E aí, galera! Beleza? Vou contar o que rolou comigo numa quarta-feira, faz mais de um mês já.
Me chamo Axel, tenho 20 anos. Moro na mesma casa desde que nasci. Do lado vive a Maritza, uma vizinha muito gente boa, mas de personalidade forte. Ela tem 48 anos e se mudou pra cá há uns 5 anos, depois que se separou do marido. Mora com a filha de 28 anos e um pirralho de 12. Eu sempre tive um baita tesão na filha, mas ela tava metida com um cara que depois acabou engravidando ela. Com o tempo, a gente foi criando mais intimidade, e elas passaram a confiar bastante em mim.
Um dia, eu tava jogando PlayStation com o moleque na casa delas, e ela ficou andando pela casa só de toalha — dava pra ver as coxas grossas e brancas dela, e um rabão enorme. Quando ela segurava a toalha no peito, dava pra ver as nádegas, como se fosse um vestidinho bem ousado. Naquele momento, eu já fiquei com vontade de transar com ela e sempre fantasiava com a hora que eu ia comer a bunda grande da minha vizinha. Depois disso, tentei chegar nela umas cinco vezes, mas sempre acabava amarelando.
Faz mais ou menos um mês que me prometi tentar dar em cima dela, mas era difícil porque a filha ficava o dia todo em casa, e quando saía, o pirralho tava lá. Aí chegou a quarta-feira: descobri que a filha ia levar o bebê no hospital (quando era assim, ela passava a manhã toda fora). Era umas 8h, o filho menor tava na escola. Eu, super empolgado, fui na casa da Maritza com a desculpa de que precisava do computador dela pra fazer uma tarefa urgente.
Entrei, e ela tava de calcinha e uma camiseta, como sempre. Aquele rabão enorme e o rostinho lindo dela já me deixaram com o pau latejando. Ela foi andando até o computador, que fica no quarto do filho, e eu fui atrás. Parecia que eu ia ter um infarto — tava com uma ansiedade do caralho, a garganta seca, todo quente e excitado. Sabia que era HOJE ou NUNCA.
Entramos no quarto, e ela tava limpando a poeira da mesa do PC, meio sem graça. Eu, todo quente, encosto na bunda dela e falo:
— Que rabão gostoso, hein!
E ela me... ele disse:
– O que foi que você disse?! Dava pra ver na cara dela que estava meio irritada.
Eu fiquei pasmo, não era o tipo de resposta que eu esperava, e falei:
– Desculpa, mas a verdade é que você me atrai muito e sério, você tem um corpo lindo. E me aproximei dela, e ela falou:
– E o que, você quer transar comigo? E me aproximei mais e disse:
– Eu faria amor com você como ninguém nunca fez. Peguei ela pela cintura e ela me olhava nos olhos e ao mesmo tempo me perguntava coisas sobre minha vida sexual enquanto eu pegava nos peitos dela por baixo da camiseta, ela continuava me perguntando bobagens e comecei a segurar forte a bunda dela e apertar, e rapidamente com os dedos indicador e médio comecei a esfregar a buceta dela, ela calou e me olhou como dizendo “Vai, vai” aproximei meu rosto do dela e com a outra mão apertava a bunda e ela empurrava a buceta na direção da minha mão e com a mão direita me pegava pela cintura quase na bunda, ela não parava de me olhar cada vez mais intensamente até que soltou um AI DEUS!!! Apertei com força e ela estava tremendo, foi um orgasmo muito intenso.
Falei pra irmos pro quarto dela e no caminho ela soltou se eu tinha camisinha e tive que ir comprar umas, era muito cedo e não tinha onde e tive que correr 8 quarteirões até onde vendiam, parei pra descansar e pulei o muro da casa da véia (sempre fazia isso) já mais tranquilo tinha percebido que tinha a manhã toda e nenhum vizinho sabia que eu estava lá.
