Olá a todos de novo. Hoje volto pra contar a continuação de como mudou meu relacionamento com a família do Eduardo, um amigo da escola.
Como comentei no relato anterior, virei o personal trainer do Francisco e da María Elena (o pai e a madrasta do meu amigo). Depois daquelas pequenas férias no litoral, começamos a planejar como fazer pra que os dois pudessem ter suas sessões de exercícios. Então combinamos que de manhã, enquanto a María Elena tava trabalhando e as crianças dormindo, eu e o Francisco íamos malhar e, à tarde, enquanto o Francisco trabalhava e as crianças tavam na escola, eu e a María Elena teríamos nossas sessões hehe.
Em pouco tempo de treino, tanto o Francisco quanto a María Elena ganharam um condicionamento físico melhor, os dois se sentiam mais vigorosos e com mais energia. Claro que, como os treinos eram diferentes, as condições físicas de cada um também eram. De manhã, na casa do Eduardo (que trabalhava o dia todo), eu fazia a rotina com o Francisco: saíamos pra correr, íamos pra academia e, de vez em quando, pra piscina. Só fazíamos uma hora ou duas por dia, depois tomávamos banho (cada um no seu canto, nos revezávamos) e eu ficava estudando pra faculdade até a hora da María Elena voltar pra casa e o Francisco levar as crianças pra escola, pra depois ele ir pro trampo. E com a Maru, a rotina de exercícios mudava pra uma corridinha, um pouco de academia (o máximo de aeróbico possível, já que ela não queria pegar peso) e natação de vez em quando. No final, a gente trocava a rotina por um banho juntos ou uma sessão de massagens energizantes.
No começo, com a María Elena, a gente não fazia muita coisa íntima (além de beijos ou uns amassos), porque tínhamos que calcular bem os horários por causa das crianças e pra não correr o risco de chegar o Eduardo ou o Francisco. Mas a gente sempre trocava mensagens e ela me mandava umas fotos por e-mail (coisa que eu adorava ver). casa). Depois de uma semana, já acostumados com os horários, conseguimos ficar mais tranquilos.
Até aqui, só contei de forma geral a rotina diária que rolava na casa do meu amigo.
Era um dia como outro, lá pelas 9 da manhã fui buscar o Francisco pra começar a rotina diária, que passou sem grandes novidades, até a chegada da María Elena foi um dia totalmente rotineiro. O Francisco foi levar os moleques pra escola e de lá ele ia pro trampo, mesmo não sendo época de férias o Eduardo deu um perdido e foi pra Uruguai por uma semana pra ver uns amigos que abriram um bar lá; então não teríamos que nos preocupar em fazer a rotina rápido.
A María Elena foi se trocar, eu fiquei na sala tomando mate e vendo TV, depois de uns minutos ela saiu com a roupa de treino (camiseta branca larga, legging preta bem apertada que marcava toda a bunda dela e a racha da buceta, e um tênis rosa).
- Uau, não sei o que você vestiu de diferente hoje, tá muito gostosa, mais sexy que o normal.
- Kkkk, não seja besta, não vesti nada diferente, essa legging é velha, mas não servia, graças a você agora serve. Cê gosta de como fica em mim?
- Sim, sim, adoro. Mas além disso, você parece diferente, mais sensual, algum perfume novo?
- Não, nada, tudo igual... Não será que você é meio bicho, né?
- Pode ser... Por quê?
- Porque agora eu tô ovulando, dizem que os feromônios dá pra sentir no ar, pelo menos os machos sentem, kkkk.
- Talvez seja isso... Bom, vamos.
Começamos a rotina básica diária, saímos pra dar umas voltas numa praça que fica a cinco quarteirões, nem preciso dizer que fiquei de pau duro o tempo todo, tentava cheirar ela, ficar bem perto, às vezes atrasava pra olhar a bunda dela e outras me adiantava pra ver as tetas quicando. Mas, no momento em que terminamos a primeira volta, sem aviso nem premonição, começou Uma baita tempestade e tivemos que voltar. Como já era de se esperar, chegamos todos encharcados, e nessa hora a María se aproxima de mim e fala: “Que tal a gente tomar banho junto pra economizar tempo, água e ninguém pegar um resfriado?”. Essa pergunta veio acompanhada de um beijo de língua… Ali mesmo comecei a me despir enquanto ela saía do banheiro.
