Olá pra toda essa comunidade linda, hoje quero compartilhar algo que me aconteceu semana passada, meu relato é real, espero que gostem...
Tudo começou na adolescência, quando tudo é à flor da pele. Tenho uma prima uns anos mais nova que eu, naquela época ela era uma gostosa de dar água na boca, e eu não perdia tempo, sempre que podia ficava de olho nela, roçava na bundinha dela ou encostava nela durante brincadeiras de mão e essas merdas. Percebia que ela curtia esse joguinho, mais de uma vez passei a mão na minha pica dura ou ela ficava quietinha quando eu encostava nela na bunda. Uma vez fiquei dormir na casa porque meus tios iam não sei aonde, ficamos tomando chimarrão e quando os priminhos menores dormiram, começou a brincadeira de mão de novo. Ela tava com um short bem curtinho, o que usava pra dormir, e uma camiseta solta, naquela época ela tinha a melhor bunda, bem empinada e durinha, cinturinha fina e peitos normais mas bem firmes. Entre mão vai, mão vem, acabamos nos pegando no sofá, eu com a pica dura igual pedra, me encaixei entre as pernas dela pra ela sentir, segurei os pulsos dela e comecei a beijar ela, esfregando a pica na buceta dela. Soltei as mãos dela e ela começou a me apertar forte contra o corpo. Quando a situação já tava muito quente, pedi pra ela me fazer um boquete. Sentei de lado, tirei a pica pra fora e sem hesitar, a mina se jogou em cima das minhas pernas e começou a chupar. Ela passava a linguinha na cabecinha com uma desenvoltura que parecia uma puta de 30 anos. Quando eu já tava quase explodindo de tesão e pensando em arrancar a roupa dela, chupar ela toda e meter tudo, ouvi a porta do quarto dos meus priminhos e me fiz de desentendido pra que o moleque não percebesse e nos dedasse. Infelizmente ele ficou acordado e não consegui comer ela. Depois dessa situação, nunca mais se repetiu nada parecido, ficou tudo por ali como se nada tivesse acontecido, talvez ela tenha sentido culpa, vergonha, não sei, mas tudo ficou assim. Pô, até acabaram as brincadeirinhas de mão. Claro, o tempo passou, os anos se foram e cada um seguiu sua vida, ela teve um filho, eu também virei pai, nós dois nos separamos, só que ela, faz pouco tempo, se mudou pra perto de onde eu moro. Os anos não fizeram mal pra ela, continua muito gostosa, talvez uns quilinhos a mais, mas realmente tá pra aguentar a noite toda.
Começamos a nos encontrar na casa de parentes, conversar, zoar, tudo normal, trocar mensagens de besteira, até que comecei a ir na casa dela tomar uns matezinhos. Não sei se foi de propósito, mas no primeiro dia que cheguei, ela saiu pra me receber com umas leggings já gastas de tanto usar, que transparentava tudo, dava até pra ver a cor da pele, e a calcinha fio-dental preta aparecia por cima da cintura com qualquer movimento, quando a regatinha curta que ela tava usando mexia um pouquinho. Eu não conseguia evitar de olhar e ficar com tesão naquela bunda linda. O filho dela tava dormindo, e segundo ela, tava deitada. Enquanto a água esquentava, ela foi arrumando umas coisas e a gente conversava sobre tudo, eu sem perder um instante pra apreciar o corpo dela. Ela é uma morena que não deve ter mais que 1,70, é magra com uma bunda linda, mais carnuda do que na juventude, a cinturinha já não é a mesma, mas se define bem, peitos não muito grandes, mas que dão vontade de dar uma boa esfregada. Esse primeiro dia que fui na casa dela, fiquei louco de vontade de comer ela, não passou de mate, conversa e ela mostrando "inocentemente" toda aquela bundinha.