Entrei e ela estava depilando a buceta gostosa e estava peladinha, era um espetáculo soberbo, eu me despi, estava muito excitado e só ficava olhando e ela olhava meu pau duro super vermelho e brilhoso que ela tinha me deixado, terminou e veio até mim, que momento pra ficar ainda mais excitado, ela estava mais arrumada e tinha se maquiado, pegou meu pau, apertou e disse:
– Quero que você faça amor comigo muitas vezes! E eu estava com um tesão que não aguentava, estava com a garganta seca, e falei:
– Vem cá logo! (que otário eu sou! Não me ocorreu nada melhor)
E me... Continuava apertando o pau e me olhando com uma cara de puta louca, enquanto eu a encarava como dizendo "AGORA VOU TE DESTRUIR". Foi muito foda! Haha. Peguei ela com força pelas nádegas e joguei na cama, e de uma vez lambi sua buceta recém-depilada, foi algo muito gostoso. Ela me olhava e dizia: "Vai... sssshhhh, meu Deus!!!" E enfiei meus dois dedos, ela sentia muito prazer, estava muito sensível, e eu, como um louco, apertava tudo que estava ao meu alcance, e ela gemia muito gostoso.
Me posicionei para que ela chupasse meu pau, e ela foi se acomodando em cima, era óbvio que não faria sexo oral, e eu não quis estragar aquele momento, os dois estávamos muito excitados, então melhor a coloquei na beirada da cama, botei a camisinha e daí pra frente não houve descanso para mim, era como uma máquina, e a mulher começou a gritar de prazer, dizia: "Ai, ai, AAAAAhhiiiiii aahhhii, devagar", para que eu fosse mais suave. Quando ela gozava, tremia, e eu apertava seus quadris e continuava metendo como um masoquista, foram uns 10 minutos e ela me disse para parar, que não aguentava mais, e a coloquei de ladinho (colher) e aqui a movimentação foi mais suave, foi um momento muito apaixonado, eu respirava em seu pescoço e lambia seus peitos, e ela, de olhos fechados, gemía baixinho, era algo que não podia acreditar, tão apaixonados, tão tesudos, estávamos muito excitados como dois amantes luxuriosos.
Deitei para que ela subisse em cima de mim, deixei que ela cavalgasse e a segurava pelas coxas/nádegas para ajudá-la, e ela se segurava no meu peito, então depois a peguei pelas costas, a trouxe para perto do meu rosto e tinha seus seios roçando no meu peito enquanto ela apertava sua vagina no meu pau, a abracei forte e tinha seu rosto junto ao meu, dei um beijinho em seus lábios e na segunda tentativa consegui beijá-la devagar até enfiar minha língua em sua boca, que gostoso que foi, foi tão maravilhoso (mais uma vez digo que estávamos muito excitados). Eu continuava martelando meu pau nela como uma máquina frenética e não parava, e eu gritava da força bruta que fazia, ela me tinha... Loko com seus gritos, seus gemidos, sua cara de excitação. Tinha passado um bom tempo e estávamos encharcados de suor (a maquiagem escorria e eu já tinha gastado o batom dela). Ela, exausta, se encostou na cama e eu também já estava começando a câimbra. Tive que virar o colchão porque estava úmido. Saímos do quarto e com meu pau eu ia cutucando ela por trás, falando que ela tava gostosa e coisas assim enquanto íamos pra cozinha. Lá eu percebi o quanto estava sedento. Bebemos água e fomos pra sala. Ali comecei a convencer ela a me fazer um boquete e deixar eu meter o dedo no cu. Ela começou desconfiada, beijando a cabeça do meu pau. Eu agarrava ela e apertava contra mim (estava sentado no sofá) e ofegava pra mostrar que aquilo me deixava bem tesão. A mulher se contagiou do prazer que eu tava sentindo (que nós dois já estávamos sentindo). Ela apertava, chupava minhas bolas e, quase por instinto, coloquei meu dedo indicador no cu dela. Assim a gente ficou um bom tempo, um baita tempo. Depois, selvagemente, coloquei ela de quatro no sofá e, em pé, comecei devagar a enfiar meu pau no cu dela. Tava muito apertado, quase doloroso. Fui me mexendo devagar. A situação tava um pouco tensa, dava pra ver que ela não tava gostando de levar por trás. Tirei meu pau do cu apertado dela e coloquei na buceta. Emburrei de uma vez, batendo minhas coxas nas nádegas dela. Me senti confortável e comi aquela velha como se fosse um carro de corrida sem freio. Foi muito selvagem. Eu via como ela tava vermelha, de tanto que apertava os dentes da pressão, que nem deixava ela respirar. Então coloquei ela em pé, na mesma pose, e arquei as costas dela. Ela se segurava no sofá, já não aguentava as pernas. Então, na mesma pose, peguei ela pelos braços por trás (tipo como policial prende ladrão) e apertei contra mim. Me mexi como nunca. Me excitou muito ouvir os gritos dela. Nós dois gozamos em pé, se apertando, um clímax de outro mundo.