Depois de uns instantes, María Elena volta enrolada numa toalha, entra no banheiro, me sorri e faz uns movimentos sensuais (rebolando a cintura de um lado pro outro) enquanto tira a toalha, se mostrando nua em toda a sua plenitude. Nessa hora, só faltava tirar a cueca, onde já tinha formado uma barraca bem avantajada. María me olha e, enquanto se ajoelha e entre sorrisos, fala: “Uuh, que pacotinho… tem um presente pra mim?” e puxa minha cueca pra baixo, deixando meu pau completamente duro. Quando ela baixou a cueca, meu pau quase acertou o rosto dela, mas ela conseguiu desviar; me olhou, riu, abriu a boca e na mesma hora enfiou meu pau na boca dela e começou a me chupar com muita paixão.
Foi uma chupada maravilhosa, não aguentei muito tempo, gozei tudo na boca dela, María engoliu sem deixar escapar uma gota, mas disse: “Espero que isso não tenha sido tudo o que você tem, porque ainda quero mais”. Respondi que não, que era só olhar pro meu pau, que não tinha murchado nem um centímetro, tudo pra continuar com ela a tarde inteira. Nisso, ela pegou no meu pau com uma mão enquanto se levantava e me puxou pelo pau pra dentro do chuveiro, e eu não resisti.
Assim que os dois entraram no box (que tem chuveiro), começamos a nos abraçar e nos beijar pelo corpo todo. Nossas mãos passaram por todas as partes dos dois corpos, enquanto eu a beijava e acariciava um peito com uma mão e com a outra me masturbava, ela com uma mão segurava minha bunda e com a outra se tocava no outro peito ou se masturbava o clitóris; depois íamos trocando os lugares das mãos e dos beijos, num momento ela levantou a perna. pra apoiar ela na borda da banheira e eu me agachei pra dar uma chupada na buceta com muita vontade, enquanto com uma mão eu tocava um peito dela e com a outra as nádegas e até, às vezes, enfiava um dedo naquele cu maravilhoso; ela, enquanto gemia e se tocava ou acariciava minha cabeça, continuei assim até ela gozar na minha boca e eu bebi todos os seus sucos deliciosos. Depois disso, me levanto, beijo ela, continuo acariciando e ela se vira apoiando a bunda toda no meu pau; beijo o pescoço dela e com minhas mãos abraço ela, passo as mãos pelos peitos dela, pela barriga e pelo monte de vênus, masturbo ela e Maria se tremia de prazer. Nisso ela começa a se inclinar pra frente e arquear as costas, deixando a entrada da boceta bem na ponta da minha cabeça.
Sem pensar duas vezes, eu penetrei ela e aí começou o jogo do vai-e-vem, a bombada. Maru começou a gritar, sentia tipo choques elétricos, tinha espasmos e pedia mais e mais. Eu segurava ela pela cintura e pelo quadril pra penetrar mais fundo, ela gemia de prazer e, ao se aproximar do orgasmo, Maria Elena começou a se agarrar nos meus pulsos com as mãos…
- Maria, vou gozar, não aguento muito mais…
- Vai, Till, não segura, goza dentro de mim, quero receber todos os seus meninos aqui dentro, quero que eles façam uma festa enorme dentro de mim.
E ali mesmo eu jorrei todo o meu sêmen dentro da madrasta do meu amigo, tinha agarrado ela com tanta força que deixei meus dedos marcados na cintura dela.
“Ah! Sim, era isso que eu queria, sinto todos os meninos brincando dentro de mim” Ela disse enquanto se levantava. Se ajoelhou e limpou meu pau com a boca, quando se levantou disse “Um banho rápido e vamos já pra minha cama, antes que o Francisco e as crianças cheguem”. Naquele momento eu dizia sim pra qualquer coisa que ela propusesse, eu tava nas nuvens. Ela tomou banho e saiu pra pegar uma toalha rápido e, de quebra, me deu um minuto pra me lavar bem também.
