Amigos são os amigos

Meu nome é Lautaro, tenho 24 anos e jogo rugby num clube da Zona Norte. Sou moreno claro, sem pelos, olhos claros, 1,84m e corpo bem definido.
Estudo Direito e faltam 7 matérias pra me formar.
Meu melhor amigo se chama Ramiro e é um irmão que a vida me deu. Também jogador de rugby, nos conhecemos desde o jardim de infância, estudamos juntos e ele também faz Direito. Alto, moreno, corpo musculoso e bem trincado, tem uma particularidade especial: é muito dotado. Falo isso porque vai ser essencial na história.
Ele namora a Mariela, também uma irmã pra mim, desde os 16 anos. Eu, por outro lado, terminei um relacionamento de 5 anos há 3 meses. Foi um baita baque, porque não esperava.
Feitas as apresentações e descrições necessárias, vou contar o que aconteceu há três sextas-feiras e que abriu uma nova porta na minha amizade com o Lautaro.
A Mariela tinha decidido me apresentar a Gaby, uma das melhores amigas dela, que sempre me atraiu.
Tava tudo bem organizado. Última sexta de fevereiro. Jantar e conversa no apartamento do Ramiro e, depois de pegar confiança, eu iria com a Gaby pra minha casa.
Naquela sexta, com tudo pronto pro encontro, a Mariela ligou dizendo que tava passando mal.
Com uma certa frustração, pelo menos da minha parte, a gente adiou o jantar pro dia seguinte.
Já que estávamos arrumados, sugeri ao Ramiro sair pra tomar alguma coisa.
Saímos, mas a noite tava um tédio e decidimos voltar pro apê pra ver um filme bom que tivesse na Netflix.
Escolhemos "Duas Mães Perfeitas" com Naomi Watts e Robin Wright. O filme era sobre duas amigas cinquentonas, separadas dos maridos, que vão de férias com os respectivos filhos. Num momento, uma delas se sente atraída pelo filho da outra e rola. A amiga descobre e, como vingança, faz o mesmo. Uma espécie de "swinger" de filhos.
O Ramiro, numa cena do filme, me olha, pega na rola, por em cima do jeans dele, e me diz:
—Olha como ficou por causa desse filme e ainda por cima a Mariel desmaiada!!!!
O volume do Rami era impressionante. Isso me deu um friozinho na barriga, ainda mais porque eu também tava com tesão por causa do filme.
Não sei o que deu em mim, mas, sem pensar e por curiosidade, perguntei sem filtro:
—Me mostra?
Ramiro me olhou estranho e eu aumentei a aposta.
—É, isso mesmo que você ouviu, me mostra?
Confuso, mas sem se irritar, ele me perguntou:
—Você tem certeza do que tá pedindo, ou é uma piada?
—Tô falando sério, sempre me perguntei como seria “acordada”.
Ramiro suspirou fundo, engoliu seco, dava pra ver que ele tava excitado.
—Tem certeza???
—Certeza!!!
—Ok, mas deixa eu te perguntar uma coisa, eu te atraio pra você querer isso?
—Hahahahaha, nãooooo!, como você vai me atrair!!!, você não me atrai, nem homem me atrai. É difícil explicar, a única coisa que posso te responder é que só me atrai ver sua pica dura, só isso, pura curiosidade.
—Ok, tá bem, sem problema, mas em troca te peço dois favores. O primeiro é que isso, obviamente, não pode sair daqui. O segundo, eu gostaria que você mesma tirasse minha calça e minha cueca.
—Fechou!, perfeito e fica tranquilo que isso morre aqui!.
Na mesma hora, levantei do sofá e me ajoelhei na frente dele. Tirei a calça dele até os tornozelos e a cueca Caro Uomo de lycra branca dele me mostrou que a pica enorme dele ainda tava dura e pulsando.
Levantei o elástico da cueca dele e a pica dele saltou pra fora, ficando na minha frente e balançando no ar.
Era enorme e linda. Exalava um cheiro estranho que era hipnotizante e atraente. Grandona, cheia de veias, petulante e bem grossa, era um músculo de 24 x 6, que mostrava vigor e poder.
—Que pedaço de pica!, consegui dizer.
Olhei pra ele e a cara dele era de tesão total.
Sem falar absolutamente nada e sem me importar, já que tava tudo jogado, peguei ela com as duas mãos, uma por cima da outra, e comecei a acariciar. Era macia, lisa e imponente.
Ele ficou gostei porque ele se acomodou melhor no sofá e abriu um pouco mais as pernas, relaxando.
Enchi minha mão direita de saliva e comecei a masturbá-lo devagar. Ramiro soltava pequenos gemidos de prazer e mordia o lábio inferior. Ele estava entregue, e eu também.
Depois de um bom tempo, me tentei. Apoiei minhas mãos na base do tronco, envolvi seus testículos com meus polegares e aproximei minha boca a poucos centímetros da cabeça dele. Olhei pra ele e disse:
— Não ligo pra nada! Vou te chupar!
Rami não disse uma palavra, mas balançou a cabeça aprovando a situação.
— Se te incomodar, fecha os olhos e pensa que sou a Mariela.
— Não, não, tô de boa, continua! Mas quero deixar uma coisa clara: eu não vou fazer o mesmo.
— Rami, não espero isso, eu só quero me dar um gosto.
Comecei a beijá-la devagar, mas com intensidade e excitação. Meus beijos, junto com minha saliva, quebravam o silêncio da sala do apartamento dele.
Depois, abri bem grande minha boca e fui enfiando ela aos poucos até a campainha. Desde meus lábios, passando pelo céu da boca até além da garganta, estava tudo cheio de carne. Ficava difícil respirar.
A rola do Ramiro dava pulinhos, como se quisesse crescer ainda mais.
Era a glória. No começo não tinha gosto, era como chupar um dedo, mas com o passar dos minutos começou a soltar um líquido salgado que a deixava muito gostosa.
Fiquei mais de dez minutos saboreando aquela rola, a mandíbula já não aguentava mais, até que veio a pergunta que eu não queria ouvir…
— Posso meter?
Na hora parei de chupar, mas continuei batendo uma pra ele, e fiquei na dúvida por uns segundos.
— Não leva a mal, mas não! Tenho medo de doer muito.
— Vai, por favor, só a pontinha.
— Não, sério, não é frescura, se quiser eu chupo até você gozar.
— É só a ponta! Juro que não vai doer, vou ser o mais delicado possível.
A verdade é que meu cu pedia aquela rola aos gritos, e não consegui resistir muito.
— Ok, mas por favor, vai com calma. Suavidade, não seja bruto.
Levantamos do sofá e eu o levei até o quarto dele segurando na pica dele.
Na hora, ficamos completamente pelados e o Ramiro pediu pra eu deitar na cama de bruços.
—Coloca o travesseiro entre a sua pélvis e o colchão.
Ele pegou um óleo aromático e começou a massagear minhas pernas e meus glúteos. Cada vez que eu abria minhas bandas, eu queria aquela pica dentro de mim.
—Agora que eu te tenho assim, que rabo gostoso você tem!, ele disse. Não sei se era tanto assim, mas por causa da forma que o rugby me deu, eu tinha ele redondo e empinado.
Eu olhava ele de canto pelo espelho do armário e via que a pica dele continuava dura, até parecia maior. Isso me excitava ainda mais porque eu via que ele não tava desconfortável, ele tava gostando da situação.
Comecei a sentir um formigamento no meu cu e quando fui perceber, era ele passando a língua por lá e começando a meter os dedos pra ir me acostumando.
Quando não deu mais, eu falei:
—Não coloca só a cabeça, coloca ela toda!.
Ramiro suspirou, se posicionou por cima de mim por trás, se lambuzou a pica com óleo e foi colocando bem devagar pra eu não sofrer.
No começo doeu pra caralho, eu mordia o outro travesseiro e apertava o colchão com as mãos, mas depois comecei a aproveitar como nunca imaginei.
—Lauti, tá tudo bem?, me avisa qualquer coisa!.
—Tô ótimo, continua assim, não para!
Daí a pica monstra do Ramiro entrava e saía num ritmo bom, abrindo meu cu virgem.
—Que pica você tem, filho da puta!!!, eu falei enquanto meus gemidos de prazer ecoavam pelo apartamento inteiro.
Depois, Ramiro me fez ficar de quatro e começou a me furar mais forte.
—Siiim, assim!!!!, arrebenta meu cu assim!!!!, eu gritei.
Tinha horas que sentir a pélvis dele batendo nos meus glúteos era o nirvana.
—Meu Deus, que delícia isso!!!, não é possível que eu goste tanto!!!.
—E eu tô gostando mais do que com a Mariela, não pensei que ia me sentir tão à vontade!.
Depois de uns minutos, meu O garanhão me avisou que ia gozar.
—Goza dentro, quero sentir pulsar, pedi.
A pica do Rami começou a jorrar gozo dentro de mim, eram “toneladas” de porra descarregadas dentro do meu cu. Eu também gozei naquele momento.
Ficamos os dois exaustos, largados na cama. Tinham sido 40 minutos de fúria. Depois de um tempo, pegamos no sono.