Começamos a trocar mensagens mais seguidas e eu comecei a dar umas indiretas, já com mais confiança, até que lembrei ela do que tinha rolado uma vez, e ela me cortou na hora, falando que éramos crianças. Mas eu tava doido naquela bundinha, e continuei insistindo, e ela entre risadas falava que não. Fui de novo na casa dela, dessa vez o filho dela acordado, brincando e vendo TV. Ela tava com um short jeans apertado, óbvio, e uma regatinha suave, eu com um short de futebol também. Tomando mate na mesa e... O moleque vendo desenho, indo e voltando do quarto, comecei a dar em cima dela de novo, falava que queria terminar o que a gente começou há muito tempo, ela recusava com a mesma desculpa, que éramos novos, e eu comecei com a lábia, dizendo que muito melhor agora que de grandes ninguém ia desconfiar de nada, que a gente tentasse, e ela ria e falava que não dava, me disse como se eu estivesse zoando ela, aí eu tirei a pica dura pela parte de baixo da cueca e do short, e falei olha debaixo da mesa como você me deixa, e ela não quis, então peguei meu celular, tirei umas fotos e mandei pra ela no WhatsApp, arrisquei tudo, ou ela ficava puta e me mandava tomar no cu, ou topava, e ela me evitou falando pra eu tomar cuidado pra não ver nada o moleque, então começaram os chats pelo WhatsApp sobre o assunto enquanto a gente falava qualquer merda, mate vai mate vem, eu insistia no assunto pelo telefone perguntando se ela não tinha ficado tentada com o que viu, e ela recusava mas não respondia, só falava que já era, que éramos novos antes, era a única coisa que falava sobre o assunto ou soltava risadas ou coisas assim. Fui pra casa com o pau duro, e à noite comecei a mandar mensagem com toda a artilharia pesada, falando tudo que faria com ela e antes de tomar banho tirei umas fotos e mandei pra ela e falei pra pensar, ela dizia que eu era um sem-vergonha, que não dava, e falava normal como se também não desgostasse da situação.
Semana passada ela me manda mensagem perguntando se eu tava em casa, que tinha dormido e não conseguia táxi pra levar o moleque na creche, justo tava de folga, peguei o carro e fui, deixamos o filho e voltando pra casa falei pra ela fazer um café pelo menos entre brincadeira e brincadeira, sentei no sofá enquanto ela colocava a chaleira, ela foi pro quarto e sai com o telefone me fala:
— Sabe como fazer pra apagar as fotos de vez do celular?
— Que fotos? — falo
— As que você manda, atrevido — responde
— Seleciona e apaga, burra
— Sim, mas ficam no chat e meu filho às vezes pega meu celular pra jogar e me revisa-
Ela senta do meu lado e me mostra, diz: -Viu como as fotos aparecem no chat?
-Deixa eu ver- enquanto apoio minha mão no sofá, roçando a bunda dela, -tá durona, viu?- falo zoando pela foto do meu pau que aparecia no chat
-Fala sério, mano-
-Tô falando sério também, olha como ele tá- e pego ele com a outra mão
-Cara, me fala, assim o menino não vê- então começo a explicar, enquanto minha mão começa a acariciar a cintura dela sem ela falar nada, apontei com o dedo o que ela tinha que fazer enquanto ela seguia os passos e quando apagou tudo, mandei a outra mão nos peitos dela -pra que vai ficar tudo aparecendo, te falei que não dava-
-Então vamos pro quarto- falei enquanto peguei a mão dela e levei pro meu pau todo duro e molhado, -não vê como você me deixa?-
-Tá afim, mano?- ela disse como se esperasse uma resposta, uma desculpa pra aceitar