Quando voltou enrolada na toalha, me olha com um sorriso de Uma felicidade imensa, e ela me diz:
- O Francisco acabou de me ligar, ele vai sair um pouco mais tarde do trabalho por causa do temporal, e assim dar um tempo pra baixar o nível da água, já que a região onde a mãe dele mora alagou. E se a água não baixar, ele não pode ir buscar as crianças. Ele disse pra eu não me assustar se ele chegar lá pelas 20h ou 21h, mas que a rua tá um caos. Eu falei que não tem problema, de quebra a gente estende um pouco a sessão de exercícios aqui em casa, que você tava me convencendo a fazer bicicleta ergométrica… acho que ele acreditou, hehehe.
- Você é uma ótima atriz, de agora em diante vou ter que duvidar de tudo que você me disser…
- Não, você nunca, no máximo posso atrasar alguma notícia, mas jamais mentir pra você, você é meu homem, nesse tempo eu me apaixonei por você, você cuida de mim, me olha e me mima como ninguém nunca fez.
- Bom, não é tanto assim, você também me encanta, seu corpo, seu rosto, sua boca, esses peitos e essa bunda tão fantástica. Seu carinho e suas atenções fizeram com que eu não quisesse me separar.
Nisso, eu saio da banheira, ela abre a toalha que a envolvia e faz com que eu entre nessa toalha, e nos envolve juntos (devo dizer que a toalha era bem grande e era desconfortável, mas fazer o quê… às vezes a gente tem que ficar desconfortável pra ficar com quem a gente quer). Aí nos beijamos e aos poucos vamos indo pra cama, nos deitamos nela e começamos a nos beijar e nos tocar.
Eu fico por cima dela e começo a beijá-la, dou beijos de língua, e ela correspondia segurando minha nuca com as mãos pra eu não me afastar dela. Maria começou a abrir as pernas, me deixando espaço pra penetrá-la de novo, mas em vez disso resolvi "brincar" e roçar com a glande todo o monte de Vênus dela, o clitóris, e o que eu mais gostava, fingir que ia meter, mas só roçava a entrada da buceta dela com meu pau. Num surto de loucura, Maria Elena envolve minha cintura com as pernas e puxa pra ela, fazendo com que eu a penetre até o fundo…
- Uh, Maru, Você já tá bem molhada, e por dentro continua toda ensopada.
- Não é só que eu tô molhada de tesão por você, ainda tenho seu esperma dentro de mim, te falei que queria uma festa dentro de mim.
- Bom, se continuarmos assim, vão chegar mais convidados…
- Que venham todos que quiserem, serão bem-vindos, tem espaço pra todo mundo aqui dentro… Só que um vai levar o prêmio grande.
- Do que você tá falando? – perguntei enquanto parei de bombar, mas ainda dentro dela.
- Só um dos seus caras vai chegar no meu óvulo, só um vai me fecundar.
- Isso seria ótimo, mas você toma pílula. Ou tô enganado?
- Parei faz um mês, sei que devia ter pedido sua opinião, mas acredita em mim quando digo que tô apaixonada por você e quero que me faça mãe. Só transo com meu marido de camisinha pra não ter dúvida que é você o pai do meu próximo filho, desculpa não ter te falado antes, mas tinha medo de você dizer não.
- Minha vida… eu nunca diria não, tem certeza que quer engravidar de mim???
- Não duvidaria nem um segundo, quero que me encha de seus caras, pra ver qual é o sortudo.
- Agora você tá me dando vontade e força pra fazer isso com mais intensidade, faz tempo que quero te engravidar.
E ali mesmo voltamos ao trabalho de mete e tira, ela tava tão empolgada com minha aceitação em engravidá-la que começou a ficar eufórica, começou a gritar e cravar as unhas nas minhas costas (o que me excitou ainda mais) e me arranhar, as pernas dela estavam cada vez mais agarradas na minha cintura e quadril que chegou um ponto que eu não conseguia me mexer, mas não importou porque eu já tava prestes a me esvaziar nela de novo.
