Mia Luna e seu lobo II
Buenas de novo....
Importante pra entender esse capítulo é ler o anterior.
Tirei a boca da buceta dela e vi ela largada na cama com o olhar perdido, a boca meio aberta e se mexendo igual uma minhoca. Os sucos dela escorriam pelo meu queixo e eu tava explodindo de satisfeito com meu trabalho, porque ela tava em transe.
Desculpa, acho que me adiantei; vamos recapitular:
As horas passaram e anoiteceu, ela ia e vinha fazendo as coisas dela, praticamente não nos falávamos e a casa tava em silêncio.
Abri uma cerveja, fui ver pornô e baixei um vídeo de um casal num hotel transando gostoso e se divertindo pra caralho. Entre a cerveja e o pornô, eu já tava no pico, e o tesão de saber que a novinha tava do outro lado da parede, entediada e em silêncio, me consumia a cabeça.
De repente, o namorado liga pra ela e ela começa a discutir por 25 minutos, entre gritos, choro e drama. Eu me entretia ouvindo a novela e deixei a imaginação voar:
Ela desligava e eu ouvia ela chorando, então eu me aproximava e sentava do lado dela na cama. Ela, de bruços, dizia "ele terminou comigo". Eu colocava a mão nas costas dela, e ela, mais calma, repetia "por que eu não consigo ter um relacionamento igual o seu com a Luna?" enquanto se virava. Eu dizia "uma hora vai dar certo" e dava um abraço nela que se prolongava, longo e silencioso. A gente começava a se acariciar nas costas e, de repente, os rostos se juntavam num carinho que virava uma pegação pesada. De repente, eu me ajeitava na cama e, por reflexo, ela abria espaço, e a gente continuava com as carícias. Nos esfregávamos e nos acariciávamos, eu comecei a passar a mão na bunda e nas pernas dela. A gente se separava um pouco e se olhava, a cara dos dois mostrava o tesão que tava rolando. A gente se fundia num beijo e começava a tirar tudo. Ela me virava de barriga pra cima, subia em mim e beijava meu peito, me acariciando igual uma gata, enquanto descia devagar até chegar na minha virilha. Ela colocava a cara na frente do meu pau, me olhava com cara de gata e dava uma Beijo na cabeça, depois olho pra ela, dou uma lambida e meto até o fundo, me dando uma sensação de umidade e calor que me deixou louco. Ela chupava minha pica como uma puta profissional, subia e descia, mexia nos meus ovos e brincava com a língua. Eu tava nas nuvens, via o espetáculo e falava "isso, puta, como você chupa bem".
Sem tirar a pica da boca, ela vira e fica por cima de mim com as pernas de cada lado da minha orelha, e aproxima aquela buceta linda que brilhava de tão molhada. Meto a buceta inteira na boca e com a língua vou pra cima e pra baixo, depois começo a chupar mexendo a língua pra todo lado. Nessa hora, ela levanta a cabeça e, virando a raba, se aperta contra minha cara, aperta minha pica bem forte e eu sinto ela ficar tensa e de repente relaxar e hooooo haaaa haaaa começa a encher minha boca com os sucos dela enquanto começa a tremer, desaba em cima de mim e fala:
Mia - Quero a porra
Eu - Onde você quer, bebê?
Mia - Na boquinha pra eu tomar tudo
Eu - Toma, aqui vai
Ela meteu até o fundo e deixou fluir o prêmio que ganhou. Em cada espasmo, jorrava porra que ela ia engolindo como a maior puta.
De repente, ouço ela desligar e volto à realidade, ela chega perto na hora:
Mia - Desculpa (se desculpando pela ligada), ele tá com ciúme de você
Eu - Haha de mim? Mas você é amiga da Luna
Mia - Sim, eu sei, mas vai explicar isso pra ele
Eu - Que estranho ele desconfiar, isso é coisa de punheta
Mia - Pode ser... (faz uma pausa pra pensar) por algo ele se persegue
Eu - Que perda de tempo, se rolasse algo entre a gente ninguém ia saber, então não sei por que fazer tanto drama à toa
Mia - Hahaha verdade, né.
O que você tava fazendo? ela pergunta apontando pro PC.
Num momento, sem pensar nem planejar, falo "olha, Mia, vem cá" e ela para na porta com o shortinho e a barriga de fora, e eu falo:
Eu - Olha que foda, um colega de trabalho me mandou um vídeo transando.
Puxo uma cadeira que tenho na direita e ela, meio na dúvida, vem e senta. Estico o braço pra pegar o mouse e os peitos dela ficam apoiados no meu braço. Coloco o vídeo e penso: por que ela age como se nada tivesse acontecendo e não se afasta? Em três minutos, ela já tava vidrada no vídeo, de boca aberta, claramente excitada, e eu olhando ela de canto.
Mía — FA é mó foguento e a mina é a namorada?
Eu — não, é uma gatinha que ele tá saindo, e não são tão foguentos assim.
Mía — melhor que eu tão passando, no começo com meu namorado a gente era assim, mas entre a gente sempre brigando, já não é mais a mesma coisa.
Ela falava e soltava a língua, mas não tirava os olhos da tela. Assim que o vídeo termina, coloco de novo e falei: "já volto, vou comprar umas brejas."