-Sim, ninguém precisa saber nem vai perceber- então levantei ela e levei pro quarto, baixei o short dela, colocando ela de quatro, fazendo ela apoiar as mãos na cama, abrindo as pernas, ficou de fio dental, com toda aquela bunda pra mim, me ajoelhei e comecei a chupar o cu dela enquanto enfiava os dedinhos na buceta que jorrava porra pra caralho, -tava com vontade, né?- falei tirando a boca de entre as bandas da bunda dela -Tava, muita vontade- ela disse quase gemendo, joguei ela na cama de barriga pra cima e tirei toda a roupa dela, ficou toda peladinha, que gostosa que é minha prima!!, comecei a passar a língua na buceta toda molhada enquanto apertava forte os bicos dos peitos dela, quanto mais se molhava, mais me excitava, ela segurava minha cabeça e me empurrava contra a buceta dela, curti um bom tempo até sentir que ela gozou na minha boca, bem quentinha, parecia que fazia tempo que não transava porque tava cheinha, hummm que gostoso sentir esses suquinhos na boca. Quando limpei toda a buceta da porra dela, levantei, baixei a calça e fiquei parado ali de pau duro e sem dizer uma palavra, ela se virou Ela agarrou meu pau e começou a chupar desesperadamente no começo, como se estivesse tirando toda a vontade acumulada, e depois passava a língua devagarzinho desde as bolas até a pontinha. Enfiava tudo na boca, bem até o fundo, até que eu não aguentei mais e coloquei ela de quatro de novo. Meti sem camisinha, sentindo a carne com força, bem fundo. As bundinhas dela batiam no meu corpo e dava pra ouvir gemidinhos abafados. Finalmente tava comendo minha prima depois de tanto tempo. Segurava a vontade de gozar porque queria que durasse bastante. Aí me joguei na cama e pedi pra ela subir e me montar. Ela começou a cavalgar descomunalmente, se mexia e gemia, molhando meu pau cada vez mais. Virou de costas e mostrou aquela bunda enorme que já tava bem comida, e me montava enquanto dava pra ver meu pau entrando naquela buceta deliciosa e no furinho daquele cu que pedia pra ser penetrado. Aí comecei a enfiar um dedinho no cu dela enquanto ela se mexia, ela ficou mais louca quando sentiu. Deitei ela do meu lado e chupei os peitos dela enquanto enfiava os dedinhos na buceta. Ainda não queria gozar, e queria provar aquele cuzinho apertado. Então enfiava os dedos ao mesmo tempo no cuzinho e na buceta, e ela ficava mais doida. Aí me acomodei entre as pernas dela e meti devagar, sentindo o calor daquela cavidade enquanto meu pau entrava até o fundo, uma e outra vez, devagar, suave. E de repente comia ela com força até deixar ela bem quente, pronta pra eu fazer o que viesse na cabeça. Então, ainda entre as pernas dela, tirei o pau todo molhado e coloquei no cu dela. Enfiei a cabecinha sentindo como entrava, e vendo na cara dela o prazer de sentir no cu. Aí, sem mais enrolação, arremeti com força até minhas bolas baterem na bunda dela. Um grito de prazer saiu da boca dela e ela cravou as unhas nas minhas costas. Abriu bem as pernas pra meu pau entrar por completo, já inchado como nunca, entrando naquele cu enquanto ela me apertava. A cintura dela me puxando pra ela —Isso! Isso! Isso! Me come assim! Me enche de porra! Dá teu leite na minha bunda!— ela gemia e repetia —Dá teu leite na minha bunda!— isso me deixou louco, agarrei as pernas dela por baixo dos joelhos, abri bem, puxei pra trás e meti na bunda dela violentamente, desesperadamente, enquanto ela gemia e pedia porra, gozei bem dentro daquela bundinha pequena e continuei me mexendo um pouco mais até sentir que não tinha mais nenhuma gota. Me joguei pro lado dela, ela levantou rápido, tomou um banho, saiu e me perguntou se eu queria tomar banho também, entrei, me lavei, a sensação de finalmente comer minha prima depois de tanto tempo, não conseguia acreditar. Saí do banho, tomamos uns mates como se nada tivesse acontecido, e aí ela me mandou mensagem de novo pra eu ir tomar mate quando tiver folga essa semana...
Espero que tenham gostado, pra mim nem preciso dizer, experiência gostosa pra caralho comer uma prima!