Os gritos dela me deixaram num estado de euforia tão grande que não tinha lugar onde minhas mãos não passassem e apertassem, me deu uma excitação tão forte que com minha boca comecei a beijá-la e enfiar a língua pra abafar os gritos, estávamos eufóricos os dois, enquanto com uma mão eu segurava uma das tetas maravilhosas dela. Ela pegou a outra e virou meu rosto pra essa, me pedindo pra chupar. "Sim, chupa minha teta, assim, como se você fosse meu bebê, nosso bebê. Acostuma meu mamilo de novo à sucção, essas tetas vão alimentar nosso filho… Ah, sim, assim… tô quase gozando, enche meu cu de porra, meu amor, tô pronta pra você me engravidar, meu óvulo tá esperando." Essas coisas ela gritava descontroladamente, e como me deixou excitado.
Prestes a explodir, agarrei o rosto dela, fiz ela me olhar fixamente nos olhos, mostrando que eu tava prestes a gozar. Ela devolveu o olhar, revirou os olhos como sinal de que tava gozando, e no momento em que eu a penetrei, jorrando dentro dela, ela soltou o gemido sexual mais lindo de todos…
Depois de alguns momentos, ela me olhou e me beijou: "Isso foi lindo, não troco por nada nesse mundo, TE AMO." Ela afrouxou as pernas da minha região pélvica e me abraçou forte. Aquela fera sexual que instantes atrás estava gritando, cravando as unhas e tudo mais, agora era uma dama meiga e doce. Retribuí o abraço, beijei e acariciei ela. Ficamos assim por um tempo, nos olhando, e aí percebemos o horário: eram 21h30. A gente tinha transado por horas, a chuva não tinha parado, e nisso Maria Elena recebe uma mensagem do marido: "Oi amor, me desculpa, mas vai complicar pra gente ir hoje. A casa da minha mãe tá toda alagada, não dá pra sair. Tá alagado num raio de três quarteirões. Eu e os meninos vamos ficar na casa da mãe. Não quero te deixar sozinha, mas realmente não dá pra sair. Te amo." Ao que ela respondeu que não tinha problema, aliás, era melhor assim, ela podia arrumar a casa e que eles se divertissem.
Acho que nem preciso dizer que a gente não se vestiu. Pelo contrário, continuamos nus um na frente do outro. Limpamos um pouco a casa, sim, mas também continuamos com as sessões de amor. Toda vez que eu via um pouco de sêmen escorrendo da vulva dela, eu a penetrava de novo e gozava dentro… hehe
Num momento, Maria me olha Sorriso e me diz: “Já era, parabéns, amor, vamos ser pais, um dos caras chegou em casa. Posso sentir.” Enquanto tocava a barriga. Nisso, abraço ela e beijo, dizendo “Parabéns pra você também”. Obviamente, pra comemorar, fizemos amor de forma calma e carinhosa, pra que desde o início nosso bebê sentisse nosso amor.
Foram questão de uns dias pra confirmar por laboratório que ela tava grávida, nessa altura já tinha transado sem proteção com o Francisco (já sabia por outro teste que era positivo). Então o plano deu certo, o marido dela assumiu a criança, e a gente continuou se amando, em segredo, claro. Enquanto ela tava grávida, o treino não parou, porque tem rotinas pra mulheres na doce espera (claro que muitas vezes a gente não fazia só aquele exercício, hehe).
9 meses depois conheci a luz dos meus olhos (claro que disfarço dizendo que é porque sou padrinho), Florencia. A menina é muito apegada a mim, com 4 anos me pediu pra ser namorado dela; eu e a mãe nos olhamos e rimos, claro que falei de brincadeira que sim, que ela era minha afilhada e namorada (vocês não imaginam os chiliques que ela faz se falam que não…).
Vocês devem estar se perguntando como continuamos com a María Elena, né? Bom, isso a gente vai contar em outro relato, porque hoje em dia a relação foi pra frente, Florencia tem 7 anos agora, então aconteceram algumas coisas daquele momento até hoje. Vocês devem ter lido algo no relato que a María Elena escreveu, mas não terminou tudo ali… se quiserem… esperem e vão ficar sabendo…
Bom, aqui termina esse relato que tem 2 partes, desculpa pelo tamanho, mas vocês sabem que gosto de dar alguns detalhes. Espero que tenham gostado apesar de tudo, não esqueçam de comentar e dizer se querem que eu conte como as coisas estão entre a gente hoje em dia…
Abraços pra todos.
