tava de pau duro e também passava o que restava de "coca" na ponta da cabecinha. - O que você colocou em mim? – soltou minha mulher, reclamando tarde demais.
Enquanto ela abria as pernas e aproximava a bocetinha da borda da mesa, da buceta da minha mulher ainda escorria o esperma da gozada anterior quando já tinha outra pica dentro.
- Vai, me dá gostoso, filho da puta. Me fode, me fode bem – dizia pro Pedro minha linda mulher.
Vazei dali. Voltei pro balcão esperar por ela e pedi um uísque bem forte. Aquela garçonete tão solícita me serviu e disse "É por minha conta, machão". Batendo papo com ela, fiquei sabendo que Pedro e Arnold vinham no hotel direto com várias mulheres. Sempre usavam o mesmo quarto. Fiquei ali pensando em como estariam comendo a Ingrid por todos os lados. A puta promíscua, com o tesão que tava sentindo, até tinha esquecido que eu tava esperando por ela. Que cachorra!
A música tava no talo no bar e finalmente, depois de um tempo que pareceu uma eternidade, apareceu minha mulherzinha com cara de santa, toda arrumadinha e retocada.
- Ufa, tinha uma raba do caralho no banheiro feminino. E depois, não te achei – se desculpou cinicamente.
Olhei pra ela com cara de poucos amigos.
- Me perdoa por ter te deixado um tempinho sozinho, meu amor – era óbvio que tinha perdido a noção do tempo.
Fiquei calado, sem conseguir falar nada. Enquanto voltávamos pra casa, ela dizia "- Se prepara que hoje à noite tô muito quente". A safada não tava nem de calcinha.
3 comentários - Minha esposa gostosa na festa