Eu já não queria mais foder, tava acabado. E me ocorreu... Peguei um filme pornô pra assistir com a Maritza, começamos a ver e eu fui ficando duro. Ela percebeu e começou a massagear minhas bolas, me olhando com aquele olhar safado, de mulher com tesão. Enfim, uma mulher muito tarada. Eu pego ela e coloco por cima de mim (eu estava sentado no sofá) e entro sem piedade. O rosto dela me deixou tão excitado que eu já parecia um maluco. Eu era quem botava o descontrole e ela, submissa, com os olhos semicerrados e gemendo como se eu estivesse castigando ela. Senti que mais prazer era impossível, era uma sodomia completa. Assim, coloquei ela em posição invertida e via as gotas de suor escorrendo da coluna até as nádegas enormes dela, e eu com uma força descomunal metendo. Nessa hora eu já não aguentava mais o corpo, então fiz ela quicar devagar e ao mesmo tempo forte. Isso foi melhor ainda. Coloquei o braço direito dela atrás da minha cabeça e lambi os peitos dela. E já recuperado, perguntei se podia meter mais rápido, e ela disse:
– Você é um pobre filho da puta pra foder… né?
Eu entendi como um sim. Ela me olhando e falando: "Vai, vai, ssshhhhh". E eu respirava forte. Sentimos tanto prazer (caralho, foder é tão gostoso) que não importava se eu ficasse destruído. Minhas pernas já estavam tremendo e pedi pra ela chupar meu pau. E a atrevida ainda me mostrou a bunda. Então a posicionei direitinho e fizemos um 69 delicioso. Eu fodia a boca dela enquanto chupava o cu. Coloquei ela por cima de mim de novo, apertei bem forte as nádegas e meti até gozar quase morto. Aí, no sofá, nós dois nos deitamos e ficamos nos acariciando e massageando (por assim dizer). A Maritza se levanta e vai pro quarto dela. Eu vi as nádegas vermelhas dela, com as marcas das minhas mãos. Incrível, eu tinha comido a bunda grande da minha vizinha e a foda foi espetacular. E sei que posso melhorar (as últimas relações que tive foram brutais). Ela voltou pra sala com uma toalha no corpo e conversamos um pouco. Ela disse que estava cansada e depois soltou:
– Você tá transando com alguém? (pra não dizer: "Você está saindo com alguém?" Eu disse que não e ela falou:
– Pra você transar comigo.
E eu respondi que era legal e ela disse:
– Pra você cansar aqui.
E nós rimos. Me aproximei pra dar um beijinho de despedida, digo "tchau" e beijo seus lábios, e rimos envergonhados porque ficávamos nos olhando enquanto nossos lábios se roçavam. Então, seguro ela pela cintura e a beijo melhor, e ela agarra meu braço. Aí, tiro a toalha que ela estava usando e começo a acariciar suas nádegas, e começamos a transar de novo na sala. E assim foi até dar onze horas. Me despedi de Maritza e combinamos que ela me ligaria no celular quando tivesse oportunidade. Depois disso, tive que fazer tantas bobagens que só hoje, escrevendo (a manhã toda), percebo como aquele dia foi intenso e também me lembro do rosto apaixonado de Maritza, que com certeza vou ter na minha frente essa semana.