Como comentei no relato anterior, virei o personal trainer do Francisco e da María Elena (o pai e a madrasta do meu amigo). Depois daquelas pequenas férias no litoral, começamos a planejar como fazer pra que os dois pudessem ter suas sessões de exercícios. Então combinamos que de manhã, enquanto a María Elena tava trabalhando e as crianças dormindo, eu e o Francisco íamos malhar e, à tarde, enquanto o Francisco trabalhava e as crianças tavam na escola, eu e a María Elena teríamos nossas sessões hehe.
Em pouco tempo de treino, tanto o Francisco quanto a María Elena ganharam um condicionamento físico melhor, os dois se sentiam mais vigorosos e com mais energia. Claro que, como os treinos eram diferentes, as condições físicas de cada um também eram. De manhã, na casa do Eduardo (que trabalhava o dia todo), eu fazia a rotina com o Francisco: saíamos pra correr, íamos pra academia e, de vez em quando, pra piscina. Só fazíamos uma hora ou duas por dia, depois tomávamos banho (cada um no seu canto, nos revezávamos) e eu ficava estudando pra faculdade até a hora da María Elena voltar pra casa e o Francisco levar as crianças pra escola, pra depois ele ir pro trampo. E com a Maru, a rotina de exercícios mudava pra uma corridinha, um pouco de academia (o máximo de aeróbico possível, já que ela não queria pegar peso) e natação de vez em quando. No final, a gente trocava a rotina por um banho juntos ou uma sessão de massagens energizantes.
No começo, com a María Elena, a gente não fazia muita coisa íntima (além de beijos ou uns amassos), porque tínhamos que calcular bem os horários por causa das crianças e pra não correr o risco de chegar o Eduardo ou o Francisco. Mas a gente sempre trocava mensagens e ela me mandava umas fotos por e-mail (coisa que eu adorava ver). casa). Depois de uma semana, já acostumados com os horários, conseguimos ficar mais tranquilos.
Até aqui, só contei de forma geral a rotina diária que rolava na casa do meu amigo.
Era um dia como outro, lá pelas 9 da manhã fui buscar o Francisco pra começar a rotina diária, que passou sem grandes novidades, até a chegada da María Elena foi um dia totalmente rotineiro. O Francisco foi levar os moleques pra escola e de lá ele ia pro trampo, mesmo não sendo época de férias o Eduardo deu um perdido e foi pra Uruguai por uma semana pra ver uns amigos que abriram um bar lá; então não teríamos que nos preocupar em fazer a rotina rápido.
A María Elena foi se trocar, eu fiquei na sala tomando mate e vendo TV, depois de uns minutos ela saiu com a roupa de treino (camiseta branca larga, legging preta bem apertada que marcava toda a bunda dela e a racha da buceta, e um tênis rosa).
- Uau, não sei o que você vestiu de diferente hoje, tá muito gostosa, mais sexy que o normal.
- Kkkk, não seja besta, não vesti nada diferente, essa legging é velha, mas não servia, graças a você agora serve. Cê gosta de como fica em mim?
- Sim, sim, adoro. Mas além disso, você parece diferente, mais sensual, algum perfume novo?
- Não, nada, tudo igual... Não será que você é meio bicho, né?
- Pode ser... Por quê?
- Porque agora eu tô ovulando, dizem que os feromônios dá pra sentir no ar, pelo menos os machos sentem, kkkk.
- Talvez seja isso... Bom, vamos.
Começamos a rotina básica diária, saímos pra dar umas voltas numa praça que fica a cinco quarteirões, nem preciso dizer que fiquei de pau duro o tempo todo, tentava cheirar ela, ficar bem perto, às vezes atrasava pra olhar a bunda dela e outras me adiantava pra ver as tetas quicando. Mas, no momento em que terminamos a primeira volta, sem aviso nem premonição, começou Uma baita tempestade e tivemos que voltar. Como já era de se esperar, chegamos todos encharcados, e nessa hora a María se aproxima de mim e fala: “Que tal a gente tomar banho junto pra economizar tempo, água e ninguém pegar um resfriado?”. Essa pergunta veio acompanhada de um beijo de língua… Ali mesmo comecei a me despir enquanto ela saía do banheiro.