Tudo começou na adolescência, quando tudo é à flor da pele. Tenho uma prima uns anos mais nova que eu, naquela época ela era uma gostosa de dar água na boca, e eu não perdia tempo, sempre que podia ficava de olho nela, roçava na bundinha dela ou encostava nela durante brincadeiras de mão e essas merdas. Percebia que ela curtia esse joguinho, mais de uma vez passei a mão na minha pica dura ou ela ficava quietinha quando eu encostava nela na bunda. Uma vez fiquei dormir na casa porque meus tios iam não sei aonde, ficamos tomando chimarrão e quando os priminhos menores dormiram, começou a brincadeira de mão de novo. Ela tava com um short bem curtinho, o que usava pra dormir, e uma camiseta solta, naquela época ela tinha a melhor bunda, bem empinada e durinha, cinturinha fina e peitos normais mas bem firmes. Entre mão vai, mão vem, acabamos nos pegando no sofá, eu com a pica dura igual pedra, me encaixei entre as pernas dela pra ela sentir, segurei os pulsos dela e comecei a beijar ela, esfregando a pica na buceta dela. Soltei as mãos dela e ela começou a me apertar forte contra o corpo. Quando a situação já tava muito quente, pedi pra ela me fazer um boquete. Sentei de lado, tirei a pica pra fora e sem hesitar, a mina se jogou em cima das minhas pernas e começou a chupar. Ela passava a linguinha na cabecinha com uma desenvoltura que parecia uma puta de 30 anos. Quando eu já tava quase explodindo de tesão e pensando em arrancar a roupa dela, chupar ela toda e meter tudo, ouvi a porta do quarto dos meus priminhos e me fiz de desentendido pra que o moleque não percebesse e nos dedasse. Infelizmente ele ficou acordado e não consegui comer ela. Depois dessa situação, nunca mais se repetiu nada parecido, ficou tudo por ali como se nada tivesse acontecido, talvez ela tenha sentido culpa, vergonha, não sei, mas tudo ficou assim. Pô, até acabaram as brincadeirinhas de mão. Claro, o tempo passou, os anos se foram e cada um seguiu sua vida, ela teve um filho, eu também virei pai, nós dois nos separamos, só que ela, faz pouco tempo, se mudou pra perto de onde eu moro. Os anos não fizeram mal pra ela, continua muito gostosa, talvez uns quilinhos a mais, mas realmente tá pra aguentar a noite toda.
Começamos a nos encontrar na casa de parentes, conversar, zoar, tudo normal, trocar mensagens de besteira, até que comecei a ir na casa dela tomar uns matezinhos. Não sei se foi de propósito, mas no primeiro dia que cheguei, ela saiu pra me receber com umas leggings já gastas de tanto usar, que transparentava tudo, dava até pra ver a cor da pele, e a calcinha fio-dental preta aparecia por cima da cintura com qualquer movimento, quando a regatinha curta que ela tava usando mexia um pouquinho. Eu não conseguia evitar de olhar e ficar com tesão naquela bunda linda. O filho dela tava dormindo, e segundo ela, tava deitada. Enquanto a água esquentava, ela foi arrumando umas coisas e a gente conversava sobre tudo, eu sem perder um instante pra apreciar o corpo dela. Ela é uma morena que não deve ter mais que 1,70, é magra com uma bunda linda, mais carnuda do que na juventude, a cinturinha já não é a mesma, mas se define bem, peitos não muito grandes, mas que dão vontade de dar uma boa esfregada. Esse primeiro dia que fui na casa dela, fiquei louco de vontade de comer ela, não passou de mate, conversa e ela mostrando "inocentemente" toda aquela bundinha.