Me chamo Axel, tenho 20 anos. Moro na mesma casa desde que nasci. Do lado vive a Maritza, uma vizinha muito gente boa, mas de personalidade forte. Ela tem 48 anos e se mudou pra cá há uns 5 anos, depois que se separou do marido. Mora com a filha de 28 anos e um pirralho de 12. Eu sempre tive um baita tesão na filha, mas ela tava metida com um cara que depois acabou engravidando ela. Com o tempo, a gente foi criando mais intimidade, e elas passaram a confiar bastante em mim.
Um dia, eu tava jogando PlayStation com o moleque na casa delas, e ela ficou andando pela casa só de toalha — dava pra ver as coxas grossas e brancas dela, e um rabão enorme. Quando ela segurava a toalha no peito, dava pra ver as nádegas, como se fosse um vestidinho bem ousado. Naquele momento, eu já fiquei com vontade de transar com ela e sempre fantasiava com a hora que eu ia comer a bunda grande da minha vizinha. Depois disso, tentei chegar nela umas cinco vezes, mas sempre acabava amarelando.
Faz mais ou menos um mês que me prometi tentar dar em cima dela, mas era difícil porque a filha ficava o dia todo em casa, e quando saía, o pirralho tava lá. Aí chegou a quarta-feira: descobri que a filha ia levar o bebê no hospital (quando era assim, ela passava a manhã toda fora). Era umas 8h, o filho menor tava na escola. Eu, super empolgado, fui na casa da Maritza com a desculpa de que precisava do computador dela pra fazer uma tarefa urgente.
Entrei, e ela tava de calcinha e uma camiseta, como sempre. Aquele rabão enorme e o rostinho lindo dela já me deixaram com o pau latejando. Ela foi andando até o computador, que fica no quarto do filho, e eu fui atrás. Parecia que eu ia ter um infarto — tava com uma ansiedade do caralho, a garganta seca, todo quente e excitado. Sabia que era HOJE ou NUNCA.
Entramos no quarto, e ela tava limpando a poeira da mesa do PC, meio sem graça. Eu, todo quente, encosto na bunda dela e falo:
— Que rabão gostoso, hein!
E ela me... ele disse:
– O que foi que você disse?! Dava pra ver na cara dela que estava meio irritada.
Eu fiquei pasmo, não era o tipo de resposta que eu esperava, e falei:
– Desculpa, mas a verdade é que você me atrai muito e sério, você tem um corpo lindo. E me aproximei dela, e ela falou:
– E o que, você quer transar comigo? E me aproximei mais e disse:
– Eu faria amor com você como ninguém nunca fez. Peguei ela pela cintura e ela me olhava nos olhos e ao mesmo tempo me perguntava coisas sobre minha vida sexual enquanto eu pegava nos peitos dela por baixo da camiseta, ela continuava me perguntando bobagens e comecei a segurar forte a bunda dela e apertar, e rapidamente com os dedos indicador e médio comecei a esfregar a buceta dela, ela calou e me olhou como dizendo “Vai, vai” aproximei meu rosto do dela e com a outra mão apertava a bunda e ela empurrava a buceta na direção da minha mão e com a mão direita me pegava pela cintura quase na bunda, ela não parava de me olhar cada vez mais intensamente até que soltou um AI DEUS!!! Apertei com força e ela estava tremendo, foi um orgasmo muito intenso.
Falei pra irmos pro quarto dela e no caminho ela soltou se eu tinha camisinha e tive que ir comprar umas, era muito cedo e não tinha onde e tive que correr 8 quarteirões até onde vendiam, parei pra descansar e pulei o muro da casa da véia (sempre fazia isso) já mais tranquilo tinha percebido que tinha a manhã toda e nenhum vizinho sabia que eu estava lá.