Depois de uns instantes, María Elena volta enrolada numa toalha, entra no banheiro, me sorri e faz uns movimentos sensuais (rebolando a cintura de um lado pro outro) enquanto tira a toalha, se mostrando nua em toda a sua plenitude. Nessa hora, só faltava tirar a cueca, onde já tinha formado uma barraca bem avantajada. María me olha e, enquanto se ajoelha e entre sorrisos, fala: “Uuh, que pacotinho… tem um presente pra mim?” e puxa minha cueca pra baixo, deixando meu pau completamente duro. Quando ela baixou a cueca, meu pau quase acertou o rosto dela, mas ela conseguiu desviar; me olhou, riu, abriu a boca e na mesma hora enfiou meu pau na boca dela e começou a me chupar com muita paixão.
Foi uma chupada maravilhosa, não aguentei muito tempo, gozei tudo na boca dela, María engoliu sem deixar escapar uma gota, mas disse: “Espero que isso não tenha sido tudo o que você tem, porque ainda quero mais”. Respondi que não, que era só olhar pro meu pau, que não tinha murchado nem um centímetro, tudo pra continuar com ela a tarde inteira. Nisso, ela pegou no meu pau com uma mão enquanto se levantava e me puxou pelo pau pra dentro do chuveiro, e eu não resisti.
Assim que os dois entraram no box (que tem chuveiro), começamos a nos abraçar e nos beijar pelo corpo todo. Nossas mãos passaram por todas as partes dos dois corpos, enquanto eu a beijava e acariciava um peito com uma mão e com a outra me masturbava, ela com uma mão segurava minha bunda e com a outra se tocava no outro peito ou se masturbava o clitóris; depois íamos trocando os lugares das mãos e dos beijos, num momento ela levantou a perna. pra apoiar ela na borda da banheira e eu me agachei pra dar uma chupada na buceta com muita vontade, enquanto com uma mão eu tocava um peito dela e com a outra as nádegas e até, às vezes, enfiava um dedo naquele cu maravilhoso; ela, enquanto gemia e se tocava ou acariciava minha cabeça, continuei assim até ela gozar na minha boca e eu bebi todos os seus sucos deliciosos. Depois disso, me levanto, beijo ela, continuo acariciando e ela se vira apoiando a bunda toda no meu pau; beijo o pescoço dela e com minhas mãos abraço ela, passo as mãos pelos peitos dela, pela barriga e pelo monte de vênus, masturbo ela e Maria se tremia de prazer. Nisso ela começa a se inclinar pra frente e arquear as costas, deixando a entrada da boceta bem na ponta da minha cabeça.
Sem pensar duas vezes, eu penetrei ela e aí começou o jogo do vai-e-vem, a bombada. Maru começou a gritar, sentia tipo choques elétricos, tinha espasmos e pedia mais e mais. Eu segurava ela pela cintura e pelo quadril pra penetrar mais fundo, ela gemia de prazer e, ao se aproximar do orgasmo, Maria Elena começou a se agarrar nos meus pulsos com as mãos…
- Maria, vou gozar, não aguento muito mais…
- Vai, Till, não segura, goza dentro de mim, quero receber todos os seus meninos aqui dentro, quero que eles façam uma festa enorme dentro de mim.
E ali mesmo eu jorrei todo o meu sêmen dentro da madrasta do meu amigo, tinha agarrado ela com tanta força que deixei meus dedos marcados na cintura dela.
“Ah! Sim, era isso que eu queria, sinto todos os meninos brincando dentro de mim” Ela disse enquanto se levantava. Se ajoelhou e limpou meu pau com a boca, quando se levantou disse “Um banho rápido e vamos já pra minha cama, antes que o Francisco e as crianças cheguem”. Naquele momento eu dizia sim pra qualquer coisa que ela propusesse, eu tava nas nuvens. Ela tomou banho e saiu pra pegar uma toalha rápido e, de quebra, me deu um minuto pra me lavar bem também.