Começamos a trocar mensagens mais seguidas e eu comecei a dar umas indiretas, já com mais confiança, até que lembrei ela do que tinha rolado uma vez, e ela me cortou na hora, falando que éramos crianças. Mas eu tava doido naquela bundinha, e continuei insistindo, e ela entre risadas falava que não. Fui de novo na casa dela, dessa vez o filho dela acordado, brincando e vendo TV. Ela tava com um short jeans apertado, óbvio, e uma regatinha suave, eu com um short de futebol também. Tomando mate na mesa e... O moleque vendo desenho, indo e voltando do quarto, comecei a dar em cima dela de novo, falava que queria terminar o que a gente começou há muito tempo, ela recusava com a mesma desculpa, que éramos novos, e eu comecei com a lábia, dizendo que muito melhor agora que de grandes ninguém ia desconfiar de nada, que a gente tentasse, e ela ria e falava que não dava, me disse como se eu estivesse zoando ela, aí eu tirei a pica dura pela parte de baixo da cueca e do short, e falei olha debaixo da mesa como você me deixa, e ela não quis, então peguei meu celular, tirei umas fotos e mandei pra ela no WhatsApp, arrisquei tudo, ou ela ficava puta e me mandava tomar no cu, ou topava, e ela me evitou falando pra eu tomar cuidado pra não ver nada o moleque, então começaram os chats pelo WhatsApp sobre o assunto enquanto a gente falava qualquer merda, mate vai mate vem, eu insistia no assunto pelo telefone perguntando se ela não tinha ficado tentada com o que viu, e ela recusava mas não respondia, só falava que já era, que éramos novos antes, era a única coisa que falava sobre o assunto ou soltava risadas ou coisas assim. Fui pra casa com o pau duro, e à noite comecei a mandar mensagem com toda a artilharia pesada, falando tudo que faria com ela e antes de tomar banho tirei umas fotos e mandei pra ela e falei pra pensar, ela dizia que eu era um sem-vergonha, que não dava, e falava normal como se também não desgostasse da situação.
Semana passada ela me manda mensagem perguntando se eu tava em casa, que tinha dormido e não conseguia táxi pra levar o moleque na creche, justo tava de folga, peguei o carro e fui, deixamos o filho e voltando pra casa falei pra ela fazer um café pelo menos entre brincadeira e brincadeira, sentei no sofá enquanto ela colocava a chaleira, ela foi pro quarto e sai com o telefone me fala:
— Sabe como fazer pra apagar as fotos de vez do celular?
— Que fotos? — falo
— As que você manda, atrevido — responde
— Seleciona e apaga, burra
— Sim, mas ficam no chat e meu filho às vezes pega meu celular pra jogar e me revisa-
Ela senta do meu lado e me mostra, diz: -Viu como as fotos aparecem no chat?
-Deixa eu ver- enquanto apoio minha mão no sofá, roçando a bunda dela, -tá durona, viu?- falo zoando pela foto do meu pau que aparecia no chat
-Fala sério, mano-
-Tô falando sério também, olha como ele tá- e pego ele com a outra mão
-Cara, me fala, assim o menino não vê- então começo a explicar, enquanto minha mão começa a acariciar a cintura dela sem ela falar nada, apontei com o dedo o que ela tinha que fazer enquanto ela seguia os passos e quando apagou tudo, mandei a outra mão nos peitos dela -pra que vai ficar tudo aparecendo, te falei que não dava-
-Então vamos pro quarto- falei enquanto peguei a mão dela e levei pro meu pau todo duro e molhado, -não vê como você me deixa?-
-Tá afim, mano?- ela disse como se esperasse uma resposta, uma desculpa pra aceitar