Na manhã seguinte, acordei antes dele. Ainda estávamos pelados. Fiquei olhando pra ele por um bom tempo. Olhava pra pica dele e meu cu ficava molhado. Ali confirmei de novo que não gostava nem de homens nem de paus, só gostava “daquela” pica.

Rami acordou perto do meio-dia como se nada tivesse acontecido, e o tratamento foi o de sempre. A amizade continuava intacta, pra mim foi um alívio.

A gente tava saindo com meu carro pra ir jogar contra o CASI, depois de passar em casa pra pegar a mochila, quando a Mariela ligou.
Conversaram um bom tempo e, antes de desligar, ouvi o Ramiro dizer:
—Mariel, hoje não dá pra gente se encontrar os quatro, e piscando um olho pra mim, completa, esqueci de te falar que eu e o Lautaro temos que nos encontrar hoje à noite pra “estudar”.

Ouvir aquilo fez meu cu se encher de emoção, aquela pica ia ser minha de novo.

10 comentários - Amigos são os amigos

mierda...!! hay que tener culo para aguantarse una garcha asi......
Buenisimo !!! TE felicito.. me super calenton.. yo tb de zonanorte.. si alguna vez queres masajes con final feliz, avisa capo !!!
espectacular...muy bueno...me recalento 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
van p
Excelente relato, me mandé alta paja. Creo que a muchos hombres nos pasa lo mismo, no somos 'homosexuales', pero nos encantaría chupar una verga. Yo tengo muchas ganas de cumplir esa fantasía.
te doy mis ultmos puntos, me calentaste mal bb