Quando voltou enrolada na toalha, me olha com um sorriso de Uma felicidade imensa, e ela me diz:
- O Francisco acabou de me ligar, ele vai sair um pouco mais tarde do trabalho por causa do temporal, e assim dar um tempo pra baixar o nível da água, já que a região onde a mãe dele mora alagou. E se a água não baixar, ele não pode ir buscar as crianças. Ele disse pra eu não me assustar se ele chegar lá pelas 20h ou 21h, mas que a rua tá um caos. Eu falei que não tem problema, de quebra a gente estende um pouco a sessão de exercícios aqui em casa, que você tava me convencendo a fazer bicicleta ergométrica… acho que ele acreditou, hehehe.
- Você é uma ótima atriz, de agora em diante vou ter que duvidar de tudo que você me disser…
- Não, você nunca, no máximo posso atrasar alguma notícia, mas jamais mentir pra você, você é meu homem, nesse tempo eu me apaixonei por você, você cuida de mim, me olha e me mima como ninguém nunca fez.
- Bom, não é tanto assim, você também me encanta, seu corpo, seu rosto, sua boca, esses peitos e essa bunda tão fantástica. Seu carinho e suas atenções fizeram com que eu não quisesse me separar.
Nisso, eu saio da banheira, ela abre a toalha que a envolvia e faz com que eu entre nessa toalha, e nos envolve juntos (devo dizer que a toalha era bem grande e era desconfortável, mas fazer o quê… às vezes a gente tem que ficar desconfortável pra ficar com quem a gente quer). Aí nos beijamos e aos poucos vamos indo pra cama, nos deitamos nela e começamos a nos beijar e nos tocar.
Eu fico por cima dela e começo a beijá-la, dou beijos de língua, e ela correspondia segurando minha nuca com as mãos pra eu não me afastar dela. Maria começou a abrir as pernas, me deixando espaço pra penetrá-la de novo, mas em vez disso resolvi "brincar" e roçar com a glande todo o monte de Vênus dela, o clitóris, e o que eu mais gostava, fingir que ia meter, mas só roçava a entrada da buceta dela com meu pau. Num surto de loucura, Maria Elena envolve minha cintura com as pernas e puxa pra ela, fazendo com que eu a penetre até o fundo…
- Uh, Maru, Você já tá bem molhada, e por dentro continua toda ensopada.
- Não é só que eu tô molhada de tesão por você, ainda tenho seu esperma dentro de mim, te falei que queria uma festa dentro de mim.
- Bom, se continuarmos assim, vão chegar mais convidados…
- Que venham todos que quiserem, serão bem-vindos, tem espaço pra todo mundo aqui dentro… Só que um vai levar o prêmio grande.
- Do que você tá falando? – perguntei enquanto parei de bombar, mas ainda dentro dela.
- Só um dos seus caras vai chegar no meu óvulo, só um vai me fecundar.
- Isso seria ótimo, mas você toma pílula. Ou tô enganado?
- Parei faz um mês, sei que devia ter pedido sua opinião, mas acredita em mim quando digo que tô apaixonada por você e quero que me faça mãe. Só transo com meu marido de camisinha pra não ter dúvida que é você o pai do meu próximo filho, desculpa não ter te falado antes, mas tinha medo de você dizer não.
- Minha vida… eu nunca diria não, tem certeza que quer engravidar de mim???
- Não duvidaria nem um segundo, quero que me encha de seus caras, pra ver qual é o sortudo.
- Agora você tá me dando vontade e força pra fazer isso com mais intensidade, faz tempo que quero te engravidar.
E ali mesmo voltamos ao trabalho de mete e tira, ela tava tão empolgada com minha aceitação em engravidá-la que começou a ficar eufórica, começou a gritar e cravar as unhas nas minhas costas (o que me excitou ainda mais) e me arranhar, as pernas dela estavam cada vez mais agarradas na minha cintura e quadril que chegou um ponto que eu não conseguia me mexer, mas não importou porque eu já tava prestes a me esvaziar nela de novo.