-Sim, ninguém precisa saber nem vai perceber- então levantei ela e levei pro quarto, baixei o short dela, colocando ela de quatro, fazendo ela apoiar as mãos na cama, abrindo as pernas, ficou de fio dental, com toda aquela bunda pra mim, me ajoelhei e comecei a chupar o cu dela enquanto enfiava os dedinhos na buceta que jorrava porra pra caralho, -tava com vontade, né?- falei tirando a boca de entre as bandas da bunda dela -Tava, muita vontade- ela disse quase gemendo, joguei ela na cama de barriga pra cima e tirei toda a roupa dela, ficou toda peladinha, que gostosa que é minha prima!!, comecei a passar a língua na buceta toda molhada enquanto apertava forte os bicos dos peitos dela, quanto mais se molhava, mais me excitava, ela segurava minha cabeça e me empurrava contra a buceta dela, curti um bom tempo até sentir que ela gozou na minha boca, bem quentinha, parecia que fazia tempo que não transava porque tava cheinha, hummm que gostoso sentir esses suquinhos na boca. Quando limpei toda a buceta da porra dela, levantei, baixei a calça e fiquei parado ali de pau duro e sem dizer uma palavra, ela se virou Ela agarrou meu pau e começou a chupar desesperadamente no começo, como se estivesse tirando toda a vontade acumulada, e depois passava a língua devagarzinho desde as bolas até a pontinha. Enfiava tudo na boca, bem até o fundo, até que eu não aguentei mais e coloquei ela de quatro de novo. Meti sem camisinha, sentindo a carne com força, bem fundo. As bundinhas dela batiam no meu corpo e dava pra ouvir gemidinhos abafados. Finalmente tava comendo minha prima depois de tanto tempo. Segurava a vontade de gozar porque queria que durasse bastante. Aí me joguei na cama e pedi pra ela subir e me montar. Ela começou a cavalgar descomunalmente, se mexia e gemia, molhando meu pau cada vez mais. Virou de costas e mostrou aquela bunda enorme que já tava bem comida, e me montava enquanto dava pra ver meu pau entrando naquela buceta deliciosa e no furinho daquele cu que pedia pra ser penetrado. Aí comecei a enfiar um dedinho no cu dela enquanto ela se mexia, ela ficou mais louca quando sentiu. Deitei ela do meu lado e chupei os peitos dela enquanto enfiava os dedinhos na buceta. Ainda não queria gozar, e queria provar aquele cuzinho apertado. Então enfiava os dedos ao mesmo tempo no cuzinho e na buceta, e ela ficava mais doida. Aí me acomodei entre as pernas dela e meti devagar, sentindo o calor daquela cavidade enquanto meu pau entrava até o fundo, uma e outra vez, devagar, suave. E de repente comia ela com força até deixar ela bem quente, pronta pra eu fazer o que viesse na cabeça. Então, ainda entre as pernas dela, tirei o pau todo molhado e coloquei no cu dela. Enfiei a cabecinha sentindo como entrava, e vendo na cara dela o prazer de sentir no cu. Aí, sem mais enrolação, arremeti com força até minhas bolas baterem na bunda dela. Um grito de prazer saiu da boca dela e ela cravou as unhas nas minhas costas. Abriu bem as pernas pra meu pau entrar por completo, já inchado como nunca, entrando naquele cu enquanto ela me apertava. A cintura dela me puxando pra ela —Isso! Isso! Isso! Me come assim! Me enche de porra! Dá teu leite na minha bunda!— ela gemia e repetia —Dá teu leite na minha bunda!— isso me deixou louco, agarrei as pernas dela por baixo dos joelhos, abri bem, puxei pra trás e meti na bunda dela violentamente, desesperadamente, enquanto ela gemia e pedia porra, gozei bem dentro daquela bundinha pequena e continuei me mexendo um pouco mais até sentir que não tinha mais nenhuma gota. Me joguei pro lado dela, ela levantou rápido, tomou um banho, saiu e me perguntou se eu queria tomar banho também, entrei, me lavei, a sensação de finalmente comer minha prima depois de tanto tempo, não conseguia acreditar. Saí do banho, tomamos uns mates como se nada tivesse acontecido, e aí ela me mandou mensagem de novo pra eu ir tomar mate quando tiver folga essa semana...
Espero que tenham gostado, pra mim nem preciso dizer, experiência gostosa pra caralho comer uma prima!
9 comentários - Me cogi a mi prima
Graicas!!!!!!!!!
gracias