Entrei e ela estava depilando a buceta gostosa e estava peladinha, era um espetáculo soberbo, eu me despi, estava muito excitado e só ficava olhando e ela olhava meu pau duro super vermelho e brilhoso que ela tinha me deixado, terminou e veio até mim, que momento pra ficar ainda mais excitado, ela estava mais arrumada e tinha se maquiado, pegou meu pau, apertou e disse:
– Quero que você faça amor comigo muitas vezes! E eu estava com um tesão que não aguentava, estava com a garganta seca, e falei:
– Vem cá logo! (que otário eu sou! Não me ocorreu nada melhor)
E me... Continuava apertando o pau e me olhando com uma cara de puta louca, enquanto eu a encarava como dizendo "AGORA VOU TE DESTRUIR". Foi muito foda! Haha. Peguei ela com força pelas nádegas e joguei na cama, e de uma vez lambi sua buceta recém-depilada, foi algo muito gostoso. Ela me olhava e dizia: "Vai... sssshhhh, meu Deus!!!" E enfiei meus dois dedos, ela sentia muito prazer, estava muito sensível, e eu, como um louco, apertava tudo que estava ao meu alcance, e ela gemia muito gostoso.
Me posicionei para que ela chupasse meu pau, e ela foi se acomodando em cima, era óbvio que não faria sexo oral, e eu não quis estragar aquele momento, os dois estávamos muito excitados, então melhor a coloquei na beirada da cama, botei a camisinha e daí pra frente não houve descanso para mim, era como uma máquina, e a mulher começou a gritar de prazer, dizia: "Ai, ai, AAAAAhhiiiiii aahhhii, devagar", para que eu fosse mais suave. Quando ela gozava, tremia, e eu apertava seus quadris e continuava metendo como um masoquista, foram uns 10 minutos e ela me disse para parar, que não aguentava mais, e a coloquei de ladinho (colher) e aqui a movimentação foi mais suave, foi um momento muito apaixonado, eu respirava em seu pescoço e lambia seus peitos, e ela, de olhos fechados, gemía baixinho, era algo que não podia acreditar, tão apaixonados, tão tesudos, estávamos muito excitados como dois amantes luxuriosos.
Deitei para que ela subisse em cima de mim, deixei que ela cavalgasse e a segurava pelas coxas/nádegas para ajudá-la, e ela se segurava no meu peito, então depois a peguei pelas costas, a trouxe para perto do meu rosto e tinha seus seios roçando no meu peito enquanto ela apertava sua vagina no meu pau, a abracei forte e tinha seu rosto junto ao meu, dei um beijinho em seus lábios e na segunda tentativa consegui beijá-la devagar até enfiar minha língua em sua boca, que gostoso que foi, foi tão maravilhoso (mais uma vez digo que estávamos muito excitados). Eu continuava martelando meu pau nela como uma máquina frenética e não parava, e eu gritava da força bruta que fazia, ela me tinha... Loko com seus gritos, seus gemidos, sua cara de excitação. Tinha passado um bom tempo e estávamos encharcados de suor (a maquiagem escorria e eu já tinha gastado o batom dela). Ela, exausta, se encostou na cama e eu também já estava começando a câimbra. Tive que virar o colchão porque estava úmido. Saímos do quarto e com meu pau eu ia cutucando ela por trás, falando que ela tava gostosa e coisas assim enquanto íamos pra cozinha. Lá eu percebi o quanto estava sedento. Bebemos água e fomos pra sala. Ali comecei a convencer ela a me fazer um boquete e deixar eu meter o dedo no cu. Ela começou desconfiada, beijando a cabeça do meu pau. Eu agarrava ela e apertava contra mim (estava sentado no sofá) e ofegava pra mostrar que aquilo me deixava bem tesão. A mulher se contagiou do prazer que eu tava sentindo (que nós dois já estávamos sentindo). Ela apertava, chupava minhas bolas e, quase por instinto, coloquei meu dedo indicador no cu dela. Assim a gente ficou um bom tempo, um baita tempo. Depois, selvagemente, coloquei ela de quatro no sofá e, em pé, comecei devagar a enfiar meu pau no cu dela. Tava muito apertado, quase doloroso. Fui me mexendo devagar. A situação tava um pouco tensa, dava pra ver que ela não tava gostando de levar por trás. Tirei meu pau do cu apertado dela e coloquei na buceta. Emburrei de uma vez, batendo minhas coxas nas nádegas dela. Me senti confortável e comi aquela velha como se fosse um carro de corrida sem freio. Foi muito selvagem. Eu via como ela tava vermelha, de tanto que apertava os dentes da pressão, que nem deixava ela respirar. Então coloquei ela em pé, na mesma pose, e arquei as costas dela. Ela se segurava no sofá, já não aguentava as pernas. Então, na mesma pose, peguei ela pelos braços por trás (tipo como policial prende ladrão) e apertei contra mim. Me mexi como nunca. Me excitou muito ouvir os gritos dela. Nós dois gozamos em pé, se apertando, um clímax de outro mundo.