Os gritos dela me deixaram num estado de euforia tão grande que não tinha lugar onde minhas mãos não passassem e apertassem, me deu uma excitação tão forte que com minha boca comecei a beijá-la e enfiar a língua pra abafar os gritos, estávamos eufóricos os dois, enquanto com uma mão eu segurava uma das tetas maravilhosas dela. Ela pegou a outra e virou meu rosto pra essa, me pedindo pra chupar. "Sim, chupa minha teta, assim, como se você fosse meu bebê, nosso bebê. Acostuma meu mamilo de novo à sucção, essas tetas vão alimentar nosso filho… Ah, sim, assim… tô quase gozando, enche meu cu de porra, meu amor, tô pronta pra você me engravidar, meu óvulo tá esperando." Essas coisas ela gritava descontroladamente, e como me deixou excitado.
Prestes a explodir, agarrei o rosto dela, fiz ela me olhar fixamente nos olhos, mostrando que eu tava prestes a gozar. Ela devolveu o olhar, revirou os olhos como sinal de que tava gozando, e no momento em que eu a penetrei, jorrando dentro dela, ela soltou o gemido sexual mais lindo de todos…
Depois de alguns momentos, ela me olhou e me beijou: "Isso foi lindo, não troco por nada nesse mundo, TE AMO." Ela afrouxou as pernas da minha região pélvica e me abraçou forte. Aquela fera sexual que instantes atrás estava gritando, cravando as unhas e tudo mais, agora era uma dama meiga e doce. Retribuí o abraço, beijei e acariciei ela. Ficamos assim por um tempo, nos olhando, e aí percebemos o horário: eram 21h30. A gente tinha transado por horas, a chuva não tinha parado, e nisso Maria Elena recebe uma mensagem do marido: "Oi amor, me desculpa, mas vai complicar pra gente ir hoje. A casa da minha mãe tá toda alagada, não dá pra sair. Tá alagado num raio de três quarteirões. Eu e os meninos vamos ficar na casa da mãe. Não quero te deixar sozinha, mas realmente não dá pra sair. Te amo." Ao que ela respondeu que não tinha problema, aliás, era melhor assim, ela podia arrumar a casa e que eles se divertissem.
Acho que nem preciso dizer que a gente não se vestiu. Pelo contrário, continuamos nus um na frente do outro. Limpamos um pouco a casa, sim, mas também continuamos com as sessões de amor. Toda vez que eu via um pouco de sêmen escorrendo da vulva dela, eu a penetrava de novo e gozava dentro… hehe
Num momento, Maria me olha Sorriso e me diz: “Já era, parabéns, amor, vamos ser pais, um dos caras chegou em casa. Posso sentir.” Enquanto tocava a barriga. Nisso, abraço ela e beijo, dizendo “Parabéns pra você também”. Obviamente, pra comemorar, fizemos amor de forma calma e carinhosa, pra que desde o início nosso bebê sentisse nosso amor.
Foram questão de uns dias pra confirmar por laboratório que ela tava grávida, nessa altura já tinha transado sem proteção com o Francisco (já sabia por outro teste que era positivo). Então o plano deu certo, o marido dela assumiu a criança, e a gente continuou se amando, em segredo, claro. Enquanto ela tava grávida, o treino não parou, porque tem rotinas pra mulheres na doce espera (claro que muitas vezes a gente não fazia só aquele exercício, hehe).
9 meses depois conheci a luz dos meus olhos (claro que disfarço dizendo que é porque sou padrinho), Florencia. A menina é muito apegada a mim, com 4 anos me pediu pra ser namorado dela; eu e a mãe nos olhamos e rimos, claro que falei de brincadeira que sim, que ela era minha afilhada e namorada (vocês não imaginam os chiliques que ela faz se falam que não…).
Vocês devem estar se perguntando como continuamos com a María Elena, né? Bom, isso a gente vai contar em outro relato, porque hoje em dia a relação foi pra frente, Florencia tem 7 anos agora, então aconteceram algumas coisas daquele momento até hoje. Vocês devem ter lido algo no relato que a María Elena escreveu, mas não terminou tudo ali… se quiserem… esperem e vão ficar sabendo…
Bom, aqui termina esse relato que tem 2 partes, desculpa pelo tamanho, mas vocês sabem que gosto de dar alguns detalhes. Espero que tenham gostado apesar de tudo, não esqueçam de comentar e dizer se querem que eu conte como as coisas estão entre a gente hoje em dia…
Abraços pra todos.
3 comentários - Personal trainer vira pai (parte 2)