Continua...
Buenas de novo....
Importante pra entender esse capítulo é ler o anterior.
Tirei a boca da buceta dela e vi ela largada na cama com o olhar perdido, a boca meio aberta e se mexendo igual uma minhoca. Os sucos dela escorriam pelo meu queixo e eu tava explodindo de satisfeito com meu trabalho, porque ela tava em transe.
Desculpa, acho que me adiantei; vamos recapitular:
As horas passaram e anoiteceu, ela ia e vinha fazendo as coisas dela, praticamente não nos falávamos e a casa tava em silêncio.
Abri uma cerveja, fui ver pornô e baixei um vídeo de um casal num hotel transando gostoso e se divertindo pra caralho. Entre a cerveja e o pornô, eu já tava no pico, e o tesão de saber que a novinha tava do outro lado da parede, entediada e em silêncio, me consumia a cabeça.
De repente, o namorado liga pra ela e ela começa a discutir por 25 minutos, entre gritos, choro e drama. Eu me entretia ouvindo a novela e deixei a imaginação voar:
Ela desligava e eu ouvia ela chorando, então eu me aproximava e sentava do lado dela na cama. Ela, de bruços, dizia "ele terminou comigo". Eu colocava a mão nas costas dela, e ela, mais calma, repetia "por que eu não consigo ter um relacionamento igual o seu com a Luna?" enquanto se virava. Eu dizia "uma hora vai dar certo" e dava um abraço nela que se prolongava, longo e silencioso. A gente começava a se acariciar nas costas e, de repente, os rostos se juntavam num carinho que virava uma pegação pesada. De repente, eu me ajeitava na cama e, por reflexo, ela abria espaço, e a gente continuava com as carícias. Nos esfregávamos e nos acariciávamos, eu comecei a passar a mão na bunda e nas pernas dela. A gente se separava um pouco e se olhava, a cara dos dois mostrava o tesão que tava rolando. A gente se fundia num beijo e começava a tirar tudo. Ela me virava de barriga pra cima, subia em mim e beijava meu peito, me acariciando igual uma gata, enquanto descia devagar até chegar na minha virilha. Ela colocava a cara na frente do meu pau, me olhava com cara de gata e dava uma Beijo na cabeça, depois olho pra ela, dou uma lambida e meto até o fundo, me dando uma sensação de umidade e calor que me deixou louco. Ela chupava minha pica como uma puta profissional, subia e descia, mexia nos meus ovos e brincava com a língua. Eu tava nas nuvens, via o espetáculo e falava "isso, puta, como você chupa bem".
Sem tirar a pica da boca, ela vira e fica por cima de mim com as pernas de cada lado da minha orelha, e aproxima aquela buceta linda que brilhava de tão molhada. Meto a buceta inteira na boca e com a língua vou pra cima e pra baixo, depois começo a chupar mexendo a língua pra todo lado. Nessa hora, ela levanta a cabeça e, virando a raba, se aperta contra minha cara, aperta minha pica bem forte e eu sinto ela ficar tensa e de repente relaxar e hooooo haaaa haaaa começa a encher minha boca com os sucos dela enquanto começa a tremer, desaba em cima de mim e fala:
Mia - Quero a porra
Eu - Onde você quer, bebê?
Mia - Na boquinha pra eu tomar tudo
Eu - Toma, aqui vai
Ela meteu até o fundo e deixou fluir o prêmio que ganhou. Em cada espasmo, jorrava porra que ela ia engolindo como a maior puta.
De repente, ouço ela desligar e volto à realidade, ela chega perto na hora:
Mia - Desculpa (se desculpando pela ligada), ele tá com ciúme de você
Eu - Haha de mim? Mas você é amiga da Luna
Mia - Sim, eu sei, mas vai explicar isso pra ele
Eu - Que estranho ele desconfiar, isso é coisa de punheta
Mia - Pode ser... (faz uma pausa pra pensar) por algo ele se persegue
Eu - Que perda de tempo, se rolasse algo entre a gente ninguém ia saber, então não sei por que fazer tanto drama à toa
Mia - Hahaha verdade, né.
O que você tava fazendo? ela pergunta apontando pro PC.
Num momento, sem pensar nem planejar, falo "olha, Mia, vem cá" e ela para na porta com o shortinho e a barriga de fora, e eu falo:
Eu - Olha que foda, um colega de trabalho me mandou um vídeo transando.
Puxo uma cadeira que tenho na direita e ela, meio na dúvida, vem e senta. Estico o braço pra pegar o mouse e os peitos dela ficam apoiados no meu braço. Coloco o vídeo e penso: por que ela age como se nada tivesse acontecendo e não se afasta? Em três minutos, ela já tava vidrada no vídeo, de boca aberta, claramente excitada, e eu olhando ela de canto.
Mía — FA é mó foguento e a mina é a namorada?
Eu — não, é uma gatinha que ele tá saindo, e não são tão foguentos assim.
Mía — melhor que eu tão passando, no começo com meu namorado a gente era assim, mas entre a gente sempre brigando, já não é mais a mesma coisa.
Ela falava e soltava a língua, mas não tirava os olhos da tela. Assim que o vídeo termina, coloco de novo e falei: "já volto, vou comprar umas brejas."
Continua...
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