Eu já não queria mais foder, tava acabado. E me ocorreu... Peguei um filme pornô pra assistir com a Maritza, começamos a ver e eu fui ficando duro. Ela percebeu e começou a massagear minhas bolas, me olhando com aquele olhar safado, de mulher com tesão. Enfim, uma mulher muito tarada. Eu pego ela e coloco por cima de mim (eu estava sentado no sofá) e entro sem piedade. O rosto dela me deixou tão excitado que eu já parecia um maluco. Eu era quem botava o descontrole e ela, submissa, com os olhos semicerrados e gemendo como se eu estivesse castigando ela. Senti que mais prazer era impossível, era uma sodomia completa. Assim, coloquei ela em posição invertida e via as gotas de suor escorrendo da coluna até as nádegas enormes dela, e eu com uma força descomunal metendo. Nessa hora eu já não aguentava mais o corpo, então fiz ela quicar devagar e ao mesmo tempo forte. Isso foi melhor ainda. Coloquei o braço direito dela atrás da minha cabeça e lambi os peitos dela. E já recuperado, perguntei se podia meter mais rápido, e ela disse:
– Você é um pobre filho da puta pra foder… né?
Eu entendi como um sim. Ela me olhando e falando: "Vai, vai, ssshhhhh". E eu respirava forte. Sentimos tanto prazer (caralho, foder é tão gostoso) que não importava se eu ficasse destruído. Minhas pernas já estavam tremendo e pedi pra ela chupar meu pau. E a atrevida ainda me mostrou a bunda. Então a posicionei direitinho e fizemos um 69 delicioso. Eu fodia a boca dela enquanto chupava o cu. Coloquei ela por cima de mim de novo, apertei bem forte as nádegas e meti até gozar quase morto. Aí, no sofá, nós dois nos deitamos e ficamos nos acariciando e massageando (por assim dizer). A Maritza se levanta e vai pro quarto dela. Eu vi as nádegas vermelhas dela, com as marcas das minhas mãos. Incrível, eu tinha comido a bunda grande da minha vizinha e a foda foi espetacular. E sei que posso melhorar (as últimas relações que tive foram brutais). Ela voltou pra sala com uma toalha no corpo e conversamos um pouco. Ela disse que estava cansada e depois soltou:
– Você tá transando com alguém? (pra não dizer: "Você está saindo com alguém?" Eu disse que não e ela falou:
– Pra você transar comigo.
E eu respondi que era legal e ela disse:
– Pra você cansar aqui.
E nós rimos. Me aproximei pra dar um beijinho de despedida, digo "tchau" e beijo seus lábios, e rimos envergonhados porque ficávamos nos olhando enquanto nossos lábios se roçavam. Então, seguro ela pela cintura e a beijo melhor, e ela agarra meu braço. Aí, tiro a toalha que ela estava usando e começo a acariciar suas nádegas, e começamos a transar de novo na sala. E assim foi até dar onze horas. Me despedi de Maritza e combinamos que ela me ligaria no celular quando tivesse oportunidade. Depois disso, tive que fazer tantas bobagens que só hoje, escrevendo (a manhã toda), percebo como aquele dia foi intenso e também me lembro do rosto apaixonado de Maritza, que com certeza vou ter na minha frente essa semana.
2 comentários - Hasta que se me hizo coger con la vecina madurona.